Fórum dos leitores

TERRORISMO ISLÂMICO

O Estado de S. Paulo

16 Novembro 2015 | 02h55

Novos jihadistas

Fugindo dos seus próprios problemas étnico-religiosos, milhares de refugiados sírios e do Norte da África migram para a União Europeia, em condições degradantes, em busca de paz e de uma vida melhor. Comove-me a presença de recém-nascidos, crianças e adolescentes, acompanhando penosamente seus familiares. Por outro lado, preocupa-me vê-los, num futuro próximo, atendendo ao apelo de militantes radicais de organizações jihadistas islâmicas. Temo pelo dia em que o mais frágil deles entrará sozinho na casa de quem o abrigou, roubar-lhe-á a luz e, conhecendo o medo de quem ingenuamente o hospedou, arrancar-lhe-á a voz da garganta. Aí ninguém poderá fazer mais nada.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

Ódio e vingança

A face mais tenebrosa do terror é o sentimento de vingança e ódio que desperta. Será mais fácil uma caçada aos culpados que a discussão sobre como e por que grupos extremistas agem. As razões são históricas, com indefinições sobre culpados, mas com vítimas evidentes e ensanguentadas pelas ruas.

ADILSON ROBERTO GONÇALVES

prodomoarg@gmail.com

Lorena

Sempre Paris

O ódio é o sentimento pérfido e típico de quem quer destruir a felicidade alheia. É justamente o oposto do amor. Não é plausível ou aceitável que qualquer religião ou seita pregue o ódio como receita para impor os seus dogmas aos outros. Paris será sempre Paris. A Cidade Luz, magnífica e berço da democracia moderna. Com certeza, por uma questão de justiça, esses delinquentes, facínoras e assassinos do Estado Islâmico serão varridos da Terra. Ainda que contem com o desprezível apoio de bolivarianos de quinta categoria que infelicitam a América Latina.

LEÃO MACHADO NETO

lneto@uol.com.br

São Paulo

E a nossa guerra?

O mundo está em choque com a barbárie que fez 129 vítimas em Paris. Na esteira das repercussões, estuda-se uma coalizão internacional para enfrentar esse ato de guerra. Já no Brasil, 143 pessoas morreram por dia em 2014, vítimas de homicídios dolosos. Estão fora desse número os latrocínios e os mortos em confronto com a PM. Isso equivale a uma taxa de 25 mortes por 100 mil habitantes - duas vezes e meia a que a Organização Mundial de Saúde considera o limite de nível epidêmico. Mas combater esse massacre não é prioridade no país da dengue e da corrupção. Prioridade em Brasília são os sórdidos conchavos para salvar a pele dos poderosos. Um futuro digno para o Brasil parece cada vez mais uma miragem.

CELSO L. P. MENDES

cpmconsult@uol.com.br

São Paulo

IMPEACHMENT

Presente tenebroso

O Estadão (14/11, A4) relata palestra proferida pelo ministro Ricardo Lewandowski para alunos de uma faculdade de Direito, convidado na condição de presidente da Suprema Corte. Surpreendentemente, tomou algum tempo para agir como porta-voz de Rui Falcão, presidente do PT, chamando de “golpe institucional” a aplicação do que está disposto na Constituição federal a respeito de certas formas de delitos verificados na conduta da presidente da República. É inquietante que um magistrado desse porte veja o clima que o País vive como uma crise passageira, artificial, “insuflada diariamente pela mídia”, e atribua a crise a “um desânimo por parte dos investidores nacionais”. Então, a divulgação dos fatos e o desânimo dos empresários seriam a causa da crise? Não, digo ao ministro que são parte das consequências. O ministro recomenda três anos (mais!) de paciência como alternativa para a “volta a um passado tenebroso”. E considera que “o País está funcionando”... Ora, temos 1 milhão de novos desempregados em 2015; serão mais 1 milhão em 2016, 17 e 18. O PIB previsto para 2015, por enquanto, é de -3,3%; para 2016 já há previsões da ordem de -3,7%. E por aí vai. Por onde se anda se veem portas de comércios fechadas. Na indústria, as de mais “poder de fogo” estão sustentando dezenas de milhares de funcionários ociosos há mais de ano. É a esse povo que o ministro propõe “mais três anos de paciência? Vivendo em Brasília, talvez o ministro não tenha notado, mas estamos vivendo um “presente tenebroso”!

MARIO HELVIO MIOTTO

mariohmiotto@gmail.com

Piracicaba

País sem crise?

