Fórum dos leitores

EQUADOR

O Estado de S. Paulo

06 Dezembro 2015 | 03h00

Reeleição ilimitada

Lamentável a aprovação no Equador da reeleição ilimitada para a Presidência da República. É uma derrota da democracia e do povo equatoriano. O presidente Rafael Correa quer se perpetuar no cargo e mostra não ter o menor apreço pela democracia e pela alternância no poder. Correa já perseguiu jornalistas críticos do seu governo, tenta censurar a mídia, usa a máquina estatal em causa própria e mostra a sua face ditatorial, de um típico caudilho sul-americano.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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IMPEACHMENT

Combatente da redenção

Parabéns ao dr. Hélio Bicudo por seu gesto patriótico de apresentar o parecer pelo impeachment da presidente do nosso país. Esse ato pode representar a libertação e redenção do Brasil. Quem combateu e destruiu o esquadrão da morte pode também combater o esquadrão vermelho que está matando a economia e o futuro do Brasil.

LEON DINIZ

leondinizdiniz@gmail.com

São Paulo

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Prejuízos em cascata

Falando para uma plateia especialmente selecionada, diríamos amestrada, a presidente voltou a sofismar, diríamos mentir, sobre as virtudes do seu desgoverno. Agredindo fatos e números, afirmou, mal se comparando com outros, que não causou prejuízos ao País. Como é que é?! Qualquer análise isenta dos números mostra a ridícula posição em que se encontra o Brasil no contexto das nações, sob qualquer aspecto que se compare. E o pior: aos prejuízos financeiros e materiais somam-se os por vezes intangíveis prejuízos sociais, morais e éticos. Pobre Brasil!

MARCO ANTONIO ESTEVES BALBI

mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

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Democracia é isso

A presidente Dilma está corretíssima quando afirma que usará de todos os instrumentos democráticos para sua defesa contra eventual impedimento de seu mandato. Pois é justamente um instrumento democrático que está sendo usado para seu impedimento pelos juristas Miguel Reale Júnior, Janaína Paschoal e Hélio Bicudo. Tudo exatamente dentro da lei e da constitucionalidade. Curioso é que figuras de proa do atual governo federal ainda dizem que não há fundamento jurídico algum nesse pedido de impedimento, como se os juristas acima citados fossem neófitos na ciência do Direito.

JOSÉ PIACSEK NETO

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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A beleza da democracia é que o impeachment faz parte dela, está na Constituição e só pode ser instaurado, por óbvio, contra quem teve maioria dos votos e, portanto, está no poder. Isso é para quem ainda insiste na tese do “golpismo”. E o povo nas ruas ajudará o processo, se assim for o desejo da maioria.

ELISABETH MIGLIAVACCA

betymiglia@hotmail.com

São Paulo 

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Conjunto da obra

No decorrer de uma partida de futebol, quando um jogador comete várias faltas, o juiz dá-lhe um cartão amarelo, pelo “conjunto da obra”. Caso reincida nessas faltas, receberá o cartão vermelho e será expulso de campo. Pois bem, a presidente Dilma há muito tempo já está com o cartão amarelo e prestes a receber o cartão vermelho. Contumaz em cometer irregularidades e pela falta de credibilidade, não reúne mais condições para dirigir os destinos do País.

JOSÉ OLINTO OLIVOTTO SOARES

jolintoos@gmail.com

Bragança Paulista

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Amnésia seletiva

E agora vem o Lula dizer que quando perdeu as eleições não ficou questionando o resultado. Ele se esqueceu de que numa de suas várias derrotas montou um ministério paralelo?!

CARLOS NORBERTO VETORAZZI

cnorbertovetorazzi@yahoo.com.br

São José do Rio Preto

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Trem descarrilado

Tem toda a razão o sr. Lula em comparar o Brasil com um trem descarrilado. Só se esquece de que foi ele quem colocou a maquinista que provocou o descarrilamento. Uma maquinista sem as credenciais necessárias para conduzir o trem Brasil. Usou sua popularidade para enganar boa parte do povo humilde.

MÁRIO C. DA FONSECA FILHO

mario@mariofonseca.com.br

São Paulo

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Sem manutenção

É, seu Lulla, o trem saiu dos trilhos porque a ferrovia ficou sem verba para manutenção e atualização, com os dormentes podres e trilhos gastos. O dinheiro para manter o sistema funcionando foi desviado e está bem guardado nos paraísos fiscais. Agora tudo vai ter de ser refeito e isso só vai acontecer quando os causadores dos desvios forem julgados e condenados, saindo para sempre de cena!

AIRTON MOREIRA SANCHES

moreira.sanches@uol.com.br

São Paulo

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Nos trilhos do Real

Lula diz ser necessário recolocar o vagão nos trilhos. O problema é a locomotiva, o próprio Lula. Cabe lembrar que o trem foi posto nos trilhos pelo Plano Real e de lá retirado no governo do PT.

