Fórum dos leitores

KAFKIANO

O Estado de S. Paulo

02 Novembro 2015 | 03h00

E-Social

Passei no sábado pela tortura de fazer o cadastro daquilo que a burocracia chamou de E-Social. É inacreditavelmente complicado, mesmo para um profissional do Direito com 50 anos de prática. Só imagino a perplexidade e o sofrimento de uma dona de casa idosa que tenha de passar por esse absurdo teste de destreza informática. Por que se submete o cidadão a esse questionário típico dos regimes totalitários?

EDUARDO SPINOLA E CASTRO

3491esc@gmail.com

São Paulo

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Burocracia exagerada

Exigências para cadastrar empregado no “Simples Domésticos”: número do CPF, data de nascimento, país de nascimento, número do NIS (NIT/PIS/Pasep/SUS), raça/cor, escolaridade, número, série e UF (Estado) da Carteira de Trabalho e Previdência Social, endereço residencial, endereço do local de trabalho, data da admissão, data da opção pelo FGTS, valor do salário contratual, número do telefone (preferencialmente celular), e-mail de contato. E mais: título de eleitor, horário de trabalho, estado civil, dependentes, código de acesso ao cadastramento, senha do cadastramento, empregador, CPF, nascimento, estado civil, números das duas últimas declarações de renda. Que exagero desnecessário! Que abuso! O CPF não identifica cada pessoa? 

ERHARD FRANZ ADOLF DOTTI

erdotti@gmail.com

São Paulo

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BNDES

Rodovias

Muito oportuna a matéria sobre liberações do BNDES para estradas. Mas o banco não deveria liberar nada em detrimento de compromissos anteriores assumidos e que estão a meio do caminho. Refiro-me à subida da serra na Rio-Petrópolis: a obra está na metade e foi desativada por falta das parcelas devidas pelo BNDES, pondo em risco o já investido, abandonado. Aliás, a estrada é pedagiada, R$ 11,20 no trecho, o que faz aumentar o desrespeito ao cidadão usuário.

ARISTOTELES DRUMMOND

aristotelesdrummond@gmail.com

Rio de Janeiro

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LULOPETISMO

Crime hediondo

Lula, Palocci, Erenice Guerra e Fernando Pimentel estão sob suspeita de haverem surrupiado R$ 300 milhões do BNDES. Como é cansativo sabermos quase que diariamente da ocorrência de novos crimes de corrupção de políticos e pessoas ligadas aos governos do PT, do presente e do passado! Lula não sente vergonha em afirmar que recebeu R$ 27 milhões por palestras proferidas entre abril de 2011 e maio de 2015, num país onde a miséria existe e destrói as famílias de milhões de pessoas. Trata-se de uma afronta, um acinte, uma agressão torpe e obscena de um ex-presidente apedeuta que pensa que pode enganar o povo por muito tempo. Sua época já passou e Lula não engana mais ninguém. Seria bom, para começarmos a luta contra a miséria e a ignorância, esses personagens pararem com seus crimes e devolverem o dinheiro roubado aos cofres públicos.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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Tigrada

Por que Lulla e sua tigrada não largam mão de mentir e, de uma vez por todas, dizem a verdade sobre as propinas que receberam, já identificadas pelo Coaf?

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA

jrobrisola@uol.com.br 

São Paulo

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Manobra diversionista

Então o Lula e sua tropa movimentam milhões e ainda criticam a “zelite”? Cara de pau!

ANTONIO BOER

toboer@uol.com.br

Americana

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Mentirolândia

Lula não inventou a mentira na política, mas a institucionalizou como método. Hoje não fala uma frase sem mentir. Começou cedo. Quando trabalhava na Villares, em 1970 (e depois), a diretoria da firma não informava na fábrica os aumentos de salário, que eram então autorizados por Brasília. Isso ficava a cargo de Lula, que mentia para seus companheiros que ele é que tinha conseguido o aumento.

SILVANO ANTONIO ROXO

silvanoroxo@terra.com.br

Santana de Parnaíba

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Instituições capazes?

Assinante do Estado, inicio diariamente a leitura do jornal em Notas & Informações (A3). Brilhante o editorial PT aposta na confusão moral (31/10), que assim encerra: “Felizmente, como têm demonstrado a Justiça e a polícia desde o escândalo do mensalão, as instituições do País são plenamente capazes de colocar as coisas em seu devido lugar”. Minha dúvida: se as instituições do País são plenamente capazes, por que o desastrado governo Dilma Rousseff, com tantas irregularidades, permanece sem ser punido, enquanto a maioria dos brasileiros a desaprova e pede seu impeachment? A Justiça não encontra motivo para afastar a presidente!

