Fórum dos leitores

LULOPEEMEDEBISMO

O Estado de S. Paulo

11 Outubro 2015 | 03h00

Abraço de afogados

Muitas pessoas afirmam que o PT é um partido em extinção, tantas são as incompetências demonstradas e a desonestidade de muitos de seus filiados, envolvidos num projeto de poder que extorquiu nosso país e ignorou suas obrigações para com ele. Agora, quando a população que sofre as consequências desses fatos está bem mais atenta e consciente de suas escolhas políticas, nota que também o PMDB se encaminha para a autodestruição, mostrada pela ambição desmedida, que faz de muitos de seus filiados verdadeiros mercenários, vendendo votos e convicções políticas e morais em troca de cargos, poder e proteção, envergonhando os que os elegeram. Confundem o público com o privado, esquecendo seus compromissos com o nosso país, que a cada dia afunda mais pela falta de credibilidade, resultante do governo atual. Se nesses dois partidos ainda existem homens honestos, como queremos acreditar, com ética e consciência democrática, deviam mostrar isso agora, sendo firmes em suas votações nos caminhos legais pela substituição urgente deste governo e por novas eleições. Lutar pela volta da credibilidade, de investimentos e passar o Brasil a limpo é um dever de todos os partidos É o que o povo espera, agora, daqueles em quem depositou sua confiança. Esse foi o recado que deu quando saiu às ruas.

MARIA T. A. GALVÃO DE FRANÇA

mariatagalvao@gmail.com

Jaú

Base insaciável

Na dança das cadeiras da reforma, quem está dançando é a dona Dillma.

FLÁVIO CESAR PIGARI

flavio.pigari@gmail.com

Jales

Luz e transição

A sra. presidenta vê a luz no fim do túnel. Eu vejo um apagão. Ela vê que estamos num período de transição. Concordo, estamos indo de mal para pior.

GREGÓRIO ZOLKO

gzolko@terra.com.br

São Paulo

Desgoverno

A luz que a presidenta vê no fim do túnel é um monte de brasileiros segurando uma vela à procura de um emprego, no escuro.

JOSÉ ROBERTO IGLESIAS

rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

No túnel

Quando a ainda presidente Dilma Rousseff diz que viu uma luz no fim do túnel, só pode ter sido o trem que atropelou por unanimidade suas pedaladas fiscais!

LUIZ ROBERTO SAVOLDELLI

savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

Esperança?

A luz no fim do túnel a que se referiu a presidente não seriam as decisões do TSE e do TCU, que renovaram a esperança dos brasileiros por dias melhores? 

ODILON OTAVIO DOS SANTOS

Marília

IMPEACHMENT

O golpe democrático

A presidente Dilma disse que o Brasil vive em clima de golpe democrático. De fato, o PT golpeou o Brasil na última década, até o nocaute. Foram muitos golpes baixos, proibidos nesse tipo de disputa, ignorados pelos juízes. Podemos incluir o desrespeito aos preceitos constitucionais, à Lei Orçamentária e à Lei de Responsabilidade Fiscal. Lula e Dilma, com os diretores das estatais por eles nomeados, desviaram dinheiro da União em próprio benefício e também para o partido. Entretanto, o golpe que mais abala o País é a demora para julgar os delitos cometidos pelos políticos, o que causa a estagnação da economia e sérios problemas sociais.

JOSÉ CARLOS SARAIVA DA COSTA

jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

Variantes

A “presidenta” Dilma reclama de “variantes golpistas”. Ora, variantes golpistas foram suas promessas de campanha.

VIRGÍLIO MELHADO PASSONI

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

Barraco da rainha

A rainha no nosso parlamentarismo “moreno” vê golpe em todas as ações contrárias aos seus interesses. Pura barraqueira. Se realmente quisesse denunciar golpe e afronta à democracia, já havia denunciado nossos vizinhos ao mundo; no entanto, continua fazendo vista grossa e batendo palmas.

