Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

18 Maio 2017 | 03h01

ELEIÇÕES 2018

Personalidade do Ano

O dia 16 deste mês foi de alegria para todos os brasileiros, uma vez que o prefeito de São Paulo, João Doria Júnior (PSDB), recebeu, no Museu de História Natural de Nova York, o prêmio Personalidade do Ano, outorgado pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos. Na ocasião pretendeu-se envolvê-lo no tema das candidaturas à Presidência da República em 2018. Mas Doria preferiu atacar Lula (PT), afirmando que continuará a trabalhar, e trabalhar muito, enquanto Lula e seus asseclas não fazem o mesmo – comparação que já usou no País recentemente. Sem dúvida, o empresário Doria é operoso e poderá ser o escolhido para concorrer ao mais alto cargo público do País por um conjunto de agremiações políticas, caso a postulação do governador Geraldo Alckmin (PSDB) não alce voo à altura necessária.

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

Materialização do ‘novo’

Conforme expôs o ex-presidente FHC, o prefeito João Doria e o apresentador Luciano Huck são o que há de “novo”. Ambos negam, mas, a meu ver, estão interessadíssimos em subir a rampa do Palácio do Planalto... Pode até ser uma grande pretensão aventureira, todavia, com a politicalha corrupta e antiga que temos, o honesto povo brasileiro certamente apoiaria qualquer um desses dois nomes, que não são de políticos de carreira, porque pior não fica. Basta, Brasil!

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

Doria admite prévias

Pediria ao sr. João Doria, em quem votei, que comece a “prefeitar”, que é para o que foi eleito, e deixasse outros cargos para quando demonstrar que tem competência para tal. Quero lembrar ao sr. prefeito que a cidade de São Paulo está dividida em mais de 30 prefeituras regionais, para o comando das quais ele nomeou amigos, e o convido a visitar, por exemplo, toda quarta-feira uma delas para verificar como estão. Falando com funcionários e munícipes, o sr. prefeito se dará conta de que, apesar de já estarmos no quinto mês do seu mandato, ainda não resolveu nada. Ele que procure ser um bom prefeito e depois conversaremos sobre seu futuro político. Jânio Quadros se “quebrou” porque deu passo maior que as pernas.

LYDIA L. EBIDE

lebide@vivointernetdiscada.com.br

São Paulo

Fique, Doria! Fique e cuide desta cidade adoentada e de seus quase 12 milhões de habitantes, que sofrem diariamente. Você se elegeu dizendo que minoraria esse drama e para isso apresentou diversos remédios, que só você saberá ministrar. Fique, tenha sucesso nessa missão e, aí, sim, se credencie para voos mais altos. Você é jovem e pode esperar. A cidade de São Paulo, não.

EDUARDO BRITTO

britto@znnalinha.com.br

São Paulo

CORRUPÇÃO

‘Nóis’ e eles

O presidente dos EUA, Donald Trump, deve ter buscado inspiração em Lula ao tentar influenciar diretamente as investigações do seu Departamento de Justiça e do FBI sobre conexões do governo americano com a Rússia. Por essa projeção internacional, já não resta dúvida alguma: o nosso “senhor ex-presidente” é, de fato, como Barack Obama o cognominou, “o cara”.

LUÍS LAGO

luis_lago1990@outlook.com

São Paulo

Lula for export

Após confissão do marqueteiro João Santana de que Lula convenceu seus aliados de esquerda em sete países – Peru, Argentina, República Dominicana, El Salvador, Honduras, Venezuela e Angola – a adotarem o mesmo esquema montado no Brasil, com empreiteiras financiando os candidatos com recursos de caixa 2, o ex-presidente pode ter criado a maior multinacional da corrupção de que se tem notícia. Se não for condenado nos cinco processos em que é réu, nem privado de sua liberdade, o ex-presidente poderá lançar sua campanha eleitoral em 2018 com o seguinte mote: como influenciar amigos e ficar muito rico.

PAULO R. KHERLAKIAN

paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

Marqueteiros

Deputado do PT disse que João Santana e Mônica Moura formam um “casal de canalhas” e “não merecem a menor credibilidade”. Devemos concluir que tanto Lula quanto Dilma Rousseff foram eleitos com base em mentiras e canalhices?

ELY WEINSTEIN

elyw@terra.com.br

São Paulo

A militância acreditava nas mentiras que João Santana punha na propaganda eleitoral do PT. Agora não acredita nas verdades que ele conta na delação premiada?!

