Fórum dos leitores

LULOPETISMO EM PÂNICO

O Estado de S. Paulo

20 Setembro 2015 | 03h00

Repeteco

Desta vez não dá! Lula foi a Eduardo Cunha para mais uma vez impedir um merecido impeachment, pela ameaça de comoção popular. O anterior foi o dele mesmo, na revelação do mensalão, em 2005. Naquela ocasião FHC amarelou. Se Cunha agora também amarelar, é melhor tirar o verde louro da Bandeira Nacional e deixar só o amarelo.

GILBERTO DIB

gilberto@dib.com.br

São Paulo

Para Lula entender

Quando o Timão, nas mãos de um técnico incompetente, despenca para o fim da tabela, ameaçado de rebaixamento, troca-se o técnico ou lhe dão um novo crédito de confiança para que tente recuperar o time?

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

Na corda bamba

Contando o PSDB já com maioria no Tribunal Superior Eleitoral e estando o Tribunal de Contas da União, como sinalizado, contrário às pedaladas de dona Dilma, além de outros fatos delituais consubstanciados no petrolão e apurados na Lava Jato, o impeachment da presidente caminhará com tranquilidade no âmbito do Poder Legislativo. Espera-se que o arrazoado legal escolhido seja o de autoria de Hélio Bicudo, um dos fundadores do PT, já protocolado na Câmara dos Deputados. Na verdade, os dois fundamentos para o impeachment da presidente já existem: material jurídico pertinente e adequado e clamor popular insistente e constante.

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

Presidente de mentirinha

O maior culpado pelos desmandos que ocorreram no País e nos levaram à rua da amargura estaciona o seu jatinho particular em Brasília e mostra quem na verdade está no comando. Lula quer dar as cartas até na nova reforma administrativa, de fato nunca saiu do comando do Planalto. Mostra que Dilma só é presidente no papel e ocupa o cargo simbolicamente. Em suas falas e nas suas atitudes ela continua mais perdida do que nunca. Para o bem do Brasil, deveria pegar sua bicicleta e ir pedalar bem distante, em outros pagos.

LEILA E. LEITÃO

São Paulo

Decadência

Agora um fantasma decadente sugere à inepta presidente que privilegie aliados na reforma. Jamais passaria pelas cabeças perturbadas dessa dupla, a luminosa ideia de privilegiar os mais capazes. Insistem ambos na mesma fórmula que nos arrastou para o buraco. Até quando teremos de ouvir as sandices do criador e as falas desconexas da criatura?

NELSON PENTEADO DE CASTRO

pentecas@uol.com.br

São Paulo

Pijama

Não foi Lulla que mandou FHC vestir o pijama? Cadê o pijama delle, de preferência de força?

MILTON BULACH

mbulach@gmail.com

Campinas

Andanças caríssimas

Nessa barafunda toda em que estão metidos os políticos atualmente, Lulla tem estado agitado – conspira hoje aqui, amanhã já está “aconselhando” em Brasília, e assim por diante. Pergunto: quem está pagando as despesas de todos esses deslocamentos? Considerando os gostos finos adquiridos pela figura no que tange a comida, vinhos, destilados, hospedagem, etc., a brincadeira deve estar saindo cara. Embora abastado, não creio que elle esteja botando a mão no próprio bolso. Será que as contas são pagas pelo seu “instituto” ou pelo PT? Ou, pior, pelo Planalto?

NESTOR R. PEREIRA FILHO

rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

Perversidade

Lula e Dilma sempre se esmeraram em manter um discurso perverso e nada mais revelador do que acusar a oposição de trabalhar no “quanto pior, melhor”. Hoje, quando é mais provável que Dilma não termine seu mandato e Lula passe para a oposição, nada melhor do que deixar a maior herança maldita possível para o sucessor e assim facilitar o seu discurso de contestação. Então, muito do que agora se atribui à gestão desastrada de Dilma pode ser simplesmente a destruição da economia para não deixar nada para o próximo presidente da República. Afinal, se Dilma vai perder o cargo, Maquiavel recomendaria deixar somente dívidas e grandes problemas em aberto.

CARLOS DE OLIVEIRA AVILA

gardjota@gmail.com

São Paulo

Rebaixado

Estou com a forte impressão de que, quando Joaquim Levy deixar o ministério, sairá menor do que quando entrou. Uma pena!