M. MENDES DE BRITO

voni.brito@gmail.com

Bertioga

Não dá mais

Se alguém me desse uma passagem de avião para a Inglaterra, país que admiro muito, agradeceria. Porque aturar este discurso da nossa ex-presidenta em atividade de que impeachment é golpe não dá mais. A vantagem de estar na terra da rainha Elizabeth é que o prefeito de Londres e o primeiro-ministro britânico não são de esquerda.

MARCELO CIOTI

marcelo.cioti@gmail.com

Atibaia

Despertar

O TCU cumpriu seu papel. O Congresso Nacional e o PMDB vão fazer o mesmo ou continuarão contra o Brasil e acreditando na “administração” Dilma/Lula? O povo está acordado. Há até ministro do Judiciário que também já acordou! Um parêntese: dona Dilma, o voto só legitima o poder se decorrente de legalidade e de lisura na sua captação. Pelo que se vê nas apurações em curso, não foi o caso. Assim, não abuse de nossa inteligência com essa conversa de golpe porque foi eleita pelo voto. Saia logo, para o bem da Nação.

SEBASTIÃO VANDERLEI PINHEIRO

vanderlei106@terra.com.br

São Paulo

Desejo oculto

Toffoli declara que o TSE pode cassar Dilma, o que ele não precisava fazer. Isso nos mostra o quanto Lula quer ver seu poste pelas costas, com o ministro que foi sua invenção e lhe será eternamente grato trabalhando para realizar seu desejo oculto.

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

Nunca antes neste país...

... um presidente foi tão desmoralizado e envergonhou tanto os brasileiros, aqui e no exterior. Haja vergonha alheia! Os culpados são os que puseram o mais safo há 12 anos na Presidência.

CARLOS ROBERTO G. FERNANDES

crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

Fim de jogo

Deita o rei, Dilma. Mais dois lances, é xeque-mate!

ALESSANDRO LUCCHESI

timtim.lucchesi@hotmail.com

Casa Branca

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GOVERNO TERCEIRIZADO

Diante dos impasses com o Congresso e do iminente avanço do processo de impeachment, Dilma Rousseff resolveu abdicar do comando do País (pelo menos na prática). Distribuiu sete ministérios ao PMDB (entre eles o da Saúde, considerado a menina dos olhos), de tal sorte que o partido aliado controlará em 2016 maior orçamento do que o próprio PT – R$ 99 bilhões, ante R$ 75,5 bilhões. Alguns se arriscam a opinar que Dilma está sendo feita de marionete por Lula (que pretende voltar em 2018) e pelo PMDB (que fará uma faxina geral nas contas, por intermédio de taxações impopulares, para então assumir o posto máximo da administração pública). Arrisco-me com ideia diversa: a “governanta” está ciente do que está ocorrendo, mas não tem saída. Se correr, o bicho pega; se ficar, o bicho come.

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com  

Nepomuceno (MG)

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ACORDÃO DILMA-PMDB

Além do despreparo, a presidente Dilma Rousseff confirmou também sua falta de tino na articulação política e até ingenuidade. Ao fazer acordo com o baixo clero do PMDB, dona Dilma irritou os cardeais desse mesmo partido. Como em qualquer organização, quem realmente manda na política é o “alto clero”, que agora está lavando as mãos quanto às garantias do dito “acordão”. O deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ) trocou facilidades (entenda-se importantes ministérios) pelos votos garantidos por uma falsa liderança partidária. Ponto para Picciani, que, parafraseando Andy Wahrol, conseguiu seus 15 minutos de fama. Quanto à presidente Dilma, só ratifica a famosa frase do meio político de Brasília, atribuída ao senador José Serra: “A dra. Dilma tem uma atração fatal para o erro”. Em tempo, eu substituiria a palavra “erro” por “lambança”.

