Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

29 Abril 2017 | 03h02

GREVE POLÍTICA

A montanha pariu um rato

O fracasso da “greve geral” decretou o fim da era lulopetista. A montanha pariu um rato. Só falta um acontecimento para enterrar de vez essa maldição que assolou o País: a prisão do “cara” que um dia assombrou o mundo pela popularidade, mas de tanto negar a realidade perdeu a própria identidade. Lula acabou.

GILBERTO DIB

gilberto@dib.com.br

São Paulo

Mera obstrução

Um bando de baderneiros espalhados pelo Brasil a troco de um pão com mortadela e 50 merréis não caracteriza uma greve geral, apenas obstrução aos muitos milhões de pessoas que não puderam chegar a seus locais de trabalho para ganhar, honestamente, o seu salário. Não foi greve, apenas o impedimento do direito de ir e vir dos trabalhadores, que os “grevistas” dizem defender.

CARLOS ICARAHY GONÇALVES

icarahyrg@gmail.com

São Paulo

Só com violência

Acompanhando o noticiário pela TV, verifica-se claramente que as centrais sindicais só conseguem paralisar uma cidade na base da violência: queima de pneus, bloqueio de vias, pressão física sobre pessoas impedindo a livre locomoção, etc. No convencimento as centrais não conseguiriam parar nem uma lojinha de bairro. O direito de quem quer trabalhar é desrespeitado pela violência dos pelegos, pagos para infernizar a vida da população ordeira. É preciso que os cidadãos fiquem atentos e não permitam aos políticos nenhuma “flexibilização” quanto à extinção dessa excrescência chamada imposto sindical, já aprovada na Câmara, que financia movimentos como essa greve, que só serve para prejudicar a Nação.

ROBERTO LUIZ PINTO E SILVA

robertolpsilva@hotmail.com

São Paulo

Ditadura sindicalista

Acho um absurdo a violência contra o cidadão honesto, trabalhador, responsável, cumpridor de suas obrigações, praticada por essa cambada de desocupados instigados por pelegos sindicalistas e alguns partidos ditos de esquerda. O sujeito quer fazer greve, seja por que motivo for, que faça, mas não restrinja o direito do cidadão de ir e vir, conforme consigna a Constituição. Mais de 90% dos “grevistas” desconhecem o teor das propostas de reforma da Previdência e da CLT. As centrais sindicais e os sindicatos – muitos não representam nada – estão preocupados com a perda da boquinha do chamado imposto sindical, pois, como não prestam nenhum serviço ao trabalhador, duvido que terão contribuição voluntária para a manutenção das mordomias. E sem fiscalização, pois Lula, o sapo barbudo, segundo Leonel Brizola, decretou que os empregados devem fiscalizar seus sindicatos... Se fosse séria a manifestação, deveria ser feita no Dia do Trabalho, ordeiramente. Haja pão com mortadela e bandeira vermelha! Não aguentamos mais essa ditadura sindicalista.

LUIZ F. DE ASSIS SALGADO

salgado@grupolsalgado.com.br

São Paulo

Vampiros

Eu entendo como greve o ato de as pessoas se negarem a trabalhar. O que eu assisti foi a manifestações organizadas por sindicalistas e agitadores profissionais, que ao bloquearem o funcionamento dos meios de transporte impediram que os trabalhadores se deslocassem até seus locais de trabalho. Para isso os arruaceiros se levantaram cedo e se localizaram em pontos estratégicos preestabelecidos, aplicando suas táticas de guerrilha. Eles sabem que nessas horas sempre aparecem desocupados dispostos a aproveitar e reforçar a arruaça. Não vi nenhum desses malandros se manifestar contra o desemprego e a roubalheira promovida pelos “cumpanheiros”. Desta vez usaram a desculpa furada de que as reformas vão retirar direitos. Se não fosse essa, outra qualquer serviria. Na realidade, querem é continuar sugando o sangue de quem realmente trabalha para desenvolver e melhorar o nosso país. Parabéns aos trabalhadores dedicados e honestos que fizeram o possível para comparecer ao emprego, pois certamente seu empregador também é vítima dos estragos que a gangue política provocou no País.

