Fórum dos leitores

IMPEACHMENT

O Estado de S. Paulo

14 Abril 2016 | 03h00

Censura petista

O lulopetismo é um fardo pesado demais para continuarmos carregando, pois, além de não haver petista grátis, ainda há o viés autoritário inerente aos membros dessa facção. Há muito Lula, Rui Falcão e outros querem acabar com a liberdade de imprensa e das redes sociais. E agora, no desespero com a aproximação do fim desse reinado malévolo, ampliaram as ações antidemocráticas. Na Bahia, o governador Rui Costa (PT) proibiu o movimento pró-impeachment de se manifestar no Farol da Barra. Em São Paulo, Fernando Haddad, o pior prefeito que nossa cidade já experimentou, proibiu o show pró-impeachment do Movimento Brasil Livre que se realizaria no sábado na Avenida Paulista, como também retirou a autorização do prédio da Fiesp de projetar as imagens contra os impostos e a favor do impeachment, no painel de sua fachada. Com um detalhe: o prédio é da Fiesp e é ela que paga as imagens veiculadas. Isso é censura pura! Ante a alegação de que fere a Lei Cidade Limpa, perguntamos se os cartazes pró-Dilma colados de madrugada por funcionários da Prefeitura e a expensas do munícipe não estão incluídos nessa mesma lei. Então, para vocês tudo pode e nós é que temos de pagar o pato, dom Fernando?

CARMELA TASSI CHAVES

tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

Haddad, a Prefeitura serve para governar, não para censurar. A Bandeira do Brasil na Fiesp ilumina a Paulista com cores do País. O reflexo das cores verde e amarela ofuscando a faixa vermelha é um sinal de novos tempos. Não é golpe, é orgulho nacional!

EDUARDO FOZ DE MACEDO

efozmacedo@gmail.com

São Paulo

Quem pagou o palco?

Passando pelo Largo da Batata, vejo lá, muito bem montado, um palco de show com grandes monitores fazendo campanha pró-Dilma Rousseff, mais algumas tendas grandes. Espero que toda aquela estrutura de evento – no caso, uma manifestação política – tenha sido montada com dinheiro privado. Aquilo custa muito caro! Não tenho conhecimento de como é a lei para casos como esse, mas espero que a administração de Fernando Haddad não esteja gastando dinheiro público – tão escasso e tão urgente para os paulistanos neste tempo de grave crise – com uma manifestação a favor dos interesses de seu partido, o PT. Aliás, eu vou ficar mais furioso ainda do que já estou se souber que a Prefeitura gastou mesmo com qualquer um dos nossos eventos “Fora Dilma”. Afinal, quem pagou por tudo aquilo?

ARTURO CONDOMI ALCORTA

arturoalcorta@uol.com.br

São Paulo

Prefeito inoperante

Com esta baderna total na esfera federal, impeachment, economia, problemas mil, o prefeito Raddard Suvinil continua sem fazer nada, nada! Poderia mover algumas peças do jogo, pois a eleição municipal é já em outubro, mas a inépcia e a incompetência o impedem: nada sabe e não faz questão de saber como zelar pela cidade, pela mobilidade urbana, pelos cuidados com mosquitos transmissores de doenças.

CELSO DE CARVALHO MELLO

celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

Cutucando a onça

Desde o início do processo de impeachment estamos cutucando a onça, que já arreganhou os dentes e rosnou várias vezes. É bom que se saiba que agora não há mais retorno. Se após tudo isso o impeachment fracassar... Adeus, Brasil, olá, Venezuela!

GILBERTO DIB

gilberto@dib.com.br

São Paulo

Rumo à Venezuela

Se considerarmos que o objetivo é transformar o Brasil numa república bolivariana, a presidente Dilma é competentíssima. Em mais dois anos lá estaremos. Sem comida, sem papel higiênico, sem justiça e sob a guarda do MST, a sua milícia armada. Bye, bye, Brasil.

JAIR NISIO

jair@smartwood.com.br

República de Curitiba

Degredados

Lula e Dilma roubaram, furtaram e espoliaram os brasileiros sem pudor. Não se fala, neste momento, em dinheiro, mas de um bem de valor bem maior: esperanças e sonhos. Para consecução dos seus objetivos, ambos foram sórdidos e crudelíssimos. Então, que sejam condenados ao degredo do esquecimento.

FÁBIO SIQUEIRA

fabio.comendador@gmail.com

Uberaba (MG)

Legado

Depois de assistirmos ao PT, durante mais de 13 anos, destruindo as esperanças que alimentou para se eleger e reeleger; praticando populismo inconsistente; conduzindo uma política externa que tirou o Brasil do fluxo do grande comércio internacional e o agregou a grupos decadentes, como o Mercosul; dando prioridade a questões de poder em detrimento das de Estado; arruinando a economia, com o reaparecimento da inflação e do fantasma do desemprego; protagonizando o maior esquema de corrupção de que se tem notícia; destruindo a nossa mais importante estatal; enfim, depois de tudo isso, constatamos uma consequência benéfica que deve merecer o agradecimento da população: a de que aqui existe vida inteligente, configurada pela participação política nesta nossa jovem democracia, além do futebol e do carnaval. Esse talvez seja o grande legado do PT.

