Fórum dos leitores

IMPEACHMENT

O Estado de S. Paulo

30 Dezembro 2015 | 05h46

Ré confessa

A presidente Dilma Rousseff resolveu quitar todas as dívidas com o BNDES, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), as chamadas pedaladas fiscais. Tudo para enfraquecer o pedido de impeachment contra ela. Ora, se vai pagar, é porque ela reconhece a dívida; se reconhece a dívida, é ré confessa; e se é ré confessa, impeachment nela. Já!

Cláudio Moschella

arquiteto@claudiomoschella.net 

São Paulo

 

No vermelho

Ai, ai... O governo federal pretende pagar as pedaladas para enfraquecer o impeachment? Mas se o Tesouro está no vermelho, dá para explicar com que dinheiro?

Aparecida Dileide Gaziolla

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

Como, de onde ou de que cartola Dilma tirará R$ 57 bilhões até amanhã, quinta-feira, sem pedalar, para evitar brechas que possam ser usadas no Congresso Nacional como argumento para o processo de impeachment?

Arnaldo de Almeida Dotoli

arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

 

Mais pedaladas

Se faltam recursos em caixa, como se saldam dívidas? Incorrendo em outras dívidas. É só mudança de contas. Isso configura outra pedalada, não importa o disfarce legal. De qualquer forma, as dívidas, ou seja, o comprometimento do futuro da sociedade será mantido. Também nisso não há sinceridade.

Harald Hellmuth

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

 

Piada de mau gosto

A matéria de capa do Estado de ontem Governo paga pedaladas para enfraquecer impeachment não pode ser nada além de uma piada de mau gosto. Seria o equivalente a um assassino vender a arma do crime durante seu julgamento para enfraquecer as acusações contra ele. Não vai conseguir deter toda a crise desencadeada por uma gestão de gastança irresponsável, que hoje se revela em todo o desequilíbrio da economia, com inflação alta, recessão, desemprego, perda do grau de investimento. Faz-se mister notar que o governo não cumprir o Orçamento ou gastar além da conta é crime. Porque destrói a economia do País. Por isso Dilma deve sofrer impeachment. Insisto: pagar as pedaladas com dinheiro que não tem só pode ser piada de mau gosto.

Carlos de Oliveira Avila

gardjota@gmail.com

São Paulo

CORRUPÇÃO

 

Incompetência ou esperteza?

Estamos errando ao chamar Dilma de incompetente, ou, melhor dizendo, “incompetenta”, como ela prefere. A “presidenta” é muito esperta, sabe muito bem o que pretende, aonde quer chegar e faz exatamente o que precisa para obter o sucesso almejado, como, por exemplo, aprovar a Medida Provisória (MP) 703, que no dizer de Modesto Carvalhosa “escancara o caráter absolutamente corrupto do governo Dilma” (A medida provisória do escárnio, 29/12, A2). Na minha opinião, incompetentes são os empresários e banqueiros, que legal ou ilegalmente doaram dinheiro para garantir a eleição e a reeleição de Dilma. E incompetentes também somos nós, povo e mídia, que nada fazemos para dar um basta nessa política podre do “toma lá, dá cá”, em que os três Poderes se uniram para destruir o nosso país.

Mara Carmen Del Bel Tunes

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

 

A inconstitucional MP 703

Perfeito o artigo do exímio jurista Modesto Carvalhosa. De fato, quando se pensa nada mais ser possível nos surpreender, eis que literalmente no apagar das luzes do ano a sra. “governante” decide institucionalizar o crime e ainda por cima via medida provisória, que não pode abordar temas de Direito Penal, conforme o artigo 62, §1.º, b, da Carta Magna de 1988! De fato, a absurda MP 703 é o epílogo de um neonato desgoverno, já um corpo nauseabundo que “respira por aparelhos”, como o bem disse o único ministro lúcido do STF, sr. Gilmar Mendes, e se mantém por um “balão de oxigênio”, que, oxalá, em nome de Deus, esteja com os dias contados. Como bem afirmou Carvalhosa, aquilo não é uma MP, mas um corpo delito!

Roberto S. V. de Medeiros

rsvivacqua@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

 

Falência múltipla

Nas mãos do PT o País caminha para a falência múltipla dos órgãos públicos.

