Fórum dos Leitores

IMPEACHMENT

O Estado de S. Paulo

12 Abril 2016 | 03h00

Reeleição diabólica

O jornalista Rolf Kuntz, em seu artigo O impeachment e o caso do neto assassino (10/4, A2), aponta com muita clareza que interpretar os atos da presidente Dilma Rousseff só a partir de 2015, desconsiderando os praticados em 2014, “é um estímulo ao crime”. A “presidenta” afirmou com todas as letras que “faria o diabo” para conseguir se reeleger. E em 2014 partiu para a flagrante maquiagem das contas, as conhecidas “pedaladas fiscais”. Ou seja, cometeu “crimes de responsabilidade” para enganar o eleitor e garantir a reeleição. Agora, seus defensores, como o ministro José Eduardo Cardozo, insistem que o que reza a Constituição – “o presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções” – a torna impune por ter feito “o diabo”. Um absurdo que certamente não devia ser a intenção dos que elaboraram nossa Carta Magna de 1988. Só não entende quem não quer, ou quer se manter no poder, mesmo vendendo o Brasil ao diabo!

SILVANO CORRÊA

scorrea@uol.com.br

São Paulo

Colisão de princípios

A respeito do lúcido artigo de Rolf Kuntz, a questão que se coloca é, basicamente, como interpretar o artigo 86, § 4.º, da Constituição federal. A questão hermenêutica, a meu ver, resolve-se pela própria Carta Constitucional. O já saudoso Norberto Bobbio, em Teoria do Ordenamento Jurídico, negava a existência de normas jurídicas colidentes, com o que denominava “completude” do sistema jurídico, afirmava ser apenas “aparente” a antinomia de normas, já que o próprio sistema, com sua unidade, coerência e, de novo, completude, resolveria a pseudocolidência intrassistêmica de normas. Portanto, grosso modo, quero dizer, saltando à vista temos, para interpretar o indigitado dispositivo constitucional, 1) o princípio in dubio pro reo e 2) o princípio da moralidade administrativa. Um, defende a literalidade da interpretação do § 4.º do artigo 86; o outro indica a necessidade de uma interpretação pragmática, contextual, vale dizer, orienta a ação da administração e, por óbvio, seus agentes, em conformidade com a moral (artigo 37, caput, da Constituição). Pois bem, dois princípios de mesmo status: constitucional. Qual há de prevalecer? As normas de hermenêutica devem, então, ser consultadas, e tiramos daí que, ante o confronto entre primados de mesma hierarquia normativa, deve prevalecer elemento justum, vale dizer, o julgador deve fazer prevalecer o princípio de maior “valor”, agora num escalonamento axiológico de normas constitucionais. E então me parece óbvio que a moralidade há de sobrepor-se ao indivíduo, até por isso, ela – a moralidade – atende ao soberano (povo) com mais eficácia (no que pertinente ao interesse público) do que o “direito individual subjetivo” do agente administrativo infrator: a presidente da República.

ANDREA METNE ARNAUT

andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

Estímulo ao crime

Parabéns ao sr. Rolf Kuntz, que não é advogado ou jurista, por sua simples, precisa e inquestionável interpretação do § 4.º ao artigo 86 da Constituição, pela conclusão de que Dilma – ou qualquer presidente da República que no futuro seja reeleito – possa eximir-se de crimes cometidos em mandatos anteriores ao mandato corrente, sob pena de concluir-se, por absurdo, que o constituinte de 1988 estimulou o crime! Só não entendo como e por que o Supremo ainda não foi chamado a discutir essa questão; parece-me impossível que nossa Suprema Corte possa ter interpretação diferente.

ANTONIO C. DE QUEIROZ FERREIRA

acferre@terra.com.br

Jandira

LULOPETISMO

Violência simbólica

Na reportagem Planalto já planeja refundar governo (10/4, A7) observa-se uma tendência à violência simbólica. Violência simbólica é um conceito social, elaborado pelo sociólogo francês Pierre Bordieu, que aborda a violência moral e psicológica, sendo uma forma de coerção que traz uma imposição que pode ser econômica, social ou simbólica. Acompanhando as notícias e os discursos proferidos pelo sr. Luiz Inácio Lula da Silva, percebo essa forma de violência quando ele cita e diferencia “nós” e “eles”. Quando ele divide o nosso povo, falando em “andar de cima” e “andar de baixo”, põe brasileiro contra brasileiro, dando a entender que apoia essa briga. Não podemos deixar que tal ideia se instale entre nós, pois nos enfraquece como povo. Os políticos estão aí para trabalhar, a serviço do povo que os elegeu, e não o contrário, quando pagamos milhões em impostos para sustentar uma máquina falida. Simbólico é o amarelo contra o vermelho, coxinha contra mortadela; e enquanto nos ocupamos em ver o culpado entre nós, ele continua a sua farsa.