Luigi Petti pettirluigi@gmail.com  

São Paulo

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PALAVRAS AO VENTO

A reforma ministerial do ex-presidente Lula, finalmente, foi feita. Os indicados pelos chantagistas, abutres e parasitas do PMDB foram nomeados e os comandantes petistas, impostos pelo ex-presidente Lula, já têm assentos garantidos na soleira da porta do gabinete presidencial. Mesmo antes de 2018 o “cara” (onde Obama estava com a cabeça?) já governa soberano. Cuida-te, Joaquim Levy! Na cerimônia de posse dos novos ministros, a presidente Dilma Rousseff, com cara de paisagem, como se não fosse ela a autora do desastre econômico do País, anunciou o nome dos novos ocupantes das pastas em dois minutos, e o resto do tempo foi gasto com palavras, nada mais do que palavras. Muita ingenuidade acreditar em seus intermináveis “nós vamos rever isto, nós vamos rever aquilo, nós vamos cortar aqui, nós vamos cotar acolá”. Chega de tanta conversa fiada. E, mais a mais, que crédito poderia receber alguém que fez da mentira seu baluarte? Presidente, “já vai tarde”!

Sérgio Dafré Sergio_dafre@hotmail.com 

Jundiaí 

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POSE

Dilma perde o comando do governo mas não perde a pose.

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas

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UNIFORMES NOVOS

Apesar do seu conhecido – e sempre negado – antiamericanismo, nossa presidente criou, no seu primeiro mandato, um “dream team” ministerial. A exemplo do verdadeiro, esse também se notabilizou por espetaculares “enterradas”. Enterrou a economia, enterrou o PIB, enterrou o crescimento... Vamos ver o que o “dream team 2”, numa versão light e com mudança de uniforme, fará!

Alexandru Solomon Alex101243@gmail.com

São Paulo

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A BABEL NO GOVERNO

A imprensa, grande parte dela em concubinato explícito com quem empunha o cetro e tem a coroa na cabeça, anuncia com alarde que o que aconteceu por causa dos governistas foi uma reforma em que o governo decidia reduzir despesas. Ledo engano. A redução de oito ministérios, algumas secretarias e poucas das mais de 20 mil admissões para abrigar os militantes do partido serviram como uma cortina de fumaça para disfarçar a verdadeira intenção da reforma: o favorecimento do PMDB, para que este forme no Congresso Nacional uma blindagem para evitar a eclosão do pesadelo do sono de Dilma, o impeachment. Praticamente o PT se diluiu física e ideologicamente.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 

Vassouras (RJ)

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COTAS

Na distribuição de cargos no governo que Lula fez, Dilma faz parte da cota do PDT ou do PT?

Geraldo Roberto Banaskiwitz geraldo.banas@gmail.com 

São Paulo

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JOGO DAS CADEIRAS

Trinta e nove ministérios viraram trinta e um. Saiu ministro, entrou ministro, houve fusão de ministérios e estão chamando isso de “reforma”. Ninguém sabe o que fez o ministro quando atuou no ministério; ninguém falou por que saiu. Os que foram nomeados, ninguém sabe quais suas qualificações além do partido ao qual pertence. E assim segue o entra e sai de pessoas para acomodar interesses meramente políticos. Quanto aos interesses do Brasil e dos brasileiros que, com sacrifício, pagam a conta, nada se fala. “Governabilidade” é a desculpa dada, mas sabemos que manter o poder e as ricas benesses é a verdadeira razão. E assim continuamos assistindo a este vergonhoso “jogo das cadeiras”, que só atende à politicagem rasteira, e nunca ao Brasil. A luz do fim do túnel, desse jeito, fica cada vez mais longe.

 

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

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O GOLPE

E foi dado o golpe: Lula tirou os poderes de Dilma. E os golpistas são da oposição?