EUNICE MARINO

eunicemarino@oi.com.br

Guaxupé (MG)

A hora e a vez do PMDB

Nesse vaivém da valsa, sai Dilma, não sai, vejo dia a dia o movimento pendular do dr. Michel Temer, vice-presidente da República e presidente do PMDB, ora fortalecendo a saída (necessária, indispensável) da PresidenTa Dilma, ora apoiando sua permanência no cargo. Como sucessor constitucional dela, até que se entende. Mas devemos cobrar dele, de seu partido e dos deputados, governadores e senadores do PMDB a responsabilidade também pelo descalabro, pelo caos das finanças e falência administrativa de dona Dilma e do PT liderado por Lula da Silva, pelo simples e notório apoio permanente ao governo petista, com todos os seus erros e sua desastrosa administração. Agora ficam o dr. Temer, o PMDB e seus políticos numa encurralada: defender ou condenar sua sustentada PresidenTa pelos atos irresponsáveis praticados contra os interesses do povo brasileiro.

UBIRATAN DE OLIVEIRA

uboss20@yahoo.com.br

São Paulo

Cleptocracia

Parabéns ao ministro Gilmar Mendes, que expressou o pensamento de 93% dos brasileiros.

PAULO DE TARSO ABRÃO

ptabrao@uol.com.br

São Paulo

Aleluia! Finalmente encontramos um homem com H maiúsculo, ínclito, corajoso, sem medo de dizer o que todos os brasileiros sabemos, mas não podemos falar. Nosso ministro (do STF) Gilmar Mendes, esse, sim, digno de estar no lugar onde outros ministros da sua idoneidade deveriam estar, afirmou que o PT e seus integrantes se apoderaram da Petrobrás e continuam a dilapidá-la. Parabéns ao nobre ministro, pena que os outros não tenham a sua competência.

ARTUR TOPGIAN

topgian.advogados@terra.com.br

São Paulo

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

SAMBA DE UMA NOTA SÓ

Em cada palanque de cada cidade interiorana, embalada por claques pré-pagas, a "rainha" Dilma Rousseff não muda o discurso, jamais. Bem que gostaria de ensaiar alguns acordes, promessas eleitoreiras e mentiras deslavadas, por exemplo. Não dá. O calo já se incrustou. Impossível removê-lo. Para enfado nosso, tal qual no "sambinha", ela volta sempre para a mesma nota: "golpe!". E só. 

Luís Lago lago.luis2010@gmail.com

São Paulo

NA CONSTITUIÇÃO

Ao contrário do que disse a presidente Dilma Rousseff sobre eventual "golpe" antidemocrático, na semana que passou, o remédio que a democracia oferece aos eleitores que se sentiram enganados com as promessas de campanha de outubro de 2014 e que após poucos meses se revelaram uma farsa - própria de quem evocou "o diabo" e o "vale tudo" - está na Constituição da República Federativa do Brasil, no artigo 85, inciso V (improbidade administrativa), e inciso VI (desrespeito à  lei orçamentária), ambos caracterizados como crime de responsabilidade. Tudo na lei, dona Dilma. Sugestão: torne as coisas mais fáceis e renuncie logo.

Paul Forest paulforest@uol.com.br

São Paulo

IMPEACHMENT

A queda de braço entre Dilma Rousseff e as forças políticas não lhe é favorável. Decidindo aumento de impostos na calada da noite, não conseguirá seu intento. Assim, sugiro a Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, dar sequência aos pedidos de impeachment deste protótipo de ditadora. Nem o Brasil nem os brasileiros suportam mais 3,5 anos de desmandos. Impeachment já.

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com 

Rio de Janeiro

MANDATO LEGÍTIMO

A verdade é que não há base jurídica nem política para o impeachment de Dilma Rousseff. Ela fez um péssimo governo no primeiro mandato, mas foi aprovada por 54 milhões de eleitores e voltou para um segundo. O que fazer? Reclamar de que, com truculência e mentiras descaradas, enganou a todos? Então os enganados são ingênuos, pois quem tinha algum discernimento votou contra ela (não necessariamente no fraco oponente). Não só porque o mandato dela é legítimo diante das regras estabelecidas, mas também por falta de melhores alternativas, Dilma deve terminar o atual mandato, aliás, pagando pelos erros crassos cometidos sob o beneplácito dos eleitores.