PAULO ROBERTO GOTAÇ

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

Consequências benéficas

Como já ocorreu com o Paraguai, o Brasil sofreria consequências pelo afastamento da presidente, no âmbito do Mercosul, deixando de participar do bloco, pois a maioria dos membros julgaria ter havido um golpe e, portanto, não aceitaria o fato. Para o empresariado brasileiro, e para o novo governo, porém, tal atitude da cúpula do Mercosul abriria a possibilidade de acordos bilaterais tanto com os EUA como com a União Europeia.

CARLOS ANGELO FERRO

carlosangelo@uol.com.br

Mogi-Mirim

O dia seguinte

Estou convencido de que o Michel Temer está muito bem preparado para assumir a Presidência. Isso porque ele passou quase seis anos, vendo e aprendendo tudo o que não deve ser feito em sua eventual sua gestão.

IVAN BERTAZZO

bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

Sobre o discurso de Temer, convenhamos: como é bom, depois 14 anos, ouvir um (quase) presidente falando português!

M. CRISTINA ROCHA AZEVEDO

crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

CORTE BOLIVARIANA

O editorial "Crime é o que não falta", de 11 de abril, traz até algum alento. Finalmente, o procurador-geral da República viu o que todos já haviam visto muito antes: sim, existe fartura de crimes cometidos por Lula e Dilma. Seu parecer para o Supremo Tribunal Federal (STF) nos lava a alma. Mas vamos com calma. No Brasil, o que era péssimo sempre pode piorar! Na noite de domingo, 10/4, a repórter Andréia Sadi, da Globonews, nos informava pelo Twitter que, "nos bastidores do STF, alguns dizem que, se o impeachment for barrado, Lula deve ser liberado a assumir a Casa Civil, pois alguns membros da Corte dizem estar desconfortáveis em vetar a posse de Lula, que é investigado, enquanto Eduardo Cunha, réu, segue no cargo". Pasmem, senhores! Em primeiro lugar, Cunha só se tornou investigado e réu quando já ocupava o cargo, o que não é o caso de Lula da Silva. Em segundo lugar, e o mais estupefaciente, é que o STF faria um julgamento com critérios políticos e de conveniência, atropelando a lei. Desconfortáveis deveriam ficar os ministros que ocupam assento na mais alta Corte de Justiça do País por ousarem pensar dessa forma! A sociedade não vai tolerar mais esta afronta, com ou sem impeachment de Dilma. Existe o processo de impeachment para ministros do Supremo Tribunal e os brasileiros não hesitarão em fazer uso de seu direito de pedi-lo, caso  um dos juízes da Corte ignore a lei. A última tragédia que nos falta é uma Judiciário bolivariano, ao estilo Chávez-Maduro, e não havemos de deixá-lo prosperar sem luta. Na Venezuela, não houve, infelizmente, uma Operação Lava Jato que despertasse a população de forma que ela pudesse enxergar a tempo o bando criminoso que tomara conta do poder. Aqui, estamos atentos. Se a notícia se confirmar, reagiremos.

M.Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

*

JULGAMENTO POLÍTICO

Dos crimes praticados por Lula e Dilma no exercício das funções do cargo de presidente da República, se forem julgados "politicamente", e não nos exatos termos da lei brasileira, como querem alguns ministros do STF, os dois jamais serão condenados e presos. Dos 11 membros dessa corte, nove foram nomeados por Lula e Dilma. Aliás, até que se pode chamar esse tribunal de escritório do PT. Consequentemente, usando o mesmo critério, vamos julgar também, aquele que rouba ou furta "politicamente", pois o Estado é obrigado a  dar-lhe assistência, mas não deu. Por isso está roubando ou furtando para sobreviver. Tudo "politicamente". As "excelências" têm de pagar a nomeação.

Abenor Garcia Ferreira

São Paulo

*

ATÉ QUANDO?

Até quando Eduardo Cunha (PMDB/RJ), presidente da Câmara dos Deputados, acusado de vários crimes, como corrupção, lavagem de dinheiro, fraude, sonegação fiscal, evasão de divisas, etc., vai permanecer no cargo? Até quando ele vai permanecer impune, livre, leve e solto?

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

*

DEVIDO PUXÃO DE ORELHA

Cumprimento este jornal pelo nobre alerta cívico publicado em seu editorial de 10/4 ("O papel do Supremo"), em que muito bem expressou nosso desconforto quanto à postura de alguns ministros do STF. Oportuno lembrar uma frase dita por um ex-político para uma autorreflexão dos ministros sobre conduta cívica: "Deixo a vida pública porque decidi por não me vender, mas já estão chegando próximo do meu preço".

Itacir Ferreira sassata@terra.com.br

Limeira 

*

COMO UM VULCÃO

Como bem explicou o editorial, "o STF é responsável por fazer valer o princípio constitucional da separação dos Poderes" e suas funções estão especificadas na Constituição federal. Mas os atuais ministros do STF estão deixando de lado a Carta de 1988 e estão decidindo conforme suas ideias ou "dívidas" com quem os nomeou. E isso está agravando a crise institucional do nosso país, o que poderá pôr em risco a nossa democracia e demandar uma intervenção militar. Parece que nenhum dos Três Poderes está ouvindo as vozes das ruas, e não estão percebendo que o País está como um vulcão prestes a entrar em erupção.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

*

'O PAPEL DO SUPREMO'

Brilhante o editorial "O papel do Supremo", mas gostaria de complementar que o Supremo está se metendo onde não deve e não faz o que tem obrigação de fazer, como julgar os inúmeros processos que tem sob sua guarida contra políticos. Isso é função deste poder.

