Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

05 Abril 2017 | 03h00

RENAN X TEMER

Mobilidade nas Galápagos

Renan Calheiros rompeu com Michel Temer. Rompeu mesmo? O fatiador da Constituição federal – parceiro de Ricardo Lewandowski na trapaça ao vivo na TV – quis ser ministro da Justiça, não foi. Quer prender juízes federais e procuradores da República, não consegue. Ressente-se da atual obscuridade na mídia, perdida a visibilidade da presidência do Senado, casuisticamente mantida até o fim com a condescendência do Supremo Tribunal Federal (STF). O STF deve explicações objetivas e convincentes ao Brasil para justificar por que o senador Renan Calheiros não é definitivamente condenado – ou absolvido. Processos não faltam, desde 2007. Faltam-nos paciência e tolerância com a mobilidade das tartarugas de Galápagos.

JOSÉ MARIA LEAL PAES

tunantamina@gmail.com

Belém

Quimeras planaltinas

Acaso estaria o ilustre, sábio e impoluto “conselheiro” Renan em aberta campanha eleitoral, sonhando com a cassação da chapa Dilma-Temer, o que tornaria obrigatória uma eleição indireta a ser realizada pelo Congresso Nacional, em que ele seria o nome lembrado em prol da conciliação no País? Diz o velho ditado que de ilusão também se vive! Ou seria apenas o sonho de uma noite mal dormida?

ARLETE PACHECO

arlpach@uol.com.br

Itanhaém

ANACRONISMO

Pedido de vista

O julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) chama a atenção para o anacronismo que é o pedido de vista nos tribunais. Muitos processos já são digitais, acessíveis a todos os julgadores, o que faz das “vistas” meros meios de adiar julgamentos. E para os processos físicos existe a possibilidade de produzir cópias, especialmente em casos importantes. Mas alguns ministros e desembargadores não querem abrir mão desse poder.

LUIZ AUGUSTO MÓDOLO DE PAULA

luaump@yahoo.com.br

São Paulo

CORRUPÇÃO

O reizinho

A Coluna do Estadão de ontem nos dá conta de que o ex-ministro Antônio Palocci avalia fazer delação premiada. Ao tomar conhecimento desse fato, o poderoso chefão Lula da Silva fez chegar ao companheiro petista, por intermédio de seu advogado de defesa, sua desenfreada irritação (melhor seria dizer apreensão). Como um autêntico monarca, o ex-presidente exerce um fascínio perigoso em seus fanáticos súditos, estejam eles soltos e militando, ou com a Polícia Federal mordiscando seus calcanhares, ou já trancafiados em celas curitibanas e alhures. A Lula o que importa é manter controle absoluto, para não perder as benesses do seu “trono” – ainda que este seja excessivamente podre.

LUÍS LAGO

luis_lago1990@outlook.com

São Paulo

Lula indignado com o desejo do “italiano” de fazer delação premiada? Ora, essa patética figura se julga um deus? Só se for o deus da ruína e da propina!

CARLOS EDUARDO RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

Silêncio companheiro

A irritação de Lula com possível delação de Palocci é indício bem claro de que o ex-ministro tem muito a revelar. Dirceu fechou-se em copas, Vaccari, idem – as longas penas deles podiam ter sido diminuídas com delações. Se Palocci também se calar para sempre, pode-se dizer que Lula tem o poder descomunal de fazer os companheiros sacrificarem a vida por ele. De onde vem esse poder? Será que algum dia chegaremos a entender tanta fidelidade, com sacrifício dos companheiros e de suas famílias?

ELIANA FRANÇA LEME

efleme@gmail.com

São Paulo

João e Mônica

Quero ver a cara do honesto Lula e da ética Dilma após a delação premiada de João Santana, guru de ambos, e da mulher dele, Mônica Moura. Quero ver a arrogância dos dois diante das tantas evidências que, sem dúvida, João e Mônica têm e vão mostrar. O que apareceu até agora são apenas resquícios, coisas miúdas do grande golpe que Lula, Dilma e o PT deram no País e na falida Petrobrás. Depois disso, muitos que agora vivem berrando “fora Temer” vão atacar de “fora a delação premiada” – isso inclui, é claro, o parasita do PT, o PCdoB.

ANTONIO JOSE G. MARQUES

a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

Cadê as reservas?

