Fórum dos leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S. Paulo

25 Outubro 2015 | 03h00

Meta do BC

A notícia de que, para o Banco Central, a inflação deve convergir para a meta no “horizonte relevante da política monetária” nos faz lembrar a famosa frase da sra. Rousseff sobre o Pronatec: “Vamos deixar a meta aberta, mas quando a gente atingir a meta nós dobramos a meta”. Enquanto isso, inflação bate nos dois dígitos, inadimplência cresce, empresas demitem, comércio e pequenas e médias empresas fecham as portas. E o que faz o (des)governo? Continua inerte, apenas tentando saciar as boquinhas famintas para arrancar mais dinheiro do povo via exumação da CPMF, para cobrir o rombo criado pela falta de controle das contas públicas, quando não roubo mesmo! Que País nossos descendentes receberão?

APARECIDA DILEIDE GAZIOLLA

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

Sete pragas do Brasil

Para se reeleger a sra. Dilma entregou o Brasil ao diabo, agora a fatura é apresentada com elevada taxa de juros e correção monetária: corrupção, inflação, despudor político, desemprego, violência, déficit público, redução do PIB. E o povo ardendo no fogo do inferno, sem saúde, educação, segurança e ameaçado de aumento de impostos.

WALTER MENEZES

wm-menezes@uol.com.br

São Roque

Indignidade

Criar mais tributos significa um pontapé na dignidade do povo. O verdadeiro caminho é acabar com a corrupção, a barganha e o concurso de roubalheira. Coitado do obreiro povo brasileiro. Cuidado, pois corre um adágio em nosso país que diz: imbecil é aquele que trabalha para sustentar essas imoralidades.

JORGE MEMA BERNABA

jorgebernaba@gmail.com

Araçatuba

Déficit continuado

Mal se passaram 48 horas do informado déficit de R$ 50 bilhões para 2015 e o buraco passou para R$ 79 bilhões, sem prejuízo de se tornar maior enquanto o mês continua e para o fim do ano faltam dois meses. País solvente, é?

MARIO COBUCCI JUNIOR

maritocobucci@gmail.com

São Paulo

Estou pensando cá comigo: para o governo atual, quanto maior o déficit fiscal de 2015, melhor. R$ 76 bilhões é pouco, precisa-se justificar a volta da CPMF. Assim sendo, quanto maior o déficit, pior para o povo, mas melhor para o governo!

ANTONIO RONALDO R. DA CUNHA

arrc@rcg.eng.b

Uberaba (MG)

Milho pra bode

A CPMF é como dar milho a bode, não aumenta a produção de leite do plantel. E logo virão outras “necessidades” anunciadas pelos perdulários de plantão.

PEDRO ENGELS

novaepoca@uol.com.br

São Paulo

Sobreviver é preciso

O buraco das contas públicas vai ser imenso. Pessoas físicas, médios, pequenos e microempresários estão deixando de pagar impostos. Não é desobediência civil, mas entre pagar a um governo perdulário e corrupto ou as despesas de sobrevivência, estão optando por sobreviver. A carga tributária é insustentável para quem paga. Se o processo se alastrar, pode chegar às grandes empresas e aí, BUM! Dona Dilma não terá dinheiro para nada, nem que a vaca, no brejo, tussa.

NELIO ESQUERDO

nelioesquerdo@terra.com.br

São Paulo

Impeachment

Dilma Rousseff voltou a editar em 2015 decretos para a abertura de créditos suplementares sem prévia autorização legislativa, ampliando despesas que deverão ser custeadas pelo “excesso de arrecadação” e superávit financeiro apurado no exercício de 2015. Há, portanto, ato da presidente que repetiu o mesmo procedimento realizado em 2014 e configura descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. Basta juntar cópia do Diário Oficial da União do mês passado para justificar a abertura de processo de impeachment.

LUIZ ROBERTO DA COSTA JR.

lrcostajr@uol.com.br

Campinas

A ficha não cai

Triste que o impeachment de dona Dilma seja baseado apenas nas pedaladas fiscais. Essa “presidenta” acabou com a esperança de toda uma geração, destroçou os pilares da economia, isolou o País no âmbito do mundo civilizado, fez regredir os principais indicadores econômicos e sociais em mais de uma década, sua política destruiu nossa indústria, arrasou estatais como Petrobrás e Correios. E ela nem se vexa de ter nomeado um Ministério medíocre em troca de supostos votos. Dilma e seu mentor conseguiram dividir a Nação (nós contra eles), acabar com o sentimento de patriotismo, com o orgulho de ser brasileiro, não temos mais a motivação de construir um Brasil melhor. Todos têm direitos, ninguém mais tem deveres (exceto pagar impostos e mais impostos), conseguiram incutir o ódio de brasileiro contra brasileiro. A oposição resume-se a um patético Aécio e um punhado de sonhadores do PSOL. E ela ainda tem a cara de pau de dizer que vê uma luz no fim do túnel... Socorro!

