Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

01 Junho 2017 | 03h04

DESLEIXO FÚNEBRE

Perderam o Mané!

O corpo do Garrincha sumiu! Nem a prefeitura de Magé (RJ) sabe onde estão os restos mortais do craque que deu ao Brasil o bicampeonato mundial no Chile, em 1962, quando Pelé se contundiu. Na Copa de 1958 também foi fundamental, com seus dribles desconcertantes – fora outros títulos. Este é um país que não sabe reconhecer seus ídolos e heróis. Mas o que esperar, se até a Taça Jules Rimet foi roubada? Infelizmente, este país está com seu norte todo errado.

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

CORRUPÇÃO

A bruxa da vez

Após as revelações imprecisas da gravação de Joesley Batista, o presidente Michel Temer passou a ser a bruxa da vez e todos querem queimá-lo, alegando que os políticos são todos igualmente corruptos. Errado! Alguns são mais corruptos que outros. Ou o que o Temer fez se compara ao cataclismo de Lula e Dilma? Admira-me muito que o brasileiro médio esteja engolindo essa falácia. Lula quer voltar para continuar no País a transformação que prometeu a Hugo Chávez. E Temer quer ficar para concluir as reformas que prometeu ao povo. Derrubar Temer agora é condenar o País a um futuro de caos econômico e social. Sejamos realistas: o Brasil necessita urgentemente das reformas!

GILBERTO DIB

gilberto@dib.com.br

São Paulo

É estranho este ambiente em que se tenta demonizar o Temer, que nada tramou contra o País, e se deixam no esquecimento Lula, Dilma, Mantega & Cia. Que interesses Edson Fachin e Rodrigo Janot estarão promovendo? Não parecem querer promover as reformas.

HARALD HELLMUTH

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

Mantega, o sonegador

Nos EUA, todo ano a Receita Federal processa, e muitas vezes leva à condenação, pessoas com visibilidade pública, o que também serve de exemplo para a população em geral. Dentre os encarcerados estão o ator Wesley Snipes, o cantor Chuck Berry e, impossível esquecer, Al Capone, que foi parar na cadeia por sonegação, e não pelos outros crimes que cometeu como chefão da máfia, incluindo assassinatos. No Brasil, sonegação de impostos é crime passível de pena de prisão há vários anos. Mas raramente vemos uma condenação, muito menos de figuras públicas, apesar de estimativas de que a sonegação de impostos causa mais prejuízo ao Estado do que a corrupção. Isso poderia mudar no caso do ex-superministro Guido Mantega. Não importam o valor nem os outros crimes de que é acusado como partícipe de organização político-criminosa. Ex-comandante da Receita Federal, Mantega deveria servir de exemplo. Diante de sua admissão de culpa e da declaração de que não pedirá perdão ou clemência, a Justiça deveria rapidamente condená-lo à pena máxima por sonegação de impostos.

OSCAR THOMPSON

oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

CRACOLÂNDIA

Mau caminho urbanístico

Excelente para a cidade o editorial Fins e meios na Cracolândia (31/5 A3). Sem o necessário apoio aos drogados não dá para completar a necessária ação policial levada a efeito contra o tráfico na dita cracolândia, no bairro dos Campos Elísios; sem apoio planejado aos moradores desalojados, também não. Só passada uma semana há esboço de providências para os drogados, e ainda sem rede de atendimento adequado (27/5, A18 e 31/5, A14)? A ação policial seria para fomentar demolições expeditas e liberar terrenos escassos para o mercado imobiliário? Seria para empurrar o fluxo de drogados rumo à Praça Princesa Isabel, afugentando os moradores e comerciantes ali instalados, e assim detoná-la com o mesmo objetivo? Seria para criar “minicracolândias” na Avenida Paulista e em outros locais, degradando-os? Que bairro será a próxima vítima? O prefeito João Doria enveredou por um mau caminho e deveria pensar melhor antes de copiar o “corretor de cidades”, o ex-prefeito Gilberto Kassab, que já está bem enredado com a Lava Jato, a Associação Imobiliária Brasileira e outras mazelas. Doria, cogitado para governador e até para presidente, perderá a aura de bom moço se der prioridade às empreiteiras, isto é, à especulação imobiliária, como alguns antecessores. Para a saúde da cidade é primordial o eficiente atendimento aos drogados em primeiro lugar – do que ainda não vimos sinal nesta administração.

