Fórum dos leitores

PREVIDÊNCIA SOCIAL

O Estado de S. Paulo

26 Setembro 2015 | 03h00

Fim da greve do INSS

Após 78 dias, a greve dos servidores do INSS foi encerrada na maior parte do País. Segundo o sindicato da classe, 15 milhões de pessoas deixaram de ser atendidas. Greve é direito constitucional e não se discute. Mas onde está a segurança jurídica para os direitos da população, que paga uma enormidade de impostos (36% a 38% do PIB)? E o projeto de lei que regulamenta o direito de greve do servidor público, que está engavetado há mais de 24 anos no Senado? Greve remunerada nunca tem fim e essa conversa de compensar os dias parados após acordo com o governo é conversa pra boi dormir.

EDGARD GOBBI

edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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É bom fazer greve no serviço público: não se prestam os serviços ao contribuinte que paga os seus salários, não são descontados os dias parados e ainda por cima ganham reajuste superior à inflação. Esse é o governo que quer reduzir despesas, mas jura que não sabe como...

ALDO BERTOLUCCI

accpbertolucci@terra.com.br

São Paulo

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Terá sido mera coincidência a greve do INSS acabar logo depois de o Congresso aprovar o veto da presidente às medidas que beneficiariam aposentadorias e, consequentemente, onerariam a Previdência? A gente finge que acredita.

SERGIO HOLL LARA

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

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Querem matar logo os aposentados e pensionistas para reduzir o déficit da Previdência. Aproveitem para eliminar uma parte do funcionalismo também.

JOSÉ LUIZ TEDESCO

tedescoporto@hotmail.com

Presidente Epitácio

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Coquetel amargo

Eu e milhares de aposentados do INSS, bem como milhões de brasileiros que trabalham honestamente, já estamos tomando o remédio amargo há 13 anos. O novo coquetel, o veneno amargo que agora nos é oferecido, não deveria ser ofertado também aos que corromperam, roubaram, não souberam administrar decentemente, mentiram, falsificaram dossiês, puseram dinheiro na cueca, esvaziaram os cofres públicos, faliram o País? Então, não seria o caso de fazermos um brinde e deixarmos somente os que se beneficiaram com as ladroeiras, e só eles, apreciarem o coquetel amargo? Por que nós? É justo? É honesto?

DÉCIO DALLA MARTHA

São Paulo

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CORRUPÇÃO

O STF e a Lava Jato

Com o maior pesar e sentimento de revolta, tomei conhecimento ontem da decisão lamentável do STF de transferir para outras instâncias a ação contra a senadora Gleisi Hoffmann, assim como distribuir as ações da Lava Jato pelos vários juízes daquela Corte. Vários advogados de outros investigados e réus já manifestam seu regozijo pela decisão, declarando na imprensa que entrarão com recurso solicitando a transferência das ações de clientes em situações semelhantes para as instâncias de seus Estados. E qual será o resultado disso? Juízes sem conhecimento profundo das ações e advogados minuciosamente a par de todo o processo, por meio de filigranas e malabarismos jurídicos e recursos, retardarão ao máximo o julgamento desses processos, visando à prescrição. Embora alertados com antecedência pela Procuradoria-Geral da República do inconveniente dessa transferência e dos prejuízos que causariam, por motivos óbvios, à Operação Lava Jato, a maioria dos ministros votou a favor da medida. Só espero que o desânimo e a desesperança não atinjam e esmoreçam o ânimo do juiz Sergio Moro, que vem realizando um trabalho profícuo e incansável, sendo implacável no julgamento desses verdadeiros ladrões do dinheiro público. Esteja ele certo que conta com o apoio irrestrito da sociedade às medidas que vem adotando no combate rigoroso à corrupção.

GERSON DA SILVA MONTEIRO

gersufn@uol.com.br

Sorocaba

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Não é preciso entender de leis para perceber, com a comemoração dos advogados dos criminosos já presos, que o desmembramento da Lava Jato foi o caminho encontrado pela quadrilha para assar uma bela pizza. Enquanto a mídia só se preocupava com o improvável impeachment da presidente, na surdina a quadrilha agiu. Parabéns, Brasil, campeão mundial da impunidade.

DOMINGOS CESAR TUCCI

d.ctucci@globo.com

São Paulo

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O azar do digno e elogiável juiz Moro foi a prematura aposentadoria do dr. Joaquim Barbosa. Seria o apoio fundamental para trocar o provável cardápio.