SERGIO ARAKI YASSUDA

sergio-araki@uol.com.br

São Paulo

Balé

O triste balé do impeachment, de enfadonha repetição, abala a democracia e afoga a Nação. Não o ampara nem mesmo a razoabilidade. O povo aguarda, com preocupação, um surto de sensatez política.

LÍGIA MARIA V. FIORAVANTE

lmfiora@uol.com.br

São Paulo

Impasse institucional

A situação do País se assemelha a um jogo de pega-varetas, jogadas ao acaso sobre uma mesa e travadas de tal maneira que nenhuma delas possa ser retirada sem que as demais se movam.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

CORRUPÇÃO

Lulices

Gente que roubou não pode chamar petista de ladrão, afirma Lula. Oi? Mas pode chamar de “cumpanheiro”?

MARA MONTEZUMA ASSAF

montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

Na bucha

Ah, entendi: quando a presidente Dilma disse que no governo dela não há corrupção, referia que a corrupção existente é do governo do antecessor, o sedizente metamorfose ambulante.

JARVIS VIANA PINTO

jarvisvp@uol.com.br

Ribeirão Preto

 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

O IMPEACHMENT NO CONGRESSO

Perguntas que não querem calar: o que será que foi oferecido ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e ao presidente do Senado, Renan Calheiros, para enfrentarem todos os motivos e pedidos de investigações para o impeachment de Dilma Rousseff no Congresso? Eles acham que o Supremo Tribunal Federal (STF) vai atropelar a lei e inocentá-los na Operação Lava Jato? Não quero acreditar...

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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NOVO PEDIDO

A cena ridícula da última semana foi a de um grupo de parlamentares oposicionistas entregando ao acusado presidente da Câmara mais um pedido de impeachment contra a presidente Dilma. Por coerência, por que eles não deram um exemplo de civilidade, pedindo também de forma oficial o impedimento deste deputado, que está sendo acusado de envolvimento com maracutaias internacionais? É por estas e outras que a classe política a cada dia tem seu conceito diminuído.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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EXPLICAÇÕES

Novamente Lula, falastrão, como sempre, afirma que não quer afundar o presidente da Câmara federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e que este pagará o preço quando for julgado. Na verdade, por uma questão de ética, Lula não deveria abrir a boca para falar mais de quem quer que seja, antes de explicar à Nação a origem das fortunas adquiridas por ele e pelos seus dois filhos durante seus dois mandatos como presidente do Brasil.

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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FOGO CRUZADO

Como Dilma, Lula e Cunha foram bem educados: ela, mentindo para ganhar a eleição. Lula, sendo o “amigão” dos empreiteiros, mensaleiros e petroleiros. E Cunha, com contas milionárias na Suíça abastecidas com dinheiro supostamente desviado da Petrobrás. Nós, o povo, ficamos no meio do fogo cruzado. Como podem cassar o mandato de Dilma, se ela também pode mandar cassar o de Cunha? Virou troca de “gentilezas”. Enquanto isso nós, brasileiros, ficamos com a inflação, o desemprego, os subempregos informais, sem investimentos, pagando mais impostos... Para o bem da economia, comandada por eles! Não bastasse tudo isso, ainda lançaram uma propaganda na mídia que diz: “Na hora que você precisa é com o PT que pode contar”. Estamos acéfalos? Que venham novas lideranças, que recomecem a reconstruir o País, para que nossos filhos sintam orgulho de viver neste paraíso, que está quase destruído por aqueles hoje no poder.

Nelson Scatena nelson.scatena@hotmail.com

São José dos Campos

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FUNDAMENTOS

A cada dia a República vem desmoronando diante das constantes constatações de desvios de conduta das “autoridades” que dizem representar os cidadãos brasileiros. Devemos lembrar à sra. presidente da República que “golpismo” seria tentar fazer um processo de impeachment sem fundamento que o justificasse. No entanto, ao lado das “pedaladas fiscais” – por si sós muito graves, pois a República, em tese, deve ser da maior transparência, isso em tese, pois nestes 126 anos nunca o foi –, temos que as denúncias de desvios de verbas das estatais para serem transformadas em doações “legais” de campanha agravam muito a situação de descrédito da presidente. Dilma Rousseff pode até alegar que de nada sabia, ela só não pode mudar o fato de isso ter acontecido, então ela deve creditar aos seus correligionários uma eventual declaração de nulidade, por vício, na sua eleição. Devemos aproveitar para acabar de vez com a nossa anômala República e reinstaurar a monarquia constitucional parlamentarista, da qual nunca nos deveríamos ter afastado.

