Fórum dos leitores

ECONOMIA LULOPETISTA

O Estado de S. Paulo

27 Setembro 2015 | 03h00

Menos 1 milhão de vagas

O Brasil perdeu 1 milhão de postos de trabalho nos últimos 12 meses. É o resultado trágico da política econômica desastrosa adotada pela incompetente presidente Dilma Rousseff (PT). Juros altos, taxa Selic nas alturas e bilhões de dólares torrados para fazer a festa de banqueiros e rentistas. Como tudo tem consequências e não existe almoço grátis, o governo federal pôs o País na crise, com desemprego, redução da atividade econômica e nefastos reflexos na área social e na vida das pessoas.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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Culpados

Quem são os culpados pela situação econômica por que passa o País? Lula, que indicou um poste para presidente. O poste Dilma, indicado por Lula. O poste que indicou o Guido Mantega para o Ministério da Fazenda. O ministro que indicou o secretário Arno Augustin. Para piorar, o poste foi buscar para ministro do Planejamento o tal Nelson Barbosa, que fez parte do malfadado ministério do “professor” Mantega. E para terminar, esse partido corrupto, do qual vários participantes estão presos.

HANS DIETER GRANDBERG

h.d.grandberg@terra.com.b

Guarujá

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Crise de confiança

A crise nos EUA foi superada porque o presidente retribuiu a confiança da população e hoje a projeção revista do PIB anual já aponta para 3,9%. Enquanto isso, aqui, no Brasil, o sacrifício (em impostos) gera mais gasto público e números pífios de crescimento. Será que temos um país sério?

RICARDO C. SIQUEIRA

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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Pingos nos is

Com o dólar a mais de R$ 4, não resta mais nenhuma dúvida sobre quem transferiu e quem herdou a “herança maldita”. Para aqueles que ainda não entendem, precisam de um desenho?

ELY WEINSTEIN

elyw@terra.com.br

São Paulo

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O dólar disparou? Não, o dólar tem cor, é verde; o que disparou foi o real, e para o vermelho, a mesma cor do edifício-sede de um partideco situado à Rua Silveira Martins, em São Paulo - aliás, graças a Deus!, pertinho da Igreja da Boa Morte...

PEDRO DE ALCANTARA AZEVEDO

ivone@azevedonegocios.com.br

São Paulo

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Situação calamitosa

Está cada vez mais angustiante acompanhar o noticiário sobre o País. A situação é tão calamitosa que até aqueles US$ 10 milhões que o Lula, para fins propagandísticos, pagou aos russos para o astronauta de Bauru ir passear no espaço estão hoje fazendo falta. E onde estão aqueles verdadeiros sábios do PT dos tempos em que o partido era oposição? Pelo menos serviriam para aconselhar a guerrilheira presidenta a renunciar e deixar o Brasil respirar.

EUCLIDES ROSSIGNOLI

euclidesrossignoli@gmail.com

Avaré

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Seria de grande valia se a presidente Dilma fizesse um tour de cobrança, pois é do conhecimento geral que essa senhora fez farta distribuição de bilhões de dólares a diversos países.

IVAN BERTAZZO

bertazzo@nusa.com.br 

São Paulo

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DEMOCRACIA

Brasileiro não acredita

Pesquisa revela que mais de 80% dos brasileiros não acreditam na democracia e o analista, candidamente, atribui o descrédito à economia ruim. Num país onde a população é jungida como gado e empurrada, sob variadas ameaças, às urnas eletrônicas, alvo das maiores suspeitas, guardadas por juízes indicados pelo partido que almeja a eternidade no poder e que rejeitam qualquer denúncia de irregularidade, atribuindo a esse artefato a capacidade única no mundo de ser inviolável, só desconfia da democracia quando seu bolso é tungado impiedosamente? Impressionante a falta de visão de todos os países e empresas sérias preocupados com o sigilo de seus dados, que não fazem fila na porta do produtor desse software que consegue tal prodígio. Todo sistema é falho, palavra de qualquer entendido em informática, menos nossa urna eletrônica, que não permite recontagem dos votos. A população é obrigada a votar em pessoas escolhidas pelos partidos que melhor atendam a seus interesses, e não aos do eleitor; partidos sem programa e sem outros objetivos que não atacar os cofres públicos via Fundo Partidário, emendas parlamentares e privilégios. Além disso, o povo tem o dissabor de votar em quem confia e eleger alguém que abomina; e de ver sempre as mesmas caras envolvidas nos mesmos escândalos por décadas se apresentando como cidadãos ínclitos, sem nunca largar o osso e transferindo-o a seus rebentos, mantendo dinastias de cupins do erário. Depois de todas essas manobras sujas, o povo ainda é acusado de não saber votar e ter elegido uma comandanta incompetenta e absolutamente desconhecedora do básico de suas funções, que levou a nau Brasil para os escolhos, apesar de ter sido covardemente enganado e manipulado com a ajuda de seu próprio dinheiro, que pagou mensalões, eletrolões e petrolões. E a mesma farsante é a que mais exaure a palavra democracia, destruindo todo o seu sentido, como forma de se manter encastelada no mundo da fantasia mantido por todos nós. Isso que nos apresentam como democracia é apenas um arremedo, uma palavra usada para nos manter calados como ovelhas, tosquiadas e eventualmente saboreadas pela nobreza que sustentamos em berço de ouro. Essa “democracia” tão decantada foi derrubada na Inglaterra pela Magna Carta e na França pela Revolução, mas no Brasil nos é empurrada goela abaixo. Ofereçam-nos uma democracia verdadeira e acreditaremos nela.

LIZETE GALVES MATURANA

lizetegalvesmaturana@yahoo.com.br

Jundiaí

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PRIMEIRAS CHUVAS

Primeiros problemas

Sexta de manhã caiu meia dúzia de pingos e os semáforos da esquina da Av. Faria Lima com a Rua dos Pinheiros pararam de funcionar. Ao que me lembre, a Prefeitura de Haddad disse que seriam reformados. À noite tive de voltar pedalando para casa em etapas, porque caiu uma chuva mais forte e ruas e avenidas viraram rios, depois de parada a chuva continuaram lagos, ambos intransponíveis em bicicleta. Não faz muito vi limpeza de bueiros, que pelo jeito não tem sido suficiente. Não se veem mais lixeiras espalhadas pelas ruas. A coleta de lixo e a varrição visivelmente baixaram de qualidade e a cidade nunca esteve tão suja. Nesta situação, limpar bueiros é enxugar gelo. Em suma: se chover, fique em casa.

ARTURO CONDOMI ALCORTA

arturoalcorta@uol.com.br 

São Paulo

“Do jeito que as coisas andam, vou comprar o peru de Natal com nota de 200 reais”

FELIPE DA SILVA PRADO / SÃO PAULO, SOBRE O ESTADO 

DA ECONOMIA LULOPETISTA

felipeprado39@gmail.com

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“FHC disse que Dilma está vendendo a alma ao diabo para governar. Esqueceu-se de dizer o nome do diabo: Lulla”

JOSÉ EDUARDO VICTOR / JAÚ, SOBRE AS NEGOCIATAS ANTI-IMPEACHMENT

victorjoseeduardo@gmail.com

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

DESCONFORTO? 

Que "apito" é este que vai tocar o segundo-tenente músico do Exército Jeferson da Silva Figueiredo, marido da ex-ministra, "ex-isso, ex-aquilo" Ideli Salvatti, atual assessora de Acesso a Direitos e Equidade da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington (EUA), para faturar mensalmente US$ 7,4 mil (R$ 30 mil), além de uma ajudinha de custo de R$ 40 mil para sua ida aos EUA. Para quem não leu a notícia ("Estado", 25/9, A6), o militar ganhou de presente o cargo de ajudante na Subsecretaria de Serviços Administrativos, na OEA, onde exercerá funções administrativas, o que causou desconforto na própria OEA, no Itamaraty e entre militares. Cargo ganho no grito pela "ex-isso, ex-aquilo", assinado pelo ministro da Defesa, Jaques Wagner, com uma incrível coincidência: a nomeação se deu antes do anúncio do corte no Orçamento com "severas restrições de gastos púbicos". Se essa nomeação causou desconforto nos órgãos competentes, calculem em nós, brasileiros, que vamos arcar com mais este salário. E, se ouve esse incômodo, é porque existe algo de errado no reino da Babilônia. Que novidade! 

         

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com 

Jundiaí 

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MÉRITO

 

Ganha um presente quem acertar porque o sr. Jeferson da Silva Figueiredo (músico do Exército) foi nomeado ajudante da Subsecretaria de Serviços Administrativos e de conferência na junta interamericana de defesa nos Estados Unidos, com salário mensal de R$ 30 mil mais ajuda de custo de R$ 40 mil. A nomeação foi por merecimento ou por ele ser casado com a sra. Ideli Salvatti?

