Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

20 Maio 2017 | 03h02

CORRUPÇÃO

A quem interessa?

Muito estranha a maneira como foi montada a delação dos irmãos Batista da JBS. Parece que foi urdida uma armadilha a fim de se encontrarem motivos para derrubar o atual presidente, uma vez que só os atos praticados por ele durante o seu mandato seriam levados em consideração para abertura de inquérito pelo Supremo Tribunal Federal.

TOSHIO ICIZUCA

toshioicizuca@terra.com.br

Piracicaba

Armadilha política

Pode parecer ingenuidade pensar que houve uma armação contra o presidente Temer na visita e na gravação feitas. Porém está claro que o mafioso chefe da JBS procurou Temer com segundas intenções (levou um gravador). Após o anúncio de uma melhora generalizada na situação econômica do País, a quem interessaria criar uma crise? Quem sai ganhando se houver antecipação das eleições? Quem precisa ganhar tempo antes de ser condenado, para poder disputá-las?

GODOFREDO SOARES

godofredocaetanosoares@gmail.com

São Paulo

Estranho odor

Um cheiro fétido de armação exala da delação do dono da JBS e da “operação controlada” cujo vazamento seletivo desencadeou o terremoto político que sacode o País desde quarta-feira. A detonação dessa bomba vem exatamente no momento em que a economia brasileira apresenta alguns indicadores positivos, dando ao governo algum fôlego e a possibilidade de aprovar a reforma da Previdência. É difícil evitar a impressão de algo preparado sob encomenda com o exato objetivo de liquidar o governo Temer e a referida reforma. Afinal, tem ficado bem evidente a oposição do Ministério Público à mudança das regras previdenciárias. Com aposentadorias cujo valor médio é de R$ 30 mil, correspondendo a 20 vezes o valor médio das aposentadorias do setor privado, não se poderia esperar passividade desses “mais iguais” em face do risco de perda de tão gordo privilégio. Estranho odor tem também a concessão de plena liberdade – nem sequer tornozeleira terá de usar – ao megacriminoso Joesley Batista para viver em paz e abastança em Nova York, como prêmio por sua preciosa delação, enquanto o Brasil se arrisca a dar meia-volta para o abismo. Haja nariz!

JORGE MANUEL DE OLIVEIRA

jmoliv11@hotmail.com

Guarulhos

Nem uma tornozeleira?

O timing da divulgação da gravação com a compra de dólares pelos Batistas é impressionante. Eles sabiam que a coisa ia vazar. Quem informou? A força-tarefa? A Associação Nacional dos Procuradores da República? E a “prisão” em apart-hotel em Manhattan? Nem “tornozelite” eles tiveram. Muito suspeito! Ninguém vai questionar os procuradores? Eles podem vender facilidades?

MILTON AKIRA KIYOTANI

miltonak@gmail.com

São Paulo

Dois pesos e duas medidas

Com toda esta tormenta que enfrentamos, fico me perguntando: por que Marcelo Odebrecht está preso e os irmãos Joesley e Wesley, após criarem um caos no cenário político-econômico, gozam de liberdade nos EUA? Questiono a condução jurídica de todo o processo. O povo precisa urgentemente de uma resposta, no mínimo, acalentadora. Vejam a resposta da Justiça americana no caso de Bernard Madoff, que lesou muito menos pessoas: ele pegou prisão perpétua e foi obrigado a entregar toda a sua ardilosa engenharia financeira. Até quando, Brasil?

EDUARDO FOZ DE MACEDO

efozmacedo@gmail.com

São Paulo

A delinquência no paraíso

Muito estranho. Pela primeira vez em toda a longa e salutar jornada da Lava Jato uma delação é realmente premiada: a de Joesley Batista. O Judiciário terá de explicar, sem rococós jurídicos, por que a delinquência endinheirada ganhou o paraíso de Nova York como recompensa por abrir o bico. Alegar que os irmãos foram ameaçados de morte e por isso um deles ganhou o céu é muito pouco para a média inteligência, além de mostrar o Estado brasileiro incapaz de custodiar criminosos dispostos a ajudar as autoridades a desvendar um crime monumental.