“Crise artificial” alimentada pelos meios de comunicação brasileiros e internacionais? Claro está que para o presidente do STF não existe crise, posto que qualquer que seja a situação seu altíssimo salário, que ajudo a pagar, chega às suas mãos.

GALENO SANTIAGO FILHO

galenojsf@hotmail.com

Franca

Ganhando o que o sr. Lewandowski ganha e com todas as benesses que o cargo lhe confere, qualquer ser humano teria todas as condições de suportar galhardamente mais três anos do atual (des)governo. Por outro lado, seria conveniente o sr. ministro fazer uma reciclagem orientada por seu antigo professor de Direito Constitucional, posto que não é golpe realizar o que a nossa Constituição prevê: o impeachment da presidente - que, se Eduardo Cunha não boicotar, deverá ocorrer em breve.

MARCO AURÉLIO PEZZOTTI

mapezzotti@terra.com.br

São Paulo

‘Golpe institucional’ 

É de arrepiar o que falou o presidente do STF. É como se ele não fosse o presidente do órgão que é o guardião da Constituição, pois nela se encontra a previsão jurídica para o impeachment. Sinto-me como aqueles animais governados por porcos na sátira política A Revolução dos Bichos, de George Orwell, em que sempre que se tenta ler a placa vem um porco e diz que é o contrário, que os animais deveriam entender como os porcos queriam que fosse entendido.

WERLY DA GAMA DOS SANTOS

gama_eamsc@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

É isso mesmo

O ministro Lewandowski acertou em cheio quando declarou: “Essa ideia de separação tão absoluta de Poderes, hoje, não sei se ainda vigora”. Mais do que acertar em cheio, o digníssimo ministro, atual comandante do Poder Judiciário brasileiro, confirma o que todos com pelo menos um neurônio interligando os dois ouvidos sabem: que, a exemplo do que ocorre na Argentina e, principalmente, na Venezuela, no Brasil não se distingue o Poder Executivo do Poder Judiciário já há muito tempo.

OSCAR THOMPSON

oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

AVANÇO NA OPERAÇÃO LAVA JATO  

Conforme noticiado, os procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato, comandados pelo procurador da República Deltan Dallagnol, entrarão com uma ação cível pública para o ressarcimento aos cofres públicos de mais de R$ 20 bilhões de propina recebidos ao longo de 2004 e 2014 por partidos políticos, em especial PT, PMDB e PP, envolvidos no esquema de corrupção da Petrobrás.  Os partidos envolvidos poderão ficar sujeitos a retenção de valores do Fundo Partidário e até à cassação de registro da legenda. Pelo visto, a cansativa estratégia de defesa desses partidos, de que receberam doações legais e registradas na Justiça Eleitoral, não terá mais consistência alguma, pois não será o centro das investigações, e, sim, o repasse desse dinheiro de propina programado pelo tal "clube" formado na estatal.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com 

Campinas 

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A DESCOBERTA DA RODA

Excelente notícia! Até que enfim descobriram a roda. Partidos devem responder solidariamente aos malfeitos de seus eleitos. Afinal, se o mandato pertence ao partido, como diz a legislação, as legendas têm responsabilidade pelos atos dos criminosos que as representam. Só que, hoje, os dirigentes partidários fazem cara de paisagem diante da roubalheira. Reproduzem o esquema do "não sabia de nada" preconizado pelo ex que sabe tudo, à exceção do que não lhe interessa. A disposição do Ministério Público em acabar com isso equivale à descoberta da roda. Como os partidos poderiam ficar fora da Lava Jato, se a alegação permanente é de que os fundos da roubalheira foram destinados às agremiações e suas campanhas?

José Roberto Sant'Ana jrsantana10@gmail.com 

Rio Claro 

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DOAÇÕES ELEITORAIS OCULTAS

Nossas congratulações ao Supremo Tribunal Federal (STF), que, por unanimidade, botou abaixo a cafajestada liderada pela excelência Rodrigo Maia (DEM-RJ), relator da minirreforma eleitoral na Câmara, que pretendia ocultar doadores de campanhas eleitorais. É incrível - com as lídimas exceções de praxe - como estes despudorados representantes do povo no Congresso Nacional ousam, no submundo em que vivem, apresentar um projeto de lei que faz de nós, eleitores, os idiotas de sempre. Bandido não tem recuperação.

