Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

26 Fevereiro 2017 | 03h05

CARNAVAL

Desemprego gritante

Não sei por que o brasileiro fica tão ansioso pela chegada do carnaval. Ora, o Brasil vive um “carnaval” permanente, com corrupção à solta, caos nos presídios, mais de 12 milhões de desempregados. Espero que um dia o povo acorde. E que seja em breve!

FRANCISCO JOSE CARDIA

fra.cardia@hotmail.com

São Paulo

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Alegria do povo

A educação, a saúde, o transporte coletivo e de cargas, a Previdência, o futebol, a política, a manutenção do meio ambiente, as ferrovias, hidrovias, o sistema penitenciário, a segurança, a economia, etc., hoje estão parcialmente falidos no Brasil. O que realmente funciona e deixa o brasileiro mais feliz durante alguns poucos dias é o carnaval. Sem ele o Brasil já teria sucumbido. Portanto, viva o carnaval!

KÁROLY J. GOMBERT

kjgombert@gmail.com

Vinhedo

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Mordomias momescas

O Congresso deu dez dias de folga para os nobres senadores e deputados festejarem o carnaval. Benesse absurda, com tantos projetos e pautas importantes para discutir. Com mais de 12 milhões de desempregados, o País requer a contribuição dos políticos, trabalhando com muito mais assiduidade e esforço, para que o Estado possa amenizar este momento de crise aguda. Porém sabemos que nossos políticos nunca perdem a oportunidade de aproveitar ao máximo as mordomias. E também que o Congresso é caríssimo pelos serviços que presta ao povo. 

FANCISCO ZARDETTO

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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Merecido descanso

Dez dias de férias de carnaval para senadores e deputados... Duro ritmo de trabalho para quem nos custa, por mês, R$ 143 mil e R$ 160 mil, respectivamente.

OMAR EL SEOUD

elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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Palhaçada

Antigamente, nesta época do ano, o povo vestia a fantasia de palhaço. Hoje em dia isso não é mais necessário...

JOSÉ GILBERTO SILVESTRINI

jgsilvestrini@gmail.com

Pirassununga

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GOVERNO TEMER

Arranhões 

Quando foi para indicar o novo ministro para o Supremo Tribunal Federal (STF), Temer tinha em mãos outras opções de juristas renomados e acabou escolhendo Alexandre de Moraes, pouco simpático à opinião pública e à oposição. Para substituí-lo no Ministério da Justiça, uma cesta de bons nomes, apolíticos, foi-lhe apresentada, mas o presidente meteu a mão na cumbuca errada, a dos “gatos”, e uma vez mais escolheu um nome contestado até por seus pares, Osmar Serraglio. Com o pedido de demissão de José Serra do cargo de chanceler, o presidente enfrenta mais um dilema. Uma lista com nove favoritos ao cargo: cinco notáveis embaixadores que já prestaram, e prestam, relevantes serviços ao Brasil e quatro senadores impostos pelo PSDB, que não abre mão da vaga deixada por Serra. Qual será a decisão do presidente desta vez? Não dará as costas à opinião pública e escolherá um notável para a pasta, ou vai meter a mão na cesta dos felinos de novo? Sua excelência que tome cuidado, pode se arranhar, e muito!

SÉRGIO DAFRÉ

sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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Vitórias

O presidente da República terminou a semana vitorioso. Conseguiu aprovar Alexandre de Moraes como ministro do STF e nomeou Osmar Serraglio para a pasta da Justiça. Temer tem agora mais tranquilidade para governar, pois conta com amplo apoio na Câmara, no Senado e no Supremo. Serraglio e Moraes afirmaram que apoiam a Operação Lava Jato. Vamos aguardar os próximos acontecimentos e verificar se o compromisso inicial será mantido após as chuvas e trovoadas que poderão atingir figurões do PMDB, do PSDB e demais partidos aliados. As famigeradas delações da Odebrecht virão à tona em breve.

JOSÉ CARLOS SARAIVA DA COSTA

jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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Popularidade

O presidente Temer disse que sua popularidade vai melhorar. Pois poderia já estar melhorando, se tivesse corrigido a tabela do Imposto de Renda.