JOÃO CARLOS A. MELO

jca.melo@yahoo.com.br

São Paulo

Como os velhos coronéis

As centrais e os sindicatos orquestraram essa greve apenas para lutar por sua sobrevivência, não estão interessados nos direitos dos trabalhadores. Se for feita uma pesquisa entre os que participaram das manifestações, encontraremos pouquíssimos trabalhadores reais, pessoas que perderam seu emprego e empreendedores que faliram por causa da herança maldita de 13 anos de má gestão, quando dirigentes dos partidos de esquerda, que vociferam contra o capitalismo, fizeram a mesmíssima coisa que os velhos coronéis da política. Em todos os protestos os “manifestantes” chegam de ônibus, devidamente uniformizados e embandeirados, e se lhes perguntássemos a sua motivação, raros seriam os que saberiam responder.

ROBERTO REIS

roberresp@uol.com.br

São Paulo

Balanço das arruaças

Totalmente inócua essa greve. Se o motivo foi informar a população acerca das reformas e seus efeitos maléficos, mostrando a nossos representantes quão insatisfeitos estamos, de nada serviu, pois o protesto se limitou a travar a vida das pessoas e dar chance a quem aproveita qualquer pretexto para não ir trabalhar. A meu ver, são as manifestações populares de rua, aos domingos, que pressionam os que por nós foram eleitos, mostrando-lhes nosso descontentamento. Nesta greve feita pelos sindicatos não se consegue medir efetivamente a adesão, pois não temos como avaliar se as pessoas não foram trabalhar por não concordarem com as reformas, ou por não terem meios de transporte, ou porque aproveitaram o ensejo para descansar.

JOSÉ ABU JAMRA NETO

abu-jamra@uol.com.br

São Sebastião

Aula magna

Na qualidade de ex-aluno, cheguei a lamentar que a distância da minha residência me tenha impossibilitado de matricular o meu filho no Colégio Santa Cruz, que me proporcionou alegres momentos e formação acadêmica exemplar. Todavia agora, ao ver a adesão de seus professores a uma greve ridícula, sinto alívio por meu filho ter feito os seus estudos em outra escola. Lamentável que o corpo docente do Colégio Santa Cruz não tenha a capacidade de ver que a reforma da Previdência Social, embora não seja popular, é vital para o equilíbrio das contas públicas e o pagamento de aposentadorias às gerações futuras. Meus parabéns aos alunos que em sua carta deram excelente aula àqueles que deveriam ser seus mestres.

ADALBERTO LEME FERREIRA

adaleme@uol.com.br

São Paulo

“Black blocs participando dos tumultos? Nada mais hilário: centrais sindicais terceirizando serviços!”

LUCIANO HARARY / SÃO PAULO, SOBRE A GREVE

lharary@hotmail.com

“Como tem desocupado em São Paulo!”

GUTO PACHECO / SÃO PAULO, IDEM

jam.pacheco@uol.com.br

“Parece que desta vez a CUT não conseguiu propina da Odebrecht para suspender a greve...”

NÍVEO AURÉLIO VILLA / ATIBAIA, IDEM

niveoavilla@terra.com.br

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

GREVE GERAL

Cálculos dizem que, se tivesse conseguido parar o País, a dita greve geral causaria um prejuízo de R$ 16 bilhões à economia nacional. Mas, de alguma forma, a paralisação de ontem prejudicou o País, pelos que aderiram a ela, pelos que não puderem chegar ao trabalho em razão dos pneus queimados no seu caminho e pelo gasto governamental com aparatos de segurança. É bom lembrar que a principal razão dessa greve é a extinção do imposto sindical compulsório, que obriga todo trabalhador a destinar um dia de trabalho por ano ao sindicato. Com essa montanha de dinheiro, os sindicatos nem fazem questão de ter sócios ou de prestar bons serviços, pois têm sua sobrevivência garantida. Em importantes cidades - principalmente em São Paulo -, os grevistas do transporte público ignoraram as determinações judiciais de manter um porcentual da frota nos horários de pico. Os movimentos sociais, extrapolando as razões de sua existência, promoveram bloqueios de vias e transtornos à população. Espera-se o rigor das autoridades tanto do Executivo quanto do Judiciário, inclusive o Supremo Tribunal Federal, para que a lei seja cumprida. O direito dos grevistas não pode suplantar o da população, e a estrutura sindical não pode continuar servindo tão escandalosamente para fins político-partidários.