JOSÉ MARIA LEAL PAES

tunantamina@gmail.com

Belém

Titanic

Joesley afundou o Titanic. Salve-se quem puder. Os ratos começam a pular do navio, mas vão submergir em águas profundas.

JOSÉ CARLOS ALVES

jcalves@jcalves.net

São Paulo

Para o “friboy”, comprar gado ou deputado é a mesma coisa!

ELISABETH MIGLIAVACCA

São Paulo

Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, digam ao povo que renunciamos. Assinado: todos os políticos comprometidos com a corrupção que destrói o País. Sonhar é preciso.

LUIZ NUSBAUM

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

Perdão?

O sr. Joesley pediu desculpas aos brasileiros pelo esquema de pagamento de propinas da JBS. Nós não perdoamos, estamos cansados de perdoar. Precisamos é cortar na carne, melhor ainda se for na carne dele. Pobres de nós, brasileiros, a corrupção parece um saco sem fundo.

ANGELA MARIA DE SOUZA BICHI

angela_bichi@hotmail.com

Santo André

Sensatez

Cumprimentos pelo editorial A hora da responsabilidade (19/5, A3). De extrema lucidez, avalia com precisão os danos ao País causados por métodos investigativos que extrapolam os limites da democracia, do Direito e da Justiça. Punam-se todos os culpados por corrupção e fraudes, mas respeitando a Constituição, as leis e os valores republicanos.

LUIZ AUGUSTO P. DE ALMEIDA

lalmeida.sp@gmail.com

São Paulo

Parabéns pelo editorial A hora da responsabilidade. Perfeito na forma e no conteúdo. E, principalmente, de acordo com a verdade que muitos não conseguem ver!

MARIA LEA COELHO DE ALMEIDA

mariaalmeida@netsite.com.br

Uberaba (MG)

Milionários vermelhos

Notícia bombástica: o pai dos pobres e a mãe dos desvalidos tinham em “conta corrente” na JBS o valor de US$ 150 milhões. Dá para entender agora?

FRANCISCO ZARDETTO

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

“Delação premiada inclui ter boa vida na 5.ª Avenida, em New York? Não é prêmio demais?”

LUIZ FRID / SÃO PAULO, SOBRE OS IRMÃOS BATISTA DA JBS

luiz.frid@globomail.com

“Não dá para entender por que o corruptor Marcelo Odebrecht está preso e os irmãos Batista estão soltos. O crime não é o mesmo?”

CARLOS ALBERTO DUARTE / SÃO PAULO, IDEM

carlosadu@yahoo.com.br

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

PERDEMOS RIOS DE DINHEIRO

Após as denúncias contra Michel Temer, a Bovespa perdeu R$ 219 bilhões, o equivalente a 6,2 milhões de casas populares. 294 mil postos de saúde poderiam ter sido construídos com essa bagatela perdida na quinta-feira. Quando a gente pensa na quantia anual recebida pelo ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, somente da JBS, a situação é ainda pior. R$ 24 milhões equivalem a 26,6 mil salários mínimos. R$ 40 milhões seriam economizados mensalmente pela JBS, apenas com o valor do gás natural de uma usina termoelétrica, ou seja, 92 mil km de rede de esgoto. A confusão foi muito grande e o estrago, maior ainda, Michel Temer.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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NOTA DE FALECIMENTO

À coligação dos partidos que sustentam o governo de Michel Temer cumpre o doloroso dever de comunicar o povo brasileiro do falecimento das reformas previdenciária e trabalhista, causado pela metástase que se espalhou em todos os seus órgãos. As reformas já apresentavam sinais de que seu óbito foi causado por excesso de ingestão de carne.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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TEMER NÃO RENUNCIA