JOÃO FERREIRA MOTA

jfmota@ig.com.br

São Paulo

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Ano horroroso

2015 será lembrado por muitos como o annus horribilis a ser esquecido. Alguns passarão presos o fim de ano, ao contrário do que imaginavam. Outros estão se questionando quando sua hora chegará para integrarem o time, já que a corrupção tem campo tão vasto que onde se procurar se achará. Numa perspectiva mais positiva, nossa presidente e demais líderes políticos, apesar do temor das delações, torcem por permanecer num limbo, o impasse que lhes é conveniente, já que a inércia os mantém em seus cargos. Enquanto isso, a população que perde o emprego paga pela inflação e tem seu futuro incerto, vendo rondar o descrédito e a desesperança. Campo fértil para o aparecimento de líderes messiânicos e salvadores da pátria. 2015 tem de acabar.

SERGIO HOLL LARA

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

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INDÚSTRIA DAS MULTAS

Non ducor duco

Nossa grandiosa cidade poderia dar mais uma lição à Nação: aplicar a lei e impedir o prefeito, que, também por aqui, pedalou com dinheiro público. O Tribunal de Contas do Município fornece base legal contra o chefete petista, que desviou verbas substanciosas de sua finalidade legal. Refiro-me aos R$ 900 milhões (!) arrecadados em multas de trânsito, que por lei deveriam ter sido aplicados nessa mesma área. Sabe-se lá onde foi parar essa enormidade de recursos - não seria surpresa encontrar boa parte em bolsos da companheirada! Que a Câmara Municipal de nossa séria e ética cidade dê o exemplo ao Congresso e defenestre legalmente o prefeito, que, tal como a presidenta, malversa diuturnamente os recursos saídos de nossos bolsos.

JULIO CRUZ LIMA NETO

São Paulo

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JUROS NAS ALTURAS

O cartão de crédito é o instrumento mais comum nas transações comerciais para a maioria da população adulta do nosso país, mas hoje se configura, infelizmente, como a maior dor de cabeça ou angústia para esta mesma população. Os juros dessa modalidade de pagamento, em setembro, atingiram inimagináveis 414,3% ao ano, deixando quase 39% destes consumidores inadimplentes. E o velho cheque especial também passa a ter a maior taxa de juros em 20 anos: na casa dos 263,7% ao ano. Esse é o legado perverso deste desgoverno petista, que arrasou os nossos fundamentos macroeconômicos.  

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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DESGOVERNADOS

A taxa básica da economia, fixada pelo Banco Central, é de 14,25% ao ano. Os juros do cheque especial alcançaram 263% ao ano e do cartão de crédito, 410%. Isso significa que o crédito para o brasileiro é quase impossível ou simplesmente impraticável. O Banco Central eleva os juros para segurar a inflação, mas paralisa toda a produção do País. A incompetência administrativa do governo é gigantesca, pois o desemprego aumenta e a arrecadação diminui. Este mesmo governo incentivava o aumento do consumo alguns meses atrás e, agora, não sabe o que fazer com a inadimplência desenfreada. Enquanto o País continuar "desgovernado", a situação só vai se agravar e nenhum aumento de imposto vai arrumar o rombo causado pela gastança da corte brasileira. 

JOSÉ CARLOS SARAIVA DA COSTA

jcsdc@uol.com.br 

Belo Horizonte 

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ONDE ESTÁ O DINHEIRO?

Onde está o tal dinheiro que o Brasil diz que tem de "reserva"? Será que existe mesmo ou é lenda? Por que o governo não usa esta tal reserva para apagar os incêndios financeiros que estão arruinando o País? Quanto ao dinheiro mandado ilegalmente para fora do Brasil por criminosos, sugiro que o governo rastreie, bloqueie, confisque e repatrie 100% dos valores, acrescidos de multa e processo criminal. Quem colaborar e devolver 100% dos valores terá um desconto na multa e redução na pena. A Justiça só não vai atrás desse dinheiro porque não quer. 

MÁRIO BARILÁ FILHO 

mariobarila@yahoo.com.br 

São Paulo

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O SILÊNCIO É OURO?

"País já esteve em situação pior", disse Joaquim Levy. O sofrido povo brasileiro poderia ser poupado de observações totalmente inoportunas e infelizes. Se o "pseudo" (sic) ministro Levy não tem o que dizer (que é, no momento, o caso), seria melhor ficar quieto.

 

ULYSSES FERNANDES NUNES JR 

ulyssesfn@terra.com.br 

São Paulo

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'MANÉS'

Levy fala pelos cotovelos, como seus patrões. A questão não é a crise em que o PT meteu o partido, é o fato de o mesmo partido procurar "resolver" essa crise com seus "manés", que, quando não são corruptos, são idiotas como este ministro.