ALCINDO GARCIA

alcindogarcia@uol.com.br

São Paulo

Homenagem

Lula e o PT deixaram, como legado de sua desastrada trajetória no poder, 14 milhões de desempregados. Uma homenagem ao chefão, que nunca trabalhou, apenas simulava, e se dizia representante dos trabalhadores. Até que enfim os brasileiros estão acordando desse pesadelo.

CARLOS BENEDITO P. DA SILVA

carlosbpsilva@gmail.com

Rio Claro

Qualquer semelhança...

Início de 1945, as forças aliadas cercam Berlim. Todos sabem que, para a Alemanha, a guerra está perdida. Mas os generais nazistas, aferrados a seu juramento ao Führer, continuam a mandar seus homens para uma morte inglória. Entocado em seu bunker, Hitler esbraveja contra tudo e contra todos. Mas os russos estão tocando a campainha. O herói do povo alemão que exigia luta até a morte se diz traído pelo povo e se suicida, com sua companheira. É seguido por muitos de seus comandados, outros são executados. Permanecem na História como ralé. O Partido dos Trabalhadores que o “grande líder” fundara e, dizia, duraria mil anos foi extinto e execrado. Guardadas as devidas proporções, qualquer semelhança...

NATALINO F. MARTINS

natalino.martins@uol.com.br

São Paulo

Mais apropriado

Para tratarmos daqueles processos tão banais no Brasil, as chamadas associações criminosas de quadrilheiros políticos, industriais, oportunistas e barnabés, e seus cruéis delitos, temos um novo e justo nome. Quando os roubos se referirem aos ramos alimentício e de saúde, proponho que a denominação jurídica nos processos seja mudada para “associações assassinas’’.

MURILO LUCIANO FILHO

muarilou@uol.com.br

São Paulo

“Léo Pinheiro entregou a Moro registros de encontros com Lula. E agora, o sr. Lula continua não sabendo de nada?”

ROBERT HALLER / SÃO PAULO, SOBRE CORRUPÇÃO

robelisa1@terra.com.br

“Espécies peçonhentas devem ser caçadas e exterminadas”

FABIO MORGANTI / SÃO PAULO, SOBRE A ‘CAÇADA JURÍDICA’ À JARARACA

tao2@terra.com.br

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

ESPANTOSO

Medida Provisória permite que Estados, municípios e Distrito Federal parcelem dívidas de R$ 90 bilhões com o INSS. Com mais este Refis, eu, mais um aposentado e espoliado pelo INSS, também "refiz" o cálculo da minha aposentadoria e tenho uma proposta a fazer: quero de volta todas as minhas contribuições de CLT, assim como os 20% que foram calculados sobre os meus salários e pagos pelas empresas onde trabalhei durante quase 40 anos. Em contrapartida, devolvo TUDO o que recebi de minha aposentadoria do INSS até hoje. Fiquei espantado! Somente com essa diferença eu poderia, além de mim mesmo, aposentar meus dois filhos!

 

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul 

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PACOTE DE BONDADES

Mesmo com nossa economia emperrada e nosso crescimento do PIB próximo de zero, o presidente Michel Temer decidiu abrir o pacote de bondades e convidou mais de 5 mil prefeitos para anunciar que suas dívidas com o INSS, que ultrapassam R$ 70 bilhões, poderão ser pagas em até 200 meses. Depois disso, o pior é ter de ouvir todos os dias que os aposentados do INSS é que irão quebrar a União.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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A MARCHA DOS PREFEITOS

Gostaria de saber, sobre esta marcha dos prefeitos a Brasília, com que dinheiros eles foram, público ou privado? Se foi público, teve diária de hotel? E quantos assessores levaram, por baixo, os 5 mil prefeitos? Haja dinheiro nosso para sustentar esta turma.

Godofredo godofredonorte@gmail.com

São Paulo

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MOEDA DE TROCA

E o famoso "toma lá da cá" continua: em busca dos 308 votos necessários para aprovar a reforma da Previdência, o governo do presidente Temer vai beneficiar prefeitos e produtores rurais. A ideia é parcelar R$ 85 bilhões em dívidas previdenciárias. Como sempre, os congressistas usam suas moedas de troca (voto) para aprovar a tão necessária reforma.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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REFIS

O governo federal submeteu ao Congresso o Programa de Regularização Tributária, o popular Refis, com parcelamento de 24 a 120 meses objetivando receber dívidas tributárias e previdenciárias. Mas a comissão do Congresso, irresponsavelmente, alterou a proposta de pagamento para 240 meses e deu desconto quase integral das multas e juros - num absurdo desestímulo à pontualidade, aos que pagam em dia, com prejuízo estimado em R$ 23 bilhões à União. Isso não pode ser aprovado pelo Congresso.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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RAPOSA NO GALINHEIRO

No Parlamento, a emenda do Refis é a raposa tomando conta do galinheiro.