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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Conta de luz

O governo anunciou o acionamento das térmicas para gerar energia. Mas, e as eólicas, que estão prontas e desligadas por falta de linhas de transmissão? Quando elas vão ser acionadas?

MILTON BULACH

mbulach@gmail.com

Campinas

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LAVA JATO

Operação Blackout

Será que com a prisão de pai e filho da família Luz, que operam desde a época do governo Sarney e já têm dois mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão, teremos uma luz com farol alto no fim do túnel capaz de abater de vez essa turma do PMDB?

LUIZ ROBERTO SAVOLDELLI

savoldelli@uol.com.br

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São Bernardo do Campo

INSEGURANÇA PÚBLICA

Desconexão da realidade

O editorial Mandados não cumpridos (24/2, A3) foi brilhante ao lembrar que mais de 500 mil fora da lei, alguns são de altíssima periculosidade (assassinos e estupradores), estão soltos nas ruas, andando livres por aí, estando nós, a sociedade, à mercê de seus atos criminosos. Faltou apenas afrontar, diante disso, o mantra falido e irreal do “não reaja”, atacando as negativas caprichosas de delegados da Polícia Federal que fazem mau uso do instituto da discricionariedade na atual lei de armas para negar por negar aos cidadãos postulantes a compra de uma arma, bem como a obtenção do porte – aliás, um direito de quantos se habilitam tecnicamente à posse e ao porte, como exige a dura norma (para os honestos) do Estatuto do Desarmamento. Se diante do descalabro e da falência do Estado a olhos vistos no quesito (in)segurança pública, comprovado pelos dados vindos do próprio governo via Ministério da Justiça, isso, por si só, não configurar justificativa hábil e tangível para que um cidadão honesto tenha assegurado esse seu direito – sempre negado por decisão subjetiva pelos delegados do Sinarm –, até para legítima defesa, se preciso for, talvez esses delegados devessem ler atentamente o editorial ou, mesmo, tratar esse problema pessoal de desconexão com a realidade.

PAULO BOCCATO

pofboccato@yahoo.com.br

Taquaritinga

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“Os amigos ‘mil e uma utilidades’ do presidente Michel Temer são seus inimigos mais próximos”

RICARDO C. SIQUEIRA / NITERÓI (RJ), SOBRE OS AUXILIARES DIRETOS IMPLICADOS EM DELAÇÕES DA LAVA JATO 

ricardocsiqueira@globo.com

“Nas ruas a esperança é a Lava Jato, em Brasília, uma safra recorde de orégano”

A. FERNANDES / SÃO PAULO, SOBRE CORRUPÇÃO

standyball@hotmail.com

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

DOR NA COLUNA?

Além da dor na coluna, que fez com que o chanceler José Serra, com "dor no coração", pedisse demissão do cargo, acredito que outra dor, que o tortura constantemente e que mexe com "26 milhões" de neurônios, foi decisiva para a sua decisão: a "dor" Brecht, cujo especialista todos os acometidos por esse mal querem evitar, pois sabem que a cura está sujeita a um tratamento longo e "penoso".   

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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GOVERNO DESFALCADO

Pelo andar da carruagem, ou, melhor, com a pressão das investigações da Polícia Federal, não há mesmo saúde que resista, daí o pedido de exoneração feito por José Serra do cargo de ministro das Relações Exteriores. Que sua saúde merece cuidados, ninguém duvida, isso desde que se submeteu a cirurgia plástica facial para melhorar a sua aparência na campanha à Presidência da República. De qualquer forma, é necessária muita cautela nesta hora, quando está em voga o "aneurisma". Ora, ele foi citado na delação da Construtora Odebrecht porque recebeu propinas ilícitas na ordem de R$ 23 milhões em contas bancárias suíças, para impulsionar sua campanha de 2010. Assim, este é o sétimo desfalque na equipe ministerial "acima de qualquer suspeita" de Michel Temer. Quem será o próximo?