Francisco da Costa Oliveira fcoxav@gmail.com 

São Paulo

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‘GOLPE DEMOCRÁTICO’

Apavorada com a possibilidade cada vez maior de sofrer um processo de impeachment, resolveu nossa presidente atirar para todos os lados. Agora a presidente diz que o Brasil vive um clima de “golpe democrático à paraguaia”. Com sua costumeira prepotência, além de ofender a inteligência dos brasileiros minimamente informados, atravessou a fronteira do país amigo para ofender nossos irmãos paraguaios, chamando de “golpe democrático” o que houve naquele país quando o ex-presidente Lugo foi destituído do poder rigorosamente dentro das leis daquele país.  Dona Dilma, o único golpe conhecido foi o que a sra. aplicou em todos os brasileiros e cuja as consequências todos sofremos neste momento. Portanto, se a sra. vir a sofrer um processo de impeachment, este será dentro do que prevê nossa Constituição e, portanto, legítimo.

 

Roberto Luiz Pinto e Silva robertolpsilva@hotmail.com 

São Paulo

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NEOVOCABULÁRIO

 

A presidente Dilma criou mais uma pérola do neovocabulário petista, ao formular o conceito de “golpe democrático”.  Contradição em termos, pois, se é democrático, é legítimo; e se é legítimo, não é golpe. Pior ainda: ela adjetivou o golpe como “paraguaio”. Melhor seria Dilma Vana pedir para sair.

 

Hélio de Lima Carvalho hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

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UM BOM PASSO

A presidente Dilma, como de hábito, fala tudo o que vem à cabeça, deixando de lado o mínimo de compostura que o cargo exige. Desta vez volta-se contra o Paraguai, que, dentro do mais absoluto atendimento da Constituição, defenestrou o ex-presidente Fernando Lugo do poder. Quanto ao nosso caso, tal processo se encaminha adicionado por mentiras, pedaladas fiscais e tantos outros que por vício do petismo ela nega. Todavia, o que importa não é só a correlação que ela faz diante de seu possível e tão aguardado defenestramento, mas, sim, começar a admitir a possibilidade da sua ocorrência, o que significa um bom passo.

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br 

São Paulo

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DILMA E STANISLAW

Seria cômico, não fosse trágico. Depois de expressar enorme “respeito pelo ET de Varginha”, garantir que “a inflação foi uma conquista” dos governos petistas,  saudar Eduardo Paes, “prefeito da cidade mais importante do mundo e da galáxia”, glorificar a mandioca como “uma das mais importantes conquistas do Brasil”, advertir, na Conferência do Clima de Copenhague, que o meio ambiente é uma “ameaça ao desenvolvimento sustentável”, e, recentemente, haver feito um pronunciamento (na ONU!)  propondo a criação de tecnologia para o “armazenamento de vento”, a presidente Dilma,  inconformada com a rejeição de suas contas pelo TCU, desabafou: “Querem pôr em andamento um golpe democrático (sic!) no País”. Arre égua! Se vivo fosse, o imortal Sergio Porto, alcunhado Stanislaw Ponte Preta, haveria de ter à mão farto material para muitas edições, revistas e atualizadas, do saboroso Febeapá – o Festival de Besteiras que Assola o País. 

  

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com  

São Paulo

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ESTOQUE DE VENTO

“Mulher sapiens” Dilma Rousseff, a sapiência de saudar a mandioca e estocar o vento!

Carlos Roberto Barreto Barsotti cbarsotti1@hotmail.com  

São Paulo

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MINISTÉRIO DO VENTO

Dilma anunciou na ONU a criação, no Brasil, da Ventobrás, uma empresa que vai desenvolver a tecnologia de captação e estoque de vento que deverá revolucionar o aproveitamento da energia eólica no mundo moderno, e essa empresa estará subordinada ao novo (mais um) Ministério do Vento.

