Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

17 Março 2017 | 03h00

‘REFORMA’ POLÍTICA

Raposas no galinheiro

A “reforma” proposta pelos presidentes do Senado e da Câmara para proteção dos políticos envoltos em suspeitas nos remete de volta aos anos 1970, quando quem escolhia os candidatos eram os próprios. Não quero ser obrigada a votar numa lista fechada. Por que não se institui o voto distrital e facultativo? Vejo tudo caminhando para, como sempre, ser mais do mesmo!

DEBORAH MARQUES ZOPPI

dmzoppi@uol.com.br

São Paulo

Vale para todos

Gostaria de saber francamente de S. Exas. se poderei também fazer caixa 2 em minha empresa e doar alguns recursos. Claro que não pretendo doar a políticos picaretas ou partidos sujos, mas a meus queridos filhos. Assim eles não pagarão impostos, tributos nem nada. As leis devem ser iguais para todos, então nos locupletemos todos.

LEÃO MACHADO NETO

lneto@uol.com.br

São Paulo

ARRUAÇAS PETISTAS

Baderna sem fim

E eles foram para a rua novamente. Os mesmos que apoiaram a destruição do País e ajudaram a incentivar a maior organização criminosa do planeta voltaram para irritar e revoltar a população ordeira e trabalhadora da Nação. Tudo isso em pleno dia de trabalho, atrapalhando sobremaneira a vida das pessoas. Quem é essa gente que insiste no erro e defende os malfeitos e os malfeitores? Quem são esses cidadãos de raciocínio curto a quem custa a entender que o Brasil precisa de uma reforma séria e profunda, sob risco de insolvência total? São pessoas mal-intencionadas, que vivem do quanto pior melhor? Torçamos para que Deus ilumine a cabeça desses cidadãos e os faça refletir sobre o mal que estão causando ao Brasil e a si próprios.

ELIAS SKAF

eskaf@hotmail.com

São Paulo

Efeito contrário

Uma pergunta que sempre me ocorre é: por que manifestantes petistas (sindicatos e movimentos sociais) só buscam o caos, prejudicando o trabalhador que dizem defender? A greve do dia 15, por exemplo, visou o horário em que a maioria dos paulistanos ia para o trabalho. No fim da tarde, fecharam várias ruas do centro, prejudicando o direito de ir e vir do cidadão. Por que não fazem como os movimentos antipetistas – que também são sociais, diga-se – e programam manifestações para os domingos? É porque sem o caos, sem a agressividade dos pneus queimados e a eventual destruição dos black blocs a visibilidade de suas manifestações ficaria reduzida ao que realmente são? Anteontem vi estradas bloqueadas por umas 20 pessoas. Vi manifestação na Paulista que nem de perto chegou à massa das manifestações verde-amarelas. Sem ruas e estradas bloqueadas, sem greve de ônibus e metrô, sem pneus queimados e sem a ajudinha dos amigos black blocs os protestos seriam tímidos. É isso! Depois de ontem, resolvi: com toda a certeza vou à Paulista no dia 26!

CELY MCNAUGHTON

cely@mcnaughton.com.br

São Paulo

Atos antidemocráticos

Mais uma vez a cidade de São Paulo parou, para desespero de milhões de trabalhadores honestos que tiveram seu direito básico de ir e vir severamente prejudicado por manifestantes contra a reforma da Previdência. É evidente que a reforma, como muitas outras, é necessária, para que o País não quebre logo adiante, mas esse não é o ponto. Está mais do que na hora de essas manifestações, sempre em dias úteis, serem autorizadas apenas em locais que não prejudiquem quem não concorda com elas, a vasta maioria que precisa trabalhar para viver. Em nome da democracia, sugiro que as autoridades só autorizem esses atos no Sambódromo ou em outro local fechado, como o estádio do Pacaembu, para que quem queira se manifestar possa fazê-lo sem prejudicar os demais.