Fernando Alves Moreira fernandomoreira07@gmail.com

São Paulo

*

SUPREMA CORTE

Excelente o editorial do "Estado" a respeito do papel do STF no cenário político-institucional. Faltou apenas questionar as evidentes mudanças de atitude em face de eventuais benesses recebidas por alguns dos senhores ministros, por exemplo, o sr. Marco Aurélio Mello, que teve sua filha nomeada desembargadora. Evidente mudança de atitude nas suas decisões, todas elas polêmicas e direcionadas a colocar lenha na fogueira. Por sorte, a maioria dos senhores ministros não há de se curvar às decisões monocráticas do sr. Marco Aurélio, quase sempre despropositadas. Outra observação que poderia ser questionada no artigo é a despropositada demora no julgamento dos envolvidos na Lava Jato. Enquanto o juízo de primeira instância já julgou e condenou dezenas de executivos e pessoas envolvidas, o STF, na sua lentidão, mesmo com provas evidentes em mãos, não decide, não julga e não desengaveta os processos. Caso mais clamoroso é o do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. O que se espera? Que ele assuma a Presidência do Brasil na vacância e impedimento dos atuais presidente e vice? Seria o final dos tempos!

Wilson U. Demetrio wildemetrio@gmail.com

Campinas 

*

MENOS UM

Estamos sem ministro da Justiça, de novo. É um alívio, sujeito muito mal encarado. Mais um imbróglio deste desgoverno.

Elisabeth Migliavacca elisabeth448@gmail.com

São Paulo

*

JUSTIÇA PARA POUCOS

Ante a possibilidade de prisão de José Dirceu, o então ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, declarou que, "se fosse para cumprir muitos anos em alguma prisão nossa, eu preferia morrer". Afastada tal possibilidade, desinteressou-se pelo assunto de tal modo que na comissão dos direitos humanos da ONU fez duras críticas ao sistema prisional brasileiro, pela superlotação, tortura e maus-tratos aos presos. Sua reunião com os advogados de empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato para, digamos, dar uma direção política ao caso, foi criticada por muitos, começando pelo juiz Sérgio Moro. Toda sua recente veemência e eloquência jurídica para defender a presidente Dilma Rousseff contra a tese de impeachment faltou quando do desastre de Mariana (MG), quando vazaram 62 milhões de metros cúbicos de rejeitos contaminados, o que matou 17 pessoas, desabrigou milhares e afetou 35 cidades. Ou seja, o sr. José Eduardo Cardozo tem uma visão "seletiva" sobre a Justiça, sempre a serviço do PT. Dá para entender os motivos de designá-lo como ministro da "Justiça" e, agora, como advogado "geral" da União?

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

*

O IMPEACHMENT É GOLPE?

O senhor advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, já que defende com unhas e dentes o não impeachment da presidente Dilma, deveria ler jornais e constatar que 282 pessoas perdem seu emprego por hora no País. Que em 24 horas são 6.768 desempregados. Em 30 dias, 203.040, e serão mais de 2 milhões em um ano, se este desgoverno continuar. O impeachment nem mais é caso de golpe, e, sim, de saúde mental e física de milhões de pais de família. Só isso já vale o impeachment. O governo já morreu e o impeachment se incumbirá de enterrá-lo. 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

*

O DESEMPREGO NÃO PARA

Para quem não sabe, a cada hora 282 pessoas são demitidas, o que corresponde a 6.768 pessoas por dia, ou seja, 203.040 por mês. Se essa progressão se mantiver, a cada cinco meses teremos mais de 1 milhão de desempregados, que, somados aos já praticamente 10 milhões existentes, farão com que a fome, fatalmente, venha a nos assolar. Enquanto  isso, a  cúpula  dos  governistas, protegida por um Judiciário conivente, para não dizer comprado, está pedalando com o dinheiro público e negociando com deputados vendáveis a sua pecaminosa permanência no poder. Assistindo a tudo isso sem nada poder fazer, só nos resta a intervenção de Deus para nos salvar.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

*

NÃO DÁ PARA COMEMORAR

Com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apurado de 0,43% no último mês de março, sendo o menor para o período desde 2012, a inflação no acumulado de 12 meses ficou em 9,36%. A última vez que o índice inflacionário ficou abaixo dos dois dígitos foi em outubro de 2015 (9,93%). Se já era aguardada uma queda da inflação em março, ela foi maior do que os analistas projetavam. E a eliminação da bandeira vermelha no custo da energia elétrica ajudou para a queda da inflação. Mas não dá para comemorar esse resultado, porque o consumo caiu radicalmente em razão do baixo nível da atividade econômica, da queda de renda do trabalhador e do reflexo direto dos mais de 10 milhões de desempregados. Também preocupa o índice de difusão dos produtos que medem o índice inflacionário, que, ainda alto, está na casa dos 69,4%. E para o mês de abril vai pesar o reajuste cavalar dos remédios, de 12,5%, autorizado pelo governo. Portanto, como preveem os analistas, a inflação em 2016 pode até ficar abaixo dos 7%, não porque o Planalto esteja combatendo com eficiência a alta dos preços, mas porque estamos em grave recessão econômica, fruto de um total desgoverno.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

*

POPULISMO CREDITÍCIO

 