Pedro Armellini paarmellini08@gmail.com

Amparo

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RESPONSABILIDADES

Presidente Temer, não conceda mais benefícios para conseguir a aprovação da reforma da Previdência. Volte atrás e cancele todas as vantagens prometidas. A propaganda atual esclarece a grande necessidade desta reforma (só não enxerga quem não quer ver), entretanto, falta a mais importante: jogue no colo dos senhores congressistas a responsabilidade por essa aprovação, dizendo claramente que os que não votarem a favor são os que querem continuar com todas as vantagens, impedindo no futuro que os trabalhadores tenham a garantia de receber sua aposentadoria. Presidente, ganhe o respeito e a popularidade dos trabalhadores deste país.

Wilson Lino wiolino@yahoo.com.br

São Paulo

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O VALOR DOS PARLAMENTARES

Tenho acompanhado pelo "Estadão" as reformas pretendidas pelo governo, especificamente a da Previdência, cujo placar é modificado pela compra dos grandes deputados que temos. Gostaria que o jornal publicasse o nome dos favoráveis à reforma e, quanto aos que se venderam, qual é o preço de cada um, para fazermos uma anotação para as próximas eleições. Acho um absurdo o que está acontecendo: com o nosso dinheiro é comprado o voto contra nós.   

Lauro Baran laurobaran@gmail.com

São Paulo

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TEMER E AS REFORMAS

Michel Temer está tão empenhado em aprovar as reformas que nem deve pensar em comer, por exemplo, as caríssimas iguarias que servem ao presidente e demais tripulantes de suas aeronaves: cordeiro assado com farofa, costela bovina desossada, filé, salmão em flor, torta de camarão, pizza e carolina com calda de chocolate, além de pratos sem glúten e sem lactose,  servidos em louças de porcelana branca com frisos dourados; um gasto total em torno de R$ 1 milhão. Requinte de um verdadeiro rei, enquanto aqueles que carregam o País nas costas, assaltados de todas as formas e, agora, pela reforma de uma Previdência injusta e desigual, típica de presidentes não autênticos - que não foram escolhidos diretamente pelo voto - nem devem saber o que são glúten e lactose. Favorecer os já favorecidos significa reforma? Ora, Lula já fez isso com as montadoras de automóveis e nem se tratava de um eufemismo "reformador".

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

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REFORMAS DA PREVIDÊNCIA E FISCAL

Acredito que este governo provisório vai apenas começar reformas que já deveriam ter sido feitas há muitos anos. Essa reforma não é a permanente, mas a que os políticos de ocasião, não preparados para tão grande missão, estão para fazer. Não acho que deva haver desespero das pessoas. Tudo vai mudar, melhorar, evoluir, é uma questão de tempo. De pouco tempo... Vamos com calma e confiar na justiça, feita por homens probos. Estamos caminhando para isso. Precisamos confiar... crer... os tempos estão mudando, só não vê quem não quer.

Evy Klein Messas evyklei@uol.com.br

São Paulo

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REFORMA OU ACOMODAÇÃO POLÍTICA?

Seja por má-fé ou falta de conhecimento, tem-se a errônea ideia de que mexer na Previdência é ruim, diz o especialista Leonardo Rolim Guimarães, ex-secretário da Previdência e consultor de Orçamentos da Câmara dos Deputados. Diz, também, o consultor que até o início de junho a reforma previdenciária passa no Congresso, e que o maior esforço, agora, é derrubar "a argumentação falaciosa" que prejudica a tramitação no Congresso e a compreensão do cidadão. Por fim, Rolim diz que a "comunicação foi muito deturpada". Senhor Rolim Guimarães, não há deturpação da reforma previdenciária e muito menos sua má comunicação. Existem, sim, muito embate e contestação desta acomodação política que o governo Temer está chamando de "reforma previdenciária". Com exceção do setor público, injustamente privilegiado, todos os brasileiros são contra o que o consultor está defendendo, todos os trabalhadores que produzem para o Brasil e pagam as suas contribuições querem, sim, uma reforma justa e baseada na sua real contribuição durante a vida, e que os seus recursos pagos não sejam desviados para os setores privilegiados e que nada produzem. Conseguirá o sr. Rolim provar por que um contribuinte não pode se aposentar de acordo com a sua real contribuição e tem de ser sempre com muito menos, ao contrário do que acontece com o setor público, defendido por FHC? Consulte um ou mais sábios economistas a esse respeito e dê uma satisfação pública aos injustiçados trabalhadores brasileiros que veem seus recursos sumirem para outros setores. Eu não sou contra uma reforma justa, sou contra esta acomodação política que continuará deixando os aposentados do setor privado sob as mesmas injustiças e os privilegiados na boa.