Ademir Valezi adevale@gmail.com

São Paulo

EXPLICAÇÕES

Um grupo de parlamentares insiste de forma oportunista em propor a discussão no Congresso de pedido de impeachment da presidente Dilma. O caso exige deles algumas explicações. A primeira, por certo, qual o critério a ser adotado em relação aos parlamentares também acusados de corrupção? Começando pelos presidentes da Câmara e do Senado. Não seria mais lógico que os parlamentares de ambas as Casas usassem a força para fiscalizar os atos dos governos? E qual o conceito deles em relação à democracia expressada no voto? Ou eles preferem o sistema ditatorial?

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 

Santos

AGONIA PROLONGADA

Dilma Rousseff deve ter em mente que se complica para falar e demora muito para entender. Mas acho que já deu para perceber que seu governo colocou o País num buraco e não sabe, nem tem competência ou apoio das bases para recuperá-lo. Então para que manter essa agonia prolongada? Ela deve cair fora, como faz um técnico de futebol quando o time vai mal. Será melhor que o impeachment. Eu sei que aí a podridão vai aparecer de vez, tem muita coisa abafada. Mas fazer o quê? O PT também acabou e Lula, com o dinheiro que ganhou nessa, pode muito bem fugir primeiro para Cuba, por exemplo. Então a presidente que acabe com o seu e o nosso sofrimento e poupe-se de ficar órfã de Joaquim Levy, que também já não a aguenta mais. 

Miguel Pellicciari mptengci@uol.com.br

Jundiaí

APELO À PRESIDENTE

Competência política e administrativa não se compram em farmácia. Também não se adquirem na gestão de lojinha de R$ 1,99. Por favor, renuncie!

Arnaldo Ravacci arnaldoravacci05@gmail.com 

Sorocaba

IMPEACHMENT É POUCO

Dilma e os luminares do PT não se cansam de tentar emplacar a mentira de que este pavoroso desajuste fiscal é consequência de uma suposta "crise internacional" que ninguém sabe exatamente qual é, onde ocorre - já que não é da Grécia que eles estão falando, que por sinal cresceu este ano mais do que o Brasil. Além disso, os países desenvolvidos vão muito bem, obrigado. Mas está no DNA do PT mentir, corromper, caluniar, dividir para governar, atribuir aos outros a culpa pelos seus erros usando todos os expedientes que caracterizam esta mentalidade que desconhece a ética e a moral e o significado do patriotismo. O que vale para eles é o poder e nada mais. Uma parcela grande da população é bombardeada diuturna e "noturnamente" - parafraseando a presidente com seu proverbial conhecimento do nosso idioma - por mentiras e distorções. Outra parcela, a que não tem acesso a informação, condenada há séculos à ignorância que o PT só fez piorar intencionalmente para melhor dominá-la, acabará crendo que existe mesmo uma fantasmagórica "crise internacional" sem poder ter consciência de que seu sofrimento é fruto do roubo do dinheiro público praticado ao longo desses anos todos de lulopetismo, da incompetência, da irresponsabilidade e de uma ideologia atrasada, tudo isso junto e misturado. Impeachment é pouco para dar conta do estrago que foi feito, mas, se acontecer, com certeza será comemorado pelo alívio daqueles milhões de "coxinhas" e "reaças" que se exasperam ao assistir ao nosso país sendo tragado por um buraco negro que não se sabe onde vai dar. Oxalá chegue logo este dia em que poderemos sentir finalmente nosso país de volta, bem como a esperança de dias melhores.

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

VIVA DILMA!

"Quebrei o Brasil, mas fui reeleita", deve ter dito Dilma Rousseff. Dilma quer que o povo pague a conta da sua reeleição.

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com 

Campinas

PEDRA NO SAPATO

Quando você tem um ferimento na sola do pé provocado por uma pedra no calçado, não adianta passar pomadas milagrosas nem tomar antibióticos de última geração. A pedra brasileira se chama Dilma Rousseff. Pelas mentiras, a arrogância e a falsidade cometidas no seu estelionato eleitoral, está sendo o entrave na aprovação urgentíssima das medidas de que o Brasil precisa para sair da UTI. Presidente, colabore com o País e renuncie já. O povo brasileiro agradece.