 

Jorge Eduardo Nudel jorgenudel@Hotmail.com

São Paulo

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IDELI ESTÁ SALVA

O governo sabe o que é meritocracia? Qual a formação requerida para representar o Brasil na OEA? Conhecer partitura musical? Esqueçam  o estudo sério, doutorados, teses, publicação de livros e trabalhos! O importante são as redes sociais! Quem indica quem...

Sonia Meyerhof Ungar soniaungar@gmail.com 

São Paulo

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SALVE-SE QUEM PUDER

Ideli Salvatti, no caso da indicação de seu marido para um cargo na OEA, dá mostra do pragmatismo petista. No auge da confusão armada por sua chefe maior, enquanto milhares de brasileiros estão desempregados e buscando recolocação com dificuldade, ela e o marido se mandam na base do "QI" para viver  uma vida de elite (somados ambos os salários) na terra de Tio Sam. É o salve-se quem puder: vou numa boa, tô fora!

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br 

Indaiatuba

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IDELI E SEU PRÍNCIPE CONSORTE

Já não bastasse o PT ter de arranjar emprego para a ex-candidata derrotada e ex-ministra (nem sei de quais pastas) Ideli Salvatti, agora os direitos de "boquinha garantida" incluem também os príncipes consortes. Foi o caso do ilustre e brilhante tenente Figueiredo, que amealhou um emprego de mais de R$ 30 mil/mês, nos Estados Unidos, para não deixar sua companheira, Ideli, desprotegida naquele país estranho. Enquanto isso, nós, cidadãos brasileiros, temos de ouvir as lamúrias da presidente Dilma dizendo que não tem mais o que cortar e que o governo federal já fez sua parte para atingir o tão desejado equilíbrio fiscal, sobrando como única alternativa o aumento e a criação de impostos.

Luigi Petti pettirluigi@gmail.com 

São Paulo

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TOCANDO FLAUTA DOCE

Este segundo tenente músico do Exército brasileiro e marido de Ideli Salvatti só foi para a OEA em Washington (EUA) autorizado que foi pelo ministro da Defesa, pois deve ser exímio instrumentista na flauta doce. Só pode ser!

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 

Avanhandava

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CONHECIMENTO

A digníssima Ideli Salvatti, representante brasileira, saberia qual a função de assessora de Acesso a Direitos e Equidade da Organização dos Estados Americanos (OEA)?

  

Robert Haller robelisa1@terra.com.br 

São Paulo

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CANDIDATA

Ao receber minha certificação como mestre amadora, recebi a patente de 2.º tenente da reserva da Marinha brasileira, de que muito me orgulho. Indago quais cargos estariam disponíveis para mim com remuneração compatível à do tenente Figueiredo. Aceito no Brasil ou no exterior (exceto onde atua o Estado Islâmico).

Maria Julia Pacheco do Canto e Castro manaefelicia@gmail.com 

São Paulo

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'ASPONE' DE LUXO

Quando eu trabalhava em conhecida empresa de economia mista, nos tempos da ditadura, era a época dos assessores, a quem chamávamos "aspones", ou seja, assessor de p... nenhuma. Pelo visto a nomeação de "aspones" não era uma prática somente daquela época, mas um costume perpetuado pelos políticos. Não discuto o caso de Ideli Salvatti, pois seu cargo de "assessora de Acesso a Direitos e Equidade da OEA" parece tratar-se de criação da OEA. Já o de seu marido, subtenente músico, "ajudante administrativo e de Conferências da Junta Interamericana de Defesa", tem todo o jeitão de "asponagem". Normalmente, ajudante administrativo é cargo sem especialização, com salário em torno de dois ou no máximo três salários mínimos. Como o próprio Exército havia declarado que não dispunha de tal vaga, fica claro que o cargo foi criado especialmente para evitar a solidão de  Ideli, ou que ela financiasse a permanência do marido de seus próprios bolsos. Contratar mão de obra local também seria muito mais barato, mas, afinal, os petistas são socialistas e, então, por que não socializar com os contribuintes as despesas com o consorte? Esse é com sorte mesmo!  

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br 

São Paulo

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AJUSTE FISCAL?

O PAC, "Programa de Ajuda aos 'Cumpanheros'", continua sem cortes. O ajuste fiscal? Fica para as "zelites"!

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br 

São Caetano do Sul

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DESLIZE

 

Enquanto a casta política nada de braçadas, o povo brasileiro morre afogado. Invejáveis salários, mordomias e diversos penduricalhos fazem parte do elevado gasto político. Mesmo com a crise mostrando sua cara, em 20 de abril de 2015 Dilma sancionou a triplicação do recurso destinado ao Fundo Partidário, que passou de R$ 289,5 milhões para R$ 879,5 milhões. Podemos debitar na conta da presidente Dilma mais esse deslize, quando o Brasil carece de recursos para fechar o Orçamento e amenizar os precários serviços básicos (saúde, educação, segurança, infraestrutura...). Quem sabe Dilma não se arrepende e consegue retornar aos R$ 289,5 milhões? Será um começo de recuperação da combalida credibilidade da presidente e do PT perante o povão que trabalha e não é, de alguma forma, subvencionado.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br 

Vila Velha (ES)

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CURTO E GROSSO

Enquanto a presidente fizer "o diabo" para salvar o mandato e, portanto, a própria pele, todos nós estaremos sendo esfolados "diuturnamente" (e "noturnamente" também).

Eduardo A. Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com 

Campinas

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JOGO DE INTERESSES

 

Encontro recente ocorrido no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, serviu para jogar um balde de água fria na ala tucana que defende a cassação do mandato da presidente Dilma Rousseff (PT). Os governadores do PSDB decidiram se posicionar contra o processo, alegando que ainda inexistem provas que embasem qualquer possibilidade de impeachment. O encontro foi articulado pelo governador Geraldo Alckmin (SP), que quer garantir a sua vaga na disputa em 2018. Em resumo, o que vemos é um jogo de interesses. Enquanto isso, o Congresso Nacional mantém os vetos da presidente Dilma, vota a criação de novos impostos e o País continua em rota de colisão. Deplorável, para dizer o mínimo.

 

Willian Martins martins.willian@globo.com 

Guararema

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SOBREVIVEREMOS

É imprescindível e urgente levarmos o impeachment da presidente avante e a sério. Dizem que, se isso for feito, se instalará o caos. Mas o caos já está aqui, nas indústrias, nas lojas fechando as portas, na inflação a 9% ao ano, nos supermercados vazios. Substituímos a carne pelo frango, o frango pelo ovo, mas como pagar uma dúzia de ovos ou 1 kg de cebola a R$ 12,00? Ou a nossa Maria Antonieta tupiniquim vai nos dizer para comprarmos brioches? Nestes últimos 60 anos já tivemos seis presidentes com mandatos e posses interrompidas, e sobrevivemos a todos eles. Getúlio se matou e sobrevivemos. Acabamos com uma ditadura e sobrevivemos. Juscelino morreu num suspeito desastre e sobrevivemos. Tancredo, doente, não tomou posse, e sobrevivemos. Collor sofreu impeachment e sobrevivemos. Agora temos um país ladeira abaixo, com corrupção em todos os níveis do governo. No Executivo, uma presidente incapacitada para o alto cargo que exerce. Um Judiciário recheado de amiguinhos do poder que diuturnamente têm que pagar as faturas pelos vitalícios cargos conseguidos ou devem ser ameaçados, como é usual em sistemas de poder. E um Legislativo mutante ao soprar do vento no momento. Isso precisa mudar AGORA! Imaginemos termos mais 3 anos e 4 meses desse governo. 3 anos e 4 meses desse governo. 3 anos e 4 meses desse governo. A intenção deste governo petista sempre foi a instalação desse caos, porque no caos as pessoas só pensam em sobrevivência e não têm tempo para pensar. Vide Hitler, ditadores africanos, Coreia do Norte, Cuba e Venezuela, que levaram seus governados à fome e à mendicância. Temos de desinstalar esse sistema AGORA, não é amanhã ou na semana que vem ou na outra. 

Ruth Moreira ruthmoreira@uol.com.br 

São Paulo

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GREVE GERAL

Só a greve geral resolve, mas o brasileiro é tão bonzinho... Este governo corrupto dos petistas não é apoiado apenas pelos políticos de mesma laia. Ele não cai porque é apoiado - salvo exceções de praxe - pelos poderosos donos do dinheiro: banqueiros, empreiteiros, industriais, empresários, ruralistas, etc. Esses poderosos vivem fazendo acordos espúrios com o governo e políticos que lhes garantam bons negócios aqui e lá fora. Por isso, a única maneira de fazê-los passar para o nosso lado, o lado dos "coxinhas" classe média que pagam todas as contas, é pregarmos a greve geral, em dias de semana. Aí essa turma vai sentir no bolso e vai lutar de verdade pela extirpação da podridão. Mas, infelizmente, posso sentir todos os dias, nas redes sociais, reduto da classe média, que o brasileiro é passivo, inerte, apanha sem reagir, é um legítimo carneiro tosquiado que, no máximo, escreve uma ou duas linhas aqui fingindo indignação. Ir à luta mesmo, nem pensar, preferimos um bom filme... Afinal, temos nossa aposentadoria, nosso salário, nossa poupança, nosso quebra galho, nossa pensão do ex-marido, nosso cartão de crédito, não é mesmo?