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

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'UMA REFORMA PACÍFICA'

Sobre o editorial "Uma reforma pacífica" ("Estadão", 16/5, A3), fica claro o apoio ao ajuste, que é necessário que exista, pois, como visto em diversas oportunidades, a população brasileira vem envelhecendo e as famílias deixaram de ser numerosas. Mas um fato mencionado no texto diz que em países ricos a taxa de reposição é muito menor do que aqui. Não se deve esquecer, no entanto, que o nosso salário base por aqui deixa muito a desejar. Talvez por isso vejamos tantas pessoas se aposentando, mas continuando a trabalhar. Aposentadoria integral, por aqui, é uma saída para muitas pessoas que querem "dobrar" o salário atual. 

Adilson Alves dilalves@gmail.com

São Paulo

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PREJUÍZO RIO-2016

Somando a dívida de R$ 117 milhões mais o que foi desviado na época, dá para entender a cara de felicidade de Lula e asseclas quando foi anunciado que o Rio de Janeiro tinha sido escolhido para sediar a Olimpíada de 2016. Iriam continuar os roubos dos cofres públicos que já tinham sido roubados com as construções e o hiperfaturamento dos estádios (hoje elefantes brancos). 

Carlos Roberto Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

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S.O.S. ONU

Notícia publicada no "Estadão" nos informou que a defesa do ex-presidente Lula apresentará novos documentos à ONU sobre supostos abusos do Judiciário brasileiro. Tentam reforçar a tese de que existe um processo nos tribunais brasileiros que não atende ao Estado de Direito, inclusive já acusaram o juiz Sergio Moro de não ser imparcial no julgamento. Não sendo nem político atuante e muito menos advogado, passei a ler com interesse a matéria, por inusitada, e constatei que o informe será entregue ao Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas, pelo chefe da equipe legal do ex-presidente no exterior. O processo é sigiloso e poderá levar até dois anos para ser concluído. Mas, ao final, conclui a matéria que, se o ex-presidente lograr êxito em seu intento, ele poderá contar apenas com uma recomendação das Nações Unidas ao Brasil, sem nenhum poder vinculante sobre a Justiça nacional ou qualquer obrigação para que seja respeitada. Parece-me uma versão para a política da peça "Muito barulho por nada", de William Shakespeare. Também é estranho acusarem o juiz Sergio Moro de parcial, justamente ele, que recebeu um inédito desrespeito à Justiça brasileira quando a defesa do ex-presidente no Brasil arrolou 87 testemunhas de defesa. Por fim, nunca é demais lembrar que foi durante o seu governo e o da presidente que o sucedeu, eleita sob as suas bênçãos, que foi realizado o maior assalto aos cofres públicos, em todo o território brasileiro, a ponto de jogar o País na difícil situação atual.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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RECURSO NA ONU

Lula gostaria de ter ocupado dois cargos depois de presidente: presidente da Petrobrás ou secretário da ONU. Já deu para saber por quê?

Ariovaldo Batistaa arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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CHEFE

Com a delação do ex-diretor da Petrobrás Renato Duque, ficou evidente que Lula era o "chefe" que decidia sobre as propinas, mesmo estando fora do governo. Até o ex-ministro Antonio Palocci era obrigado a consultá-lo sobre o propinoduto. "Elle", para obstruir as investigações, foi flagrado orientando o senador cassado Delcídio Amaral sobre como calar o delator Nestor Cerveró. Muito encrencado com o juiz Sergio Moro, Lula disse que a ex-primeira-dama Marisa Letícia, já falecida, era quem tinha interesse em adquirir o tríplex do Guarujá, e, mesmo assim, continua insistindo no socorro da ONU, mas sem sucesso. O penta-réu, agora, se vê inclinado em confessar todos os seus crimes e obter diminuição da pena. Coragem, Lula!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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QUEM ESTÁ COM A RAZÃO?