PAULO DE ARAUJO PRADO

pprado999@gmail.com

São Paulo

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Se quem fez o trem descarrilar foram os 13 anos de petismo no poder federal, não será este governo que vai conseguir reconduzi-lo, pois o PT já demonstrou que não tem competência nem para dirigir carroça de boi. 

LUCIANO HARARY

lharary@hotmail.com

São Paulo

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A Rede de Marina

Parece-me a maior ingenuidade o partido Rede optar pela ação de anulação da eleição da presidente e de seu vice, em lugar do impeachment. É como acreditar em Papai Noel achar que a Justiça Eleitoral vá criar briga com o Poder Executivo nesta altura dos acontecimentos, mais de ano depois da eleição. Todavia, na eventualidade de a ação de anulação já em andamento no TSE ser julgada procedente, o vice de Dilma também perde o mandato, surgindo a oportunidade de Marina se candidatar.

JARVIS VIANA PINTO

jarvisvp@uol.com.br

Ribeirão Preto

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O silêncio do inocente

Enquanto Dilma Rousseff e Eduardo Cunha se digladiam, o vice-presidente Michel Temer (na moita) só está esperando a Presidência cair no colo dele.

MARCOS CATAP

marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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LEMBRANDO LINCOLN

 

Pronunciando-se sobre o acolhimento do pedido de impeachment pelo presidente da Câmara dos Deputados, alguns petistas têm dito coisas verdadeiramente idiotas. Um deles, José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça, procurando desqualificar o presidente da Câmara, indagou: "Que credibilidade tem Eduardo Cunha?". Ora, antes de o sr. ministro indagar sobre a credibilidade de Eduardo Cunha, deveria checar a credibilidade de sua "chefa", que mentiu à tripa forra, fazendo "o diabo" para se eleger em 2014. Assim, se a credibilidade de Cunha não é grande coisa, tampouco o é a de Dilma Rousseff. Credibilidade, sim, têm os autores do pedido de impeachment, a saber, os juristas Miguel Reale Jr., Janaína Paschoal e Hélio Bicudo, este último um dos fundadores da legenda de Lula. Dito de outra forma, não é a opinião ou a "credibilidade" de Eduardo Cunha que está em questão, mas a do Congresso Nacional, que será, ao fim do processo, chamado a votar pelo afastamento ou não da presidente.  Num outro "front" discursivo, destaque para Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula. Disse ele: "A oposição tenta de todo jeito atrapalhar a vida do governo e da Nação". E aduziu: "O governo precisa explicar para a sociedade, de forma didática, o que está fazendo para criar empregos e pôr a economia para funcionar". Parece até piada pronta. Primeiro que chamar a gestão Dilma de "governo" é forçar a barra. Isto que está aí é tudo, menos governo. Depois, por mais "didático" que seja, o desgoverno jamais vai convencer os que estão perdendo empregos - e aos milhares todos os dias - de que Dilma e sua equipe estão fazendo algo de relevante para resolver sua situação. Pelo contrário: números recentes do IBGE só mostram que a economia brasileira - na contramão do resto do mundo - parou de funcionar e o Brasil, de recessão, já entrou em depressão. Sobre ambos, seria pertinente lembrar a frase atribuída a Abraham Lincoln: "É melhor ficar quieto e parecer um idiota que abrir a boca e tirar a dúvida".

 

Silvio Natal 

silvionatal49@gmail.com 

São Paulo

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A ENTREVISTA DO MINISTRO

Lamento o espaço de tão prestigioso jornal ocupado pela entrevista do ministro da Justiça ("Estadão", 4/12, A9). Entendo, por um lado, que ele se porte como integrante de um governo, com o qual tem suas missões e compromissos. Entretanto, já passou da hora de insistir no vazio discurso apresentado. Leitor de jornal, normalmente, está mais afeito à leitura das entrelinhas, e está mais habituado a interpretar textos. Não dá mais para negar a evidência do fantástico fracasso que é o governo federal, sob qualquer ângulo que se analise. As diversas iniciativas contra o processamento do impeachment, na tentativa de escolher o juiz mais amigo, perante o Supremo Tribunal Federal (STF), jamais deveria ser admitido pelo ministro da Justiça. Deveria o profissional do direito que é, ao menos, ter um mínimo de respeito à lógica jurídica e ter em conta que um dia deixará o Planalto e terá de encarar a realidade do cidadão comum, que pode ter melhor memória do que imagina o sr. José Eduardo Cardozo. 

Ana Lúcia Amaral 

anamaral@uol.com.br 

São Paulo

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FUNCIONAM AS INSTITUIÇÕES?