JOHN LANDMANN

john@chocolatdujour.com.br

São Paulo

Direito de ir e vir 

Sou morador da região da Avenida Paulista e na quarta-feira senti na pele o caos providenciado por diversos sindicatos, organizando greves de ônibus e metrô e o fechamento das principais vias, causando um recorde de congestionamentos na cidade. Em várias ruas próximas à Paulista vi estacionadas, na hora dos atos, centenas de vans e ônibus fretados (de luxo, com ar-condicionado), que fizeram o transporte de ida e volta dos sindicalistas. Ora, por que os sindicalistas têm esse privilégio de ir e vir assegurado, enquanto o trabalhador de verdade é prejudicado e tem de levar horas para fazer seus trajetos nessas ocasiões? 

JOSÉ EDUARDO DE A. MACHADO

jecameng@hotmail.com

São Paulo

Sindicalismo selvagem

Essas manifestações organizadas pelos agitadores profissionais dos sindicatos pelegos tiveram alguma serventia. Demonstraram que esse pessoal é bem organizado e se agarra com unhas e dentes a mordomias e benefícios que ganharam nos últimos anos. São mestres em destruir, mas quando tiveram oportunidade de construir só fizeram porcaria. Aliás, não fossem os sindicatos que controlam os transportes públicos, pouquíssimos empregados teriam faltado ao trabalho. E, ao contrário do que os agitadores propagam, os patrões são compreensivos, sim, e nessas horas arcam com o prejuízo. Oxalá acabem logo com o imposto sindical obrigatório.

JOÃO CARLOS A. MELO

jca.melo@yahoo.com.br

São Paulo

Fim da pelegada

Mais uma vez a população é afligida por um movimento organizado por uma pelegada que se eterniza nos sindicatos e coopta e paga a participação de inocentes úteis. A solução para essa aberração está sendo seriamente considerada pelo deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), que advoga o imposto sindical opcional. Será o fim da farra. Complementando essa medida vital, faltaria acabar com o famigerado Fundo Partidário. No dia em que o Brasil resolver essas duas mazelas vergonhosas, estará no rumo certo do crescimento e do desenvolvimento.

NELSON PENTEADO DE CASTRO

pentecas@uol.com.br

São Paulo

Diante da notícia no Estado (15/3, B9), cumprimento efusivamente o eminente deputado Rogério Marinho e dou meu apoio irrestrito à proposta de S. Exa. de acabar com a obrigatoriedade da contribuição sindical, reduzindo assim o conhecido e reconhecido “peleguismo vagabundo” que tanto mal causa à Nação – aliás, como vimos ainda agora em diversas capitais. Parabéns.

ALCIDES FERRARI NETO

ferrari@afn.eng.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

A LISTA DE JANOT

 

Os ex-presidentes Lula e Dilma, cinco ministros do atual governo, ex-ministros, os presidentes do Senado e da Câmara, senadores e deputados, 10 governadores e outros 211 inquéritos de envolvidos sem direito a foro especial. A lista de Janot está colocada e deve produzir seus efeitos. Formalmente investigados, os envolvidos agora terão como se defender e os que não tiveram problemas graves podem se salvar. O povo também terá a oportunidade de saber quem é aquele em quem votou e decidir se continua ou não nele vontando. A Operação Lava Jato representa a mudança de paradigmas e, por isso, levou a um número tão grande de figurões comprometidos. O desenvolver de seu trabalho indica que a chapa está esquentando e logo também poderão ser denunciados deputados estaduais, prefeitos e vereadores que estejam envolvidos em propinas e atos de corrupção. É algo de absoluto interesse nacional, pois só eliminando os vícios conseguiremos construir um novo Brasil.

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

 

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SÉRIO? NÃO ME DIGA!

 

Inicialmente, a lista de pedidos de inquéritos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não traz muitas surpresas: Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência), Bruno Araújo (Cidades), Gilberto Kassab (Ciência, Tecnologia e Comunicações), Aloysio Nunes Ferreira (Relações Exteriores); presidentes do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR), Edison Lobão (PMDB-MA), José Serra (PSDB-SP) e Aécio Neves (PSDB-MG); ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, ex-ministros Guido Mantega e Antônio Palocci. Vamos torcer para que a Justiça não perca essa oportunidade histórica de passar o Brasil a limpo, com coragem e firmeza, doa a quem doer.