O Ministério Público Federal (MPF), em setembro de 2016, apontou Lula como "comandante máximo" do esquema investigado pela Operação Lava Jato. Os réus na Operação Lava Jato, delatores ou não, apontaram Lula como "chefe" do esquema, conforme os depoimentos de Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobrás, que afirmou que Lula "tinha conhecimento de tudo e que tinha o comando"; Pedro Corrêa, ex-deputado federal e ex-presidente do PP, que disse que ele "sabia do esquema de arrecadação de recursos da Petrobrás por partidos da base aliada de seu governo; Delcídio Amaral, ex-líder do PT no Senado, que alegou que o ex-presidente "tinha um conhecimento absoluto de todos os interesses que rodeavam a gestão da Petrobrás"; Marcelo Odebrecht, ex-presidente da Odebrecht, que afirmou que Lula "sabia da existência de uma conta da empresa batizada de "Amigo"; Emílio Odebrecht, presidente do conselho de administração e patriarca da Odebrecht, que disse que "discutia com Lula doações para campanha do PT"; Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, que declarou que Lula "pediu para que ele destruísse provas sobre propinas que teriam sido pagas pelo PT"; Mônica Moura, que alega que ele "teria aprovado orçamentos de campanha com caixa 2 e atuado com empresários para saldar dívidas do PT" com a empresa do casal; João Santana, publicitário, que afirma que "questões referentes aos valores totais de seus honorários na campanha dependeriam do respaldo do chefe". Luiz Inácio da Silva nega tudo e diz que as acusações carecem de provas. Ainda falta a provável delação de Antonio Palocci. Para o povo brasileiro, o que interessa é que tudo seja esclarecido e aqueles que cometeram crimes contra o País paguem por eles. Eliminando esses malfeitores da sociedade, o Brasil vai ser passado a limpo.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

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MÔNICAS EXPLOSIVAS

Mais uma Mônica em evidência na política: Mônica Lewinsky, Mônica Veloso e Mônica Moura. Nem o idiota do Eremildo, criação do jornalista Elio Gaspari, seria capaz de acreditar no isolamento de Dilma Rousseff na bandalheira que ocorria na Petrobrás. Suponhamos que até aqui as delações premiadas funcionassem como chibatadas na responsabilidade da dupla Lula/Dilma. Pois as delações dos marqueteiros João Santana e Mônica Moura se constituem no verdugo que vai colocar-lhes no pescoço no patíbulo jurídico a que estão sendo conduzidos. Sabe-se, agora, que a fortuna roubada da Petrobrás servia também para elevar o padrão e vida de dirigentes partidários. A imagem de Dilma sempre procurando se distanciar do esquema do petrolão não se sustentou. Mônica expôs os gastos de R$ 90 mil com o cabeleireiro Celso Kamura, que fazia o cabelo da ex-presidente inclusive em período eleitoral. Dilma tinha completo conhecimento do que se passava na Petrobrás, tanto da origem como do destino, ambos ilegais. Dilma não teve o cuidado de desfazer as suas pegadas na estatal, de tão nítidas. Mônica, para usar como prova, autenticou devidamente mensagens de um e-mail que compartilhava com a presidente. Dilma assumiu a presidência do Conselho Administrativo da Petrobrás, no primeiro mandato de Lula, na condição de ministra de Minas e Energia. Por isso nem o Eremildo, o idiota, é capaz de acreditar na ausência de Lula e Dilma no cadafalso.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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MAIS QUE PEDALEIRA

O depoimento de Mônica Moura é, sem dúvida, dos mais contundentes até agora desde o início da Operação Lava Jato. De credibilidade incontestável - nem a atriz mais talentosa do planeta seria capaz de montar uma história tão rica em detalhes e contá-la com tamanha naturalidade -, a marqueteira demonstra como Dilma Rousseff tinha pleno conhecimento do caixa 2 e ainda se locupletava dele para pagar despesas pessoais, enquanto debochava da Nação mentindo sobre sua conduta ilibada. A ex-presidente - codinome Iolanda - perpetuou sem escrúpulos o crime instalado e organizado pelo seu antecessor e, de quebra, tentou obstruir a Justiça. O Brasil respira, aliviado, por ter impedido constitucionalmente mais que uma pedaleira irresponsável, uma criminosa. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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E-MAIL

A bombástica revelação da conta de e-mail 2606iolanda@gmail.com, criada e manipulada a duas mãos por iniciativa de Dilma Rousseff e Mônica Moura para a troca de mensagens sobre pagamentos e investigações da Lava Jato, é a prova cabal e inquestionável do bilionário crime cometido. A casa caiu. Quando é que a ex-presidente vai virar "detenta"? A ver...