 

Dirceu Cardoso Gonçalves  aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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IRRESPONSÁVEIS

Linhas de metrô, trens e ônibus foram paralisadas em São Paulo, Salvador, Vitória, Curitiba, João Pessoa e em diversas outras capitais do País. O Brasil está mergulhado numa série crise, com 14 milhões de desempregados. Não é hora de estes sindicalistas promoverem essa ridícula paralisação. Estes baderneiros não querem o bem dos trabalhadores. Eles só querem garantir o seu próprio bem-estar. CUT, centrais sindicais e demais manifestantes são irresponsáveis, pois pararam os ônibus em importantes cidades do País. Com isso, os trabalhadores ficam impedidos de chegar ao trabalho, e há patrões que já avisaram que os pontos serão cortados, para aqueles que não compareceram. Os organizadores dessa greve são, no mínimo, irresponsáveis! O enorme prejuízo é do Brasil, é dos contribuintes! 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte 

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PEDRA DE TOQUE

Nosso país enfrenta a mais aguda crise político-econômica de sua história, com 14 milhões de desempregados e déficit astronômico nas contas públicas. Ontem, recebeu a contribuição de sindicatos que insuflaram uma greve geral a pretexto de protestar contra a reforma da Previdência e a atualização da vetusta legislação trabalhista do País. Sob esse disfarce está a luta pela sobrevivência dos sindicalistas, recém-desmamados da obscena contribuição sindical obrigatória, que garantia sua boa vida. A pedra de toque desses movimentos é a paralisação dos meios de transporte, impedindo os trabalhadores de chegarem a seus locais de trabalho e os patrões de gerarem as receitas para honrar, a duras penas, suas folhas de pagamento. Não fosse a tibieza - para não dizer covardia - de nossos governantes, essas arruaças poderiam ser facilmente contidas. No Rio de Janeiro, o metrô funcionou normalmente, assim como a Linha 4 do Metrô de São Paulo, pela simples razão de serem operados pela iniciativa privada. Já é mais do que tempo de conceder a ela a exploração e operação de todos os metrôs do País. Em segundo lugar, a circulação normal dos ônibus tem de ser garantida por Defesas Civis que aloquem motoristas treinados para substituir os faltosos, recebendo os salários deles descontados. E, finalmente, é indispensável conter os pequenos magotes de baderneiros que obstruem estradas e vias públicas com barricadas de pneus queimados. Helicópteros com tanque podem apagar os focos de fogo com jatos de água colorida, que serviriam também para identificar os meliantes para posterior recolha em camburões. Essa greve tenebrosa trouxe, todavia, um consolo: professores de um tradicional colégio particular da cidade de São Paulo aderiram à greve, mas foram contestados por um grupo de alunos. Em vez de receberem de seus professores lições de cidadania, deram-nas a eles. Foi um alento para reacender nossa esperança num futuro melhor.

Hélio de Lima Carvalho hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

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PRIVATIZAÇÃO

Querem acabar com a farra sindicalista? Basta privatizar os transportes. Vejam que a Linha 4 do Metrô de São Paulo, que é privatizada, funcionou normalmente e não houve ameaças em suas portas. Por que não fazer como o prefeito João Doria, governador Alckmin? Seu pupilo está lhe deixando no chinelo no quesito administrador. Privatize tudo o que for necessário. O Partido dos Trabalhadores (PT) odeia a palavra "privatizar", porém, depois do assalto à Petrobrás, todos os brasileiros entenderam o temor dos petistas. E não nos enganemos: se é ruim para o PT, é bom para o Brasil.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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MELANCÓLICO

Início de manhã chuvosa e triste na cidade do Rio de Janeiro, bloqueada e paralisada por uns poucos manifestantes taticamente posicionados, que exibem trajes com predominância de vermelho (não verde e amarelo) e que tentam passar uma aparência de adesão voluntária da população à paralisação, convocada pelas centrais sindicais, cuja principal motivação, no entanto, é a ameaça de perda de privilégios descabidos e injustos. Usam, apesar disso, como pano de fundo, a defesa dos interesses do povo e protestam contra as reformas vitais que seus ex-mantenedores, durante mais de 13 anos, não tiveram a coragem de assumir, pois só focavam na própria ascensão imediata, nunca no País e nas futuras gerações. Melancólico!   

