Fórum dos leitores

POLÍTICA ECONÔMICA

O Estado de S. Paulo

12 Setembro 2015 | 02h12

Rumo certo

Magistral o artigo Corda em casa de enforcado (11/9, A2). Fernando Gabeira mostra toda a sua inteligência e chega a ser até jocoso, tornando sua argumentação mais prazerosa. É fato notório a incapacidade da presidente da República para sair do buraco em que nos meteu. Tudo o que ela faz é dizer frases sem sentido que não levam a lugar nenhum. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, está mais perdido que “cusco em procissão”. Desde o início ele tem sido desautorizado em tudo o que propõe e isso só contribui para o descrédito do País. Por outro lado, está faltando vontade política de todos os parlamentares, qualquer que seja o partido a que pertençam. A eles cabe cumprir o papel de representantes do povo e chegar a um acordo, não para salvar o mandato de Dilma ou o PT, responsáveis por tudo o que está acontecendo, mas para pôr o País no rumo certo.

JOSÉ OLINTO OLIVOTTO SOARES

jolintoos@gmail.com

Bragança Paulista

Joaquim já chegou ao fim 

É notório que o ministro Joaquim Levy já não sabe mais o que fazer para corrigir as distorções econômicas praticadas pela “presidenta” Dilma Rousseff e seus prosélitos. Quando ele pondera sobre o que fazer no sentido de buscar soluções para o impasse, diz uma porção de palavras inadequadas, que outro significado não têm a não ser “pacotes de maldades”, que o povo brasileiro não suporta mais. Parafraseando um antigo programa cômico do Jô Soares, no qual ele dizia “vai pra casa, Padilha”, ouso dizer o mesmo para o ministro: pra casa, Joaquim Levy. 

WALDIR PEREIRA

waldirpereiraindaia@hotmail.com

Vinhedo

Imposto x investimento

O sr. Joaquim Levy convidou os brasileiros a pagarem mais imposto como se fosse um investimento no nosso futuro. Ou esse cara está doido ou está de brincadeira! Quem investe espera, no mínimo, um retorno, pagar imposto é jogar dinheiro a fundo perdido. A bagunça tributária que vivemos e uma administração pública desastrosa só levam mais dinheiro para o ralo.

JOÃO BRAULIO JUNQUEIRA NETTO

jonjunq@gmail.com

São Paulo

Errou feio, ministro

O ministro Levy também disse que a população vai entender se for preciso elevar os impostos. Não vamos entender de jeito nenhum, sr. ministro! Já estamos cansados de pagar a conta da corrupção e do desgoverno. Já pagamos impostos demais sem absolutamente nada em troca. A paciência dos brasileiros acabou! Pagamos com nossos impostos a mordomia de muitos ministros, eles que paguem essa conta. Agora que a porta foi arrombada Levy quer o nosso entendimento? Chega! Quem pariu Mateus que o balance.

ANGELA MARIA DE SOUZA BICHI

angela_bichi@hotmail.com

Santo André

Mãos ao alto!

Logo após o País ter sido rebaixado na avaliação da Standard & Poor’s (S&P), o governo saiu novamente em defesa da elevação dos tributos. O caminho do Planalto agora é este: a nau brasileira balança? É só pôr a mão no bolso do trabalhador! Contudo o PMDB tomou posição contrária a tal medida, afirmando apenas apoiá-la no caso de redução do número de ministérios e das despesas do governo. Encenação concluída, fecham-se as cortinas. Sabemos muito bem que os aliados não estão dispostos a privar-se de cargos e verbas e, por motivos de sobrevivência, Dilma não se pode dar ao luxo de perder o irrisório apoio que lhe sobrou. Entre desagradar a parlamentares ou à sociedade, o que ela prefere? Preparem-se para esvaziar os bolsos. Mãos ao alto, o ajuste vem aí!

ELIAS MENEZES

elias.natal@hotmail.com

Nepomuceno (MG)

Circo sem graça

Será que nossos governantes (Levy) e ex-governantes (Lula) acham que as agências de risco estão preocupadas com o Brasil? O ex diz que o rebaixamento “não significa nada” e o ministro diz que foi “precipitado” e “político”. Estarão falando sério? Alguém precisa avisar a eles que as agências de classificação de risco servem para orientar, com segurança, os investidores, e não para atrapalhar os governos. 