Com sua não renúncia, Michel Temer apenas está dificultando o andamento da democracia no País. As gravações realizadas pelo dono da JBS são assaz comprometedoras contra Temer, que, se tivesse o mínimo de espírito democrático, teria renunciado e o Congresso, quase todo ele investigado pela Operação Lava Jato, teria a prerrogativa de indiretamente eleger o novo mandatário em mandato tampão até o final de 2018. O problema é que temos os golpistas da esquerda desejando esquentar a cadeira da Presidência para Lula já, para que ele passe a ter foro privilegiado imediatamente por meio de eleições diretas, e não seja preso em razão de seus crimes cometidos antes, durante e depois do exercício de seu cargo de presidente da República. Não vislumbro no atual quadro político nacional qualquer político que possa decentemente ocupar o cargo de presidente da República que apresente o mínimo de probidade e confiabilidade, pois, como já citado anteriormente, quase todos estão sendo investigados pela Lava Jato, uns mais envolvidos em falcatruas, outros menos, mas estão sendo investigados... Como qualquer cidadão brasileiro que esteja em dia com suas obrigações e seja maior de 35 anos pode concorrer à Presidência da República de maneira indireta, quem sabe possamos ter a oportunidade de que alguém de honestidade comprovada possa exercer este cargo pelo período que falta, de maneira proativa, com o intuito de realizar as reformar tão necessárias para tirar o País da atual situação e dar novo impulso na geração de ânimo na população, tão descrente na grande maioria das instituições, sejam elas em quais níveis forem. O Brasil não merece os políticos que tem. Somos um país de povo trabalhador, que sua a camisa atrás de seus proventos para pagar suas contas, arcar com altos custos de saúde, segurança, educação e altíssimos impostos que nunca são devolvidos em nada para a população. Quem comete crimes deve pagar por eles. Basta de falcatruas, basta de corrupção, temos de pôr um ponto final nesta pouca vergonha, e já!

Boris Becker borisbecker@uol.com.br

São Paulo 

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CRISE POLÍTICA

Sem reformas e sem presidente, o futuro do Brasil a Deus pertence.

Cristiano Walter Simon cws@amcham.com.br

Carapicuíba

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BRASIL À DERIVA

Após os fatos ocorridos nos governos Lula/Dilma, parecia que o impeachment de Dilma seria um alívio para a Nação. Ledo engano! Mesmo sabendo que os fins não justificam os meios, que Temer estava utilizando do método espúrio do toma lá da cá, acompanhei o processo preparatório para a aprovação das reformas necessárias para a retomada do crescimento econômico e a saída do estado de penúria em que se encontra o País. Com a delação dos irmãos Joesley e Wesley Batista, contra o presidente Temer e Aécio Neves, minha desilusão ficou exacerbada e acredito que não haverá mais condições de aprovar mais nada no Congresso. O pior é que não se vê mais uma luz no fim do túnel, não se vislumbra nenhum nome para substituir o presidente. O Brasil lembra uma caravela à deriva. Só nos resta fazer uma promessa e contratar uma missa solene ao Vaticano.

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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JUSTO AGORA

No momento que o Brasil estava reencontrando o caminho da normalidade, depois de um ano turbulento com o impeachment de Dilma Rousseff; agora, que as reformas estavam sendo implementadas, com baixa nos juros, o desemprego caindo, o dólar também em queda e o risco Brasil também em baixa; justo no momento em que o País parecia que iria decolar, vem a denúncia dos donos da JBS. O que precisamos fazer para o País dar certo? Estamos passando por uma onda de denuncismo que só nos leva à insegurança jurídica. Depuração é algo salutar, prendendo os malfeitores, os corruptos, ladrões, etc. Ou seja, punindo quem merece ser punido. Porém torcer para o "quanto pior, melhor", isso é ridículo! A Nação tem de passar por esta fase e sair dela mais fortalecida, temos de tirar alguma lição disso tudo, levantar a cabeça e seguir em frente. O maior tesouro nosso é o próprio povo. Precisamos mostrar que o Brasil é bom para negócio e um bom lugar para viver também. Estamos passando por uma crise moral, mas torcemos para que, no fim, o povo brasileiro seja o grande vencedor, pois estamos todos nós perdendo. E que possamos reencontrar o caminho do progresso e do desenvolvimento, pois nosso lugar é estar no topo. E sermos uma grande nação.