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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O QUE ELES CONSEGUIRAM

Os baderneiros profissionais movidos a imposto sindical tentaram, ontem, atingir o governo Temer, mas o que conseguiram mesmo foi fazer a diarista perder o seu dia de trabalho, o doente perder a cirurgia marcada pelo SUS após meses de espera, o aluno perder sua aula (e a cada uma que perde é forte candidato ao último lugar nos exames de avaliação de conhecimento), o lojista, já endividado, perder o faturamento de sua loja. Mais uma vez, conseguiram demonstrar aos cidadãos honestos que suas atitudes, métodos de ação e pensamento estão completamente desmoralizados e ultrapassados. Nenhuma voz desse grupo se levantou enquanto os fundos de pensão das estatais eram dilapidados e a corrupção corria solta no governo.

Níveo Aurélio Villa niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

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EM DEFESA DO QUÊ?

Com adesão ridícula, a tão anunciada greve geral se resumiu aos gatos pingados que, na verdade, nem trabalham nem estão em greve, porque excepcionalmente ontem eles estavam trabalhando na tentativa de incendiar o Brasil. A baderna geral de ontem foi para marcar posição contra as reformas imprescindíveis para tirar o Brasil do buraco, contra, também, a Operação Lava Jato e em defesa de Lula, Dilma Rousseff e da corrupção. Estes baderneiros estão revoltados porque, finalmente, perderão a boquinha da contribuição sindical obrigatória, que, além dos seus salários, paga a mortadela e o transporte das suas massas de manobra. Ontem, o Brasil e o mundo inteiro viram que o Brasil não é o país dos vagabundos.

Carlos Eduardo Stamato dadostamato@hotmail.com

Guaraci

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PROTESTO INÓCUO

O protesto contra a reforma da Previdência é inócuo. Os reflexos da truculência e da violência são a linguagem do PT, da CUT e de sindicatos sustentados pela obrigatoriedade do imposto sindical. Trata-se de um movimento de ideologia, e não de pragmatismo sobre a realidade do enorme déficit que corrói o orçamento da União, ocupa espaços da educação, saúde, segurança e investimentos. Os parlamentares perceberão que as reformas são necessárias para a sobrevivência do País e de suas famílias que vivem aqui, e não no exterior.

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro 

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MELHOR SERIA PARALISAR O CONGRESSO 

Em vez de uma greve fajuta que prejudica apenas quem quer trabalhar, melhor fariam os sindicatos se organizassem um deslocamento gigantesco para ir até Brasília e lá, na capital da bandidagem política, com a maior concentração de ladrões por metro quadrado, fechar com um abraço o "Cambalacho Nacional" para impedir que a politicalha entre e vote aquilo que não lhes interessa.  

Laércio Zannini spettro@uol.com.br

São Paulo

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GREVE POLÍTICA

Não conseguindo impor suas ideias retrógradas pelas vias legais, os partidos da oposição tentam fazê-lo através dos sindicatos, com meios violentos e ilegais, impondo a baderna no País. O governo deve reagir à altura.

Luigi Vercesi luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

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DIA NORMAL

Foi mesmo um "sucesso" a tal "grévi gerau", que, todos sabemos, é coisa do PT e de seus anões amorais, líderes sindicais ganhando bem e com estabilidade para fazerem baderna nas grandes cidades. Ou seja, os vagabundos de sempre! O "Estadão", como sempre, foi entregue pontualmente pela manhã, o padeiro assou o pão (crocante!), a farmácia vendeu remédio (caríssimo!), o mecânico consertou o carro (dividi no cartão), levei a gata gripada ao veterinário (está melhor, obrigado!), almocei no restaurante (não dei gorjeta!), paguei uns boletos atrasados no banco (malditos juros!), supermercado feito (tudo caro!), levei a mulher à cabelereira (sempre lotada!), o lixeiro fez seu trabalho (nobres garis!), a viatura passou em sua ronda pelo bairro e, o melhor de tudo, TV a cabo funcionando, o que sempre me alivia de ver a porcaria da programação nacional e suas ridículas "fátimas" e "anas"... CUT "et caterva", petistófilos e comunistoides dinossáuricos, vocês não enganam mais ninguém, só os trouxas de sempre, aquela massinha de manobra para brincar de "gréví"!