ANA TOLEDO

anasodero@hotmail.com

São Paulo 

Lula e PT

Com a autoridade de quem votou em Lula em todas as eleições nas quais ele se candidatou a presidente, e diante dos seguidos escândalos em que esteve envolvido, que ele sempre tentou.

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

O NOVO FRANCENILDO

José Antonio Pinheiro foi demitido. Ele era o zelador do Edifício Solaris, onde o ex-presidente Lula “tem sem ter tido” um tríplex reformado pela construtora OAS, fato que foi confirmado por José Antonio à Polícia Federal. Pobre, negro e honesto, disse o que viu e foi punido com a demissão. Só falta agora o síndico do Solaris admitir que José Antonio era folgado, péssimo em sua função, fofoqueiro, etc., para que este caso se iguale ao caso Francenildo. A diferença é que Francenildo vai receber um excelente soldo da Caixa Econômica Federal (CEF), ganho na Justiça por ter tido seu sigilo bancário violado, e estará salvo da pobreza extrema. Já o ex-zelador, não. Dificilmente encontrará outro serviço. Assim funciona o PT, mesmo quando confrontados por gente pobre.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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O MORDOMO DO SOLARIS

A demissão do zelador do Edifício Solaris, aquele do tríplex que não é de ninguém, o traveste de mordomo, aquele que paga pelo mal que outros fazem. Pena cruel que lhe foi imposta, especialmente em momento de desemprego em alta no País. Também, quem mandou que visse e ouvisse o que não devia?

Antonio Claudio Canto acgcanto@uol.com.br

São Paulo

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JÁ VI ANTES...

Por acaso o nome do zelador do Edifício Solaris seria Francenildo?

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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MAIS UM FRANCENILDO?

A se confirmar a dispensa do sr. José Afonso, que prestava serviços no Condomínio Solaris, aquele prédio que ficou famoso no Guarujá, em São Paulo, pelo fato de um bocado de gente envolvida na Operação Lava Jato possuir apartamentos lá, vemos se configurar, cinco ou seis anos depois, uma vendeta da mesma turma que expôs a privacidade da vida do caseiro Francenildo, apenas pelo fato de dizer a verdade. Aquela turma detesta a verdade, ainda mais quando proferida por pessoas simples e humildes, o povão que eles sempre dizem proteger. Me engana que eu gosto.

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

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A VINGANÇA DE LULA

A sina dos caseiros em tempos de PT ou “A Vingança de Lula”. Primeiro, o caseiro Francenildo, da casa do Lago Sul em Brasília. Agora, José Afonso, do Edifício Solaris, no Guarujá.

M.Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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DESEMPREGADOS

Apesar de perderem seu emprego, a analista do Santander e o zelador do Solaris tiveram sorte na operação queima de arquivos do PT. No caso Celso Daniel, os métodos aplicados às testemunhas foram mais radicais.

Paulo Eduardo Grimaldi  pgrimaldi@uol.com.br

Cotia

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O MURO DO IMPEACHMENT

Do lado direito do “muro do impeachment”, erguido na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, os “coxinhas” verde-amarelos que querem viver num País próspero e livre da corrupção epidêmica institucionalizada pelo lulopetismo nos últimos 13 anos, e, do lado esquerdo, aqueles que querem continuar a viver no atraso, comendo mortadela e sendo roubados pelo PT. Brasil, direita volver!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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O BRASIL DIVIDIDO

Este muro da vergonha (digo, do impeachment) deveria ser construído no Brasil todo. De um lado, os “petralhas” e, do outro, os que trabalham.

Orélio Andreazzi orelio@andreazzi.com.br

Suzano

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DEMOLIÇÃO

Este tapume ridículo chamado “muro”, que vai separar os grupos favoráveis e contrários à saída da presidente Dilma, poderia ser uma exigência da prefeitura para dar o alvará de demolição do Planalto. O próximo presidente a assumir, com certeza, não vai querer ocupar um espaço tão contaminado e infestado.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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VERSÃO BRASILEIRA

Construíram nos jardins do Palácio do Planalto a versão brasileira do Muro da Vergonha.

Laert Pinto Barbosa  laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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1989-2016

O Muro de Berlim caiu em 1989, sinalizando o fim de um modelo de governo apreciado pelo PT... Em 2016, outro muro começa a ser construído pelo mesmo PT, para dividir militantes de esquerda dos seres pensantes deste país.

