Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

22 Janeiro 2017 | 05h00

O destruidor de pontes

O mundo vai se tornar um lugar muito pior com a saída de Barack Obama e a entrada de Donald Trump no governo dos EUA. Sai um homem educado, honesto, respeitador, que conduziu com dignidade, competência e sem nenhuma mácula a maior economia do planeta, durante oito anos. Em seu lugar entra um homem grosseiro, racista, machista, sexista, picareta contumaz, com longo histórico de histórias mal contadas, falências fraudulentas, em que só ele saiu ganhando, uma pessoa que trata os outros como seres inferiores. Espero que o reinado de Trump seja breve, que a América acorde e corrija rapidamente o grande equívoco que foi eleger um cara que destrói pontes para construir muros.

MÁRIO BARILÁ FILHO

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo 

Discurso de posse

O discurso de posse do agora presidente dos EUA, Donald Trump, foi um verdadeiro festival de demagogia, populismo rasteiro e desrespeito a seu antecessor, que fez um excelente governo. Pelo que avalia o novo presidente da maior potência mundial, seu país está arrasado nas área de educação, saúde, segurança, transportes e qualquer outra que se possa lembrar. Precisa urgentemente construir pontes, viadutos, linhas férreas, aeroportos e navios. Se fosse para levar a sério o que ouvi, eu deveria dar graças a Deus por viver aqui, no Brasil.

ABEL PIRES RODRIGUES

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

Difícil tomar posição quanto ao novo e polêmico presidente americano. Mas uma de suas frases no discurso de posse foi sensacional e ficará na História: “Não importa se é o partido A ou o partido B que está no poder, importa saber se o partido que está no poder representa efetivamente o povo”. Parabéns pela magnífica visão.

JOÃO CRESTANA

j.torrear@uol.com.br

São Paulo

Rota de trabalho e renda

“Construiremos novas estradas, rodovias e pontes, aeroportos, túneis e ferrovias em toda a nossa maravilhosa nação”, disse Donald Trump na posse. Dentro do seu plano de tornar a América grande novamente, o republicano Trump usará uma estratégia comprovada, que também seu antecessor e adversário democrata, Barack Obama, aplicou para gerar emprego e renda, sair da crise e encontrar a estrada de volta ao desenvolvimento da economia americana. Aqui, no Brasil, essa verdade precisa ser mais divulgada e conhecida. A recuperação, a manutenção e a ampliação da infraestrutura de transportes são soluções eficientes e eficazes para gerar trabalho e renda, tão importantes neste momento para a nossa sociedade. As usinas de asfalto e de concreto, por exemplo, poderão criar uma extensa e diversificada lista de empregos, que beneficiam desde o pós-graduado doutor até o mais simples e indispensável trabalhador. São necessárias e urgentes ações e atitudes construtivas sobre um problema brasileiro do presente, a infraestrutura insuficiente, que poderão ser uma solução competente para o futuro, uma oportunidade coerente para ajudar a superar a crise. A discussão deve ser prática e objetiva, urgem soluções rápidas, mas não apressadas, que nos conduzam a um bom caminho, a um rumo certo e a um destino promissor para o Brasil. É preciso vontade política para acreditar no óbvio e pôr a engenharia como fator de progresso e melhoria.

PAULO CESAR BASTOS

paulocbastos@bol.com.br

Salvador

Só rindo

Com a troca no comando da mais poderosa nação do mundo, não sabemos se a administração do 45.º presidente americano será melhor ou pior do que o governo que sai. Mas uma coisa é certa: Donald Trump fará a alegria dos chargistas e humorista do mundo todo.

LUIZ THADEU NUNES E SILVA

luiz.thadeu@uol.com.br

São Luís (MA)

Piada pronta

Se Trump falhar, todos nós pagaremos o pato (Donald).

ROBERTO TWIASCHOR

rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

De volta pro aconchego

Será que a mudança de Obama para sua casa envolveu o aluguel de 11 caminhões e outros tantos contêineres para transportar todos os presentes que ganhou nos oito anos de Casa Branca?

ROBERTO CARDIERI FERREIRA

roberto1283@terra.com.br

Ilha Solteira

FATALIDADES

Morte de Teori

Os acidentes aéreos têm vitimado algumas importantes lideranças em momentos decisivos. Ou será mera impressão? Porque, às portas de ir muito bem ou até de vencer a última eleição presidencial, morreu de forma trágica Eduardo Campos. Às portas de fazer um bom trabalho no âmbito dessa sujeira inominável da Lava Jato, vai para o além o ministro Teori Zavascki. Quem será a próxima vítima? Não de alguém, mas de um desastre. Sem teorias conspiratórias. Afinal, acidentes aéreos acontecem. 