Edilson Ricardo rs311068@gmail.com

Taguatinga (DF)

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O $ILÊNCIO DE CUNHA

Ironia da História: poder-se-ia dizer que o governo Temer corria o sério risco de ser abalado pela delação de Eduardo Cunha, jamais por seu silêncio, bancado pela JBS. Quem diria!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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PREVARICAÇÃO

Como alguém que ocupa o maior cargo público do País pode manter, na surdina, na calada da noite, uma conversa com um indivíduo que narra uma série de delitos, e simplesmente manter-se em silêncio, ou, em dado momento, apoiar algumas das iniciativas por ele tomadas. Ora, se isso não for no mínimo prevaricação, o que seria, então? Será que é esse o pagamento com que deveremos arcar para que as tais reformas sejam aprovadas? Ou ética e moral só valem quando o assunto é o PT?

Julio C. Cardoso Costa juliocesarcardosocosta@hotmail.com

São Paulo

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RENÚNCIA

Presidente Temer, sua situação é análoga à de Dilma Rousseff. Lembre-se do que o sr. disse na ocasião do impeachment dela. Agora, o País ficará ingovernável com sua permanência. No final de um processo desgastante, principalmente para o povo brasileiro, o sr. acabará defenestrado. Esta é uma boa oportunidade para confirmar que o sr. é um homem digno e respeitável. Renuncie já. Prevaricação ou omissão, não sei como classificar. O fato é que, embora ache compreensível o que ocorreu, sua postura foi inaceitável para um funcionário público, principalmente sendo o presidente da República. Por favor, renuncie já! Entre para a história deste país como um homem honrado que tomou uma decisão dificílima em beneficio do povo brasileiro.

Helio Luiz Boturão heliobot@uol.com.br

Rio de Janeiro

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ELE FICA

Michel Temer sabe: renunciando, cairá nos braços de Sergio Moro. E o País? Que se lasque!

Oswaldo B. Pereira Filho oswaldocps@terra.com.br

Campinas

 

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O DILEMA DE TEMER

Como resistir, quando não está mais nas suas mãos?

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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IMPEACHMENT?

Não se iludam! Vai ser muito mais difícil ficarmos livres de Temer do que foi com Dilma. 

 

Sergio Diamanty Lobo diamanty18@gmail.com

São Paulo

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FICA, TEMER!

A codinominada Iolanda, Vanda, Patrícia, Luíza e "presidenta" deu um exemplo de como custar o que custou ("Estadão", 17/5, A2, artigo de José Nêumanne).

Sérgio Torres sergio.torres47@gmail.com

São Paulo

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BARRIGADA

A meu ver, a publicação do "furo de reportagem" da lavra do jornalista Lauro Jardim, do jornal "O Globo", interpretando o áudio da gravação de autoria do empresário Joesley Batista em conversa particular mantida com o presidente Michel Temer constitui-se, indiscutivelmente, numa brutal "barriga jornalística" (matéria errada publicada com o estardalhaço de uma grande novidade). A isenta e atenta leitura da gravação que foi tornada pública permite intuir que a matéria foi leviana, inconsequente e irresponsável, escrita por um jornalista em busca de notoriedade. Ora, o presidente Michel Temer se limitou, em duas oportunidades, a declarar "tem de manter isso, viu?", diante das assertivas do indigitado e encalacrado sócio da JBS de que estaria evitando conflitos com o presidiário e ex-deputado Eduardo Cunha. Não houve declaração do presidente avalizando a compra do silêncio do ex-deputado pelo empresário. O jornal "O Globo" incendiou o País provocando reações arruaceiras, oportunistas e estroinas das eternas viúvas do PT (movimentos sindicais, sociais e partidos políticos e simpatizantes de esquerda), justamente num momento vicejado por notícias alvissareiras referentes à economia do País e à esperança dos brasileiros. A esses habituais insurgentes e muitos desocupados só interessa destruir o processo de recuperação do Brasil, que fora destruído por Lula e Dilma. De outra sorte, a revista "Época" propagou a notícia de que a JBS depositou cerca de R$ 300 milhões em propina devida ao PT numa conta secreta mantida pela empresa na Suíça e, também, com certeza, a inevitável devassa na "caixa-preta" do BNDES notabilizará a relação espúria do órgão com o PT. O juiz Sergio Moro e o ministro do STF Edson Fachin estão, agora, com a palavra. O Brasil não pode parar. Sigamos em frente.