Luís Severiano Soares Rodrigues luisseveriano@bol.com.br

Mesquita (RJ)

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VOLUME MORTO

Diante da declaração da presidente Dilma de que “não há corrupção no meu governo”, esclarecemos: estelionato eleitoral é corrupção; omissão e mentiras, também. O governo é responsável pelo escândalo da Petrobrás, maior escândalo de corrupção na história do mundo. Ignorar a péssima situação da segurança, da saúde e da educação também é corrupção – além de incompetência. A verdade, senhora Dilma, é que a senhora está no volume morto.

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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A MORAL DO POVO BRASILEIRO

A sra. presidente da República (cujo nome continuo me negando a escrever ou pronunciar) disse que “ninguém” tinha moral para criticá-la. Pois bem, sra., gostaria de lhe pedir para não generalizar, pois a imensa maioria do povo brasileiro tem, sim, moral para falar da senhora, pois não somos nós, povo brasileiro, que somos líderes do governo mais corrupto da história do País; não somos nós que nos elegemos com dinheiro de propina desviado da Petrobrás; não somos nós que mentimos para nos elegermos; não somos nós que jogamos o País na maior crise econômica da história; não somos nós que temos uma política externa ridícula e que apoiamos ditadores assassinos na América Latina; não somos nós que retalhamos o governo entre partidos que só querem saber do poder para continuar enriquecendo; não somos nós que recebemos ordens de chefe de quadrilha. O povo brasileiro é honrado e tem, sim, moral para apontar o dedo para as barbaridades que a sra. e seus asseclas estão fazendo com o país do povo brasileiro.

Carlos Roberto Barreto Barsotti cbarsotti1@hotmail.com

São Paulo

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OS BRASILEIROS SABEM

Todos os brasileiros sabem que o Partido dos Trabalhadores (PT) começou seu período governamental em janeiro de 2003 e permanece até hoje no poder, com muitos erros e poucos acertos. Sabemos que o governo petista não vem respeitando a Constituição; sabemos que incharam a máquina pública com companheiros petralhas alérgicos ao trabalho, sabemos que Lula se acovardou na defesa da nossa pátria, não defendendo a Petrobrás da mão grande boliviana e também na quebra de contrato de Itaipu com o Paraguai; sabemos que Lula e Dilma traíram os nordestinos não levando a prometida irrigação para aquele sofrido povo do Nordeste, que morre de sede e de fome por falta de água na região; e que desviaram fortunas do País por meio de empréstimos inconstitucionais do BNDES a governos ditadores comunistas socialistas, sem atender ao que determina a lei, que obriga serem estes aprovados pelo Congresso Nacional. Sabemos que praticaram corrupção criando o “mensalão” e o “petrolão”, tudo contra os brasileiros dependentes da assistência médica, da educação, do transporte, da segurança, da habitação, etc. E somente o Poder Judiciário e o Legislativo não sabem disso? Para que servem os membros dos Poderes constituídos? Para receberem fortunas de salário pagas com o suor do povo?

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

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O PT NA PRESIDÊNCIA

Dia 10 de fevereiro 1980, fundava-se o Partido dos Trabalhadores (PT), sob liderança de Lula. Objetivo principal: alcançar o poder maior. Abril de 2003: 23 anos depois, Lula é eleito presidente do Brasil. Seu primeiro mandato (2003-2006) transcorreu sem registro de decisões importantes, salvo as de interesse do partido. Reeleito para o segundo mandato (2007-2010), teve sua pretensa qualificação de partido ficha-limpa maculada pelo crime do mensalão, engendrado por José Dirceu e José Genoino, cuja condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) resultou na prisão temporária da dupla. A atual presidente Dilma, designada por Lula, cumpre o 12.º ano de poder do PT, que pode se prolongar por novo mandato de Lula em 2018. As próximas eleições de outubro de 2016 representam uma importante decisão eleitoral para o futuro do Brasil: subordinação centralizada ou mudança radical para um governo democrático.