Um episódio pouco divulgado pelos meios de comunicação mostra que as instituições no Brasil, embora aparentemente funcionando neste momento de tensão, apresentam alguns sintomas de fragilidade. Trata-se da retirada repentina, por partidos da base aliada, de um dos recursos ao Supremo Tribunal Federal (STF) visando à anulação do processo de impeachment da presidente Dilma. Tal recuo foi decidido logo que divulgado o nome do ministro Gilmar Mendes para analisar o pleito. É óbvio que a razão se prende ao fato de que o referido magistrado é conhecido por suas atitudes de oposição ao modo de atuar do governo e do partido que lhe dá sustentação, o PT. Sem querer entrar no mérito das preferências partidárias do ministro, cabe perguntar: teria a nossa máxima Corte resvalado para uma politização que põe em risco a confiança da sociedade no Poder Judiciário? Não deveria o STF estar isento de qualquer compromisso com as manobras políticas dos outros poderes? Tudo indica que tal não está ocorrendo de maneira satisfatória, o que mostra que as instituições funcionam, mas o fazem com sérias deficiências e que precisam aperfeiçoar-se rapidamente para afastar a possibilidade de uma indesejável ruptura, de modo e a se mostrarem realmente úteis ao País neste momento de grandes dificuldades políticas e econômicas que estão a paralisá-lo.

Paulo Roberto Gotaç 

prgotac@Hotmail.com 

Rio de Janeiro

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TRAPALHADAS LULOPETISTAS NO STF

 

1. Enquanto presidente da Câmara, Eduardo Cunha adotou, apenas, a conduta receptivo-passiva que da instituição se aguarda num processo de impeachment; receber e mandar processar, caso vislumbre fundamentos para tanto. Qualquer outra pessoa física estava legitimada a tanto, os lulopetistas convertem um processo legislativo num alarido estridente de vizinhos, deliberadamente; 2. A defesa do presidente ocorre "a posteriori" nas Casas Legislativas, não são prévias ao recebimento da denúncia; 3. Recusar um juiz natural (Gilmar Mendes), mediante desistência, reclama pronunciamento da OAB. 4. Ao contrário do alegado pela presidente, violação de princípio fundamental da Constituição (cabível numa ADPF) ocorreu em relação dos direitos de primeira, segunda e terceira geração do povo brasileiro, ante os procedimentos malsinadas de Dilma Rousseff. Enxurrada de ações judiciais levam à improcedência de todas e reforçam naqueles que efetivamente deverão praticar os atos a convicção de que estarão certos.

 

Amadeu R. Garrido de Paula 

amadeugarridoadv@uol.com.br  

São Paulo

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QUEM PODERÁ NOS DEFENDER?

Constatação nua e crua: o Poder Executivo não mais existe, por simples incapacidade da governante de saber do que se trata. O Poder Legislativo, Câmara e Senado, perdeu sua função precípua de legislar para os interesses do Brasil e dos brasileiros e passou a advogar em causa própria. O Poder Judiciário só deu um passo à frente porque premido por uma suposição espúria lançada por um indiciado. O País está paralisado há um ano e estamos à beira do caos político-econômico. A solução é pedirmos as cabeças de Dilma Rousseff, Renan Calheiros e Eduardo Cunha para recomeçarmos do zero. Mas pedir a quem, nesta República manca? Ao Chapolim Colorado?

Mara Montezuma Assaf 

montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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BRASIL EM CRISE

A que situação vexatória chegamos! Estamos vivendo uma das maiores crises políticas de todos os tempos e a cereja do bolo é o pedido de impeachment feito por um deputado que comprovadamente tem milhões em contas suíças, dinheiro de corrupção.

Marcos Barbosa 

micabarbosa@gmail.com 

Casa Branca

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NO LIMITE

O moribundo golpeou a agonizante. Eduardo Cunha chantageou explicitamente a presidente ao aceitar o impeachment. São farinha do mesmo saco, vivendo um mundo próprio. Já os cidadãos assistem estupefatos a este teatro de horror que, dividido em capítulos, tomara nosso tempo no futuro próximo. Pedaladas não significam muito para o cidadão comum. Já inflação, desemprego, falta de perspectivas, sim. Um governo que se garante por PACs e distribuição de benesses a parlamentares sem se preocupar em elaborar estratégia, planos ou metas não tem como se manter no longo prazo. O cidadão está no limite. Que a situação se defina o mais rapidamente possível, para que possamos respirar e viver nossa vida com esperança, evolução econômica, oportunidades de trabalho e paz.

Sergio Holl Lara 

jrmholl.idt@terra.com.br 

Indaiatuba

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MAIS UMA MENTIRA

Dilma Rousseff mentiu mais uma vez ao povo brasileiro. Mentiu quando disse - no desastroso discurso após autorização, pelo presidente da Câmara, para abertura de cassação de seu mandato - que jamais havia feito barganha com Eduardo Cunha para que não aceitasse a abertura de pedido de impeachment em troca de aliviar no Conselho de Ética em favor de Cunha: "Não aceito e não aceitaria barganha". Claro que barganhou! A tropa de choque do PT tentou até o último momento a vergonhosa manobra, inclusive com a atuação do chefe da Casa Civil, Jaques Wagner. Até minha cachorrinha Nina sabe disso. Além do que, no seu palavrório, a presidente disse que não tem dinheiro no exterior (referindo-se às acusações contra Eduardo Cunha, de ter ele recursos na Suíça), o que acaba cutucando muitos graúdos do PT que estão em situação parecida à de Eduardo Cunha, pois o que se sabe é que muitos, além de Cunha, têm recursos fora do País. E ainda disse a presidente: "Não sou ladra". Ora, dona Dilma, esse discurso, parecido com o que fez na campanha, sob a tutela do "Feira de Santana", só te coloca na situação de mais ridícula ainda. Faça um bem para a Nação, não espere o impeachment, renuncie já!