 

Percy de M. C. Junior percy@clubedoscompositores.com.br 

Santos

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HÁ 61 ANOS

"Afastar-se, licenciar-se, renunciar são coisas que ocorrem em países democráticos, que têm ocorrido muitas vezes e muitas vezes sido remédio para solução de problemas políticos sem remédio. Há nisso, muitas vezes um coração cansado, um cérebro desencantado, uma alma fatigada por experiências negativas." Discurso de Afonso Arinos na Câmara dos Deputados, em 1954, até parece que diz respeito à situação atual.

Ana Cristina Pinto 08anacristina@gmail.com

São Paulo

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NO RADAR

É só falar que está no radar o impeachment ou a renúncia que o dólar cai instantaneamente, não precisa de leilão ou de outras manobras que só trazem prejuízos aos cofres públicos.

Valdir Sayeg valdirsayeg@uol.com.br 

São Paulo

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PENSANDO BEM...

Torci e sofri pelo impeachment até ontem. Tá difícil. Nem acredito mais no Tribunal de Contas da União (TCU) nem no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A oposição e Cunha esfriaram. Ela vai ficar... Mas esta semana André Vargas foi condenado e Stédile foi hostilizado em Fortaleza. A Nação está reagindo. A voz rouca das ruas está falando. Pensando bem, o impeachment encerraria a obrigação de Dilma consertar o País e facilitaria para Lula se safar da responsabilidade culpando só ela. Como ela é teimosa, e não renuncia, eles vão carregar o peso do fracasso até o fim. Eles merecem. Pensando bem, quanto mais tentarem consertar o estrago, mais desagradarão exatamente à população que sempre os apoiou. É uma grande oportunidade para o amadurecimento do eleitor e uma esperança para melhor escolha da próxima vez. Ora, viva! Pensando bem... fica Dilma!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br 

São Paulo 

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POR QUE IMPEACHMENT NÃO

Mesmo nunca tendo votado em qualquer político do PT, sou contra o impeachment da presidente.  Explico por que: tão logo a presidente seja defenestrada, o PT, capitaneado pelo ex-presidente Lula, passará a ser uma oposição barulhenta, raivosa, destrutiva; contra toda e qualquer medida concreta e viável, buscando tentar minorar a situação calamitosa em que o Brasil se encontra; esquecendo-se completamente de quem foram os responsáveis, pelos últimos 13 anos de uma "herança bendita". O carbonário Luiz Ignácio Lula da Silva vestirá sua antiga armadura de agitador profissional e colocará na rua os seus famigerados exércitos do MST, MTST e demais emes qualquer coisa. Sabemos perfeitamente que, para enfrentar a gravíssima situação em que nos encontramos, serão necessários remédios e medidas amargas e completamente impopulares, que serão alvos fáceis para os demagogos, agitadores e aproveitadores de plantão. Assim será fácil avaliar que o País se tornará praticamente ingovernável. Passados os três anos de baderna, que, fatalmente, nos transformarão em mais uma republiqueta bolivariana, aproveitando-se da nossa conhecida e tradicional falta de memória, imaginem quem surgirá no horizonte, nos braços do povo, como o novo messias, que nos conduzirá ao paraíso de um Brasil justo e igualitário, onde todos serão felizes para sempre. 

Luiz Antônio Alves de Souza  zam@uol.com.br 

São Paulo 

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SAÍDAS DA CRISE

Para sair da crise econômica e política, algumas providências terão de ser tomadas: 1) impeachment de Dilma ou renúncia (substituição pelo vice por 90 dias) e convocar novas eleições. 2) Afastamento do presidente da Câmara e o do Senado, pois têm rabo preso com o petrolão. 3) Substituição destes por pessoas ilibadas (aplicar a Lei da Ficha Limpa). 4) Substituição do presidente do Banco Central, que já mostrou que não se afina com o momento. 5) Substituição de alguns ministros incompetentes. 6) Baixa dos juros, incompatíveis com o País. 7) Cobrar dos países "muy amigos" os juros e o valor total da dívida que têm com o Brasil. 8) Alterar o Bolsa Família quanto ao prazo do benefício - no máximo dois anos para cada família. 9) Terminar com a bolsa-prisão (absurdamente inventada pelo PT). 10) Acabar com os benefícios dos sindicatos. 11) Diminuir o valor do repasse aos partidos políticos. 12) Acabar com o Mais Médicos. Tem mais, mas por enquanto já é o suficiente. 

Maria José da Fonseca fonsecamj@ig.com.br 

São Paulo

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INSENSÍVEL

Dilma Rousseff é insensível por não admitir que sua permanência na Presidência só tem trazido sustos e incertezas para nossa economia, o que vai, em efeito cascata, piorando todos os índices trazidos a nosso conhecimento: inflação, PIB, dólar, desemprego e, consequentemente, piora nos índices sociais. É verdade que sua renúncia ou seu impeachment por si sós não resolverão todos os problemas. Mas um resolverá, sim, e este é o ponto de partida para o esboço de uma reação: a volta da confiança! Ninguém aposta mais em Dilma. Um novo condutor do País pode dar a estabilidade de que o mercado precisa. O que lhe falta para que entenda isso? Somente humildade?

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br 

São Paulo

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SOLUÇÃO FINAL

O que sobrou para a "presidente" Dilma? Só escombros. Para o povo brasileiro, só dificuldades. Com ela não haverá soluções.

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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A CULPA É NOSSA

Não adianta pleitearmos que a presidente renuncie ou sofra qualquer impeachment. O fato é que ninguém, nenhum político, nem vice-presidente, nem presidente da Câmara ou qualquer um, está querendo assumir o legado que ela está deixando. Primeiro, porque lhes falta capacidade; segundo, porque ninguém vai assumir uma lojinha de R$ 1,99 falida; e terceiro, porque eles não vão tomar conta de um país falido, quando podem gastar o dinheiro do País de outro modo e sem nenhuma responsabilidade. E nós, brasileiros honestos, assistimos a tudo isso e ficamos esperando o País ruir cada vez mais. Mas, como não temos vergonha na cara, na próxima eleição, votamos nesta turma novamente. Convenhamos, a culpa é nossa, só nossa.

 

Jose Pedro Vilardi vilardijp@ig.com.br 

São Paulo

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PIOR IMPOSSÍVEL

Vejo o movimento "sai Dilma" com muita preocupação. E por quê? Vejam, pela ordem, quem a substituiria. Michel Temer, Eduardo Cunha, Renan Calheiros e Ricardo Lewandowski. Só nulidades. Uma tsunami faria estragos menores. Pior, impossível. É melhor rezar.

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com 

Rio de Janeiro

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NINGUÉM QUER

Nós estamos numa situação periclitante econômica, social e moralmente em consequência desta incompetência administrativa do PT e, o pior, ainda enfrentamos essa indefinição de se haverá ou não o impedimento da nossa presidente. E por que essa indefinição, se o próprio ex-presidente está "doido" para entregar este pepino Brasil para poder acusar a oposição de "golpe" e tentar reaparecer como salvador da Pátria? Essa indefinição é porque ninguém quer assumir o País nessa situação. Temer sabe que, se ele assumir agora, vai enterrar a sua carreira política, pois não tem condições de tomar medidas radicais para pôr a casa em dia. Ou vocês acham que Eduardo Cunha e Renan Calheiros, por serem do PMDB, vão ser patriotas suficientes para apoiá-lo nas medidas que precisam ser tomadas para consertar o País? Nessa situação, que está a exigir sacrifício de todos os brasileiros, os Três Poderes mostraram algum sinal que servisse de exemplo para poder ter a moral para pedir esse sacrifício? Se essa situação perdurar mais um pouco, teremos de pedir socorro aos militares. Tenho 72 anos, presenciei muitos governos e começo a achar que sem uma alternância de poder com muita força moral o nosso futuro é muito sombrio.

 

Jorge Miyazaki miyazakijorge@uol.com.br

São Paulo

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LIBERDADE AINDA QUE TARDIA

O impeachment de Dilma é a única tábua de salvação do PT. O lulopetismo está acuado pelos desmandos e pelas falcatruas descobertas, tenta manter seu exército de "aspones" e sanguessugas do erário. Sabe que as eleições de 2016 são fundamentais para sustentar suas bases e manter pelo menos um mínimo de poder. Procura escapar das garras da Justiça pelos "malfeitos". Conta, pois, com o impeachment de Dilma para sair das cordas e voltar à oposição. O PT como governo não vale um tostão furado, mas como oposição é sem dúvida a melhor que existe, basta ver que conseguem fazer oposição a eles mesmos. Assim, pelo bem de todos, o impeachment tem de se arrastar até as eleições de 2016, quando, então, o povo brasileiro se verá livre de uma ditadura. Suor e lágrimas serão cobrados dos brasileiros até lá. "Libertade ainda que tardia."