VANDERLEI DE LIMA

toppaz1@gmail.com

Amparo

A perplexidade com o acidente do ministro Teori Zavascki nos deixa com um aziago sentimento de dias agourentos e imprevisíveis. Antes foi Eduardo Campos, agora foi Teori Zavascki vítima de acidente aéreo. Campos deixou em sobressalto os candidatos ditos preferidos da época. A morte de Teori vai premiar por mais um longo tempo a claque política corrupta que aguarda a homologação das delações da Odebrecht. O País perde um grande jurista e a bandidagem de colarinho branco ganha uma sobrevida. Infortúnio de um, satisfação de muitos. 

ALOISIO DE LUCCA

aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira 

Teoria da conspiração

Por algumas horas lemos sensacionalistas afirmando que interessados haviam planejado o acidente com a aeronave. Temos de agradecer às duas testemunhas oculares que com a mesma linha de narração contam que o avião, ao fazer uma curva em baixa altitude, acabou por chocar a asa direita contra o mar. 

GABRIEL MAMERE NETO

gmamere@terra.com.br

Barueri 

No creo en brujas, pero...

Teori Zavascki, figura admirável na condução de seu trabalho como relator da Lava Jato! O povo brasileiro exige investigações cabais sobre essa morte, que acontece bem neste momento crítico que vive o País.

LILIA M.F.HOFFMANN

liliahoffmann@yahoo.com.br

São Paulo

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DEMAGOGO OU DITADOR?

Durante o seu discurso de posse, na sexta-feira, Donald Trump afirmou que “juntos vamos determinar o curso da América e de todo o mundo por muitos anos”. O que será que ele quis dizer com este “juntos”? Ele e o povo americano ou ele e Vladimir Putin, presidente da Rússia? Afinal de contas, Trump foi eleito para governar os Estados Unidos ou o mundo? Ou ele é um demagogo louco ou é mais um ditador que precisa ter suas asinhas aparadas o mais rapidamente possível.

Maria C. Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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DISCURSO DE POSSE

Este discursinho populista de Trump tomando posse foi a coisa mais ordinária que o mundo ouviu, depois dos discursos baratos de Lula. Cada país tem o demagogo que merece.

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

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DUAS DATAS, DUAS TRAGÉDIAS

Duas datas: 19 e 20 de janeiro de 2017. Duas tragédias: uma, no Brasil, no dia 19, com a morte do ministro Teori Zavascki. A outra, no dia 20, com a posse de Donald Trump na presidência dos Estados Unidos.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

 

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TEORI ALBINO ZAVASCKI

A Academia Paulista de Letras Jurídicas (APLJ), com profundo pesar, se associa às manifestações pela trágica morte do ministro Teori Zavascki. Notável saber jurídico e reputação ilibada caracterizaram a vida jurídica do ministro. Teori Albino Zavascki, 68, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator do principal processo da Operação Lava Jato, morreu no começo da tarde de quinta-feira, na queda de um avião nas proximidades de Paraty (RJ). Foi um magistrado e honrou a toga que vestiu.

Ruy Martins Altenfelder Silva, presidente presidencia@aplj.org.br

São Paulo

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A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), com profundo pesar, lamenta a morte do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, num trágico acidente aéreo na quinta-feira. Como relator da Lava Jato, Zavascki vinha conduzindo com exemplar firmeza e seriedade os processos da operação e desempenhando papel decisivo no combate à corrupção no Brasil. Teve também uma trajetória reta e brilhante na magistratura judicial. Que recebam a família, amigos e o STF condolências e solidariedade de todos os procuradores da República.

José Robalinho Cavalcanti, presidente imprensa@anpr.org.br

Brasília

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A Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais (Anadef) manifesta profundo pesar pelo falecimento do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), após trágico acidente na tarde de quinta-feira. Enquanto ilibado membro da Corte Suprema, Teori Zavascki demonstrou conduta idônea ao arbitrar sobre as mais diversas matérias, representando, nesta data, grande perda para a nação à qual deu tantas contribuições. A Anadef se solidariza à família do ministro e aos familiares das demais vítimas do acidente e estima seus mais sinceros sentimentos.

Michelle Leite, presidente  taise.borges@inpresspni.com.br

Brasília

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O Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD) manifesta seu imenso pesar pela morte do ministro Teori Zavascki. Magistrado de conduta irrepreensível, reconhecido saber jurídico e admirável serenidade e discrição, é exemplo a ser seguido, que elevou nosso país enquanto no exercício público. Nossas sinceras condolências aos cidadãos brasileiros, familiares e colegas de Corte.