YUSSEI HIGA

yhiga@uol.com.br

Sorocaba

LULOPETISMO

O bravateiro

O Brasil precisou de cerca de 14 anos para conseguir o ajuste fiscal que lhe permitiu obter o grau de investimento da agência S&P, em 2008, começando a perder essa posição em meados do segundo mandato de Luiz Inácio da Silva. A construção que elevou o status do Brasil começou em 1994, com o advento do Plano Real, quando Fernando Henrique Cardoso era ministro da Fazenda no governo Itamar Franco, continuando esse trabalho depois de se eleger presidente do Brasil, entre 1995 e 2003. Logo, Lula errou de novo em suas bravatices, pois, como se vê, quando a S&P classificou o Brasil como grau de investimento, não foi uma “conquista do povo brasileiro”, mas sim de um governo responsável e competente do qual ele foi sucessor! E o único mérito do bravateiro foi ter continuado a política econômica do governo anterior, de FHC. Mesmo assim, o desastre atual começou em seu governo. Então hoje ter sido rebaixado à categoria de junk graças à incompetência de sua cria perdulária “não significa nada”? Lula deveria pensar antes de dar pitacos nos assuntos brasileiros, pois não tem mais cargo político no País, como também nunca sabe de nada. Deveria é aperfeiçoar sua nova função de marqueteiro da presidente da Argentina e mudar o seu domicílio eleitoral.

CARMELA TASSI CHAVES

tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

Lula participando de um Congresso Internacional de Responsabilidade? Na Argentina? A única conclusão possível é que a opinião dele significa tanto quanto o rebaixamento da nota do Brasil pela S&P.

ELY WEINSTEIN

elyw@terra.com.br

São Paulo

‘Lulla’ e seus impropérios

Quando diz que o rebaixamento da nota do Brasil pela S&P não significa nada, simplesmente está evidenciando sua ignorância e irresponsabilidade com as coisas sérias que afetam o nosso país.

LUIZ ROBERTO SAVOLDELLI

savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

Melancia no pescoço

O Lula vai falar uma asneira por dia somente para aparecer na mídia. Será que ninguém sacou a malandragem?

GIAMPIERO GIORGETTI

giampiero@falcare.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para  o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

LIÇÃO RÁPIDA

Ação da Standards & Poor’s foi “precipitada” e “política”, diz Levy, que sugere mais imposto. O ministro da Fazenda aprendeu rapidamente com a presidenta Dilma!

Luigi Vercesi  luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

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ROMBO NO ORÇAMENTO

Afinal, são R$ 30 bilhões de déficit orçamentário ou R$ 70 bilhões? – sobre o valor que o governo pretende arrecadar em impostos. 

Robert Hallerro belisa1@terra.com.br

São Paulo

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REMÉDIO PARA O PAÍS

Em qualquer empresa bem-sucedida, a incompetência administrativa não seria recompensada com o aumento dos seus ganhos, como quer o governo, aumentando os impostos. Seus gestores seriam sumariamente demitidos. O remédio é a saída do PT!

Mario Issa drmarioissa@yahoo.com.br

São Paulo

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LEVY

Ministro Levy, defina o "todo mundo está disposto a pagar um pouquinho de imposto..."?  Nem Mantega, em toda a sua inocência, teria coragem de ser tão cara de pau! Somos nós que pagamos o seu salário, muito bem pago, e sugerimos que o senhor. faça os seus investimentos à vontade, mas não nos envolva em seus devaneios!

Carmela Tassi Chaves  tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo 

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ATESTADO DE CARA DE PAU

O ex- presidente Lula, no Terceiro Congresso Internacional de Responsabilidade, realizado em Buenos Aires (11/9, A3), afirmou que  a decisão da  agência de classificação de risco Standard & Poor’s de  rebaixar o Brasil não significava nada, e que era uma decisão equivocada, porque  dará mais arrocho contra o povo,  que tem países europeus quebrados e essa agência não diz nada. Só que, em 2008, ele elogiou a mesma  Standard & Poor’s  por estabelecer  “grau de investimento no Brasil”, dizendo que o País tinha recebido um atestado  de seriedade, ou seja , para o Lula a nota só vale se tirar dez, se  tirar zero, não conta! Para finalizar, como atualmente já pagamos de 36% a 38% do PIB em impostos, não faz sentido criar mais imposto para tapar o rombo que  o governo Dilma fez.    