Junios Paes Leme junios.paesleme@outlook.com

Santos

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DESCONSTRUÇÃO

Como a transcrição dos diálogos entre Temer e Joesley Batista - que, segundo o jornalista Lauro Jardim, do jornal "O Globo", incriminavam o presidente - não se mostrou verdadeira depois que os diálogos foram divulgados em áudio, quero saber, primeiro, o que levou o profissional a soltar essa notícia e qual foi sua motivação e incentivo. Evito ressaltar a teoria da conspiração, mas ela não é impossível. E agora, que se esclarece a verdade, é tarde, pois a imagem do presidente Temer está enodoada por todo o planeta, porque a mídia internacional replicou as manchetes de quinta-feira do "O Globo" à exaustão. Quero saber, também, se "O Globo" vai pedir desculpas ao presidente da República publicamente e com manchetes garrafais, tal como fez para enxovalhá-lo - e inclusive por sua emissora de TV, a Rede Globo, por meio de seus profissionais que na quinta-feira tiveram muito trabalho ao realizar a desconstrução da pessoa do presidente Temer. E, por último, me interessa saber se o jornalista Lauro Jardim será punido pela empresa, já que colocou a credibilidade dela no patamar zero! Obrigada.

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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ARMAÇÃO PREMEDITADA

Será que o presidente Michel Temer não caiu numa armadilha?

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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'GRAVAÇÃO CLANDESTINA'

Eu gostaria de saber se uma pessoa poderá gravar clandestinamente uma conversa com a maior autoridade do País, em benefício próprio. Antigamente era crime. E agora?

Teresa dos Anjos fernandoeteresaversiani@gmail.com

Belo Horizonte 

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SANTA INGENUIDADE!

Um homem com a vivência e o preparo, indiscutível, de Temer vai cair na boca do lobo que cresceu e vicejou durante os 13 anos do governo petista? Nunca ouvira falar que o filho de Lula era tido como sócio da Friboi? Como um indivíduo deste pode ter acesso à residência, o Palácio do Jaburu, então, sem ser convidado ou anunciado? Encerrando, o homem a continuar a política econômica que nos interessa, pelo bem do Brasil, Meirelles!

Candida Barros candy.barr@uol.com.br

São Paulo

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TRAIÇÃO

Sr. Temer, é nisso que dá meter-se com indivíduos mal intencionados e sem escrúpulos! Ao aliar-se ao PT e seus asseclas por interesses políticos, o sr. se cercou de algumas pessoas sem moral e virtude que são os alicerces de pessoas dignas de respeito. O sr. se tornou um deles e foi traído por uma trama torpe. O sr. nos traiu e a si próprio!

Bernardo Schulze bernardoschulze@gmail.com

São Paulo 

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GOVERNO EM CRISE

Tendo em vista as análises dos especialistas ouvidos pelo "Estado" (19/5, A16), a mais viável é a proposta pelo cientista político David Fleischer, da UnB. O atual ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ao que se percebe, tem plenas condições de manter a governabilidade necessária ao País, não permitindo que se volte instantaneamente à recessão. 