Pedro Sergio Ronco 

sergioronco@uol.com.br 

Ribeirão Bonito

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CONTAS NO EXTERIOR

Dona Dilma, atacando o deputado Eduardo Cunha, afirmou com todas as letras que não tem contas bancárias no exterior. Considerando os vários desmentidos, sendo o mais recente o de Romário, será que ela não vai dizer que havia se esquecido de uma que fez quando "trabalhava" na Petrobrás? Ou ainda que, se tiver, ela não sabe que existe?

 

Vitório F. Massoni 

suporte@eam.com.br

São Paulo

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CONCURSO DE MENTIRAS

Retornei na quinta-feira ao País depois de 15 dias de meditação no Tibete. Lá presentes eu, Richard Gere e centenas de celebridades. Pego o jornal, e como fedia. As manchetes nada alvissareiras: "Você é mentirosa", "você é que é", e por aí vai, num sem fim de imoralidades. Sinceramente, acho que ambos têm razão. O melhor que fariam ao País neste momento é renunciar. E a Bolsa de Valores, por volta de 13 horas daquela quinta-feira, já subia quase 5%, numa demonstração de otimismo jamais vista nos últimos tempos.

Paulo H. Coimbra de Oliveira 

ph.coimbraoliveira@gmail.com 

Rio de Janeiro

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DILMA E CUNHA

Como explicar que duas pessoas que reciprocamente se acusam de mentirosas podem estar falando a verdade?

Jorge Carrano 

carrano.adv@gmail.com 

Rio de Janeiro

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PEDRA SOBRE PEDRA

O Brasil só tem a ganhar com a guerra entre Cunha e Dilma. Que um delate os roubos do outro, que PT e PMDB lutem com todas as forças. Não deve sobrar pedra sobre pedra nesse enorme lixão em que se transformou a política no Brasil. Quando todos finalmente estiverem na cadeia, o País irá respirar aliviado e sairá da crise para se tornar uma Nação melhor, mais madura, mais séria e digna. 

Mário Barilá Filho 

mariobarila@yahoo.com.br 

São Paulo

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ASSIM É A VIDA

Demonstrando total domínio da língua francesa (afinal, para que serviu sua ida recente a Paris?), dona Dilma Rousseff saiu-se com um "ces't la vie" ao ser informada da nova performance de Eduardo Cunha. Depois, demonstrando-se "indignada", dourou uma arenga sem muito pé e nem cabeça, ressaltando um ilibado perfil em contraponto ao seu ladino "algoz". Diante de seus mais próximos assessores, e todos com cara de enterro, a má aprendiz de governante dava início ao seu caminho rumo ao patíbulo. Na certa, pensava no soberano francês morto pelo instrumento de sua própria instituição. "Il est la vie, de toute façon".

Luís Lago 

luislago2002@hotmail.com 

São Paulo

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CONIVÊNCIA

A presidente Dilma se indignou com a admissibilidade do processo de impeachment pela Câmara dos Deputados. Indignados devem, sim, estar os brasileiros, pela propaganda enganosa do governo, pela roubalheira sem precedentes na história do País, pelo cinismo e desfaçatez que assolam o planalto central. O impeachment não decorre da suspeita de desvio de dinheiro ou por possuir contas ilícitas no exterior, a admissibilidade do impeachment decorre da improbidade e incapacidade administrativa e do caminhão de mentiras que despejou sobre o País. Não creio na desonestidade da sra. Dilma, mas creio na sua fragorosa omissão nas desonestidades praticadas enquanto ministra, presidente do conselho da Petrobrás e presidente da Republica, o que a faz conivente com o crime de lesa-Pátria.

Marco A. Sprovieri Rodrigues 

msprovieri@sincoeletrico.com.br 

São Paulo

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O MELHOR CAMINHO

Imaginar o Congresso Nacional julgar, ao final do processo de impeachment, que não houve crime de responsabilidade fiscal da presidente Dilma é algo impensável. O impeachment é certo, salvo forças ocultas imorais em contrário. A renúncia, neste momento, não só seria um ato de grandeza, como bem disse o ex-presidente FHC, mas o melhor caminho para a história pessoal da presidente. Afinal, melhor sair de cabeça erguida pela porta da frente do que humilhada pela dos fundos. 