 

Sergio A. Monteiro samvilar@uol.com.br 

São Paulo

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CONVULSÃO SOCIAL

As manobras do governo para manter a presidente Dilma no poder, apesar da estarrecedora avalanche de motivos para que ela seja afastada, podem levar o País a uma convulsão social. Lula já falou em conclamar “o exército” do MST. A tentativa de calar o Tribunal de Contas da União (TCU) pode ter sido a gota d’água para que as forças do bem se manifestem e coloquem o exército de verdade nas ruas, para acabar com esta palhaçada que já dura mais de uma década e já devastou a economia e a honra do País. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 

São Paulo

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É HORA DE SAIR DA ESTAGNAÇÃO

Dilma, Temer ou Serra, qualquer um que ocupe o cargo de presidente da República precisa fazer o País funcionar de novo. O Brasil não pode continuar parado, com tanta falta de rumo. O País precisa sair da lama rapidamente, diminuir o desemprego e a inflação, aumentar as obras de infraestrutura, tão necessárias ao nosso desenvolvimento. Essa politicagem não resolve problema algum. Acabou o tempo de espera, de notícias ruins, do desânimo e do pessimismo. É hora de arregaçar as mangas e trabalhar com seriedade, pois somente produzindo muito sairemos dessa estagnação. Portanto, políticos, parem de travar o Brasil com essas disputas de vaidades e comecem a trabalhar em favor da Nação. 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br 

Belo Horizonte (MG)

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APRENDIZADO

Quem diz que a tal “Pátria Educadora” foi mais uma mentira do lulopetismo deve rever suas convicções. Dilma está, sim, educando o povo. Com tudo o que ela prometeu e está entregando ao contrário, se desta vez esta gente não aprender que os piores candidatos são justamente aqueles que mais lhe prometem vida fácil, e que o seu voto é sua principal riqueza que eles querem lhe roubar, se desta vez este mesmo povo não aprender que a educação é sua única redenção com menos esmola e mais escola, então só um milagre poderá salvar o grande país de bandeira verde-amarela de se tornar uma Venezuela! 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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PÁTRIA EDUCADORA E SAUDÁVEL

A partir deste mês, com o PMDB no Ministério da Saúde, o governo da dona Dilma acrescentará “Saudável” ao slogan da primeira fase do seu segundo mandato. Com certeza, contará com os mesmos volumes expressivos de recursos oriundos dos royalties do petróleo, do fundo social do pré-sal, acrescidos, agora, com recursos de uma almejada CPMF.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 

Monte Santo de Minas (MG)

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SLOGANS

Depois do “país rico é país sem miséria”, “pátria educadora”, só falta agora o “sob nova direção”. Sim, mas com a ressalva: “Sob nova direção, mas quem manda é o pixuleco”.

A.Fernandes standyball@hotmail.com 

São Paulo

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ASSUNTO SUPERADO

Será que neste domingo haverá nova convocação da imprensa pelo ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, pelo advogado-geral da União, dr. Luiz Inácio Adams, e pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, ou será que não há assunto a ser tratado? Consta que o assunto de domingo passado já é um tema superado. Ou não? 

José Piacsek Neto bubanetopiacek@gmail.com 

Avanhandava 

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IMPEACHMENT, NO SEU DEVIDO TEMPO

Para permanecer na cadeira, a presidente Dilma fez o diabo: delegou seus poderes ao vice e, depois, ao companheiro Lula; subornou a base aliada numa ridícula “reforma” ministerial e tentou barrar o julgamento das suas barbaridades fiscais. Em vão, como mostraram a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) e a falta de quórum no Congresso Nacional para votar os seus vetos do ajuste fiscal. Como não podemos deixá-la destruir o Brasil, e ela não vai renunciar, o caminho é o impeachment via Congresso. Para preservar a imagem do Brasil, o Congresso deverá votar tal saída logo após de seu discurso de encerramento da Olimpíada do Rio de Janeiro que será pronunciado, sem dúvida, via redes sociais.