ANDRÉ C. FROHNKNECHT

caxumba888@gmail.com

São Paulo

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‘Roma locuta, causa finita’

Em relação ao fatiamento da Lava Jato, modestamente me alinho à posição do Estado expressa ontem em editorial (Uma decisão a ser respeitada, A3). Seria desejável que o juiz Sergio Moro ficasse com as rédeas das investigações e do julgamento do escândalo por atacado, mas se “Roma” não quer, paciência. Para alguma coisa isso deverá servir. Talvez assim a Justiça se possa prevenir contra futuras chicanas da defesa dos envolvidos quanto a essa questão de alçada. Confiemos, pois, na dignidade da Polícia Federal, do Ministério Público e da Justiça, cujos membros haverão de impedir que se desmilingua o combate ao maior escândalo de corrupção do mundo em todos os tempos. Ademais, depois de um rochedo do porte de Joaquim Barbosa, quem imaginava pudesse surgir outro da estampa de Sergio Moro

JOAQUIM QUINTINO FILHO

jqf@terra.com.br

Pirassununga

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O editorial do Estadão defende a decisão do Supremo de “salamizar” a Operação Lava Jato, colocando-a em situação de risco no que diz respeito a sentenças duras. Posso até concordar que há fumus boni juris na decisão do colegiado, com ampla, geral e irrestrita adesão dos ministros conduzidos à cúria pelos governos petistas. O diabo são os detalhes. Sabia-se de antemão que a decisão levaria os casos retirados da alçada do juiz Sergio Moro para o regaço do ex-advogado do PT ministro Dias Toffoli, tão ameno e simpático com as mandrakarias petistas. E aí a porca torce o rabo. Não acredito que os ministros marcados pela posição filopetista fossem tão amigos da “Justiça” se os processos fossem remetidos a Gilmar Mendes ou Celso de Mello. E aí cai o fumus boni juris. Uma vez mais o STF, o guardião da Constituição, atende a interesses políticos. Justiça? Ora, a Justiça....

ALEXANDRE DE M. MARQUES

ammarques@uol.com.br

São Paulo

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DO PT PARA O PMDB

No último fim de semana o carioca foi surpreendido por arrastões nas praias e ruas da cidade maravilhosa, afugentado banhistas que se deliciavam a uma temperatura de quase 40 graus. Pois bem, a semana começou com outro arrastão, em temperatura amena e premeditado, executado pelo "Partido da Manutenção de Dilma em Brasília" (PMDB), que está maquinando um assalto a milhões de brasileiros. Vergonhosa a virada de casaca da cúpula peemedebista! Podemos classificar como nojenta a negociata, o toma lá dá cá, deste partido para assumir ministérios mais vantajosos, inclusive o da Saúde, que poderá ser entregue a um deputado que há um mês descia a lenha no governo Dilma, apoiando, inclusive, o afastamento da presidente do cargo. Além dessa aberração, no pacote estão incluídos, com certeza, o apoio total ao ajuste fiscal e, no vácuo, a aprovação do indecente imposto do cheque, a CPMF. O mais assustador é que um governo corrupto poderá passar para as mãos, em caso de renúncia ou do impedimento da presidente, de outro ainda pior, haja vista esse inescrupuloso escambo praticado em troca de vantagens obscenas.

Sérgio Dafré

Sergio_dafre@hotmail.com 

Jundiaí 

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A ÚLTIMA CARTADA

Dilma Rousseff não tem saída. Ou cai de vez do Planalto ou entrega importantes ministérios ao PMDB. Neste angustiante momento do "toma lá, dá cá" que vive, a presidente oferece numa só tacada cinco ministérios ao partidão de Michel Temer. Inclusive o da Saúde, que está nas mãos do petista Arthur Chioro. Ou seja, entrega até a alma do PT para não perder seus anéis e também os dedos. O PT que se dane... Agora, se esta última cartada de Dilma vai funcionar, são outros quinhentos. O que todo o Brasil sabe é que o PMDB está com a faca e queijo nas mãos para levar Michel Temer a ser o novo presidente desta conturbada terra tupiniquim. Se esse será o melhor caminho, só Deus para responder.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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ACORDOS OU CONCHAVOS

Enquanto o dólar parecia foguete e a Bolsa caía no abismo, refletindo o trem desgovernado em que o País se transformou, o rei do conchavo (chefe, "Barba", "Brahma") esteve novamente em Brasília para dar ordens à criatura no sentido de "amarrar bem" os acordos (ou conchavos?) e postergar o anúncio da prometida reforma ministerial. "É melhor perder ministérios do que a Presidência", disse-lhe ele, no melhor estilo "vão-se os anéis, mas ficam os dedos". Para tanto, já ofereceu ao PMDB o Ministério da Saúde, não por acaso o de maior orçamento, que rendeu fôlego à presidente para barrar pedido de seu impedimento no Congresso. Além disso, ofereceu mais cinco ministérios aos rebeldes, deixando de lado algumas fusões e recomendando cuidados com o "Barbalhinho", de forma a não provocar mais rebeldia. Resta saber se o maior "aliado" há de se vender, não é? E a reforma? Oras... há de ficar por conta do aumento de impostos!

