Fórum dos leitores

IMPEACHMENT

O Estado de S. Paulo, O Estado de S. Paulo

15 Abril 2016 | 03h00

Desatualizado

O ex-presidente Lula declarou que não sairá das ruas se Dilma Rousseff for derrotada na votação do impeachment. Faltou acrescentar: “Caso eu não esteja preso pela Lava Jato”... Lula disse que não dará trégua ao eventual governo de Michel Temer, demonstrando sua inconformidade e falta de educação, próprias de um apedeuta deslumbrado com seu passado. O problema é que o ex não percebe que está decadente e seu vigor dos tempos da ditadura militar já não é o mesmo, não vê que envelheceu e não aceita a própria falta de atualização diante dos novos tempos. A experiência é boa para os cidadãos cultos e estudiosos, o que não se coaduna com quem acha que leitura é uma ocupação monótona.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

Bizarrice descomunal

Lula não desce um milímetro da sua habitual arrogância, nem mesmo em meio a uma crise sem precedentes que ele mesmo provocou. Em eventual impeachment de Dilma, já adiantou que não só não participará de nenhum governo de união nacional, como não dará trégua a Temer e não sairá das ruas. Bom, para começar, ninguém disse que o PT será convidado para um governo de união nacional, o que seria bizarrice descomunal, já que foi o partido o grande causador desta crise. Além disso, o PT na oposição nunca deu trégua a nenhum governo, o que não é nenhuma novidade. Quanto a não sair das ruas, bem, é bom lembrar que a Lava Jato não terminou e é bem possível que o ex-presidente seja obrigado, brevemente, a sair das ruas...

LUCIANO HARARY

lharary@hotmail.com

São Paulo

Ultrajante, como sempre

“Não vou dar trégua, não estaremos nessa de união nacional, não vamos colaborar.” O sr. Lula confirma todo o seu autoritarismo, egocentrismo, megalomania, demagogia e sua sede insaciável de poder. Ou é do jeito dele ou... E ainda se diz democrata. Demonstra toda a sua cegueira política, econômica e cívica.

LUIZ NUSBAUM

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

Vitimologia

Faculdades de Direito, aproveitem: eis aí um clássico exemplo de vitimologia. Lula que não perca tempo, vá para a rua já. E não se esqueça de fechar as portas do sítio Santa Bárbara e do apartamento tríplex no Guarujá.

LÍGIA M. VENTURELLI FIORAVANTE

lmfiora@uol.com.br

São Paulo

Não vai precisar

Já que Lula não vai sair das ruas, pode passar adiante o tríplex do Guarujá e o sítio em Atibaia.

ROBERTO TWIASCHOR

rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

Despejo

Será que os amigos já pediram seus imóveis de volta?

MOISES GOLDSTEIN

mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

Lulices

Vocês se lembram de como o Lula chorou no dia em que o Rio de Janeiro foi escolhido para sediar a Olimpíada? Será que agora ele está chorando pelos servidores públicos da ativa e aposentados que não estão recebendo seus salários porque as obras da Olimpíada quebraram o Estado?

SILVIO LEIS

silvioleis@hotmail.com

São Paulo

Abuso de poder

Não bastava a Dilma instalar o Lula no Hotel Golden Tulip, também estão lá 600 integrantes da CUT e do MST. Quem vai pagar a conta desse abuso, contumaz no PT? Pobre Brasil, com essa turma nunca sairá do buraco!

LAERT PINTO BARBOSA

laert_barbosa@globo.com

São Paulo

Conspiração, lado B

Dilma ataca dizendo que a oposição “conspira abertamente, à luz do dia, para desestabilizar uma presidente legitimamente eleita”. Não seria o governo que conspira ocultamente, na penumbra de quartos de hotéis, para desestabilizar o Brasil?

ADRIANA SAMPAIO

adriana.sampaio@hotmail.com

São Paulo

Balcão de negócios

O desespero de Dilma é perceber que Lula só consegue alguns votos a peso de ouro, enquanto a oposição consegue dúzias de votos de graça.

LUÍS LAGO

luislago2002@hotmail.com

São Paulo

Desinformada

A presidente insiste que o povo está do lado dela, não da “mídia golpista”. Então, por que ela deixou de se pronunciar em rede nacional de rádio e TV? Por que deixou de aparecer publicamente em eventos sociais, só o fazendo em locais fechados e com público determinado? Por que são muito mais numerosos os que se manifestam a favor do impeachment do que os que são contra? Está lançado o desafio.

CLÊNIO FALCÃO LINS CALDAS

clenio.caldas@gmail.com

São Paulo

Atitude antirrepublicana

O PT entrou no poder com Lula plantando uma estrela, símbolo do partido, no jardim do Palácio da Alvorada. Eis que, 13 anos mais tarde, sairá do poder (defenestrado pela força dos fatos e dos milhões de brasileiros decentes que se vêm mobilizando para pressionar os parlamentares a aprovarem o impeachment) depois de ter transformado o Palácio do Planalto em palco de comícios diários a fim de denunciar um golpe que nunca existiu. Os petistas ainda não entenderam que a coisa pública não pode ser tratada como se fosse seu patrimônio privado? Ou é só cara de pau travestida de deficiência cognitiva? Seja o que for, essa atitude antirrepublicana os levará para a lata de lixo da História.