Roberto Hungria cardosohungria@gmail.com 

Itapetininga

OSSO QUEBRADO

O PT não vai sair do poder e, se sair, quem entrar não vai governar, seja pela rudeza receptiva ou pelo boicote que os infiltrados produzirão contra a nova administração, seja no Executivo ou no Legislativo. O novo governo que se instalar só conseguirá governar se executar uma dispensa em massa, e quem sairá passivamente se o julgamento é de um golpe de Estado para destituí-los? O País se tornará ingovernável daqui para a frente, a tão propalada e anunciada separação de classes que o lulopetismo pregou finalmente se realizou, só que não na classe operária e burguesa, do "nóis contra eles", como desejava Lula, mas na classe política, em que as criaturas se voltaram contra o criador. Não tem saída, não tem remédio. Como um osso quebrado, somente o tempo se incumbirá dessa reconstrução. Até lá, quem viver - e sobreviver - verá.

Manoel Braga manoelbraga@mecpar.com 

Matão

DILMA E O 'GOLPE'

Golpe foi o que Dilma Rousseff aplicou no povo brasileiro, desde janeiro de 2010 e, especificamente, entre julho e setembro de 2014. Mentir é ruptura de qualquer democracia. Que saia do trono e seja mais humilde, porque respeito pelo povo já sabemos que ela não tem. 

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br 

São Paulo

BRAVATA

Parabéns, Dilma Rousseff, pela bravata sofista de golpe. Continua fazendo "o diabo". A presidente sabe que é porque criou a crise que a querem fora. Mas segundo as regras institucionais, que ela não respeita. Caso isso aconteça, será uma redenção, o início da reinstalação de ordem.

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

GOVERNO DILMA

A cada dia que passa este governo mais me faz lembrar dois ditos que meu falecido pai costumava dizer: 1) "quem não tem competência não se estabelece"; e 2) "este já morreu, só não recebeu a notificação, ainda".

Carlos Alberto Roxo roxo_7@terra.com.br 

São Paulo

BRASIL DESGOVERNADO

Quem será o último que vai apagar a luz (do poste)? Sugiro que seja "elle".

Sinclair Rocha sinclairmalu@uol.com.br

São Paulo

FALTA DE LEGITIMIDADE

Para sair do buraco em que o PT enfiou o País, infelizmente parece que não teremos saída a não ser cortar profundamente os gastos do governo e aceitar aumento de impostos. Mas este é o menor problema. Nossa maior dificuldade é fazer essas reformas pelas mãos de quem vem mentindo ao povo e roubando o País há muitos anos. A única saída real é substituir o atual governo por outro com um mínimo de credibilidade. Resistir ao afastamento não é patriótico. 

Amando Francisco Varella Filho amando.varella@uol.com.br 

São Paulo

O DIA D

O dia D de Dilma Rousseff não será de desgoverno, ou de desemprego, de deficiência, de descompostura, de descalabro, de dissimulação, de deboche, de destruição, de declínio, de defecção, de demagogia, de debilidade, de degeneração, de degringolada, e por aí afora. O dia D de Dilma Rousseff será de despedida (e, se Deus quiser, depressinha, depressinha).

Luís Lago lago.luis2010@gmail.com 

São Paulo

PARA SAIR DA CRISE

Quem não é muito cru em política está cansado de saber que a superação da portentosa crise em que nos meteram só começará para valer no dia em que o PT for apeado do poder. A saída de dona Dilma, por renúncia ou impedimento, seria, assim, um enorme serviço prestado à Nação. Que Deus a ilumine e a leve a abandonar o cargo.

Euclides Rossignoli euros@ig.com.br 

Avaré

O PONTO DE PARTIDA

Para que os sinos voltem a soar no Brasil, a saída de Dilma é condição "sine qua non".

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

AJUSTE FISCAL

A única alternativa para o Brasil, e não tem outra, é a saída imediata da presidente Dilma. Com essa providência, o PT sai junto. Entrando a oposição, todos os apadrinhados com cargos pelo PT deverão ser demitidos, começando, assim, a desmoronar o aparelhamento do Estado feito pelo lulopetismo nos últimos 12 anos. Daí é só administrar o País de forma responsável, cortando mais gastos, que a economia feita pode ser de imediato de mais de bilhões de reais. Simples assim.