Fábio Tofic Simantob, diretor presidente iddd@iddd.org.br

São Paulo

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O Brasil perde um homem público que exerceu a magistratura com elevado senso de responsabilidade, imparcialidade e ética. Teori Zavascki deixa um legado que representa uma inspiração para todos os que lutam pela Justiça.

Carlos Mourão, presidente da Associação Nacional dos Procuradores Municipais (ANPM) paulaquintas@lscomunicacao.com

São Paulo

 

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TRÁGICA PERDA

Um minuto de respeitoso e doloroso silêncio do País fortemente impactado e consternado pela trágica perda do ministro Teori Zavascki nas águas de Paraty. Que, em sua honra e homenagem, a Operação Lava Jato prossiga com a mesma rigidez e celeridade e logre chegar ao seu término sem o perecimento do Direito, pondo atrás das grades os culpados pelo maior escândalo de corrupção da história do Brasil. Viva Teori Zavascki!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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AUTORIDADE NO PLENÁRIO

O discreto ministro Teori Zavascki, que unia extraordinário poder de concisão a um saber técnico irrepreensível, tornou-se uma espécie de autoridade tácita no plenário do STF. Sem dúvida alguma, uma perda significativa para o País.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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JUSTIÇA

Num país como o Brasil, onde existem escassez de Teoris Zavasckis e excesso de Renans Calheiros, a perda do ilustre, justo e honrado ministro empobreceu um pouco mais o nosso Judiciário. A nós, o povo, cabe apenas orar e pedir a Deus que conforte o coração de seus filhos e familiares. Quanto aos culpados, se é que eles existem, pedimos também a Deus que os aponte, que mostre seus rastros para que a Justiça (dos homens) seja feita, pois a de Deus não temos dúvidas de que será feita.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

 

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SEM PRESSA, SEM PRAZO

Quando seu time está perdendo e acaba a luz no meio do jogo, é sempre vislumbrada uma oportunidade, uma chance de virar o jogo de alguma forma. A morte do ministro que poderia colocar todo mundo na cadeia amanhã representa uma oportunidade de ouro para os criminosos – no mínimo terão muito mais tempo antes de suas condenações. O presidente Temer, ele mesmo citado em todas as delações, irá escolher com toda a calma do mundo o novo juiz. Sem pressa e sem prazo, essa escolha levará vários meses. O novo juiz certamente irá pedir vistas do processo todo, sem pressa e sem prazo. O morte do ministro Teori Zavascki joga a conclusão da Operação Lava Jato para bem depois das próximas eleições em 2018, e muita gente deve estar muito feliz com isso.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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O PAÍS TEM PRESSA

Deus salve o Brasil! Já que não temos os poderes constituídos aptos para defender o País da depredação pública que sofremos durante os 13 anos de mandatos do partido 13, e nossas Forças Armadas dormem em berço esplêndido esperando que o povo faça a sua obrigação de defender a pátria, sofremos o grande golpe no Poder Judiciário com a tragédia sofrida pelo ministro relator da Lava Jato, Teori Zavascki, falecido no acidente aéreo de quinta-feira na cidade de Paraty (RJ). Não podemos ficar parados no tempo esperando por ajuda milagrosa e sem mérito! Que tal começarmos desde já a nos movimentar para ajudar o grande juiz Sérgio Moro a não deixar cair a peteca que estava bem segura pelo ex-ministro relator?

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

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MAU TEMPO

A falta de consulta ao mapa meteorológico por aeronaves de pequeno porte em trechos curtos de viagem é muito comum no Brasil. Em condições extremas desfavoráveis, um pequeno avião poderia entrar na estatística de acidentes aéreos apenas se prejudicada a estabilidade da aeronave e se afetada a sustentação do aparelho ao ficar retido em meio à tempestade e não ter radar meteorológico. De qualquer forma, teremos de aguardar as investigações sigilosas e as conclusões oficiais do laudo sobre a razão da queda do avião em Paraty.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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BRASIL DE LUTO E A POLITICALHA ALEGRE