Alcides Benjamin Porcaro porcaro2010@hotmail.com

São Paulo

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FALSIDADE POLÍTICA

Um governo do Brasil democrático e eticamente correto não pode ser uma utopia. O PT fez tudo certo e foi coerente segundo a cartilha da subversão para se manter no poder. Este já era o objetivo “socialista” desde antes da eleição de Lula. Consta no currículo da Dilma, de José Dirceu e de outros. Nem a sociedade nem a oposição se deram conta disso até agora. Foram todos enganados. Manobras táticas no Congresso Nacional não resolverão o problema, pois não se trata só de “erros de gestão” e de corrupção, que são apenas sintomas. Faz-se necessária uma “abordagem salvadora”, a começar por um salto ou uma conscientização cultural.

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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SE CORRER O BICHO PEGA, SE...

Estava aqui analisando a linha sucessória presidencial. Caso Dilma Rousseff e Michel Temer tenham a chapa cassada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), quem entra é Eduardo Cunha. Em caso de este ser impedido, envolvido que está na Operação Lava Jato, entra Renan Calheiros, igualmente envolvido em casos de corrupção. Em não podendo Calheiros, entra.... o ministro Ricardo Lewandowski? Que país é esssssste?!

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

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PEDIDO DE RENÚNCIA

Ninguém aguenta mais Dilma Rousseff. Além de não ter condições de governar, ela envergonha a classe feminina, que tanto valorizou ao vencer em 2010, a ponto de criar o neologismo “presidenta”. Sugiro às associações feministas que enviem aos jornais uma carta aberta à “presidenta” agradecendo e recomendando, elegantemente, que renuncie.

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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ESTADISTAS

E, por falar em grandes estadistas femininas, lembramo-nos de Margaret Thatcher, primeira-ministra britânica, que se destacou na história por sua inteligência, idoneidade e grande determinação, e por isso foi chamada de “dama de ferro”. E a “nossa”, aqui, por sua atuação até agora, como poderia ser denominada? Dama de plástico?

Aurélio Quaranta relyo.quar@gmail.com  

São Paulo

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COXINHA

A grande verdade que os situacionistas fingem não ver é que Dilma Rousseff virou coxinha. Aliás, ser eleita mentindo sobre o que iria fazer não é nada democrático. Assim, resistir a impedimentos ou à renúncia alegando ter sido eleita democraticamente pelo povo não resiste a nenhum conceito democrático. Esperamos que Cunha, este, sim, eleito democraticamente duas vezes, antes de ser cassado, inicie o processo de impeachment, compensando discretamente a escandalosa roubalheira que cometeu.

Geraldo Siffert Junior siffert18140@uol.com.br

Rio de Janeiro

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SEM MORAL PARA GOVERNAR

A exemplo de todo grande estadista, que nunca teme discursar em público – pelo contrário, faz questão de medir sua popularidade tête-à-tête junto ao povo –, pergunto: por que a presidente Dilma, cujas pesquisas revelaram 90% de rejeição, optou recentemente por discursar em ambiente fechado, vedado ao grande público, exceto aos pelegos da Central Única dos Trabalhadores (CUT), pagos regiamente pelo governo, para lhe render falsas homenagens? Por que diabos a presidente mais rejeitada das últimas décadas fala em “moralistas sem moral”, desafiando 99% dos brasileiros, este, sim, com moral e reputação ilibadas o suficiente para criticá-la justamente pela sua devoção, submissão e patrocínio a ditadores desqualificados como Fidel Castro, Hugo Chávez e o sanguinário Teodoro Obiang Nguema, da Guiné Equatorial, entre outros? Resumindo: com que moral V.Exa. pretende governar o Brasil até 2018? Fora Dilma, antes que seja tarde!

Peter Cazale pcazale@uol.com.br

São Paulo

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ACEITAÇÃO POPULAR

É isso aí, dona Dilma, quem não tem prestígio não lidera.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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DONA DILMA I

Dilma, por favor, diga esta frase: Se for para o bem de todos e felicidade geral da Nação, diga ao povo que renuncio!

  

José Paulo Cipullo j.cipullo@terra.com.br

São José do Rio Preto

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O ÚLTIMO BAILE

Ultimamente, tenho me lembrado com frequência do episódio da história tupiniquim relativo ao baile da Ilha Fiscal... 

Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br 

Itanhaém

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GOLPE SUJO

O governo, o PT e Lula dizem que falar em impeachment é colocar em movimento um golpe político, promovido pela oposição. Ora, o impeachment está previsto na Constituição e se destina ao governante quando não exerce a sua função, exerce mal ou pratica atos indevidos que contrariam as leis do País. O discurso dos petistas é para enganar os incautos. Felizmente, a situação está mudando por causa das informações que chegam rapidamente a todos os cantos mais remotos do País. Golpe é o que o governo, o PT e Lula praticam reiteradamente, só que golpes sujos, com a finalidade de obter vantagens e conservar o poder. Muita coisa ilegal já foi feita, o mensalão, o petrolão, dossiês, dinheiro em malas ou na cueca, mentiras e tantos outros desvios de conduta. Isso não é golpe sujo contra a população e o País?

Alvaro Salvi alvarosalvi@yahoo.com

Santo André

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PARALISIA DECISÓRIA

A presidente da República foi eleita para chefe de Estado, mas deveria formar maioria para exercer a função de chefe de governo no chamado presidencialismo de coalizão. A derrota do PT nas eleições legislativas, em 2014, provocou o surgimento do presidencialismo de coabitação (o Legislativo passou a controlar a pauta de votação e a agenda política contra os interesses do Executivo). Em não havendo cooperação entre os poderes, mas, sim, confronto, a paralisia decisória provoca a atual perda de legitimidade de funcionamento não só do sistema de governo, como de todo o sistema político.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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RENÚNCIA PREMIADA

Vamos pensar no bem maior, que é o Brasil, e fazer o que precisa ser feito. Sem medo! Vamos sair da “cômoda situação” do politicamente corretos (oh conceito infeliz!) e ficar do lado certo, pois todos nós sabemos “quem é quem” nesta infeliz história do Brasil atual. A omissão será o mal maior (todos conhecem a fábula do sapo na panela de água quente). Precisamos nos organizar e pressionar, e, se for o caso, apelar para que haja uma renúncia coletiva, como sugerida pelo ministro Marco Aurélio Mello, do STF (“é uma forma não traumática para o País superar a crise”, pois “o mal maior, a crise econômica, está sendo deixada em segundo plano por interesses políticos”). Mas vamos ampliar: além de Dilma, de Temer e de Cunha, como sugerido pelo ministro, vamos incluir os srs. Renan e Lula nesta renúncia coletiva. Neste último caso, seria uma renuncia à política, pois é preciso que se evitem defesas de ideias ultrapassadas (voltar a gastar como solução para a economia brasileira) e, dada sua liderança, estímulos a movimentos perigosos (MST nas ruas?). Se em algum momento essas pessoas ajudaram o Brasil, é claro que nos últimos dez anos eles causaram males irreparáveis para o País. A presença de todos eles no cenário político brasileiro atual não ajudará em mais nada, pois eles apenas estão trabalhando em causa própria (não só eles, é verdade, mas eles são mais protagonistas que outros, pelo menos no momento). Seja para manter o projeto de poder ou para se safar da Lava Jato. Na verdade, eles representam uma minoria cada vez menor da população brasileira, pois estão totalmente desacreditados. Isso tudo poderia ser feito, à semelhança da “delação premiada”, por meio de um programa que poderia ser chamado de “Renúncia Premiada”. Sem prejuízo nas investigações da Lava Jato e outras que se sucederão (isso vai muito longe e, doa a quem doer, condenará um contingente grande de pessoas), essas cinco pessoas receberiam alguns benefícios para serem utilizados quando de suas condenações. Embora parecendo utópica, essa é a forma de restabelecer um clima de credibilidade que permita a realização de um projeto convergente para o Brasil e que trate, prioritariamente, dos graves problemas existentes atualmente, que, como se sabe, tem a economia como prioridade. O Brasil está indo de mal a pior e não pode depender dessas cinco pessoas que, no momento, estão única e exclusivamente preocupadas em resolver seus próprios problemas. O Brasil para essas pessoas não existe, a não ser como “meio” para seus fins. E é um enorme absurdo mantermos uma posição como essa, pois morreremos como o sapo numa panela de água que vai esquentando aos poucos.