ARIOVALDO BATISTA 

arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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POR QUE JOAQUIM LEVY NÃO SAI

O governo do Brasil (isto é, todos nós) está perdendo R$ 150 bilhões por trimestre, porém, ao mesmo tempo, o Bradesco ganha mais de R$ 4 bilhões. No dia em que o Bradesco (e assemelhados) perder um centavo, caem Joaquim Levy, Dilma Rousseff, Eduardo Cunha e quem mais existir em Brasília!

FRÉDÉRIC STIEBLER COUTO

fred@programma.com.br 

São Paulo

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DEVEDORES DA UNIÃO

Por que será que o Bradesco, o segundo maior banco particular do Brasil, que disputa palmo a palmo a liderança com o Banco Itaú, continua sendo relacionado entre os dez maiores devedores da União? Não é intrigante?

SERGIO S. DE OLIVEIRA 

ssoliveira@netsite.com.br 

Monte Santo de Minas (MG)

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INSATISFAÇÃO GERAL

A insatisfação é generalizada e tanto os governos quanto os parlamentares estão desacreditados. O governo segue com o pretenso ajuste fiscal que somente atinge os contribuintes, que trabalham para sustentar o País. Os congressistas só pensam em disputar cargos e manter seus mandatos, bem como suas mordomias. Cortar despesas, por exemplo, viagens agendadas (e são muitas), recursos que são destinados aos gabinetes, copa e cozinha, não faz parte dos projetos. Mas, por outro lado, cortar verbas de universidades e hospitais é mais fácil, porque prejudica quem precisa. Finalmente, a população entendeu que governos petistas têm apenas um objetivo, que é o projeto de vida deles: enriquecer de qualquer maneira, juntamente com a família e aliados, esvaziando os cofres públicos. Dessa forma promoveram a falência total dos recursos financeiros e morais do País.

ODILÉA MIGNON

cardosomignon@gmail.com 

Rio de Janeiro

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O JOIO DAS INSTITUIÇÕES

As medidas de ajuste fiscal não avançam com Dilma Rousseff e Eduardo Cunha nas presidências da República e da Câmara dos Deputados, respectivamente, e, por consequência, as cobranças feitas pelas duas agências que ainda mantêm o grau de investimento do País (Moody's e Fitch) não serão atendidas. Se confirmada essa tendência, a situação da economia brasileira se tornará ainda mais escabrosa: fuga de investimentos, elevação da inflação e, dados a insanidade e o descompromisso do Planalto, elevação dos juros. A verdade é que o caminho da retomada do crescimento e da normalidade das instituições tem como barreira primordial a resistência de Dilma, Cunha e Renan Calheiros em abdicar de suas respectivas funções. Em relação ao último, as amarras que o prendem ao cargo são ainda mais firmes, haja vista que, depois do "acórdão" com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o peemedebista alagoano sumiu do centro das investigações da Operação Lava Jato. Ou o Brasil se livra desses joios ou a safra inteira estará perdida.

ELIAS MENEZES

elias.natal@hotmail.com 

Nepomuceno (MG)

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BRASIL COMPETITIVO, SÓ DE MÃOS LIMPAS

  

Deve ficar claro que as excelentes propostas dos Fóruns Estadão Brasil Competitivo só terão validade com o País de mãos limpas, com a prisão de políticos e governantes desonestos e a extinção de partidos que utilizam a corrupção como forma de se perpetuar no poder. Sem isso, nada faz sentido.

NILSON OTÁVIO DE OLIVEIRA 

noo@uol.com.br

Valinhos 

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UM NATAL PARA POUCOS

Nem na famigerada época do governo Sarney vimos o que vem acontecendo hoje no Brasil. Se no primeiro semestre o mercado não cooperava, todos esperavam ansiosos o segundo semestre, por causa das festas do fim de ano, que aqueciam o mercado. Saiu a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de junho a agosto, que mede o emprego no País na maioria dos municípios, e ela veio com o pior desempenho em três anos. E, pelas notícias, vai piorar no próximo trimestre, já próximo das festas. Este será um Natal para poucos! E a "presidenta gerenta incompetenta" não desapega.

BEATRIZ CAMPOS 

beatriz.campos@uol.com.br 

São Paulo

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DESEMPREGADOS

Por causa da situação crítica da economia, queda nas vendas, na produção e na receita, muitos empregados ficarão sem função e os patrões devem demitir 5 milhões de trabalhadores neste ano. O patrão governo federal, por sua vez, está em situação financeira crítica, por incompetência gerencial, e parece que não tem intenção de demitir ninguém, porque não tem medo de falência. Dá para entender ou querem que eu explique melhor?