Nicanor Amaro da Silva Neto nicanoramaro@yahoo.com.br 

Bauru

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BOFETADA NO CONGRESSO

O imoral projeto do Congresso que aprovou a doação oculta de recursos a partidos políticos foi derrubado pelo Supremo Tribunal Federal. Louve-se que esta ação de inconstitucionalidade foi impetrada pelo Conselho Federal da OAB. O nosso Parlamento, que jamais tem negado esforços para indignar a nossa sociedade, também não se intimidou em aprovar esta excrescência da "doação oculta" de eleitores na pessoa física. Neste caso, não haveria, como exige a lei vigente, as prestações de contas de partidos e candidatos, a obrigatoriedade de demonstrar a origem dos recursos doados e, ainda, para qual parlamentar o partido destinou tais recursos. Uma verdadeira farsa, já que esses recursos para satisfazer à orgia dos partidos e candidatos em suas campanhas eleitorais podem ser provenientes até de grandes traficantes de drogas e corruptos que estão sendo caçados pelo nosso Judiciário. E que se lixe o que determina a nossa Constituição, como o principio de transparência e o princípio da moralidade. Ou seja, se os nossos 11 ministros do STF servem com dignidade ao País, infelizmente o mesmo não ocorre com a maioria dos 81 senadores e 513 deputados federais do nosso Parlamento.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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DECISÃO EMERGENCIAL

 É verdade que o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) não têm a imparcialidade que muitos de nós desejamos, no entanto, ambos nos livraram de uma bela enrascada! O Supremo acatou decisão da OAB que caracterizava trecho da lei da minirreforma eleitoral - das doações ocultas - como inconstitucional. Inalterada a decisão do Congresso, as doações feitas por pessoas físicas a candidatos seriam repassadas pelos partidos, de tal forma que os nomes dos doadores e de seus beneficiários se tornariam sigilosos. Uma simples pergunta: como pôde o Legislativo levar uma aberração dessas adiante? Como pôde Dilma sancionar essa imbecilidade? Ao que me parece, nossa elite política está sempre conspirando a favor do incremento de novas mamatas. 

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com 

Nepomuceno (MG)

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DINHEIRO PARA AS ELEIÇÕES

O Congresso queria a doação oculta a partidos políticos e candidatos. Como se a Petrobrás não fosse conhecida...

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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NOVA LEI ORGÂNICA DA MAGISTRATURA

Tramita no Congresso Nacional a nova Lei Orgânica da Magistratura (Loman), que, se aprovada, será uma verdadeira aberração, violando o teto constitucional e o princípio da isonomia. A magistratura não pode ser tratada como se fosse uma casta. Ao invés de acabar com os 60 dias de férias dos juízes, a nova Loman não só os mantém, como ainda traz uma série de privilégios, vantagens e benesses absolutamente inaceitáveis num país que se pretenda minimamente sério e civilizado. Com propostas do ministro Luiz Fux (STF), há auxílios-moradia, alimentação, estudo para filhos de magistrados, etc. e enfraquece os poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Somente em republiquetas de banana é que se vê tamanho absurdo. Quem paga os altos salários e as benesses dos juízes é o sofrido povo brasileiro. Chega de privilégios e favorecimentos. A nova Loman depõe contra o próprio Poder Judiciário, que funciona mal, é lento, caro, ineficiente e não responde aos anseios da população.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br 

São Paulo

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OS 'ALGUNS' MAGISTRADOS

Consta que a Constituição federal do Brasil estabelece que "todos são iguais perante a lei". Acredito que houve um erro de digitação e que o certo seria "alguns são iguais...". O caso da magistratura é um exemplo de "alguns", que gozam de inúmeros privilégios, que consideram devidos, mas insuficientes. E apresentam uma proposta de revisão da Lei da Magistratura para fazer pequenas correções. Como se sabe, as férias deste grupo são de 60 dias. Mas consideram que, se houver feriado no período de gozo das férias, esse dia deve ser acrescentado ao fim do período. Pretende a mesma proposta que os 60 dias possam ser fracionados em seis períodos de 10 dias. Imagino que estes períodos começariam, como é comum do lado de cá, às segundas-feiras. Terminariam, portanto, na quarta-feira da segunda semana. Assim, esse período teria um fim de semana (dois dias) e oito dias "úteis", ou seja, 80% do período. Do lado de cá, o comum dos mortais, ao tirar 30 dias de férias, a partir de uma segunda-feira, terá quatro fins de semana (oito dias) e 22 dias "úteis", correspondentes a apenas 73,3%, ou seja, menos 9%, comparado com o pretendido pelos magistrados. Temo que, após a demanda por compensação dos feriados, voltem com pretensão semelhante para compensar dias de chuva, acaso ocorram no decorrer das férias. 