Vivemos de anos recentes para cá mergulhados numa crise sem precedentes nos seus aspectos financeiro, econômico, político e social. Mas não nos mostram nem nós procuramos saber, sponte propria, o porquê desta crise renitente e recidiva. É que na base dela está o caos moral em que nos lambuzamos. Moralmente, o Brasil já faliu há muito tempo e quase ninguém ainda se deu conta disso. Não temos reservas morais, imprescindíveis em momentos de tempestades como este que atravessamos. No passado, tivemos os luminares do Império que ajudaram a construir a nacionalidade. E no século 20 tivemos personalidades como, entre outras, Tristão de Ataíde, Sobral Pinto, Afonso Arinos, Roberto Simonsen, Julio de Mesquita, Herbert Moses, escritores, dignatários religiosos, jornalistas, políticos estadistas e patrícios ilustres em suas respectivas atividades. Com sua autoridade moral chamavam a opinião pública e os governos a assumirem suas responsabilidades. Agora, nem ex-presidentes (esperar deles o quê?), nem dirigentes empresariais (os culpados pela carne podre não são os industriais delinquentes, e sim a Polícia Federal...), nem banqueiros (estão deitados no divã, segundo um deles) e nem sequer os bilionários listados na revista Forbes abrem o bico para dizer uma só palavra de orientação ou – ao menos – profligar contra o que se vê. José Bonifácio continua tendo razão: “Falsidade e dissimulação fazem o caráter geral – dos brasileiros curiosos e inquietos, mas não ativos nem apllicados” (Projetos para o Brasil, p. 99). Pobre Brasil!

ELIAS DA COSTA LIMA

edacostalima@gmail.com

São Paulo

INSEGURANÇA PÚBLICA

No Rio de Janeiro

A prefeitura da cidade do Rio de Janeiro vai comprar no exterior um produto para aplicar nos muros das escolas municipais, a fim de torná-las mais bem protegidas dos tiroteios. No Brasil atual é assim. Ao invés de se procurar defender o cidadão, a cidade, procuram-se meios alternativos de proteção. É mais fácil tirar o sofá da sala. Qual o próximo passo? Dotar os cidadãos de armaduras? Ou um aviso do tipo “tranquem-se em casa, não podemos garantir sua segurança”?

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

JULGAMENTO NO TSE

 

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dá mais prazos e adia o julgamento da ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer da eleição de 2014. Nada mais previsível. Toda a imprensa anunciava esse resultado. Era tão previsível o fato de que nada aconteceria que o presidente Michel Temer ontem estava fora de Brasília, cuidando de sua agenda. O ministro e presidente do TSE, Gilmar Mendes, convocou um aparato de guerra para nada. Uma coisa fica bem clara: o Judiciário sempre trabalhou a favor do Executivo e do Legislativo, somente o cidadão comum não tem essas facilidades. Tudo como dantes no castelo de Abrantes.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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VIÉS GARANTISTA

 

Começaram os adiamentos no julgamento da chapa Dilma-Temer, da eleição de 2014, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O viés garantista continua vencendo. Como se o crime e a corrupção fossem raridade no País e as acusações sempre abusivas. É ainda o ranço da ditadura que enviesou a Constituição e as leis penais. Tudo para a defesa, mesmo quando se trata de eleição obviamente fraudada e que enterrou os sonhos dos que acreditavam no País. Só uma revolução pela cidadania trará de volta, se alguma vez existiu, a soberania popular mencionada, de passagem na Constituição, já remendada, mas ainda dita cidadã!

 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

 

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CONFUSÃO

 

Fernando Henrique Cardoso disse que processo no TSE vai criar a maior confusão. Afinal, quem foi que propôs a ação, senão o seu partido?

 

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

 

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OPORTUNISMO

 

O PSDB nunca atuou como uma oposição verdadeira durante o governo do PT. Como os demais partidos, sempre quis ser governo, não importando como. A aliança com Temer e a escandalosa retirada da alegação de que o então vice-presidente não tinha nada que ver com Dilma no processo do TSE são a prova cabal do seu oportunismo. O que eles não entendem é que a grande votação que receberam na última eleição foi mais de votos contra o PT do que mérito do PSDB. FHC, Alckmin e Serra precisam se lembrar do velho dito popular “diga-me com quem andas e eu te direi quem és”. Como eles sempre andaram com Aécio, é bom se cuidarem.

 

Paulo Boin boinpaulo@gmail.com

São Paulo

 

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DIFÍCIL SOLUÇÃO

 

No julgamento do presidente Michel Temer pelo TSE, temos duas questões a considerar: a primeira é a questão moral. O presidente, se condenado, fica claro que recebeu dinheiro ilegal para financiar sua campanha à Presidência do País. Cometeu, assim, um ilícito penal a toda prova. A segunda questão é política: se for condenado, deverá deixar a Presidência para a qual foi eleito. Isso causaria um enorme estrago na administração de nossa nação. Nunca houve na história do nosso país um caso semelhante, de tão difícil solução.