Eugênio José Alati

eugeniojalati@gmail.com

Campinas

Festim das empreiteiras

A indignação que salta aos olhos no artigo do jurista Modesto Carvalhosa também é a do brasileiro amante de sua pátria e não comprometido quer com ideologias ultrapassadas, quer com grupos espúrios que se apropriaram do poder para surrupiar o suado dinheiro do trabalhador, depositado religiosamente por meio de escorchantes e inúteis impostos. A análise que faz das atitudes de dona Dilma, editando medidas provisórias e decretos para habilitar corruptos a continuarem participando de festins das licitações, demonstra a derrocada da moral e da ética. Se esse comportamento amoral vem de cima, o que esperar da cidadania? E assim vamos ladeira abaixo, enquanto políticos, advogados e juízes discutem filigranas, permitindo e prolongando a sustentação de um corrupto governo do Partido dos Trabalhadores que já deveria ter sido apeado do poder desde a época do mensalão.

Antonio C. Gomes da Silva

acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

O escárnio

Maravilhosa a explanação de Modesto Carvalhosa, cujo conteúdo é simplesmente brilhante e mais uma vez nos remete ao sentimento de escárnio. O Ministério Público Federal deve-nos uma explicação sobre essa delituosa e suja medida provisória. Por favor, em nome dos brasileiros amedrontados com tantos desmandos, nos ajude!

Claudio A. S. Baptista

clabap45@gmail.com

São Paulo

BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de boas-festas e feliz e próspero ano-novo de ADS Comunicação Corporativa, Carlos Vogt, EMS, Fundação Dom Cabral – Ricardo Siqueira, GPA – Ronaldo Iabrudi, presidente, Grupo Carrefour Brasil, Grupo Globo, InCuca Tecnologia, Instituto Crispi de Cirurgias Minimamente Invasivas João Paulo Garcia e Maria Antônia Siqueira Ferreira, Jonny Stica e equipe, Jorge Lima, Jorge Muzy, José de Anchieta Nobre de Almeida e José Carlos de Carvalho Carneiro.

“Tal e qual o Íbis, aquele time pernambucano que não ganhava de ninguém, o governo da dona Dilma só bate recordes negativos! Será que sobreviveremos?”

Milton Bulach

mbulach@gmail.com

Campinas

“Conforme as projeções para 2016, podemos dizer que esse já é um ano natimorto”

André Gravina

arqandregravina@yahoo.com.br

São Paulo

MP 703

Inconcebível dona Dilma querer, com uma só penada, através da MP 703, institucionalizar, de vez, a roubalheira em nosso País! Não bastaram os crimes de roubo e prevaricação perpetrados contra nossa Nação, praticados por essa quadrilha organizada que tomou de assalto o País, e praticamente o aniquilou? Urge, portanto, que os brasileiros e brasileiras que não querem assistir a o Brasil ser reduzido a uma Cuba ou Venezuela saiam às ruas em protestos contra essa monstruosidade que a gerentona quer estabelecer no Brasil, até que ela e seus comparsas, inclusive seu mentor, sejam, definitivamente, extirpados do poder. Se não agirmos com vigor, agora, não poderemos reclamar, depois, do que quer que aconteça a nós e ao nosso País. É AGORA OU NUNCA!

Halle Abdo Dib

hallecorporate@gmail.com

São Paulo

A MP do escárnio

A edição da Medida Provisória 703, que foi assinada pela presidente da República, configura ato de ofício passível de ser enquadrado como crime de responsabilidade, como bem explanou o jurista Modesto Carvalhosa em seu arrazoado de explicações, por escancarar o caráter absolutamente corrupto do governo federal. Aliás, se Dilma Rousseff está dando toda a autonomia para a Polícia Federal investigar a corrupção no País, para que, então, editou a MP 703, que desmantela toda a Lei Anticorrupção?

Luiz Roberto Da Costa Jr.

lrcostajr@uol.com.br

Campinas

Trabalho da PF em risco

Enquanto o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em sua longa entrevista ao “Estadão”, afirmava sem ruborizar que foi no governo da presidente Dilma, que se deu autonomia de atuação para Polícia Federal, o que é uma mentira deslavada, o Palácio do Planalto dava mais um golpe cortando do Orçamento da União de 2016 R$ 133 milhões, ou 13% das já insuficientes verbas que seriam destinadas à corporação.  Ou seja, o governo, na realidade, diferentemente do que prega Cardozo, quer mesmo sucatear a Polícia Federal e dificultar o prosseguimento das investigações do combate ao crime organizado, principalmente aos referentes à Operação Lava Jato, que atinge frontalmente o governo e graúdos da cúpula petista, envolvidos nas quadrilhas que infiltraram e assaltaram as nossas estatais.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Melancolia

A respeito da entrevista do ministro Eduardo Cardozo, o que ele se limitou a fazer foi a parte que lhe cabe nesse latifúndio de horrores que se tornou o partido que representa. Nem chega a ser triste, é apenas melancólico, em se tratando de quem é...