J. S. Decol  decoljs@gmail.com

São Paulo

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IOLANDA

Nem o pior dos vermes teria a mórbida ideia de nomear como iolanda2606@gmail.com.br o e-mail utilizado por Dilma para sorrateiramente se comunicar com a ora delatora Mônica Moura, que por muitos anos foi sua fiel amiga e confidente. Por que no e-mail consta o número 2606?  Porque foi exatamente no dia 26/6 de 1968 que o soldado Mário Kozel Filho foi literalmente explodido próximo à entrada do Q.G. do 2.º Exército. Por que "Iolanda"? Porque Iolanda era a senha de Dilma para receber propinas. Consta que Dilma, no interior de um Fusca parado nas proximidades do quartel, teria presenciado a terrível cena. Cabe, agora, à Polícia Federal e ao Ministério Público enquadrar a "ex-presidenta" e terrorista vulgarmente conhecida como "Vanda" ou "Stela", pela prática de crimes.

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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IRONIA MACABRA

Se e-mail revelado por Mônica Moura para acertos criminosos com Dilma, Iolanda2606@gmail.com, inspira-se no nome da esposa de Costa e Silva e na data em que o grupo terrorista da ex-presidente Dilma explodiu em mil pedaços o jovem Mário Kozel Filho, estamos diante de uma ironia macabra da ex-presidente. Dilma negará até a cova, mas Mônica há de saber. Se ela desmentir, deve ter uma boa explicação para a escolha, se silenciar, está explicado.

Roberto Viana Santos rovisa681@gmail.com

Salvador

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A DEFESA DE DILMA

Um bom advogado pode livrar a ex-presidente Dilma de qualquer condenação apresentando ao juiz Sergio Moro áudio de vários discursos seus - o principal, o da mandioca - e solicitar a absolvição por ser a ré inimputável. Quem consegue falar tanta bobagem de forma absolutamente desconexa é incapaz de elaborar qualquer estratégia ou plano, apenas cumprir ordens simples. Defesa simples e objetiva.

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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MÁSCARA

Informações guardadas pelo Google poderão ajudar investigadores a esclarecer se a ex-presidente Dilma Rousseff utilizou de fato uma conta de e-mail para avisar o casal João Santana e Mônica Moura, marqueteiros do PT, sobre os avanços da Operação Lava Jato. Já passou da hora de esta senhora tão honesta, como nunca antes se viu, ser desmascarada. Chega de desculpas sem pé nem cabeça tentando enganar todos como se honesta realmente ela fosse.

Antonio Jose Gomes Marques a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

 

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CÍNICA, CRUEL E CHINFRIM

Sobre o artigo do jornalista José Nêumanne ("Iolanda, uma vigarista cínica, cruel e chinfrim", "Estadão", 17/5, A2), a ex-presidente Dilma deveria estar com saudade da ditadura ao dar o nome de Iolanda ao e-mail feito em companhia da esposa do grande João Santana. Para quem falava tão mal da ditadura e do que sofreu, parece que não era tão verdade. Só espero que toda a verdade apareça e que as desculpas esfarrapadas sumam junto com Dilma Rousseff e o PT corrupto.

Zureia Baruch Jr zureiabaruchjr@bol.com.br

São Paulo

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TENTÁCULOS NO EXTERIOR

José Nêumanne descreveu com maestria a ex-presidente Dilma ("Estadão", 17/5, A2). Só se esqueceu de nomear os tentáculos dela no exterior, quando, sob sua batuta e do ex-presidente Lula, ajudaram a eleger com dinheiro do trabalhador brasileiro ditaduras na América Latina e na África. Na Venezuela, por exemplo, Nicolás Maduro, que recebeu até marqueteiro brasileiro de presente para se eleger, em apenas um mês já matou 10% do que matou nossa "famigerada e cruel ditadura militar" em 20 anos. Não é de estranhar que até hoje não vimos nenhuma declaração de Dilma e Lula em defesa do povo venezuelano, que tenta sem resultado defender sua democracia. Por essas e outras é que nós, que vivemos na época da ditadura militar, tínhamos medo era de gente como a "Iolanda, vigarista, cínica, cruel, chinfrim" - e ditadora. Se nossa Constituição de 1988 não fosse bem costurada, com cláusulas de barreira contra qualquer ditadura, seríamos iguais à Venezuela hoje.

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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SUCESSO

Admirável, como sempre, o jornalista José Nêumanne. Nossos novelistas de plantão deveriam criar uma novela ou minissérie sobre Iolanda, "uma vigarista cínica, cruel e chinfrim". Seria sucesso na certa!