HENRIQUE BRIGATTE

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

Quem é golpista, mesmo?

A esquerda acusa os apoiadores do impeachment de “golpismo”. Mas não são os apoiadores do impeachment que querem tocar fogo no País. Não são os apoiadores do impeachment que querem invadir propriedade privada de seus opositores. Não são os apoiadores do impeachment que prometem sangue nas ruas, todos os dias. Fazem isso até dentro do Palácio do Planalto, diante da presidente e do ministro da Justiça (que justiça?). O golpe é aplicado por quem não sabe respeitar a democracia nem o Estado de Direito. E quem mais atenta contra esses dois é a esquerda. Fique bem claro.

SÉRGIO ECKERMANN PASSOS

sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

'A ILUSÃO'

O escritor Érico Veríssimo marcou minha adolescência com seus belos e antológicos romances. Já não posso dizer o mesmo sobre os artigos do seu filho, Luis Fernando. No texto "A Ilusão" (14/4, C8), o autor usa da alegoria para afirmar que "um governo para os pobres, mais do que um incômodo político para o conservadorismo dominante, (é) um mau exemplo, uma ameaça inadmissível para a fortaleza do poder real". Como ele não menciona uma palavra sobre mensalão, petrolão, "pedaladas fiscais", tríplex reformado por empreiteiras, etc., fiquei com a impressão de que o que ele quis dizer foi que governar para os pobres confere licença ampla, geral e irrestrita para roubar. Entendi corretamente? 

Luciano Harary lharary@hotmail.com 

São Paulo

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PARA OS POBRES

Veríssimo (14/4, C8) afirma que se está depondo um governo para os pobres. Mensalão foi para os pobres, Pasadena foi para os pobres, petrolão foi para os pobres, o assassinato de Celso Daniel foi para os pobres. Velhos gagás falando de suas ilusões.

Alex Martins xmart1@uol.com.br

São Paulo

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DETALHE

Um "pequeno" detalhe que faltou ao sr. Luis Fernando Veríssimo indagar à História: "História, onde está a minha parte do dinheiro do maior furto na Petrobrás, patrocinado pelo governo social que eu defendi com tanto denodo? Eu fiz por merecer!".

Roberto Luiz Rufo e Silva, desempregado rrufo54@gmail.com

Santos

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VERÍSSIMO E A DEMOCRACIA

O jornal "Estado", mantendo suas raízes democráticas, cria oportunidade para que matrizes políticas divergentes possam ser estampadas em suas páginas. Registrem-se os casos dos colunistas Arnaldo Jabor e Roberto da Matta, em face do que pensa e escreve Luis Fernando Veríssimo. Este senhor, filho de Érico, o criador de "Clarissa", que me encantou há mais de 50 anos, resolveu falar de ilusões e de História, como se as primeiras não fizessem parte do imaginário que envolve a segunda. Não existe História isenta, como não existe Ciência objetiva, livre de valores, que envolvem nosso mundo. Assim, Luis Fernando resolveu assumir sua posição política de há muito conhecida pelos leitores. Falar ou escrever que os governos petistas emergem para resolver questões sociais é o mesmo que pensar que Marx foi um pensador puro, que jamais se envolveu com aqueles(as) que trabalhavam em sua residência londrina. Afirmar que um "governo para os pobres" incomodava politicamente o "conservadorismo dominante" é o mesmo que tentar  comparar o operariado do século 21 com aquele que viveu e trabalhou em galpões, sem as mínimas condições, no início da Revolução Industrial. Seria interessante o filho de Érico prestar mais atenção ao palavreado do papagaio que vivia junto da menina criada por seu pai.

Antonio Carlos Bernardo antonil2001@uol.com.br

São Paulo

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A RESPOSTA DA HISTÓRIA

Se, como Luis Fernando Veríssimo, eu ampliasse a fantasia tomando a História como interlocutora, para que ela me falasse a respeito do Brasil de 2016, PT, Lula, impeachment e lhe perguntasse se isso tudo significou "o fim da ilusão petista de mudar o Brasil", tenho certeza de que ela me daria uma resposta muito diferente daquela que o escritor ouviu. Eu teria ouvido: "Foi o fim da ilusão de um povo a respeito de um presidente que, por um bom tempo, enganou grande parte da população, dizendo-se humilde, honestíssimo, quase um deus, prometendo o fim da miséria, o paraíso na Terra, a igualdade entre todos os cidadãos, quando, na realidade, acomodando-se às delícias do poder, aliou-se a banqueiros, grandes empreiteiras, à banda mais podre dos políticos,  fortaleceu  o peleguismo sindicalista e assim impôs um sistema de corrupção sem freios jamais visto, do qual usufruiu sem o menor pudor, juntamente com familiares e amigos, esquecendo-se por completo do povo a que deveria servir. Após oito anos, findos seus mandatos, manipulou covardemente sua sucessora, que trilhou os mesmos caminhos e em orgias de gastança levou a Nação, ainda enceguecida, à desgraça. Mas um dia, como sempre acontece na história das tiranias, o povo começou a recuperar a visão. E  retomou a luta pela liberdade". 