Mario Helvio Miotto mariohmiotto@gmail.com 

Piracicaba

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PLANOS ECONÔMICOS

Já se passaram mais de duas décadas e meia, e os planos econômicos Bresser, Verão e Collor I e II permanecem sendo "estudados" pela nossa Justiça. Seria cômico, se não fosse trágico. Os legítimos direitos do poupador brasileiro estão sendo contestados pelos banqueiros, que fazem lobby para dar calote na população. Este país não toma vergonha na cara. Somos afrontados diariamente com mentiras, dissimulações, mau-caratismo e uma série de malfeitos dignos de um país sem comando, sem gerenciamento, sem lei e sem escrúpulos. Experimentem, senhores leitores, ficar devendo um mês sequer aos bancos, e seu telefone não vai parar de tocar, seu gerente não vai parar de te chamar e o correio não sairá da tua porta, além de seu nome figurar na relação de maus pagadores. Mas, no caso dos bancos, a situação é diferente. Eles podem protelar e até dar o calote no cidadão, que a Justiça os protege. Este é o país dos dois pesos e duas medidas e da falta de homens sérios em todos os níveis. O que sobra no Brasil, infelizmente, é a desonestidade. Vamos esperar o que de uma nação cujo exemplo de comando é um dos mais perversos e mal intencionados da história da humanidade?

Elias Skaf eskaf@hotmail.com 

São Paulo

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AS BANDEIRAS E A CONTA DE LUZ

A energia elétrica subiu mais de 60% nos últimos 12 meses, e este incompetente governo também instituiu um adicional nas contas de energia dos consumidores desde janeiro, denominadas de bandeiras verde, amarela e vermelha. No caso, a bandeira verde significa conta sem adicional, pois os reservatórios estão cheios; a bandeira amarela significa que as usinas térmicas, que usam combustíveis fósseis, estão ativadas, tendo um adicional de R$ 2,50 para cada 100 KWh consumido; e, na bandeira vermelha, as usinas térmicas estão ativadas com grande consumo, e o adicional é de R$ 4,50 para cada 100 KWh. E o que era para ser temporário nas contas vai virar rotina, caso não se perpetue. Eu nunca fui supersticioso com cores nem com números, mas uma coisa é certa: a cor vermelha, que é linda, quando denominada ou representada por partidos políticos significa perigo à democracia ou à liberdade, exploração, retrocesso e corrupção. Enfim, a bandeira vermelha é em alto grau indigesta.

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com 

Sumaré

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POR QUE NÃO EXPLICAM DIREITO?

A indicação "bandeira vermelha", sem uma estrela, nas atuais contas de luz, não é nada mais, nada menos do que artifício demagógico para encobrir o terrível malfeito de um governo petista inconsequente e incompetente que, com o beneplácito do Congresso Nacional, aprovou a Medida Provisória 579, transformada na Lei 12.783, que permitiu a mais forte redução da tarifa das contas de luz de que se teve notícia neste país, levando à falência usinas, transmissoras e distribuidoras de energia elétrica.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 

Monte Santo de Minas (MG)

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CRIATIVIDADE TRIBUTÁRIA

Com a elevação permanente das tarifas de energia elétrica, o governo conseguiu criar o impossível: uma conta de luz que aumenta quando o usuário economiza.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com 

Niterói (RJ)

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NEGOCIAR A INADIMPLÊNCIA  

Se é importante que o cidadão comum mantenha suas contas em dia, o que dizer do governo de um país do tamanho do Brasil? As chamadas "pedaladas" fiscais arruinaram a economia do País quando o governo Dilma gastou muito mais do que poderia para se reeleger, e tentou esconder isso da população. Agora, não tem credibilidade para aprovar um pacote de ajuste na base de aumento de impostos, pois ninguém mais acredita que o dinheiro será bem usado. O tamanho do Estado é que deveria ser fortemente diminuído. Mas isso não é viável para quem só sabe se sustentar no poder gastando muito dinheiro. Talvez possa tentar uma negociação no mutirão do Serasa.

Carlos de Oliveira Avila gardjota@gmail.com 

São Paulo

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VERGONHA

Assistindo à votação no plenário da Câmara dos Deputados sobre a aprovação da Lei de Responsabilidade, eu senti vergonha do Congresso do meu país.

Armando Bello Teixeira arbello1939@gmail.com 

São Paulo

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CORREÇÃO DOS PREÇOS REPRESADOS

Represaram o preço de tudo o que foi possível, mas a barreira se rompeu e nossa economia virou uma Mariana, ou seja, tornou-se um mar de lama.

  

Luís Afonso P. Offa offa@uol.com.br 

Jundiaí

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MAIS RECURSOS

O governo não melhora sua gestão, mente e não cumpre o que promete, não é digno de confiança. Mais recursos para quê? Ir para o ralo da corrupção? Acorda, Brasil!