Henrique Massarelli hermassa@uol.com.br

São Paulo

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ACREDITEMOS NO AUTOR

"Actori potius credendum est." O artigo de José Nêumanne publicado no "Estadão" de 17/5 poderia ser recortado em diversos fatos, tais como "a pretensa clandestina em palácio"; "o fatiamento da democracia"; "a falsificação dos grupos armados"; "o estelionato do curriculum da gerentona" e por aí afora... Pouco importa. Deve-se, de preferência, acreditar no autor deste artigo e aguardar que a personagem principal respire fundo e, no mínimo, derrube - se conseguir - ao menos um desses mencionados relatos. 

Antonio G. Neto gerassi@uol.com.br

São Paulo

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DEFINIÇÃO DEFINITIVA

A inveja é um sentimento feio que às vezes me invade, de forma avassaladora. Foi o que aconteceu ontem cedo, ao ler o texto de José Nêumanne (17/5, A2). Senti inveja da forma pela qual ele envolve uma crítica demolidora numa linguagem elegante e irretocável. Senti inveja mesmo. Até porque "Iolanda, uma vigarista cínica, cruel e chinfrim" é uma definição definitiva... Assim sendo, mesmo tendo cometido o pecado da inveja, tenho certeza de merecer perdão.

Regina Maria Peña reginapena.adv@hotmail.com

São Paulo

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UMA FARSA

O jornalista, poeta e escritor José Nêumanne mais uma vez nos brinda com um texto extraordinário (17/5, A2), em que enquadra Dilma Rousseff como "Iolanda, uma vigarista, cínica, cruel e chinfrim". Cai bem para uma ex-presidente que mereceu o impeachment e tampouco teve a dignidade de pagar, durante seu mandato, o próprio cabelereiro, preferindo os recursos de propina, ser chamada de Iolanda. Trata-se de uma referência à mulher do ex-presidente Costa e Silva, já falecida, que, como primeira-dama, não estava nem aí para esta República, assim como Dilma, que, disfarçada de honesta, era cúmplice da corrupção petista. "Vigarista" e "cruel" porque, como afirmou na campanha eleitoral, faria até "o diabo" para se eleger. E, nessas condições, cometeu crime de responsabilidade fiscal, destruiu a nossa economia e promoveu o doloroso número de 14,2 milhões de desempregados no País. "Cínica" porque, para sensibilizar o eleitorado, em várias ocasiões até chorou em público por ter sido torturada durante o regime militar, mas, cínica e perversamente, mentiu sobre a superfaturada compra pela Petrobrás da Refinaria de Pasadena, no EUA. Mentiu durante a campanha eleitoral de 2014, dizendo que as contas públicas estavam bem, e deu no que deu. Esta mulher "chinfrim" mentiu principalmente que era honesta... E falsificou até o seu currículo, como descoberto em 2009, no qual anotava que era master of Science e doutoranda em Economia pela Unicamp, curso que apenas iniciou e não concluiu... Ou seja, uma farsante bem próxima de se tornar também ré na Lava Jato.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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'DILMANTA'

Uma das informações mais divertidas que emergiram da delação de Mônica Moura foi o fato de que Dilma achava que todos os que a cercavam eram burros. Ao longo do mandato de Dilma, foram tantos e tão grosseiros os erros da ex-presidente que, no país da rápida piada pronta, o apelido não elogioso "Dilmanta" foi cunhado. Sempre achei o apelido injusto. Burro sou eu, dizia. Ela é presidente da República, completava. O maior problema em lidar com gente burra é que eles não sabem que são burros. A esta altura do campeonato, preciso me curvar ao fato de que a sabedoria popular provou ser, mais uma vez, infalível. 

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

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AS MULHERES DE ATENAS

Chico Buarque enalteceu as mulheres de Atenas; Eduardo Cunha e Sérgio Cabral fizeram questão de destacar a inocência de suas respectivas esposas nos depoimentos à Polícia Federal; e a "jararaca", como é de seu feitio, crucificou dona Marisa Letícia. Por sua vez, a "gerentona", que no conceito petista é uma mulher honesta e honrada, foi desmascarada pela marqueteira Mônica Moura e no frigir dos ovos, todas são farinha do mesmo saco - e temos de colocar o homem mais honesto do Brasil neste mesmo saco.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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CORRUPÇÃO NO RIO DE JANEIRO

Denúncia oferecida pelo Ministério Público contra Sérgio Cabral e Sérgio Côrtes, secretário de Saúde de Cabral, é só a ponta do iceberg, segundo procuradores. Espero que consigam trazer à tona esse iceberg. E, se ampliarem as investigações, vão chegar a outros setores. O setor de alimentos já está sendo investigado, vide a Operação Carne Fraca e, agora, com algumas indústrias em Santa Catarina envolvendo o pescado, que, aliás, é assunto velho, mas voltou à tona. Não há um setor neste país que esteja a salvo de corrupção. Vasculhem e acharão. Setores farmacêutico, elétrico, de telefonia, alimentação, automobilístico, da construção civil, etc. As investigações têm de ser aprofundadas. Tem muito gelo ainda submerso.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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SÉRGIO CABRAL

"Por desvios na Saúde, Cabral é réu pela 8.ª vez" ("Estadão", 17/5, A7). Quem diria, na competição "réu", Cabral ultrapassou Lula...