Doca Ramos Mello

ddramosmello@uol.com.br

São Sebastião

Professora assassinada

Uma professora foi assassinada na noite de Natal, em Praia Grande, por um menor. Nem CUT nem Apeoesp, nem nenhuma entidade de direitos humanos se manifestou a respeito. Estudantes vão ocupar escolas em protesto?

André Coutinho

arcouti@uol.com.br

Campinas

Saída temporária de presos

O editorial “A violência de sempre” (29/12, A3) mostra bem a realidade sobre a saída temporária de presos. Em 2014, em São Paulo, saíram temporariamente sob o pretexto da “ressocialização” 27.936 presos em cinco datas diferentes: Natal/ano-novo, Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Pais e Finados; 5,49% não retornam (sap.sp.gov.br) e, dos que retornam, muitos cometeram crimes durante a saída. O Estado solta presos para delinquir, já que 70% volta​m​ a delinquir. A população sofre e a polícia tem o “retrabalho” de recapturar presos. Só em 2014 a Polícia Militar recapturou 20.962 presos (policiamilitar.sp.gov.br), mais de 1.700 por mês, muitos dos quais não retornaram das saídas temporárias. Tudo isso gera impunidade, insegurança e violência. A Lei de Execuções precisa mudar urgentemente, mas independentemente disso, e já, as autoridades precisam ser mais rígidas na dosimetria da aplicação das penas e na concessão de benefícios.

Alvaro Camilo, deputado estadual, ex-comandante-geral da PM Paulista (2009-2012)

abcamilo@gmail.com

São Paulo

Mais uma dilmice

Depois de ter saudado a mandioca e criado a mulher sapiens, nada mais coerente poderia ter partido da cabeça de Dilma Rousseff do que incluir Brizola no livro de heróis da pátria, ao lado de figuras como Tiradentes, Zumbi dos Palmares, Santos Dumont e dom Pedro I. Mais uma “dilmice” para se juntar a tantas outras dessa trapalhona incorrigível.

Ronaldo Gomes Ferraz 

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro  

Herói da Pátria

De indiscutível liderança politica no seu Estado natal o Rio Grande do Sul, e depois de sua volta do exílio também de  boa liderança  no Estado do Rio de Janeiro, onde se elegeu governador duas vezes,  mas que nunca conseguiu muita coisa em termos de votos  no Estado de São Paulo como politico expressivo, no que pese muito polêmico, o sr. Leonel Brizola ser guindado a "herói da pátria" já é um pouco demais. Se fosse realmente bom ou herói da pátria, em seu tempo teria ido mais à frente, mas não logrou êxito. Apenas para relembrar e talvez a presidente não saiba: Brizola dispensava a Lula o epíteto de "sapo barbudo". 

José Piacsek Neto 

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

Homenagem

Tudo o que faltava para terminar o ano da corrupção era ter como herói o ídolo dilmista conhecido por "el rat[on" (sic Fidel Castro).

Mario Cobucci Junior

maritocobucci@gmail.com

São Paulo

Xadez

Somente o fato de alterar uma lei para declarar um sujeito como Leonel Brizola herói da pátria, para mim, já é motivo suficiente para que Dilma seja afastada do poder e presa imediatamente.

Fernando Fenerich

ffenerich@gmail.com

São Paulo

Pagando pedaladas com pedaladas

Para tentar evitar o impeachment, Dilma decidiu pagar as dívidas das pedaladas fiscais de 2014 (dívidas com o BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e FGTS) ainda este ano. Uai, mas onde foi que ela "achou" dinheiro para efetuar os pagamentos? Pelo que consta, ela se socorreu novamente no próprio BNDES, e com novas pedaladas e contabilidade criativa, que serão assinadas pelo "novo" ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, com o apoio do ex, Guido Mantega. Enquanto isso, e com o gigante adormecido, Dilma e os "cumpanheiros" já estão gastando o dinheiro que pretendem arrecadar em 2016 com os novos impostos que serão aprovados. Um péssimo 2016, principalmente para nós, funcionários públicos federais, que após 12 meses do último reajuste e com uma inflação acima de 10%, não teremos reajuste salarial e vamos ver o nosso poder aquisitivo ir para o brejo. Por falar nisso, a ausência do reajuste salarial aos funcionários públicos federais (que é uma garantia constitucional) não é também uma pedalada?