SUELY MANDELBAUM, urbanista

suely.m@terra.com.br

São Paulo

Zumbilândia anunciada

Meados dos anos 1990. Um sábado qualquer por volta das 9 da manhã. Rua do Triunfo, centro da capital paulista. No caminho para uma assistência técnica na região, cruzo com pouco mais de uma dezena de viciados nas calçadas fumando crack com seus cachimbos improvisados. Século 21, ano de 2017. Obras vistosas, custosas e inacabadas se espalham pelo País. Propinas a rodo foram distribuídas e gastas com viagens em primeira classe, joias, relógios, objetos de grifes caríssimas, hospedagens em suítes de hotéis exclusivíssimos, e ainda depositadas em contas bancárias nos paraísos fiscais. Em todas as cidades do País, pequenas e pontuais obras e/ou ações foram relegadas a quinto plano, afinal, não davam visibilidade nem rendiam polpudas comissões. E o que era um punhado de viciados virou uma “zumbilândia”. Nossa capital é apenas uma amostra da multidão de drogados que se espalha pelo Brasil por falta de ação dos que (pessimamente, por sinal) nos governam. O tráfico tomou o lugar do Estado e este, por incompetência e conivência, se acomodou, “terceirizando” para os traficantes a segurança e a assistência nas comunidades mais pobres, onde arrebanham sua mão de obra. Se as ações para desmonte da cracolândia foram exageradas, exagero mesmo foi deixar que crescesse a ponto de se tornar terra de ninguém no coração da maior cidade do Hemisfério Sul. Enquanto esse câncer social crescia, políticos, grandes empresários, juízes e sindicalistas afinados com os governos se locupletavam dos suados impostos pagos pela patuleia. Por questão de justiça, credite-se integralmente a eles o caos em que todos os brasileiros, não somente os drogados da cracolândia, estão tentando sobreviver.

JORGE LUIZ DE ANDRADE

seugonca252@gmail.com

Jandira

Aos contrários à corajosa e mais que necessária ação das Polícias Civil e Militar para dar fim à cracolândia cabe destacar que a acertada medida é contra o tráfico, não contra os pobres dependentes, a quem está sendo oferecida toda a ajuda médica, psicológica e terapêutica. Basta de drogas e de zumbis!

J. S. DECOL

decoljs@gmail.com

São Paulo

“O presidente Michel Temer está tentando conseguir uma ‘administração premiada’, mas a turma do ‘quanto pior, melhor’ só atrapalha. E o Brasil fica na espera. Haja...!”

CARLOS EDUARDO STAMATO / GUARACI, SOBRE O PT E ASSECLAS

dadostamato@hotmail.com

“Parece já se ouvir a tigrada petista et caterva a gritar: ‘Fora o próximo!’”

SÉRGIO NEVILLE HOLZMANN / SÃO PAULO, SOBRE O SUCESSOR DE TEMER, SE NÃO FOR O LULA

holzmanns823@gmail.com

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

OS GLADIADORES DE TEMER

Temeroso de ser defenestrado por impeachment, por cassação de chapa ou renúncia forçada, nosso ínclito presidente da República conta, agora, com dois gladiadores, mais feios que lutadores de sumô, para assustarem os melindrosos. Torquato Jardim, novo ministro da Justiça, que é de uma antipatia acima do aceitável, está encarregado de segurar e desarticular a Polícia Federal. O outro baluarte da feiura nacional é o nosso ubíquo ministro Gilmar Mendes, que na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já declarou não ser aquela instância a melhor alternativa para resolver o imbróglio político em que estamos atolados, por causa de encontros furtivos do presidente com o príncipe do gado vacum. Tendo tudo terminado em pizzaria, com malas de meio milhão correndo em mãos do deputado Loures. Vai pra casa, Temer!