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

São Paulo

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GREVE: RESULTADO & PROVA

Resultado: arruaça e baderna costumeiras. Prova: o Brasil não precisa de "Lulla" e dos seus pelegos  sindicais para funcionar...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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ILÓGICO

Num país como o Brasil, com mais de 14 milhões de desempregados, baderneiros fizeram greve para impedir aqueles que têm emprego de trabalhar! 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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FRACASSOU GERAL

Quem tem trabalho fez o impossível para ir ao trabalho. Quem procura trabalho, infelizmente, não conseguiu sair, por falta de condução e vias bloqueadas.

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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NOTÍCIA BOA OU RUIM?

Felizmente ou infelizmente, o número de desempregados no Brasil é maior que o número de terroristas, vândalos e vagabundos que saíram às ruas ontem para protestar contra o atual governo e apoiar a organização criminosa que criou este desemprego e a crise.

André Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

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TRABALHADORES PREJUDICADOS

O que se viu ontem foi uma demonstração de meia dúzia de bandidos ordinários e covardes, que prejudicaram milhões de brasileiros trabalhadores, estudantes, enfermos, viajantes e outros muitos mais que ficaram paralisados ou atemorizados por causa de ignorantes mantidos por outra tropa de bandidos que são os sindicalistas e líderes de falsos movimentos sociais que absorvem o dinheiro dos trabalhadores para usufruírem de uma boa vida à custa da ignorância e da fome dos brasileiros. As autoridades precisam exercê-la na sua totalidade. Ninguém aguenta mais. Depois disso, se não houver uma atitude firme, haverá certamente uma revolução.

José Luiz Tedesco tedescoporto@hotmail.com

Presidente Epitácio 

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PERDEDORES

Esta paralização parcial, idealizada pelos sindicatos, só prejudicou a classe trabalhadora menos favorecida.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

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O PALCO É OUTRO

Como se não bastassem as atuais dificuldades, tivemos de enfrentar uma greve (ou bagunça). A razão? Supostamente, contra as duas reformas: da Previdência e trabalhista. O palco de manifestações deveria ser o Congresso Nacional, onde são discutidas, votadas e ou não aprovadas essas reformas. Todavia, o interesse maior é criar anarquias que não levam a nada, exceto prejudicar a sociedade que tem obrigações de trabalho, enquanto os incitadores e ativistas indicam não ter nada responsável a fazer. Não será assim que o País retomará o crescimento.

Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.com

São Paulo

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GREVE GERAL OU QUEBRA DE DIREITOS?

Greve geral? Os sindicalistas bandidos vermelhos terroristas praticaram o terror e obrigaram as pessoas de bem a ficarem em casa ou a chegarem atrasadas a seus compromissos, na marra e na base do terror. Estivesse funcionando o Estado de Direito de fato, neste momento a borracha estaria comendo no pescoço destes terroristas, mas, como "a classe política está toda junto", deixam o terror tomar conta e submeter o cidadão de bem. Assim eles fazem para se manterem no poder, cometendo seus crimes e ficando impunes. Se o PMDB estava junto com o PT saqueando a Nação, depois que o povo foi às ruas e exerceu o seu poder e exigiu a saída dos "petralhas". Vocês acham que o PMDB virou santinho? (Lembre-se que quem votou no PMDB foram os "petralhas"). Lógico que não, o sistema já foi montado lá atrás, para ludibriar o povo. O PMDB assumindo começa a transferir a conta do que eles roubaram acima e não conseguiram carregar para o povo (terror), é o gancho de que os sindicalistas precisam para os desavisados se unirem a eles, e "tudo continua como dantes no quartel de Abrantes". 

Gente, quem tomou o Estado brasileiro para eles há 32 anos foi uma organização criminosa que passou a se chamar nova República. Já começou errado, pois um vice (do PMDB) assumiu o poder (Sarney) sem o titular ter assumido (Tancredo). Isso já foi contra a Constituição, foi um arranjo, pois, com o afastamento por motivo de saúde de Tancredo, teria de ter havido novas eleições, e lá já cometeram um crime. Desde então, os criminosos só avançaram nos crimes e a população foi ludibriada com esta desculpa esfarrapada de "democracia". "Democracia é a garantia do Estado de Direito" e só, e o Estado de Direito vem sendo quebrado desde o início, com a ajuda de boa parte da imprensa e do povo manipulado. Uma greve geral tem de ser espontânea, como foram as manifestações "fora PT". Ontem, estavam tentando restabelecer os sindicalistas no poder, e eles são bandidos criminosos, terroristas e traidores da Pátria. Fora vermelhadas!