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

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A RETÓRICA

Desgastado, o governo Dilma tenta se segurar no poder como pode. Abusa da retórica para enfatizar seus argumentos. Frases de efeito, siglas para planos que não se sabe até que ponto são factíveis, discursos em ocasiões diversas, como posse de ministros, tentam reaproximá-la do povo, numa tentativa de reverter os atuais níveis de rejeição.  Mas retórica não significa necessariamente conteúdo. Lamentavelmente, o atual governo Dilma está oco de conteúdo. Carcomido pelo cupim da falta de esperança e de credibilidade. Ela sabe, tanto quanto nós, que a retórica é um instrumento importante de comunicação, mas no final o que entra para a história de um governo são os registros dos feitos.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br 

Indaiatuba

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CRISE

Em passado bem recente, dona Dilma disse que “usar crise para chegar ao poder é visão moderna de golpe”. Foi por ela reconhecido, enfim, que há uma crise em curso. Uma crise diferente, parece, da que aflige os outros países. Crise de governabilidade, pois quem efetivamente governa este país atualmente, segundo consta, é o ex-presidente. Então é ele o golpista a que ela se referiu?

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

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DITADURA MASCARADA

Muito se tem falado de ditadores que deixam a população sem escolhas, como o caso de Bashar al-Assad, na Síria. Entretanto, se analisarmos o cenário do Brasil, diríamos que a suposta “democracia” é mascarada por governos que ostentam poder a todo custo, como o caso do PT, principalmente do ex-presidente Lula, que, querendo ou não, foi um “ditador mascarado”, que agora vê seu trono ameaçado e tenta passar em cima de tudo e de todos, mesmo estando governando sobre panos e bastidores, como vemos no governo Dilma Rousseff. Aqui, no Brasil, a “ditadura da democracia” funciona de todas as formas, menos a favor do povo, que de tudo, jamais, é escutado. Bem-vindo à “ditadura mascarada”!

Lilian Capitanio liliancapitanio2015@gmail.com 

São Bernardo do Campo 

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‘DAQUI NÃO SAIO, DAQUI NINGUÉM ME TIRA’

Diante do espelho, a ex-gerentona Dilma, antes autorrotulada “presidenta”, cantarola uma marchinha carnavalesca de outrora e acomoda no rosto a máscara impregnada de impudor, cinismo e mentiras. Sua fantasia de “Macunaíma Fajuto” foi escolhida pelo seu fiel conselheiro, hoje mandante no Reino da Esperteza. Logo, a “sapiens” atriz se apresentará no palco do Teatro do Absurdo, para uma plateia carente de escrúpulos. Uma claque paga por “pixulecos”, antes de cair o pano da falta de vergonha, repetirá o refrão da descompostura: “Daqui não saio, daqui ninguém me tira”.

Luís Lago luislago2002@hotmail.com 

São Paulo

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EPÍLOGO

Presidente Dilma, nós todos sabemos que sem apoio político o processo de impeachment é irreversível. A opinião pública mundial e o mercado financeiro já sinalizam para a derrocada final. Sair agora não será apenas um gesto de grandeza, mas, sim, a humildade de reconhecer que o “status quo”, além de mutilar a Nação, é nocivo, traumático e incerto. 

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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TRUNFO

Dilma tem um trunfo de enorme valor para acalmar esta sede de poder de Lula e seus novos ministros: “Se vocês não me tratarem com o devido respeito, que mereço por ser a presidente, renuncio”. Temer entraria e o castelo de Lula ruiria. Eles não vão ser loucos de criticá-la.

Luiz R. Lima de Moraes luizroberto@thermoprat.com.br        

Jundiaí  

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POR VIA DAS DÚVIDAS...

Pedala, Dilma! A tal luz que a senhora viu no fim do túnel pode ser o trem do impeachment!

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com 

Niterói (RJ)

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CAUSAS PARA O AFASTAMENTO

“Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição” (art. 1.º, § 1.º). Fatos públicos e notórios dispensam provas. É cediço que a representante eleita não governa. A maior parte do orçamento que deveria gerar repassou ao PMDB. Fato comprovável com facilidade. Estamos sob crise de defeito de representação. Logo, o processo político não pode prosseguir. Caso claro de afastamento, pelos meios constitucionais adequados. 