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

           

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NO ESCURO

O novo ministro da Justiça, Torquato Jardim, acumula julgamentos e pareceres polêmicos, afirmando que "cada avaliação deve ser analisada no seu tempo", confirmando o que dizem sobre seus pareceres serem manipulados ao seu bel prazer e conveniência. Para nós, leigos, dá a entender que para o ministro "cada caso é cada caso", ou seja, de acordo com o freguês. Diante dessa realidade, não seria melhor rasgar nossa Constituição e deixar que cada juiz, ministro, de acordo com suas preferências, abra janelas para jurisprudência, até que outro venha e a derrube? A Justiça brasileira acaba de apagar a luz!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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XADREZ

A troca dos ministros foi um roque no xadrez da política do Palácio do Planalto, logicamente para proteger o rei, que por certo está na mira de um xeque-mate. 

P. L. Bicudo plbicudo@uol.com.br

Avaré

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'A REPÚBLICA DOS COMPADRES'

Cumprimento o jornalista José Nêumanne, pelo artigo "A República dos compadres" (30/5, A2). No parágrafo "in fine", traz o conceito que o eleitor não cooptado e aproveitador tem sobre a classe política: "Desfaçatez, chicanas e negações não perfumam o ar  apodrecido das catacumbas da  máfia-multipartidária que nos governa".

Arnaldo Ravacci arnaldoravacci05@gmail.com

Sorocaba

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ESTE É BOM?

Será que o novo ministro da Justiça é de agrado de Aécio Neves?

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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A PF SOB CONTROLE

As recentes mudanças promovidas pelo governo federal, com a trova de ministros e a indicação de nomes para outros cargos, estão levando a impressão de que está sendo avaliada a possibilidade de controlar as atividades da Polícia Federal. O tema, inclusive, já foi levantado por entidades de classe ligadas a esse organismo. Como se constata, o clima político de Brasília a cada momento apresenta fatos que denigrem ainda mais o conceito de quem governa o Brasil.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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NOTA DA POLÍCIA

Em vez de ser motivo de piada no Planalto, a nota da Associação dos Delegados de Polícia Federal deveria alarmar o País para algo que não tem graça: a possível troca de comando da Polícia Federal em momento delicado das investigações da Lava Jato. Em países em que a democracia e as instituições são sólidas, como, por exemplo, nos EUA, a troca de um dirigente da polícia investigativa foi motivo de indignação da população e de exposição negativa do presidente.

Raquel Kobashi Gallinati, presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo adriano.moneta@sindpesp.org.br

São Paulo

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DIVIDIR PARA GOVERNAR

A Operação Lava Jato e a Superintendência da Polícia Federal do Paraná tiveram quase um terço de seu orçamento cortado neste ano pelo governo federal. E alguém tem dúvida de que o governo e os políticos agem contra os interesses do País? Como na fábula do lobo que guarda a porta do galinheiro, a nação brasileira é refém de um sistema jurídico-político que segrega e separa o Brasil em dois, em três, em mil. Dividir para governar, cortar verbas da Lava Jato para estancar o rumo das investigações, e o povo que conviva com as habituais injustiças e impunidades. Nada além disso.

Marcelo Gomes Jorge Feres marcelogferes@ig.com.br

Rio de Janeiro

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O EQUILIBRISTA

No picadeiro central do grande Circo Brasil, a atração principal é a performance de Temer, o equilibrista.

Eduardo Augusto Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

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RENÚNCIA

Sr. presidente, mire-se no exemplo do sr. Joesley, entendendo suas circunstâncias, renunciou. Entenda as suas também, para o bem do Brasil.