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

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A PELEGADA NAS RUAS

Os pelegos anarquistas, promotores de mais uma insana greve, sempre mostram a que vieram: promover badernas, destruir, amedrontar a população e causar prejuízo ao País, mais nada. O que dizem que pleiteiam só serve mesmo é de fachada para poder sair às ruas e destruir tudo o que encontram pela frente. Ainda bem que a contribuição sindical obrigatória está em vias de ser extinta, assim os verdadeiros trabalhadores não irão mais sustentar esta gentalha asquerosa e que não trabalha, vive na vagabundagem dos que a sustentam.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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TRUCULENTOS

A fracassada greve geral promovida pelo PT, CUT, UNE e sindicatos ligados a partidos políticos de esquerda, imposta pela força e queima de pneus para intimidar e prejudicar o povo brasileiro que deseja um Brasil melhor, apenas demonstrou os procedimentos truculentos de pequenos grupos de vândalos esquerdopatas. Como muito bem definiu Alexandre Garcia em seu comentário na TV Globo, são "manifestações" em defesa das milionárias aposentadorias das "zelites" que atualmente recebem aposentadorias na integralidade e proporcionalidade, utilizando os pobres idiotizados que não terão as aposentadorias afetadas pela reforma, mas, sim, melhoradas e aumentadas.

Vagner Ricciardi vb.ricciardi@gmail.com

São Vicente

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COMO O LULOPETISMO QUER

 

Qualquer semelhança com o ano de 1964, na verdade, é mera coincidência, exceto que, na atualidade, a baderna e as manifestações ideológicas são maiores, porque o PT demonstra que está disposto a conturbar a ordem nacional. Está o partido estimulado pelos sindicatos, que vão perder o Imposto Sindical, o que significa o fim da boa vida, do luxo e das comodidades anormais. É de pensar que o governo deve ir em frente com as reformas, porque sem elas o Brasil ficará como o lulopetismo deseja e quer: confuso e inaceitável, exceto para seus integrantes, quando o pior sempre é melhor!

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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PARTIDO DECADENTE

No dia em que a população desempregada atinge, segundo o IBGE, o absurdo número de 14,2 milhões - legado direto de administrações petistas desastrosas -, o País viveu mais um dia de tumulto pela greve grotesca convocada por centrais sindicais ligadas ao PT. No meu local de trabalho, assim como em inúmeros outros, os trabalhadores se empenharam e conseguiram chegar às suas empresas, em clara demonstração de que estavam pouco se importando com esta paralisação. As centrais sindicais - que sempre mamaram na teta do próprio trabalhador - vivem seu ocaso de mãos dadas com o partido decadente dos trabalhadores. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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VINGANÇA

O noticiário deste sábado registrará que centenas de milhares de soldados do exército de Brancaleone do Partido dos Trabalhadores (PT) saíram às ruas para protestar contra as reformas propostas pelo governo Temer, que, pela importância que têm para o País, já começaram a ecoar nos parlamentares que não foram gerados em tubos de proveta em laboratórios. Temer pretende consertar o desmonte que 13 anos de governo petista promoveram no País. Então o que de fato pretendiam os organizadores desta palhaçada, que só fez atazanar a vida daqueles que queriam trabalhar ou estudar sem sobressaltos? Vingança, na melhor forma que puderem. Ainda lhes dói no fígado (se a pinga ainda não o necrosou), o impeachment que o seu ódio vê como "golpe", julgado por um tribunal constitucional, dirigido por um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Quem defenestrou Dilma Rousseff foram seus próprios atos mais a ação enérgica e moralizadora do Congresso Nacional. Temer sairá da Presidência em 2018 e cremos que neste período já estaremos no caminho da arrumação dos escombros deixados por estes hunos. Os opositores de Temer criaram um ídolo de pés de barro, como no sonho do profeta Daniel. Maior que o tríplex e o sítio foi a indicação de Dilma para a Presidência.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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O BRASIL DE TEMER, OBRA DO PT