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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DEMISSÃO

Será que o ministro José Serra pediu demissão do cargo com medo de participar da surubada com o senador Romero Jucá?

Arnaldo Luiz de Oliveira Filho arluolf@hotmail.com

Itapeva

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SUBSTITUTO

Presidente Michel Temer, desta vez não erre, o nome certo para atender aos anseios do País é Sergio Amaral!

Eduardo Augusto de Campos Pires eacpires@gmaiL.com

São Paulo

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BAIXA IMUNIDADE

O governo federal adverte: ser ministro pode fazer mal à saúde.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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CONSCIÊNCIA PESADA

Vejo que a maioria dos envolvidos na Lava Jato que estão no governo está ficando doente. Pois é, enquanto a justiça é lenta e conivente com os criminosos, a saúde dessas pessoas cada vez mais se definha. E não adianta caros convênios. Quando é chegada a hora não há para onde correr. É bom que se saiba, consciência pesada também mata. 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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LAVA JATO TERAPÊUTICA

A Operação Lava Jato produz milagres. Além de descobrir falcatruas, diagnostica doenças. Cabral deprimido, Serra com problema de coluna e, agora, Padilha com problemas na próstata. E a fila vai crescer. Talvez esta prevenção de doenças no futuro previna roubalheiras. A conferir.

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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RARIDADE

Em curta e discreta notícia veiculada pela imprensa há poucos dias, soubemos que uma pessoa, após análise pela Lava Jato, resultou inocente pelo fato de, após nomeada para um cargo, logo se demitiu por não querer praticar atos delituosos. Esse cidadão, considerando a situação atual do País, merecia ter seu nome amplamente divulgado com enormes elogios, dada a raridade do fato.

Níveo Aurélio Villa niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

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TRABALHO INADIÁVEL

Os presidentes do Senado, da Câmara dos Deputados e Michel Temer devem aproveitar o "recesso de carnaval" e contratar uma frota de caminhões limpa-fossa para uma limpeza geral, porque o mau cheiro pode ser sentido em todo o País. Uma pergunta deve ser feita, embora não exista uma resposta. Como conseguiram destruir um país de dimensões continentais e transformá-lo em uma republiqueta de banana fatiada e repartida entre políticos e empreiteiras? Destruíram os sonhos de 20 milhões de brasileiros que não têm emprego e renda, faliram pequenas e médias empresas e lojas comerciais que talvez nunca mais se levantem. O que são vocês? Senhores do apocalipse? Fiquem tranquilos, quando falecerem irão para o céu, Deus na sua infinita bondade não desejaria tanto mal a satanás..

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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POSSE NO STF

Um mês e poucos dias depois da morte do ministro Teori Zavascki, o seu substituto, o ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes, foi indicado pelo presidente Michel Temer, passou com tranquilidade e rapidez pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), com folga no Senado e sua nomeação já foi publicada numa edição extra do "Diário Oficial" da União. Mas, apesar de toda essa sua meteórica passagem do Poder Executivo para o Poder Judiciário e dos 7,2 mil processos, que herdou do seu antecessor Zavascki, o novo ministro só vai tomar posse, praticamente, daqui a um mês. Assim fica fácil compreender a incrível quantidade de processos acumulados.

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro 

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A SABATINA

A respeito da sabatina de Alexandre de Moraes, a pergunta crucial ainda não foi feita a ele: "O senhor realmente acredita naquilo que defendeu em sua tese de doutorado?" (vetar a indicação daqueles que exercem cargos de confiança durante o mandato do presidente da República em exercício.) Caso acredite, então por que não age de acordo com aquilo que acredita? Caso contrário, então sua tese foi apenas teatrinho?