Aparecida Dileide Gaziolla

aparecidagaziolla@gmail.com 

São Caetano do Sul 

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NÓ BEM DADO

O vice-presidente Michel Temer, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o presidente do Senado, Renan Calheiros, políticos profissionais, verdadeiras  raposas velhas, deram um nó daqueles bem apertados, que só caminhoneiro sabe dar, na presidente Dilma. Ela, demonstrando amadorismo, pensou em passar por cima dos principais líderes peemedebistas, mas levou um baita nó e acabou entregando ao PMDB exatamente aquilo que de qualquer maneira seria obrigada a entregar para garantir alguma sobrevida no Congresso Nacional.

Arnaldo de Almeida Dotoli

arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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ENQUANTO ISSO...

Enquanto a presidente Dilma procura alguém do PMDB para presentear com o Ministério da Saúde, os brasileiros morrem no chão dos hospitais por absoluta falta de exatamente tudo. Este é o governo que queria governar para os pobres. O pior é que nem se envergonham...

Luíz Frid

luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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CONSELHO

Em vez de barganhar ministérios com o PMDB, como se o ministério fosse um mercado de peixes, a eminência parda (embora não tão parda) do PT, o ex-presidente Lula, faria melhor se aconselhasse sua criatura a jogar a toalha imediatamente. A cada dia que passa, a simples presença dela na Presidência inviabiliza o País e fomenta um ódio cada vez maior a ela, ele e ao PT. O PMDB, por sua vez, ao aceitar tal barganha e ignorar a crise e o Brasil, atribui a si um comportamento muito semelhante à profissão mais antiga do mundo. Deplorável. 

Luciano Harary

lharary@hotmail.com 

São Paulo

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LULA E DILMA

De que vale a Presidência, se não pode fazer o mínimo dessa função: escolher ministros? É mesmo um poste guardando o lugar na fila para aquele que pretende vir depois. O dólar não perdoa.

Haroldo Nader

nader.haroldo@gmail.com 

Valinhos

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DUPLA DO BARULHO 

Qualquer pessoa que analise as frequentes visitas que sr. Luiz Inácio "Lulla" da Silva faz ao Palácio do Planalto, mesmo que seja por convocação de sua criatura, Dilma Rousseff, a sensação que permanece é a de que "elle" foi contratado ou eleito conselheiro presidencial. Essa participação desenfreada do ex-presidente nos assuntos do País revela a debilidade da equipe que assessora a "presidenta", bem assim demonstra significativa ausência de caráter dessa nociva dupla. Tantas são as vezes que o ex-presidente vai a Brasília expressar seus palpites, agir como se presidente fosse, que fico a imaginar se nesta viagem aos Estados Unidos da América a sra. Dilma Rousseff não cogitou de levá-lo a tiracolo, ou mesmo sugerir a sua indicação para substituí-la no Palácio do Planalto, no lugar do vice-presidente Michel Temer. Não duvidem.

Waldir Pereira

waldirpereiraindaia@hotmail.com 

Vinhedo 

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OS PALPITES O EX-PRESIDENTE

Afinal, quantos presidentes da República temos? Um ou dois (ambos medíocres)? Até quando o Brahma governará junto com o poste? Meritíssimo juiz Sérgio Moro, contamos consigo.

Sergio Cortez

cortez@lavoremoveis.com 

São Paulo

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O DEDO DE DEUS

Lula, o "papagaio de pirata", insiste em não silenciar. Disse: "melhor perder ministérios do que a Presidência". Vão-se os anéis, fica o dedo. Anéis são o Brasil, o dedo é o de deus: ele.

Lígia Maria Venturelli Fioravante

lmfiora@uol.com.br 

São Paulo 

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ESCOLHA

"Melhor perder ministérios do que a Presidência." Lula quis dizer: melhor perder ministérios do que ir para a cadeia. Para bom entendedor, meia palavra basta.

Ottfried Kelbert

okelbert@outlook.com 

Capão Bonito 

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DILMA NO TRÂNSITO

No "Estadão" de ontem via-se a foto de Dilma Rousseff, de bicicleta, atravessando a faixa contínua. Tenho 74 anos, sou engenheiro. Já quase fui atropelado por bicicleta atravessando o vermelho e na faixa de pedestres. Bicicletas na contramão, na calçada, a gente vê de tudo. A maioria dos ciclistas não conhece e não respeita o Código Nacional de Trânsito. Dona Dilma deveria saber, mas com certeza se acha acima de tudo.

Luiz Gonzaga Mezzalira

avaliadorluiz@gmail.com 

São Paulo

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AS LEIS, ORA...

Muito esclarecedora a foto da presidente não obedecendo às leis do trânsito. Afinal, as leis foram feitas para nós, simples mortais. Como ela foi ungida a "presidanta" pela "gracia de dios", ora bolas as leis!