14 milhões de brasileiros sem renda, trabalho, emprego: é o Brasil de Michel Temer. O PT e seus ladrões quebraram o Brasil, desgraçaram famílias inteiras, multiplicaram a miséria nacional ao institucionalizar a propina. O PT e seus ladrões querem parar o Brasil com greve geral, rodovias bloqueadas, propriedades invadidas, ruas sem transportes, escolas fechadas, quebra-quebra generalizado, e se possível com um cadáver estendido no chão. Devemos o Brasil de Michel Temer ao PT de Dilma, Lula e parceiros padrão Palocci, Pizzolato, Sérgio Cabral, Renan e acólitos do PMDB. O PT dos pobres é o do tríplex do Guarujá, do sítio de Atibaia, do mensalão, do assalto à Petrobrás, da corrupção das empreiteiras. Consertar é preciso. Isso o PT não quer.

José Maria Leal Paes tunantamina@gmail.com

Belém

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GREVISTAS PETISTAS

Já beiram os 14 milhões de brasileiros os grevistas de Lula, que não foram trabalhar ontem, não irão hoje, nem amanhã, nem depois, porque estão desempregados. Este foi o resultado de quase 14 anos de atraso, de abandono, de roubos e saques em empresas públicas, praticados pelos petistas no poder. E não é que o homem "mais honesto" do Brasil, depois de tanta safadeza, ainda tem pretensões políticas para 2018? É muita cara de pau.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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REFORMA IMPOPULAR

Entre votos de deputados sujos e mal lavados, 296 a favor e 177 contra, foi aprovado o texto base da impopular reforma trabalhista enviada ao Congresso pelo governo Michel Temer. Temer impôs na sua "reforma" trabalhista, a pretexto de modernizar as relações de trabalho, tirar direitos conquistados a duras penas. É mais um golpe contra a classe trabalhadora, que teve de engolir goela abaixo a terceirização em todas as atividades de uma empresa (meio e fim). É a destruição da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), dos seus direitos constitucionais. É a volta ao início do século 20, quando não constavam em lei direitos dos trabalhadores, hoje considerados elementares. Férias, 13.º salário, regulamentação da jornada de trabalho e outros direitos estão previstos na CLT, instituída em 1943 pelo então presidente Getúlio Vargas, que em parte vai sendo rasgada pelos nobres parlamentares, ditos representantes do povo no Congresso Nacional. É para lamentar, se pensarmos que estas e outras conquistas foram asseguradas a partir de um histórico de lutas da classe trabalhadora, nada caiu do céu, foi sofrido. Por exemplo, se em 1943 consagrou-se a legislação da jornada de trabalho de 48 horas semanais e do direito de férias, somente quase meio século depois, em 1988, movimentos de trabalhadores conseguiram garantir em lei a redução da jornada para 44 horas semanais e a conquista de, além do pagamento das férias, mais 1/3 do seu valor. Em resumo, a impopular reforma é isto: fazer "prevalecer o negociado sobre o legislado" significa criar as condições para acabar com seus direitos. E "terceirização generalizada" é apenas um atalho para reduzir salários e outros direitos elementares. E tem muito mais perversidades contidas nos mais de 100 artigos da lei proposta pelo governo federal. A pergunta que fica é: o trabalhador terá força de barganha para negociar direto com o patrão, com o desemprego batendo à porta de 14,2 milhões de trabalhadores hoje no País, como divulgou o IBGE.

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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MODERNIZAÇÃO NECESSÁRIA

A reforma trabalhista recém-aprovada na Câmara dos Deputados deve privilegiar neste início do século 21 o melhor relacionamento e entendimento entre capital e trabalho, empregadores e empregados, em prol da criação e manutenção de empregos, no ritmo da modernização da economia do País. Basta de CLT, herança maldita da ditadura getulista. Reforma, Brasil!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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FIM DO IMPOSTO SINDICAL OBRIGATÓRIO

Uma sugestão ao presidente Michel Temer: que os R$ 3,5 bilhões, que são arrecadados de importo sindical anualmente e distribuídos aos absurdos 16.492 mil sindicatos (a Argentina tem 91 e a Alemanha, apenas 11) existentes no País, sejam repassados na sua totalidade às pesquisas científicas e tecnológicas, que há muito carecem de recursos. E este é o momento certo para mais este acerto do governo Temer. Com a reforma trabalhista em curso e com o fim do importo sindical obrigatório, estes R$ 3,5 bilhões, somados aos hoje insuficientes recursos para ciência e tecnologia, em poucos anos o Brasil daria uma salto gigantesco no setor de pesquisas. E é, certamente, também um incentivo a mais para a formação de novos pesquisadores, com grande retorno num futuro próximo para nossa economia. Desta forma estaríamos dando um fim à orgia destes milhares de sindicatos que para os trabalhadores, com exceção de alguns poucos, nada fazem. A classe trabalhadora com certeza apoiaria o direcionamento destes recursos para ciência e tecnologia.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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QUANTO CUSTA?