Luciano Harary 

lharary@hotmail.com 

São Paulo

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EMPURRANDO COM A BARRIGA

"Eu não vou aceitar ser chantageada", afirmou Dilma. Mas o povo brasileiro, também não aceitando, foi chantageado por 13 anos pelo PT. O partido vai disfarçar de novo e vai "empurrar com a barriga" mais e$$a? O primeiro ano do novo mandato está chegando ao fim, e tudo ficou pior do que estava, não vamos aceitar novas chorumelas. Renuncie logo, presidente. Por muito menos, o impeachment de Collor foi aprovado. O que a "madame" está esperando? Quem está perdendo e sofrendo com essa demora é o povo brasileiro. Decida-se! 

 

Fernando Silva 

lfd.dasilva@uol.com.br 

São Paulo

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UM PEDIDO

Para o bem do Brasil, presidente Dilma, renuncie.

Euclides Rossignoli 

euclidesrossignoli@gmail.com 

Avaré

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POUPANDO A NAÇÃO

Já que a sra. Presidente disse que não tem conta no exterior nem bens auferidos ilicitamente, diante de sua incompetência em governar, poderia poupar a Nação, sair do cargo e plantar mandioca, uma atividade ótima para "cabeças de vento". Opa, descobrimos como armazenar vento! Na cabeça da presidente. 

José Rubens Macedo Soares 

josérubens@federmacedoadv.com.br

São Paulo

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O PEDIDO ACEITO

Quem não se lembra, volte à edição de 4 de abril de 2015 do "Estadão" e leia (novamente) o artigo "Caminhos estreitos", escrito por Miguel Reale Jr. Segue o sumário daquele texto: "(...) Restam dois caminhos. O primeiro seria o procurador-geral da República determinar investigação de eventual prevaricação da parte da presidente, pois, se sabia ela de irregularidades nos idos de 2009, ao assumir a Presidência nada teria feito para conter a corrupção, deixando de zelar pela moralidade administrativa ao manter nos cargos os diretores corruptos. Em conclusão, se constatado em investigação que Dilma sabia dos malfeitos e permitiu a continuidade do esquema corrupto, pode-se configurar eventual crime de prevaricação (...)". "(...) O segundo caminho, difícil, mas não impossível, é o da renúncia, sendo vital o protesto das ruas e o apoio de entidades representativas...Em ambas as hipóteses, todavia, impõe-se em torno do vice-presidente um governo de união nacional, com pauta mínima desejada pelos movimentos aglutinados da população (...)". "(...) Dessa maneira, no dia 12 de abril é fundamental voltar às ruas em todo o País, juntamente com representantes de entidades significativas que se somem à massa dos indignados". Os eminentes Reale Jr. e Helio Bicudo, com mais evidências de "pedaladas", que foram juridicamente analisadas por ambos, entraram com o pedido de impedimento de Dilma no Congresso. Posteriormente, embasaram ainda mais o impedimento de Dilma no Parlamento, entregando o segundo pedido ao presidente da Câmara. Dr. Reale foi de uma coerência ímpar. Cartesiano. Determinado. Muitos jovens advogados já deveriam estar acompanhando a implacável objetividade jurídica do dr. Reale Jr. Os dois impedimentos preparados por Reale Jr. e Bicudo sempre foram mais juridicamente fundamentados, se comparados com inúmeros outros pedidos de impedimento preparados por políticos e, mesmo, advogados. Bicudo e Reale Jr. tiveram a valiosa contribuição da professora Janaína, da Faculdade de Direito da USP. Agora, estamos em dezembro 2015. Cabe-nos voltar às ruas em todo o País - exatamente como recomendava o dr. Reale Jr. em abril - para nos somarmos à massa dos indignados. Dilma Rousseff, renuncie com dignidade ou seja impedida pelo Congresso o mais brevemente possível, para que o Brasil tente sair deste atoleiro em que Dilma, Lula, PT "et caterva" nos encalacraram.  Amém!

Joaquim Carlos Fernandes 

jucafernandes@terra.com.br

São Paulo

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O QUE MUDOU?

Com tanta corrupção no governo, o eleitor que votou em Dilma indaga: "O que me desanima agora é justamente aquilo que antes me encantava; ou fui eu que mudei minha maneira de acreditar na nossa presidente?".

Vidal dos Santos 

vidal.santos@yahoo.com.br 

Vinhedo

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PARA EVITAR A FALÊNCIA

Aguentamos José Sarney por cinco anos. Aguentamos Fernando Collor por aproximadamente dois anos e meio. Esses sacrifícios foram inócuos à população que tanto ainda sofre com a sucessão de maus governos. Julgo que aguentaremos três anos de Dilma Rousseff. Tomara que essa provação dê à população uma melhora nos aspectos políticos, sociais, econômicos, éticos e morais à República do Brasil. Após Dilma, se não melhorar, não aguentaremos. Faliremos!