Edgard Gobbi  edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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PAÍS DAS MARAVILHAS

A declaração do sr. Lula sobre a classificação do Brasil  na agência Standard & Poor's de que isso "não significa nada" nos faz pensar que ele vive no país das maravilhas, não no Brasil.

Paulo Marcom paulomarcom@bandcontabil.com.br

Tietê

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NOTA REBAIXADA

O “cara” diz que nada significa o rebaixamento da nota do País por não ser “elle” que vai precisar dar a cara para bater e pagar mais juros, se precisar contratar empréstimo fora. Realmente é “sem noção”, e a rainha e o rei (britânica e sadim) continuam como baratas tontas. Pode um país em crise ser comandado por profissionais assim?

M. Mendes de Brito voni.brito@gmail.com

Bertioga

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IGNORANTES

O Brasil realmente não retorna ao crescimento econômico, pois, senadores do PT, como Delcídeo Amaral, Lindenberg Farias e José Guimarães, não têm noção do que é perda do selo de bom pagador. Eles são ignorantes neste e em outros assuntos. Menosprezam a legitimidade da agência, como o 13-171, que se orgulhava em 2008 pela certificação e agora diz “que não vale nada”, quem não vale nada é elle, um dos maiores mentirosos do mundo.

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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FALASTRÃO

Para analfabeto e falastrão, o rebaixamento do Brasil  não significa nada , pois assisti na rede televisiva a Sr. Dima presidenta dizer que a riqueza de um país não se mede pelo PIB. Acredito que ela quis dizer que se mede a riqueza de um país pela corrupção, mentiras, desorganisação, incompetência, pedaladas etc.

Urias Borrasca urias@mercosulrefratarios.com.br

Sertãozinho

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LEVIANO

Lula, ao se pronunciar em Buenos Aires que o rebaixamento do grau de investimento do Brasil pela agência Standard & Poor’s, "não quer dizer nada" e "não significa nada", mostra-se no mínimo leviano. 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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FORA DA REALIDADE

Duas opiniões reveladas ontem demonstraram claramente a total desconexão do governo com a realidade e com o povo brasileiro. A de Levy, que disse que o "povo não se incomodaria em pagar mais impostos", e a de Lula, que disse que o rebaixamento do Brasil "não afeta nada". Por favor, sumam da vida pública brasileira!

Mario Issa drmarioissa@yahoo.com.br

São Paulo

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O PODER DE DILMA

A presidente Dilma Rousseff pode voltar a ser considerada uma das mulheres mais poderosas do mundo. Conseguiu destruir um país do tamanho do Brasil.

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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FAZENDO O BEM

Em sua crônica de sexta-feira (11/9) Eliane Cantanhêde disse que” Dilma faz o mal a conta gotas e o país continua aguardando para saber qual é o bem que ela é capaz de fazer.  Atrevo-me a concluir que o bem maior seria ela deixar de livre e espontânea vontade a Presidência da República, como aliás é o desejo da maioria dos brasileiros. 

Eduardo Augusto Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

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LULA NA ARGENTINA

Ao ler a notícia de Lula na Argentina, deveria ter tomado aquele famoso remédio  contra enjôo, um antes e um depois! 

Waldemar Kogos waldemarkogos@me.com

São Paulo 

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BOM LUGAR

 

Realmente é uma pena, Lula, uma pena de prisão!

  

Alessandro Lucchesi timtim.lucchesi@hotmail.com

Casa Branca

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E AGORA?

Polícia Federal (PF) pede que Lula fale à Lava Jato. E agora, Janot? Vai encarar?

Marly N Peres marly.lexis@gmail.com

São Paulo 

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SHOWMAN DO PT

 

Antes,  Lula aparecia na TV e até comovia os mais humildes. Hoje, não passa de chacota, quando diz que vai tirar o Brasil dessa crise. Mas, como, se foi a Dilma e ele quem a criou? Com gastos descomunais e, que agora, vem sendo reprovado em agências como a Standard & Poor’s dentre outras. Só vemos, cada vez mais, os investimentos se distanciando, enquanto os investidores estão fugindo do nosso país. Como podemos acreditar em mais mentiras, sendo que a saúde, a educação, os empregos estão desaparecendo e o povo brasileiro está desesperado com toda essa instabilidade? Só mesmo indo às ruas, para exigir dias melhores. E que o Congresso tome posição, do lado do povo, pois assim não pode mais ficar. Devemos lutar pela independência deste atraso!