Alice Arruda Câmara de Paula alicearruda@gmail.com 

São Paulo

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VADE RETRO!

Na ânsia de aumentar a arrecadação, para diminuir o déficit público, o governo federal está aumentando a carga tributária dos investimentos produtivos. Mas essa medida, na minha opinião, terá efeito contrário, pois irá afugentar ainda mais os empresários e investidores e provocará mais recessão, com uma queda mais acentuada na arrecadação. Contrariando a "Lei Tiririca", o que está ruim ainda pode piorar.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 

Americana

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PEC 215

 

A China está aguardando com muita ansiedade a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215, que retira do governo federal a autonomia para demarcar terras indígenas, de quilombolas e Áreas de Proteção Ambiental. A lei transfere a demarcação de novas áreas, propostas pela Funai, do Ministério da Justiça para o Congresso Nacional. A China "investiu" muito neste projeto, precisam de uma horta gigante em terras baratas e país submisso. É o Brasil, que não mostra a cara, mas deixa rastros de lesma.

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br 

Osasco 

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DEVASTAÇÃO NA ECONOMIA

O "efeito Dilma" (ou "bruxa", como alguns chamam) destruiu de fato a economia brasileira, com um peso extraordinário para as populações mais pobres, ao contrário do que Lula propagava. Pobre vale "zero" para Dilma, embora diariamente tente convencer o País do contrário. O que as famílias já enfrentaram foi uma inflação de 8,5% nos últimos 12 meses (em São Paulo, de 10,5%) e os administrados pelo governo atingiram 16,2%. A média brasileira para o ano é estimada em mais de 10% e 8,8 milhões de pessoas desempregadas atualmente (nos EUA, que saiu de uma enorme crise, o desemprego voltou para 5%). O pior é que o PIB cairá 3,5% neste ano e no mínimo 3% no próximo ano. W. Rhodes, economista do Citigroup, acha que o Brasil perdeu a oportunidade de fazer reformas e concorda com as previsões para o PIB. Parece que o Brasil "já chegou ao desastre" e não conseguiu livrar-se do "efeito Dilma", graças, em grande medida, ao Congresso Nacional.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 

São Paulo

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ESTELIONATO BANCÁRIO

Os juros constitucionais, não regulamentados porque os bancos não deixam, é de 12% ao ano; a taxa Selic está em 14,5%; os bancos emprestam, sem nenhum critério, à média de 120%. Aumenta a inadimplência e quem paga os juros extorsivos somos nós, para cobrir os eventuais prejuízos e aumentar, a cada ano, os recordes de lucros dos bancos . E o governo faz o quê? Nadica de nada.

José Luiz Tedesco tedescoporto@hotmail.com 

Presidente Epitácio 

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INFLAÇÃO LULOPETISTA

No dizer do chefe do lulopetismo, o ex-presidente Lula, nunca se viu na história deste país, em 19 anos, uma inflação tão alta, de 9,93% no acumulado do ano, beirando os dois dígitos. Dada a desarrumação em nossa economia, a tendência é termos aumentos maiores, o que põe este governo na situação de constantes observações desairosas de nossa população. Ninguém acredita nas palavras de dona Dilma e as forças produtivas continuarão retraídas e esperando a saída da presidente. O quadro político precisa ser mudado, para que se possa mudar a economia.

José C. de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br 

Rio Claro

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ÚNICA SOLUÇÃO

Na situação em que o PT deixou o País, ninguém vai resolver os nossos problemas, em especial o econômico. A única solução é aprovar o impeachment de Dilma e começar tudo de novo, sem esta filosofia antiquada e superada do PT.

Laert Pinto Barbosa  laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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TROCA-TROCA

Como a economia do País continua piorando, de vento em proa, pode-se dizer que, assim como de nada adiantou trocar o ministro Guido Mantega por Joaquim Levy, tampouco fará algum efeito se este for substituído por Henrique Meirelles. Como se sabe, o buraco é mais em cima.