  

Marcio Guedes mfguedes@msn.com

São Paulo

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MORAES E A LAVA JATO

A aprovação de Alexandre de Moraes para o STF já era favas contadas, como diz no interior, mas os avaliadores, entre eles Lobão, Jucá e afins, denotam uma certeza: de que existe, sim, um interesse na condução da Operação Lava Jato.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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PISCADELA

A foto da piscadela marota de Alexandre de Moraes ao senador Edison Lobão (PMDB-MA), magistralmente captada por Dida Sampaio ("Estadão") e publicada na primeira página do jornal (22/2), merece, por óbvio, concorrer ao prêmio de melhor do ano e a legenda do velho e sábio ditado chinês: "Uma imagem vale por mil palavras". Bravo!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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COMPARSAS

A sabatina pela qual o sr. Alexandre de Moraes passou, foi apenas um encontro entre comparsas.

 

Fausto Ferraz Filho faustofefi@ig.com.br

São Paulo

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NOVO MINISTRO DO STF

Com a aprovação de Alexandre de Moraes para ocupar o cargo deixado pelo saudoso ministro Teori Zavascki, creio que já há político dormindo bem mais tranquilo.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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CARTAS MARCADAS

Num claro jogo de cartas marcadas e "suruba" generalizada, a aprovação de Alexandre Moraes para o STF no Senado Federal era mais do que esperada e previsível. Difícil imaginar alguém mais desqualificado, despreparado e inadequado para o cargo. Mas no (des)governo Temer é assim mesmo que as coisas funcionam. Quanto pior, melhor. O golpista Temer vai fazer de tudo para garantir sua sobrevivência no cargo e permanecer impune junto de sua gangue PMDB. Pobres Brasil e povo brasileiro. Estamos reféns e á mercê das piores figuras possíveis.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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PURA ENGANAÇÃO?

Nada mais fácil do que fazer uma prova com o gabarito das respostas escondido na manga. Foi mais ou menos isso que aconteceu na malfada sabatina aplicada ao senhor Alexandre Moraes, candidato a um "trono" no STF. Bem, deu no que deu, o candidato não só passou com mérito, como já é o mais novo ministro da Suprema Corte. E não se fala mais no assunto até mais ou menos lá pelos anos de 2047, quando se aposentará. Quer mais ou está bom? Com ironia, por favor!

 

Luís Fernando luffersanto@bol.com.br

Laguna (SC)

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TRIBUNAL POLÍTICO

Criticar a indicação de Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal, com base na alegação de imparcialidade e politização por parte do ministro da Justiça afastado, nada mais é do que simples hipocrisia. O STF é, embora não devesse ser, um tribunal político - haja vista a presença de figuras como Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli em sua composição. Enquanto persistir o modelo de nomeação que aí está, por arbítrio do presidente da República em exercício e com uma sabatina meramente figurativa no Senado Federal, não há que se falar em imparcialidade na Suprema Corte. 

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Belo Horizonte

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MUDANÇA

A novela da indicação do ministro Alexandre Moraes para o Supremo Tribunal Federal (STF), com todas as ilações que suas atitudes provocaram, mostra que se faz necessária a discussão sobre outra forma para a escolha de alguém para um cargo tão importante. Que não pode ter nenhuma conotação político partidária.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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FORMAS E FÓRMULAS DE ESCOLHA PARA O STF

 

Como bem salientou o ex-presidente do STF ministro Carlos Ayres Britto, nas sabatinas para a escolha de ministro do STF o presidente indicante também é julgado, o que não é adequado nem pertinente. Alexandre de Moraes deixou muito a desejar em suas respostas e demonstrou que outros melhores poderiam ter sido objeto da escolha. De outro lado, mais uma vez, vem à tona a forma ou fórmula de escolha de ministros da Suprema Corte. Talvez por lista sêxtupla fosse melhor, porque a magistratura apresentaria dois nomes, o Ministério Público mais dois e a OAB outros dois, cabendo ao presidente da República a escolha. Aí, então, o ministro seria realmente independente!

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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AGRESSÃO DESCABIDA

Não é com ofensas descabidas e grosseiras que, em certas circunstâncias, se consegue algo. O senador Magno Malta (PR/ES) foi por demais agressivo com Alexandre de Moraes, quando este foi sabatinado por vários senadores para preencher o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal em razão do falecimento do ministro Teori Zavascki. Apesar de ser ofendido de maneira rude e descabida, Alexandre de Moraes mostrou serenidade e educação ao ser atacado grosseiramente por seu interlocutor. A postura ríspida do senador Magno Marta foi incompatível com sua condição de senador da República Brasileira.

