Fórum dos leitores

"ESTADÃO" RENOVADO

, O Estadao de S.Paulo

15 Março 2010 | 00h00

Cara nova

Ontem o Estadão amanheceu de cara nova. Com tanta seriedade e credibilidade que esse jornal possui, nem seria necessária a cara nova. De qualquer modo, como assinante, meu muito obrigado.

VIRGÍLIO MELHADO PASSONI mmpassoni@gmail.com

Praia Grande

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Sempre...

Novo Estado. Velho Estado. Sempre. Gostei muito. Parabéns.

E. PARENTE RAMOS FILHO e.parenterf@gmail.com

São Paulo

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Parabéns!

Parabéns à equipe do Estado pela reforma gráfica. O jornal ficou ainda mais prazeroso de ler. Estou orgulhoso de ser assinante de um jornal que há 135 anos não para de nos surpreender.

ROSIVAL DOS SANTOS rosival@estadao.com.br

Mogi das Cruzes

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Jovialidade

Aos 135 anos o Estadão dá uma lição de jovialidade. Tanto a versão impressa como a digital aprimoraram o acesso à informação sem perder a confiabilidade. Parabéns e vida longa!

ELDER GADOTTI elderg@ig.com.br

Campos do Jordão

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Brilho

O novo projeto gráfico do Estado vai amenizar em muito o noticiário desastroso de todos os dias. O leitor terá um novo brilho nos olhos.

MANSOUR ELIAS KARMOUCHE, advogado trjc@bol.com.br

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Inovação

Parabéns ao Estado pela inovação! Brilhante, como sempre!

SIDNEY CANTILENA sidneycantilena@bol.com.br

São Paulo

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Caderno "Sabático"

Como leitor cotidiano do nosso Estadão, eu não poderia perder o lançamento do caderno Sabático. Parabéns pelo novo caderno e, sobretudo, pela entrevista com o ilustre escritor Umberto Eco. Estou 100% de acordo com a afirmação da sobrevivência do livro, apesar de todo o progresso da eletrônica. Da minha parte, tenho procurado manter o interesse - inclusive na Escola Superior de Propaganda e Marketing - por aquilo que chamo "o futuro da palavra impressa". Nesse contexto, experimentei tudo: o audiolivro, o livro para ler na tela do computador, comprei um kindle logo após o lançamento, mas nada substitui, para mim, o velho, querido e amigo livro impresso. Bem sei que a eletrônica, entre outros serviços, presta o da portabilidade. isto é, permite que uma biblioteca seja transportada num pequeno volume. Mas isso é outra coisa. Para ler mesmo, acho que sobreviverá para sempre, tal como pensa Umberto Eco, o livro impresso.

SAÏD FARHAT sfarhat@uol.com.br

São Paulo

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ADVOCACIA E OAB

Irretocável

Irretocável a manifestação/desabafo do advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira sobre a advocacia e a OAB ("Os dirigentes da Ordem se sentem mandatários da Nação", 12/3, A12).

WALTER PASCHOALICK CATHERINO, advogado walter.catherino@gmail.com

São Paulo

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Função social

Não é culpa exclusiva dos acadêmicos de Direito estarem afastados das bases humanistas e do espírito público que deve embasar o exercício da profissão do advogado. Afinal, a função social do advogado, prevista no Estatuto da Advocacia, também deve ser ensinada nas salas de aula. Por outro lado, a triste realidade estrutural de um Judiciário letárgico e ineficiente, acrescida dos notórios excessos patológicos do Legislativo e do Executivo, parece também contaminar a formação dos bacharéis, determinando-lhes uma visão profissional do "salve-se quem puder" e do "quanto pior, melhor".

GUSTAVO JUSTINO DE OLIVEIRA, professor de Direito Administrativo da USP

gustavo@justinodeoliveira.com.br

São Paulo

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Esclarecimento

Quero cumprimentar o repórter e o editor da entrevista publicada dia 12 pela fidelidade na reprodução das respostas. No entanto, gostaria de fazer uma única retificação: em nenhum momento afirmei estar desiludido com a profissão, como ficou constando logo no início da matéria. Vê-se ter sido a opinião do repórter, pois não está entre aspas nem a afirmação é a mim atribuída. Estou desiludido, sim, com os órgãos de classe e com seus dirigentes, especialmente os da Ordem dos Advogados, que não defendem os interesses da advocacia, preocupados que estão com questões globais e alguns, com objetivos diversos dos ligados à valorização e à defesa da advocacia.

ANTÔNIO C. MARIZ DE OLIVEIRA mariz@uol.com.br

São Paulo

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DEFENSORIA PÚBLICA

Mais vagas

As críticas do defensor público Renato Khair (12/3) não têm base na realidade, trazendo a inconveniente conotação política ao debate sobre um órgão essencial à sociedade, como é a Defensoria Pública. Ao contrário do que diz o militante, o governo do Estado tem apoiado a consolidação do órgão. Prova disso é que, em junho, o governador José Serra enviou à Assembleia Legislativa projeto de lei para a criação de mais cem vagas para defensores públicos do Estado. Esta é a terceira vez, em pouco mais de dois anos, que o governo do Estado autoriza a contratação de novos defensores. Criada há menos de quatro anos, a Defensoria Pública já conta com uma estrutura de cerca de 400 defensores atuando no Estado - número que subirá para 500 tão logo o projeto seja aprovado. Vale ressaltar que um defensor público do Estado nível 1 tem vencimentos de mais de R$ 7.350 - a tabela está publicada no Diário Oficial. No momento, mais de 95% da categoria tem vencimentos na faixa de R$ 7.350 e R$ 13.928. Esses valores estão longe de poderem ser considerados desprezíveis, muito menos pelos necessitados, a quem a Defensoria Pública tem o dever constitucional de atender.

FELIPE NEVES, assessor de Imprensa da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania

neves@sp.gov.br

São Paulo

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Governador do Rio se mobiliza para impedir mudança na divisão de recursos obtidos com o

TEMA DO DIA

A quem pertencem os royalties do pré-sal?

"Medida é democrática. Espero que o Senado a mantenha."

DANIEL BATISTA

"Atitude é idêntica à descoberta repentina de que um parente ficou rico. Os outros querem o dinheiro para gastar."

SEITE ANDO

"Tal conquista se deve ao investimento de todos os brasileiros na Petrobras. Por isso, estranho que governos estaduais arguam-se preferenciais no recebimento de royalties do pré-sal."

RONAN WITTEE

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