Sandra Maria Gonçalves sandgon@terra.com.br

São Paulo

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UM SÍMBOLO ULTRAPASSADO

Direita e esquerda, com um muro no meio, dois rumos da mesma nação. É a realidade de um país afogado em si mesmo, com políticos cegos e surdos diante da fisiologia de seus mandatários. Se esta realidade não mudar agora, cairemos num buraco sem saída. Direita e esquerda, um símbolo de mais de 200 anos, ultrapassado e ridículo, diante de deputados que vendem seus votos.

João Bráulio Junqueira Netto jonjunq@gmail.com

São Paulo

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COMEÇA ASSIM...

Estão levantando em Brasília um muro para separar os pró-impeachment e os contra o impeachment. Muro da vergonha? Divisão territorial já? É assim que começa. Assim foi na Iugoslávia, na Tchecoslováquia, embora o que mais pesou nestes dois casos tenha sido a religião, mas houve um componente político. Atribui-se ao kaiser Guilherme da Alemanha o que ele disse a Hitler sobre as ideias nazistas e beligerantes deste, na época surgindo como um novo líder na Alemanha, de que ele perderia a guerra e dividiria a Alemanha. Dito e feito. A Alemanha perdeu a guerra e o país foi dividido. Tudo obra de um louco, aliado a outro louco, Mussolini. E, pelo visto, temos o nosso louco também, Lula, que mostra que com o fanatismo dos seus seguidores tudo é possível.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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IRREVERSÍVEL

Diante do resultado da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, absolutamente favorável ao impeachment de Dilma Rousseff, os analistas políticos mais pessimistas dão como certa sua aprovação no Senado da República, que terá de sacramentar o processo irreversível do impeachment da presidente.

Francisco Alves da Silva profealves@gmail.com

São Paulo

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O MERCADOR DO PLANALTO

Não sei quanto o ex-presidente Lula vai ganhar pela tarefa, autorizada por Dilma Rousseff, de fiel mercador do Planalto. Está à sua disposição uma verba de R$ 38 bilhões, a ser gasta nos ministérios que estão sendo oferecidos, talvez sem critério, e na base de porteira fechada (assim como fizeram com aliados nas nossas estatais), a aqueles deputados federais para que inescrupulosamente venham a vender seus votos com o objetivo de salvar a presidente do impeachment na Câmara.  Mais do que um golpe, um escárnio petista... E Lula, do alto de sua decadência, inclusive como um dos políticos também investigados pelo petrolão, manda às favas o honroso cargo que ocupou na Presidência do País por dois mandatos. Presta-se, hoje, a afrontar e a zombar das nossas instituições.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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TRISTE FIM

Houve um tempo – aquele em que certas personagens de nossa ópera bufa andavam mascaradas –  em que Lula, no papel que então protagonizava de rei dos probos, desancava, soberbo, os “300 picaretas” que traíam a Nação; aquelas “excelências” desprezíveis do baixo clero que, sem convicções políticas ou ideológicas, vegetavam no centro político à cata de boquinhas, farejando, qual abutres ou urubus, uma sinecura aqui e uma vantagem ali, vendendo, de bom grado e a quem bem pagasse,  não sua consciência – posto que estas não tinham mesmo –, mas o vil apoio político por caraminguás. Eis que a água rolou sob a ponte e hoje, passados os anos, máscaras ao chão, vemos o mesmo Lula, agora em outro “papel”, do outro lado do balcão, sem ter o que dizer do que ele e seu grupo fizeram do sonho vendido aos brasileiros, comprando, em moeda sonante, o apoio de quem mesmo exatamente...? Triste fim de carreira hein, “cumpanhêro”?

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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NÃO É DILMA, É LULA

O “Estadão” está equivocado quando publica que contra o impeachment Dilma negocia cargos com verbas de R$ 38 bilhões. Dilma não faz nada e, quando abre a boca, só fala abobrinhas. Quem está negociando os cargos e que continua governando o País mesmo sem ter sido eleito é Lula. Sim, Lula, aquele que manda a Justiça enfiar o processo no c..., conforme vídeos postados nas redes sociais, e que quer melar a Operação Lava Jato, conforme gravações divulgadas, graças à competência e coragem do juiz Sérgio Moro. Até quando vamos aturar o pixuleco?

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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‘IMPEACHMÃO’

Assim como Lula foi mentor do mensalão e também do petrolão, agora criou o impeachmão. É mais uma vergonha para a história política do Brasil. Há necessidade de que os congressistas assumam, verdadeiramente, suas responsabilidades e desapeguem deste vício tão danoso aceitando cargos e o vil metal. Esse procedimento os tornará, tal como Judas, traidores do povo brasileiro e vendilhões da Pátria. É hora de mostrar que são reais representantes do povo e com o povo votar pelo afastamento da presidente, figura decorativa e capacho de Lula.