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br 

São Paulo

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EXEMPLO PARA O POVO

Mesmo que os prazos que obstam o processo de impeachment da presidente Dilma sejam o motivo de sua saída no último dia de seu mandato, sua queda ainda será válida, pelo exemplo que deve ser dado ao povo. Os cidadãos precisam ter confiança nas instituições e saber o que acontece com os presidentes que se portam criminosamente durante seu mandato. Não é possível que a democracia, tão duramente conquistada após os anos de ditadura militar, se esvaia por entre os dedos como um líquido amorfo. A geração perdida que só votou para presidente após seus 40 anos de idade não pode ser abandonada mais uma vez e engolir este desaforo da história.

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com 

Rio de Janeiro 

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PERDEMOS O BONDE

Santo Deus! O Brasil está perdendo sua melhor oportunidade de inserir-se entre países que desejam prosperar e com vocação para isso. O maior acordo de livre comércio da história, liderado pelos EUA, tem como objetivo criar empregos, diminuir a pobreza, estimular a inovação, a produtividade e a sustentabilidade ambiental, entre outras coisas, condições básicas para um ambiente de desenvolvimento econômico e social. Mas Lula, com seu complexo de vira-latas e doentia necessidade de autoafirmação, deixou de lado os interesses nacionais e aliou-se comercialmente a países que iriam entrar para um rol dos bajuladores, com o fito de manter uma liderança que alimentava seu ego sempre ávido de influência e poder conquistados com favores cuja paga ficou para as calendas. Concentrou, então, sua política de comércio exterior em países afinados com este populismo decadente de países bolivarianos e alguns africanos ditatoriais, todos interessados apenas em manterem-se no poder e muito longe de preocupar-se com o desenvolvimento econômico e social de seus povos. E agora, como ficamos? Como mudar esta mentalidade de atraso que impregnou toda nossa estrutura política? Isso é para deixar-nos muito preocupados quanto às possibilidades de futuro que a cada dia se esvaem, roubando os sonhos das gerações que estão vivenciando esta crise e as que irão herdar as consequências deste delírio de grandeza de uma só pessoa e seus fanáticos seguidores beneficiários, eles, sim, de todo este despautério. E, lamentavelmente, com este governo no poder, nada indica que as coisas vão mudar.  

 

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

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EDUARDO CUNHA SOB SUSPEITA

A permanência de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na presidência da Câmara dos Deputados é incabível e insustentável. O tamanho da suspeição que recai sobre ele – corrupção e contas ilegais na Suíça em seu nome – inviabiliza sua posição e não há jogo político por parte da oposição ou dos que querem o impeachment da presidente que justifique a questionável prática dos “dois pesos, duas medidas”. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com 

São Paulo

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INDIFERENÇA À CULPABILIDADE

 

Eduardo Cunha (PMDB/RJ), após ser descoberto o crime cometido, alega que não renunciará e que ficará até o fim de seu mandato como presidente da Câmara dos Deputados. A bandidagem no Brasil está tão disseminada que malfeitores quando por meio de provas irrefutáveis são descobertos, insistem na alegação de que são inocentes, de que nada fizeram e, arrogantes, não dão a mínima satisfação a ninguém. Vergonha e arrependimento não fazem parte do caráter de muitas pessoas que estão no poder em nosso país. Lamentável.  

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br 

São Paulo

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GENTE MALDOSA

Êta gente maldosa! Abriram contas bancárias na Suíça só para prejudicarem o Eduardo Cunha. Desde já, me candidato a ficar responsável pelas contas, caso Cunha continue a negar que pertencem a ele. Se algum adversário meu desejar “me prejudicar” de modo semelhante, peço para abrir contas no Uruguai ou no Caribe, que ficam mais perto.