Maria Carmen Del Bel Tunes

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

Pedala e paga

Dilma resolveu pagar as pedaladas fiscais para tentar se livrar do Impeachment. Mais uma atitude nefasta em um país que carece de recursos nas áreas essenciais, que grita por Socorro! e ninguém ouve, que padece pelo descaso e abandono. Como ter esperança em um ano novo, com as velhas ideias de interesse pessoal?

Elisabeth Migliavacca

elisabeth448@gmail.com

São Paulo

Só rindo...

Nossa "presidenta" recentemente declarou que  é ilibada, e que, no seu governo, tudo foi feito às claras e corretamente, e que o pedido de impeachment não tem fundamento... Ora, meus amigos,    se isso for verdade, não sabemos por que o Brasil ficou nessa ruína que estamos vendo.     Raparam o Tesouro, as empresas estatais, os bancos estatais, vários fundos, o FGTS, e tudo o que puderam, conforme o noticiário publicado.    Além das pedaladas, que querem pagar para atenuar o pedido de impedimento legal, só essa perdulária e incompetente administração dela, aliada a seus "cumpanheiros", é mais do que suficiente para ser julgada uma administradora improba, e isto é mais do que suficiente para sofrer o impeachment. Só rindo mesmo, para não chorar.

Carlos Eduardo Barros Rodrigues

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

Catraca

A quitação das pedaladas confirma:- apesar dos pneus murchos,  dona Dilma bicicletou...

A.Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

A ciclista

A sra. que está presidente (recuso-me a dizer o nome) - acompanhada de personal trainer, segurança e o chefe da Casa Militar -  foi 'ovacionada' em suas pedaladas matinais por um grupo de ciclistas.  Nenhuma novidade, tal a atuação da referida senhora na condução do País.  Ao mesmo tempo, o noticiário volta a frisar sobre o socorro prestado por ela, há algum tempo, a um ciclista que havia caído, como se este fosse um feito excepcional e não obrigação, por solidariedade, de quem presencia um acidente, isso se não foi jogada de marketing, como aventaram as más línguas.

Aparecida Dileide Gaziolla

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

Pedalando rumo a 2018

Da reforma administrativa anunciada pela presidente Dilma quase nada aconteceu, os números são tão pífios que podem ser desprezados diante do bilionário déficit  público criado pela má gestão, incompetência e corrupção no seu governo.  Não temos porque esperar que algo de diferente acontecerá em 2016, ainda mais com a possibilidade do impeachment no seu horizonte.  Se nada acontecer, corremos assim o serio risco de assistirmos a presidente pedalando totalmente desorientada rumo a 2018.

Abel Pires Rodrigues

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

O PT e a Reforma Política

Gostaria de lembrar que em 2004, o PT se declarou a favor do projeto de Reforma Política definida por consenso entre os principais partidos da época (PMDB, PT, PSDB, PFL e PPS),  com apoio do presidente Lula, em seminário organizado na FIESP pelo então presidente do Instituto Roberto Simonsen, Ruy Altenfelder, com apoio do PNBE. O debate foi registrado no caderno ESTUDOS DOCUMENTOS 25 do IRS. Posteriormente o presidente Lula voltou atrás e o projeto foi engavetado, para não se voltar mais ao tema nos quatro mandatos do partido.

Mario Ernesto Humberg

pnbe@pnbe.org.br

São Paulo  

Fim de Ano deprimente

Como se não bastasse a depressão econômica, agora vem a depressão psicológica pelo medo de invasões. É muito triste ver como a própria avenida dos antigos casarões e hoje dos belos arranha-ceus do centro financeiro, ser dominada pelo medo da invasão dos membros do pseudomovimento de sem-teto (MTST). Basta ver a cerca de arame eletrificado ao redor do belo casarão, antes utilizado pelo Itaú Personnalité, na esquina da Rua Ministro Rocha Azevedo com a Av. Paulista. Nesta época do ano, havia uma bonita decoração de Natal, mas hoje a área foi substituida por uma cerca de arame. Este é o retrato deprimente provocado pela atual política de incentivo às invasões.

João M. Ventura 

joaomv@terra.com.br

São Paulo

Poluição sonora

A lei do silêncio não existe no Guarujá. Os banhistas na Praia de Pitangueiras são obrigados a suportar o horrível som de pagodeiros e similares, que atuam livremente. Para uma cidade que já teve Jaime Daige como prefeito a decadência é gritante.

Francisco C. Quevedo

fcqjau@gmail.com

Jaú

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