  

Edméa Ramos da Silva paulameia@terra.com.br

Santos

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QUEM SÃO?

Gostaria de perguntar ao sr. Luis Fernando Veríssimo - principal responsável pela minha assinatura deste jornal - a que plutocracia conservadora ele se refere em sua crônica de ontem no "Estadão". Sabemos quem não é: famílias Odebrecht, Camargo Correa, Gutierrez, Aguiar, Setúbal, Batista, Collor, Sarney, Maluf, Calheiros, Barbalho, etc., etc., etc. Então quem? Quem são estes que querem acabar com a ameaça de "um governo para os pobres" e jogar sal em cima? 

Marcelo Silva marcelo.aragao@uol.com.br

São Paulo

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TRISTE

Acreditar que um governo corrupto, incompetente, mentiroso, cínico, com sede de perpetuação no poder, organizado como uma quadrilha e chefiado, na verdade, por um marginal cairá porque é uma trama das classes dominantes contra os pobres é, no mínimo, ridículo, para não dizer triste, ainda mais quando é crença expressa pelo brilhante Veríssimo. Poupe-nos!

Sergio Cortez cortez@lavoremoveis.com

São Paulo

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E ELES CONVIVERAM...

Veríssimo ontem estava petista demais. Referiu-se ao fim da ilusão petista de que um governo de pretensões sociais possa conviver no mundo com a plutocracia conservadora. Mas e o desfalque na Petrobrás? O aparelhamento imundo das instituições? O desfalque nos fundos de pensão dos mesmos funcionários que eles juraram defender? Devemos assistir a esses e a outros descalabros candidamente?

Jurandyr Ribeiro de C. Filho jurandyrcarvalho@hotmail.com

São Paulo

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A PROVA HISTÓRICA

Felizmente, pela imparcialidade inconteste deste jornal, temos de aceitar de tempos em tempos artigos escritos com a alma do abstrato, e não com a evidência do inexequível. Respeitadíssimo Veríssimo, o seu modelo de esquerda pode ser, como de fato o é, bem engendrado teoricamente, mas, como se pode ver novamente, a história não se furta a comprová-lo impraticável.

Mario Liberato maml@outlook.com.br

São Paulo

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SENSO DE PROPORÇÕES

Quero dar as boas-vindas ao grande Luis Fernando Veríssimo em seu retorno pós-problema de saúde. Simbolicamente, faço minha saudação da plataforma dessa devastada Estação Finlândia que ele tão bem resenhou há 20 anos. "Todo intelectual no poder deve ter a cena como uma espécie de matriz sentimental e deve ter o bom senso de manter as proporções. Ela nunca mais se repetirá exatamente assim," dizia Veríssimo em sua resenha do livro "Rumo à Estação Finlândia", de Edmundo Wilson, publicado em 1940. A perda do senso de proporções pelo PT foi que levou ao desastre que estamos vivendo. Longa vida para nosso cronista.

Paulo Nascimento paulo.actual@gmail.com

Santos

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PAPO NA SEGUNDA-FEIRA

Na próxima segunda-feira, Veríssimo deve fazer de conta de novo que viajou no tempo e se encontrou outra vez com a tal senhora, a interlocutora misteriosamente acessível para um papo. Obviamente, não precisará mais perguntar sobre o resultado do impeachment. Mas fica, aqui, a sugestão para um novo diálogo: "Como a senhora acredita que será lembrado no futuro o governo do PT: um governo para os pobres, mas que não conseguiu nem fazer uma reforma agrária decente, ou um governo que favoreceu os banqueiros, os grandes empreiteiros e, principalmente, os seus principais dirigentes tais como o Vacari, o Lula e o Dirceu?". Ao que responderá a interlocutora acessível: "Bem, vamos esperar um pouco mais. Afinal, ainda nos falta a distância do momento e muita água ainda vai rolar na Lava Jato". E Veríssimo: "E eu, que afinal tenho uma certa notoriedade, como serei avaliado?". Interlocutora acessível (sempre amável e elegante): "É difícil dizer, meu filho. Mas lembre-se  de que ninguém é julgado apenas pelas sua boas intenções. Inteligência, conhecimento, imparcialidade e consistência de argumentação também contam...".