Cumprimento o "Estadão" pelo excelente editorial "Política e finanças podres" (11/4, A3), verberando a cabal falta de zelo do desgoverno do PT com os créditos concedidos pela Caixa Econômica Federal (CEF) ao público em geral, prática cujo único objetivo foi o de fazer demagogia creditícia, descurando-se do dever de cuidar para que o banco estatal, dito "dos brasileiros", evitasse prejuízos. Nas entidades particulares há, igualmente, inadimplência, mas ali a coisa é limitada ao mínimo, porque não se tolera falha de quem deveria selecionar melhor os que vão receber os empréstimos.  Já em bancos como a CEF o papo é outro: os diretores (indicados por motivos políticos) ali estão como meros feitores dos interesses do desgoverno e pouco se importam com a saúde financeira da casa que presidem. O que acontece dentro desses bancos nada tem que ver com a boa e velha aritmética ou com a prudência dos que veem um valor no zelo pela coisa pública. Tem que ver, sim, com o populismo exacerbado, um projeto de poder (criminoso) e a busca insana por votos para ali se manterem, custe o que custar, não importando se as instituições controladas pelo Planalto, em função dessa política predatória, amarguem prejuízos bilionários, avassaladores. É muito triste ver no que esta corja transformou nosso país. 

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

*

DINHEIRO FARTO

O desgoverno de dona Dilma vive tentando justificar a necessidade de aprovar a volta da cobrança da CPMF, com a ridícula alegação de falta de recursos, para poder manter os programas sociais. Claro que, além de uma enorme mentira, trata-se de um golpe tremendo, se tomarmos como base o trabalho atual do ex-presidente Lula da Silva, nos porões sorrateiros de um hotel em Brasília, comprando votos contra o impeachment da presidente, entre parlamentares do baixo clero da Câmara dos Deputados, por "míseros" R$ 38 bilhões. Será que o Ministério Público Federal e o Tribunal Superior Eleitoral não têm nada a comentar e nenhuma providência a tomar contra este verdadeiro golpe?

Antônio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté  

*

ABRIL DO GOLPE

Quem está dando golpe no Brasil é Lula, que já vem dando golpes no País há 50 anos e, agora, instalado numa suíte de luxo em Brasília, está comprando deputados "indecisos", que não pensam no Brasil, por valores de até R$ 3 milhões, para votarem contra o impeachment no domingo, dia 17. E o "advogado-geral de Dilma", José Eduardo Martins Cardozo, expulso do Ministério da Justiça por Lula, diz que abril vai ser o mês do golpe, vai para a história. É este o golpe!

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

*

O PMDB SEMPRE GOVERNO

O líder do PMDB na Câmara, deputado Leonardo Picciani, poderá ainda votar a favor do impeachment, o que em verdade não será grande surpresa. Afinal, continuara governo - e seu grupo no Rio de Janeiro é todo a favor do impeachment. Inclusive o sr. seu pai e ele, Leonardo, como bom filho e obediente.

Jose Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

*

NAS BARBAS DO STF

Lula está hospedado num hotel de luxo a poucos metros da Suprema Corte. Lá, ele negocia cargos e vantagens pecuniárias para parlamentares apoiarem a presidente Dilma Rousseff na votação do impeachment no dia 17/4. Com essa postura, comete crimes de tráfico de influência e corrupção ativa, preconizados no Código Penal Brasileiro. Além  disso, em suas aparições públicas, transgride o artigo 286, que preconiza a incitação ao crime, violando com isso a paz pública. É considerado funcionário público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública. E Dilma Rousseff, por sua vez, cometeu crime de concussão, quando o seu coordenador de campanha, o atual ministro Edinho Silva, exigiu R$ 700 milhões das empreiteiras para sua campanha pela reeleição em 2014.

Luiz Felipe Schittini fschittini@gmail.com

Rio de Janeiro 

*

GUARDIÕES DA CONSTITUIÇÃO

O saudoso professor Diógenes Gasparini ensinava, em suas aulas de Direito Administrativo na Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, que a Constituição federal, no artigo 37, determina que a administração pública, "tanto da administração direta como a indireta, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados-membros, do Distrito Federal e dos municípios, obedeça aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência". Mas em outros artigos da Constituição observa-se que há outros princípios que devem ser obedecidos: razoabilidade, finalidade, motivação e interesse público, etc. O professor Gasparini dizia, quando falava do princípio da moralidade, que o "ato e a atividade da administração pública devem obedecer não só à lei, mas à própria moral, porque nem tudo o que é legal é honesto". Afirmava ele que "o bom administrador é aquele que, usando de sua competência, determina-se não só pelos preceitos legais vigentes, como também pela moral comum, propugnando-se pelo que for melhor e mais útil para o interesse público. Assim, é vedado ao administrador público qualquer comportamento que contrarie os princípios da lealdade e da boa-fé". Minha pergunta é a seguinte: a nomeação para cargos públicos, a compra de votos a favor, enfim, este mercadão em que se está transformando o Brasil afronta o princípio da moralidade? Se sim, cadê os guardiões da Constituição?

Carlos Vieira vieiraevieira18@gmail.com

Vinhedo

*

DESCONFIANÇA MÚTUA

A oferta de cargos no governo em troca de votos no processo de impeachment da presidente Dilma está com as negociações emperradas. A desconfiança dos parlamentares e também do governo embaraça as negociações e faz o tempo trabalhar contra Dilma. Lula, sem ter a caneta na mão, está com seu poder debilitado, porque só poderá saber se assume oficialmente um cargo no Planalto depois da decisão do Supremo, ou seja, após a votação na Câmara. Enquanto isso, cresce o número de votos contra Dilma. O slogan sobre o golpe trouxe poucos adeptos, segundo mostrou a pesquisa DataFolha. Pelo que parece, Eduardo Cunha tem mais poder do que Lula.