Sobre o artigo "A herança do próximo presidente" (27/4, B12), de Zeina Latif, quanto custa, por exemplo, policiais e professores se aposentarem mais cedo, ou não igualar a idade de aposentadoria de mulheres e homens? Boa pergunta, Zeina Latif.

Vanderlei Pereira de Jesus pvanderlei@hotmail.com

São Paulo

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O 'SANTO' DA ODEBRECHT

Conforme noticiado, o ex-diretor e delator da Odebrecht Celso da Fonseca Rodrigues desmentiu que a alcunha "Santo", na planilha da construtora, se referia ao governador Geraldo Alckmin, no caso de propina nas obras da Rodovia Mogi-Dutra. Na verdade, "Santo" se referia a Pedro Blassioli, superintendente de Departamento de Estradas de Rodagem. Por outro lado, segundo outro delator da Odebrecht, Carlos Paschoal, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), recebeu mais de R$ 10 milhões da Odebrecht em "caixa 2" para as suas campanhas ao governo do Estado de 2010 e 2014. Conforme o relato, parte dos repasses era feita diretamente ao cunhado de Alckmin, o empresário Adhemar Cesar Ribeiro, que na época apresentou um comprovante assinado pelo próprio governador.  Afinal, será mesmo que o governador paulistano, Geraldo Alckmin, é um verdadeiro santo?

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas 

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GERALDO ALCKMIN

Como será que nosso governador irá explicar que não é "Santo"?

Décio Ortiz decio.ortiz@uol.com.br

São Paulo

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'APAGAR O CIGARRO'

Não acredito que o senador José Serra, ex-chanceler, tenha tido a coragem de ocupar o espaço sagrado da página A2 do "Estadão" (27/4) para tratar de assunto tão esgotado.

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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CEGUEIRA INTELECTUAL

Confesso que nunca consegui entender o porquê de intelectuais e afins tupiniquins (em especial Chico Buarque) serem tão cegos e incapazes de verem qualquer defeito no PT "et caterva" e na "alma mais honesta" deste mundo. Só agora, lendo o lúcido artigo de Eugênio Bucci ("Estado", 27/4, A2), consegui finalmente me esclarecer (ainda que tardiamente).

Miguel Ferreira Machado Filho mig.f.m@hotmail.com

Ourinhos

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A SAMARCO NA MOITA

Escândalos sucessivos, além de assuntos importantes para a Nação, são diariamente noticiados numa avalanche de informações que nem sabemos como prestar atenção a tudo. Com isso, muitos casos importantes passam despercebidos. Um destes é o assassinato de pessoas, de um rio e de seus afluentes, da flora e da fauna, bem como o imenso prejuízo econômico para uma população ribeirinha que tirava o sustento de suas famílias da pesca, o crime doloso praticado pela Samarco e todos os que diretamente negligenciaram a tragédia anunciada que aconteceu na região de Mariana (MG). Na moita, a Samarco torce para que esses escândalos se renovem a cada semana, durante anos, para que caiam no esquecimento e, no fim, o seu processo seja prescrito, escondido dentro de alguma gaveta qualquer. Que o "Estadão" não deixe este assunto cair no esquecimento, para o bem do Brasil e das futuras gerações.

 

Alberto Souza Daneu curtasuasaude@uol.com.br

Osasco

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'MARIOSWALD'

Fiquei extremamente feliz após a leitura da matéria de Pedro Antunes sobre a exposição "MariOswald" (25/4, C5), que está sendo realizada essa semana. Saber que ainda existem pessoas que querem disseminar uma cultura literária tão vasta como a do Brasil é admirável, ainda mais se tratando de duas figuras tão importantes como Mário e Oswald de Andrade. 

Lucas Candeira 1267laraujo@sidarta.org.br

Cotia

 

 

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