Nelio Esquerdo nelioesquerdo@terra.com.br 

São Paulo

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CREDIBILIDADE ZERO

 

Em qualquer ambiente humano, político ou profissional, nenhuma estrutura funciona se não houver credibilidade de quem atua. Assistimos no Brasil, talvez a sua maior crise moral e de credibilidade afetando o ambiente interno nacional e a comunidade internacional com as sucessivas baixas de graduação positiva do País, que destroçam nossa evolução como Nação potencial que é. O governo petista, considerando, inclusive, o antecessor da atual presidente, sempre mascarou e mentiu, sem contar a prepotência, o cinismo, a incompetência e os desperdícios com seu aparelhamento ideológico mais do que superado. Esse grupo conseguiu desfazer os ganhos anteriores como País sério, atrasou sua inserção no concerto mundial e compromete absolutamente nosso futuro de curto prazo. Repito: sem credibilidade por tantas mazelas e esquemas sórdidos, nos levaram literalmente "à lona". Para complementar a lambança imperdoável, temos o Poder Legislativo, Câmara e Senado, e o Executivo comprometidos com ações criminais que inundam nossos tribunais e nos matam de vergonha. Pobre País, que era nosso e, agora, é deles.

 

João Batista Pazinato Neto pazinato51@Hotmail.com 

Barueri

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NÃO É GOLPE

Se a maioria silenciosa não abrir os olhos, se não sair da letargia e defender a verdadeira democracia, o que este governo corrupto vai nos impor será uma ditadura, a exemplo do que ocorre na Venezuela, onde não há oposição, não se pode pensar nem falar. Quando uma maioria ordeira fica calada, uma minoria desordeira se agiganta e, criminosamente, "faz o diabo" para se perpetuar no poder, mesmo que seja à custa de atos criminosos, para garantir os seus próprios interesses. Nossa Constituição prevê o impeachment, portanto não é golpe. Dilma procura enganar os incautos, mentindo, como sempre faz.

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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LULA E O IMPEACHMENT

Esteve o ex-presidente Lula visitando Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, com a finalidade de pedir o não encaminhamento dos 17 pedidos de impeachment contra a presidente da República, Dilma Rousseff. Sabe ele que, admitido o processamento de um deles, especialmente o de autoria dos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior, a voz das ruas acabaria por derrubar dona Dilma e, é claro, obstaria totalmente a sua candidatura em 2018. Então, atuou por si, e não por dona Dilma. Agora, todos os atores estão sob os olhares do povo deste país, estando, ainda, os partidos de oposição prontos a efetuarem recurso para o plenário da Câmara, caso o presidente resolva arquivar ou não encaminhar os pedidos de impeachment.

José C. de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br 

Rio Claro

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LULA E DILMA

Na tristeza e na desgraça, até que o impeachment nos separe...

Silvio Leis  silvioleis@hotmail.com 

São Paulo

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VOTO FACULTATIVO

Pouca coisa vai mudar neste país se não mudarmos o processo eleitoral. Enquanto o voto for obrigatório, haverá milhões de eleitores desinteressados, ingênuos ou não, à disposição das propagandas enganosas e dos favorzinhos dos políticos malandros que infestam hoje nossas câmaras. Acredito que a maioria que votou apenas por obrigação nem sabe mais em quem votou e muito menos tem alguma relação de vigilância ou cobrança com os políticos que elegeu. É revoltante imaginar que seu voto espontâneo, pesquisado e analisado, pode ser inutilizado pelo de alguém que pegou um santinho do chão ou o trocou por uma cesta. Se o voto fosse facultativo, não estaríamos nessa situação. Por que será que os políticos temem tanto o voto consciente?

João Carlos A. Melo jca.melo@yahoo.com.br 

São Paulo

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A SITUAÇÃO ECONÔMICA CONTINUA GRAVE

 

Apesar da preservação dos 26 vetos presidenciais pelo Congresso Nacional na última semana, e do adiamento dos mais importantes, como o aumento de até 78% a servidores do Judiciário e os reajustes dos aposentados que ganham mais de um salário mínimo, a situação econômica continua muito grave. Outro ponto importante alertado pelos economistas é que não é somente o déficit orçamentário previsto para 2016 que preocupa, mas também para fechar as contas de 2015 (não valem mais as pedaladas fiscais), pois o governo federal depende de leilões de hidrelétricas, da abertura de capital da Caixa Seguradora, da CEF, da venda de parte da distribuidora da Petrobrás e por aí vai. Qualquer semelhança do governo perdulário da presidente Dilma com a administração da maioria dos clubes brasileiros de futebol é mera coincidência.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com 

Campinas 

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RISCO DILMA

Não há como negar o que a recente alta da cotação do dólar está evidenciando: aquele risco Lula de 2002 era menor do que o risco Dilma de 2015.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 

Rio de Janeiro   

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RECUPERAÇÃO

A recuperação do nosso país virá quando a percepção da nossa população for da certeza de que a justiça vale para todos. Para isso, o fundamental é colocar Lula atrás das grades e derrubar Dilma Rousseff. Feito isso, o humor do nosso país muda para o otimismo e tudo melhorará.

Danilo Spinola Muniz danilo.muniz@brudden.com.br 

Pompéia

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PETROLÃO, PIZZA FATIADA

Será carta marcada? Por que, então, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu fatiar inquéritos, reduzindo o poder do juiz Sérgio Moro, nas investigações da Operação Lava-Jato? E nestas estranhas circunstâncias a beneficiada é exatamente uma senadora do PT, Gleisi Hoffmann, suspeita de fraude no Ministério do Planejamento. Quem vai cuidar deste caso da senadora no STF é um ex-advogado do PT, o ministro Dias Toffoli, que tudo fez durante o julgamento do mensalão para reduzir as penas dos réus petistas. O temor da nossa sociedade, que está cansada de tanta impunidade neste país, é de que nesta onda surpreendente de fatiamento judicial do petrolão, que infelizmente se inicia, muitos outros camaradas e aliados vis também sejam beneficiados e julgados em outras instâncias que não seja a do implacável juiz Sérgio Moro, no Paraná. Não é demais lembrar que no julgamento do mensalão, com exceção do réu Marcos Valério, que pegou uma pena alta, a maioria dos outros condenados, digamos assim, passou pequenas férias na cadeia da Papuda. Será que o petrolão também não terá o mesmo ingrediente da grande pizzaria do mensalão?

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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TRISTE EPÍLOGO

Estava demorando. Começou o fim da Operação Lava Jato. O STF decidiu desvincular da Operação Lava Jato a senadora Gleisi Hoffmann. Os ministros concluíram que os supostos desvios de dinheiro de contratos intermediados pelo Ministério do Planejamento, pelos quais a senadora está sendo investigada, não têm relação com o esquema de corrupção na Petrobrás. O processo de investigação continuará no STF, mas não com o relator da Lava Jato. Decidiram, ainda, que suspeitos de participarem do mesmo esquema sem direito a foro especial terão seus inquéritos abertos na Justiça de São Paulo. Isso abre um precedente perigoso. Descentraliza a Operação Lava Jato do juiz Sérgio Moro e não há garantia de que em outro foro haverá a mesma sequência do foro de Curitiba. O País está diante de uma organização criminosa que envergonha a Nação e, com essa decisão, tudo caminha para um triste epílogo.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 

Rio de Janeiro

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LAVA JATO

Em time que está ganhando não se mexe? No Brasil se mexe, sim.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 

Monte Santo de Minas (MG)

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VERGONHA

A cada dia que passa nos envergonhamos mais com a Justiça brasileira, parcial, injusta e conivente. Basta ver a votação no Supremo Tribunal Federal (STF) que resultou na aprovação do fatiamento da Operação Lava Jato e reduziu o controle do juiz Sérgio Moro sobre o caso. Seu resultado foi 8 votos a favor, 2 contra e 1 ausência.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 

São Paulo

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JUSTIÇA MALTRATADA

O maquiavélico fatiamento da Lava Jato coloca em embate jurídico o rasteiro, caquético, pusilânime, embolorado, decadente e politiqueiro Supremo Tribunal Federal (STF), contra os jovens e combativos policiais federais, juízes e procuradores da República que atenderam, por meio de sua árdua luta contra a corrupção que assola e depaupera o Brasil, a seguinte conclamação do jurista uruguaio Eduardo Juan Couture: "Teu dever é lutar pelo direito; porém, quando encontrares o direito em conflito com a justiça, luta pela justiça". O STF deveria ser enquadrado na "Lei Maria da Penha", pelo atroz e rotineiro espancamento da deusa Têmis, que simboliza a justiça.

 

Túllio M. Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com 

Belo Horizonte

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RÉQUIEM PARA A LAVA JATO

Não temos mais Lava Jato. Temos, agora, Vala-a-Jato. 