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

*

ESCAMBO EXPLÍCITO

Para comprar políticos vendilhões, o governo dispõe de R$ 38 bilhões, para o que Dilma chama de "repactuação", mas que não passa de um vergonhoso atestado de incompetência e desonestidade. Tudo isso para tentar barrar um impeachment inevitável e justo. O mais infame do uso desse dinheiro é que ele servirá também para forçar a ausência do parlamentar no dia da votação. Este governo não tem condições morais nem profissionais de administrar uma loja de R$ 1,99, quanto mais uma nação de 204 milhões de habitantes. Está na hora de entregar a faixa e descer a rampa do palácio com a faixa entre as pernas, para não dizer outra coisa.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

*

DE QUEM É O DINHEIRO

Contra impeachment, Dilma negocia cargos com verbas de R$ 38 bilhões. Sabemos que essas verbas serão utilizadas para fazer obras e/ou serviços dos quais uma parte, muito provavelmente, será desviada em benefício dos políticos, como temos visto no mensalão e na Lava Jato. Acontece que esse dinheiro não é de propriedade do governo. Esse dinheiro é dos contribuintes, que repassam esse dinheiro para que o governo o administre e o use em benefício da população. Quando o governo está usando o dinheiro para se manter no poder, está cometendo um crime, que com certeza é em detrimento da população que precisa ver melhoradas suas necessidades de saúde, educação, saneamento e transporte, para mencionar o mínimo.

Leonardo Sternberg Starzynski bergzynski@gmail.com

São Paulo 

*

SEM NOÇÃO

Dilma é mesmo uma sem noção. O País numa crise sem precedentes e ela comprando políticos para votarem contra o impeachment e mantendo Lula num hotel classe alta exercendo uma função paralela no governo. Precisa mais o que para concluírem o impeachment?

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

*

O CRIME COMPENSA

O Hotel Golden Tulip e suas quatro suítes alugadas em Brasília atestam que há 13 anos quem governa o País são os 301 (300+1) "picaretas" criminosos e que o crime compensa. Basta ver nos artigos do "Estadão" o custo do dinheiro usado com a economia do País já arruinada, para mantê-los saqueando. Não há instituição e poderes (apesar de o Poder Judiciário, por meio do juiz Sérgio Moro e do povo nas ruas, estar exercendo o poder instituinte) que vençam o crime no poder. Todo o sistema está engendrado para manter e fazer perdurar o quadro, haja vista as manifestações individuais dos magistrados do Supremo Tribunal Federal (STF). O que mais será necessário para pôr na cadeia todos os 301 traidores da Pátria?

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

*

O QUARTO DA LUZ VERMELHA

Quando ouço dizer que um sujeito investigado pela Polícia Federal por uma série de crimes está vendendo nossa República num quarto de hotel, fico indignado! Lula, o Brasil merece respeito, nossa pátria não é um bordel!

Eduardo Foz de Macedo efozmacedo@gmail.com

São Paulo

*

COMPRA E VENDA

Grande liquidação de outono das lojas Alvorada e Planalto: compram-se consciências e vendem-se cargos. Interessados na barganha devem procurar o sr. Lula da Silva no seu quarto do Hotel Golden Tulip, em Brasília (DF). Recomenda-se o horário noturno, para dificultar a identificação do freguês pelos eleitores.

Eduardo Spinola e Castro  3491esc@gmail.com

São Paulo

*

VOTO EQUIVOCADO

Os deputados que votarem contra o impeachment correm dois riscos: perda de futuro político e também não receber o prometido, como já é comum neste governo. Reflitam...

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

*

VALE TUDO!

As coisas estão bravas para os lados da tropa de choque escalada por Lula para tentar barrar o impeachment, capitaneada pelo petista José Guimarães, aquele cujo assessor predileto foi preso carregando um monte de dólares na cueca. O desespero está provocando desatino, conturbando o discernimento de alguns deputados que embaralham o raciocínio ao manifestar o pensamento. Tanto assim que o inefável escudeiro Orlando Silva, aquele que quando era ministro comprova tapioca com cartão corporativo do governo, comunista de carteirinha, invocou o "nome do Pai" para rejeitar o relatório, bradando alto e bom som: "Pelo amor de Deus!". A fiel Benedita da Silva, aquela que quando era ministra hospedou-se no Hotel Alvear, o mais chique e mais caro de Buenos Aires, pagando as despesas com dinheiro do erário brasileiro quando lá esteve para participar de evento de evangélicos, declamou os versos de São Francisco de Assis, acompanhando o presidente da comissão, que entoava a ladainha... Xiii, será que satanás, com quem a sra. Dilma firmou pacto para vencer as eleições, já está fazendo das suas?

Ulisses Nutti Moreira ulissesnutti@uol.com.br

Jundiaí

*

É CHEGADA A HORA

Gostaria de entender qual a lógica de começar a votar no plenário da Câmara pelo Sul ou pelo Norte, ordem alfabética ou por partido no processo do impeachment da presidente. O deputado que vai votar já deve ter a sua convicção formada, ou estaria agindo como o eleitor? Esperando a boca de urna ou a compra do passe? Qualquer que seja a decisão, o País vai conhecer o tamanho do Congresso que está a favor da corrupção, do roubo e do achaque no bolso do cidadão. A preocupação pela forma de votação lembra um pouco como são feitas as pesquisas. Todos sabem que, dependendo do que se quer como resultado, procura-se a região x ou y. Simples assim. Mas, no caso de uma votação aberta, como a prevista para o domingo, dia 17, o congressista vai colocar sua cara na frente do eleitor, ou seja, vai transformar sua promessa em realidade. É chegada, enfim, a hora de a onça beber água.  