Paulo Roberto Guedes prguedes51@gmail.com

São Paulo

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OS CAÇAS SUECOS

O governo apresentou nas contas de 2014 bilhões de déficit, e para 2015 o panorama não parece ser diferente. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o “balança, mas não cai”, quer porque quer a volta da hedionda CPMF, aumento da Cide e outros impostos sobre um povo que já não suporta tanta carga tributária. Não se fala em reduzir despesas, até pelo contrário. O governo acaba de concluir um contrato para a compra de 36 caças Gripen NG, da empresa sueca Saab, por US$ 5,4 bilhões – a primeira aeronave será entregue em 2019 e a última, em 2024. Consta do contrato que pilotos e mecânicos farão treinamento na Suécia para transferência de tecnologia. Sem entrar no mérito da despesa exorbitante, é sabido que o Exército está sucateado, sendo submetido a um garrote vil durante este governo, não estando em melhores condições a Marinha. Só a partir de 2019 teremos 1/36 dessa frota. Será que, com esse novo e sofisticado equipamento, as nossas fronteiras serão mais vigiadas? Escrevam aí: a partir da década de 2020, um novo escândalo será investigado com o nome de Lava Caça. Países do Mercosul, tremei, os Gripen vêm aí.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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PRÊMIO ANTINOBEL

O Brasil nunca conseguiu se tornar conhecido por ser a pátria de algum laureado com o Prêmio Nobel. Mas acaba de mostrar que o resto do mundo deve, mais uma vez, curvar-se diante de uma conquista notável, pois acaba de tornar-se o campeão de desempenho no campo das conclusões políticas tendenciosas, resultantes de inquéritos parlamentares, ao apresentar um desfecho sem paralelo em qualquer outro Congresso democrático do mundo. O relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás, recentemente divulgado, além de transformar em celebridade seu relator, o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), por livrar políticos investigados pela Justiça de envolvimento em corrupção na estatal, sugere mudanças na lei de delação premiada, sancionada pela presidente Dilma, ex-integrante do conselho de administração da empresa durante a maior parte das manobras ilícitas e uma das inocentadas. Trata-se, portanto, de uma obra prima de corporativismo e favorecimento, sem nenhuma referência às perdas astronômicas impostas à sociedade. Merece, assim, um honroso prêmio, não Nobel, mas de uma categoria que divulga com fidelidade os fatos que atualmente envergonham o País no cenário internacional.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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HAJA ESTÔMAGO

Está cada dia mais difícil de ver TV e ler jornais estampando a cara deste bando de ladrões que assaltou e continua assaltando os cofres públicos do Brasil. Para que a sociedade não fique totalmente privada de informações, faço um apelo aos fotógrafos e operadores de câmaras, e principalmente à quadrilha, que não se deixem fotografar e, se o fizerem, que seja olhando para o chão. Não riam de nossa cara. Agradecemos. Na semana passada apareceram o deputado petista Luiz Sérgio, afirmando no relatório final da CPI da Petrobrás que não existem provas materiais para incriminar nenhum político; e José Sérgio Gabrielli, o ex-presidente da Petrobrás, afirmando na maior cara de pau que os recursos relacionados à corrupção na estatal são “muito pequenos” em relação ao tamanho da companhia. Entendi, professor! Então roubar é permitido, desde que o roubo seja proporcional ao tamanho da empresa, não é isso, senhor Gabrielli? Só faltou ele estabelecer o porcentual permitido e se esse porcentual é proporcional à hierarquia dentro da empresa. O assaltante Pedro Barusco, um simples gerente, depois de uma delação premiada, devolveu aos cofres da empresa US$ 98 milhões, que estavam depositados em seu nome no exterior. Usando esse fato, dá para imaginar a parte que coube ao presidente? Também na semana passada, ao abrir o jornal, dei de cara com o espectro de Lula recebendo o título de cidadão piauiense e teresinense na Assembleia Legislativa do Piauí. Na ocasião, o picareta teve o descaramento de pronunciar a seguinte frase: “Durmo tranquilo, fiz o que era justo para o meu país”. O indivíduo encarna o que possa existir de mais abjeto no ser humano.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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DEPENDE DO TAMANHO

De acordo com o tal Gabrielli, o rombo na Petrobrás foi “relativamente pequeno”. Por aí se pode imaginar em quanto anda o roubo nas outras empresas estatais...

José Luiz Tedesco tedescoporto@hotmail.com

Presidente Epitácio

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A SOBREVIVÊNCIA DA PETROBRÁS

Petrobrás tem risco de sobrevivência. Quando o pré-sal foi projetado, os cálculos foram feitos com o barril de petróleo valendo US$ 100,00. De acordo com a direção da empresa, o pré-sal seria viável com o barril a US$ 55,00. Em 20/10, o preço atingiu US$ 49,00. Segundo publicações estrangeiras, o barril deve atingir US$ 35,00 já em 2016. Além do pré-sal, as exportações da empresa terão também uma queda brutal. É mais um “grande” problema para o governo. A propósito, o ex-presidente da empresa, no período do “assalto” que produziu o petrolão, José Sergio Gabrielli, disse que os “desvios” do PT ocorridos foram “muito pequenos” dentro do tamanho da empresa. Gabrielli naturalmente e cinicamente acha que vender ativos, como a Petrobrás está fazendo, é um prejuízo pequeno. Quase que certamente a Petrobrás só sobreviverá com um grande aporte do Tesouro, retirando os recursos, como sempre, da Saúde e da Educação.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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IMPASSE