Werly da Gama dos Santos gama_eamsc@yahoo.com.br

ECONOMIA LULOPETISTA

Menos 1 milhão de vagas

O Brasil perdeu 1 milhão de postos de trabalho nos últimos 12 meses. É o resultado trágico da política econômica desastrosa adotada pela incompetente presidente Dilma Rousseff (PT). Juros altos, taxa Selic nas alturas e bilhões de dólares torrados para fazer a festa de banqueiros e rentistas. Como tudo tem consequências e não existe almoço grátis, o governo federal pôs o País na crise, com desemprego, redução da atividade econômica e nefastos reflexos na área social e na vida das pessoas.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

Culpados

Quem são os culpados pela situação econômica por que passa o País? Lula, que indicou um poste para presidente. O poste Dilma, indicado por Lula. O poste que indicou o Guido Mantega para o Ministério da Fazenda. O ministro que indicou o secretário Arno Augustin. Para piorar, o poste foi buscar para ministro do Planejamento o tal Nelson Barbosa, que fez parte do malfadado ministério do “professor” Mantega. E para terminar, esse partido corrupto, do qual vários participantes estão presos.

HANS DIETER GRANDBERG

h.d.grandberg@terra.com.b

Guarujá

Crise de confiança

A crise nos EUA foi superada porque o presidente retribuiu a confiança da população e hoje a projeção revista do PIB anual já aponta para 3,9%. Enquanto isso, aqui, no Brasil, o sacrifício (em impostos) gera mais gasto público e números pífios de crescimento. Será que temos um país sério?

RICARDO C. SIQUEIRA

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

Pingos nos is

Com o dólar a mais de R$ 4, não resta mais nenhuma dúvida sobre quem transferiu e quem herdou a “herança maldita”. Para aqueles que ainda não entendem, precisam de um desenho?

ELY WEINSTEIN

elyw@terra.com.br

São Paulo

O dólar disparou? Não, o dólar tem cor, é verde; o que disparou foi o real, e para o vermelho, a mesma cor do edifício-sede de um partideco situado à Rua Silveira Martins, em São Paulo - aliás, graças a Deus!, pertinho da Igreja da Boa Morte...

PEDRO DE ALCANTARA AZEVEDO

ivone@azevedonegocios.com.br

São Paulo

Situação calamitosa

Está cada vez mais angustiante acompanhar o noticiário sobre o País. A situação é tão calamitosa que até aqueles US$ 10 milhões que o Lula, para fins propagandísticos, pagou aos russos para o astronauta de Bauru ir passear no espaço estão hoje fazendo falta. E onde estão aqueles verdadeiros sábios do PT dos tempos em que o partido era oposição? Pelo menos serviriam para aconselhar a guerrilheira presidenta a renunciar e deixar o Brasil respirar.

EUCLIDES ROSSIGNOLI

euclidesrossignoli@gmail.com

Avaré

Seria de grande valia se a presidente Dilma fizesse um tour de cobrança, pois é do conhecimento geral que essa senhora fez farta distribuição de bilhões de dólares a diversos países.

IVAN BERTAZZO

bertazzo@nusa.com.br 

São Paulo

DEMOCRACIA

Brasileiro não acredita

Pesquisa revela que mais de 80% dos brasileiros não acreditam na democracia e o analista, candidamente, atribui o descrédito à economia ruim. Num país onde a população é jungida como gado e empurrada, sob variadas ameaças, às urnas eletrônicas, alvo das maiores suspeitas, guardadas por juízes indicados pelo partido que almeja a eternidade no poder e que rejeitam qualquer denúncia de irregularidade, atribuindo a esse artefato a capacidade única no mundo de ser inviolável, só desconfia da democracia quando seu bolso é tungado impiedosamente? Impressionante a falta de visão de todos os países e empresas sérias preocupados com o sigilo de seus dados, que não fazem fila na porta do produtor desse software que consegue tal prodígio. Todo sistema é falho, palavra de qualquer entendido em informática, menos nossa urna eletrônica, que não permite recontagem dos votos. A população é obrigada a votar em pessoas escolhidas pelos partidos que melhor atendam a seus interesses, e não aos do eleitor; partidos sem programa e sem outros objetivos que não atacar os cofres públicos via Fundo Partidário, emendas parlamentares e privilégios. Além disso, o povo tem o dissabor de votar em quem confia e eleger alguém que abomina; e de ver sempre as mesmas caras envolvidas nos mesmos escândalos por décadas se apresentando como cidadãos ínclitos, sem nunca largar o osso e transferindo-o a seus rebentos, mantendo dinastias de cupins do erário. Depois de todas essas manobras sujas, o povo ainda é acusado de não saber votar e ter elegido uma comandanta incompetenta e absolutamente desconhecedora do básico de suas funções, que levou a nau Brasil para os escolhos, apesar de ter sido covardemente enganado e manipulado com a ajuda de seu próprio dinheiro, que pagou mensalões, eletrolões e petrolões. E a mesma farsante é a que mais exaure a palavra democracia, destruindo todo o seu sentido, como forma de se manter encastelada no mundo da fantasia mantido por todos nós. Isso que nos apresentam como democracia é apenas um arremedo, uma palavra usada para nos manter calados como ovelhas, tosquiadas e eventualmente saboreadas pela nobreza que sustentamos em berço de ouro. Essa “democracia” tão decantada foi derrubada na Inglaterra pela Magna Carta e na França pela Revolução, mas no Brasil nos é empurrada goela abaixo. Ofereçam-nos uma democracia verdadeira e acreditaremos nela.

LIZETE GALVES MATURANA

lizetegalvesmaturana@yahoo.com.br

Jundiaí

PRIMEIRAS CHUVAS

Primeiros problemas

Sexta de manhã caiu meia dúzia de pingos e os semáforos da esquina da Av. Faria Lima com a Rua dos Pinheiros pararam de funcionar. Ao que me lembre, a Prefeitura de Haddad disse que seriam reformados. À noite tive de voltar pedalando para casa em etapas, porque caiu uma chuva mais forte e ruas e avenidas viraram rios, depois de parada a chuva continuaram lagos, ambos intransponíveis em bicicleta. Não faz muito vi limpeza de bueiros, que pelo jeito não tem sido suficiente. Não se veem mais lixeiras espalhadas pelas ruas. A coleta de lixo e a varrição visivelmente baixaram de qualidade e a cidade nunca esteve tão suja. Nesta situação, limpar bueiros é enxugar gelo. Em suma: se chover, fique em casa.

ARTURO CONDOMI ALCORTA

arturoalcorta@uol.com.br 

São Paulo

“Do jeito que as coisas andam, vou comprar o peru de Natal com nota de 200 reais”

FELIPE DA SILVA PRADO / SÃO PAULO, SOBRE O ESTADO 

DA ECONOMIA LULOPETISTA

felipeprado39@gmail.com

“FHC disse que Dilma está vendendo a alma ao diabo para governar. Esqueceu-se de dizer o nome do diabo: Lulla”

JOSÉ EDUARDO VICTOR / JAÚ, SOBRE AS NEGOCIATAS ANTI-IMPEACHMENT

victorjoseeduardo@gmail.com

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

DESCONFORTO? 

Que "apito" é este que vai tocar o segundo-tenente músico do Exército Jeferson da Silva Figueiredo, marido da ex-ministra, "ex-isso, ex-aquilo" Ideli Salvatti, atual assessora de Acesso a Direitos e Equidade da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington (EUA), para faturar mensalmente US$ 7,4 mil (R$ 30 mil), além de uma ajudinha de custo de R$ 40 mil para sua ida aos EUA. Para quem não leu a notícia ("Estado", 25/9, A6), o militar ganhou de presente o cargo de ajudante na Subsecretaria de Serviços Administrativos, na OEA, onde exercerá funções administrativas, o que causou desconforto na própria OEA, no Itamaraty e entre militares. Cargo ganho no grito pela "ex-isso, ex-aquilo", assinado pelo ministro da Defesa, Jaques Wagner, com uma incrível coincidência: a nomeação se deu antes do anúncio do corte no Orçamento com "severas restrições de gastos púbicos". Se essa nomeação causou desconforto nos órgãos competentes, calculem em nós, brasileiros, que vamos arcar com mais este salário. E, se ouve esse incômodo, é porque existe algo de errado no reino da Babilônia. Que novidade! 

         

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com 

Jundiaí 

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MÉRITO

 

Ganha um presente quem acertar porque o sr. Jeferson da Silva Figueiredo (músico do Exército) foi nomeado ajudante da Subsecretaria de Serviços Administrativos e de conferência na junta interamericana de defesa nos Estados Unidos, com salário mensal de R$ 30 mil mais ajuda de custo de R$ 40 mil. A nomeação foi por merecimento ou por ele ser casado com a sra. Ideli Salvatti?