Vito Labate Neto vitolabate@yahoo.com

Mairiporã

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CONGRESSISTAS, DIGAM A QUE VIERAM

O dr. Ulysses Guimarães costumava dizer que "burro não chega até aqui". Queria dizer que quem não tem o discernimento não se elege. Partindo desse raciocínio, é de esperar que no próximo domingo todos os 513 deputados federais estejam presentes ao plenário da Câmara dos Deputados para votar no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Independentemente do lado em que estejam - se vão votar pelo processo de impeachment ou contra ele -, têm a obrigação de comparecer e explicitar sua posição. Nem mesmo a abstenção, que é regimental, deve ser admitida neste momento, quando a população clama por uma definição. A classe tem o dever cívico de verificar o inteiro teor das denúncias e a defesa da acusada, para decidir conforme seu entendimento e o interesse do povo, que, não podem se esquecer, é o seu patrão. Ao cidadão comum interessa o fim da crise. Cabe aos congressistas, com seu discernimento e ações, responder a essa aspiração. Depois de superada a fase do impeachment, não podem se esquecer das reformas de que o País necessita para recobrar o desenvolvimento e fortalecer a democracia. Este momento de ruptura é apenas o ponto de partida de um grande número de providências sem as quais o Brasil jamais chegará ao grande destino sonhado pela população. Os deputados precisam demonstrar a que vieram.

 

Dirceu Cardoso Gonçalves  aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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PÃO E CIRCO

Para quem conseguiu a proeza de falir uma loja de R$ 1,99 chamada "Pão e Circo", nada surpreende ver o "circo de horrores" que a presidente Dilma, com sua súcia, implantou no País. Agora, às portas de finalmente ser enxotada do poder, vem, de forma circense e patética, tendo ataques desesperados, como se nem suas doses diárias de Rivotril e Olanzapina mais fizessem efeito. Quanto ao "pão", acabou até mesmo a mortadela para seus "eleitores" milicianos que "espontaneamente" - com alguns reais e um lanchinho qualquer mais condução gratuita, claro - compareciam a seus atos de defesa. O povo acordou e não aceita mais pão e circo. Melancólico fim. Domingo há de ser um dia histórico!

Sergio Vivacqua de Medeiros Sergiovivacqua@ig.com.br

Rio de Janeiro 

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REGREDINDO

O Brasil está vivendo os idos dos anos 50. Parece-me que era Getúlio Vargas que propagava: ou o Brasil acaba com a saúva ou a saúva acaba com o Brasil. Estamos regredindo.

Antonio Carlos Tuta de Oliveira esctuta@uol.com.br

Avaré

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APOCALIPSE EVITÁVEL

É preocupante pensar no provável cenário para a evolução da atual crise política. Afinal, o sucessor de Dilma, após sua saída por impeachment ou outro motivo, herdará um país arruinado por quatro mandatos de lulopetismo. As duras e inevitáveis medidas a tomar na tentativa de tirá-lo do rumo do caos iminente e direcioná-lo novamente ao caminho do desenvolvimento manterão ou agravarão por muito tempo a já ruim situação de milhões de pessoas. O PT ou o novo partido que o suceder em caso de merecida extinção, então na oposição, saberá explorar com sua habitual competência tal situação, jogando nas costas do sucessor de Dilma a responsabilidade das consequências também inevitáveis das medidas corretivas. O novo "Feira" saberá, certamente, explorar muito bem a comparação das "maravilhas" da situação da sociedade nos primeiros mandatos de Lula com a sua "penúria" sob o mandato do sucessor de Dilma. Prenúncio de vitória de Lula em 2018? Apocalipse provável, já que boa parte do eleitorado brasileiro tem memória curta, não tem capacidade de associar causa e efeito e pode trocar seu voto por um sanduíche de mortadela. A única alternativa a este cenário está, feliz ou infelizmente, nas mãos do Judiciário, qualquer que seja a instância. Lula é o PT, que nada é sem Lula. Basta que os senhores juízes cumpram seu papel constitucional, não obstruindo as ações da Lava Jato e dando a este senhor o justo tratamento, julgamento e apenação. Afinal, sobram motivos para tirá-lo da vida pública, mantendo-o na cadeia por longo tempo e deixando o País a salvo.  

Lazar Krym lkrym@terra.com.br

São Paulo

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DESCIDA DA RAMPA

Caso dona Dilma não tenha companhia para descer a rampa do Planalto, sugiro que o faça com "aquelle", e de cabeça erguida, tal qual feito pelo "aliado" de hoje.

Guto Pacheco jam.pacheco@uol.com.br

São Paulo 

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AINDA?

Alguns políticos ainda se dizem "indecisos" quanto ao impeachment de Dilma, mas, a explicação para isso é óbvia: com a demora, aumentam os valores a serem pagos pelo governo, desesperado em comprar os votos contra o impeachment, ou para faltar no dia da votação, adoentados pela chikungunya. 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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SEM MAIS TEMPO

Diante de tamanhas evidências sobre o crime cometido pela presidente Dilma, questiono-me sobre o que mantém deputados ainda "indecisos", diante do voto a ser proferido na Câmara. Os definidos pelo governo - por ideologia ou rabo preso -, nem vou comentar. Mas não é possível haver indecisão ainda. Talvez os "indecisos" estejam acenando ao governo com a possibilidade de votar por ele, caso recebam um agrado graúdo. Senão, talvez votem contra o governo. Se assim for, se precificaram, acima de sua moral.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

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AUTOCONDENAÇÃO

Senhores congressistas que são contra o impeachment, já pensaram que o Brasil está se autocondenando à insignificância perante as demais nações com a continuação da forma medíocre, irresponsável, fisiológica e corrupta de governar, que são marcas dos governos de Dilma e de Lula?