J. S. Decol decoljs@globo.com 

São Paulo

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NÃO CUSTA TENTAR

Até mesmo políticos de oposição preocupados com o esfacelamento da economia brasileira, nos últimos meses, apoiam a substituição do ministro Joaquim Levy por Henrique Meirelles na pasta da Fazenda. Meirelles é uma unanimidade entre aqueles que acreditam que sua indicação para comandar a economia, neste grave momento de crise, terá o condão de restabelecer a confiança no Brasil interna e externamente. Aqui, é respeitado por políticos de todos os partidos. Passou, inclusive, pelo crivo das urnas. Foi eleito deputado federal, por Goiás, tendo de renunciar ao mandato quando aceitou a presidência do Banco Central. Sente-se plenamente à vontade quando convocado a depor em qualquer das duas Casas Legislativas. No exterior, é conhecido por sua meteórica e brilhante carreira no Banco de Boston. A ida de Meirelles para a Fazenda teria como consequência imediata a queda do dólar, tal a confiança que inspira nos investidores internos e externos. Como me confidenciou um membro da oposição, implacável crítico do PT, "se equipe econômica fosse time de futebol, a substituição do Levy pelo Meirelles equivaleria a colocar um Messi no lugar de um atacante de time de várzea". Como se vê, o Quinzinho não agrada nem a gregos nem a troianos... A esta altura do campeonato, não custa nada a presidente Dilma tentar. Basta uma canetada.

José Carlos Werneck werneckjosecarlos@gmail.com 

Brasília

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DESGASTE

O sempre solerte ministro das Comunicações, Edinho Silva, declarou que a greve dos caminhoneiros, na semana passada, visava a "desgastar politicamente o governo". Pois gostaria de dizer ao caro ministro que, na verdade, é o governo do qual ele faz parte que, depois de GASTAR muito além do que poderia e deveria, é quem vem, há tempos, DESGASTANDO não apenas os caminhoneiros, mas todo o povo brasileiro.

Fábio Aulísio faulisio@hotmail.com 

São Paulo

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O PROTESTO DOS CAMINHONEIROS

Considero inoportuna, autoritária e desrespeitosa com o Ministério dos Transportes a declaração do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, exigindo punição rigorosa aos caminhoneiros grevistas - que exerciam o seu direito constitucional de forma pacífica e ordeira -, mas se omitindo e não dizendo uma só palavra sobre o desastre ambiental em Mariana (MG). Na condição de filho e neto de caminhoneiros, conheço as histórias das estradas e já testemunhei diversas injustiças contra este trabalhador totalmente desamparado de apoio governamental, sofrendo achaques, assaltos e até maus tratos nas empresas, só lembrado nos boletos dos sindicatos ou nas cobranças dos impostos. Sabemos que o caminhoneiro não acompanha o crescimento de seus filhos, percorre estradas perigosas e à mercê de bandidos, em jornada extenuante e com remuneração mínima. Por tudo isso, é no mínimo desumanidade que ele seja tratado como bandido. Somente o presidente Juscelino Kubitschek incentivou o transporte rodoviário e valorizou o profissional do volante, desde então, só dificultam o exercício da profissão, oferecendo péssimos serviços públicos, onerando os empresários, criando burocracias e gerando demissões. Felizmente, as novas tecnologias permitiram aos caminhoneiros a primeira paralisação sem participação de sindicatos ou outros órgãos, provando que, juntos, são fortes e capazes de lutarem por um país melhor.

Daniel Marques danielmarquesvgp@gmail.com 

Virginópolis (MG)

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UM ATO POLÍTICO

Este "protesto" de caminhoneiros poderia até ser classificado como terrorismo, pois tinha o objetivo político de inviabilizar o governo democraticamente eleito. Este pseudovalor que setores atribuem à liberdade de expressão nada tem que ver com um movimento que, similar às quadrilhas, se organiza para prejudicar o País e suas instituições. Acho que o governo federal fez bem em editar medida provisória aumentando o valor das multas. E acho que deveria fazer mais, retirando a habilitação destes que organizaram o locaute, que não teve apoio de nenhum órgão de classe, não tinha pauta de reivindicação, só objetivo político. Isso pode ter sido um balão de ensaio, um embrião do que podem tentar fazer em breve, aliados aos grupelhos golpistas arregimentados pela internet. Um argumento utilizado para dar um caráter de classe é que reclamavam do pedágio caro. Mas o pedágio mais caro do País é o do Paraná e é fruto de um esqueleto do governo de Jaime Lerner e FHC, que trocaram o contrato de duplicação e muitas obras pelo populismo de reduzir pela metade o valor do pedágio na campanha pela reeleição de 1998. Por esse motivo, foi o protesto errado, feito na hora errada, contra o governo errado. Acordem, caminhoneiros, e deixem de ser massa de manobra de golpistas mal intencionados.