Nelson Scatena nelson.scatena@hotmail.com

São José dos Campos

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ISONOMIA

“A PF "pede" que Lula fale à Lava Jato”. Apenas curiosidade, por que os outros foram convocados, tiveram sigilo quebrado, foram   indiciados, presos etc. e a Lula foi “solicitado”? O tratamento deve ser equânime, ele merece essa consideração!

J.Perin Garcia  jperin@uol.com.br

São Paulo

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DOMÍNIO DO FATO

Com esse pedido da PF ao Supremo Tribunal Federal, o cidadão Luiz Inácio Lula da Silva terá de se explicar nas investigações do petrolão. Para um cidadão brasileiro medianamente informado, contra ou a favor a esse senhor a ser argüido, haverá de concordar que serão necessárias tais explicações suas para que se exima de falsas acusações. Por fim, caberá ao Dr. Janot, leia se Procuradoria-Geral da República (PGR), encaminhar ou não tal oitiva, já há muito esperada por grande parte da sociedade brasileira?

José Piacsek Neto

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava 

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PALESTRA OU PROPINA?

Após ler o editorial A imagem do Judiciário e estando acompanhando a Operação Lava Jato fiquei em dúvida: será que palestra virou sinônimo de propina?

Maria Carmen Del Bel Tunes Goulart carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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TÉDIO

 

“Nunca tive tanto dinheiro para ter tédio à vontade...” (F. Pessoa). Os envolvidos no mensalão, na Lava Jato e em outras investigações, incluindo os políticos que aguardam o STF, à espera do futuro, convertem em realidade o sonho do poeta.   

Amadeu R. Garrido de Paula  

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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DILMA EMBALA MERCADANTE

Ministro Edinho garante que Dilma confia em Mercadante.  Paciência. Azar o dela.  Com amigo como Mercadante, Dilma e o governo não precisam de inimigos. 

Vicente Limongi Netto

limonginetto@hotmail.com

Brasília

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‘UMA FÁBULA DE IMPRODUTIVIDADE’

O artigo de Marcos Mendes Uma fábula de improdutividade (10/9, A2) faz alusão à estranha e injusta disposição de algumas sociedades em achar normal que um “empreendedor” fature bilhões, enquanto um trabalhador necessariamente precise ficar à margem do consumo, amargando uma compensação indigna para o seu esforço. Nessa lógica, está formulada a crítica aos empregos públicos, mitificados como mais bem remunerados. No entanto, tais empregos estão ao alcance de qualquer cidadão que se submete às regras dos concursos públicos, enquanto  o empreendedorismo, como já se viu, tem uma relação promíscua com a sonegação e as máfias, entre outros crimes e contravenções, em vez s de oferecer à sociedade a produtividade que seria o seu papel primordial. O emprego público, depois de atrair, como mostra o próprio artigo, pessoas mais bem qualificadas, geralmente oriundas dos cursos mais concorridos das universidades públicas, está se tornando o novo bastião da classe média brasileira e isso só pode ser positivo e inspirador para que outros ramos da economia deixem de praticar a exploração de sempre contra os trabalhadores e passem a construir uma profícua relação de parceria em benefício da produtividade e do crescimento econômico e social.

Airton Reis Júnior areisjr@uol.com.br

São Paulo

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 NÃO EXISTE ALMOÇO GRÁTIS

O artigo de Marcos Mendes, com fina ironia e extrema lucidez, mostra de forma definitiva porque o Brasil não consegue nunca desfrutar de suas enormes potencialidades. O outro lado dessa moeda descrita por Marcos Mendes sai dos laboratórios e centros de pesquisa sobre como atrapalhar e destruir os empreendedores do País. Em resumo, enquanto o Brasil não aprender que não existe almoço grátis, a fábula da improdutividade vai fincando raízes profundas na nossa pátria amada!

Carlos Barros de Moura

carlos@barrosdemoura.com.br

São Paulo

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(IN)PRODUTIVIDADE

É absolutamente genial o artigo “Uma fábula de improdutividade” , de autoria de Marcos Mendes (10/9; A2). É o roteiro perfeito das mazelas brasileiras básicas que precisam ser corrigidas com urgência, para que o País possa, no futuro, ter seus dados comparados àqueles da OCDE. Pode servir de guia para o ministro Levy começar a mexer em coisas que realmente importam e que minam qualquer esforço de melhoria de nossa pobre condição econômico-social. Parafraseando alguém, pode-se dizer  “É a produtividade, seu tolo”!