MÁRIO A. DENTE 

dente28@gmail.com

São Paulo

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CONTA MAL EXPLICADA

 

Confesso até agora não haver entendido o porquê da tramitação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que prevê o fim do chamado "abono de permanência" no serviço público federal, um bônus concedido ao servidor que poderia se aposentar, mas posterga voluntariamente sua passagem para a inatividade. A razão é simples: o bônus auferido por quem persevera "na ativa" do serviço federal é de apenas 11% dos vencimentos - o mesmo que recolhe aos cofres da Previdência. Salvo engano, o Estado ganha com esse expediente, porque muitos poderiam aposentar-se, mas seguem trabalhando apenas pelos 11% referidos, sob os quais, aliás, incide Imposto de Renda. Com o fim da vantagem, sem ter por que seguir "na ativa", um número grande de servidores haverá de se aposentar (com vencimentos integrais ou perto disso) e seus cargos serão, ao fim e ao cabo, preenchidos por novos servidores, a quem a União haverá de pagar novos salários, gratificações, etc., além de também arcar com as aposentadorias dos que passaram para a inatividade, ampliando, pela soma dos gastos, as despesas do Estado com pessoal. Na minha modesta aritmética, não imagino como, com o fim do abono de permanência, os cofres públicos haveriam de lograr uma economia de R$ 1,2 bilhão, como apregoam os autores da PEC. Muito mais razoável seria cortar algumas dezenas de milhares de cargos comissionados inúteis, preenchidos à base de "Q.I." (quem indica), que, aí sim, a economia seria de vulto. Mas isso parece que está totalmente fora de cogitação. 

 

SILVIO NATAL 

silvionatal49@gmail.com    

São Paulo

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O DESMORONAMENTO DA DEMOCRACIA

Recentemente, o editorial "Péssimo para a democracia" ("Estadão", 27/10, A3) fez um relato perfeito da situação política atual e suas consequências. Colocou bem a completa falta de oposição, o que ajudou a classe política a se desmoralizar e a desmoralizar a democracia. O Congresso Nacional e a Justiça, no entanto, acentuaram extremamente esse processo. O Congresso, que constitucionalmente deveria fiscalizar o Executivo, associou-se aos esquemas e roubalheiras, não exercendo de nenhuma forma suas responsabilidades constitucionais. Há muito tempo parlamentares cometem crimes, em associação com membros do Executivo ou não, de forma que há algumas centenas de inquéritos e processos correndo no Supremo Tribunal Federal (STF). Com isso, para o público, a imagem do deputado ou do senador é a pior possível, a suposição generalizada é de que todos ou a grande maioria roubaram o País. Há algum tempo a imprensa apresentou um total de 570 processos contra parlamentares, a maioria por apropriação de dinheiro público. A Operação Lava Jato demonstrou que uma quantidade imensa se beneficiou de roubos à Petrobrás e à Eletrobrás. Para piorar, esses políticos gozam de imunidade parlamentar. Apesar do envolvimento de muitos com crimes, estão nossos parlamentares tranquilos porque sabem que suas investigações e julgamentos pelo STF levarão algumas dezenas de anos, o que lhes dá tranquilidade para roubar. Ao final dos julgamentos, já estarão mortos ou, se fizerem 70 anos durante os processos, eles "caducam", como ocorreu com Romero Jucá recentemente. Assim, o prejuízo do País com essa Justiça ineficiente é imenso, os parlamentares roubam livremente pelo baixo risco. O fato de os reajustes dos salários e vantagens dos juízes serem responsabilidade do Congresso é um motivo para a condescendência dos ministros com parlamentares. É, portanto, muito claro que são o Congresso e, principalmente, a Justiça que desmoralizaram a classe política, pondo em sério risco a democracia, como se está assistindo agora com o impeachment da presidente Dilma e o Congresso, cujas Casas são presididas por desavergonhados parlamentares envolvidos em vários tipos de roubos e malfeitos, mostrando a deterioração da moral, a prostituição do cargo público e a derrocada da nossa democracia transformada num "mercado persa".

FABIO FIGUEIREDO 

fafig3@terra.com.br 

São Paulo

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RETRATO EM PRETO E BRANCO

Só existe um lugar no mundo onde o Brasil se justifica: o Congresso Nacional. Olhando em silêncio toda aquela bagunça generalizada, incompetência institucionalizada, deboche escancarado, motriz de vida fácil e descompromissada, finalmente conseguimos entender por que vivemos um caos ético, econômico, social e político no País.