Marcius Xavier marcius.xavier@outlook.com.br

Lençóis Paulista

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TRAPALHADAS

Eu e Michel Temer estudamos na mesma faculdade, somos quase contemporâneos, mas o conheci mesmo na cidade de Tietê, terra da minha mulher. Lá em Tietê ele pôs quem quis ir para a Polícia na Polícia. Diziam que era um político habilidoso. Eu sempre o achei, além de muito educado, um político de bastidores, no proscênio um político sem nenhuma habilidade, basta ver as trapalhadas. Além do mais, coitado, pessimamente assessorado por seus conselheiros advogados, que o diga o último episódio envolvendo os personagens Osmar Serraglio e Torquato Jardim.

Abdiel Reis Dourado abdiel@terra.com.br

São Paulo

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DANÇA DAS CADEIRAS

Na era petista, além da demora de Lula e Dilma para trocar seus ministros, os novos nomeados também eram incompetentes. Pelo menos nesse quesito o governo Temer é melhor. Sai um fraco Osmar Serraglio e entra no Ministério da Justiça o experiente jurista e ex-membro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Torquato Jardim. O mesmo ocorreu, também, após o pedido de demissão da determinada e eficiente Maria Silvia Bastos Marques, que presidia o BNDES e foi celeremente substituída por outro competente economista, Paulo Rabello de Castro, que até então dirigia o IBGE. E o mercado aprovou.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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EM QUEDA

Realmente, o que estamos vendo no governo são vingancinhas, conchavos, dança das cadeiras para ver quem cai primeiro e quem se livra da queda. E o País, "excelências"?

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

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S.O.S.

Em meio a tanta neblina, fácil será nos deixarmos confundir. Atenção! Onde está o farol que vai nos levar a um porto seguro? Há algumas cartas náuticas que poderão nos levar a um desastre, a jato. S.O.S.! S.O.S.!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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INÉRCIA CATATÔNICA

O editorial de segunda-feira (29/5, A3) do "Estadão", com título "O autor da crise", faz uma crítica perfeita sobre como a "escassez de lideranças políticas no Brasil" dá chances para que um conhecido estroina se apresente como candidato a futuro presidente da República, a despeito de todo o mal que ele e seu partido já causaram ao País nos 13 anos em que mantiveram o poder. Mostra o editorial que esse demiurgo apedeuta, apesar de réu em seis processos que correm na Justiça e prestes a ser condenado em primeira instância, "empesteia o ambiente com suas lorotas caça-votos", o que faz com maestria. Enquanto essa atividade espúria se desenvolve nos ambientes públicos controlados (os únicos em que hoje ele se arrisca a comparecer), tipo comícios, seminários e convenções, tudo bem, porque o alcance de suas falácias já está definido. Só os adeptos já conquistados o escutam. Mas quando as mentiras são ditas e repetidas diariamente por uma propaganda política veiculada pela televisão em horário nobre entre dois trechos de uma novela de alcance nacional, a população mais humilde e despreparada que não perde um capítulo sequer do programa é atingida e o dano é grande. Como o editorial afirma, "não é possível que a sociedade civil continue inerte diante de tamanho descaramento". O que falta na verdade é a oposição - se é que isso ainda existe - fazer uma propaganda contrária pelo mesmo canal e no horário seguinte, desmistificando uma a uma as lorotas do "encantador de chupins e ignaros". Por enquanto, o que vemos é o título deste comentário.

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

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'O AUTOR DA CRISE'

Se todos os brasileiros, especialmente aqueles que ainda pensam em votar em Lula na próxima eleição, pudessem ler o editorial de segunda-feira, "O autor da crise", evitaria que este homem, responsável pelo mal que fez para o Brasil, venha a desgovernar o País novamente.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