 

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

 

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SURPRESA!

 

Não são todos integrantes do governo anterior?

 

Arnaldo Ravacci arnaldoravacci05@gmail.com

Sorocaba

 

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O CRIVO DAS RUAS

 

Cumprimento o “Estadão” pelo editorial “Lista da vergonha” (16/3, A3). Realmente, o Brasil precisa de uma grande renovação de seus políticos, eleger gente séria, como diz o jornal. Mas não será nada fácil mudar essa situação, já que os que têm essa prerrogativa são justamente a escória que só tem como objetivo seus próprios interesses e, principalmente, perpetuarem-se gostosamente na política. Anistia ao caixa 2 e voto em listas de candidatos sujos são a última ideia. Mas terão de passar pelo crivo das ruas.

 

Ademir Valezi adevale@gmail.com

São Paulo

 

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‘ANIMAL’ EM EXTINÇÃO

 

Para acabar com a corrupção no Brasil, os eleitores precisam votar em “gente decente”. Mas onde encontrar esses candidatos? Na Suíça, talvez. Por aqui, candidatos decentes são aqueles que ainda não foram eleitos e não tiveram a oportunidade de também se lambuzarem nos pixulecos distribuídos para votar de acordo com o governo ou com o empresário interessado em tal jabuticaba. Depois da lista do Janot, dificilmente alguém levará o meu voto. Que decepção. Dia 26/3 vou para a rua unicamente para dar o meu apoio ao juiz Sérgio Moro e sua equipe.

 

Maria C. Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

 

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REUNIÃO

 

Após a entrega da lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao STF, Michel Temer convocou os listados Eunício Oliveira e Rodrigo Maia para discutir a reforma política, que é exclusiva do Legislativo, porém na reunião estava o grande advogado de defesa dos políticos, o ministro Gilmar Mendes.

 

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

 

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O APOGEU DA REFORMA POLÍTICA

 

Por que Temer, Maia, Gilmar e Eunício defendem a reforma política urgente? O motivo dessa artimanha é a salvação dos atuais parlamentares da cadeia. O eleitor vai votar numa lista de um partido, que escolherá seus candidatos. Dessa forma, os atuais congressistas serão mantidos no poder, garantindo o foro privilegiado. O STF garantirá que cada processo seja prescrito, em razão da costumeira lentidão. Se o caixa 2 for anistiado, a empreitada terá atingido o seu apogeu. As delações dos ex-executivos da Odebrecht perderão completamente o valor e nenhum senador ou deputado federal será punido por crimes cometidos com dinheiro ilícito de empresas estatais.

 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

 

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BRADO DE CRIMINOSOS

 

O que chama mais a atenção na lista de Janot, predominantemente formada por homens, é a presença da ex-presidente Dilma Rousseff, pau mandada de Lula. Além de incompetente, maculou o próprio nome com corrupção. E não me venham dizer que todos são iguais. Até concordo que sejam mesmo, mas, para quem chegou ao poder bradando contra tudo e contra todos, a “organização criminosa petista”, nas palavras do Ministério Público Federal (MPF), fez pior, roubou a esperança de toda uma nação que lutava por mudanças. Como não tenho bandido de estimação, cadeia e, principalmente, devolução dos recursos desviados por todos.

 

Luiz Thadeu Nunes e Silva luiz.thadeu@uol.com.br

São Luis

 

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EM DEFESA DO PT

 

“O partido, fundado e dirigido por trabalhadores, fez o que nenhum partido fez”, disse Lula em depoimento à Justiça Federal. Bastaria acrescentar: roubando na escala em que roubou.

 

Níveo Aurélio Villa niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

 

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INOCENTES

 

Estou a temer que o dr. Rodrigo Janot perca o emprego. Afinal, ele só pede investigação de pessoas “inocentes” (segundo opinião das próprias...). Só rindo mesmo, para não chorar de vergonha pela nossa situação.