José Gilberto Silvestrini

jgsilvestrini@gmail.com 

Pirassununga 

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BONS EXEMPLOS

O alemão Martim Winterkorn confessou, renunciou e se desculpou pelo crime de corrupção cometido na Volkswagen por meio de vídeo passado em todo o mundo. Parabéns! No Japão, normalmente, os corruptos se suicidam após descobrirem seu crime. No Brasil, por que os políticos e os empresários corruptos não copiam esses bons exemplos?

Coragem a todos!

Roberto Hungria

cardosohungria@gmail.com 

Itapetininga

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RENÚNCIA

Belo exemplo deu o presidente da Volkswagen. Não a burla dos testes de emissões de poluentes, que isso nossos presidentes não precisam aprender, já sabem demais. Mas o da renúncia quando é pego com a "boca na botija". Coisas de países democráticos e desenvolvidos.

M. Mendes de Brito

voni.brito@gmail.com 

Bertioga

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FIM DA GREVE

Há alguns meses, o balcão de negócios da política nacional, montado no Palácio do Planalto e tendo como principal cliente no Congresso o PMDB, estava em greve por discordar de preço e de peso, ou seja, valor e volume da propina para o partido governista dos produtos oferecidos. Mas, com a mediação do chefe de quadrilha, que manda no País há 13 anos, e em reunião que durou cinco horas a "portas fechadas", tudo foi resolvido e os urubus imediatamente voltaram alegres e felizes para fecharem novos negócios. A moeda circulante se chama "ministério", que, de um a cinco ou talvez seis, dependendo do tamanho da barganha de cada quadrilha, poderá ser repassado para os clientes do balcão para que utilizem da maneira que melhor lhes convier. Gostaria de saber o que é que políticos safados, às vezes até semianalfabetos, que se elegeram deputado nos grotões do Brasil trocando votos por dentaduras ou por sandálias Havaianas, entendem da função técnica nos respectivos ministérios que lhes caíram no colo? E mais, esses canalhas têm direito a nomear toda uma trupe nos vários cargos técnicos de chefia dentro dos ministérios, o que resulta nessa administração porca e incompetente que joga nossos impostos no lixo, quando não no bolso, e está levando o País ao caos econômico e social. O Brasil na verdade virou propriedade privada de dois partidos. Privatizaram empresas (Petrobrás e Eletrobrás), fundo de pensões e banco (BNDES). Diante de tudo isso, não se vê uma atitude firme dos partidos ditos de oposição. É de acreditar que estão todos com o rabo preso. A Petrobrás, hoje falida, financiou durante 13 anos a permanência do Partido dos Trabalhadores (PT) no poder, a Eletrobrás custeou parte do estelionato eleitoral de dona Dilma nas últimas eleições e hoje está totalmente endividada. O BNDES, banco de fomento, foi usado para "fermentar" a podridão entre empresários corruptos do quilate de Eike Batista com suas "empreses" EBX, MMX e outras XXX da vida, além de avalista de ideologias, financiando obras gigantescas, sem retorno, em países dominados por ditaduras de esquerda. Enfim, a má-fé do BNDES chegou ao ponto de solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) sigilo bancário para as suas sujas operações ao emprestar dinheiro público.

Humberto de Luna Freire Filho

hlffilho@gmail.com  

São Paulo 

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DE CAVALOS E MINISTÉRIOS

Shakespeare registrou a dramaticidade do soberano Ricardo III em sua derrota na batalha de Bosworth.  Ao perder seu cavalo em plena luta, desesperado, exclama a frase célebre: "Meu reino por um cavalo".  Os tempos mudaram, dizemos. Mas nem tanto assim. As desfaçatezes, as rapinagens, as dissimulações, as hipocrisias, que tanto caracterizaram o rei inglês e sua corte, continuam latentes no reino planaltino. E o desespero de perder o faustoso poder, também. Ainda há pouco, o ladino conselheiro soprou aos ouvidos da "rainha" que é "melhor perder ministério que a Presidência". Em palavras shakespearianas: meu reino por um cavalo!  Ou não?!

Luis Lago

lago.luis2010@gmail.com  

São Paulo

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BARGANHAS POLÍTICAS

Os políticos barganham com o que não lhes pertence, por exemplo: o Ministério da Saúde, totalmente mantido com o erário, deveria ser utilizado como indutor, mantenedor, fiscalizador de políticas públicas para prover um serviço de saúde pública com qualidade para o povo brasileiro. Porém, em governos oportunistas, dominadores e gananciosos pelo poder, é apenas utilizado como um dote a ser concedido para o partido que declarar subserviência ao desgoverno. Dessa forma são utilizados todos os ministérios, empresas públicas e cargos de "confiança" dos políticos. Dessa forma despudorada e desavergonhada dos comerciantes do "pudê" caminham TODOS os serviços públicos no Brasil, em total abandono e completo desserviço ao povo brasileiro, mas muito útil para os comerciantes do "pudê" formarem "alianças partidárias". Ou seriam conluios em prol da desgovernabilidade política?