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RATOS DO PLANALTO

Os ratos do Planalto, que até gatos espantam, não foram nada sensíveis com a economista Maria Silvia Bastos Marques, que deixou a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), cargo no qual foi substituída por Paulo Rabello de Castro. Por ter desagrado políticos e setores empresariais, passou a ser fustigada, principalmente, por sua administração, enquanto o Planalto, como sempre fazendo vistas grossas diante dos até então beneficiários do banco, não agiu com a prontidão e energia necessárias, considerando que boa parte dessas pressões nasceu na sede do Executivo, daí a tolerância do governo com o cerco montado contra a ex-presidente do BNDES, que incluíram até ameaças à sua segurança e à de sua família. Agora, o estopim aconteceu mesmo quando ela, Maria Silvia, mexeu nas transferências de recursos bilionários do banco para o Grupo JBS, que, por sua vez, com tanto dinheiro do alheio (nosso), transformou-se numa das maiores empresas de alimentos do planeta, sem contar que seus sócios compraram, de nossa precária e vendável Justiça, em delação premiada, suas liberdades e, hoje, vivem livres e soltos, nos Estados Unidos, rindo de nossa cara.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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MARCADORES POLÍTICOS

Na Biologia, marcadores são seres vivos sensíveis que primeiro acusam alterações ambientais. Por eles monitoramos as agressões ao meio ambiente. Maria Silvia Bastos Marques e Pedro Parente eram nossos marcadores políticos. A saída de Maria Silvia do BNDES revela que o ecossistema político continua a merecer mais cuidados. Olho em Pedro Parente!

Roberto Maciel rvms@oi.com.br

Salvador

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UM GRÃO DE AREIA

A recém-saída presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, não poderia se dar bem num antro de bandidos e ladrões do dinheiro público. Essa senhora, depois de um ano, teve de sair do banco porque os "tais" acostumados a tirar o dinheiro do banco não gostaram de uma pessoa que melhorou a gestão e fechou a torneira que viveu aberta nestes mais de 13 anos de governo do PT, deixando o banco com uma dívida estrondosa. Seu trabalho foi reconhecido e atestado pelo presidente Temer, quando disse que ela deixou um legado, pelo mercado e por milhões de brasileiros que conhecem a sua competência. Para que esse legado, se ela não passou de um grão de areia no oceano? Infelizmente, não temos homens estadistas e preocupados com o País, temos, sim, gente da pior espécie formando o oceano. E como vencer esse oceano? Nadar até a maré e dar adeus às aguas revoltosas. Uma triste constatação, vemos os bons saindo para dar lugar aos oportunistas. Senhora Maria Silvia, seu lugar é na Presidência do Brasil. Vamos ficar de olho no próximo presidente do BNDES, que não conheço, mas que terá a missão de zelar pelo banco dos brasileiros. A conferir.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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'ANOMALIA JURÍDICA'

Cumprimento a leitora sra. Eliana França Leme, ao expressar sua opinião no texto "Anomalia jurídica" (28/5, A2). Corretíssima a argumentação da srª. Eliana. A dupla dos "irmãos Batista" se beneficiou dos empréstimos do BNDES e criou empregos nos EUA, enquanto aqui, no Brasil, a população padece pela falta de empregos. Enquanto isso, a "já famosa dupla dos irmãos Batista" se refestela em mordomias, como a cobertura duplex na Quinta Avenida, frequentando restaurantes luxuosos nos EUA, quando deveriam estar desfrutando de uma "quentinha" na cadeia. É o Brasil de Janot e Fachin!

Rosane de Arazão roxanearazao@yahoo.com.br

São Paulo

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POR QUE TANTA FÚRIA?

Como é que um enorme grupo midiático divulga, em horário nobre e com o maior estardalhaço, denúncias contra o presidente da República baseadas em gravações que posteriormente, quando vieram a público, não sustentaram absolutamente tais denúncias e jogaram o País num período de turbulências há muito não visto? Como puderam o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e o ministro Edson Fachin, do STF, conceder aos donos do Grupo JBS enormes e injustificadas regalias em delação premiada baseada em tais gravações grosseiras antes de periciá-las e melhor examiná-las? Será que dr. Janot nem sequer tomou conhecimento dessas gravações ou foi orientado em suas decisões por um seu ex braço direito que foi trabalhar em escritório de advogados que assessoraram os irmãos Batista em suas delações? Por que boa parte da mídia continua estimulando o "fora Temer" com a finalidade de colocar na Presidência outro para continuar fazendo aquilo que o atual já está realizando com sucesso? Com a agravante de, com isso, arrastar o País para um período de turbulências, instabilidade e retrocesso? Quais grandes interesses Michel Temer contrariou para despertar tanta fúria?