RICARDO C. SIQUEIRA 

ricardocsiqueira@globo.com 

Niterói (RJ)

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SÓ EM 2016

Se forem cumpridos todos os prazos regimentais, tanto a abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff no Congresso quanto a cassação do mandato de Eduardo Cunha só poderão ser votadas entre abril e maio de 2016. A pergunta que não quer calar: o País com recessão de 3% do PIB, desemprego de 8% e inflação de 10% vai ficar em compasso de espera por seis meses sem fazer nada?

LUIZ ROBERTO DA COSTA JR. 

lrcostajr@uol.com.br 

Campinas

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MOEDA DE TROCA

O Brasil é realmente uma brincadeira. O nosso sistema e os políticos são de provocar risos. O impeachment virou moeda de troca. O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, disse que se o procurador-geral da República pedir ao Supremo o afastamento dele, ele vai dar seguimento ao processo de impeachment de Dilma; caso contrário, não. É uma beleza este país. Não dá para falar mais nada. 

PANAYOTIS POULIS 

ppoulis46@gmail.com 

Rio de Janeiro

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CUNHA X DILMA, E VICE-VERSA

Na guerra pelo poder, para chegar lá, ou manter-se nele, está mais do que provada a total falta de escrúpulos, não é mesmo, presidente Dilma e presidente Eduardo Cunha? Há quem diga que o poder causa tanta dependência quanto o crack. Quem não se lembra, por exemplo, do acordo que Dilma Rousseff, então candidata à reeleição, fez com "o diabo" para chegar lá?

AARNALDO DE ALMEIDA DOTOLI 

arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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'FARINHA DO MESMO SACO'

Perfeito o editorial do "Estadão" de 24/10! É isto mesmo, Cunha e Dilma são farinha do mesmo saco. Praticam desvios éticos de natureza diferente, mas o valor moral que norteia suas ações é exatamente o mesmo. Numa escala de 1 a 10, o de ambos é zero. 

 

ELIANA FRANÇA LEME 

efleme@terra.com.br 

São Paulo

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A CARGA DE CADA UM

 

A presidente Dilma carrega nas costas grande parte dos escândalos na Petrobrás ocorridos em suas gestões na Casa Civil e na Presidência da República. Carrega, ainda, as pedaladas de 2014 e de 2015, além de outras graves falhas na administração do País. Já Eduardo Cunha, com boas somas de dinheiro propinado na Suíça, vai ter, agora, por decisão do STF, suas quantias transferidas para o Brasil. Outrossim, Eduardo Cunha fica usando os pedidos de impeachment para sua permanência no cargo, enquanto Renan Calheiros encontra meios para tapar o sol com peneira, não prejudicando a visão conveniente de dona Dilma, como é o caso das pedaladas, em fase de relatório no Senado. Assim, a melhor solução para o País seria que os três deixassem seus cargos, porque os brasileiros e os investidores poderiam ver uma luz verdadeira no túnel da safadeza que reina neste país e amarra o seu progresso e desenvolvimento. 

JOSÉ C. DE CARVALHO CARNEIRO 

carneirojc@ig.com.br 

Rio Claro

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INFÂMIA

Lula mandou poupar Eduardo Cunha e os petistas, cabisbaixos, passaram a obedecê-lo. Não pode existir imagem mais infame!  

EUGÊNIO JOSÉ ALATI 

eugeniojalati@gmail.com

Campinas

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ATÉ 2018

Dia destes, ouvi um radialista rememorando uma frase que teria sido dita pelo ex-governador Orestes Quércia, de que ele iria fazer seu sucessor "nem que tenha de quebrar o Banespa", e quebrou mesmo. Acho que nossa presidente, se resistir até 2018, poderá repetir a frase de que "quebrei o Brasil, mas não me destituíram do cargo". Será uma proeza da qual ela poderá se orgulhar até o fim da vida.

ALDO BERTOLUCCI

accpbertolucci@terra.com.br 

São Paulo

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MAIS UM GESTO DE EMPÁFIA

Negociar com o segundo e o terceiro escalões do PMDB na esperança de retomar o poder no Legislativo não deveria surpreender a mais ninguém. A arrogância da presidente é desde já um óbvio ululante. Seu fim está próximo e é inevitável, que Deus tenha pena da Nação.

RODRIGO ESTEFAN

rodrigokestefan@hotmail.com 

São Paulo

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ENTREVISTA À CNN

Na entrevista da presidente Dilma dada à emissora norte-americana CNN (25/10), sobre a questão do impeachment ela afirmou que devemos ter cuidados com essa questão, pois a democracia no Brasil  ainda está em fase da adolescência, e sobre as atuais dificuldades da economia brasileira, como o desemprego e a perda do grau de investimento pelas agências internacionais, a presidente Dilma pulou fora, citando que nos últimos anos 36 milhões de brasileiros deixaram a miséria (agora estão desempregados). A verdade, mesmo, é que o País está colhendo  os frutos das reformas estruturais que deveriam ter sido feitas  gradativamente ao longo dos anos, como a reforma política, a trabalhista, a tributária, a previdenciária e a educacional, mas que vão sendo empurradas com a barriga infinitamente. 