 

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

 

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TUDO É POSSÍVEL

 

Seria cômico, se não fosse trágico, caso a cassação da chapa Dilma-Temer se concretizasse e o Congresso escolhesse, em eleição indireta, Dilma Rousseff para terminar o mandato até 2018. Neste Brasil, com estes políticos tipo Renan Calheiros, tudo é possível.

 

Olavo Fortes C. Rodrigues olavo_terceiro@hotmail.com

São Paulo

 

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CHAPA DILMA-TEMER

 

Uma pergunta aos petistas: se Michel Temer assumiu a Presidência da República sem nenhum voto e foi “golpista”, por que pagar pelos votos de Dilma Rousseff?

 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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PROPAGANDA ENGANOSA

 

A mais recente propaganda política gratuita do PCdoB, veiculada por rádio e televisão, divulga uma informação distorcida: a de que o governo de Michel Temer seria ilegítimo por ter ele assumido o poder sem nenhum voto. A matemática está equivocada. Michel Temer foi eleito em 2014, através da chapa Dilma-Temer, com 54 milhões de votos. Se quem votou nele não sabia o que estava fazendo ou se arrependeu depois, é outra história. A propaganda afirma, também, que é preciso restaurar a democracia no Brasil, “perdida” com o impeachment de Dilma Rousseff. Outro equívoco. Foi em pleno respeito à ordem constitucional e democrática que o impeachment de Dilma Rousseff foi amplamente debatido no Congresso, inclusive com participação ativa de deputados e senadores do PCdoB. Ou seja, este partido continua fazendo o que sempre fez: propaganda enganosa.

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

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O DESTINO DE TEMER

 

Se Michel Temer está limpo e com a reputação ilibada, ele não tem nada a “temer”.

 

Orélio Andreazzi orelio@andreazzi.com.br

Suzano

 

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REPUGNANTE

 

É repugnante saber que o governo de Michel Temer dependa exclusivamente de um pedido de vista e outras artimanhas jurídicas para se arrastar até o fim. Até a sombra das árvores já sabe que a chapa composta por Dilma Rousseff e Michel Temer foi eleita com o dinheiro do crime organizado da máfia das empreiteiras. Há uma enorme quantidade de provas, confissões, devoluções de dinheiro desviado, o mundo inteiro já sabe dos crimes cometidos por Dilma e Temer, o Brasil já foi rebaixado ao grau de lixo especulativo, mas um pedido de vista sem prazo deve garantir que o vice de Dilma Rousseff e sua turma continuem no poder. Como se não bastasse essa vergonha, ano que vem o Brasil irá eleger Lula da Silva para mais oito anos de roubalheiras. A solução é fazer como fizeram na Rússia, na França ou até mesmo no Paraguai: povo na rua, revolução já!

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

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NEGAR, NEGAR, NEGAR

 

A defesa de Dilma Rousseff nega irregularidades nas contas de campanha; a de Temer nega a sua participação em arrecadações ilícitas; a de Antonio Palocci e Guido Mantega nega o envolvimento deles em arrecadações ilícitas; a de Lula nega a solicitação de recursos à Odebrecht... e por aí vai! Negar, negar, negar... Qualquer bandidozinho faz isso quando detido, e nem precisa de advogado! “Negue e serás feliz!”.

 

Sandra Maria Gonçalves sandgon@terra.com.br

São Paulo

 

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PESSOAS DE FÉ

 

A julgar pelas declarações de todos os investigados pela Polícia Federal, há unanimidade quanto à crença na Justiça brasileira. Qualquer político pego nas investigações sempre declara que “é inocente e que acredita na Justiça”. Nelson Rodrigues dizia que “a unanimidade é burra”. Desconheceria ele a fé dos políticos e corruptos na morosidade do Supremo Tribunal Federal?

 

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

 

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‘DELAÇÕEZINHAS’

 

Bem que suspeitávamos que Dilma Rousseff tem muito a esclarecer (atos de corrupção) quando ela diz que Marcelo Odebrecht fez “delaçõezinhas”. Imaginem o que ela fez quando no governo! Pelo visto, não sabemos da missa a metade. Estão esperando o que para cassar, enfim, seus direitos políticos?