 

Paulo Silveira de Araujo Silva psas2457@gmail.com

Curitiba

 

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INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS

 

Os “coitadinhos” políticos delatados pela Construtora Odebrecht e denunciados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deveriam propor ações de indenização por danos morais contra seus “algozes”. Ora, se todos esses caudilhos tiveram suas contas de campanha aprovadas pelos Tribunais Eleitorais, se nenhum deles recebeu propina de caixa 2, se todos, sem exceção, declararam essas doações legais regularmente, fazem jus à reparação indenizatória pelo abalo moral sofrido por esses órgãos “irresponsáveis” que levantam falso contra a vida de toda a politicalha brasileira. Que maldade contra esta pobre classe de ingênuos!

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

      

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DE SUMA IMPORTÂNCIA

 

Em meio à “lista de Janot”, ao risco de anistia ao caixa 2, reforma da Previdência e mais de 12 milhões de desempregados no Brasil, é de suma importância discutirmos o desuso de gravata pelo prefeito de São Paulo. Principalmente num texto tão filosófico e profundo como o de Eugênio Bucci no “Estadão” de 16/3 (“Pauliceia desgravatada”).

 

Bruno Mussawer Montenegro bm.montenegro@uol.com.br

São Paulo

 

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FALTA DE ASSUNTO

 

Com a devida vênia, acredito que o articulista Eugênio Bucci deveria ocupar o espaço do jornal para assuntos mais importantes do que o uso da gravata em servidores municipais. Fazendo comparação do prefeito João Doria com o assassino Ahmadinejad? Texto infeliz...

 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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PAULICEIA DESPETIZADA

 

Muito triste ver um professor da mais importante universidade brasileira traçar um paralelo de comparação do ditador iraniano com a atual prefeito de São Paulo, que tenta limpar nossa cidade em todos os aspectos que a “gestão” anterior deixou. Felizmente, até o momento, o que tem sobrado para os críticos de plantão são ilações desvairadas e descabidas.

 

Edgar Britto dredbritto@yahoo.com.br

São Paulo

 

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PAUTA

 

Uma pena que Eugênio Bucci, com tantas pautas a escolher sobre os pouquíssimos dias de João Doria na prefeitura, gaste espaço para falar do não uso de gravatas em funcionários públicos, instituído por Doria. Poderia ter falado das filas de atendimento diminuindo nos hospitais, pelo programa Corujão da Saúde. Poderia ter falado da beleza da Praça da Sé. Poderia ter falado das parcerias doando roupas e calçados para os desvalidos. Poderia ter falado da economia aos cofres públicos da ordem de R$ 10 milhões por mês com o corte de aluguel de carros. Poderia ter falado do ritmo de trabalho de um governante bem mais ágil que seu antecessor. Mas não, prefere falar de gravatas e, nas entrelinhas, criticar quem trabalhou para ter dinheiro e vestir-se com apuro. Pode ser que num próximo artigo deste senhor sejam cumprimentados os manifestantes da CUT de camisa aberta, quebrando a cidade, babando ódio sobre seus sanduíches de mortadela.

 

Sonia Constantino  constantino114@gmail.com

São Paulo

 

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A VESTE NÃO FAZ O MONGE

 

Escrevendo num jornal de prestígio, em página de destaque, fiquei chocada com o artigo. Será o sr. Bucci um retrógado em costumes sociais? Pelo seu entendimento, as mulheres deveriam continuar com vestidões até o tornozelo e cuidando da cozinha e dos filhos? Será que o progresso tecnológico e social o assusta? Será que ver seus netos craques em tecnologia (mais que o sr.) o assusta? Quero elogiar a atitude contemporânea do sr. João Doria. A gravata deve ser um acessório, não uma obrigação, afinal há tantos ladrões engravatados... A veste não faz o monge.