Ney José Pereira 

neyjosepereira@yahoo.com.br 

São Paulo

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MUDANÇA NO STF

É até salutar que o resultado do impeachment de Dilma se prolongue por algum tempo. Afinal, o ministro Ricardo Lewandowski, afilhado do PT, deixará a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) em alguns meses. Em seu lugar estará a ministra Cármen Lúcia, bem mais consciente e inconformada com a falta de moral política que assola o País.

Júlio Roberto Ayres Brisola 

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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MAR DE LAMA

A lama tóxica que invadiu Mariana, em Minas Gerais, é o retrato do Brasil. Não somente pelos estragos gritantes, mas, com mais de 400 barragens semelhantes somente em Minas Gerais, não precisam se romper para danificar a natureza, a própria extração mineral causa um dano inestimável, que não enxergamos, e, em outros locais, notadamente na Amazônia, cujas florestas estão sendo dizimadas para extração da madeira, ou pior, com queimadas, para plantio de soja ou criação de gado. O exemplo do governo faz parecer o ilícito como uma situação normal, e desta forma indagamos, por exemplo, qual a diferença entre quem desvia o dinheiro destinado à saúde e um assaltante armado. Ambos são criminosos, porém aquele que lesa o setor de saúde está condenando à morte muito mais pessoas que o assaltante, além do inconveniente das enfermidades que não são socorridas, alterando a qualidade de vida das pessoas que não têm acesso à rede privada de saúde. A esperança no Brasil está em risco, porque questionamos até a honestidade nas confederações esportivas, nas apurações das urnas eletrônicas e das loterias, salientando a Mega Sena, que é formada pelo dinheiro suado de trabalhadores que deixam de comprar o leite para sonhar o impossível. Temos uma presidente e um ex-presidente que lotearam o Brasil para os companheiros e para o partido para se manterem no poder, a qualquer custo. Os presidentes da Câmaras e do Senado estão envolvidos em falcatruas e se utilizam do cargo para negociatas com governo, senadores e deputados. Como disse o virtuoso dr. Sérgio Moro, basta seguir o caminho do dinheiro para descobrir os verdadeiros culpados. Mas, para voltar à esperança, além da prisão de todos envolvidos, com penas severas, os bens deverão ser expropriados, inclusive de familiares, empresas e laranjas, aqui e no exterior, de forma rápida. Inimaginável que ainda políticos, com toda divulgação e com fortes indícios de desvios de recursos públicos, mantenham coleção de carros importados, sem a preocupação da ostentação. Como disse Martin Luther King: "O medo não é dos corruptos e dos desonestos que bradam, o medo é do silêncio dos bons".

Waldir Cassapula 

waldir.cassapula@gmail.com

São Paulo

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O DAY AFTER

Se o pedido de impeachment da presidente Dilma evoluir e ela perder o mandato, o que espero, embora não acredite, a preocupação passa a ser o dia seguinte. Quem assume é o vice-presidente Michel Temer. Alguém compra uma bicicleta usada dele?

Panayotis Poulis 

ppoulis46@gmail.com 

Rio de Janeiro

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OCUPAÇÃO

Dilma perdeu sua segunda chance de ser uma boa presidente. Que não desanime, tem uma lojinha de R$ 1,99 em Porto Alegre precisando de gerente. Tente de novo, presidente.

Carlos Alberto Roxo 

roxo_7@terra.com.br 

São Paulo

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QUEM ATIROU PRIMEIRO

O próprio PT forçou Eduardo Cunha a aceitar o pedido de impeachment da presidenta Dilma. Dá pra acreditar neste partido de oportunistas? Aí têm os nove dedos dele.

José Roberto Iglesias 

rzeiglesias@gmail.com 

São Paulo

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VELHO OESTE NA REPÚBLICA DAS BANANAS

Cinema lotado, o filme é um velho-oeste norte-americano, a cena é aquela em que todos apontam para todos, e espera-se a primeira tomada de iniciativa. Silêncio total, angústia, pavor, medo, apreensão, olhar arregalado. Quem atira primeiro? Quem morre primeiro? Mas... Existe mocinho? Ou pretendente com qualificação? Alguém pode me explicar? Não consigo entender o enredo.

Marco Aurélio Facci Ruette 

mafruette@gmail.com 

São Paulo 

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NOVA ESTRELA

Após o PT receber ordens de Lula e de Rui Falcão para fritar Eduardo Cunha e Dilma Rousseff, uma nova estrela vermelha está se desenhando no céu. Podemos apontar o dedo a ela e exclamar: Lula lá, em 2018! Em tempo: Michel Temer é temerário.

 

Mara Fonseca Chiarelli  

mara.chiarelli@ig.com.br 

Mogi Guaçu

 

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A INTROMISSÃO DE LULA

É possível pedir impeachment de ex-presidente?