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

*

A APROVAÇÃO DA COMISSÃO

 

Por 38 votos a favor e 27 contrários, a Comissão do Impeachment na Câmara dos Deputados aprovou, na segunda-feira, o relatório apresentado pelo deputado Jovair Arantes (PTB-GO), ficando demonstrado que o Planalto, com todo o dinheiro usado e cargos prometidos, não conseguiu a vitória esperada. Entretanto, com os 342 votos da oposição, em plenário, é que ficarão solidificadas a autorização e a confirmação da necessidade da declaração do impeachment pelo Senado federal, quando a Casa será presidida por Ricardo Lewandowski, presidente do STF, e a decretação do impedimento só se dará por maioria simples da Casa. Doravante, a batalha ganhará foros de desafios e até de agressividade entre os grupos antagônicos, esperando-se que não haja confrontos com mortes e derramamento de sangue!

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

*

REVELAÇÃO

A votação que admitiu o processo de impeachment da presidente Dilma revelou que os petistas são convictos, que os peemedebistas são fisiológicos, que os peessedebistas são hipócritas, que os democratas são coerentes, que os comunistas do PCdoB são alienados e que os demais partidos, que defendem falsas ideologias, são "Marias que vão com as outras".

Sergio S. de Oliveira marisanatali@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

*

PROCURAM-SE RESPOSTAS

As manifestações histéricas e histriônicas dos defensores do impeachment na sessão da Comissão que encaminha o processo mostrou que em sua grande maioria os parlamentares são mesmo uns oportunistas. E, como perderam as eleições para o cargo maior do País, fazem jogo de cena para afastar quem foi eleita. Fica sem resposta uma questão: o povo brasileiro acredita neste Parlamento? E dá a esses deputados o poder de decisão? E a quem eles querem entregar o poder? Ao atual vice-presidente, que está junto da presidente desde o primeiro mandato? E ele e seu partido não têm nenhuma responsabilidade nos acontecimentos dos quais ela é acusada? Quem pode responder a esses questionamentos?

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

*

'FAZER O DIABO' COMPENSA?

Compensa para um partido, sim, quando permite a reeleição e a impunidade por interpretação falha de termos da Constituição. Sim, quando, pelo desvio de altíssimos valores, permite que paguem advogados caros que "enrolam" os processos com apelações, embargos e outras chicanas criadas para facilitar a impunidade. Sim, quando cria condições de pagarem o mais caro marketing político que, com bem elaboradas mentiras, consegue manter o eleitor iludido. Sim, quando permite "comprarem" votos no Congresso para seus fins hegemônicos, ou evitar o impeachment. Sim, quando facilita para eles a cooptação de integrantes do Poder Judiciário. Mas, definitivamente, não compensa para o resto do Brasil, pois destrói nossa credibilidade internacional e reduz nosso crédito. Não compensa para a maioria, pois seu alto custo acaba tendo de ser pago pelo brasileiro honesto, trabalhador e assalariado. Não compensa, pois, com esse desvirtuamento da democracia, nós nos atolamos no atraso administrativo, econômico e social do Terceiro Mundo. Enquanto o resto das nações do Primeiro Mundo progride e enriquece, nós ficamos para trás, ampliando a separação de classes e aumentando a injustiça social. Em defesa da democracia, temos de acabar com partidos políticos que queiram ficar no poder "fazendo o diabo". Pelo bem do Brasil e de todos os seus cidadãos de bem: impeachment já!   Fora PT! 

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

*

INFERNO

Fizeram "o diabo" para ganhar a eleição de 2014, e, agora, vivemos no inferno.

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

*

O BASTÃO

O PT assumiu o governo das mãos do PSDB declarando ter recebido uma herança maldita. Todos sabem que não é a verdade, que ele recebeu a economia com a inflação sob controle, os bancos sanados, a responsabilidade fiscal atuante, dólar flutuante e tudo para dar certo, bastava que fizesse a parte dele. Agora, o PT deve entregar o governo ao PMDB, desta feita, sim, com uma herança não maldita, mas maldita e malquista. O PMDB, por sua vez, que nunca foi vidraça, vai ter de provar que saberá fazê-lo, do contrário, passará o bastão em 2018 para o PSDB, de cujas mãos nunca deveria ter saído. São coisas da política, dos políticos e dos eleitores.

Manoel Braga manoelbraga@mecpar.com

Matão

*

E AÍ, TIRIRICA?

No placar do "Estadão", entre nomes óbvios e obscuros, figura, entre os indecisos, o deputado Tiririca (PR-SP). Aquele que disse "pior do que tá não fica". Bom, deputado, digo-lhe que pode ficar pior, sim. O País está desmoronando na mão desta quadrilha que nos governa. É dever de todo deputado de bem, que está pela Nação e não por interesses próprios - ou pelo bolso -, votar a favor do impeachment. Qual será sua posição? Fará suspense até o último minuto? O senhor recebeu alguma proposta do "quarto de hotel"? Mostre a que veio, assim saberemos como levá-lo daqui por diante.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

*

INTERPRETAÇÃO DE MÁ-FÉ

 