O Brasil está de luto com a inesperada e trágica morte do ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki, que era relator da Lava Jato. Por outro lado, aqueles que fazem parte da “politicalha” no País estão alegres com os acontecimentos, que trarão atrasos aos trabalhos. O povo brasileiro espera com ansiedade que a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, resolva a crise dentro do próprio tribunal, excluindo, logicamente, dessa relatoria herdada os ministros Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski, ou, até, que designe o ministro Luis Roberto Barroso para assumir esse passivo, conforme determina, pela ordem, o Regimento Interno da Casa. Aliás, já houve essa orientação por parte do ministro Gilmar Mendes quando da morte do ministro Menezes Direito nos idos de 2009. Todavia, na impossibilidade, espera-se que o presidente Michel Temer nomeie o mais rápido possível o juiz Sérgio Moro para a vaga aberta, apesar da resistência que deve acontecer pelos senadores da “politicalha corrupta”. Coragem, Michel Temer, o Brasil aguarda esperançoso e não pode esperar mais!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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LEMBRETE

Não foi o senador Romero Jucá que foi flagrado numa gravação com o ex-presidente da Transpetro Sergio Machado, na qual sugeriu um pacto com o Supremo Tribunal Federal? “Tem de resolver essa porra” (...) “temos de estancar essa sangria”. Na citada gravação, Jucá falou sobre a necessidade de brecar as investigações da Lava Jato e, citando o STF, conta que tinha “poucos caras ali” aos quais não teria acesso, e um deles seria Teori Zavascki...

Arnaldo Luiz de Oliveira Filho arluolf@hotmail.com

Itapeva

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CAPÍTULO DA HISTÓRIA

Irreparável a perda do ministro Teori Zavascki. Pela figura humana, em primeiro lugar, logicamente, e pelo profissional com tamanha importância que o ministro tinha. Zavascki estava prestes a escrever um importante capítulo da História do Brasil, de um “livro raro” que trata da limpeza da corrupção. Resta saber se foi um infortúnio do destino ou pesou a mão de alguém – ainda mais – envolvido na sujeira que está por vir à tona.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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A LAVA JATO JÁ ERA

Com a morte de Teori Zavascki, ninguém pode negar que o PT e sua gente não tenham muita sorte, incluindo aí aqueles que já estão presos e os que estão em vias de sê-lo. As delações da Odebrecht e a divulgação da lista dos megapolíticos envolvidos em todo tipo de maracutaias deverão atrasar não dias, não semanas, não meses, mas anos. Pura e simples. Quem viver verá!

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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COISA DO DEMO

A queda do avião que levava o ministro Teori Zavascki deve ser coisa do exu de Garanhuns, é coisa do demo!

Oscar Muller oscarmuller2211@gmail.com

São Paulo

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TEORI

Pago um sorvete a quem adivinhar quem será o próximo...

Artur Topgian topgian.advogados@terra.com.br

São Paulo

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UMA QUESTÃO DE TIMING

O coordenador da Operação Lava Jato, o delegado federal Maurício Mascardi Grillo, em recente entrevista a uma revista semanal de grande circulação, declarou que a Polícia Federal perdeu o “timing” para prender o ex-presidente Lula, como se esse “impulso” inglês fosse um fator capaz de superar todas as evidências contidas no sítio de Atibaia e no lindo panorama descortinado do tríplex do Guarujá. Lula foi indiciado e, tendo se tornado réu por cinco vezes na Lava Jato, só não foi condenado até agora porque falta timing na Polícia Federal, mas é certo que sobram argumentos. Se apenas um só fosse colocado no prato de uma balança: “Prenda-se o indivíduo que durante 13 anos levou uma nação que figurou entre as cinco economias mundiais a uma republiqueta sem personalidade, concubinando com líderes bolivarianos vermelhos que tiraram da dupla Lula-Dilma condições financeiras para alavancarem a sua infraestrutura nos portos, estradas e aeroportos, além do indulto do perdão de dívidas financeiras como nos casos de países africanos de regimes trogloditas. Para a Polícia Federal parece ser mais amena, mas não menos espetaculosa, a prisão de executivos das empreiteiras que, por representarem o vértice da pirâmide social, causam maior impacto. A prisão de um milionário sempre lava a alma do “zé povinho”. Só esperamos é que o condutor da Lava Jato, até agora tietado como um “El Cid, o Campeador”, não venha nos mostrar a armadura de um Dom Quixote de La Mancha, um cavaleiro da triste figura. Lula brinca com a Justiça ao ameaçar voltar para (estrondosa gargalhada) consertar o Brasil.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