Basilio José Bernal bernal@roloflex.com.br

São Paulo

ACORDO

É fácil de resolver esta questão: o Congresso aprova as medidas anunciadas pelo governo, de ajuste fiscal, em troca de sua imediata renúncia.

Valdir Sayeg valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

VERGONHA NA CARA

Se esta suposta presidente tem vergonha na cara, deve renunciar imediatamente, pois nada fez de bom até agora.

Agostinho Locci legustan@gmail.com 

São Paulo

GOVERNOS DO PT

No culto lulopetista, os celebrantes beberam o vinho, comeram o pão e roubaram as doações. De joelhos, acreditando em milagres e esperando o salvador em 2018, aos fiéis caberá o pagamento do dízimo...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

MAIS IMPOSTOS NÃO

O Brasil é o segundo país do mundo que mais cobra impostos do consumidor e é o quinto na cobrança de impostos das empresas. Há dias a equipe econômica do desgoverno Dilma Rousseff (PT) disse que vai aumentar alguns impostos e recriar a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), e para tal é necessário aprovação do Congresso Nacional, onde estão os "representantes" do povo, e, como de costume, envolve muitos intere$$e$. Esta nação, desde a época de colônia e da manipulada independência, vem sobrevivendo com as doenças ou enfermidades do poder, em que a imensa maioria dos eleitos facilmente é contaminada. Atualmente, trabalhamos 151 dias do ano para pagar impostos, porém o Brasil é o pior país do planeta no retorno dos impostos pagos: a educação, a saúde, a segurança, a infraestrutura, etc. refletem a dura realidade. Reflexão: baseado na história da "cultura" da política nacional, eu não vislumbro possíveis mudanças! 

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

DÉFICIT BRASILEIRO

No final do mês de agosto de 2015, a equipe econômica divulgou a proposta de Orçamento da União de 2016 com a previsão de déficit primário de R$ 30,5 bilhões, o equivalente a 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Ademais, alegaram Joaquim Levy e Nelson Barbosa que tinham a intenção de antecipadamente revelar a verdade objetivando obter a almejada confiança há tempos esvaída. Entretanto, no ato, o Brasil percebeu tratar-se de novo jogo de cena, mera "mise en scène". Ato contínuo, o Brasil perdeu o grau de investimento na classificação de crédito da Standard and Poor's, um selo de bom pagador. O senhor Luiz Inácio "deu de ombros" e afirmou que a classificação era de menor importância, desnudando mais uma vez incontrolável desfaçatez. Nestes dias, tentam desesperadamente reduzir as despesas, entretanto, mantendo a mesma soberba incontrolável e a renitente incompetência que já passou a ser a marca registrada do PT e dos seus companheiros, que equivocadamente acham que todos os demais são acéfalos, desprovidos da mínima capacidade de raciocínio e que devem pagar pelos reiterados erros que tinham como objetivo a perpetuação no poder. Por outro lado, na contramão da referida e inegável incompetência, foi divulgada notícia de que, neste ano, a Alemanha acolherá 800 mil imigrantes e investirá 6 bilhões de euros para administrar o fluxo de pessoas. Pasmem! 6 milhões de euros! Equivalentes a R$ 26.640.000.000,00, ou seja, quase 90% do déficit causado e noticiado pelo PT. Se o governo brasileiro é pródigo, devemos interditá-lo, agindo rápido e legitimamente, extirpando estes incompetentes, dissimulados e pretensiosos da administração da coisa pública, sob pena de passarmos a miseráveis pedintes, disputando com os sírios os euros alemães. O povo brasileiro exige ética e competência.