 

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

 

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FALA DEMAIS

 

Se o Ministério Público e a Justiça levassem a sério a entrevista da “ex-presidenta” Dilma Rousseff ao jornal “Folha de S.Paulo” ontem, ela poderia ser enquadrada judicialmente por afirmar que as delações premiadas são praticamente “feitas sob tortura”. Mas, como o Brasil inteiro sabe que daquela boca não sai nada coerente e que preste, aposto que deixarão barato. Apesar de que muitos loucos já levaram países a guerras e destruições, porque eles ousam mais do que pessoas normais, coerentes e conscientes. Por isso, como ela ainda não rasga dinheiro, deveria receber, sim, um processo monstro nas costas para aprender que falar demais tem suas consequências.

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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VAI TER DE ESPERAR

 

Respondendo a cinco ações penais e não dando a mínima para a Justiça, o ex-presidente Lula quer eleições diretas já, visando à possível cassação da chapa Dilma-Temer – ou seja, quanto pior, melhor. Só que vai ficar na pretensão, pois o Tribunal Superior Eleitoral adiou o início dos trabalhos, adiando a decisão sobre a chapa. O tempo está se esgotando e Lula, cada vez mais perto do juiz Sérgio Moro, graças a Deus!

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

 

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LEI DA OMERTÁ

 

Na determinação de Lula em “salvar” a sua própria biografia, vale tudo, negar, mentir e, inclusive, tratorar sobre a vida de seus companheiros denunciados, exigindo que eles se calem diante da Lava Jato, impedindo-os de usufruir da diminuição de penas salgadas por seus crimes, caso suas delações ajudem o Ministério Público e a Polícia Federal a avançar nas investigações de casos de corrupção. O “guerreiro do povo brasileiro” (sic) José Dirceu já está condenado a 23 anos de cadeia graças à mafiosa Lei da Omertá, que o obriga ao silêncio cúmplice de solidariedade. João Vaccari Neto já amarga outros 15 anos, e as investigações não param, outras condenações podem se somar a essas... Mas o poderoso Lula exige fidelidade e bico calado de todos, até porque dia 3 de maio ele se defrontará com o juiz Sérgio Moro e espera que, antes disso, nenhum dos companheiros complique sua vida mais do que já está!

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

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CULPADO, EU?

 

O conselheiro Jonas Lopes, ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), complicou a vida de Luiz Fernando Pezão em delação premiada, dizendo que o governador conhecia o esquema de corrupção que vigorava naquele órgão. Cá entre nós, essa é uma acusação caluniosa e difícil de acreditar. Até porque Pezão é um cidadão acima de qualquer suspeita. Com ironia, por favor!

 

Luís Fernando luffersanto@bol.com.br

Laguna (SC)

 

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QUINTO DO OURO

 

Por uma interpretação errada no que foi noticiado quando da Operação Quinto do Ouro, da Polícia Federal, ficou a impressão de que apenas os cinco conselheiros do TCE do Rio de Janeiro que foram presos na operação tinham participação nos desvios de fundos verificados no órgão. Na verdade, um sexto conselheiro, Jonas Lopes de Carvalho, também participou do assalto, e não foi preso junto com os demais porque foi ele que, em delação premiada, entregou os seus pares à Justiça. Portanto, por enquanto, dos sete membros, apenas um membro do tribunal, uma conselheira, sobrou dessa faxina ética.

 

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

 

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SURPRESA DESAGRADÁVEL

 

Inicialmente, o cidadão fluminense considerava Luiz Fernando Pezão um “low profile”, sempre nos recantos mais reservados dos eufóricos palanques da época áurea de seu padrinho, o hoje presidiário Sérgio Cabral. Eleito para o governo do Estado e acometido de doença grave, da qual se recuperou com os serviços de bons hospitais particulares – passando longe das unidades da rede pública de saúde, atualmente falida, impossibilitada de atender com dignidade mínima a população que o elegeu –, verifica-se que o governador, na verdade, sempre esteve descolado de seu mentor e tem vida própria, envolvido que está em atos de corrupção, contando até em seu currículo com um pedido de impeachment que aguarda decisão. Surpresa desagradável.

 

Paulo Roberto Gotaç  prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

 

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A UTILIDADE DOS TRIBUNAIS DE CONTAS

 

Segundo a ONG Transparência Brasil, 80% dos Tribunais de Contas do País são compostos por políticos, e quase um quarto deles sofreu ou sofre processos graves, inclusive sob o aspecto da ética e da moralidade. Assim, nas mãos de tais conselheiros não há perigo de providências drásticas sob o aspecto legal quanto a delitos ou irregularidades dos governantes. A situação é cômoda e desfrutada por todos os políticos e administradores públicos corruptos. Conclui-se, então, que tais órgãos, cognominados de tribunais, dificilmente colaboram com a Lava Jato ou com o Ministério Público. É como ensina o dito popular: “Lé com cré e cré com lé. Um sapato em cada pé”.