José J. Rosa jjrosa1945@yahoo.com.br

São Paulo 

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IMPEACHMENT

Acorde, Brasil! Vem aí o julgamento pelo plenário da Câmara federal do impeachment para tirar a presidente Dilma Rousseff do cargo e afastar do poder o nefasto PT. Se querem um Brasil melhor, é preciso uma mobilização total e sem tréguas a fim de que nossos políticos a favor do impeachment não mudem de ideia e também não partam para o "já ganhamos".

 

José Millei millei.jose@gmail.com

São Paulo

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ÚLTIMO CAPÍTULO

Após a saída do PP e do PSD, não tem mais jeito: é "tchau, querida!". 

Paulo de Tarso Abrão ptabrao@uol.com.br

São Paulo

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HÁ GOVERNO?

Dilma não governa mais. Seu tempo é tomado por comícios sob os mais variados pretextos. Lembra aquele personagem que subiu no banco, começou a falar para a turma que se fez à volta dele e não parou mais. Se os assuntos são irrelevantes, sua notória falta de articulação e conexão de ideias no discurso deixa a audiência perplexa. Os selfies com participantes salvam a Pátria. A CPMF, impopular, foi substituída pela entrega de dinheiro fácil a parlamentares que apoiem sua permanência no poder. Lula articula a política nos bastidores, mais precisamente num quarto de hotel em Brasília. Fala-se o tempo todo em golpe, palavra forte, provavelmente pescada por um marqueteiro esperto. Mal sabe ele que o golpe será de sorte para a sobrevivência do PT se este governo cair, como espera a maioria do povo. Ser oposição será uma loteria para quem fomentou a desordem em que vivemos e não pode mais andar nas ruas sem ser hostilizado.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

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ANO DE ELEIÇÕES MUNICIPAIS

Lembrando que estamos a cerca de seis meses das eleições municipais, torno pública minha decisão de, no pleito de outubro, somente votar em candidatos e partidos que apoiem o impeachment de Dilma Rousseff. Candidatos e partidos que não apoiarem este impeachment tão importante para o País serão sumamente ignorados por mim quando eu estiver em frente à urna.

Carlos da Silva Dunham caduque.pezao@gmail.com

São Paulo 

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PIOR A EMENDA QUE O SONETO

Estão totalmente enganados os cidadãos e cidadãs que acreditam que só o impeachment de Dilma Rousseff vai colocar o Brasil em seu verdadeiro lugar. O Brasil com Michel Temer na Presidência da República, Renan Calheiros na presidência do Senado e Eduardo Cunha na presidência da Câmara vai caminhar mais rápido ainda para o fundo do poço. O Brasil precisa mesmo é de uma intervenção urgente, com o fechamento do Congresso Nacional e a programação de uma eleição para um prazo bem curto de tempo. 

Leônidas Marques leo.marques.vr@gmail.com

Volta Redonda (RJ)

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MEU CELULAR

Dilma foi e é um desastre, mas, se Temer virar presidente, melhor, antes de mais nada, aprender a mexer no próprio celular.

Elisabeth Migliavacca elisabeth448@gmail.com

São Paulo

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'GRAVIDADE TUCANA'

Como nos explicou em seu artigo "Gravidade tucana", publicado na edição de 11/4 (página A6) deste jornal, o colunista José Roberto de Toledo, com a sua conhecida competência, disserta sobre a falta de visão tucana no desejo de tirar Dilma e Michel Temer dos cargos que ocupam via Justiça Eleitoral. Os tucanos mais uma vez erram no alvo se quiserem, via Temer, se sentar na cadeira presidencial, pois recente pesquisa mostra que "a diferença entre Temer e Dilma em tamanho da torcida por seu afastamento está na margem de erro: 58% a 61%. Isto é, estão tecnicamente empatados, e nem poderia ser diferente, perante o eleitorado brasileiro, que, ao contrário do que pensam os políticos, ainda sonha com um futuro melhor para o povo brasileiro. Em sã consciência, se Michel Temer estivesse atento às suas responsabilidades e preocupado em ajudar a presidente da República com a qual foi eleito, jamais teria indicado no início do segundo mandato para ser ministro da Secretaria dos Portos o deputado Edinho Araujo, infrator da conhecida Lei da Ficha Limpa, condenado em primeira e segunda instâncias por improbidade administrativa, além de ter suas contas desaprovadas pelo TCE-SP e confirmadas pela Câmara Municipal da cidade de São José do Rio Preto (SP). Claro está que Michel Temer começava a preparar o terreno para escandalizar ainda mais o governo da senhora Dilma Rousseff, em quem não votei e acho que o impeachment é uma necessidade para o bem do Brasil. Todavia, se assumir o vice-presidente, com toda certeza, estaremos trocando seis por meia dúzia mesmo. O Brasil tem necessidade urgente de ser passado a limpo, isto é, desinfetado de norte a sul. É preciso que Deus volte a ser brasileiro também. 