 

Neuza Novelli anbianchini@uol.com.br

Santo André

 

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GRAVATAS

 

Li o artigo “Pauliceia desgravatada”, de Eugênio Bucci (“Estadão”, 16/3, A2), e fiquei aguardando um final genial para o texto, que tratava, com uma metáfora, da inexigibilidade de o servidor municipal usar gravatas. Então discorre sobre a moda, o modelo de nó que se dá, a qualidade da seda da gravata com que presenciou Fernando Haddad e traça comparação com o sexagenário líder iraniano Mahmoud Ahmadinejad, que talvez por sua altura (1m57cm) prefira não usar gravatas e abrir os botões do colarinho, “alongando” a estatura do líder iraniano; ou Dmitry Medvedev, o governante russo com os mesmos 1m57cm. Perto destes, Napoleão, com sua altura mensurada entre o mínimo igual aos citados e o máximo 1m70cm, não era um pequeno imperador, muito menos um imperador pequeno. Masco assunto não é altura, mas a significação, se é que há, no ato do prefeito abolindo o uso da gravata. A mim parece um empregador privado que entende que, mais confortáveis, os empregados produzam mais e melhor. Se isso ocorrerá, creio que não, mas também não daria a menos importância ao fato, não fosse pela matéria que li.

 

Andrea Metne Arnaut andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

 

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BARBAS DE MOHLO

 

Será que o senhor Eugênio Bucci está passando mensagens cifradas ou decidiu jogar de vez a toalha? Jânio Quadros, quando presidente, também quis mudar o vestuário dos burocratas e deu no que deu. Quando os detalhes da gravata viram assunto de segunda página do jornal, está na hora de colocarmos “as barbas de molho”.

 

Pedro Luiz Bicudo plbicudo@gmail.com

Avaré

 

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JOÃO DORIA LÁ

 

Com quase todos os problemas do País atrelados à falta de recursos públicos e uma rejeição quase absoluta a esta classe política, na maioria alvos da Lava Jato e das páginas policiais, as chances de um bom gestor chegar à Presidência da República são consideráveis. Isso já pode ser constatado por pessoas que estão se beneficiando com os programas criados pelo prefeito João Doria, entre eles o Corujão da Saúde, que passou a atender num curto espaço de tempo gente simples nos melhores hospitais da cidade. Isso sem falar do corte de gastos imposto pelo alcaide à sua equipe, gerando uma economia de R$ 8 bilhões nos gastos públicos, além da promessa de doar seu salário integralmente até o fim de sua gestão a entidades de caridade. Hoje já existem movimentos engajados na campanha por Doria para presidente, como o Movimento Brasil Livre. O prefeito já pode ser encarado como um professor de Matemática e gestão que ensina: quando o governo gasta mais do que arrecada, ele manda a conta para você.

 

Paulo R. Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

 

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NÓS SABEMOS, ELES NÃO

 

O sr. Emilio Odebrecht falou, em depoimento, que caixa 2 sempre existiu, desde os tempos de Norberto Odebrecht. O ministro Gilmar Mendes e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso falam que devemos diferenciar caixa 2 de caixa 2, o que não está dando para entender! O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, fala que se for do interesse de todos os partidos eles devem discutir na luz do dia o tema da anistia ao caixa 2, depois de ele ter colocado o assunto em votação na calada da noite, enquanto o País estava de luto. Todos sabemos que caixa 2 sempre foi sonegação! Todos sabemos que é uma prática antiga e que sempre lesou o crescimento e o desenvolvimento do Brasil. Agora, o que nós sabemos e eles não é que o Brasil não aguenta mais a corrupção que, apesar de sempre existir, ultimamente, principalmente na gestão petista, estava desenfreada e fora de qualquer limite aceitável, já falando do mensalão no governo Lula. Nós sabemos e eles não que o caixa 2 não será tolerado, que os brasileiros de bem vão continuar lutando contra isso e outros atos de corrupção ativa e passiva. Viva a Lava Jato!

 

Rodrigo Affonso dos S. Echeverria rodecheverria73@hotmail.com

São Paulo

 

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MUITO MAIS DO QUE BILHÕES

 

Qual a relação entre o Porto de Mariel, construído em Cuba pela Odebrecht (aquela da Lava Jato) com dinheiro do BNDES, presidido pelo sr. Luciano Coutinho, e o atoleiro de caminhões na BR-163? Para seguir um plano de poder, os governos de Lula e Dilma tomaram suas decisões pautados em alavancar a corrupção no relacionamento com as grandes empreiteiras e direcionar recursos para seus parceiros ideológicos fora do Brasil. Ignoraram nossas necessidades de infraestrutura. Não deu outra. Enquanto o Porto de Mariel funciona às mil maravilhas e nossa produção recorde de soja fica encalhada na BR-163 por falta de uma estrada bem construída, milhões de reais de superfaturamento encheram os bolsos da empreiteira, financiaram as campanhas de vários políticos e enriqueceram outros tantos. Cadeia para todos os envolvidos. Roubaram muito mais do que bilhões. Roubaram o futuro de uma nação.