Fato é que precisamos de efetividade nas reformas como garantia de crescimento e estabilidade, e Meirelles é a única pessoa em condições de viabilizar isso, no momento, por meio de uma transição rápida, democrática e sem traumas. Do contrário, a polarização "nós contra eles" tende a voltar a crescer, o que é muito temerário, pois estaria implantada a desordem, com o aumento cada vez maior de manifestações, da violência e de danos ao patrimônio.

Maria L. Ruhnke Jorge mlucia.rjorge@gmail.com

Piracicaba

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O CONSELHEIRO?

Só pode ser brincadeira colocar o nome de Henrique Meirelles como presidenciável. Onde esteve ele nos últimos anos? No conselho do Grupo JBS... Chega! Mais um da turma!

Jair Nisio jair@smartwood.com.br

Curitiba

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COMIDA CRUA

Considerando os analistas políticos que na quinta-feira impunham a renúncia do presidente em suas considerações sobre a "gravação" no palácio, o que dirão agora? Fico surpreso como jornalistas reputados e experientes possam acreditar num conhecido "batedor de carteiras". O ditado, mais que nunca, é atual: os apressados comem cru.

José Perin Garcia jperin@uol.com.br

Santo André

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O DEMOLIDOR

 

Depois de ter participação direta ou indiretamente na implosão do governo Dilma e, agora, do governo Temer, há quem cogite em sugerir a transferência do ex-deputado federal Eduardo Cunha para a Venezuela, ou para a Síria, ou para a Coreia do Norte, ou até mesmo para os Estados Unidos. Acreditam que o seu perfil se encaixa como uma luva nas necessárias mudanças dos rumos governamentais desses países.  

Luís Lago luis_lago1990@outlook.com

São Paulo

 

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VALIOSA LIÇÃO

Donald Trump precisa aprender uma lição de Eduardo Cunha: o silêncio vale ouro. 

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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SAÍDA

Como pode cair um presidente? Pergunta que não quer calar entre americanos (Trump), venezuelanos (Maduro) e brasileiros (Temer).

Leandro Ferreira leandroferreoradasolva@gmail.com

São Paulo

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PERGUNTAS

Quem vai para o impeachment primeiro, Michel Temer ou Donald Trump? Quando baixarem as águas do dilúvio da Lava Jato, vai sobrar alguém? Quem vai fazer a última delação premiada? Vai sobrar algum político para se candidatar à Presidência da República em 2018? Vamos ter eleição presidencial antecipada? Os bilhões de reais surrupiados serão realmente devolvidos? E, se forem, serão usados em benefício do povo brasileiro que trabalha e sustenta o Estado e a Nação? Algum dia o Brasil vai crescer e se tornar uma nação adulta?

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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O ENVOLVIMENTO DE TEMER

 

Após as afirmações do empresário Joesley Batista, em delação premiada, sobre ter Temer atuado para que o silêncio de Cunha fosse mantido com propinas, é necessário que tudo seja esclarecido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, desde que se trata de fato relacionado com o exercício da Presidência, tanto que Temer confirma o encontro com Joesley Batista, embora negue afirmação para manter silêncio de Eduardo Cunha. O presidente da República precisa ter suas atuações esclarecidas, a fim de que nunca pairem suspeitas sobre atos indignos ou delituosos.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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TEMOR JUSTIFICADO

O ministro decano do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello teme que a Constituição seja desrespeitada, ante o momento atual que vive o País, e prega obediência à Carta Magna. Bem, ministro, espero que seus colegas os ministros Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli leiam isso. O primeiro descumpriu a Constituição no julgamento final da ex-presidente Dilma no Senado, ao fatiar o artigo que estabelece que, além do afastamento do cargo presidencial, o réu também perde os direitos políticos, e os dois, no julgamento do habeas corpus do réu José Dirceu. Além destes dois, também o plenário do STF, ao considerar o senador Renan Calheiros como réu não afastá-lo da presidência do Senado, ficando na linha sucessória do presidente da República, o que é proibido pela Constituição. Então, ministro, muitos dos seus pares precisam ler a matéria publicada com suas declarações. E, diante de tantas desobediências, justifica-se o temor de que tomem medidas à revelia do que está na Carta Magna. 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro 

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CHURRASCO

A delação dos donos da JBS não pode acabar em pizza. Tem de, no mínimo, acabar em churrasco.