Lucas Alves dos Santos dossantoslucasalves@yahoo.com.br

São Paulo

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GOLPISMO

Dona Dilma está, há dias, berrando histérica e descontroladamente, bradando que existe "golpe" contra quem foi eleita para governar. Desde que assumiu o segundo mandato, que para conquistar ela conjurou as forças do mal, os índices econômicos despencaram assustadoramente, com a inflação corroendo salários, empresas fechando suas portas e desemprego crescente, sem contar a corrupção, que suga a energia financeira da saúde, da educação, da segurança, etc. O que a sra. Rousseff entende por governar para a ordem e o progresso da Nação? É fazer do seu local de "trabalho" um palanque para desordeiros que ameaçam usar armas ou pôr fogo no País? É acoitar aproveitadores e defender bandidos? É golpismo querer ver o País sair do buraco negro em que se encontra por causa da incomPeTência e desordem que se instalou?

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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DESTEMPERANÇA

Em notório descontrole emocional, Dilma rotulou Temer e Cunha de "chefe e vice-chefe do gabinete do golpe". A continuar nesse ritmo de destemperança, ela acabará por chamar o Palácio da Alvorada de "Palácio do Palanque".

Luís Lago luislago2002@hotmail.com

São Paulo 

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CHEFIA

Melhor se chefe de golpe do que chefe de quadrilha.

Frederico d'Avila fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

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ÁUDIOS 

A meu ver, foi bem inoportuno o "vazamento" do áudio de Michel Temer. Mas há que comparar seu conteúdo com o dos áudios vazados das conversas de Lula com Dilma e com outros "petralhas". O de Temer se refere a hipotético plano de governo. Já os demais, como era de esperar, primam por planejar também. Só que ações que são óbvias afrontas às leis e à ordem jurídica, além de serem verdadeiras aulas de impropérios, grosserias, desrespeito, palavrões, xingamentos e vai por aí. Ou seja, nada a estranhar.

Lazar Krym lkrym@terra.com.br

São Paulo

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SOBRAS

Dilma pretende fazer um "pacto para governabilidade", se passar pelo impeachment. Depois de tudo o que ela já falou, não pensei que ainda teria mentiras no estoque.

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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O PALÁCIO TOMADO

O PT e a presidente Dilma transformaram o Palácio do Planalto num quartel, como se fosse a última trincheira. Em seus pronunciamentos, chega a ser patética. A claque é contratada para fazer o seu papel. A presidente para o pronunciamento e este é o sinal para a claque bater palmas, gritar "não vai ter golpe", além de outras manifestações. É sintomático. A presidente para de falar, deliberadamente, e entra a claque. É o sinal. Beira o ridículo.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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PALHAÇADA

Dilma, depois de verdadeiras palhaçadas, transformou o Palácio do Planalto num verdadeiro circo. Suas palestras confirmam sua total falta de capacidade para administrar o País. Para completar, montou um outro circo ao lado, num hotel de luxo, e colocou ali o palhaço maior: Lula da Silva. 

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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BOCA DE FOGO

A presidente Dilma é a própria personagem da novela "Êta Mundo Bom", a Cunegundes, mal educada, endividada até a raiz dos cabelos, irritada e mentirosa. Ainda assim, recusa ajuda desconfiando dos outros. Pelo linguajar, cabe exatamente o nome de boca de fogo (da personagem). Quem está ao seu lado sabe que isso é verdade.

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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DESTEMPERO

Diariamente a presidente "virtual" nos agride com seus discursos destemperados, dementes e mentirosos obrados no Palácio do Planalto para uma plateia composta de militantes petoesquerdistas e amplamente divulgados pelos tíbios meios de comunicação. Passará à história pela sua abissal incompetência, ideologia malsã e convivência com um partido composto por pessoas de comportamento bandido, mau carácter absoluto e ratos agressivos. E um trocadilho definitivo e definidor de sua atuação seria Dilma Vana Rousseff, "quid vana verba loqueris?" (por que dizes palavras vãs?).

 

Alexandre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br

São Paulo

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BRAVATAS

A president-a (porque president-e nunca foi) vive alardeando ser "golpe" destituir uma president-a eleita por 54 milhões de votos. O que ela não percebe é que está prestes a ser destituída por um Congresso eleito por mais de 100 milhões de votos, representando, portanto, a vontade atual do povo brasileiro. Fora!

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

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PRESIDENTE, POUPE SEU FÍGADO

Presidente, por que sofrer tanto, fazer estes discursos destemperados? A maioria já abandonou o barco, portanto, por que não parafrasear o imperador Dom Pedro I: Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fui? E, por favor, não esqueça de levar seu guru junto.