Paulo T. Sayão psayaoconsultoria@gmail.com

São Paulo

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INSTITUIÇÕES FALIDAS

Depois da delação inusitada e extemporânea da JBS, o Ministério Público e o STF tomaram atitudes que não parecem tão republicanas assim. O que vemos é um jogo de interesses pessoais (estrelismo) que não coadunam com a boa prática da democracia. Enquanto, por um lado, vemos estupefatos uma discussão sobre gravações ilegais, ação controlada, hermenêutica, política, abuso de autoridade, foro privilegiado e cifras bilionárias de corrupção envolvendo todos os poderes, por outro lado temos 14 milhões de desempregados, municípios sem saneamento básico, escolas fechando por falta de verba, pessoas morrendo nas filas do SUS, poluição ambiental, desmatamento, corrupção continuada, economia aos trancos e barrancos e um horizonte venezuelano. Ainda somos obrigados a escutar bobagens políticas do tipo "nossas instituições estão preservadas". Pergunto: quais? Só se for a instituição da corrupção.

Marcelo L. Z. Bernabe zbernabe@hotmail.com

São Paulo

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REVISÃO DO ACORDO DE DELAÇÃO

Ministro do STF afirma que seria deslealdade uma revisão do acordo realizado com os donos da JBS. Deslealdade foi o que fizeram a Procuradoria e o relator com o povo brasileiro, dando as chaves da prisão para delinquentes. Isso não importa? E mais: ciente de que um dos destacados procuradores que trabalhava com o dr. Janot se desligou da procuradoria e foi trabalhar em escritório que atende a JBS, tenho para mim que esse acordo foi desleal, escandaloso e insultuoso ao povo brasileiro. Resultado de ingenuidade, seguramente não foi. Como não aceito as falcatruas e patotas que misturam políticos e empresas em ações criminosas, indago a mim mesmo: o que estaria por trás do acordo? Certamente, todas as tratativas devem ter sido muito bem gravadas e, por isso, deveriam vir a público com os necessários esclarecimentos.

José Roberto Cicolim jrobcicolim@uol.com.br

Cordeirópolis

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BLESSED

Li no "Estadão" (29/5) o nome desta "abençoada" empresa, que tem sob sigilo o nome de seus componentes e senhas no Estado de Delaware, nos EUA, e que ora comanda os destinos e falcatruas da JBS. Os bandidos responsáveis pelos crimes delatados, que o nosso Judiciário deixou soltos, continuam usufruindo de sua liberdade em Nova York, zombando dos brasileiros, descaradamente.     Que país é este?

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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O PAÍS CHORA

Bons tempos aqueles em que, com Dircinha e Linda, o Brasil inteiro com elas cantava. Hoje, temos os irmãos Batista, e o País inteiro chora!

Carlos Eduardo Veiga ceveiga46@gmail.com

São Paulo

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O ENDIVIDAMENTO DA JBS

Eike Batista, Joesley Batista, Wesley Batista. Os Batistas têm vocação natural para grandes golpes? Eles são parentes? Quando a JBS entrar em colapso por falta de pagamento, vai fazer parecer o tombo de Eike Batista um tropeçozinho de criança.

Paulo Seiji Isewaki isewaki@superig.com.br

São Bernardo do Campo

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ACORDO DE LENIÊNCIA

Grande injustiça. No rateio dos valores arrecadados por multas, fixadas nos acordos de leniência, se esqueceram de incluir o Postalis, dos funcionários dos Correios.

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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PONTOS DE VISTA

As grandes empresas e negócios impulsionam a economia, mas, quando deixam de se importar com o cumprimento da ética e valores morais na política e na sociedade, põem tudo a perder. Ou seja, desde que a economia se destaca e cresça, tudo bem. Tudo bem nada! Ninguém jamais perceberá o quanto poderia ser melhor? Esse será talvez o último momento, a última oportunidade de mudarmos isso. Senhores da Câmara e do Senado, parem de trabalhar para os seus umbigos e suas ideologias de botequim, passem para o bem do nosso país. Se ainda não entenderam, é por isso que foram eleitos.