José Olinto Olivotto Soares jolintoos@gmail.com

Bragança Paulista

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A SUÍTE AO LADO

Pelo que se conhece dos nossos parlamentares, o impeachment só será aprovado se as entidades a ele favoráveis alugarem uma suíte no Golden Tulip, ao lado da de Lula, mantida não se sabe por quem, e colocarem na porta o seguinte aviso: “Cobrimos todas as ofertas feitas na suíte ao lado”.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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A QUE PONTO CHEGAMOS!

O presidente do Senado, Renan Calheiros, foi flagrado, outra noite, no apartamento do Hotel Golden Tulip, em Brasília, onde Lula montou seu quartel-general de vendas de cargos para evitar o impeachment de Dilma. Qual seria o intuito que esse senhor teria em estar nesse lugar, ao lado de uma pessoa suspeita de tantas manobras escusas para se safar de processos e se perpetuar no poder? Com o presidente do Senado “comendo em suas mãos”, o inominável ex-presidente pretende barrar a aprovação do impedimento da presidente contando com pelo menos 40 senadores aliados. A que ponto chegou hein, senhor Renan Calheiros? Quanto vale para a sua pátria essa manobra?

Leila E. Leitão

São Paulo

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DE QUAL CAIXA?

Esta compra de votos de Dilma ou do governo será paga com o caixa 1, 2, 3 ou 4? E os beneficiários poderão declarar tal recebimento, e vão recolher os 27,5% do Imposto de Renda?

Arcangelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

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INSTITUIÇÕES À PROVA

À medida que os dias correm e a votação do impeachment na Câmara se aproxima, as instituições vão sendo postas à prova. O Executivo, há mais de 13 anos nas mãos do PT, demonstrou clara e rapidamente seu apreço pelo Legislativo ao tentar, por meio de uma reedição do mensalão, comprar apoio à permanência de Dilma – ato designado eufemisticamente por “repactuação” da base aliada. Os cerca de 60 deputados indecisos e 50 que preferem não antecipar a intenção de voto dão a exata noção de que do outro lado do “balcão de negócios” há, sim, vários interessados em obter uma boquinha no Estado. Como se diante de cenário tão grave fosse possível optar pela indecisão... E o Judiciário nessa história? Sua mais elevada Corte, o Supremo Tribunal Federal (STF), está repleta de magistrados sedentos por dar palpites políticos, em vez de se tornarem céleres e competentes no exercício de suas atribuições, tal qual o juiz federal Sérgio Moro – este, sim, um concursado. Se, apesar de tão carcomidas, as nossas instituições conseguirem lidar com a crise atual, o País certamente sairá mais forte do que entrou nesta crise (assim como ocorreu nas Diretas Já, na Constituinte e no impeachment de Collor). Caso contrário, só o tempo para nos dizer o tamanho da ladeira que começamos a descer em 2002. Descer é mole, já a subida...

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Nepomuceno (MG)

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PARLAMENTARES INDECISOS

Para declarar sua intenção de voto no impeachment de Dilma Rousseff, os nobres deputados indecisos precisam de mais argumentos, ou mais cargos?

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

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SACRIFÍCIO

Num gesto de grandeza, Eduardo Cunha deveria se comprometer a sacrificar o cargo de presidente da Câmara dos Deputados em prol do impeachment. Com isso, a adesão dos indecisos será massiva.

Ivo de Almeida Prado Xavier ivoaprado@icloud.com

São Paulo

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REGISTRO

É lamentável saber que ainda havia tantos parlamentares em cima do muro ou que pensavam em faltar para não votar ontem, enviando indiretamente seu voto a favor do governo. Estes devem mesmo ter suas faces registradas para que, em futuras eleições, o povo se lembre de quem são os políticos a favor da continuidade das fraudes, das mentiras, das pedaladas e da corrupção. É de admirar o alto número de indecisos a esta altura dos acontecimentos. Será por ignorância, alienação ou por estarem na “turma” dos que levam vantagens?

Sandra Sigwalt de O. Pires sandrasigwalt@hotmail.com

São Paulo

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O IMPEACHMENT E A FARRA

Causam profundo incômodo as notícias de que, para combater o impeachment da presidente, apesar da crise e dos cofres vazios, o governo está abrindo as burras do erário para os deputados que se dispuserem a votar contra o afastamento. Não se deveria negociar cargos no próprio governo por meio da nomeação dos fisiológicos, mas esse ainda é o mal menor. A promessa de liberação antecipada de emendas parlamentares ou a decretação de obras e serviços para os quais não há dinheiro no cofre, se realmente estiverem acontecendo, é ação criminosa. Tão criminosa quanto pagar propina por diferentes artifícios ou mediante dinheiro vivo, em troca do voto. Passado de decisões, o Tribunal de Contas da União (TCU) e outros órgãos fiscalizadores têm o dever de analisar tudo o que se noticia estar fazendo o governo, com recursos públicos, para evitar o impeachment. Aquilo que caracterizar barganha precisa ser prontamente abortado, em nome da moralidade administrativa e do interesse público. Os recursos do Tesouro devem ter a exclusiva finalidade de servir ao público. Quando tiverem outra destinação, é crime...