 

Carlos de Oliveira Avila gardjota@gmail.com

São Paulo

 

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VERGONHA ANTIGA

 

Enquanto nos EUA barcaças descem o Mississipi, “na banguela”, transportando cereais para serem exportados no Porto de New Orleans, por aqui centenas de caminhões atolam no barro de rodovias, onerando cada vez mais o vergonhoso custo Brasil.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

 

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FAÇANHA

 

A maior façanha do PT não foi desmontar a antiga máquina governamental e burocrática, recriando um monstrengo descoordenado e repressor em seu lugar, mas instalar no consciente popular a ideia de que a manifestação dos grupos que protestam indignados contra a sua herança maldita é formada por golpistas, enquanto relativizam os próprios crimes e se colocam num patamar acima de qualquer suspeita, arrotando moralidade e ética, condutores da consciência patriótica e realizadores da justiça social, como praticam os sem governo Lula e Dilma, transformando qualquer recinto em palanque receptor de suas mágoas e frustrações. Vão denegrindo a imagem do País e ultrajando a nossa inteligência em qualquer ocasião, e em qualquer idioma.  O repeteco de Lula, que nem tem noção de quanto ganha mensalmente (sic), é enfadonho, mas ouvir Dilma Rousseff, em português ou em francês, ah, isso não tem preço.

 

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

 

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DILMA EM ‘FRANÇOIS’

 

Depois de causar perplexidade no País por expressar-se em “dilmês”, blend do rico idioma de Camões com sabe-se lá o quê, Dilma Rousseff deu mostras de contínua falta de discernimento e de haver perdido totalmente o senso do ridículo. Em sua fala esta semana no Instituto de Altos Estudos Internacionais de Genebra, na Suíça, a presidente cassada deu vexame e provocou grande constrangimento perante uma plateia altamente culta e erudita ao falar um “françois” por ela inventado, que fez Victor Hugo se revirar onde estiver. Se mal consegue usar a língua pátria com um mínimo de acertos para se fazer entender, o que dirá no idioma de Voltaire, Balzac, Camus e Proust?! Mon dieu!

 

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

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VEXAME

 

O “Estadão” desta semana e as redes sociais mostraram o vexame de dona Dilma dando entrevista em francês, tão macarrônico quanto seu português. Ela viaja pela Europa acompanhada de quatro assessores para falar sobre o “golpe” de Temer, a candidatura de Lula, de seus planos próprios para fazer o Brasil crescer... quanta patacoada.  E pensar que 52 milhões de brasileiros votaram nesta senhora para governar nosso pobre país.

 

Eliana Pace pacecon@uol.com.br

São Paulo

 

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CONSELHO

 

De tão constrangedor, chega a ser hilariante o uso do idioma francês por Dilma Rousseff no programa de televisão europeu.  Alguém deveria aconselhar esta senhora a parar de nos envergonhar.

 

Maria Sofia Schupp masofia@uol.com.br

Itanhaém

 

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DESCONFIÔMETRO

 

Ouvindo o recente pronunciamento da sra. Dilma em que ela, verdadeiramente, “assassina” o idioma francês, veio-me à mente o filme intitulado “Florence: quem é essa mulher” e no qual a excelente artista Meryl Streep protagoniza uma mulher que deseja obsessivamente ser uma cantora de ópera. Para ela, sua voz era lindíssima, mas para os outros que a ouviam era absurdamente horrível. Para a sra. Dilma, sua fala deve ter todo o sentido, mas para quem a ouve é motivo de muita gargalhada. Isso parece ser um caso crônico de falta de “desconfiômetro”.