 

Cláudio Moschella 

arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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LÓGICA MAQUIAVÉLICA

A lógica maquiavélica de Lula e do Partido dos Trabalhadores (PT) é simples. O pior para a presidenta Dilma Rousseff, o impeachment, é o menos ruim para eles. Sendo assim, lavaram suas imundas mãos diante da danação de Dilma, em nome de um projeto de poder com remotas, mas possíveis, chances de continuidade, com Lula futuramente na Presidência (Deus nos livre!). Que Dilma dê o troco e inviabilize esse projeto de poder dos seus pérfidos algozes, fazendo chegar à imprensa - que manteria o sigilo da fonte - detalhes de todas as falcatruas, tramoias, crimes, traições, chantagens e negociatas por eles perpetradas. Que a presidente não afunde sozinha e vá para o contra-ataque, enquanto tem ainda algum poder de fogo.

 

Túllio M. Soares Carvalho 

tulliocarvalho.advocacia@gmail.com 

Belo Horizonte 

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CRIMES REVELADOS

Com o impeachment andando, as delações premiadas à Justiça vão disparar e revelar, finalmente, o comprometimento e a improbidade do lulopetismo na gestão da coisa pública.

Francisco José Sidoti 

fransidoti@gmail.com 

São Paulo

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É A HORA DA OPOSIÇÃO

É chover em o molhado dizer que o Brasil está passando por tsunamis política e economicamente. Há tempo, a presidente não faz outra coisa além de tentar aumentar a arrecadação de impostos e evitar o processo de impeachment. Uma boa parte do Legislativo, chefiado por Eduardo Cunha, está em embate com o governo para tentar se salvar de acusações gravíssimas, descobertas pelas intermináveis e deprimentes fases da Operação Lava Jato. É nesta hora que a oposição, muitas vezas oculta, tem de mostrar a sua cara, trabalhando decisivamente para terminar esta agonia, sob a pena de não ter nada a governar em 2018. O PSDB e o DEM, em particular, têm a obrigação de fazer isso e não apostar na estratégia perigosa e incendiária do PT (quanto pior, melhor). Se não, estão com o rabo preso também, e que Deus nos acuda!

Omar El Seoud 

ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

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PQP!

Como se não bastasse, aproximadamente 300 ações no Ministério Público Federal (MPF) apuram fraudes no Minha Casa, Minha Vida. Em alguns Estados há suspeita até de cartel semelhante ao da Lava Jato. Perdoem-me, senhores, tapem os ouvidos, mas só xingando!

Ricardo C. Siqueira 

ricardocsiqueira@globo.com 

Niterói (RJ)

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É A ECONOMIA!

Certamente, a economia como está vai ter papel crucial na avaliação do impeachment da presidente Dilma. Teimosa como é, seguramente não vai aceitar a tese de que essa situação se deve muito a Guido Mantega e Arno Agustín, que assistem de longe à miséria em que colocaram o País.

Éden A. Santos 

edensantos@uol.com.br 

São Paulo

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PIB NEGATIVO OUTRA VEZ

Maiores economistas e cientistas políticos afirmam que, para acabar ou minorar a atual crise econômica que o Brasil enfrenta, gerando credibilidade para investidores, só saindo do poder a presidente Dilma Rousseff, o senador Renan Calheiros e o deputado Eduardo Cunha. Mas, como estamos numa democracia representativa, que sirva de lição ao povo brasileiro. Quando colocamos nosso dedinho na urna eletrônica e apertamos um número sem pensar, o resultado está aí. O Produto Interno Bruto (PIB) deste ano mostra os resultados. Somos lanterninha em crescimento econômico. 

Beatriz Campos 

beatriz.campos@uol.com.br 

São Paulo

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POBRES DE NÓS

Não precisa ser expert em Economia ou PhD nas Bolsas de Valores para perceber que a eventual saída da pessoa que está presidente da República, por si só, já daria uma arejada na caótica situação do País. Tanto econômica quanto politicamente. Mas quando interesses pessoais é que dominam tais discussões, quem pagará o pato, como sempre, seremos nós, os verdadeiros patrões desta corja toda. O PSDB, tido como "o maior partido de oposição", é uma piada mal feita. O telhado de vidro o impede de agir. O PMDB, sempre o partido do "é dando que se recebe", quer que a dita cuja complete dois anos de mandato para, depois, dar-lhe um pé e Michel Temer assumir (sem novas eleições). Aliás, isso também é o melhor dos mundos para aquele que foi e quer voltar, que se poderia colocar, de novo, como oposição "a tudo isto que está aí", e os babacas iriam votar nele (isso se ele não for preso até lá). Pobres de nós!

 

Domingos Cesar Tucci 

d.ctucci@globo.com 

São Paulo 

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CRISE

Petistas insistem em dizer que um impedimento da presidente Dilma traria uma crise "sem precedentes". Com ela, a crise econômica é que é sem precedentes. E vale lembrar ao País que, com a queda de Collor, veio o Plano Real, e saímos de uma inflação e crise muito graves. Dilma Rousseff pode sair, que nós podemos resolver o Brasil sem ela.