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

                                                                                                     

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TRANSAÇÃO COMERCIAL

Negociando com parlamentares de inqualificável categoria, no afã de permanecer em seu trono, a (ainda) “presidente” Dilma avilta a profissão mais antiga da humanidade: a prostituição.

Luís Lago luislago2002@hotmail.com

São Paulo

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PLACAR DO IMPEACHMENT

No Placar do Impeachment (“O Estado de S. Paulo”) aparecem deputados “indecisos” e os que “não quiseram responder”. Tanto uma como outra posição é inadmissível porque eles desfrutam das benesses do cargo que ocupam para assumir uma posição nas questões tanto jurídicas como políticas, sobre as quais devem votar, manifestando sua postura a respeito da matéria sob apreciação. Um Congresso não tem espaço para pessoas que procuram a omissão para não assumir uma posição: a abulia não é nem nunca foi o que pretendiam os seus eleitores.  E muito menos ainda a covardia da omissão.

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

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RESULTADO DUVIDOSO

Ouviu o “Estadão” 442 deputados federais sobre a temática do impeachment, sendo 261 favoráveis ao impedimento e 117 contrários. Assim, o resultado ainda permanece bem duvidoso. Entretanto, se ganhar Michel Temer, terá ele a confiabilidade necessária para governar? Se dona Dilma ficar, dificilmente conseguirá governar, porque não tem o mínimo respaldo popular. Assim, o Brasil é que sairá perdendo em todas as hipóteses, salvo se a classe empresarial e os investidores resolverem dar um crédito de confiança a Temer, já que para dona Dilma a conta já está zerada há tempos.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

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O IMPEACHMENT E A ECONOMIA

O advogado-geral da presidente, José Eduardo Cardozo, na posição de economista, vaticinou que o impeachment de sua chefe pode inviabilizar investimentos no País. Quanto vossa excelência quer apostar que, vencendo o impedimento, a Bolsa de Valores pode subir rapidamente, atingindo o pico de até 60 mil pontos?

Ludovico Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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ADVOCACIA-GERAL DE QUEM?

Não milito nem atuo na área de advocacia. Mas, diante da postura unilateral do advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, ocorreu-me uma dúvida crucial: afinal, o advogado-geral da União (ou de todo o povo brasileiro) é o advogado-geral da Presidência da República ou advogado-geral da União? Quem, em última análise, paga o justíssimo salário dele? Sinceramente, não consigo ver coerência alguma na atual atuação do advogado-geral da União perante a comissão de análise do eventual processo de impeachment que estamos vivenciando na Câmara dos Deputados.

Neves Terriani Laera nlaera@gmail.com

Rio de Janeiro

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HONESTIDADE E INTEGRIDADE

Usando a técnica de Joseph Goebbels de que uma mentira repetida mil vezes se torna verdade, os histéricos defensores da presidente Dilma, principalmente os deputados na comissão de impeachment, usam um argumento inconsistente sobre a honestidade e a integridade da presidente.  Como pode ser honesta e íntegra uma pessoa que mentiu descaradamente inúmeras vezes sobre a situação do País para garantir sua reeleição? Isso sem falar na desastrada compra da Refinaria de Pasadena, em que um presidente de conselho correto e responsável teria a obrigação de estar totalmente a par de um contrato de compra, mas, para se eximir de qualquer culpa, alegou que Nestor Cerveró lhe havia enviado um parecer falho. No meu dicionário, essas não são características de uma pessoa honesta e íntegra. Quando me lembro de que esta semana vamos mais uma vez ter de aguentar o sr. Rolando Lero da AGU enaltecer e inocentar a presidente,  tenho vontade de tapar os ouvidos para me poupar.

Candida L. Alves de Almeida almeida.candida@gmail.com

São Paulo

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O GRANDE GOLPE

Só queria informar a quem possa interessar que este golpe de que tanto falam fomos NÓS que sofremos, quando o PT assumiu o governo federal. O que queremos, agora, é sair dele o mais rápido possível. Antes que o País acabe.