Carlos Adolfo Bellio do Amaral Schmidt caschmidt@terra.com.br

São Paulo

A PARTE DO GOVERNO

O povo já está fazendo a sua parte para a recuperação da economia do Brasil, pagando muito imposto. O governo deve fazer a sua parte, com a implantação do Plano de Proteção ao Emprego (PPE), nas esferas federal, estadual e municipal. A economia gerada por este plano deveria ser aplicada exclusivamente em saúde, segurança e educação. Em vez de distribuir benesses às indústrias automotivas, por exemplo, deveriam: 1) ser extintos os impostos (PIS, Cofins, IPI e ICMS) que variam de  33,81% a 38,7% sobre os veículos nacionais; 2) facilitar o financiamento de veículos, com taxas baixas; 3) ficariam apenas o DPVAT e o IPVA.  Assim os funcionários das montadoras teriam o seu emprego de volta. Quanto às inaugurações de obras (Minha Casa, Minha Vida, pontes, viadutos, fábricas, polos petroquímicos, etc.) pelo presidente, o vice, os ministros e os governadores, deveriam ser feitas por meio de teleconferência. Assim se economizaria na deslocação de pessoas para outras cidades ou países. Uma comitiva presidencial - presidente, ministros, assessores, segurança, transporte, etc. - deve custar muito caro ao erário. Só com esse gasto, quantos hospitais poderiam ser beneficiados? Muito mais pode ser feito para levantar este país.

José Tochiaki Tanisho jttanisho@yahoo.com.br

São José dos Campos

DESCULPA ESFARRAPADA

O anúncio do plano governamental para aplacar a imensa crise em que fomos empurrados por um governo populista e irresponsável nada mais é que uma mera desculpa para aumentar ainda mais a carga tributária dos brasileiros. Os pequenos "cortes" nada mais são que uma pequena cortina de fumaça para esconder a falta de coragem e a vontade para realmente haver um corte de gastos eficiente. Não houve nenhuma medida estruturante nem mesmo uma proposta séria para cortar os imensos gastos que não podemos mais aguentar. Continuamos do mesmo jeito, sem nada de concreto para almejarmos de esperança. Desde o fim do ano passado todos já sabiam que não se poderia continuar sem cortar e modificar completamente todo o modo de governar. Nada fizeram e, num fim de semana, assustados com a perda do grau de investimento, correram e fizeram este vergonhoso programa. Mais uma vez, fica claro que não há como manter estas pessoas no comando do País. Chega!

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

NÃO RESOLVEM

Nenhuma das medidas anunciadas, nem o conjunto delas, resolvem o problema brasileiro. O buraco é muito profundo. Solução somente no médio prazo, a partir da saída de Dilma.

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo

PARA GANHAR TEMPO

O governo quer ganhar tempo e também jogar para cima do Poder Legislativo a responsabilidade de aprovar o impopular pacote econômico. Aumentar os impostos e penalizar o contribuinte brasileiro parece ser a única alternativa que a equipe econômica de Dilma conhece. Olhar para dentro de casa e cortar as despesas dos 39 ministérios e dos milhões de funcionários públicos não é uma hipótese viável para este incompetente governo petista. A brincadeira do dia 31 de agosto nos custou um rebaixamento pela Standard & Poor's. A palhaçada apresentada no dia 14 de setembro poderá nos custar o rebaixamento em outras duas agências de risco, pois o plano apresentado não será aprovado pelo Congresso. 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br 

Belo Horizonte

ACORDO

Venho, aqui, apresentar uma sugestão para tentar resolver a caótica situação econômica em que se encontra o País. É uma hipótese que, acredito, seria aprovada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e pelo senador Tasso Jereissati, já que ambos se manifestaram discretamente sobre algo parecido. É simplesmente o seguinte: todos os partidos da oposição, liderados pelo PSDB e, se possível, com a concordância do PMDB, proporiam um pacto de união de forças junto à presidente Dilma, formando uma espécie de coligação em prol da solução dos graves problemas econômicos do País. A presidente continuaria no cargo até o fim do mandato, mas quem governaria seria a tal coligação, que por sua vez convocaria os mais competentes economistas do Brasil para orientarem as diretrizes a seguir e providências a tomar. É evidente que isso só seria viável com o apoio do Congresso, sendo este, então, o grande desafio a ser resolvido. Será preciso batalhar e exercer pressão. Mas, afinal, muitos irão perguntar: o que os partidos da oposição vão ganhar com tal colaboração com Dilma e o governo? É simples: o compromisso solene do PT de não apresentar candidato na próxima eleição para presidente da República e também que Lula igualmente não seja candidato ao mesmo cargo, nem pelo PT ou por qualquer outro partido. Assim, tanto Lula como o presidente do PT teriam de assinar tal documento.