EDGARD GOBBI 

edgardgobbi@gmail.com 

Campinas

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CORRUPÇÃO SOB INVESTIGAÇÃO

  

Todas as manhãs lemos nos jornais os "surrupios" do governo PT, que vão desde a "venda" de seguro-defeso na pesca até a "venda" de medidas provisórias, sem esquecer a atual Lava Jato. O pior é que estão fazendo concorrência desleal com os "larápios" tipificados no Código Penal Brasileiro. Que facções... 

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA 

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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LULA E CARDOZO

 "Não esperem de mim que eu diga não investiguem A, B C ou D, um ministro da Justiça não pode conduzir investigações, seja para punir amigos ou inimigos", afirmou recentemente o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e avisou que não cogita declinar do cargo, uma resposta a Lula, que não se conforma com que a Polícia Federal esteja chegando perto de si e de sua família, achando que alguém possa controlar a Polícia Federal, o Ministério Público ou a Justiça. Porém, para quem tem boa memória, essa antipatia de Lula por Cardozo vem dos idos de 1997, em São Bernardo do Campo, quando o hoje ministro fazia parte da comissão de ética do PT e submeteu um amigão de Lula (padrinho de seus filhos) num caso de corrupção com a Cepem e sua contratação sem licitação. Lula nunca o perdoou. Agora, Lula não se conforma com as delações premiadas e acha que, se colocar um cara a seu gosto no Ministério da Justiça, as coisas voltam a ser iguais aos oito anos em que comandou o País, como se fosse dele, quando até a Constituição não era respeitada. Acabaram a farra e a mamata, os tempos são de democracia, em que todos os cidadãos são iguais perante a lei, doa a quem doer.

LEILA E. LEITÃO

São Paulo 

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LULA, A PF E DILMA

Será que o sr. Lula não sabe que a Polícia Federal é um órgão de Estado e não precisa de qualquer autorização presidencial para exercer suas atribuições funcionais? O projeto político do PT, que Lula defende, está se desfazendo e mostrando o que realmente é, um projeto de espoliação das instituições brasileiras e locupletação dos amigos. Sinto-me ofendida toda vez que leio as "metamorfoses" de opinião de Lula e acho que temos direito de resposta sempre, pois é muita ofensa ao nosso intelecto diariamente.

 

TANIA TAVARES 

taniatma@hotmail.com 

São Paulo

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O QUE SERÁ AGORA?

Começo a me preocupar com o nosso eterno presidente Lula, com o desmantelamento das maiores empreiteiras que financiavam seus projetos e luxo, quem se habilitará a continuar a enjeitar dinheiro em seu projeto de vida? Como ficará o grande Instituto Lula? As viagens internacionais, os hotéis, o uísque 18 anos? Lamento, companheiros, comecem a fazer uma vaquinha já, se não o homem vai endoidar.

JOSÉ RIBERTO IGLESIAS

rzeiglesias@gmail.com 

São Paulo

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O PERFIL DOS PETISTAS

Depois de analisar por muito tempo as declarações, comportamentos e atitudes ignóbeis de petistas como Lula, Dilma, Sibá Machado, Rui Falcão, Ricardo Berzoini, Miguel Rossetto, militantes e outros, penso que a fonte de recrutamento dessas pessoas é em algum manicômio.

JOÃO TEIXEIRA  

jtserrano@terra.com.br

São Paulo

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FALTA DE PLANEJAMENTO OU LOBBY?

Da série "aprenda como não fazer"! O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) já exigiu o kit de primeiros-socorros nos veículos do Brasil; já exigiu o extintor ABC e também as cadeirinhas no transporte escolar. Todas essas exigências foram canceladas, ou adiadas "sine die", depois de os motoristas cumprirem as novas normas. Isso é falta de planejamento ou lobby para aumentar as vendas das indústrias?