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O PRÍNCIPE, ENFIM, FALA

“Entre o meu legado, eu acho que tem valores, inclusive morais, dos quais eu nunca abrirei mão. Eu diria que entre esses valores, eu, desde criança, quando, lá em casa, as minhas meninas tinham discussão e tinham uma briga, eu dizia: ‘Olha, quem fez isso?’. Eu diria o seguinte: eu talvez brigasse mais com quem dedurou do que com aquele que fez o fato”, disse Marcelo Odebrecht, em setembro de 2015. Após algum tempo, Marcelo, incentivado por seu pai, Emílio, resolveu celebrar um acordo de delação, que despendeu, além de muito tempo, detalhes e condições, de parte a parte. O problema entre nós é que, diferentemente do que ocorre em países como os EUA e a Itália, a “delação premiada” tem conotação pejorativa, como definiu Marcelo no depoimento supratranscrito. É uma culpa cristã. Delação remonta a Judas Iscariotes, que “entrega” seu Mestre, recebe uma recompensa, mas depois se suicida por sentir insuportável a culpa. Nos países em que é vista com bons olhos, há “colaboração premiada”. Há outro sentido jurídico e moral. Aquele que colabora com a Justiça de forma espontânea e efetiva merece redução de pena, mas também respeito. Isso não acontece em nosso Direito e, então, é compreensível a posição de Marcelo Odebrecht, que se manteve silente até “onde deu”, para, depois, liberar a si e todos os seus executivos a celebrar acordos de delação, como o que fez o ex-diretor de Relações Institucionais da empresa Claudio Melo Filho, em 82 páginas, em que entrega Eliseu Padilha, José Yunes, Romero Jucá, Geddel Vieira Lima, Eunício Oliveira, Renan Calheiros, Rodrigo Maia, Eduardo Cunha, Moreira Franco, Michel Temer, entre outros. Todavia, o depoimento do “príncipe” é o mais esperado. E ele o fará, e continuará preso até o fim de 2017. Bom acordo – para a sociedade e para o príncipe, como Marcelo é chamado, o “príncipe das empreiteiras”. Esperemos que o País seja purgado. Que tudo isso tenha um fim e possamos recomeçar. Limpos.

Andrea Metne Arnaut andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

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MOVIMENTANDO MILHÕES

Durante sete anos o escritório de advocacia da mulher de Sergio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro, movimentou R$ 69,7 milhões, totalmente incompatível com a sua capacidade financeira declarada. Se a Operação Lava Jato não tivesse conhecimento do mundo paralelo de corrupção de Cabral, será que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) o investigaria? A Receita Federal descobriria o movimento atípico? Quando um cidadão comum, assalariado, dá um cheque não nominal, é chamado na Receita Federal exigindo xerox do cheque, declaração, nome do recebedor e ainda leva puxão de orelha, que todo cheque emitido deve ser nominal. Mas, como uma empresa movimenta milhões sem lastro, consegue passar incógnita por sete anos? Ou funcionários ganharam propina e a Lava Jato precisa chegar a eles ou são incompetentes. Em qualquer uma das situações, demissão sumária.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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SUGARAM O RIO DE JANEIRO

Não é crível que o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB/RJ), durante seu mandato, e sua mulher, Adriana Anselmo, tenham sugado o erário de forma tão desonesta e sem o menor escrúpulo no Rio de Janeiro. Pelos valores que roubaram, a psicótica volúpia de sugar aflorou de forma avassaladora. O “Estado” noticiou que a Companhia de Gás carioca depositou em propinas o valor de R$ 291 milhões em conta do escritório de advocacia da Adriana Anselmo durante dois anos.  Isso é apenas um caso, uma vez que o ex-governador Cabral envolveu-se em outros casos escabrosos de corrupção. O Rio de Janeiro passa por dificuldades imensas por falta de dinheiro, salários de servidores atrasados, caos no setor de saúde, e este casal corrupto e sem moral suga de forma vergonhosa o dinheiro público. Apesar de estarem presos, espera-se uma punição adequada para os dois falcatrueiros, egoístas e cínicos.

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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OS CORRUPTOS E OS TRABALHADORES

Duas notícias que causaram espanto e indignação aos brasileiros: Eduardo Cunha, ex-deputado e ex-presidente da Câmara dos Deputados (PMDB-RJ), e Geddel Vieira Lima, deputado e ex-ministro deste governo (PMDB-BA), ambos agiam em conluio para receber propinas em decorrência de recursos recebidos pelos seus protegidos na Caixa Econômica Federal, cuja vice-presidência, de 2011 a 2013, esteve a cargo de Geddel. Coisa feia. Mas mais feia ainda é a notícia de que milhares de trabalhadores deste país ainda não receberam seu 13.º salário. Assim, temos duas figuras notáveis: a dos corruptos, que precisam ser punidos, e a dos injustiçados que ainda não receberam o devido e o justo! Quem não fica revoltado com essa realidade?