Wilson Ronaldo de Oliveira wilsoncidadaocuritibano@gmail.com 

Curitiba

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PUNIÇÃO

 

Para a presidente Dilma, a coerência passa ao largo. À Samarco, pela negligência na manutenção de barragens e por ter causado uma catástrofe, a multa imposta foi de R$ 250 milhões. Aos bloqueios dos caminhoneiros com cartazes "Fora Dilma", traídos por acordos não cumpridos, multa de R$ 19 mil. Ao MST e ao MTST, silêncio ou afagos e nenhuma menção a penalizá-los financeiramente ou com prisões pelos tumultos, invasões e prejuízos causados. Assim é a forma de agir da presidente.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br 

Vila Velha (ES)

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GREVISTAS

Quero saber se o petista Fernando Haddad multou os taxistas que atrapalharam o trânsito em São Paulo da mesma forma que a petista Dilma Rousseff fez com os caminhões que atrapalharam o trânsito nas estradas.

 

Eduardo Nascimbeni jeduardo@nascimbeni.com.br

São Paulo

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O DESASTRE DE MARIANA (MG)

Eu não tenho competência para entender a responsabilidade da Samarco no desastre, mas me atraiu a atenção nossa presidente, que, depois de uma semana, na qual estava ocupada em entregar os Correios ao PDT para ganhar mais algumas horas de mandato, resolveu ir ver o desastre de perto e declarou que a empresa terá punição exemplar. Vê-se de imediato que a empresa é condenada antes mesmo de existir uma perícia, mantendo aquela tática do PT de que as empresas são más e o governo é bom. No entanto, como fica a responsabilidade do poder público em sua função de fiscalizar e impedir que estes desastres aconteçam? Sabemos quantas pontes estão há anos sem manutenção nas estradas federais e estaduais em virtude da desídia da fiscalização? É terrível ver como, para o governo, todos os empresários são sempre bandidos, e é esta mentira que, de tão repetida, se torna verdade. 

Aldo Bertolucci accpbertolucci@terra.com.br 

São Paulo

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REFLEXÕES

A tragédia ocorrida em Mariana, no distrito de Bento Rodrigues, com o desmoronamento da barragem de rejeitos construída pela empresa Samarco, merece reflexões sobre suas consequências e responsabilidades pelos danos causados às pessoas e ao meio ambiente. De quem são as responsabilidades? A principal responsável é a empresa Samarco, que explora minérios na região; depois, o município de Mariana e os órgãos fiscalizadores do Estado de Minas Gerais e da União, que não exerceram uma fiscalização eficiente que impedisse tamanha tragédia, com repercussão inclusive no exterior. Além das perdas de vidas, cuja dor é irreparável para as famílias afetadas, o meio ambiente foi severamente atingido, com o comprometimento, pela poluição dos cursos d'água, especialmente do Rio Doce, principal fornecedor de água para toda a região atingida, inclusive para a maior cidade da região, Governador Valadares. Todos aqueles que foram prejudicados devem procurar imediatamente o Poder Judiciário para cobrar suas indenizações.

Marcos Tito marcostitoadvogados@gmail.com 

Belo Horizonte

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MARIANA, A VIDA EM CONSTANTE PERIGO

 

O acidente ocorrido em Mariana (MG) é mais uma prova do desleixo que impera em nosso país. Barragens como aquelas jamais poderiam ter sido construídas em locais onde um sinistro pudesse fazer desaparecer zonas habitadas, provocar mortes e desequilíbrio ambiental em toda uma bacia hidrográfica. Aos mortos e às populações prejudicadas, de nada adiantarão as multas que os governos e órgãos ambientais possam aplicar às mineradoras responsáveis pelo acidente. Precisavam tê-lo impedido de acontecer, com medidas severas de implantação e acompanhamento do projeto. Os diferentes órgãos fiscalizadores e os governos devem à sociedade provas de ação e competência para evitar os acidentes que têm se tornado frequentes em razão da pouca observância às leis e normas de segurança. Ainda não temos a certeza de que, mesmo passados dois anos do incêndio da Boate Kiss, em Santa Maria (RS), o País já tenha regularizado todos os seus prédios (inclusive os públicos) que funcionavam em desacordo com as normas de incêndio. Frequentemente vemos notícias de acidentes por mau uso de gás, reformas indevidas e outros problemas perfeitamente previsíveis e sanáveis. Agora, a tragédia de Minas, que se estende também para o Espírito Santo e para o mar, chama a atenção para o perigo das barragens. Até quando teremos de viver no fio da navalha?