MILTON BULACH 

mbulach@gmail.com 

Campinas

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TRÂNSITO

Dirigindo o meu carro na ida para o trabalho e na volta para casa, tenho de: 1) olhar para os outros carros, especialmente quando o sinal está verde ("Será que vou passar ou vai virar amarelo?" e "se freio, o carro de trás vai me ver ou vai bater no meu?" ou "se não freio, vou chegar ao outro lado do cruzamento com o vermelho e vou ser multado?"); 2) olhar as motos, que andam livres de regras e viram na minha frente porque exigem que abra caminho para elas, com buzinas que penetram na cabeça; 3) olhar as bicicletas, que, apesar das ciclovias que lhes pagamos, insistem em muitos casos a se misturar com os carros na via; 4) olhar os pedestres que entram nas faixas deles com absoluto direito de precedência; 5) olhar os ônibus, cuja faixa preferencial à direita passa de repente para a esquerda, cortando todo o trânsito; 6) olhar os carrinhos dos catadores, sempre na contramão; 7) olhar as placas de velocidade, misturadas com tantas outras, e, descoberta aquela que me interessa, olhar o meu indicador de velocidade, para saber se estou obedecendo às lei do trânsito. E quando, enfim, estressado com tudo isso, chego em casa, ali me espera uma cartinha do Detran me multando porque, num trecho de uma avenida com limite de 50 km/h, eu não vi uma nova placa anunciando limite de 40 km/h (eu estava rodando a 45 km/h). Assim, mereço uma justa punição em dinheiro e pontos na carteira, porque sou um cidadão perigoso que deveria rodar a 38 km/h. A frustração é grande e o sentimento de revolta, ainda maior.

SERGIO COSULICH 

cosulich@terra.com.br 

São Paulo

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QUANDO A PREFEITURA FUNCIONA

A administração petista da Prefeitura de São Paulo tem sido marcada por tomar ações sem controle e sem projeto, nos moldes da administração federal. Num ponto, porém, tem sido eficaz e profissional: na indústria das multas. Com as várias mudanças de velocidade numa mesma via, inclusive com instalação de diversos radares com pouca distância entre eles, este governo petista consegue confundir os motoristas e arrecadar somas cada vez maiores, que infelizmente parecem não estar sendo aplicadas de maneira eficiente, pois são evidentes as condições precárias da maioria das ruas da cidade, que apresentam buracos, semáforos sem funcionamento, pinturas desgastadas e má iluminação em vários pontos da cidade. Além disso, o motorista, enquanto dirige, correndo o risco de bater o carro, tem de ficar olhando as placas de controle de velocidade e o velocímetro ao mesmo tempo, para evitar ultrapassar a velocidade permitida.

JOSÉ WILSON DE LIMA COSTA 

jwlcosta@bol.com.br 

São Paulo

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O CÚMULO

O próprio Tribunal de Contas do Município (TCM) diz que o prefeito Fernando Haddad usa a receita da "indústria de multas de trânsito" de forma ilegal. É o cúmulo! Em 2013 foram arrecadados R$ 850,5 milhões e, em 2014, R$ 899,5 milhões. Que exagero? E, segundo o TCM, foram utilizados irregularmente em 2013 R$ 31 milhões e em 2014 R$ 15 milhões. No mínimo, é um desrespeito ao Código de Trânsito e à lei municipal de 2007, conforme avaliação do TCM. O que fazem mesmo os vereadores do município? Deviam estar desviando recursos da Câmara, claro! Na era petista isso se tornou comum. Os vereadores de São Paulo alugam computadores a preços escorchantes, que dariam para comprar de um a três computadores por mês para cada vereador. Negócio da China! É por i$$o que ninguém duvida e dizem que o PT instituiu em nosso país um projeto criminoso de poder, e o povo ohh, "top-top-top", que se lixe e aguente e$$a bandidagem há quase 13 anos. Os corruPTos dos Três Poderes querem mais?  

 

LUIZ DIAS

lfd.silva@uol.com.br 

São Paulo

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LÓGICA

A meta da Prefeitura é acidente zero. Fácil, é só deixar os carros parados. Falta pouco, está quase conseguindo.

LUIZ FRID 

luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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AS MOTOS E A FISCALIZAÇÃO

Acredito que a medida do prefeito Fernando Haddad de reduzir a velocidade máxima na maioria das vias da cidade de São Paulo com o argumento de redução nos acidentes tem pouca prática, pois grande parte dos acidentes é ocasionada por motoqueiros que continuam circulando nas principais vias com velocidade muito superior à permitida, pois eles continuam sendo ignorados pela fiscalização. Além disso, algumas vias onde a velocidade foi reduzida ficaram extremamente perigosas para circulação em horários menos movimentados, pois os veículos com passageiros circulando numa velocidade inferior a 50 km/h tornam-se presas fáceis para os bandidos escondidos. Espero que o prefeito utilize os recursos arrecadados com o aumento das multas de velocidade para recapear as vias da cidade, que, na sua grande maioria, estão em estado lastimável.