 

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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VEM AÍ, O BNDESÃO

Se, e somente se, a caixa-preta - ou, melhor, a caixa de Pandora - do BNDES for aberta, o rombo da Petrobrás irá parecer um simples troco. Quem viver verá.

 

Maria Elisa Amaral marilisa.amaral@bol.com.br

São Paulo 

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TAGARELICES TRUMPIANAS

"Donald Trump é acusado de passar a russos localização secreta de espião aliado" ("Estadão", 16/5). Se faltava, agora não falta mais: Trump combinou com os russos...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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RUSSIAGATE

O Russiagate mais parece a paródia de uma comédia maluca dos anos 60: "Os russos estão chegando!". Hackers russos bagunçaram o comitê da candidata Hillary Clinton e também o de Emmanuel Macron, na França, o que deixa claro que Vladimir Putin é um totalitário de direita, ao contrário da China, que ostenta um capitalismo de Estado, com muitos bilionários "comunistas". A Rússia vermelha apoia fascistas e a China comunista assume a liderança da globalização das nações liberais, enquanto os Estados Unidos se fecham num nacionalismo de direita. Trump passa o tempo todo no Twitter, como  bom adolescente abilolado que é, trocando segredinhos com os amigos ursos russos. A brincadeira vai acabar mal para ele e ótima para o resto do mundo, que vai se livrar do pesadelo Trump antes do que se esperava. Enquanto isso, a China vai enrolando o mundo num gigantesco lençol de seda.

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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XERIFE

O presidente Donald Trump precisa se conscientizar de que ser presidente do maior país do planeta não é o mesmo que ser xerife do Velho Oeste. Deixe isso para o Bat Masterson e comece a governar.

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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IMPEACHMENT DE TRUMP?

Toda a esquerdalha nacional e estrangeira só falando do possível impedimento de Donald Trump. Todos falando como se ele fosse um idiota completo, analfabeto, sem cultura alguma e sem infraestrutura de apoio por profissionais hiperqualificados. Penso que ele jogou um pano de fundo para pôr o assunto de traição à Pátria na mídia, para, em seguida, mostrar que quem trai a pátria por lá são os democratas, que se submetem aos globalistas da City de Londres. Melhor investigar por aqui a esquerdalha tupiniquim, pois a Lava Jato vai parecer moeda de troco, assim como hoje nos parece o mensalão. 

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

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UMA NOVA ORDEM MUNDIAL?

 

Desde maio de 1968, quando os jovens franceses se rebelaram e plantaram as bases da onda libertária e ecológica que varreu o mundo, não vivíamos tempos tão propícios a mudanças. Donald Trump, o desastrado presidente norte-americano, é o mais novo destinatário de um possível pedido de impeachment. Emmanuel Macron, na França, pós-fracasso do governo socialista de François Hollande, terá de mudar tudo para poder governar. O Brasil de Michel Temer enfrenta as rebarbas de um processo de impeachment capenga que afastou Dilma Rousseff, mas, em vez de cumprir a Constituição, que suspende o afastado por oito anos, deixou-a livre para denegrir e atrapalhar o seu ex-companheiro de chapa, que agora tem a missão de governar. A República brasileira, na maior parte do seu tempo, viveu de déu em déu, como diz a música antiga, e agora o quadro pode se repetir. Se Temer cair, o Congresso elegerá alguém para governar até o fim de 2018 e a vida continuará. O que preocupa é pensar em que condições continuará, o que será feito dos atuais planos, quem poderá ser eleito e, principalmente, como chegaremos às eleições de presidente, governador, senador e deputado. Vamos avançar ou retroceder? E a democracia, ainda se cantada em prosa e verso, resistirá?

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo                                                                                                     

                     

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MAS JÁ?

O prefeito João Dória (PSDB-SP) recebeu o prêmio "Person of the Year 2017", em Nova York. Talvez o fato corrobore com a máxima de que, em relação ao Brasil, tudo caminhe muito rápido para o bem ou para o mal.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

 

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