Vagner Ricciardi

vb.ricciardi@gmail.com 

São Vicente 

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O QUE É QUE HOUVE?

Assisti esta semana ao "Programa do Jô" e penso que algo muito grave deve ter acontecido. Jô Soares teve uma recaída e passou a falar coisa com coisa, não mais defendendo o governo e, inclusive, fazendo críticas a Dilma, ao PT e a Rui Falcão. Alguém sabe se cancelaram alguma projeto do artista, candidato a financiamento da Lei Rouanet? Ninguém lúcido e inteligente troca duas vezes de postura e opinião em tão pouco tempo. Bem-vindo à racionalidade, embora tardiamente.

Claudio Juchem

cjuchem@gmail.com 

São Paulo 

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INDIGNAÇÃO

Esta semana, ao ler meu jornal, deparei-me com a seguinte notícia: PMDB ganhará cinco ministérios. Barganha pura, partido sujo como ratos. Ao ler a notícia, pensei "não me levantarei para trabalhar, trabalhar para quê?". Mas logo abaixo daquele título vi a seguinte manchete, com foto: o papa Francisco sorrindo ao lado de Barack Obama. Pensei "puxa, há coisas boas também". Logo após, li sobre a extradição de Pizzolato, levantei-me e fui cumprir minhas obrigações. No dia seguinte, nova decepção: PMDB ficará com mais ministérios; e o chefe da quadrinha aconselhou sua sucessora de que é melhor perder ministérios do que a Presidência. E, depois dessa bomba, outra maior: os processos da Lava Jato serão desdobrados, serão tirados poderes do nosso ilustre juiz Sério Moro, Gleisi Hoffmann terá como relator de seu processo não Teori Zavascki, mas, sim, Dias Toffoli, ex-advogado do PT. Dos nossos ministros do Supremo Tribunal Federal (10), só 2 votaram contra essa medida: Gilmar Mendes e Celso de Mello. Digam-me, levantar, trabalhar, cumprir suas obrigações a troco de quê? 

Marta M. Marques Adoglio

martadoglio@ig.com.br 

São Paulo

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O POVO E A SUPREMA CORTE

O eminente magistrado Sérgio Moro, sem dúvida, tem tido atuação corajosa e sensata como consequência da Operação Lava Jato, mas seu brilho e independência parece não levarem muita felicidade à nossa Suprema Corte, cuja maioria atual foi formada por indicações do lulopetismo. Então, resolveu o Supremo Tribunal Federal (STF) fatiar os casos sob a jurisdição do magistrado Sérgio Moro, mas que não sejam derivados da Lava Jato. Assim, Gleisi Hofmann, por exemplo, que é de Curitiba, onde exerce o magistrado Moro a judicatura, terá outros julgadores e em outro Estado, porque não está adstrita à Lava Jato, o que ocorre também com Mercadante e Aloysio Nunes. Se houvesse eleições, o STF teria quantos votos?

José C. de Carvalho Carneiro

carneirojc@ig.com.br 

Rio Claro

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DESMEMBRAMENTO DA LAVA JATO

Estão "fatiando" o julgamento da Operação Lava Jato para a suprema alegria dos pizzaiolos brasilienses. 

Omar El Seoud

ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

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PORTEIRA ABERTA

Catão, nos seus discursos no Senado Romano, começava com a seguinte frase: "Delenda Cartago" (Destruam Cartago). "Destruam Sérgio Moro" deve ser daqui em diante a abertura dos discursos dos ministros do STF. O que parecia não acontecer foi inevitável em se tratando de um país que não é sério. É sabido que os togados juízes do Supremo são escolhidos pelo presidente da República e que os atuais togados da corte foram indicados por Lula e Dilma. O brilho de Sérgio deve estar ofuscando grande parte do Supremo mais a hegemonia do governo sobre aquela corte. Por 7 a 3, o processo da ex-ministra da Casa Civil de Dilma Gleisi Hoffmann foi retirado da jurisdição do juiz Sérgio Moro. Aberta a porteira para passar um boi, inevitavelmente a boiada também passará.