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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XEQUE-MATE

Fim da linha para os que acreditavam na teoria conspiratória contra Lula. Xeque-mate. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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DRUMMOND

Carlos Drummond de Andrade atualizado: Lula roubava Dilma, que roubava Temer, que roubava Cunha, que roubava Aécio, que roubava Jucá, que roubava Renan, que roubava Palocci, que roubava Dirceu, que roubava Collor, que roubava Gleisi, que roubava Pimentel, que roubava Mantega, que roubava a CUT, que roubava o PT, que roubava a Odebrecht, que roubava Joesley, que roubava o BNDES, que roubava a Petrobrás, que roubava o trabalhador, que não roubava ninguém.   

André Luis Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas 

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SIMBIOSE DO MAL

Nestes tempos neuróticos que estamos vivendo no Brasil, o que mais chama a atenção é a simbiose maléfica entre nossos representantes políticos, eleitos democraticamente com os nossos votos, e os maiores empresário do País. Quando, a cada eleição, os candidatos pedem nossos votos, nunca imaginamos que estamos, na verdade, elegendo despachantes de luxos de grandes conglomerados econômicos. Como explicar tamanha relação incestuosa e nada republicana entre público e o privado? Será que no meio do mar de lamas não existem políticos honestos neste país?

Luiz Thadeu Nunes e Silva luiz.thadeu@uol.com.br

São Luis

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ANARQUIA

Propinas bilionárias e ameaças de morte envolvendo o primeiro escalão do Estado brasileiro. Denúncias fundamentadas contra o presidente do Brasil e os presidentes do Senado e da Câmara. Saúde e educação, saneamento básico e segurança, tudo o que respeita aos serviços públicos e à população, em franca decadência. E duas castas em oposição: uma, a dos poderosos representantes políticos do povo, outra, a do próprio povo, não representado. Isso é democracia? Não! Isso é anarquia.

Marcelo Gomes Jorge Feres marcelogferes@ig.com.br

Rio de Janeiro 

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FUGA E AMEAÇA DE MORTE

Muitas minhocas ainda precisam ser desenterradas. Quer dizer, então, que a JBS, ao fechar o pregão de quarta-feira, comprou milhares de dólares? Seus empresários fogem do País, dizendo-se ameaçados de morte, e lucram milhões com o aumento do dólar depois das denúncias bombásticas sobre o presidente Michel Temer? O dólar explodiu. A Bolsa de Valores no Brasil teve perda substancial nas ações de nossas principais empresas, e os caras somem com a desculpa de ameaça de morte? Morte decretaram eles ao País, quando, no mesmo dia em que notícias alvissareiras davam nossa economia em recuperação, eles destroem tudo e saem ilesos. Para delatar, não ficarão nem um dia na cadeia, mas destruir o País num piscar de olhos eles podem. Por isso mesmo é que Friboi, Seara, etc. não entram na minha casa. De agora em diante, mais ainda!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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JBS FATURA ALTO

A JBS faturou alto comprando dólares antes de fazer a delação. A transação deveria ser anulada e os delatores, que confessaram subornos criminosos, deveriam ser presos imediatamente em Nova York e deportados para o Brasil. O País espera a renúncia e a prisão do presidente da República, que deveria ir direto para a mesma cela de Eduardo Cunha. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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O ESCÁRNIO FINAL

Os irmãos Batista, de posse de uma inédita imunidade, depois de um esquema montado com os agentes da lei para armar contra duas lideranças percebidas como anti-PT (o partido que patrocinou a projeção do grupo de forma espetacular), receberam inicialmente uma multinha de R$ 250 milhões, que foi prontamente paga com o produto de "insider trading" (do escândalo causado por eles mesmos) no mercado futuro de dólares. Uma chacota pública. Não sei vocês, mas não compro mais destes dois: Seara, Friboi, Swift, Alpargatas, Vigor, Flora, etc.