 

José C. de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

 

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TRANSPARÊNCIA NA LAVA JATO

 

Muito oportuna e consistente a advertência da leitora sra. Érica Gorga, dirigida ao membros da Operação Lava Jato (4/4, A2), chamando-lhes à atenção para que os que roubaram a Petrobrás só em parte roubaram os cofres públicos, porque tal crime atingiu também os acionista da empresa, que não são exclusivamente cidadãos brasileiros habituados a ser vilipendiados pelo Estado, mas também estrangeiros cujos países como os Estados Unidos podem cobrar o Brasil pelo prejuízo de seus cidadãos. É triste de ver como até pessoas de bom nível intelectual no País estão impregnadas de noções estatizantes e antiliberais que lhes foram incutidas pelas escolas “republicanas” e “social-democratas” que há muito vêm corrompendo a mente de nossa gente. Seria bom que os senhores de Curitiba e de outras paragens refletissem sobre a sábia advertência da esclarecida leitora.

 

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

 

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DINHEIRO RECUPERADO

 

Precisa a professora Érica Gorga ontem no “Estadão” (A2) sobre a recuperação de ativos da Petrobrás, que, apesar de ser controlada pela União, tem acionistas minoritários e investidores que exclusivamente amargaram os prejuízos. Desta forma, é fundamental que o valor recuperado seja partilhado entre todos, e não apenas na cultura do patrimonialismo equivocada de pertencimento ao controlador, pois que os minoritários não tiveram qualquer deslize, desvio ou cometeram falcatrua, estes, sim, as reais vítimas do descalabro gerencial administrativo societário.

 

Carlos Henrique Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

 

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CONTINUA NA MESMA

 

Verifiquei que a ação da Petrobrás valorizou, no período de 12 meses, algo em torno de 300%. Seu valor ainda está distante dos valores de meados de 2008, o auge da Bolsa. O “senhor mercado” prega nos investidores mal preparados surpresas desagradáveis e prejuízos irreversíveis. Ora estão ricos, ora pobres. Resumindo: a Petrobrás nunca valeu os valores praticados em 2008 nem em 2017. É a petrolífera mais mal administrada do mundo. Basta acompanhar seus balanços e o de suas congêneres. Sempre foi assim e não mudou até hoje. Minha opinião: caiam fora enquanto é tempo.

 

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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MERCADO GLOBAL DE COMPRAS PÚBLICAS

 

Já não bastassem as desagradáveis surpresas diárias com a Lava Jato, hoje fiquei mais frustrado ainda ao ler que o Brasil não participa do mercado global de compras públicas que movimenta a “bagatela” de US$ 3,4 trilhões, pois certamente nos 13 anos dos (des)governos petistas decidiu-se que seria muito mais importante participar do Mercosul. Sinceramente, é para chorar. Espero que o presidente e o Ministério das Relações Exteriores revejam com urgência essa situação.

 

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

 

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TERCEIRIZAÇÃO

 

Devemos respeitar a diversidade de opiniões, mas não podemos admitir a propagação de falácias como no artigo “Vão terceirizar a vida?” (4/4, A2), de Flávio Tavares. Inaceitável é o desemprego, que representa a perda permanente do capital humano do País. A terceirização já empregava 12 milhões de trabalhadores antes da publicação do marco regulatório, protegidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e, ao mesmo tempo, vulneráveis em decorrência da possibilidade de múltipla interpretação de atividade-meio e fim pelo Judiciário. O Brasil precisa adequar leis às novas formas de trabalho.

 

Vander Morales, presidente da Federação Nacional dos Sindicatos das Empresas de RH, Trabalho Temporário e Terceirizado (Fenaserhtt) residencia@sindeprestem.com.br

São Paulo

 

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ESCRAVIDÃO

 

Excelente o artigo publicado no “Estadão” de ontem (4/4), de autoria do jornalista e escritor Flávio Tavares: “Vão terceirizar a vida?”. A chamada terceirização dos contratos de trabalho, por mais que dourem a pílula, na prática, acaba com os direitos trabalhistas de vez, deixando as portas abertas para a exploração total dos trabalhadores, que, além de não terem mais segurança em seu emprego, nem direitos trabalhistas, ainda terão como pá de cal o fim da aposentadoria. Esta terceirização nos remete à Inglaterra no início da revolução industrial, quando os trabalhadores eram obrigados a trabalhar até 18 horas por dia, em condições insalubres, por um salário ínfimo, insuficiente para a subsistência sua e de sua família. A exploração era tamanha que provocava suicídios, casos graves de alcoolismo e loucura entre os trabalhadores, entre outras doenças. O Brasil volta ao passado nas relações trabalhistas e só falta os nossos dignos políticos revogarem a Lei Áurea. Terceirização rima com escravidão!