Maria Luisa Giorgi malugiorgi@gmail.com

São Paulo

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A SAÍDA É NOSSA

Meus cumprimentos a Ricardo Vélez Rodriguez, pela sua análise das causas da falência do sistema político brasileiro no seu artigo "A crise é grave e a saída é nossa" (28/5, A2). Como britânico, posso atestar a eficiência do voto distrital como ferramenta que garante a representatividade da nossa democracia, e, ainda, como ex-conselheiro eleito do Cades Pinheiros e participante ativo da recente "consulta participativa" do Plano Diretor Estratégico (PDE) de São Paulo, posso testemunhar que no Brasil "todo o poder emana dos empresários". Segundo cálculos não oficiais, foram liberados 300 milhões de m² para o desenvolvimento urbano, ou seja, um plano diretor para 300 anos na capacidade construtiva atual, e o plano deve valer para apenas 15 anos, e, obviamente, não existe qualquer infraestrutura para tanto. Para os políticos corrompidos pela Secovi a história se repete da mesma forma quando Mário Covas derrotou o voto distrital na Constituição de 1988, com a cena do então prefeito Fernando Haddad em cima do carro de som que situou a Câmara dos Vereadores na votação do PDE, prometendo casas para as associações de moradia, enquanto nem a maioria dos próprios vereadores havia tido tempo para ler as emendas antes de votar. A justiça poética, porém, teve a palavra final, pois Haddad e seu relator do PDE, vereador do nosso bairro Nabil Bonduki, perderam feio na eleição municipal. Se Nabil houvesse atendido aos anseios do seu eleitorado, ao invés dos interesses dos empreiteiros, a história política e a cidade de São Paulo teriam sido outras.

 

Thomas Jason Green sistemasolar@uol.com.br

São Paulo

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CRISE NO RIO DE JANEIRO

Como era esperado, as contas de 2016 do governador Luiz Fernando Pezão foram rejeitadas por quatro votos a zero pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ). E vai acontecer o quê? Infelizmente, nada. Vocês acham que ele está preocupado, vai perder o sono por causa disso? O governador continuará no cargo, com as bênçãos da Assembleia Legislativa do Rio. Não somos um país sério. Deveria o gestor, nessas situações, ser proibido de assumir qualquer cargo ou função pública, além de outras penalidades. Ou se altera a finalidade dos tribunais de contas do País, deixando de serem apenas órgãos de consulta, dando-lhes algum poder de punição, ou é melhor acabar com eles. Para que estas estruturas faraônicas, dispendiosas? Para serem apenas órgãos consultivos? Já viram o prédio-sede do Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília? E do TCE-RJ? Contratem uma consultoria idônea para analisar e dar o parecer sobre as contas. Fica mais barato.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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GAFIEIRA

O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) acaba de rejeitar por unanimidade as contas de 2016 do governador Luiz Fernando Pezão. A decisão precisa ser referendada pela Assembleia Legislativa (Alerj), o que trará conclusões técnicas e objetivas para o centro de uma gafieira política em que os partidos da base argumentarão que os conselheiros desconsideraram a crise econômica do País, o que não procede, já que a decisão se baseou quase exclusivamente em transgressões à Constituição federal, apontando, portanto, para graves crimes de responsabilidade. Assim, espera-se que o bom-senso prevaleça e que a atual equipe de governo seja afastada por impedimento ou por ação do Ministério Público e que o TCE ganhe mais prestígio e deixe de ser enxergado como mero braço político de maus administradores.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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ABANDONADOS