             

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

  

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CARAS E BOCAS

Dilma Rousseff, expedita, como sempre, uma semana após a maior tragédia nacional, voou até a cidade de Mariana, quando tudo já estava mais calmo. Com o que viu, fez "caras e bocas". Nossa, que apoio!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo                                                              

 

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NADA DE CONCRETO

Dilma sobrevoou a região de Mariana (MG), completamente devastada por um mar de lama - só comparado a outro que tem inundado Brasília. Disse a presidente que as multas que deverão ser aplicadas à mineradora responsável devem chegar a R$ 250 milhões. Só não informou que medidas está tomando para socorrer aquela população. Inventar impostos e cobrar multas parece ser a sádica psicose do governo petista. O governador de Minas, Fernando Pimentel, também nada disse a respeito e nada também lhe foi perguntado.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com  

Vassouras (RJ)

   

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PARA ONDE VAI O DINHEIRO?

A fantoche presidente veio a público dizer que irá multar a Samarco em R$ 250 milhões. Eu, como brasileiro, duvido que esse dinheiro servirá para reparar os danos causados à população e ao meio ambiente. Com certeza, essa grana irá para o caixa do PT, o partido que mais recebeu dinheiro de corrupção e não é investigado.

Urias Borrasca urias@mercosulrefratários.com.br 

Sertãozinho

         

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LAMAÇAL

Dilma Rousseff não deveria ter tido receio de pisar na lama quando, depois de muito tempo, foi conhecer a tragédia de Mariana (MG) num sobrevoo de helicóptero, pois o lamaçal naquela região é até menor do que aquele com que a presidente convive todos os dias e em que não tem nenhum medo de pisar.                                                                             

Valdir Sayeg valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

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LAMA ALTA

Diante do desespero que assaltou os seus munícipes, o prefeito de Mariana (MG) faz das tripas coração para minimizar a tragédia e tentar planejar o futuro, carente de recursos. Aproveitou que, finalmente, a presidente Dilma resolveu visitar a área para pedir ajuda financeira ao governo federal. Solicitou a liberação das cotas que o município é obrigado a recolher. Dilma desculpou-se: Meu filho, a lama no Planalto está muito mais alta do que esta aqui. Não vai dar para te ajudar, não. Pano rápido!

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com 

Rio de Janeiro

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A HISTÓRIA SE REPETE

A situação social, moral e econômica do País está extremamente grave. As maiores empresas já despediram mais de 300 mil funcionários. Os militares estão acuados. Atualmente, o Exercito, a Marinha e a Aeronáutica estão sob controle de um civil presidente do Partido Comunista do Brasil. E mais: a presidente da República acaba de comprar 100 aviões de guerra da Suécia. Vale a pena ponderar o que aconteceu no dia 1.º de abril de 2015: a presidente Dilma compareceu, pessoalmente, à posse em terceiro mandato do atual presidente da Bolívia, deixando de prestigiar uma conferência internacional com a presença de presidentes das maiores nações do mundo. E mais: recentemente, a presidente demitiu o ministro das Relações Exteriores. Razões: ele prestigiou um ex-presidente da Bolívia. Pergunta-se: qual a razão para o Brasil comprar 100 aviões de guerra? Com certeza, esses aviões de guerra devem financiar a guerra da organização terrorista do Estado Islâmico (EI). Foram os membros do EI que explodiram um avião russo recentemente, matando 280 passageiros. O atentado é resultado de um encontro entre o presidente da Síria e o presidente da Rússia, após um bombardeiro de aviões russos contra o EI. Pergunta final: qual o futuro dos brasileiros? A resposta está nas mãos dos brasileiros.

Bension Coslovksy bensioncos@gmail.com 

São Paulo

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SIMPLES DOMÉSTICO

Alguém poderia me dizer por que, apesar da quantidade imensa de informações solicitadas, o Documento de Arrecadação do eSocial não traz qualquer identificação do empregado? Qual a garantia de que os valores pagos venham a ser devidamente depositados? Ou os nossos especialistas em informática não pensaram nisso?

Marisa Ortegoza da Cunha marisa.ortegoza@gmail.com 

Cotia

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PROJETO HEALTH CREW

Meu filho, Stefan, autor do projeto que se encontra no link www.kickante.com.br/healthcrew, tem uma agência de publicidade. Ele, há 13 anos, e sua agência, pouco mais de 3 anos, são especializados em contas de laboratórios farmacêuticos e sua atuação no ramo da saúde. Além da experiência, despertou o sonho de criar um projeto voltado à alimentação infantil. Tenho acompanhado seu trabalho nas horas de folga e sábados e domingos e me enche de alegria vê-lo totalmente absorvido pelo projeto. Contudo, para finalizar o projeto, há necessidade de R$ 435 mil, que ele não tem, e por isso lançou o sistema de doação. Peço que assistam ao vídeo, se interessem pelo projeto, doem, não importa a quantia, e repassem aos seus amigos.

João Menon joaomenon42@gmail.com

São Paulo

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