 

José Milton Galindo galindo52@hotmail.com

Eldorado

 

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PARA CONFUNDIR

 

Sobre a opinião “Vão terceirizar a vida?” (4/4, A2), de Flávio Tavares, inicialmente, cumprimento o “Estado de S. Paulo” por ceder um espaço nobre à publicação de uma opinião claramente contrária àquelas comumente publicadas no jornal. Realmente, a imprensa tem o dever de mostrar as duas faces da moeda. Quanto à opinião em si (de um esquerdista de carteirinha), parece uma tentativa absurda de confundir e desinformar. O autor se refere ao trabalho terceirizado como se o trabalhador não tivesse empregador e nenhum direito trabalhista. Ao afirmar que “o empregado não vai saber para quem trabalha e produz. A empresa não saberá a quem emprega ou a quem hierarquizar”, dá a entender que o trabalhador chegará à empresa dentro do baú fechado de um caminhão e será conduzido ao trabalho de olhos vendados. E a empresa contratante não terá nenhum controle sobre ele! Para encerrar, informo ao autor que as primeiras sondas enviadas a Marte (Viking 1 e 2) foram lançadas em 1975, portanto, no século 20, e não no atual.

 

Luciano Nogueira Marmontel automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

 

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‘VÃO TERCEIRIZAR A VIDA?’

 

Não se trata de “terceirizar a vida”. Trabalho não é sinônimo de “vida”. Há problemas com a terceirização? Claro que sim. Ela é o maior sonho de trabalho de uma pessoa, como era passar no concurso dos Correios ou do Banco do Brasil (bem antigamente)? Não, não e não. Mas pode existir nos moldes em que está sendo feita a legislação, se a lei for realmente atendida, sobretudo, se a empresa tomadora dos serviços realmente confirmar o pagamento de todas as verbas e recolhimentos aos quais fazem jus os empregados da terceirizada que laboram em suas (da tomadora) dependências. E de que forma arcará a empresa que não tem contrato nenhum com o trabalhador, caso faltem bens à locadora? Neste caso, haverá responsabilidade subsidiária da tomadora, por cada uma das verbas a que o empregado teria direito de receber da empresa locadora (desaparecida ou insolvente). Por isso, não procede a afirmação de que o tomador de serviços não é mais responsável pela fiscalização da relação de índole trabalhista (CLT), entre o empregado e a firma que contratou para prestar serviços para si. Então, tirando a parte do projeto de lei que admite a terceirização para a atividade-fim (sob pena de termos uma empresa organizando o trabalho de várias outras, sem nenhum quadro próprio de trabalhadores), não creio que a aprovação da lei da terceirização seja menos incômoda que o índice de contratações informais, de trabalho escravo ou análogo a este, ou a ter pouco mais do que 12,3 milhões de pessoas, dados do trimestre encerrado em dezembro de 2016, um crescimento de 2,7% ante o terceiro trimestre de 2016 – 12,0 milhões – e de 36,0% – mais 3,3 milhões de pessoas – em relação ao mesmo trimestre de 2015. Isto, sim, a fome, o frio, o desalento, é que exterminam com a psique, o físico ou a “vida”, como disse o grande jornalista Flávio Tavares (4/4, A2).

 

Andrea Metne Arnaut andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

 

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FEITIÇO CONTRA O FEITICEIRO

 

A terceirização é fruto do somatório da Justiça Trabalhista, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de sindicatos e trabalhadores que nunca mediram as consequências de suas atitudes. A primeira, por deixar que a legislação trabalhista corresse solta com juízes parciais e sempre a favor do empregado, como se todos os empregadores fossem useiros e vezeiros na exploração do trabalhador – apresenta-se, então, como o Hobin Hood trabalhista. A segunda, por dar toda credibilidade às palavras do reclamante, formulando quesitos em ações que ultrapassam as raias do absurdo. Os sindicatos, a exigir acordos e direitos sem nunca sequer mencionar obrigações, deixando estas a critério do bom senso dos trabalhadores; e estes, por sua vez, aguardando o momento oportuno para processar o patrão por um tostão, muitas vezes incentivados pelo senhores “adevogados”. Deu no que deu. Não que isso mude a relação empregado-empregador, pois a maioria das empresas que necessita de mão de obra com um mínimo de especialização não poderá se sujeitar a ficar substituindo trabalhadores a todo momento, esperando que os mesmos sejam triados, mantidos em “estoque” e oferecidos por empresas terceirizadas. Tudo poderia ser diferente, infelizmente, neste país procura-se sempre o caminho mais tortuoso, íngreme, cheio de pedras e, de preferência, que não leve a parte alguma.