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com 

Vassouras (RJ)

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À MODA VENEZUELANA

STF fatia ações da Lava Jato. Estamos a caminho do bolivarianismo

Joaquim Farias Costa Neto

rafacarolc@gmail.com 

São Paulo 

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CONFIAR DESCONFIANDO

O STF tem de explicar como e por que não julgou tempestivamente os processos contra o senador Jader Barbalho, deixando que se consumasse a prescrição dos seus crimes. Enquanto o juiz Sérgio Moro, com uma estrutura muito menor do que a do STF, julga rapidamente os processos sob a sua responsabilidade, assistimos impotentes à morosidade irritante e inexplicável do andamento processual não só nos tribunais superiores, como também em outras varas da Justiça Federal. Decorridos quase três anos da instauração do processo penal em desfavor da amiguinha do ex-presidente Lula, sra. Rosemary Noronha, com todas as provas já produzidas, os réus continuam soltos e a pergunta que não quer calar é: o que foi feito do processo? Parou por que, por que parou? Não podemos nos esquecer de que a tramitação do supracitado processo ocorre na Seção Judiciária de São Paulo, por coincidência ou não a mesma que receberá o processo fatiado da Lava Jato pelo STF. Será que terá o mesmo destino? Senhores ministros e juízes, o povo está de olho bem aberto e certamente não aceitará a ocorrência de novas prescrições de crimes por negligência de alguns juízes no andamento dos processos. Esta corrupção avassaladora que assola o País precisa ter um fim, que só se consumará se a Justiça brasileira não se transformar num tribunal bolivariano aparelhado pelo partido político que se encontra no poder. Alertados por esses precedentes, vamos continuar , ao mesmo tempo, confiando e desconfiando do Poder Judiciário.

Adel Feres

adel.feres@gmail.com 

Goiânia

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UM PARTIDO PERIGOSO

Nunca antes na história deste país tínhamos visto um trabalho tão bem feito como o que o juiz Sérgio Moro fez até o momento. Agora vem o STF e lhe tira grande parte de sua competência. Pergunto: o STF não tem vergonha de se vender perante o Brasil todo? Quiçá o mundo? Acabou-se a última esperança de ver algo decente neste país dominado pela quadrilha intimidadora petista. Agora até no STF, último reduto de seriedade. O País está sem governo, sem oposição, sem decência, sem responsabilidade, sem seriedade, sem honestidade, sem rumo. O PT do sr. Lula é um partido perigoso, intimidador, ameaçador, ditador. Meu Deus, que país é este?

Márcia Rossi Soares

marciarossi1@hotmail.com 

São Paulo

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MANOBRAS NO JUDICIÁRIO

 A iniciativa de deslocar a apreciação do caso da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) do âmbito da Lava Jato não cheira nada bem. Com essa medida, o STF abre um precedente de tirar do juiz federal Sérgio Moro, aclamado pela imparcialidade e rigidez na apuração do maior escândalo de corrupção da humanidade, o poder na investigação. Dilma adora falar em golpe, mas são manobras como estas que ferem a institucionalidade brasileira. O PT e seus chapas-brancas no Supremo arquitetam uma reedição do mensalão, em que os verdadeiros mandantes ficaram de fora das condenações. Esse filme eu já conheço!

Elias Menezes

elias.natal@hotmail.com 

Nepomuceno (MG)

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TIRO PELA CULATRA

Suspeição afora, com essa medida parcial, o Supremo Tribunal Federal conseguiu lançar a candidatura do juiz Sérgio Moro para a Presidência da República. Quem viver verá.

Marcos Catap

marcoscatap@uol.com.br 

São Paulo

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CORRUPÇÃO

Relativamente à corrupção, sabemos todos: não há partido nem governo que possa dormir tranquilo (ninguém durma) quanto à possibilidade de citação de algum membro seu em situações suspeitas. Em todos há pessoas comprometidas com "malfeitos" (para usar o neologismo petista) com dinheiro público e privado, desde Adão e Eva. Mas não sou muito chegado a generalizações porque, na maioria das vezes, estas trazem embutidas intenções de desviar o foco dos principais maiores envolvidos em "tramoias", suas ou de seus "amigos". É esse o jogo que o PT vem fazendo (desde sempre e, mais fortemente, ultimamente). Tendo patrocinado o maior golpe contra o bem público, de proporções nunca antes atingidas, este partido parte para o salvador "sou, mas quem não é?" em busca do perdão de suas penas pelos delitos cometidos. No momento, meu maior desejo é que esse partido deixe de comandar o País, o quanto antes, por todo mal que nos causou, materialmente e moralmente. Quanto aos políticos de todos os outros partidos, se se estabelece um rigor nos julgamentos e nas punições de crimes políticos (começando lá de cima), com certeza os envolvidos em "tramoias" vão reduzir sua ousadia e atividades ilícitas e, talvez, também responderão criminalmente pelos seus atos. 

Hélio A. Ferreira

hafstruct@gmail.com 

São Paulo

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PRISÕES

Zé Dirceu, quando se encaminhava para ser preso na Papuda por envolvimento no mensalão, levantou o braço com o punho cerrado, gesto também efetuado/imitado por José Genoino, na mesma situação. Depois de alguns dias, André Vargas, deputado federal pelo PT do Paraná, também fez o mesmo gesto ao lado do ex-presidente do STF Joaquim Barbosa, e agora acabou preso na Operação Lava Jato. Quando será que "Lulla Brahma" da Silva erguerá seu braço com o punho cerrado?