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo 

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GESTO DE GRANDEZA

Sra. presidente, estamos numa crise sem perspectivas de melhoria, a não ser que haja uma grande mudança política. Por favor, pelo bem do Brasil, renuncie, pois assim sairá com um gesto de grandeza e por ele será lembrada, em vez de se rebaixar ao ser impedida.

Valdemar W. Setzer  vwsetzer@ime.usp.br

São Paulo

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INSULTO

Em ato organizado com a presença de movimentos populares pró-PT, além de Chico Buarque, em mais um de seus discursos "me engana que eu gosto", Lula revelou novamente o traço obscuro de sua personalidade machista e coronelista: "Não estamos só defendendo o mandato da Dilma. A gente está defendendo a honra das mulheres brasileiras, que sempre foram objeto de cama e mesa neste país". Faltou acrescentar o "de banho". Como sou mulher brasileira, respondo a este senhor que não me inclua em suas divagações pseudodemocráticas, projetando o seu subconsciente a todos, na vã tentativa de arregimentar algumas desavisadas para a sua manada. Não tenho o "grelo duro" nem fui cercada por homens com cérebro cheirando a naftalina, como aqueles que deliraram com este seu palavreado do século 19, mas cujo discursador continua usufruindo de todas as benesses "ocultas" do século atual! E sem reclamar.

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

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'IMPRENSA MOUCA, REPÚBLICA LOUCA'

Sempre leio com atenção os artigos de Eugênio Bucci. Com eles olho a realidade através de seus olhos. Mas, no artigo de ontem ("Imprensa mouca, República louca", 14/4, A2), não pude fazer isso. Acompanho e participo do processo político e vejo a história desenrolar rapidamente à nossa frente, sem o mínimo controle. Leio e ouço ponderações de todos os lados. Uso minha experiência como fiel da balança de quem viveu num país com ditadura e, a seguir, com hiperinflação. Portanto, não concordo com as ponderações do jornalista. A imprensa escrita e televisiva dá a palavra para todos os lados e quando leio editoriais criticando o governo, deixando clara a posição dos editores, considero importante e os vejo exercendo a nobre profissão do jornalismo. Pergunto a Eugênio Bucci quantos entre os 200 milhões de brasileiros leem jornais, e digo-lhe, estes que os leem querem informações e formarão suas próprias opiniões, independentemente das dos editores. 

Nelson Mattioli Leite nelsonmattioli@icloud.com

São Paulo

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ESTULTICE

Fiquei estupefato ao ler artigo do sr. Eugênio Bucci (14/4, A2). Então quer dizer que o ponto de vista de criminosos deve ser respeitado e divulgado como se fosse direito de resposta ou de defesa? Caro professor, estamos diante do maior caso de roubalheira da história do Brasil, quiçá mundial, e o sr. defendendo que os argumentos dos dois lados têm de ser divulgados. Sugiro que o sr. faça uma entrevista com Suzanne Richtoffen e quem sabe ela dê alguns argumentos "plausíveis" que justifiquem o crime por ela cometido. Posteriormente, coloque em sua pauta uma sabatina com o Maníaco do Parque. Deve estar cheio das razões. Ora, valha-me Deus, sr. Bucci! Poupe seus alunos de tamanha estultice.

Edmir de Machado Moura negrinho10@hotmail.com

Caçapava

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BUCCI, O MOUCO

Afinal, o que deseja o sr. Bucci no seu estranho artigo ("Imprensa mouca, República louca", 14/4, A2)? Ao contrário do que afirma, a imprensa, o rádio e a TV têm dado copiosa divulgação à "opinião" dos interessados em manter o PT e dona Dilma no poder. Mais do que opinião, discursos histéricos eivados de erros de facto, de distorções maliciosas de fatos e verdades jurídicas, mentiras absurdas, conclamações à desordem e à violência são, farta e diariamente, divulgados pelos órgão de informação. A todos os que desejam um basta à devassa manipulação econômica e política do Estado, o fim da sórdida incompetência devastadora da União são chamados de golpistas em dementes perorações dos líderes Dilma e Lula e de porta-vozes de aluguel, como o sr. Cardozo, ex-ministro da Justiça e atual advogado-geral da União.  Em todos os órgãos de informação, em fiel cumprimento ao princípio de "ouvir a outra parte", é dada livre e copiosa veiculação ao que o Palácio do Planalto e a República petista reputam com verdade. O "Jornal Nacional", o noticioso de maior audiência no País, dia destes dedicou mais de 10% do seu tempo de edição ao deplorável e histérico discurso do sr. Cardozo perpetrado em  defesa do movimento a que chamam "não haverá golpe". Tenho para mim que o sr. Bucci não lê o jornal em que escreve. Se o fizesse, não publicaria em suas páginas sandices do tipo que mancham a edição de ontem do venerável e respeitável órgão de imprensa. 