 

Jorge Eduardo Nudel jorgenudel@Hotmail.com

São Paulo

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IDELI ESTÁ SALVA

O governo sabe o que é meritocracia? Qual a formação requerida para representar o Brasil na OEA? Conhecer partitura musical? Esqueçam  o estudo sério, doutorados, teses, publicação de livros e trabalhos! O importante são as redes sociais! Quem indica quem...

Sonia Meyerhof Ungar soniaungar@gmail.com 

São Paulo

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SALVE-SE QUEM PUDER

Ideli Salvatti, no caso da indicação de seu marido para um cargo na OEA, dá mostra do pragmatismo petista. No auge da confusão armada por sua chefe maior, enquanto milhares de brasileiros estão desempregados e buscando recolocação com dificuldade, ela e o marido se mandam na base do "QI" para viver  uma vida de elite (somados ambos os salários) na terra de Tio Sam. É o salve-se quem puder: vou numa boa, tô fora!

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br 

Indaiatuba

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IDELI E SEU PRÍNCIPE CONSORTE

Já não bastasse o PT ter de arranjar emprego para a ex-candidata derrotada e ex-ministra (nem sei de quais pastas) Ideli Salvatti, agora os direitos de "boquinha garantida" incluem também os príncipes consortes. Foi o caso do ilustre e brilhante tenente Figueiredo, que amealhou um emprego de mais de R$ 30 mil/mês, nos Estados Unidos, para não deixar sua companheira, Ideli, desprotegida naquele país estranho. Enquanto isso, nós, cidadãos brasileiros, temos de ouvir as lamúrias da presidente Dilma dizendo que não tem mais o que cortar e que o governo federal já fez sua parte para atingir o tão desejado equilíbrio fiscal, sobrando como única alternativa o aumento e a criação de impostos.

Luigi Petti pettirluigi@gmail.com 

São Paulo

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TOCANDO FLAUTA DOCE

Este segundo tenente músico do Exército brasileiro e marido de Ideli Salvatti só foi para a OEA em Washington (EUA) autorizado que foi pelo ministro da Defesa, pois deve ser exímio instrumentista na flauta doce. Só pode ser!

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 

Avanhandava

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CONHECIMENTO

A digníssima Ideli Salvatti, representante brasileira, saberia qual a função de assessora de Acesso a Direitos e Equidade da Organização dos Estados Americanos (OEA)?

  

Robert Haller robelisa1@terra.com.br 

São Paulo

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CANDIDATA

Ao receber minha certificação como mestre amadora, recebi a patente de 2.º tenente da reserva da Marinha brasileira, de que muito me orgulho. Indago quais cargos estariam disponíveis para mim com remuneração compatível à do tenente Figueiredo. Aceito no Brasil ou no exterior (exceto onde atua o Estado Islâmico).

Maria Julia Pacheco do Canto e Castro manaefelicia@gmail.com 

São Paulo

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'ASPONE' DE LUXO

Quando eu trabalhava em conhecida empresa de economia mista, nos tempos da ditadura, era a época dos assessores, a quem chamávamos "aspones", ou seja, assessor de p... nenhuma. Pelo visto a nomeação de "aspones" não era uma prática somente daquela época, mas um costume perpetuado pelos políticos. Não discuto o caso de Ideli Salvatti, pois seu cargo de "assessora de Acesso a Direitos e Equidade da OEA" parece tratar-se de criação da OEA. Já o de seu marido, subtenente músico, "ajudante administrativo e de Conferências da Junta Interamericana de Defesa", tem todo o jeitão de "asponagem". Normalmente, ajudante administrativo é cargo sem especialização, com salário em torno de dois ou no máximo três salários mínimos. Como o próprio Exército havia declarado que não dispunha de tal vaga, fica claro que o cargo foi criado especialmente para evitar a solidão de  Ideli, ou que ela financiasse a permanência do marido de seus próprios bolsos. Contratar mão de obra local também seria muito mais barato, mas, afinal, os petistas são socialistas e, então, por que não socializar com os contribuintes as despesas com o consorte? Esse é com sorte mesmo!  

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br 

São Paulo

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AJUSTE FISCAL?

O PAC, "Programa de Ajuda aos 'Cumpanheros'", continua sem cortes. O ajuste fiscal? Fica para as "zelites"!

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br 

São Caetano do Sul

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DESLIZE

 

Enquanto a casta política nada de braçadas, o povo brasileiro morre afogado. Invejáveis salários, mordomias e diversos penduricalhos fazem parte do elevado gasto político. Mesmo com a crise mostrando sua cara, em 20 de abril de 2015 Dilma sancionou a triplicação do recurso destinado ao Fundo Partidário, que passou de R$ 289,5 milhões para R$ 879,5 milhões. Podemos debitar na conta da presidente Dilma mais esse deslize, quando o Brasil carece de recursos para fechar o Orçamento e amenizar os precários serviços básicos (saúde, educação, segurança, infraestrutura...). Quem sabe Dilma não se arrepende e consegue retornar aos R$ 289,5 milhões? Será um começo de recuperação da combalida credibilidade da presidente e do PT perante o povão que trabalha e não é, de alguma forma, subvencionado.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br 

Vila Velha (ES)

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CURTO E GROSSO

Enquanto a presidente fizer "o diabo" para salvar o mandato e, portanto, a própria pele, todos nós estaremos sendo esfolados "diuturnamente" (e "noturnamente" também).

Eduardo A. Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com 

Campinas

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JOGO DE INTERESSES

 

Encontro recente ocorrido no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, serviu para jogar um balde de água fria na ala tucana que defende a cassação do mandato da presidente Dilma Rousseff (PT). Os governadores do PSDB decidiram se posicionar contra o processo, alegando que ainda inexistem provas que embasem qualquer possibilidade de impeachment. O encontro foi articulado pelo governador Geraldo Alckmin (SP), que quer garantir a sua vaga na disputa em 2018. Em resumo, o que vemos é um jogo de interesses. Enquanto isso, o Congresso Nacional mantém os vetos da presidente Dilma, vota a criação de novos impostos e o País continua em rota de colisão. Deplorável, para dizer o mínimo.

 

Willian Martins martins.willian@globo.com 

Guararema

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SOBREVIVEREMOS

É imprescindível e urgente levarmos o impeachment da presidente avante e a sério. Dizem que, se isso for feito, se instalará o caos. Mas o caos já está aqui, nas indústrias, nas lojas fechando as portas, na inflação a 9% ao ano, nos supermercados vazios. Substituímos a carne pelo frango, o frango pelo ovo, mas como pagar uma dúzia de ovos ou 1 kg de cebola a R$ 12,00? Ou a nossa Maria Antonieta tupiniquim vai nos dizer para comprarmos brioches? Nestes últimos 60 anos já tivemos seis presidentes com mandatos e posses interrompidas, e sobrevivemos a todos eles. Getúlio se matou e sobrevivemos. Acabamos com uma ditadura e sobrevivemos. Juscelino morreu num suspeito desastre e sobrevivemos. Tancredo, doente, não tomou posse, e sobrevivemos. Collor sofreu impeachment e sobrevivemos. Agora temos um país ladeira abaixo, com corrupção em todos os níveis do governo. No Executivo, uma presidente incapacitada para o alto cargo que exerce. Um Judiciário recheado de amiguinhos do poder que diuturnamente têm que pagar as faturas pelos vitalícios cargos conseguidos ou devem ser ameaçados, como é usual em sistemas de poder. E um Legislativo mutante ao soprar do vento no momento. Isso precisa mudar AGORA! Imaginemos termos mais 3 anos e 4 meses desse governo. 3 anos e 4 meses desse governo. 3 anos e 4 meses desse governo. A intenção deste governo petista sempre foi a instalação desse caos, porque no caos as pessoas só pensam em sobrevivência e não têm tempo para pensar. Vide Hitler, ditadores africanos, Coreia do Norte, Cuba e Venezuela, que levaram seus governados à fome e à mendicância. Temos de desinstalar esse sistema AGORA, não é amanhã ou na semana que vem ou na outra. 

Ruth Moreira ruthmoreira@uol.com.br 

São Paulo

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GREVE GERAL

Só a greve geral resolve, mas o brasileiro é tão bonzinho... Este governo corrupto dos petistas não é apoiado apenas pelos políticos de mesma laia. Ele não cai porque é apoiado - salvo exceções de praxe - pelos poderosos donos do dinheiro: banqueiros, empreiteiros, industriais, empresários, ruralistas, etc. Esses poderosos vivem fazendo acordos espúrios com o governo e políticos que lhes garantam bons negócios aqui e lá fora. Por isso, a única maneira de fazê-los passar para o nosso lado, o lado dos "coxinhas" classe média que pagam todas as contas, é pregarmos a greve geral, em dias de semana. Aí essa turma vai sentir no bolso e vai lutar de verdade pela extirpação da podridão. Mas, infelizmente, posso sentir todos os dias, nas redes sociais, reduto da classe média, que o brasileiro é passivo, inerte, apanha sem reagir, é um legítimo carneiro tosquiado que, no máximo, escreve uma ou duas linhas aqui fingindo indignação. Ir à luta mesmo, nem pensar, preferimos um bom filme... Afinal, temos nossa aposentadoria, nosso salário, nossa poupança, nosso quebra galho, nossa pensão do ex-marido, nosso cartão de crédito, não é mesmo?