José C. de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br

Rio Claro

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CRIME NO MARACANÃ

O abandono do Maracanã é um crime. É uma falta de respeito aos jogadores que por lá passaram. Palco de craques e conquistas memoráveis. O estádio é um símbolo da cidade e do País. Faz parte da vida e da história da cidade. E o abandono é culpa única e exclusiva do ex-governador Sérgio Cabral, ao não cumprir o edital de licitação que previa a derrubada do parque aquático e da pista de atletismo. Descumpriu o edital inviabilizando o projeto do consórcio vencedor. O meu pai dizia que na época dele quem fazia coisas desse tipo era chamado de moleque.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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TRANSFORMAÇÃO

As transformações que o Maracanã sofreu para se adaptar às exigências da Fifa com vistas à Copa do Mundo 2016, transformaram o maior e mais belo estádio do mundo numa espécie de teatro, muito caro para receber jogos de futebol; acabou com uma das maiores tradições carioca, a folclórica geral; e tornou sem sentido a mais famosa música do compositor Neguinho da Beija Flor. Eu, e acredito que uma legião de outros cariocas, trocaria toda a modernidade e as cadeiras confortáveis do novo estádio, que agora estão sendo canibalizadas, pela emoção de “domingo ir ao Maracanã torcer pro time que é fã e sentar na arquibancada pra sentir mais emoção”.

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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DESCASO

Os ingleses são mais inteligentes do que os brasileiros? Pelos números, lá com certeza não há corrupção. Eles implodiram o Estádio de Wembley, gastaram R$ 700 milhões e construíram um novo, que, segundo jornais, dá inveja a muitos estádios. Comentamos ultimamente somente do custo da última reforma do Maracanã: R$ 1.300.000,00, sem contar com os custos de reformas anteriores. O volume de dinheiro desviado que alguns meteram no bolso com as obras deste que comportou, na final da Copa do Mundo de 1950, 195 mil torcedores, embora somente um esteja na cadeia, é de estarrecer. Hoje, quem vê o Maracanã até chora pelo descaso. Ninguém é culpado. Como sempre, ninguém.

Ariovaldo J. Geraissate ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo

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NEM AÍ

Caro jornalista Fernão Lara Mesquita (“Os indemissíveis não estão nem aí”, 20/1, A2). Irretocável, um real e oportuno libelo sobre nossos absurdos de toda ordem. Em parte o artigo de sexta-feira já expusera muito bem, mas ouvidos moucos e leituras indigestas para políticos covardes, infelizmente, não resultarão em ações. Existiriam outros meios para conscientizar a população, tais como internet ou projeto de lei popular? Parabéns, e continue usando sua principal arma, a razão.

Andre C. Frohnknecht caxumba888@gmail.com

São Paulo

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NUM MATO SEM CACHORRO

Da mesma forma que os governo estaduais perderam a capacidade de gerir sua economia, igualmente perderam o controle de seus presídios. Agora, só mesmo um milagre econômico no País os salvará dessa grave situação. A propósito, coisa muito difícil de acontecer num futuro próximo. Pura e simples!

Gildete do Nascimento mgildetenascimento@bol.com.br

São Paulo

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ESTADO DE NECESSIDADE

Depois que o presidente Michel Temer resolveu colocar as Forças Armadas para “inspecionar” os presídios, será a solução de parte do “Estado de Necessidade” do País? Se der certo, providências idênticas devem ser tomadas para que as Forças Armadas passem a “inspecionar” todos os órgãos e entidades de governo. Uma excelente tentativa para acabar com a ociosidade e corrupção do setor público de uma vez por todas. Enganam muito, ganham exageradamente e trabalham pouco a favor da nação brasileira. Sobrarão recursos para melhorar a vida do sofrido e enganado cidadão trabalhador, dos quais mais de 12 milhões estão em total “estado de necessidade” e precisam de soluções rápidas e imediatas. Contamos com as Forças Armadas para impor a ordem para gerar o progresso do País.

Luiz Dias lfd.silva1940@gmail.com

São Paulo

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FORÇAS ARMADAS EM PRESÍDIOS

O uso das Forças Armadas em qualquer atuação dentro de presídios é algo inconcebível, viável somente se fosse para ajudar na segurança do entorno (área externa, ruas próximas) ou, então, se o presidente decretasse Estado de Sítio. A maioria dos cabos e soldados das Forças Armadas, especialmente no Exército e na Aeronáutica, é formada por conscritos não concursados e sem qualquer preparo para Segurança Pública especializada. Ademais, suas remunerações ficam na média de R$ 1 mil brutos mensais, contra os iniciais de R$ 4 mil dos agentes penitenciários e policiais militares. Esses militares têm porte de arma pessoal dificultado pelas Forças e também lhes seria difícil de adquirir pistolas que custam acima de R$ 3 mil.