A respeito do tão citado artigo 86 § 4.º da Constituição federal, em que se apoiam os advogados da presidente Dilma para evitar seu impeachment, é necessário lembrar que eles estão a fazer interpretação, a meu ver, descabida, em virtude do princípio jurídico "ubi lex non distinguer nec nos distinguere debemus" (onde a lei não distingue, não deve o intérprete distinguir). Se a Carta Magna  pretendesse, no § 4.º, referir-se ao mandato atual, teria declarado expressamente: "O presidente da República, na vigência de seu mandato atual, não pode ser responsável por atos estranhos ao exercício de suas funções". Mas não foi assim que o legislador se expressou. Diz tão somente: "(...) no exercício de seu mandato (...)", isto é, qualquer mandato, mesmo que não seja o atual. Portanto, pelo axioma jurídico, inderrogável, se crime foi cometido durante o mandato, atual ou não, é passível de punição, no caso, o impedimento. Quanto à parte final do artigo, parece de clareza meridiana que os crimes da presidente (pedaladas fiscais, obstrução da Justiça, admissão de incitação ao crime de violência dentro do Palácio do Planalto quase que diariamente, etc.) não são "atos estranhos ao exercício de suas funções". 

 

Edméa Ramos da Silva paulameia@terra.com.br

Santos

*

OS 'DESINFORMADOS'

Os defensores de dona Dilma são os verdadeiros "desinformados" desta nação. Eles não "sabem" que foram 13 anos de governo petista que dilapidaram a joia da coroa, a Petrobrás, e os fundos de pensão (Postalis, Funcef e Previ), pondo em risco o futuro dos aposentados dessas empresas, e levaram a economia do País à bancarrota, deixando milhões de desempregados, e ainda dizem que a preocupação deste governo é com os mais pobres... Parece-me que, para eles, os fins justificam os meios. Então, para que seu partido possa manter um caixa, basta lançar mão dos bens públicos, ou seja, nosso bolso.

Eunice Tiyoko Sumi ninisumi@gmail.com

São Paulo 

*

CHEQUEM O ESTOQUE!

A presidente Dilma Rousseff deu nova mostra da sua total incompetência em "fazer política". No Encontro da Educação pela Democracia, na terça-feira (12/4), dirigiu seu discurso ao vice Michel Temer (PMDB) e a Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acusando-os de serem, respectivamente, "chefe" e "vice-chefe" do "golpe". Há que compreender a estratégia de tentar fazer crer que o impeachment é uma demanda destes, quando, na realidade, é do povo brasileiro. Mas Dilma foi além e, como se tornou praxe, acabou nos subestimando com toda a sua hipocrisia. Segundo a ainda presidente, "leiloam posições no gabinete do golpe, no governo dos sem-voto" (sic). Como explicar a sensação ao ouvir isso ser dito por quem entregou o governo ao investigado e suspeito Luiz Inácio Lula da Silva? Por quem permitiu que a sede da Presidência fosse transferida do Palácio do Planalto para uma suíte no Hotel Golden Tulip! É do conhecimento de todos o assunto tratado nas reuniões com Lula: a compra de apoio contra o impeachment, uma simples e descarada reedição do mensalão. Sugiro que chequem o estoque de óleo de peroba no Palácio da Alvorada... É muita cara de pau desta Sr.ª! 

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Nepomuceno (MG)

  

*

CHEFES

Em mais um de seus discursos raivosos no Palácio do Planalto, ora transformado em palanque político e nova sede do PT, em Brasília, a presidente falou que "existem dois chefes do golpe". Por oportuno, cabe esclarecer quem são eles, por terem cometido ao longo dos últimos 13 anos de desgoverno lulopetista o maior, mais profundo e devastador atentado político, econômico e moral contra o Brasil: Lula e Dilma. Que sejam, pois, condenados pela Justiça e pela História do País. Fora!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

*

OS ROTOS E A ESFARRAPADA

Dilma chama vice, Michel Temer, e Cunha de "chefes do golpe". É a esfarrapada falando dos rotos. Portanto, os rotos merecem perdão.

José Antonio Garbino ja.garbino@gmail.com

Bauru 

*

ATOS POLÍTICOS 

 

Com a realização de vários atos políticos no Palácio do Planalto, será que a presidente Dilma Rousseff se esqueceu de que o Planalto não é uma simples sede de sindicato no ABC paulista, onde o surgiu o PT, como filho da CUT?

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas 

*

CHUMBO TROCADO

Dilma Rousseff, agora, só fala em golpe, farsa e traição. Esquece-se do que fez para ganhar as eleições e manter-se no poder até agora. A presidente, por acaso, já ouviu que "chumbo trocado não dói"?

Eduardo Augusto Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

*

GOLPE, FARSA E TRAIÇÃO

A eterna tendência do PT de atribuir aos outros seus problemas, malfeitos, etc. A presidente Dilma, sem mencionar os nomes, classificou o vice-presidente e o presidente da Câmara como chefes de uma conspiração. Disse: "Existem dois chefes do golpe, da farsa e da traição". Ora, golpe, farsa e traição quem cometeu foi o PT, e mais precisamente ela própria. E não sou eu quem estou dizendo. Foi dito pelo deus deles, Lula, que disse que o PT mentiu - vou repetir, mentiu - para se reeleger. Ora, isso é o quê? É golpe, é traição, é farsa. Falou para quem quisesse ouvir. E até os seguidores deles que ouviram que foram enganados continuam os apoiando, em troca de um sanduíche de mortadela. Ficam apoiando quem bebe uísque "on the rocks", como Chico Buarque, ou quem viaja de categoria "plus" no avião com passagem a R$ 5 mil, como Jandira Feghali, ou os pelegos e parasitas dirigentes de sindicato que viajam pelo mundo com o Imposto Sindical do suado trabalho do trabalhador brasileiro, e tantos outros, enquanto estes nem emprego têm e mal têm o que comer em casa. Termina a passeata, acabou o sanduíche e fica um olhando para a cara do outro como quem diz: "E agora?".