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

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FALTOU UM TROFÉU

Uma quadrilha violenta o Código Penal, a Constituição, arrasa o País, paga R$ 250 milhões e está livre? Que "merda" é esta?

Luiz Ress Erdei gzero@zipmaiul.com.br

Osasco

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COLAPSO

Generalizou a pilantragem. Na última década a JBS foi financiada pelo BNDES em cerca de R$ 10 bilhões e, por sua vez, Joesley Batista, dono da JBS, antevendo futura encrenca, gravou conversas de muita gente boa. A auditoria dos vultosos subsídios à JBS, via BNDES, fez aflorar propinas de Joesley, que faz o circo pegar fogo. O Brasil, que iniciava a superação da crise, tende a aprofundar o colapso. "Se gritar 'pega ladrão', não fica um, meu irmão".

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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NA ERA DO RÁDIO

No século passado, num período conhecido como "A Era do Rádio", duas irmãs de sobrenome Batista, Linda e Dircinha, encantaram o povo brasileiro com lindas canções. Hoje, quando vivemos "A Era da Corrupção", novamente irmãos de sobrenome Batista, porém com nomes cafonas, espantam o nosso povo com procedimentos ilícitos estarrecedores que estão levando o País a uma crise muito maior do que a que estávamos vivendo até agora. E o que fizeram esses dois criminosos? Primeiro, locupletaram-se com dinheiro do BNDES (nosso dinheiro), liberado aos bilhões pelo governo lulopetista em troca dos conhecidos "rebates" (para os bolsos) disfarçados de financiamento de campanhas. Com isso, construíram um império empresarial, até que foram "pegos com a boca na botija" pela Justiça. Para não serem presos, como outros colegas empresários corruptos foram, apressaram-se em propor e fazer acordos de leniência ou delações premiadas, em troca do quê? Ofereceram-se para ajudar a Procuradoria-Geral da República (PGR) na coleta de provas contra suspeitos. Para tanto, utilizaram-se de aratacas para caçar "animais corruptos". Passado algum tempo, para espanto de procuradores, de policiais e de todos nós, vários espécimes foram capturados: um ex-ministro petista, um senador "tucano" que pretendia ("disse-o bem!", pretendia) se candidatar à Presidência e, pasmem, no fundo da gaiola, o atual presidente da República. Com isso, está deflagrada uma supercrise institucional, com reflexos econômicos que vão paralisar o País novamente quando já surgia "uma luz no fundo do poço". E o que vai acontecer com os dois "açougueiros" criminosos? Vão partir ao encontro de suas famílias previa e planejadamente acomodadas nos Estados Unidos, com certeza em mansões nababescas, além de desfrutar dos bilhões amealhados em tenebrosas transações. Transpondo, agora, para o "andar de baixo", tudo está se passando como se chefes do tráfico de drogas presos num morro caguetassem seus companheiros, mostrando-os à polícia em atividade nos seus pontos de venda, em troca da liberdade, desde que se mudassem para um morro mais distante. Será que eu entendi bem? É isso mesmo?

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

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EMPRÉSTIMO

Estou apelando aos bons samaritanos, os irmãos Batista, para me concedam um empréstimo. Não é necessária uma quantidade tão alta, talvez um decimo daquele valor concedido ao notório senador. A propósito, não é necessário rastreador para este numerário, ele teria destino compulsoriamente certo. Seria para pagamento de ações trabalhistas das quais não estou dando conta, cujas demissões, seguramente, tiveram origem nas lambanças perpetradas pelos nossos dirigentes.

Benedito Antonio Turssi turssi@ecoxim.com.br

Ibaté

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