Nelson Penteado de Castro

pentecas@uol.com.br

São Paulo 

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A FÁBULA BRASILEIRA

O artigo de Marcos Mendes é de uma criatividade e sensatez invejáveis. O texto vai além de colocar o dedo na ferida por permitir reflexões sobre a validade do nosso sistema previdenciário, produtivo e trabalhista. Mendes ilustra com uma clareza esopiana a maneira como crenças em um estatismo ilimitado se convertem em vícios institucionais e em atrasos de crescimento e desenvolvimento nacional, com o imediato resultado de cerceamento das oportunidades de vida dos brasileiros. A moral da fábula brasileira talvez esteja no fato de constatarmos que há poucas possibilidades promissoras para um país onde todos querem ser cigarras, enquanto as circunstâncias exigem que trabalhem como formigas. 

Túlio Augustus Silva e Souza tass_go@hotmail.com

Goiânia

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VOTO GARANTIDO

Gostaria de registrar meus parabéns ao senhor Marcos Mendes pelo texto Fábula da improdutividade. Muito didático. Gostaria de registrar meu apoio ao colega a qualquer cargo no Legislativo. Voto tranquilamente neste senhor para deputado ou senador.

Renato Scarsi Testa rstesta@terra.com.br

São Paulo

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TEXTO DE SERRA

Vai passar, que bom! Mas tem prazo fixo, nem antes nem depois, somente em 2018, pois antes é golpe! Serra esquece de mencionar a política de terra arrasada que foi o governo do seu PSDB, com FHC, quando foi ministro e depois candidato. Época que a dívida pública subiu dez vezes, a Taxa Selic foi à incríveis 49,75%. O desemprego e a divida externa explodiram e a inflação chegou aos dois dígitos. Viveram usando a muleta do FMI e os escândalos somados os prejuízos e atualizados passam de 200 bilhões de reais. Erros estes que os tucanos ainda não reconheceram. Este governo atual tem se esforçado em fazer medidas anticíclicas para minorar a crise em alguns casos obteve êxito em outros não, mas antes tarde do que nunca tem reconhecido os erros. Basta a oposição descer do palanque e focar 2018, ser coerente e não votar contra o que criou (Fator previdenciário, CPMF e Reeleição). Reduzir um ponto da Selic já provocaria uma economia de 30 bilhões. Hoje uma CPMF de 0,38%,  teria baixo impacto inflacionário e resolveria o problema do atual governo e dos futuros, a perda do grau de investimento é ruim para todos. Mas a miopia da oposição não lhes permite prever o futuro e o futuro está logo ali em 2018, se souberem esperar! A falta de liderança da presidenta é uma característica não é um defeito. A pecha da corrupção nunca lhe caberá. A forma pacífica de resolver a crise é os verdadeiros líderes deste país proporem soluções adequadas para a crise, que não é só do atual governo, agora ela prejudica todo o povo brasileiro.

Wilson Ronaldo de Oliveira wilsoncidadaocuritibano@gmail.com

Curitiba (PR)  

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POBRE, LEOPOLDO!

Leopoldo, líder da oposição venezuelana, preso há mais de um ano, finalmente foi julgado. Como a corte é companheira, chavista e madura, deu-lhe uma cana de 13 anos e mais alguma coisa. Só porque pretendeu fazer uma oposiçãozinha ao governo "democrata demais" daquele país. Várias vozes do mundo inteiro se manifestaram pelo absurdo perpetrado, menos do governo brasileiro, “cumpanhero por supuesto”. Que vergonha!

Marco Antonio Esteves Balbi

mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

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REFUGIADOS NA HUNGRIA

São bastante chocantes as imagens de uma jornalista húngara agredindo covardemente refugiados das guerras e massacres na Síria, Oriente Médio e África.   Essa moça, provavelmente, não era nascida em 1956, quando a antiga União Soviética invadiu a Hungria e as tropas invasoras prenderam cerca de 20 mil pessoas e executaram 2 mil húngaros que lutavam pela liberdade.   Essa invasão obrigou a cerca de 200 mil húngaros a fugir de sua terra natal e se refugiar em vários países da Europa e América. Entretanto, parece que 50 anos bastaram para os húngaros esquecerem suas agruras de um passado recente e adotarem uma xenofobia inexplicável e deplorável.  

Luiz Antônio Alves de Souza zam@uol.com.br

São Paulo

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