 

Percy de M. C. Junior percy@clubedoscompositores.com.br 

Santos

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HÁ 61 ANOS

"Afastar-se, licenciar-se, renunciar são coisas que ocorrem em países democráticos, que têm ocorrido muitas vezes e muitas vezes sido remédio para solução de problemas políticos sem remédio. Há nisso, muitas vezes um coração cansado, um cérebro desencantado, uma alma fatigada por experiências negativas." Discurso de Afonso Arinos na Câmara dos Deputados, em 1954, até parece que diz respeito à situação atual.

Ana Cristina Pinto 08anacristina@gmail.com

São Paulo

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NO RADAR

É só falar que está no radar o impeachment ou a renúncia que o dólar cai instantaneamente, não precisa de leilão ou de outras manobras que só trazem prejuízos aos cofres públicos.

Valdir Sayeg valdirsayeg@uol.com.br 

São Paulo

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PENSANDO BEM...

Torci e sofri pelo impeachment até ontem. Tá difícil. Nem acredito mais no Tribunal de Contas da União (TCU) nem no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A oposição e Cunha esfriaram. Ela vai ficar... Mas esta semana André Vargas foi condenado e Stédile foi hostilizado em Fortaleza. A Nação está reagindo. A voz rouca das ruas está falando. Pensando bem, o impeachment encerraria a obrigação de Dilma consertar o País e facilitaria para Lula se safar da responsabilidade culpando só ela. Como ela é teimosa, e não renuncia, eles vão carregar o peso do fracasso até o fim. Eles merecem. Pensando bem, quanto mais tentarem consertar o estrago, mais desagradarão exatamente à população que sempre os apoiou. É uma grande oportunidade para o amadurecimento do eleitor e uma esperança para melhor escolha da próxima vez. Ora, viva! Pensando bem... fica Dilma!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br 

São Paulo 

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POR QUE IMPEACHMENT NÃO

Mesmo nunca tendo votado em qualquer político do PT, sou contra o impeachment da presidente.  Explico por que: tão logo a presidente seja defenestrada, o PT, capitaneado pelo ex-presidente Lula, passará a ser uma oposição barulhenta, raivosa, destrutiva; contra toda e qualquer medida concreta e viável, buscando tentar minorar a situação calamitosa em que o Brasil se encontra; esquecendo-se completamente de quem foram os responsáveis, pelos últimos 13 anos de uma "herança bendita". O carbonário Luiz Ignácio Lula da Silva vestirá sua antiga armadura de agitador profissional e colocará na rua os seus famigerados exércitos do MST, MTST e demais emes qualquer coisa. Sabemos perfeitamente que, para enfrentar a gravíssima situação em que nos encontramos, serão necessários remédios e medidas amargas e completamente impopulares, que serão alvos fáceis para os demagogos, agitadores e aproveitadores de plantão. Assim será fácil avaliar que o País se tornará praticamente ingovernável. Passados os três anos de baderna, que, fatalmente, nos transformarão em mais uma republiqueta bolivariana, aproveitando-se da nossa conhecida e tradicional falta de memória, imaginem quem surgirá no horizonte, nos braços do povo, como o novo messias, que nos conduzirá ao paraíso de um Brasil justo e igualitário, onde todos serão felizes para sempre. 

Luiz Antônio Alves de Souza  zam@uol.com.br 

São Paulo 

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SAÍDAS DA CRISE

Para sair da crise econômica e política, algumas providências terão de ser tomadas: 1) impeachment de Dilma ou renúncia (substituição pelo vice por 90 dias) e convocar novas eleições. 2) Afastamento do presidente da Câmara e o do Senado, pois têm rabo preso com o petrolão. 3) Substituição destes por pessoas ilibadas (aplicar a Lei da Ficha Limpa). 4) Substituição do presidente do Banco Central, que já mostrou que não se afina com o momento. 5) Substituição de alguns ministros incompetentes. 6) Baixa dos juros, incompatíveis com o País. 7) Cobrar dos países "muy amigos" os juros e o valor total da dívida que têm com o Brasil. 8) Alterar o Bolsa Família quanto ao prazo do benefício - no máximo dois anos para cada família. 9) Terminar com a bolsa-prisão (absurdamente inventada pelo PT). 10) Acabar com os benefícios dos sindicatos. 11) Diminuir o valor do repasse aos partidos políticos. 12) Acabar com o Mais Médicos. Tem mais, mas por enquanto já é o suficiente. 

Maria José da Fonseca fonsecamj@ig.com.br 

São Paulo

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INSENSÍVEL

Dilma Rousseff é insensível por não admitir que sua permanência na Presidência só tem trazido sustos e incertezas para nossa economia, o que vai, em efeito cascata, piorando todos os índices trazidos a nosso conhecimento: inflação, PIB, dólar, desemprego e, consequentemente, piora nos índices sociais. É verdade que sua renúncia ou seu impeachment por si sós não resolverão todos os problemas. Mas um resolverá, sim, e este é o ponto de partida para o esboço de uma reação: a volta da confiança! Ninguém aposta mais em Dilma. Um novo condutor do País pode dar a estabilidade de que o mercado precisa. O que lhe falta para que entenda isso? Somente humildade?

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br 

São Paulo

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SOLUÇÃO FINAL

O que sobrou para a "presidente" Dilma? Só escombros. Para o povo brasileiro, só dificuldades. Com ela não haverá soluções.

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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A CULPA É NOSSA

Não adianta pleitearmos que a presidente renuncie ou sofra qualquer impeachment. O fato é que ninguém, nenhum político, nem vice-presidente, nem presidente da Câmara ou qualquer um, está querendo assumir o legado que ela está deixando. Primeiro, porque lhes falta capacidade; segundo, porque ninguém vai assumir uma lojinha de R$ 1,99 falida; e terceiro, porque eles não vão tomar conta de um país falido, quando podem gastar o dinheiro do País de outro modo e sem nenhuma responsabilidade. E nós, brasileiros honestos, assistimos a tudo isso e ficamos esperando o País ruir cada vez mais. Mas, como não temos vergonha na cara, na próxima eleição, votamos nesta turma novamente. Convenhamos, a culpa é nossa, só nossa.

 

Jose Pedro Vilardi vilardijp@ig.com.br 

São Paulo

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PIOR IMPOSSÍVEL

Vejo o movimento "sai Dilma" com muita preocupação. E por quê? Vejam, pela ordem, quem a substituiria. Michel Temer, Eduardo Cunha, Renan Calheiros e Ricardo Lewandowski. Só nulidades. Uma tsunami faria estragos menores. Pior, impossível. É melhor rezar.

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com 

Rio de Janeiro

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NINGUÉM QUER

Nós estamos numa situação periclitante econômica, social e moralmente em consequência desta incompetência administrativa do PT e, o pior, ainda enfrentamos essa indefinição de se haverá ou não o impedimento da nossa presidente. E por que essa indefinição, se o próprio ex-presidente está "doido" para entregar este pepino Brasil para poder acusar a oposição de "golpe" e tentar reaparecer como salvador da Pátria? Essa indefinição é porque ninguém quer assumir o País nessa situação. Temer sabe que, se ele assumir agora, vai enterrar a sua carreira política, pois não tem condições de tomar medidas radicais para pôr a casa em dia. Ou vocês acham que Eduardo Cunha e Renan Calheiros, por serem do PMDB, vão ser patriotas suficientes para apoiá-lo nas medidas que precisam ser tomadas para consertar o País? Nessa situação, que está a exigir sacrifício de todos os brasileiros, os Três Poderes mostraram algum sinal que servisse de exemplo para poder ter a moral para pedir esse sacrifício? Se essa situação perdurar mais um pouco, teremos de pedir socorro aos militares. Tenho 72 anos, presenciei muitos governos e começo a achar que sem uma alternância de poder com muita força moral o nosso futuro é muito sombrio.

 

Jorge Miyazaki miyazakijorge@uol.com.br

São Paulo

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LIBERDADE AINDA QUE TARDIA

O impeachment de Dilma é a única tábua de salvação do PT. O lulopetismo está acuado pelos desmandos e pelas falcatruas descobertas, tenta manter seu exército de "aspones" e sanguessugas do erário. Sabe que as eleições de 2016 são fundamentais para sustentar suas bases e manter pelo menos um mínimo de poder. Procura escapar das garras da Justiça pelos "malfeitos". Conta, pois, com o impeachment de Dilma para sair das cordas e voltar à oposição. O PT como governo não vale um tostão furado, mas como oposição é sem dúvida a melhor que existe, basta ver que conseguem fazer oposição a eles mesmos. Assim, pelo bem de todos, o impeachment tem de se arrastar até as eleições de 2016, quando, então, o povo brasileiro se verá livre de uma ditadura. Suor e lágrimas serão cobrados dos brasileiros até lá. "Libertade ainda que tardia."