Francisco da Costa Oliveira 

fcoxav@gmail.com 

São Paulo

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SERÁ QUE UM DIA CHEGAREMOS LÁ?

Desde priscas eras o Brasil é considerado o país do futuro. Seu maior nível de crescimento se deu na década de 70 e início dos anos 80. Nessa época foram construídas várias hidrelétricas (antes, eram racionamentos diários de energia), deu-se o grande desenvolvimento das comunicações (antes, esperava-se horas, nos horários de pico, pelo ruído de discar os telefones), o aumento das malhas rodoviária e aeroviária, dentre muitas outras ações desenvolvimentistas. De lá para cá, avançamos pela nova "abertura dos portos às nações amigas", pela privatização das comunicações, pela domada da inflação, pela criação de fundos garantidores de perdas bancárias, pelo maior cuidado com nosso meio ambiente. Mas esquecemos de educar o nosso povo a contento. Na falta da educação, ponto de partida para o desenvolvimento de uma nação, passamos a tentar compensar as pessoas com benesses: bolsa isso, bolsa aquilo; cotas para isso, cotas para aquilo; passagens e entradas grátis para estudantes, pobres e idosos, etc. Demos o peixe e não ensinamos a pescar. São muitos direitos, sem nenhuma obrigação, um verdadeiro desincentivo àquele que trabalha, que paga suas contas em dia, que honra seus compromissos e, por isso, o único responsável por bancar esses custos. Afinal, como se diz por aí, "não existe almoço grátis", não é? Do final dos anos 90 para cá, deixamos de ser o país do futuro e viramos o eterno país em desenvolvimento. E aí estamos até hoje... Pergunto-me se um dia chegaremos lá. Acho que não estarei mais neste plano para saber a resposta...

James Pereira Rosas 

jrosas2755@gmail.com 

Rio de Janeiro

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MUITO BARULHO POR NADA

A imprensa brasileira deveria ser mais cautelosa e olhar para o que acontece com a Venezuela, antevendo o resultado mais bem acabado da dissimulação que pretende atacar a democracia brasileira, lembrando-nos de que a dissimulação pode estar em todos os lugares, antes de dar pano para manga aos discursos extremistas ou infundados. Merece destaque, nesse sentido, a cobertura desastrada dada não apenas pelo "Estadão", mas por diversos órgãos da imprensa, à reestruturação proposta para a rede de escolas estaduais paulistas. Posso assegurar, na condição de educador, que a proposta faz todo o sentido: nos campos da gestão pública, pedagógico e de gestão de pessoas. Na gestão pública, pode poupar recursos, aproveitando melhor os edifícios públicos utilizados abaixo da demanda para a qual foram criados e ainda atender a parte da demanda por creches, com o uso dos prédios eventualmente desocupados; no pedagógico, pode permitir a direção mais fácil de instituições especializadas e, como bônus, ainda pode permitir a adaptação de edifícios para a demanda que atendem, com equipamentos lúdicos e recreação para crianças do ensino fundamental, salas-ambiente, oficinas de artes, marcenaria, mecânica e ciências para o ensino médio; na gestão de pessoas, permite aos educadores efetivos, futuramente, escolher escolas mais adequadas ao seu perfil profissional, aliando satisfação pessoal com melhores resultados. Mas estampar manchetes como "Análise de federal contesta reorganização escolar em SP", como se houvesse alguma propriedade absoluta em tal estudo, é um acinte à mínima inteligência dos leitores. Ora, é sabido que as universidades federais ficaram em greve desde o início deste ano, até setembro, e eu sei disso porque sou aluno da Unifesp Guarulhos. Ou seja, tais instituições nem sequer cumprem sua função básica e rechaçam uma ideia que ainda será implantada! Isso é, no mínimo, anticientífico. Em suma, em alusão a Shakespeare, faz-se muito barulho por nada, o que lembra a recente campanha eleitoral para a Presidência da República, quando a mandatária vencedora jurou que tudo estava ótimo e que assim seguiria, o que se revelou, afinal, uma grande mentira, obrigando governos minimamente responsáveis a melhorar a produtividade para assegurar os serviços pelos quais são responsáveis. Vamos dar a chance para que seja implantada a reorganização, criticando resultados ruins, se houverem, e não impedindo o trabalho que precisa ser feito.

Airton Reis Júnior 

areisjr@uol.com.br 

São Paulo

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REORGANIZAÇÃO SUSPENSA

A decisão de suspender as mudanças radicais no sistema de educação paulista mostra que o governo Alckmin não tem clara a proposta mais adequada. A questão deveria ter sido discutida antes de sua implementação, o que evitaria todos os protestos e confrontos. Que, agora, se busque um programa efetivo e que mude o quadro da educação no Estado que deveria dar exemplos.

Uriel Villas Boas 

urielvillasboas@yahoo.com.br 

Santos 

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