Heitor Vianna P. Filho bob@intnet.com.br

Araruama (RJ)

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ESTATÍSTICAS

Os números não mentem. Dados do Conselho Nacional de Justiça apontam que há no Brasil 192 mil mandados de prisão e que a taxa de reincidência em cinco anos da soltura é de 24,4%. Apesar disso, “iluminados da ilha da fantasia”, que vivem cercados de segurança, sugerem a equação do problema com a descriminalização das drogas e a soltura de 40% da população carcerária nacional sem qualquer controle efetivo e a utópica ressocialização dos ex-presos. Façam o cálculo, pois a sociedade que vive no mundo real vai pagar essa conta.

Arnaldo Ravacci arnaldoravacci05@gmail.com

Sorocaba

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COLAPSO DO SISTEMA PRISIONAL

Cerca da metade dos detentos existentes nas prisões brasileiras ainda não foi julgada. Além disso, essas cadeias estão cheias de “ladrões de galinha”, devedores de pensões aos cônjuges e até um indivíduo, preso por roubo de guaraná, apenado com cinco anos de prisão, vítima de uma rebelião. São presos que poderiam receber penas alternativas.   Resultado: cadeias superlotadas, como palco de massacres e toda sorte de violência e, assistindo a todo este caos, o nosso Judiciário continua no seu ritmo modorrento, gozando férias e recessos inimagináveis; enquanto os processos amontoam-se ano a ano. A ministra Cármen Lúcia vem cobrando uma simplificação nos processos e maior velocidade nos julgamentos, e os nossos promotores, juízes, desembargadores, ministros das várias instâncias, deverão aderir a esse mutirão, colaborando para minorar essa chaga, que coloca o Brasil como uma das nações mais violentas do mundo. 

Luiz Antônio Alves de Souza  zam@uol.com.br

São Paulo

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COMO EXPLICAR TANTA DISPLICÊNCIA?

Estranho que autoridades federais dos governos petistas, conhecedoras da situação explosiva existente no interior dos presídios de todo o País e responsáveis pela formulação de uma política nacional que desse suporte aos governos estaduais, pouco ou nada fizeram durante os últimos quase 14 anos em que estiveram no poder. Parece que neste momento todos se mostram surpreendidos com uma situação que já era de conhecimento não só das autoridades, como da mídia nacional. Da mesma forma, a Comissão de Direitos Humanos, sempre tão crítica e atenta, nunca se manifestou a respeito. Como explicar tamanha negação da realidade? A impressão que se tem é de que tudo surgiu agora, do nada. E é mais ainda espantoso que o ex-ministro da Justiça do governo Dilma, mesmo tendo se referido à condição apavorante da vida de um presidiário, não tenha tido a iniciativa ou recebido o apoio necessário da presidente para tomar alguma providência que pudesse ter evitado a situação de barbárie e caos que estamos hoje testemunhando. Só que a bomba não estourou na mão deles, e, sim, nas mãos de quem pegou o bonde andando e um país destroçado. Quanta irresponsabilidade!

Eliana França Leme efleme@gmail.com

São Paulo

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ESCOLAS E PRESÍDIOS

A lógica leva a crer que, quanto mais educação, menos violência. Parece muito sensato, porém, para esclarecer melhor essa questão, e até como tema de aperfeiçoamento de mestrado e doutorado para os especialistas da matéria, seria muito útil para a Nação um levantamento e análise profunda da situação educacional dos mais de 650 mil presidiários brasileiros: quantos tiveram ensino básico, médio ou profissionalizante? Quantos nunca frequentaram uma escola? Qual o motivo? Falta de escolas? Falta de interesse? Quantos abandonaram a escola? Qual o motivo? E vários outros itens poderiam ser analisados e avaliados, pois, como cada penitenciária possui escola interna, quase nunca frequentada, e nunca é tarde para estudar e refazer um novo caminho para os que querem se redimir dos próprios crimes, provavelmente qualquer estudo aprofundado nesse sentido concluirá que não é a falta de escolas o principal problema da alta criminalidade no Brasil.