A presidente Dilma afirmou em 20 de outubro ao governo da Finlândia que seu governo não está envolvido em nenhum escândalo de corrupção, discordando da declaração do presidente da Câmara, que disse lamentar que o governo atual esteja envolvido  no maior escândalo de corrupção do mundo, que é o da Petrobrás. E agora, José?

Newton Faro newtonfaro@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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UM ESCÂNDALO

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso conta, em seus diários, que foi alertado durante sua gestão de que a Petrobrás era um escândalo. E não fez nada? Que moral tem o seu partido para falar desta corrupção atualmente revelada e pedir o impeachment da presidente Dilma?

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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SAÚDE FALIDA

Os brasileiros se viram obrigados a fazer um seguro privado de saúde pelo péssimo atendimento da rede pública. Agora, as empresas estão quebrando ou cobrando valores impossíveis de serem pagos pela maioria das pessoas. Vão voltar ao Sistema Único de Saúde (SUS), conhecido como atendimento “funerário”. Onde está o concorrido cargo de ministro do Ministério da Saúde?

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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ALTERNATIVA

Na atual conjuntura que vive o Brasil, ao invés de o governo comprar aviões de guerra, construir hospitais para socorrer nossos doentes seria bem mais viável.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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PERDA DE ARRECADAÇÃO

Com a nossa economia na UTI, sinais do mercado dão conta de que a maioria das empresas existentes no País deixou de pagar impostos para mal conseguir saldar os salários dos trabalhadores. E, como os números não mentem, num relatório do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, consta que a receita esperada pelo governo federal para 2015, de 13,4% do PIB, será menor do que na gestão de FHC em 2001, com 13,6%. Por essa razão, temos hoje um governo Dilma inadimplente, pedalado, sem capacidade política e lucidez para aplicar medidas sensatas e eficientes a fim de recuperar o nosso desenvolvimento econômico.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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LEVY SAI OU FICA?

Intensifica-se a discussão sobre a saída do ministro Joaquim Levy do governo e ninguém vem se preocupando em saber se ele quer ficar. Levy parece calmo, ponderado, disciplinado, competente e, sobretudo, inteligente. Levy foi para o sacrifício a mando de Trabuco, seu patrão no Bradesco, convidado por Dilma em primeira mão. Trabuco não é tonto, viu que a missão era um “trabuco” da pior espécie – vê lá se ele ia se sujeitar a tratar com Falcão, um grosseirão pessoal e intelectualmente – e mandou Levy, seu funcionário, para o sacrifício. Levy só sairá do ministério se Dilma quiser ou se Trabuco chamá-lo a assumir o seu velho emprego no Bradesco. Assim, volto ao início, à pergunta que ninguém ainda fez: Levy quer ficar?

Roberto Maciel rvms@oi.com.br

Salvador

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‘BEM QUE EU FALEI’

Lula e Rui Falcão versus Dilma Rouseff lutando pela manutenção de Levy no Ministério da Fazenda é o mesmo que o velho ditado que diz que “em casa que não tem pão todo mundo briga e ninguém tem razão”. Ou, ainda, Lula tirando o “time de campo” para depois dizer “bem que eu falei” e tentar passar incólume pela atual crise.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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PRAZO DE VALIDADE

Sem dúvidas o ministro da Fazenda não tem aprovação nem simpatia da maioria da população brasileira, pela forma como quer fazer receita: só aumentando e recriando tributos, no que só a população paga a conta, como sempre. Enquanto isso o governo continua com sua boa vida, sem nenhuma restrição, muito menos enxugando o exército de inúteis e achacadores que o compõe. Lula, num jantar com Dilma Rousseff, disse que Joaquim Levy tem “prazo de validade”. E o que deveríamos dizer a respeito do “cara”, que o tem vencido há 13 anos?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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RESISTÊNCIA

No governo Jango (1961-1964), o banqueiro Walther Moreira Salles foi ministro da Fazenda. Aguentou aproximadamente um ano no cargo. No governo Dilma (2015-?) há um bancário, Joaquim Levy, ministro da Fazenda. Levy aguentará um ano no cargo?