Antônio Carelli Filho

palestrino1949@hotmail.com 

Taubaté

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DECORAÇÃO DE AMBIENTE

Aí vai uma sugestão: que tal colocar, numa das paredes da cela que o ex-petista (como se existisse ex-gigante, ex-anão e por aí vai) André Vargas ocupará, um pôster gigante do eterno ministro Joaquim Barbosa? Abro a lista para comprar (com dinheiro ganho honestamente) essa peça de decoração. 

Ricardo Hanna

ricardohanna@bol.com.br 

São Paulo  

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CORRUPÇÃO E IMPUNIDADE NA CBF

Temendo ser preso se deixar o País, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Marco Polo Del Nero, mais uma vez deixou o futebol brasileiro sem representante em reunião da Fifa, numa situação constrangedora e vexatória para o Brasil perante a Fifa. É inaceitável a conduta de Del Nero, que prejudica diretamente o futebol brasileiro e já mostrou não ter a menor condição de permanecer no cargo. Há inúmeras denúncias e acusações de corrupção contra Del Nero, mas nada acontece contra ele, que permanece no cargo, impune, livre, leve, solto - e milionário - no Brasil. Até quando iremos tolerar cartolas desonestos comandando a CBF? A permanência de Del Nero no comando da CBF representa Alemanha 8 x 1 Brasil. Basta de corrupção e impunidade no nosso futebol!

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br  

São Paulo

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EDUCAÇÃO CONTRA A CORRUPÇÃO

Excelente a iniciativa da prefeitura e do corregedor do município de Montes Claros (norte de Minas), o delegado aposentado da Polícia Federal Geraldo Guimarães, autor da cartilha "Corrupção - Tolerância Zero", que será distribuída aos 35 mil alunos matriculados na rede municipal. Foi constatado que a maioria dos alunos desconhece o significado da palavra corrupção e nem sequer imagina que a segurança, a saúde, a educação e tudo o que acontece na sua comunidade é consequência do uso do dinheiro público, enquanto estudos indicam que o dinheiro desviado pela corrupção no País a cada ano daria para construir 1 milhão de casas populares ou implantar 57,6 mil escolas de ensino fundamental. Cabe aos professores de todo o Brasil terem iniciativa e focar a questão da corrupção e de como escolher seus representantes políticos em todas as aulas e níveis de ensino, bem como os dirigentes escolares exigirem o cumprimento da Lei de Diretrizes Básicas da educação - estimulando uma pedagogia voltada ao senso crítico e a capacitação dos alunos para sábia escolha dos candidatos nas eleições, principalmente aos que completam 16 anos e irão votar pela primeira vez. Se os professores de outras décadas tivessem ensinado sobre corrupção, política e cidadania com afinco, certamente hoje seriam valorizados e teriam salário digno, entretanto escolheram a facilidade do livro didático para formar uma legião de ignorantes facilmente manipuláveis. Urgem a distribuição dessa cartilha e a reformulação do ensino de educação moral, cívica, política e até de boas maneiras em todas as escolas do Brasil, pois essa é única maneira de sairmos do Terceiro Mundo.

Daniel Marques

danielmarquesvgp@gmail.com 

Virginópolis (MG)

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A VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO

Imagino as imagens do Brasil no exterior que ganharam as páginas dos principais jornais do mundo com os arrastões dos últimos fins de semana. Devem estar se perguntando: "É este o país que vai sediar a Olimpíada?". Muitos devem estar desistindo. Devem estar se perguntando: "Quem nos protegerá?". Ninguém. A lei brasileira não dá proteção ao cidadão. A turista inglesa aos prantos que foi assaltada disse que não volta mais aqui. Faz muito bem. Deixar seu país, onde você esbarra com um, dois guardas em cada quarteirão, para visitar um país onde você esbarra com um pivete a cada 10 metros não foi uma ideia feliz. O adolescente que está de bermuda, sem camisa, sem documento, sem dinheiro não pode ser abordado, salvo em flagrante delito. E a polícia ainda é tolhida na sua ação. Tudo em nome de uma Constituição moderníssima para uma sociedade que ainda não está preparada para ela. A Constituição dá direitos, mas também cria deveres. Só que estão lendo só a página dos direitos, pela dos deveres passam por cima. 

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com 

Rio de Janeiro

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CANALHICE

Chocou a todos os paulistas e brasileiros, esta semana, a desfaçatez do desembargador Otavio Henrique de Sousa Lima, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que mandou soltar acintosamente um bandido traficante de drogas preso horas antes com provas irrefutáveis do delito e histórico policial extenso. Tal "juiz" precisa responder pelos seus atos. O cidadão aguarda que ele seja responsabilizado civil e penalmente e excluído do meio jurídico. A cidadania estará atenta à finalização deste caso.