 

Manoel Braga manoelbraga@mecpar.com

Matão

 

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REFORMA

 

Se houvesse uma salutar reforma das nossas distorcidas leis trabalhistas, a terceirização só seria utilizada em casos específicos e esporádicos.

 

Inês Levis ineslevis@hotmail.com

Jundiaí

 

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ENTULHO DO IMPOSTO SINDICAL

 

Além do relator da reforma trabalhista, o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), que é favorável ao fim do imposto sindical obrigatório, mais uma importante voz contra a manutenção da obrigatoriedade deste imposto vem do presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Ives Gandra Martins Filho, em entrevista concedida ao “Estadão” (3/4). Esse entulho contra os trabalhadores, que são obrigados a dispor de um dia de seu trabalho aos sindicatos, foi criado em 1943, pelo ditador Getúlio Vargas. E, para orgia dos absurdos 11.050 sindicatos existentes no País, somente em 2016 eles receberam R$ 3,5 bilhões destes recursos, descontados dos trabalhadores. Muito melhor seria se esses recursos fossem direcionados aos hospitais e postos de saúde da rede pública, por exemplo. Mas, em 2008, Lula, o pai das quadrilhas montadas nas nossas estatais e unha e carne com os sindicalistas, autorizou também o repasse de 10% do total arrecadado para as centrais sindicais, como a CUT e a Força Sindical. Este imposto sindical é dinheiro do trabalhador jogado impunemente no lixo, já que estes sindicatos nem sequer são obrigados a prestar contas à sociedade. Só mesmo neste Brasil da impunidade e das facilidades vis institucionais é que este imposto sindical resiste...

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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LIMITANDO O UBER

 

O deputado Carlos Zarattini (PT-SP) pretende limitar o serviço de transporte de passageiros prestado pelo aplicativo Uber, demonstrando sua “visão modernista”, que, aliás, tem distinguido o PT ao longo dos anos. Ele deveria aproveitar para incluir uma cláusula estimulando o transporte público com carroças, pois dessa forma poderá haver a criação dos sindicatos dos carroceiros, dos tratadores de cavalos, dos recolhedores de esterco, todos recebendo o imposto sindical que lhes é devido. E ainda há pessoas que acreditam que a velhice traz a sabedoria!

 

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

 

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ALGUÉM SE MANIFESTE!

 

Será que o senhor ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, está verificando com as operadoras de TV a cabo a retirada dos canais SBT, Record e Rede TV de suas listas de canais oferecidos? Não há uma manifestação do governo federal? E do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)?

 

Joao Camargo inteligencianomundo@hotmail.com

São Paulo

 

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JUROS BAIXOS?

 

Esta semana recebi os boletos dos meus cartões de crédito e, junto, vinha uma propaganda maldosa. Para que eu pudesse parcelar minhas dívidas, um banco me oferecia 4,9% ao mês e o outro, 7,59%. Como qualquer pessoa que pensa, vi nisso um despropósito. O povo pobre de baixa cultura pensa estar fazendo um bom negócio. Isso deveria ser proibido, porque é um crime perpetrado pelas operadoras de cartões, com anuência do governo, que induz um pessoa de pouca cultura a entrar numa dívida impagável, dando lucros altíssimos às operadoras. Esta semana vi uma medida tomada pelo governo de que haverá uma redução de juros nos cartões de crédito. Para que o povo não tenha seu nome sujo, ele pode obter crédito mais barato nos bancos públicos ou privados com “juros mais baixos”, para saldar suas dívidas. Porém, só estaremos mudando o “ladrão”, porque juros de 3% ao mês continuam sendo um roubo.