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

*

A DEFESA DOS INTELECTUAIS

É muito cômodo tomar partido para defender este governo corrupto, apodrecido, que impregna cheiro de enxofre pelo ar quando se é um milionário e um artista bem-sucedido. Enquanto isso, a taxa de desemprego explode na casa dos dois dígitos e a renda daqueles que ainda resistem é corroída pelos porões do palácio. Então não surpreende que cerca de 300 artistas e intelectuais de esquerda - entre eles Wagner Moura, Caetano Veloso, Chico Buarque, Beth Carvalho, Letícia Sabatella, Leonardo Boff, entre outros - manifestaram apoio ao teatrinho bisonho no Rio de Janeiro, na segunda-feira, em que o centro das atenções era aquele "cara", rodeado por bons amigos, um verdadeiro "bon vivant" fazendo mais um de seus discursos patéticos e constrangedores. A todos os que apoiam este que é o verdadeiro golpe, digo que só restarão alguns militantes canhotos da esquerda do PT e seus apoiadores. 

 

Giovani Lima Montenegro giovani.limamontenegro@gmail.com

São Paulo

*

NÃO VAI TER GOLPE, MAS IMPEACHMENT

Mesmo que alguns poucos não queiram atinar para isso, sempre vale a pena insistir em que o impeachment não é golpe. Não só porque está previsto na Constituição como instrumento jurídico para substituir um presidente em exercício dentro do marco legal da Carta Magna, inclusive com rito sacramentado pelo STF, mas porque conta ainda com ampla jurisprudência, seja do caso do ex-presidente Collor ou de chefes de Executivos municipais e estaduais afastados com base na mesma Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), ora aplicada. O "crime de responsabilidade" não é como um assassinato, que leva o autor à cadeia. No impeachment, a sanção é política. Afinal, alguém tem de responder pelo descalabro administrativo ao qual a Nação foi levada. E é do PT a obra completa de quase 14 anos de governo, cujos vistosos resultados todos os brasileiros terão de pagar por gerações. Quem vai responder por isso com a perda de mandato é a presidente Dilma. Nada mais justo, posto que, mesmo sendo 100% honesta e honrada, como ela não cansa de propalar, Dilma é apenas a pessoa física que responderá pela pessoa jurídica responsável por inúmeros erros e omissões que desajustaram a economia do País. Não é, portanto, uma questão de honestidade. O impeachment é responsabilização política. O conserto "disso tudo que está aí" vai custar muito caro aos brasileiros, não só economicamente, mas, principalmente, do ponto de vista social. A conta que começou a aparecer em 2014 será paga, inclusive, por gerações futuras.     

Felipe Pugliesi Jr. pugliesijr@gmail.com

São Paulo

*

CACIQUES DEMAIS

A ainda presidente de direito do Brasil acusou que estão tramando contra ela um golpe e que este estaria sendo arquitetado por dois chefes. Acho que ela está vendo ou procurando pelo em ovo, como diz o ditado popular. Ela bem sabe, por experiência dos seus tempos de guerrilha e terrorismo, que dividir a chefia de alguma coisa não dá certo. Esse foi um dos motivos da derrota da turma dela: tinha muito cacique e pouco índio, além do fato de a população brasileira ter-lhes virado as costas, não lhes concedendo apoio algum. Renuncie, Dilma. Abrevie este sofrimento da população. Pare de usar a sede do governo como palanque contra o "golpe". O impeachment está a caminho.

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

*

VAZAMENTO DO MAL E DO BEM

No vazamento da escuta telefônica autorizada, a presidente Dilma tramava contra a Justiça, por meio de um ato de posse de ministro antecipado que daria a Lula o foro privilegiado, para sua proteção de um possível pedido de prisão. No vazamento do áudio de Michel Temer, o vice-presidente afirma sua convicção na democracia, união nacional das forças de pacificação, garantias das conquistas sociais dos últimos governos, reformas e outros ações necessárias para tirar o País do atoleiro em que a ideologia dos companheiros nos enfiou. É o vazamento do mal contra o vazamento do bem.

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro 

*

A LÓGICA TIRIRICA

Nada a Temer. Pior do que está não fica!

Walter Tranchesi Roriz wtroriz@hotmail.com

São Paulo

*

PRONTOS PARA A GUERRA

O "muro do impeachment" levantado às presas no Planalto, por ordem de Dilma Rousseff, nada mais é do que o "muro da vergonha nacional". Agora, com medo do que andou falando para a sua tigrada, Dilma está receosa de que se materialize a sua palavra de ordem de "ir para a guerra contra o impeachment".

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

*

O MURO DA VERGONHA

Décadas aprimorando a democracia. Horas e horas ensinando aos nossos filhos a conviverem com as diferenças. Campanhas inúmeras ressaltando a tolerância religiosa, política, social e até esportiva. Chega a hora de pôr em prática esses ideais, ergue-se um "Muro da Discórdia e da Vergonha Democrática" em plena Praça dos Três Poderes da República, em Brasília. Onde foi que erramos?

Márcio Mourão mmvip007@gmail.com

Rio de Janeiro

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.