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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ANTAGONISMO CAPILAR

Como novo ministro, Alexandre de Moraes só ficará desconfortável se ficar sentado próximo à secretária negra que atua nas reuniões plenárias do STF.

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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BRIGA ONLINE

Acompanho e admiro o jornalista Reinaldo Azevedo há anos, desde quando ele chamou o Lula de apedeuta, mas não aceito a forma arrogante com que ele agora chama de xucra a direita na qual me incluo, nem a utilização que faz de palavrões em seus programas de rádio. Joice Hasselmann tem razão: Reinaldo mudou. Não vejo de que maneira as manifestações de 26/3, cuja unanimidade nacional é a Lava Jato e a prisão do Lula, possam favorecer o apedeuta em 2018. Ao contrário, a demora desse desfecho é obviamente o que o favorece. Se o Reinaldo acredita que a prisão do Lula pode torná-lo mártir, então não entendeu o que aconteceu nas últimas eleições. A prisão do Lula será o momento da verdade que está faltando na história do Brasil. Parafraseando Euclides, o brasileiro é antes de tudo um forte. O que falta é a oportunidade de mostrar sua força!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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MORTES NO RIO DE JANEIRO

Quando um super-herói morre na ficção, o filme perde a graça. O extermínio de policiais militares no Rio de Janeiro faz com que sintamos vontade de ir embora, não do cinema, mas do País. A ousadia de quem atira em heróis de verdade impunemente, também fere de morte um dos pilares da soberania do Estado, além de matar de vez a nossa liberdade.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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TRISTEZA

Quando nós, mulheres, vemos o ministro do STF Marco Aurélio Mello dar habeas corpus ao goleiro Bruno, condenado a 21 anos de prisão por ser o mandante do assassinato de sua ex-namorada Eliza Samudio num crime bárbaro, nos dá uma tristeza danada. A Suprema Corte poderia neste momento dar exemplo. Deixar que  assassinos bárbaros como o Bruno, mofem na cadeia. Mas não, vem um ministro, que tem em suas costas julgamentos polêmicos, liberta e ainda se jacta de estar certo. Depois dessa não duvidamos nada que o Bruno será contratado por algum time de futebol, estará empregado e sendo ovacionado pelos torcedores. Não é a toa que a cada quinze minutos uma mulher é estuprada no Brasil. E a cada cinquenta minutos uma é assassinada... O exemplo que vale a pena, vem de habeas corpus negligentes dados por um ministro que não cabe em sua toga tamanho o ego. O que esperar de um STF assim?

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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LIBERDADE

O ministro Marco Aurélio "Empolado" Mell, do Supremo Tribunal Federal, deveria levar o goleiro Bruno, que mandou soltar, para a própria casa. Quem sabe aprenda e ajude a mudar este absurdo que é um condenado a 22 anos de prisão ser solto com apenas alguns anos de reclusão.

 

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul 

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VENDA DE TERRAS BRASILEIRAS

Julgo que o Brasil não deve vender terras a estrangeiros. Terras foi o único bem que sobrou aos brasileiros. Nossa agricultura e nossa pecuária são suficientes e eficientes. Temos boa técnica e bom trabalho na área rural. Boa produtividade. O agronegócio brasileiro tem capacidade econômica. É estratégico e superavitário. Por que transferirmos divisas futuramente (juros e lucros e dividendos) aos estrangeiros se as terras são de nossa propriedade? Nossa economia agrícola não tem dívida externa. E o abastecimento interno é regular e de boa quantidade e de boa qualidade. Se vendermos terras a estrangeiros toda a nossa produção agrícola será exportada aos seus próprios proprietários a preço que eles próprios determinarem. E a priori, afirmo, haverá subfaturamento prejudicando nossa balança comercial. Por clemência, não vendamos nossas terras a estrangeiros!

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo

 

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