Ademir Valezi

adevale@gmail.com 

São Paulo 

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REFORMA TRABALHISTA

O advogado Almir Pazzianoto Pinto tem sido, em sua incansável luta pela modernização de nossas leis trabalhistas, uma voz experiente, particularmente neste período de domínio petista, quando as reformas da legislação trabalhista eram as mais esperadas. Como bem mostrou em seu recente artigo "Relatório anual do TST-II" (24/9, A2), o peso dessa arcaica legislação trabalhista para a sociedade não é mais suportável, especialmente para a classe trabalhadora, e urgentemente algo tem de ser feito. Por exemplo, nesta reforma muitos desses caros conselhos profissionais criados por poderosos aglomerados corporativos podem e devem ser eliminados; afinal, enquanto por aqui o número deles vai além de uma centena, nos países desenvolvidos não passa de uma dezena. Apenas as profissões cujo exercício põe em risco a vida é que justificam ser regulamentadas.

José Elias Laier

joseeliaslaier@gmail.com 

São Carlos

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O DRAMA DA MOROSIDADE

Dr. Pazzianotto fez uma análise bem consistente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e da Justiça Trabalhista e seus meandros (24/9, A2). O grande drama são a morosidade, os recursos e sei lá mais o quê. Estou enrolado nessa rede, desde que o sr. José Serra, indevidamente, dispensou 300 funcionários do HSPE. Já são oito anos, e me sinto pior que um mensaleiro - me proibiram de trabalhar. 

Odilon Stefani

dilostefani@hotmail.com 

São Paulo

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CARTÕES CORPORATIVOS

No uso do cartão corporativo, só com a Presidência da República, em 2013, foram gastos R$ 5,6 milhões e, em 2014, R$ 8,7 milhões. Fiquei estarrecido com a notícia de que em 2008 o governo federal dispunha de 11.510 cartões corporativos de uso autorizado por 7.145 funcionários e que em 2013 a conta foi de R$ 61,8 milhões. Tudo sob sigilo por envolver "segurança nacional". Foi uma ideia genial criar o cartão corporativo, facilitador de pagamentos de pequenas despesas, mas extrapolou e presume-se que seu uso é abusivo. Compete ao Congresso disciplinar tal uso, cancelar o cartão corporativo ou exigir total transparência aos patrões, que são os contribuintes.

Humberto Schuwartz Soares

hs-soares@uol.com.br 

Vila Velha (ES)

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O RISCO BRASIL

Interessante e trágico é constatar que alguns analistas considerem a atual cotação do real ante o dólar como eminentemente especulativa. A atual paridade demonstra que o real é a segunda moeda mais desvalorizada ante uma cesta de moedas, e, mais do que isso, não estamos atravessando nenhum embargo econômico ou situação de conflito bélico, como os países listados em apreciação semelhante. A cotação nada mais revela do que seja o valor da economia perante todos os riscos que ela oferece, sejam eles pelo potencial especulativo, sejam, especialmente, pela competência que o governo tenha de enfrentar a crise. Não é ainda por outro motivo que a Bovespa perde pela primeira vez na história o primeiro posto entre outras Bolsas de Valores na América Latina. Fomos superados pela mexicana e, em breve, também o seremos por outras, perdendo também o status de maior Bolsa de Valores do Hemisfério Sul. Não é ainda por outro motivo que em apenas pouco mais de um ano o "risco Brasil dobrou", tal qual a desvalorização do real, e não a valorização do dólar. Poder-se-ia listar uma série de motivos pelos quais não vivemos apenas do caráter especulativo, e que este se dá, em justa proporção, pela notória incompetência do governo, já arraigada há uma década, além de ele ser o maior foco de corrupção e bandalheira da vida pública em todos os tempos. Não se combate o caráter especulativo dispondo das nossas reservas, nem tampouco de discursos ocos, mas, sim, pela cabal demonstração de seriedade e competência, que o atual governo, em todas suas instâncias, não tem.

Oswaldo Colombo Filho

colomboconsult@gmail.com

São Paulo

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PÃO E CIRCO

Com o dólar alcançando R$ 4,14, será difícil para o trabalhador brasileiro que mais sofre com o desemprego, com a carestia e com a falta de lazer, de escola, de saúde, etc. por causa do desgoverno. Imaginem só: para cobrir o rombo de R$ 30,7 bilhões, vêm Dilma, Lula, Temer e cia., em nome da Pátria e da unidade, falar em aumento de impostos. Como vai ser para aquele que ainda tem emprego (claro que tétrico), pois a carne, o frango, o pão - que dependem da moeda - ficarão muito mais caros? Isso sem falar dos 40% de taxas nas bebidas como cervejas, vinhos, cachaças, uísques, que são a "válvula de escape" do brasileiro? Tudo para o bem do País, mas que nunca retorna para os que mais necessitam. Até quando vamos suportar este pão e circo? Claro que somos mais fortes do que todos eles!

Nelson Scatena

nelson.scatena@hotmail.com 

São José dos Campos


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