Roberto Antonio Tassi  bobtassi@terra.com.br

São Paulo

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O MAIOR CRIME DA PRESIDENTE

O maior crime que a presidente Dilma comete, e o faz diariamente, é dizer que não há crime que se lhe possa imputar e que tudo não passa de um golpe da oposição. A petista Dilma Rousseff destruiu o País, comprometeu o futuro da Petrobrás, uma das empresas públicas mais promissoras do BRASIL, quando permitiu, anuindo tantos desmandos e fazendo vistas grossas para que seus comparsas agissem à vontade. Agora, como sempre escondida atrás de tantas barbáries, continua mentindo, mentindo e mentindo. Vai fazê-lo mil vezes, de preferência com estudada indignação, até que soe como verdade. Mal sabe ela que a aura de retidão, mentirosamente usada por ela, desmancha-se de modo melancólico em meio ao lamaçal do Planalto criado por ela mesma. Efeito do seu próprio veneno.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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TRISTES RELATOS

Venho acompanhando diariamente, pelas nobres páginas deste jornal, as notícias referentes ao impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Com matérias imparciais e ricas em detalhes, analiso os atos e ações da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, do Supremo Tribunal Federal, da Polícia Federal e da Casa Civil. Mesmo não tendo votado na presidente Dilma, não era a favor do impeachment, afinal de contas ela ganhou as eleições. Mas no último fim de semana fui obrigado a começar a mudar de ideia. Ao participar de uma reunião comemorativa e rever vários amigos de longa data, começamos a conversar sobre questões econômicas. Na ponta da língua, todo mundo tem sua solução e estratégia para resolver os problemas do País. Mas, quando o papo começou a ficar mais íntimo, percebi o quanto literalmente todos estamos sofrendo com essa crise. Meu amigo empresário desabafou que teve de demitir dez funcionários; um outro relatou que seus filhos não estudam mais no colégio particular; outro, que nem vai mais trabalhar de carro; e o mais grave é que entre aquele pequeno grupo tinha até que não tem como pagar as contas básicas do mês, como água e luz, porque o desemprego o assombra há três meses. Infelizmente, casos como estes e piores fazem parte hoje da realidade de amigos, parentes e conhecidos, e as alternativas que temos infelizmente não são muitas. E o grande problema que vejo neste cenário é a desinformação: com o crescimento da internet e sua mobilidade, a informação está ao alcance de quase todos, mas muitas destas informações são sofismas, e grande parte das pessoas as compartilha. Diante destes fatos, hoje só compartilho postagem de texto, fotos e vídeos de jornais sérios, como este para o qual escrevo.

Fernando Alcântara Mendonça fernando@brasilemfolhas.com.br

Goiânia

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VOTAÇÃO DO IMPEACHMENT

Impeachment é simbolicamente uma pena de morte política, pois equivale a guilhotinar a cabeça do monarca absolutista. A defesa da presidente da Republica diz que as acusações isoladas não são graves o suficiente para afastá-la do poder. A acusação defende que a análise conjunta dos fatos deveria levar ao equivalente à pena capital. Na França, a cabeça de Luís XVI caiu após uma votação muito dividida e dramática. No Brasil, resta agora assistir à votação e descobrir o destino de Dilma Rousseff.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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RENÚNCIA

Recado para Dilma, de mulher para mulher: presidente, renuncie... Salta aos olhos o seu desgaste emocional. Os abutres não são seus amigos, eles querem tirar proveito dos cargos que ocupam. Não ouça sugestões de velhas raposas. Ouça o seu coração e a opinião de Paula, sua filha, que realmente quer o melhor para você. Vá curtir a vida que lhe resta com seus netos e seja feliz. Deus a abençoe.

Ely Berger ely.berger@hotmail.com

Maringá (PR)

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QUADRILHASTÃO

Vença quem vencer a guerra do impeachment, o nome do País mudará de Banânia para Quadrilhastão. Ou Deus não existe ou Ele não é brasileiro.

Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo

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UMA AGENDA PARA A CIDADANIA

Após a turbulência do processo de impeachment, a cidadania precisa de ações que contribuam para um contínuo desenvolvimento e consolidação de um Estado Democrático de Direito, especialmente em favor de um melhor e mais eficiente funcionamento do Estado, em seus Três Poderes. Uma agenda mínima deveria focar na manutenção, restauração e aperfeiçoamento das Leis de Licitações, de Responsabilidade Fiscal e Anticorrupção, garantindo um relacionamento econômico correto e transparente entre o Estado e as empresas privadas. Essas leis têm sido constantemente atacadas, inclusive em reação à Lava Jato, conforme Modesto Carvalhosa tem alertado com propriedade (em artigos no “Estadão”, como em 9/4/2016, ou no “Roda Viva”, TV Cultura, 14/3/2016). Livre concorrência e qualificação por resultados devem ser incentivados. Na política, reformas parecem imperativas, talvez no mínimo a instituição de alguma forma de voto distrital, visando a melhorar a transparência e proximidade dos eleitores com os políticos e partidos (Fernão Lara Mesquita, “Estadão”, 30/3/2016). A transparência é fundamental para uma participação mais racional da cidadania na construção de instituições mais democráticas, impessoais e legítimas.