Eduardo Mendes Huet Bacellar ed.bacellar@hotmail.com 

Birigui

CPMF, O PIOR DOS CAMINHOS

Dilma Rousseff não quer entender, infelizmente, que a sociedade brasileira não tem mais renda, já que foi corroída nestes últimos anos pela inflação de quase 10% ao ano. E que tampouco o povo quer ouvir que terá de pagar mais impostos para cobrir rombos do governo. Porém o Planalto, mandando às favas essa triste realidade, quer ressuscitar este cumulativo e inflacionário imposto da CPMF, para arrecadar já em 2016 R$ 32 bilhões. Ora, no lugar de buscar um superávit primário em 2016 de 0,7% do PIB, e isso à custa de surrupiar o bolso do contribuinte com a CPMF, não seria melhor para o País se o governo, dos R$ 64,9 bilhões que a equipe econômica anunciou que pretende arrecadar entre mais impostos e cortes de despesas, ficar sem os R$ 32 bilhões da CPMF e zerar o déficit fiscal de R$ 30,5 bilhões em 2016? Já seria um tremendo avanço para as contas públicas sair de um déficit provável de 0,6% do PIB em 2015 para zero no próximo ano. E, certamente, teria apoio do mercado se a equipe econômica assumisse essa postura mais sensata e menos nociva para a nossa economia hoje em frangalhos. O governo, porém, poderia obter um superávit primário em 2016 buscando alternativas, como a de exigir que o BNDES pague parte do que deve ao Tesouro vendendo sua carteira de créditos e também ativos de participação nas empresas de posse da BNDESPar, de 1,5% do PIB, como sugeriu na edição de 13/9 do "Estadão" o economista Bráulio Borges, da LCA. E por que não também vender parte das nossas reservas cambiais, de US$ 380 bilhões, como sugeriu no mesmo jornal o consultor Amir Khair? Isso não somente reduziria o tamanho da nossa preocupante dívida pública, como também alguns bilhões de reais como pagamento de juros. Ou seja, ao propor neste momento de conturbação política e econômica um imposto como a CPMF, Dilma Rousseff escolhe o pior dos caminhos! Ou dá um passo decisivo para a perda antecipada do seu mandato.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

APROFUNDEM O CORTE

Asseveram a maioria dos empresários, dos políticos e do povo que não há mais espaço para a criação de tributos, da mesma forma que a elevação dos já existentes tornará a nossa carga tributária insuportável (mais de 36% do PIB). Mas o Planalto insiste, fazendo ouvidos moucos para o povo brasileiro. Que cortem na carne mais profundamente.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 

Rio Claro

CAVANDO MAIS FUNDO

Momentos antes de enviar ao Congresso o Orçamento em déficit, o ministro Joaquim Levy (Fazenda) alertou Dilma dos efeitos danosos da medida, afirmou, ainda, que com cortes e elevação de tributos seria possível reverter a situação, alcançando um superávit mínimo para 2016. A presidente, como já é de costume, ignorou aquele que deveria orientar a política econômica do governo e condenou o País à perda do selo de bom pagador na avaliação da agência Standard & Poor's (S&P). Feito o estrago, eis que Dilma anuncia a volta da CPMF (com alíquota de 0,2% durante quatro anos) para cobrir o rombo previdenciário; o adiamento do reajuste do funcionalismo; cortes nas vitrines eleitorais do PT (Minha Casa, Minha Vida e PAC); além da elevação de impostos. A população já tem consciência de que foi a irresponsabilidade administrativa do lulopetismo que jogou o Brasil nesse buraco, para não citar a corrupção endêmica. Mesmo assim, a presidente continua cavando mais fundo. Que oposição, que nada! Dilma é quem viabilizará seu próprio impedimento pelo Congresso!