Alexandre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br

São Paulo

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PROFECIAS DE CHICO

Apesar da defesa que faz do PT e de seus marginais, em muitas de suas letras o cantor Chico Buarque profetizou o que iria ocorrer e ainda ocorre neste fim da era petista. Vejamos alguns poucos exemplos em versos das letras de: 1) "João e Maria": "Agora eu era o rei... / E você era princesa que eu fiz coroar / Era tão linda de se admirar / Que andava nua pelo meu país". 2) "Maninha": "Se lembra do jardim, oh maninha / Coberto de flor / Agora só dá erva daninha / No chão que ele pisou". 3) "Geni e o Zepelim": "Joga pedra na Geni / Joga bosta na Geni / Ela é feita pra apanhar / Ela é feita pra cuspir". E, para finalizar, "Apesar de Você": "Apesar de você / Amanhã há de ser / Outro dia / Eu pergunto a você / Onde vai se esconder / da enorme euforia".

Carlos Alberto Roxo roxo.sete@gmail.com

São Paulo

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'A REVOLUÇÃO DOS BICHOS'

Diante da atuação de certos personagens que durante o regime militar diziam ter lutado pela democracia e por uma sociedade economicamente mais igualitária, e que agora atuam em sentido diametralmente oposto, seja nos escândalos do mensalão e do petrolão, seja na demagógica acusação de que impeachment sem crime de responsabilidade é golpe, como se os três juristas dignos de todo o nosso respeito não tivessem estofo intelectual para elaborar a peça que assinaram, e ainda, com a construção de um muro para a separação entre os que apoiam e os que não apoiam este impeachment, cada vez mais forte me vem a lembrança de uma obra que deveria ser um livro de cabeceira para os brasileiros bem intencionados: "A Revolução dos Bichos", obra magnífica de George Orwell que,   com visão profética,  muito contribuiu para ajudar a  desmascarar os pseudossalvadores do povo, os pseudojuristas que encontram brechas nas leis para respaldar criminosos dos bens públicos, os pseudointelectuais que dizem odiar a classe média,  isso porque a classe média enxerga e não acredita em suas lorotas os pseudoartistas que se prestam a distrair os manipulados, emporcalhando suas biografias! Não vamos nos dispersar, não vamos mais permitir que, após chegar ao poder, os porcos se banqueteiem em total desprezo pelos demais bichos da fazenda.  

Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br

Itanhaém

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ZIKA VÍRUS E O IMPEACHMENT

Se existe golpe ou não, como dizem os governistas, só o fato de a saúde pública brasileira estar em frangalhos, como hoje, já justificaria tal "golpe". Desde o primeiro mandato do ex-presidente Lula, em que a CPMF, criada para ser aplicada na saúde pública, serviu apenas para fazer superávit primário, deixando de investir em melhorias na saúde pública, os resultados foram se avolumando, culminando agora em mais uma doença autoimune associada ao zika vírus. Além da síndrome de Guillain-Barré, outras doenças que atacam o sistema nervoso central estão sendo associadas. Vale lembrar que durante todos estes anos o governo gastou milhões em propaganda política, enaltecendo a si mesmo. Mas, como prevenção ao Aedes aegypti, principal transmissor, as verbas só foram caindo. Para nós, brasileiros, só isso já vale o impeachment, porque causou assassinatos em massa.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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O MST NO DOMINGO

O Movimento dos Sem-Terra (MST) anunciou que vai bloquear rodovias no domingo. Na minha opinião, esse grupo de "bandidos" financiados pelo PT, que já arrumou muita confusão e invasões neste país, só tem um jeito: se eles quiserem bloquear as principais rodovias estaduais e federais do País, que se coloquem o Exército nas estradas também. Quero ver quem é mais forte.

César R. Alves Moreira caesar.joi@terra.com.br

Joinville (SC)

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NÃO EXISTE ALMOÇO GRÁTIS

Os "trabalhadores" dos movimentos sociais estão acampados em Brasília desde segunda-feira e vão permanecer ali até domingo. Mas, para cada pessoa que recebe sem trabalhar, é necessário ter outra pessoa que trabalhe sem receber...

Giampiero Giorgetti giampiero@falcare.com.br 

São Paulo

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A CIDADE E A IDEOLOGIA

A cada momento São Paulo se torna uma cidade mais feia, pichada indiscriminadamente, mas eis que se reúne a desconhecida Comissão de Proteção à Paisagem Urbana da Municipalidade, um grupo de omissos, estimulado pelo Sindicato dos Advogados de São Paulo, hoje, a exemplo da UNE, aparelhado pelo lulopetismo, e impõe restrição aos signos políticos inseridos no prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), ao arrepio do direito elementar de expressão do pensamento.  Esses são os democratas que invocam a democracia - "não vai ter golpe" - como meio de domínio e opressão, não como fórmula política das liberdades públicas. 

  

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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LOBOS EM PELE DE CORDEIROS

Gostaria de cumprimentar o senhor Celso Ming pelo artigo "O pato e os empresários" (13/4, B2). De maneira clara, demonstrou que as entidades representativas dos empresários apoiaram e aprovaram a política denominada de "nova matriz econômica", que desorganizou a economia do País.

Marcos Sanches mvasanches@gmail.com

São Paulo

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