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br 

São Paulo 

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FUTEBOL PASSADO A LIMPO

Não é somente no Brasil que corruptos desta era petista estão sendo presos por este mar de lama do petrolão. No mundo do futebol a situação também não está fácil para seus vis, ou aos que sonegam impostos. E o bom exemplo vem do Comitê de Ética da Fifa, que acaba de suspender por 90 dias, prorrogáveis para mais 45 dias, o poderoso presidente de entidade, Joseph Blatter, e dirigentes como Jerôme Valcke e o ex-craque da França Michel Platini, suspeitos que são de receber recursos de forma ilícita. Ou seja, estes, pela extensão da suspensão, certamente não devem voltar mais a ocupar cargos na Fifa, porque a entidade tem eleição marcada para eleger nova diretoria em fevereiro de 2016. É bom lembrar que vários dirigentes do futebol mundial seguem presos no exterior pelas mesmas razões citadas acima, como o ex-presidente de CBF José Maria Marin. E, neste mundo do futebol que anda sendo passado a limpo, também pode ir para cadeia por 22 meses, e a pedido da Procuradoria da Espanha, o talentoso futebolista do Barcelona Leonel Messi, por ter sonegado impostos no valor de R$ 17,5 milhões. 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos 

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AACD

Lamentável, vergonhoso o que deixaram acontecer com a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). Atendimento indispensável, de suma importância, teve de fechar duas das suas cinco unidades na capital. A entidade atende 90% dos seus pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS), porém o repasse do Ministério da Saúde se mantém igual desde 2008. Como sempre, este governo petelulista tem atitudes vergonhosas, indecentes e lastimáveis, pois, além de aumentar os impostos que pagamos, querem recriar a CPMF. Com certeza, deve ser para pagar os planos de saúde especiais que estes políticos corruptos têm para eles e para todos os seus familiares no Hospital Sírio-Libanês.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 

São Paulo

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POLÍTICA DE ESGOTO

A Santa Casa, a AACD, o Hospital de Barretos e outras entidades sérias que atendem a população passam por graves dificuldades, demitindo pessoal e fechando unidades, e os “bondosos” mega-empresários “doaram” milhões para os políticos. Será possível que alguém com um mínimo de inteligência acredite que essas doações foram desinteressadas? E o pior é que todos eles levaram algum, uns para abrirem portas e outros para fingirem que não viram nada. Tanto é que nenhum deles teve a grandeza de denunciar este maléfico esquema corrupto que existe há muitos anos. Será que essa gente não tem um pingo de consciência? Não é revoltante e nojento? Quando será que vamos acabar com essa política de esgoto?

João Carlos A. Melo jca.melo@yahoo.com.br 

São Paulo

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LOBBY

Deixa-me ver se entendi: Lula viajava em jatinho da Construtora Odebrecht para fazer lobby junto aos países africanos para que a contratem, com financiamentos com créditos subsidiados e com prazo fora de todos os padrões do BNDES. E Lula aproveitava a visita para dar palestra remunerada a peso de ouro. Em seguida, as empreiteiras faziam doações “oficiais e devidamente contabilizadas ao PT”. Resta somente analisar o perdão de dívidas aos países africanos feitos por Lula e Dilma. Noves fora...

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo

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NAS MÃOS DE DEUS

Quem necessita de atendimento nos postos de saúde públicos está decididamente nas mãos de Deus. Até junho, eu tinha convênio médico (pago por um de meus filhos, porque como aposentado é impossível de pagá-lo). Minha realidade mudou e tive de recorrer ao posto de saúde público. Este mês foi a primeira vez que o procurei, e nem vou comentar o nível do atendimento dos “funcionários”. Tenho 65 anos, sou diabético, tenho hipertensão e sofri um AVC bem leve em 2011. Como você se sentiria ao ser atendido pelo médico e ele, independentemente da minha situação, nem o estetoscópio utilizar – aliás, nem o vi no seu pescoço e não me lembro de tê-lo visto em algum lugar. Medir a pressão, essencial na minha situação, nem pensar. Claro que, em casa, eu faço um acompanhamento e meço a glicose – por sinal, levei os últimos exames de laboratório e o “médico” nem sequer os olhou, simplesmente leu as últimas anotações manuais que faço em casa. Além de tudo isso, imaginem a caligrafia dele. Totalmente ilegível. Se não fosse a receita recebida no convênio (datilografada), que ele copiou, não sei o que faria.

 

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paul

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