Vagner Ricciardi vb.ricciardi@gmail.com

São Vicente

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MAIS AÇÃO E MENOS FALAÇÃO

Os nossos Três Poderes constituídos não demonstram vontade política para sentar e resolver definitivamente, de forma inteligente, a crise no sistema penitenciário, que também envolve a segurança pública no País. É preciso coragem e discernimento para que sejam realizadas as reestruturações no sistema penitenciário e na ampliação do rigor às penas dos nossos criminosos, caso contrário, a população terá certeza de que nossas autoridades temem os bandidos e suas facções. Quem paga pesados tributos espera mais ação e menos falação.

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br

Bauru

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HIPOCRISIA E DROGAS

Vira e mexe, lemos por aí que “o Brasil perdeu a guerra contra as drogas”. É mais uma daquelas frases que, de tão repetidas, tornam-se verdades. Guerra? Quando? Sobretudo na última década, o Brasil só fez incrementar o consumo e o tráfico, ocupando hoje o nada honroso posto de segundo maior consumidor de cocaína do mundo e o campeão em consumo de crack. Firmou-se como rota e fornecedor internacional. Nossas fronteiras ficaram escancaradas e as leis brasileiras na questão das drogas tornaram-se apenas mais lenientes com o consumo e o tráfico. Hoje, o consumo de cocaína e maconha é generalizado, atingindo sobretudo as camadas mais humildes da população, destruindo vidas e famílias. O crack formou legiões de zumbis em praticamente todas as cidades brasileiras. O consumidor não é sequer reprimido. Fuma-se maconha e crack em qualquer rua das cidades, livremente. O “pequeno traficante” deita e rola, indo preso somente se estiver tão drogado que cometa algum erro estúpido. Legalizar as drogas? Este é o grande tema no país que diz ter “perdido a guerra contra as drogas”, supondo-se, então, que lutou contra elas. É preciso responder aos porta-vozes da liberação com o óbvio: tudo bem, liberaríamos as drogas, desde que a cocaína, a maconha e o crack, ou qualquer uma delas separadamente, não alterassem o estado de consciência. Todavia, ninguém é capaz de negar que o crime e o consumo de drogas estão timidamente ligados. A maioria, senão todos os crimes graves, é cometida por gente que fez ou faz uso de drogas. Então, senhores, não é tão simples assim. Compara-se tolamente a legalização da maconha com o álcool e o cigarro. Em primeiro lugar, dois erros não formam um acerto. Já é bastante o prejuízo que o álcool traz à sociedade, às famílias, sendo inclusive indutor do consumo de drogas. Em segundo lugar, nunca se ouviu falar que alguém tenha matado alguém sob o efeito de um prosaico cigarro de tabaco. Não se resolve os problemas causados pelas drogas – incluindo a formação de facções de crime organizado – liberando-as, assim como não se resolveria a questão de homicídios descriminalizando-os. É uma solução simplista e burra para um problema grave e complexo. A falácia sobre a legalização da maconha é apenas mais um capítulo desta “guerra”, que já nasceu perdida porque nunca foi para valer. Fato é que o Brasil não combateu as drogas, não combateu o tráfico e, se guerra houve, estivemos do lado errado dela. Desafio que nos provem o contrário! Chega de mentira, falácia e hipocrisia.

M.Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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EDUCAÇÃO SOBRE DROGAS

A responsabilidade pelas sangrentas convulsões nos presídios se deve ao intensivo uso de drogas por parte da população, uso esse paliativamente combatido pelos governos deste país com medidas de caráter exclusivamente policial. O que surpreende é a total omissão de nossos governantes (todos) na explicação aos jovens dos malefícios das drogas, de como elas destroem o cérebro e a personalidade. Se bem orientados, os jovens sozinhos deixarão de usar drogas, da mesma forma que estão evitando fumar. Hoje se vê propaganda de tudo, inclusive de estatais que não precisam de propaganda, como a Petrobrás e a Caixa, e não se vê um tostão gasto para explicar de maneira simples e clara o mal que as drogas fazem e os vultosos custos que acarretam ao País, principalmente os policiais, judiciais e hospitalares. Que estão esperando? Preferem fazer mais e mais presídios ao invés de esclarecer e orientar a população? No campo federal, recomenda-se ao presidente Temer que oriente os Ministérios da Saúde, da Educação e da Justiça para que tomem posição sobre o assunto. O mesmo deve ser feito nas esferas estaduais e municipais. Governador Alkmin, como médico, tome a dianteira.

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br

Cotia

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USUÁRIOS

Muito está se falando de traficantes de drogas, mas ninguém menciona o usuário. Necessário fazer campanhas para conscientizar e oferecer reabilitação a essas pessoas. Sem usuários não existe traficante.

Cecilia Centurion www.ceciliacenturion.com.br

São Paulo

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