Carlos Alberto Fudoli cafudoli@gmail.com

São José dos Campos

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COMPRA DE VOTOS

Se os votos para promoção de Copas e Olimpíadas são comprados, quanto Lula (nós) pagou (pagamos) para o Brasil sediar esses eventos no Brasil?

Depino Verissimo da Costa dcverissimo@gmail.com

São Paulo

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A PIOR

Uma famosa revista norte-americana acaba de eleger Dilma Rousseff a líder mundial mais decepcionante. Com isso, o processo de impeachment nem deveria demorar, mas ser finalizado conforme mandam as regras do figurino.

Yvette Kfouri Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

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DECEPCIONANTE

Mais um título para este ético e democrático governo: a revista “Fortune” escolheu a presidente Dilma como a maior decepção política do mundo. Isso não é golpe nem perseguição política, mas a verdade nua e crua.

Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

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LULA E AS ELEIÇÕES GERAIS

Eu, sinceramente, não entendo a lógica brasileira. Um ex-presidente responde a investigações, ataca a imprensa e seus opositores (incluo na lista aqueles que não pertencem a partidos políticos) e, ainda assim, está na frente nas pesquisas de intenção de voto para as eleições de 2018. A presidente, que, neste momento, sofre um processo de impeachment em tramitação no Congresso Nacional, foi indicada por ele, pelo ex-presidente que “nunca antes” admitiu ter errado e escondido, juntamente com sua pupila, a realidade dos fatos, ou seja, o drama pelo qual o Brasil vivia já nas eleições. Agora, que está entre os favoritos, o “estadista” manifesta apoio explícito à ideia de eleições gerais. Essa lógica, ou falta de, causa-me estranheza.

Willian Martins martins.willian@globo.com

Guararema

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PESQUISA ELEITORAL

Os resultados da pesquisa Datafolha com relação aos possíveis candidatos presidenciáveis não trouxe nenhuma novidade. Os tucanos vêm traindo os votos de seus eleitores desde 2003, pelo menos no âmbito federal, quando decidiram se colocar como “falsa oposição”, em nome de um tal “consenso” cheio de boas intenções, mas que somente beneficiou aqueles que desfrutavam (e ainda desfrutam) do exercício do poder. O resultado disso foi uma quantidade enorme de cidadãos que se tornaram órfãos de partido, por não se sentirem representados por nenhum deles. É temerário pensar em Lula sendo eleito novamente, até porque a política econômica que ele vem defendendo é um desastre: em suma, ele defende resolver o problema da crise, que foi provocada devido aos gastos do governo, com mais gastos. E pior: desta vez pretendem usar as reservas internacionais! Já não bastassem os prejuízos do FI-FGTS, que atinge justamente aqueles que o PT jura proteger... Marina Silva nem chega a ser uma opção! É o mesmo que votar no PT. Além disso, como confiar numa líder que ora afirma uma coisa, ora afirma outra? Ora é a favor do governo, agora é contra. Ora se apresenta como mudança, mas não se abstém de apoiar as práticas políticas de sempre. Difícil de pensar em como uma líder que não sabe defender a própria posição possa tirar o País do buraco. Quanto a Jair Bolsonaro, parece ser um pouco tendencioso defini-lo como “defensor da ditadura”. Ainda mais quando a nossa atual “presidenta” lutou bravamente para instaurar a ditadura marxista-leninista no Brasil. O fato é que o polêmico Jair Bolsonaro representa um conjunto de eleitores conservadores, pró-família, cansados de corrupção, da péssima qualidade da educação e da insegurança jurídica do nosso país, principalmente com relação à violência. O discurso dele vocaliza uma voz das ruas que foi silenciada pelo tal ‘consenso” no Congresso Nacional. O que se pode observar neste caótico cenário é que não temos, hoje, um líder capaz de unir o País. Sem contar que, ao contrário do que conjecturam as sábias línguas, não foi a crise política que gerou a econômica, mas foi exatamente a crise econômica que gerou a crise política. Visto que é sabido e notório – o mensalão é prova inconteste – que a maioria dos brasileiros se importa muito pouco com escândalos na política, desde que seu bolso esteja saudável. A qualidade de nossos parlamentares está tão ruim que, na incapacidade de reconhecerem os erros do governo que apoiaram nos últimos anos, estão colocando em risco a estabilidade da República, em nome de interesses partidários que pouco terão valia caso esta crise institucional se torne irreversível. Pouco importa quem estará no poder, desde que tenha coragem para tirar a pesada mão do Estado do bolso e dos sonhos dos brasileiros, que seja capaz de enxugar a máquina, acabar com o feirão de benesses do Congresso Nacional e realizar as reformas necessárias para que as próximas gerações possam desfrutar do futuro que nos foi solapado pelo atual governo.