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com 

Nepomuceno (MG)

SEM CACHÊ

O ex-presidente Lula está indignado. Assim, sem mais nem menos, Josélio Souza, delegado da força-tarefa da Operação Lava Jato, não mede esforço para que o ex-presidente fale sobre "pixulecos" na Petrobrás. Lula tem lá suas razões. Seu cachê, habitualmente combinado, é de R$ 300 mil, e a Odebrecht e a Camargo Corrêa não regateiam, pagam, enquanto Josélio Souza, por vias indiretas, nada vai pagar.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br 

Vila Velha (ES)

O DRAMA DOS REFUGIADOS

A cena dramática de milhares de refugiados sírios exaustos e famintos na fronteira da Hungria, na semana que passou, fez-nos lembrar o drama vivido pelo povo judeu nos campos de concentração.

Yvette Kfouri Abrão m.abrao@terra.com.br

São Paulo

OS REFUGIADOS E A ALEMANHA DE MERKEL

A Alemanha, depois que abriu as suas fronteiras para o tsunami de fugitivos do Oriente Médio, propiciou à chanceler federal Angela Merkel vários títulos, inclusive a indicação para o Nobel da Paz. Acontece que, por pressão dos aliados, a "Madre Teresa da Europa" teve de retroceder, mandando restabelecer o controle de refugiados nas fronteiras. Merkel tomou essa brusca decisão diante do receio de que a Oktoberfest, que começou dia 19, fosse prejudicada pela massa de fugitivos. O sucesso da "Madre Teresa" foi superado pelo sucesso da cerveja alemã. Alguém com autoridade internacional tem de estancar essa invasão, que, pelo número de refugiados, não pode ser creditada somente à ação do Estado Islâmico. 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 

Vassouras (RJ)

VANTAGENS

Vantagens futuras em receber imigrantes (na Europa e em outros continentes): 1) nova mão de obra (já que a Europa está envelhecendo, se aposentando e sua população ativa se reduzindo); 2) desenvolvimento de novas culturas; 3) somatória maior de conhecimentos práticos e teóricos; 4) melhoria na qualidade de vida (ajudar o próximo é uma forma de se unir ao saudável); 5) idade média menor dos cidadãos (gerando fortalecimento ao capital intelectual e físico); 6) crescimento da arrecadação de impostos, poupanças e previdências sociais; 7) custo de mão de obra mais barata que a atual (elites intelectuais > trabalhadores braçais); 8) intercâmbio de novas formas de viver; 9) dinamização na vida cultural, artística, científica e tecnológica; 10) equacionamento dos níveis culturais entre os povos.

José Penteado Neto jsopnx@gmail.com

Araraquara

O BRASIL E OS REFUGIADOS

O Brasil com certeza poderia receber mais refugiados sírios e poderia fazer mais esforço nesse sentido. No caso, gente mais preparada e educada do que haitianos, por exemplo. Aliás, no caso do Haiti, o Brasil também poderia fazer maiores inserções econômicas naquele país. Uma ridícula tropa desaparelhada em nada contribui para aquele sofrido país. Agora, a chamada inteligência brasileira jamais cai na real no que concerne à extrema precariedade do Brasil em todos os níveis. Nós não fornecemos o mínimo para os brasileiros em termos de segurança, educação, saúde e infraestrutura, que são, aliás, de uma precariedade absurda. Os brasileiros ditos inteligentes relutam em enxergar o Brasil na sua essência. Os governos, no Brasil, são de uma incompetência ímpar! Falta tudo ao País! E falta, principalmente, vontade política de fazer.

Paulo Alves pauloroberto.s.alves@hotmail.com 

Rio de Janeiro

POLÍTICA INTERNACIONAL PARCIAL

Será que o assessor para política internacional da presidente Dilma Rousseff, Marco Aurélio Garcia, não tem nada a dizer sobre a situação e o tratamento recebido pelos refugiados sírios? Ah, se fossem os palestinos... ia sobrar para Israel.

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

EM BUSCA DA SOBREVIVÊNCIA

A situação do mundo atual é assustadora, quando assistimos a milhões de refugiados como manadas de gado sem rumo perdidas pelos campos da vida. Hoje, analisando a situação econômica do Brasil, percebemos que nós, brasileiros, também somos todos refugiados, que corremos em busca da sobrevivência, até porque a situação que nossos governantes nos impõem está fazendo com que sobreviver seja uma arte. Num país como o Brasil, com dimensões continentais, formado por terra fértil e água em abundância, vemos milhares de pessoas que sobrevivem abaixo da linha da pobreza.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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