 

Aurélio Quaranta relyo.quar@gmail.com

São Paulo

 

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CASO DE INTERNAÇÃO

 

Ouvir a ex-presidente Dilma falando o Português já era um suplício, mas ouvi-la tentando se expressar em francês já é caso de internação. Porque uma coisa que a pessoa “normal” precisa ter na vida é alter ego. Aquele “eu oculto” que nos diz a verdade sobre nós mesmos, um conhecimento de seu eu mais oculto, que nos avisa de nossas reais condições... O francês que Dilma tentou arranhar não chega nem aos pés daquele que aprendemos quando a língua francesa era obrigatória no currículo escolar e que jamais nos deu condições de falar a língua com maestria. Com certeza Dilma, nesta aula, pulou vários muros, e tentar se expressar no país amigo foi caso de internação. Mais do que nunca não houve “golpe”, houve salvação da Pátria!

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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DILMA ROUSSEFF

 

O mais impressionante não é o tradicional limite cognitivo e de expressão desta senhora; é o fato de ainda haver quem a queira escutar! Mas em breve ela terá muito o que dizer ao Ministério Público Federal...

 

Ricardo C. T. Martins rctmartins@gmail.com

São Paulo

 

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DISCURSO NA PAULISTA

 

Lula voltou à Avenida Paulista anteontem? Falando sobre ser contra a reforma da Previdência proposta pelo atual governo? Duvido que algum paulistano acredite nas bazófias que o “apedeuta” vem transmitir. Logo ele falar de Previdência? Ele que, durante o seu mandato, instruiu o presidente do STF e ex-deputado do PMDB a passar por cima da Constituição e taxou os aposentados com mais de 65 anos a pagarem mais 11% para um benefício a que já tinham direito? Ele, que gosta de grandes números (78 mil pescadores no programa do seguro-defeso), sabe qual a porcentagem de velhinhos que não puderam comprar remédios e vieram a óbito? Só 4%?

 

Flávio Prada flavioprada39@gmail.com

São Paulo

 

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LULA E A PREVIDÊNCIA

 

Quem vê Lula bradar contra a reforma da Previdência certamente não vê nenhuma incoerência entre sua teoria e prática. Lula finge defender os trabalhadores, posa de bonzinho, mas o fato é que o Brasil e o mundo viram, na última terça-feira (10/3), o ex-presidente prestar depoimento ao juiz Ricardo Leite quando perguntado qual era sua renda. Ele disse que tinha uma aposentadoria de anistiado, no valor de R$ 6 mil, a aposentadoria de sua falecida esposa, de R$ 20 mil, aposentadoria como ex-presidente e doações que recebia de seus filhos. E não causou surpresa a ninguém? Como pode uma pessoa que foi inspetora de alunos, dona Marisa (vide Wikipédia), ter se aposentado com R$ 20 mil? Qual órgão concedeu essa aposentadoria a ela? Como é possível receber doações de filhos que não têm imóveis e moram de favor? Prezado leitor, você sabe quanto ganha um professor da rede pública quando se aposenta? Pois é, é por essas e outras que o cidadão brasileiro precisa acordar e se informar sobre os altos salários que as pessoas do governo recebem, enquanto o trabalhador que paga seus impostos financia os bolsos dos folgados. Se a Previdência é deficitária, não é por culpa do povo. Por que não se começa cortando privilégios nos Três Poderes?

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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MAIS UMA REGALIA?

 

Não nos admira que mais uma vez Lula não saiba o quanto recebe por mês quando questionado pelo juiz em inquérito aberto contra ele. Como sempre, nunca soube das bandalheiras que aconteceram embaixo de seu nariz quando era presidente da República. Mas seus cálculos iniciais juntando o que ganha como “perseguido” político da ditadura, somado à aposentadoria de sua esposa falecida recentemente e a mais uns trocados, chegou à conclusão junto com o seu inquiridor de que seriam, mais ou menos, R$ 50 mil, mas na dúvida afirmou que depois mandaria o montante pelo seu advogado. O que mais nos chamou a atenção foi a aposentadoria de Marisa Letícia, de R$ 20 mil, que agora passaria para R$ 30 mil. Todos sabem que ela não trabalhava nem era funcionária pública para receber essa quantia de aposentada, mesmo porque também segundo consta não tinha nível superior de ensino. Com certeza, mais uma das muitas regalias de que Lula usufruiu e repartiu com todos os seus familiares e apaniguados enquanto achava que era dono do poder. A conferir.