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo

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EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO

Sobre o artigo de Simon Schwartzman “O impasse do ensino médio e o funil do Enem”, 17/10, A2), o grande problema de nossos intelectuais é serem presas fáceis do socialismo marxista e do comunismo soviético, ainda que falido. O sociólogo do artigo não fica atrás. Ainda não entendeu que a educação no País passou pelas seguintes fases: educação aristocrática, provinda da ditadura religiosa em particular da Igreja Católica ao longo de toda a Idade Média; educação aristocrática capitalista desta era, produzida pelos homens políticos que para cá vieram “fazer a América”, e funciona assim até hoje. Ou será que há algum político no “poleiro” para outra coisa? A educação “socialista”, da cambada comunista que, em sociedade com a cambada coronelista que sempre explorou o País, estão em vias mais do que falidas ao implantar o comunismo do sindicalismo pelego do “pixuleco”, por meio da “revolução branca dos impostos”, tendo atrás de tudo os banqueiros que se regalam mais do que urso numa colmeia. Então, o articulista não enxerga que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nada mais é do que um “plano comunista” de educação para o País feito por “pedagogos demagogos” de formação socialista, e daqui um pouco será ministrada a cartilha marxista como “ciência” para a molecada sem educação (educação quem dá é a família, não é a escola). Claro que não se está inovando nada nas escolas, ainda de caráter tipicamente “aristocrático” como sempre foi. Só se mudam os “aristocratas”, que agora são comunistas ou coronéis do poder, ou “pudê”, mais os herdeiros do feudalismo medieval forjado pela Igreja Católica.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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DOMINGO NA AVENIDA PAULISTA

Perguntas para o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad: qual o custo para a Prefeitura do fechamento da Avenida Paulista para os carros aos domingos? Quanto custa o trabalho da CET, da Polícia Militar, de outros policiais? Quanto custa para as empresas de ônibus? E qual o preço para os cidadãos que têm de desviar o caminho, evitar passar por perto da avenida se estiverem indo para o trabalho (há quem trabalhe aos domingos) ou para qualquer compromisso? Esses custos foram computados? Ele tem o dever e a obrigação de abrir corretamente todas as despesas que sejam inerentes a um fechamento da Avenida Paulista, e só assim os munícipes poderiam considerar concordar com a medida. Sem populismo e sem conversa fiada. Sem marketing barato. Afinal, os parques e as praças da cidade estão bem mal conservados. Qual o custo de manutenção do diversos parques e praças em São Paulo? Vamos comparar? Por que gastar mais em eventos jogados ao léu em vez de cuidar dos parques municipais já existentes, que são permanentes?

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

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E O RESTO DA CIDADE, PREFEITO?

Muito oportuno o editorial “Demagogia na Paulista”, do “Estadão” (20/10, A3). O prefeito Fernando Haddad escolheu a Avenida Paulista como palco para sua demagógica campanha rumo à reeleição. E esqueceu de todo o resto da cidade, que não é pequena. Esqueceu, por exemplo, do Parque Augusta, porque não quer enfrentar interesses que exigiriam uma postura firme e decidida, algo que não tem. Esqueceu, ainda, do Parque do Jockey, no bairro do Ferreira. Para implantar este parque, não tem de enfrentar obstáculos, já que a área foi entregue pelo Jockey Club de São Paulo há mais de um ano. Falta-lhe, novamente, uma postura firme, de quem trabalha em prol da metrópole, e não de quem vive de jogadas de marketing. Haddad, definitivamente, é o prefeito da Paulista, não de São Paulo.

Cyro Queiroz Fiuza cyrofiuza@uol.com.br

São Paulo

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‘DEMAGOGIA NA PAULISTA’

Demagogia e atestado de incompetência. Se era para continuar a obra de Gilberto Kassab fechando por inteiro a Avenida Paulista, então para que gastar dinheiro com a ciclovia, que não é usada nem durante a semana nem no fim de semana, exceto um pouco à noite, como lazer e como esporte? Tiraram espaço dos pedestres e dos canteiros de flores e a Paulista está feia.

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

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ARTE

O fechamento da Avenida Paulista aos domingos é mais uma arte do nosso alcaide, que pretende se notabilizar por feitos exóticos. Não bastasse ser o campeão mundial de multas e radares espalhados pela cidade em menor espaço de deslocamento possível, agora pretende tornar a cidade refém de projetos que desviam a atenção dos desserviços públicos e a péssima qualidade de vida do paulistano.

Yvette Kfouri Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

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