 

Wilson Matiotta loluvies@gmail.com

São Paulo

 

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TERRAS PARA ESTRANGEIROS

 

O que eu temia está prestes a acontecer: estrangeiros vão comprar o território brasileiro. O relator do projeto de lei que libera a compra de terras brasileiras por empresas e investidores estrangeiros, deputado Newton Cardoso Junior (PMDB-MG), deve apresentar ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), substitutivo que retira o limite para negócios. O texto anterior limitava a aquisição a 100 mil hectares por investidor e arrendamento de mais 100 mil hectares. Agora, prezado leitor, se considerarmos a gana que os chineses, americanos e japoneses têm em comprar nossas terras e compararmos o valor de nossa moeda em relação às deles, facilmente nosso território irá para as cucuias.

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

 

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SEM LIMITES

 

Não nos surpreende a intenção do relator do projeto de lei que libera sem nenhum limite a aquisição de terras por estrangeiros ante a enxurrada de conchavos que hoje ocorrem. Estamos à beira de vender o Brasil. Enquanto Donald Trump tenta restringir a entrada de imigrantes e clandestinos nos EUA, o Brasil vai na contramão, liberando suas porteiras. Caso tal projeto seja aprovado, veremos mais latifundiários ocupando terras, e não pensem que isso irá trazer empregos ou rendas. O que ocorrerá, certamente, será mais de nossas riquezas deixando o País. Considerando que a maioria das minas de minérios e outras fontes já está nas mãos de canadenses e outros países, certamente as terras serão ainda mais exploradas e nossos minerais, levados às claras para fora do Brasil. Em sã consciência alguém acredita que “investidores” estrangeiros irão adquirir grandes áreas de terras para com qual objetivo? Logo estaremos apenas tornando pública a venda do Estado do Amazonas e nossa fauna e flora. Por sua vez, tais vendas gerarão certamente gordas comissões tanto para quem elabora os projetos quanto para os que os aprovarem, além da intermediação das vendas. Alias, o Movimento dos Sem Terra vai se posicionar contra isso ou também tem suas escusas intenções a respeito? Ou o povo brasileiro acorda e dá um basta em tudo isto ou logo, logo só faltará vender nossa bandeira.

 

Claudio Mazetto cmazetto@ig.com.br

Salto

 

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ETERNA VIGILÂNCIA

 

Diante da péssima repercussão nacional e internacional criada pela supressão do Legislativo venezuelano, o protoditador Nicolás Maduro retrocedeu em sua tentativa de amordaçar o Congresso e resolveu devolver ao Parlamento o sagrado direito de a oposição se manifestar. Todavia, essa atitude não pode ser confundida com uma normalidade democrática, uma vez que as atribuições dos parlamentares vêm sendo propositalmente restringidas ao longo dos últimos anos pelo Executivo, na tentativa de mantê-los sempre como uma minoria sob controle. Para que volte a reinar o respeito ao Estado de Direito na Venezuela, será necessária a saída de seu dirigente liberticida, que apenas fez um recuo estratégico para mais tarde, quando a poeira baixar, seguir sua marcha rumo à cubanização do país. Todo cuidado é pouco, pois, como dizia Thomas Jefferson, o preço da liberdade é a eterna vigilância.

 

Paulo R. Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

 

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ARREPENDIDOS

 

Será que os senadores brasileiros terão a mesma humildade de voltar atrás na proposta de abuso de autoridade, como na Venezuela de Nicolás Maduro?

 

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

 

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FICÇÃO SUL-AMERICANA

 

Se o Judiciário brasileiro tomasse o poder do Congresso, quais partidos não denunciariam golpe?

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

 

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NICOLÁS MADURO

 

O povo venezuelano precisa compenetrar-se de que o presidente Maduro já está apodrecendo e basta balançar com força, coragem e convicção a árvore da democracia que ele cai, deixando de contaminá-la definitivamente.

 

Paulo Guida paulo.guida@yahoo.com.br

São Paulo

 

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GOLPE

 

Alguém do PT, de partidos esquerdistas, ou Lula, Dilma e sua tropa de apoio maléfico compareceu à Venezuela, na atual circunstância, para oferecer o seu integral apoio, sempre manifestado aqui, no Brasil, onde sonhavam fazer o mesmo estrago ditatorial que vem fazendo Nicolás Maduro na semidestruída Venezuela? A máscara desses ditadores esquerdistas incompetentes não permanece colada nem mesmo tentando passar aos incautos eleitores que sejam democratas apenas para enganá-los. Na Venezuela, a Assembleia Nacional teve seus poderes anulados e transferidos para o Tribunal Supremo de Justiça. O que foi isso, Lula, Dilma e PT, senão um golpe de Estado, exatamente o contrário do que vocês tentam em vão passar aos brasileiros?

 

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

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