 

Leila E. Leitão

São Paulo

 

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EM TEMPOS DE REFORMA...

 

De maneira surpreendente, o ex-presidente Lula declarou não saber quanto recebe por mês. Balbuciou algumas palavras e números dos quais só se lembrou da bolsa “ditadura”, pelos 31 dias em que ficou preso (?), e da aposentadoria de Marisa. O juiz não se interessou muito por esta parcela, mas os brasileiros gostariam de saber que aposentadoria era esta pela qual ela recebia R$ 20 mil e que iria passar para R$ 30 mil. Resta, ainda, saber se Lula tornar-se-á pensionista da mulher. Em tempos de reforma da Previdência, seria interessante conhecer esses dados.

 

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

 

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O QUE SABER

 

Lula sabe tudo, menos quanto ganha! Sabe o mais, mas não sabe o menos!

 

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

 

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O GRANDE MESTRE

 

Roudini, um dos maiores ilusionistas e escapologista da História infelizmente foi superado pelo “Amigo”, ou Jararaca. Dificilmente alguém envolvido na Lava Jato vai afirmar categoricamente a sua culpa, principalmente um político, porque essa delação significa o fim da sua carreira política. Vai ficar solto e, com o apoio dos partidos de esquerda, vai ser candidato em 2018. Se ganhar, ficarei na praia à espera de uma caravela portuguesa que me leve para bem longe.

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

 

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A DEFESA DE LULA

 

Lula tem a arte de falar: mostra a cara limpa, mas esconde os fundilhos sujos.

 

Vidal dos Santos vidal.santos@yahoo.com.br

Guarujá

 

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GREVE ANUAL

 

Começou o período de greve anual dos professores.

 

Vagner Ricciardi vb.ricciardi@gmail.com

São Vicente

 

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COBRANÇA DE BAGAGEM

 

É incrível como se inventam normas para complicar a vida das pessoas! Para que não se aumente o valor das passagens aéreas, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) determinou a cobrança de bagagens. Com isso, aumentam os custos da operação de pesagem e de cobrança, aumentam as filas, que já são grandes, aumenta o atrito entre passageiros e aeroviários, com que objetivo? No exterior, as empresas que cobram são baratíssimas, caso contrário não cobram exceto por excesso de peso. Nós temos a mania de inventar coisas desnecessárias que só complicam a vida de todos. O burocrata que inventou isso deveria ser demitido sumariamente!

 

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

 

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ASSESSORIA

 

O comportamento da Anac defendendo as empresas aéreas não chega a ser surpreendente. Defender o povo para quê? Já existem os “políticos”. Então sugiro mudar apenas o primeiro nome. No lugar de agência seria assessoria. E que seus custos de manutenção passem a ser das aéreas. Estariam contribuindo para o ajuste fiscal. Temer agradece.

 

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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A LEI MALA

 

Detesto esta coisa de “no Brasil é diferente”. Agora, mais uma celeuma de quem não entende zicas de negócio gritando sobre a questão da cobrança de bagagem despachada em aviões. Basta olhar para o resultado das empresas de aviação brasileiras para ver que os caras não operam em oligopólio. Estes caras se matam (quase literalmente) numa guerra irracional pelos passageiros. Esse é um fenômeno mundial nessa indústria (razão pela qual jamais investiria nela). Em todos os países onde foi liberada a cobrança de bagagens despachadas houve queda de tarifas. Uma das razões é porque a cobrança da bagagem permitirá que as empresas aéreas tenham muito mais previsibilidade do que levará como carga oriunda de passageiros, abrindo espaço para rentabilizar de forma mais eficiente o seu espaço de carga para parcéis “comerciais”. Precisamos de menos Estado e mais liberdade de mercado. Estamos tão atrasados nesse sentido que não precisamos inventar nada. Basta copiar o que deu certo em outros lugares. O Brasil não é diferente.

 

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

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