GUSTAVO H. REIS ALLEVATO 

gustavohraa@uol.com.br 

São Paulo

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ZELADOR INEPTO

O administrador municipal de São Paulo demonstra, cada vez mais, ser irrecuperável no seu papel de zelador inepto. Agora resolveu implantar mais um projeto no Centro da cidade, que pretende transformar parte da Rua Sete de Abril em "calçadão", desconsiderando a comunidade local, que reivindica apenas a zeladoria efetiva daquela região. Já se sabe o que vai acontecer depois de concluído o projeto: aquele espaço público irá se juntar à desordem urbana dos demais "calçadões", como na Barão de Itapetininga, Dom José de Barros e Vinte e Quatro de Maio, onde a insegurança, a depredação, a sujeira e a ilegalidade estão presentes diuturnamente, por conta da conivência  e falta de fiscalização do poder público. Antes de gastar dinheiro dos impostos com projetos desnecessários, a Prefeitura deveria demonstrar que tem capacidade de fiscalizar e proteger a comunidade do Centro contra o vandalismo difuso e impune que atualmente domina o espaço urbano daquela região.

CARLOS BATTESTI 

battesti@convergenciacom.net

São Paulo

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SAÚDE SUPLEMENTAR

A péssima administração, ingerência e desinteresse da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) perante os planos de saúde tornou-se vergonhosa. Os planos não querem mais comercializar individuais, cujos aumentos são regulamentados pela ANS. Direcionam as novas adesões só aos planos "coletivos" e "PME". Isso porque os aumentos são determinados pelas próprias empresas, atingindo índices abusivos entre 50% e 70%, alegando "alto risco". 

ANGELO TONELLI 

angelotonelli@yahoo.com.br 

São Paulo

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PARA QUE SERVE A ANS?

A Agência Nacional da Saúde Suplementar (ANS) é uma autarquia vinculada ao Ministério da Saúde e o órgão governamental que tem como objetivo a normatização, controle e fiscalização das atividades que garantam a assistência suplementar à saúde. Pois bem, eu e mais 158 mil dos 740 mil beneficiários da Unimed Paulistana, no início de outubro, fomos surpreendidos coma decisão da ANS de encerrar as atividades da operadora, comunicando aos "agraciados" que fora assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), entre os órgãos governamentais, entre eles, a ANS, e o Sistema Unimed, que engloba as diversas operadoras de planos de saúde. De acordo com o TAC, elas terão a obrigação de oferecer planos de saúde aos beneficiários da Unimed Paulistana, que poderão realizar a migração para os novos produtos via portabilidade extraordinária. Entretanto, o acordo permitiu a alteração das condições contratuais de preço, rede credenciada e coberturas. E as pessoas que já foram contatadas pelas outras operadoras constataram que as mensalidades são maiores, em alguns casos 100% mais caras e com uma rede hospitalar simplesmente ridícula, quando comparada com aquelas que eram oferecidas pela Unimed Paulistana. Eu, pessoalmente, ainda não recebi nenhuma proposta, apesar de o prazo do TAC ter terminado no dia 31/10, mas já recebi o boleto para pagar. Como já tenho mais de 70 anos, parece-me claro que as outras operadoras não têm o mínimo interesse em me acolher. Sei, por meio de terceiros que tinham o mesmo plano que eu, que haverá aumento da mensalidade, com uma rede hospitalar tão inferior que chega a ser um escárnio. A ANS informa em seu site que o TAC garante apenas a portabilidade, pois seria impossível obrigar as outras operadoras a manter a mesma rede hospitalar e as mesmas mensalidades. Ora, se a operadora que agora teve suas atividades encerradas vinha há tempos recebendo advertência da ANS, por que a agência, só agora e de repente, determinou o fim de suas atividades? É obvio que ela tinha a obrigação de ter agido radicalmente e há muito mais tempo, inclusive providenciando condições melhores para a migração, e não perpetrado este verdadeiro conto do vigário. Daí a minha pergunta: para que serve a ANS?

GILBERTO PACINI 

benetazzos@bol.com.br 

São Paulo

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MEDICINA MIDIÁTICA

É preciso ter muito cuidado com a enormidade de orientações da chamada "medicina midiática". Exemplos são muitos, envolvendo medicamentos, tratamentos e cuidados. Apenas um exemplo: o tal do glúten. Num determinado programa, citou-se a polenta como problema, por conter glúten. Pelo menos do ponto de vista do conhecimento básico, a polenta é feita de fubá, que nada mais é do que milho triturado, e o milho não contém glúten. Papo furado, então? Não, não é bem assim, pois o fubá e muitos outros produtos podem ter sido processados em ambientes impróprios, ou seja, onde se processam trigo, cevada, centeio, triticale e aveia e estar contaminado por glúten. Para ficar no popular: falta higiene. Danem-se os alérgicos.

SÉRGIO BARBOSA

sergiobarbosa@megasinal.com.br 

Batatais

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