Nelio Esquerdo nelioesquerdo@terra.com.br 

São Paulo

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CREDIBILIDADE ZERO

 

Em qualquer ambiente humano, político ou profissional, nenhuma estrutura funciona se não houver credibilidade de quem atua. Assistimos no Brasil, talvez a sua maior crise moral e de credibilidade afetando o ambiente interno nacional e a comunidade internacional com as sucessivas baixas de graduação positiva do País, que destroçam nossa evolução como Nação potencial que é. O governo petista, considerando, inclusive, o antecessor da atual presidente, sempre mascarou e mentiu, sem contar a prepotência, o cinismo, a incompetência e os desperdícios com seu aparelhamento ideológico mais do que superado. Esse grupo conseguiu desfazer os ganhos anteriores como País sério, atrasou sua inserção no concerto mundial e compromete absolutamente nosso futuro de curto prazo. Repito: sem credibilidade por tantas mazelas e esquemas sórdidos, nos levaram literalmente "à lona". Para complementar a lambança imperdoável, temos o Poder Legislativo, Câmara e Senado, e o Executivo comprometidos com ações criminais que inundam nossos tribunais e nos matam de vergonha. Pobre País, que era nosso e, agora, é deles.

 

João Batista Pazinato Neto pazinato51@Hotmail.com 

Barueri

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NÃO É GOLPE

Se a maioria silenciosa não abrir os olhos, se não sair da letargia e defender a verdadeira democracia, o que este governo corrupto vai nos impor será uma ditadura, a exemplo do que ocorre na Venezuela, onde não há oposição, não se pode pensar nem falar. Quando uma maioria ordeira fica calada, uma minoria desordeira se agiganta e, criminosamente, "faz o diabo" para se perpetuar no poder, mesmo que seja à custa de atos criminosos, para garantir os seus próprios interesses. Nossa Constituição prevê o impeachment, portanto não é golpe. Dilma procura enganar os incautos, mentindo, como sempre faz.

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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LULA E O IMPEACHMENT

Esteve o ex-presidente Lula visitando Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, com a finalidade de pedir o não encaminhamento dos 17 pedidos de impeachment contra a presidente da República, Dilma Rousseff. Sabe ele que, admitido o processamento de um deles, especialmente o de autoria dos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior, a voz das ruas acabaria por derrubar dona Dilma e, é claro, obstaria totalmente a sua candidatura em 2018. Então, atuou por si, e não por dona Dilma. Agora, todos os atores estão sob os olhares do povo deste país, estando, ainda, os partidos de oposição prontos a efetuarem recurso para o plenário da Câmara, caso o presidente resolva arquivar ou não encaminhar os pedidos de impeachment.

José C. de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br 

Rio Claro

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LULA E DILMA

Na tristeza e na desgraça, até que o impeachment nos separe...

Silvio Leis  silvioleis@hotmail.com 

São Paulo

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VOTO FACULTATIVO

Pouca coisa vai mudar neste país se não mudarmos o processo eleitoral. Enquanto o voto for obrigatório, haverá milhões de eleitores desinteressados, ingênuos ou não, à disposição das propagandas enganosas e dos favorzinhos dos políticos malandros que infestam hoje nossas câmaras. Acredito que a maioria que votou apenas por obrigação nem sabe mais em quem votou e muito menos tem alguma relação de vigilância ou cobrança com os políticos que elegeu. É revoltante imaginar que seu voto espontâneo, pesquisado e analisado, pode ser inutilizado pelo de alguém que pegou um santinho do chão ou o trocou por uma cesta. Se o voto fosse facultativo, não estaríamos nessa situação. Por que será que os políticos temem tanto o voto consciente?

João Carlos A. Melo jca.melo@yahoo.com.br 

São Paulo

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A SITUAÇÃO ECONÔMICA CONTINUA GRAVE

 

Apesar da preservação dos 26 vetos presidenciais pelo Congresso Nacional na última semana, e do adiamento dos mais importantes, como o aumento de até 78% a servidores do Judiciário e os reajustes dos aposentados que ganham mais de um salário mínimo, a situação econômica continua muito grave. Outro ponto importante alertado pelos economistas é que não é somente o déficit orçamentário previsto para 2016 que preocupa, mas também para fechar as contas de 2015 (não valem mais as pedaladas fiscais), pois o governo federal depende de leilões de hidrelétricas, da abertura de capital da Caixa Seguradora, da CEF, da venda de parte da distribuidora da Petrobrás e por aí vai. Qualquer semelhança do governo perdulário da presidente Dilma com a administração da maioria dos clubes brasileiros de futebol é mera coincidência.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com 

Campinas 

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RISCO DILMA

Não há como negar o que a recente alta da cotação do dólar está evidenciando: aquele risco Lula de 2002 era menor do que o risco Dilma de 2015.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 

Rio de Janeiro   

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RECUPERAÇÃO

A recuperação do nosso país virá quando a percepção da nossa população for da certeza de que a justiça vale para todos. Para isso, o fundamental é colocar Lula atrás das grades e derrubar Dilma Rousseff. Feito isso, o humor do nosso país muda para o otimismo e tudo melhorará.

Danilo Spinola Muniz danilo.muniz@brudden.com.br 

Pompéia

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PETROLÃO, PIZZA FATIADA

Será carta marcada? Por que, então, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu fatiar inquéritos, reduzindo o poder do juiz Sérgio Moro, nas investigações da Operação Lava-Jato? E nestas estranhas circunstâncias a beneficiada é exatamente uma senadora do PT, Gleisi Hoffmann, suspeita de fraude no Ministério do Planejamento. Quem vai cuidar deste caso da senadora no STF é um ex-advogado do PT, o ministro Dias Toffoli, que tudo fez durante o julgamento do mensalão para reduzir as penas dos réus petistas. O temor da nossa sociedade, que está cansada de tanta impunidade neste país, é de que nesta onda surpreendente de fatiamento judicial do petrolão, que infelizmente se inicia, muitos outros camaradas e aliados vis também sejam beneficiados e julgados em outras instâncias que não seja a do implacável juiz Sérgio Moro, no Paraná. Não é demais lembrar que no julgamento do mensalão, com exceção do réu Marcos Valério, que pegou uma pena alta, a maioria dos outros condenados, digamos assim, passou pequenas férias na cadeia da Papuda. Será que o petrolão também não terá o mesmo ingrediente da grande pizzaria do mensalão?

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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TRISTE EPÍLOGO

Estava demorando. Começou o fim da Operação Lava Jato. O STF decidiu desvincular da Operação Lava Jato a senadora Gleisi Hoffmann. Os ministros concluíram que os supostos desvios de dinheiro de contratos intermediados pelo Ministério do Planejamento, pelos quais a senadora está sendo investigada, não têm relação com o esquema de corrupção na Petrobrás. O processo de investigação continuará no STF, mas não com o relator da Lava Jato. Decidiram, ainda, que suspeitos de participarem do mesmo esquema sem direito a foro especial terão seus inquéritos abertos na Justiça de São Paulo. Isso abre um precedente perigoso. Descentraliza a Operação Lava Jato do juiz Sérgio Moro e não há garantia de que em outro foro haverá a mesma sequência do foro de Curitiba. O País está diante de uma organização criminosa que envergonha a Nação e, com essa decisão, tudo caminha para um triste epílogo.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 

Rio de Janeiro

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LAVA JATO

Em time que está ganhando não se mexe? No Brasil se mexe, sim.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 

Monte Santo de Minas (MG)

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VERGONHA

A cada dia que passa nos envergonhamos mais com a Justiça brasileira, parcial, injusta e conivente. Basta ver a votação no Supremo Tribunal Federal (STF) que resultou na aprovação do fatiamento da Operação Lava Jato e reduziu o controle do juiz Sérgio Moro sobre o caso. Seu resultado foi 8 votos a favor, 2 contra e 1 ausência.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 

São Paulo

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JUSTIÇA MALTRATADA

O maquiavélico fatiamento da Lava Jato coloca em embate jurídico o rasteiro, caquético, pusilânime, embolorado, decadente e politiqueiro Supremo Tribunal Federal (STF), contra os jovens e combativos policiais federais, juízes e procuradores da República que atenderam, por meio de sua árdua luta contra a corrupção que assola e depaupera o Brasil, a seguinte conclamação do jurista uruguaio Eduardo Juan Couture: "Teu dever é lutar pelo direito; porém, quando encontrares o direito em conflito com a justiça, luta pela justiça". O STF deveria ser enquadrado na "Lei Maria da Penha", pelo atroz e rotineiro espancamento da deusa Têmis, que simboliza a justiça.

 

Túllio M. Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com 

Belo Horizonte

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RÉQUIEM PARA A LAVA JATO

Não temos mais Lava Jato. Temos, agora, Vala-a-Jato. 

Werly da Gama dos Santos gama_eamsc@yahoo.com.br

São Paulo

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