Caoline Kalil Nogueira ckalil226@gmail.com

Jeriquara

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A COISA AQUI ESTÁ PRETA

Parabéns, povo brasileiro! Lula em primeiro disparado nas pesquisas. O trio tucano, Aécio, Serra e Alckmin, conseguiu de novo: estão ladeira abaixo, cada um com seu carrinho de rolimã, levando a bordo sua empáfia, sua teimosia e sua burrice. O Brasil tem o que merece. Não colocarei mais a culpa de tudo na ignorância, e, sim, na burrice. Lula, por exemplo, é ignorante, mas não é burro. Infelizmente, o brasileiro médio é ignorante e burro. Por minhas andanças pelo Brasil, principalmente por rincões de Minas, converso com gente obtusa, burra mesmo, que tem Lula como um ídolo e ponto. Não leem jornais, não veem noticiários, não entendem de política, de economia, de nada. E nem querem saber. Só querem ficar vagabundando e recebendo seu salário família. Como acham que Lula é o responsável por ele, escoram-se em seu “padim” protetor, e não tem conversa. Já na cidade grande a coisa é diferente: a classe média, um pouco mais politizada, que conseguiu enxergar a face oculta do facínora, é minoria. E tem muita gente “boa”, da referida classe média, que ainda é adepta do tal “padim”, estando calada apenas por uma questão de estratégia. Para não falar dos intelectuais, artistas e militantes que, de má-fé ou por terem acesso às boquinhas, fecham questão em torno do homem. Essa turma dá os 30% da população que garantem a Lula a dianteira das pesquisas, enquanto os pavões, digo, tucanos emplumados, se dividem em brigas internas. Fui eleitor de FHC, a quem muito admiro e a quem daria novamente meu voto se saísse candidato, apesar da idade. E torci por Aécio nas últimas eleições, pois estava fora do Brasil. Mas agora mudei de opinião: faço questão de não votar em nenhum dos três pavões tucanos e ainda torcer por sua derrota, seja para quem for, para deixarem de ser burros. A única esperança seria uma chapa radical, formada por Ronaldo Caiado e Jair Bolsonaro, uma vez que Marina Silva vem galopando por fora e pode desgraçar o Brasil de vez se conseguir derrotar Lula. Salve-se quem puder.

Percy de Mello C. Junior percy@clubedoscompositores.com.br

Santos

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O GOVERNO DA PAPUDA

Realmente não dá para entender o resultado desta pesquisa Datafolha. Será que o povo acredita que a justiça permitirá que moradores da Papuda concorram às eleições  e que se transfira a sede do governo para lá? Pensando bem... Onde está nosso Brasil?

Ariovaldo Marques arimarques.sp@gmail.com

São Paulo

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A DECISÃO DOS TUCANOS

Boa sorte para a nação brasileira e salve-se quem puder. O PSDB desiste de nova eleição (“Estadão”, 9/4) e vai continuar dando sustentação ao presidente da Câmara federal, deputado Eduardo Cunha, mesmo com toda a suspeita de sua “ficha corrida”, a conhecida “capivara”, no jargão popular ou policial. Os tucanos resolveram apoiar Michel Temer e o deputado Eduardo Cunha, que é figura central neste processo. Estrategicamente, foi a melhor saída encontrada pelo PSDB, depois de todas as tentativas de nova eleição por meio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Agora, com os ventos favoráveis ao impedimento da presidente, ou “impeachment”, na versão das macaquices da nossa cultura sem raízes, foi o melhor que os tucanos podem e têm capacidade para fazer.

Sinésio Müzel de Moura sinesiomuzel.de moura@gmail.com

Campinas

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TRISTE REALIDADE

Um de nossos piores momentos, uma presidente que insiste em sua obra nefasta e alternativas da pior qualidade. Deus salve o Brasil.

Ricardo Freitas r.l.a.freitas@gmail.com

São Paulo

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ARNALDO JABOR

Que bom saber que Arnaldo Jabor estará de volta às colunas do “Estadão”. Bela celebração dos 30 anos do “Caderno2”! Nasci no mesmo ano que ele – e acho que é o jornalista/intelectual que melhor exprime as esperanças e as frustrações da nossa geração.

J. Roberto Whitaker Penteado jroberto@espm.br

São Paulo

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COLUNISTA

Não bastasse a situação política patética do nosso país, o respeitoso jornal apresentou na sua primeira página da edição de domingo a reestreia do colunista Arnaldo Jabor. Triste notícia, que se alinha às outras do nosso cenário atual. Os assinantes merecem coisa melhor!

Maria Celina Christiani mariacelinachris@gmail.com

São Paulo 

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