Até mesmo o primeiro bailarino do Teatro Municipal do Rio, Filipe Moreira, teve de virar motorista do Uber para poder sobreviver e tentar pagar as contas no fim do mês. É inaceitável que os servidores e aposentados tenham seus salários parcelados e vivam situação trágica no Rio de Janeiro. Aí está o estado de total abandono da cultura e das artes, uma realidade de país subdesenvolvido e de Terceiro Mundo. Um triste retrato das nefastas consequências da corrupção sistêmica que assola o Rio de Sérgio Cabral, Pezão (PMDB) e o Brasil de Temer (PMDB) e suas gangues. Bilhões de reais foram desviados, em verdadeiro crime de lesa Pátria, em prejuízo de toda a sociedade brasileira. O resultado é este que estamos vendo.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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ATRÁS DO NEVOEIRO

À tarde, uma névoa espessa cobria a cidade, seus prédios, suas curvas, sem tocar a Baía de Guanabara. Não foi difícil de imaginar naquela faixa branca, retangular, de ponta a ponta, uma cortina prestes a ser descerrada. Atrás do nevoeiro, reconstruído por encanto, nascia um Rio de Janeiro de luz, certezas e paz. Quem sabe um dia...

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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AÇÃO NA CRACOLÂNDIA

A cracolândia é o calcanhar de Aquiles para qualquer pretensão política futura, tanto de Geraldo Alckmin quanto de João Doria. Afinal, um problema de saúde pública e de falta de políticas públicas não pode se reduzir a um dia D, ou mesmo a uma grande faxina paliativa que só mascara o problema - e no mesmo dia de um evento cultural de grande importância para o cidadão, a Virada Cultural. Faltou sintonia, agora a cracolândia flutua e o problema só piora.

Leandro Ferreira leandroferreoradasolva@gmail.com

Guarulhos

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MAU CAMINHO URBANÍSTICO

Sem o necessário apoio aos drogados, não dá para completar a necessária ação policial contra o tráfico (27/7, A3) na dita "cracolândia" na Alameda Dino Bueno, no bairro dos Campos Elíseos; sem apoio aos moradores desalojados, também não. Só agora, passado pouco mais de uma semana, há esboço de providências aos drogados, ainda sem rede de atendimento adequado (27/5, A18)? A ação policial seria para fomentar demolições expeditas e liberar terrenos escassos para o mercado imobiliário? Seria para empurrar o fluxo de drogados em direção da Praça Princesa Isabel, no mesmo bairro, afugentando os moradores e os comerciantes ali instalados, e assim também detoná-la com o mesmo objetivo? Seria para criar "minicracolândias" na Avenida Paulista e em outros locais - degradando-os? Qual bairro será a próxima vítima? O prefeito João Doria enveredou por um mau caminho e deveria pensar melhor antes de copiar o "corretor de cidades", o ex-prefeito Gilberto Kassab que já está bem enredado com a Lava Jato, a Associação Imobiliária Brasileira e outras mazelas... Doria, cogitado para o governo do Estado e a Presidência do País, perderá sua aura de bom moço caso priorizar negócios às notórias empreiteiras, isto é, à especulação imobiliária - como alguns antecessores. Para a saúde da cidade, é primordial o eficiente atendimento aos drogados em primeiro lugar, do que ainda não vimos sinal nesta administração. 

Suely Mandelbaum, urbanista suely.m@terra.com.br

São Paulo

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BOM PARA O TRÁFICO

A liminar impedindo a Prefeitura de desmontar a cracolândia beneficia apenas os traficantes que alimentam os zumbis de drogas, acobertando criminosos e dependentes. E a culpa é do Judiciário, como sempre, que manda soltar ou impede ação enérgica do prefeito que está imbuído de boas intenções. Até quando vamos conviver com o tráfico explícito?

Walter Rosa de Oliveira walterrosaoliveira@gmail.com

São Paulo

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DIREITO À VIDA

Aos que se manifestam contrários à corajosa, urgente e necessária medida dos governos estadual e municipal de São Paulo de dar fim à cracolândia, em nome dos direitos humanos, cabe lembrar que não há direito humano mais importante do que o direito à própria vida, com saúde e dignidade, pois não?

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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BLÁ BLÁ BLÁ

Só acredito neste pessoal dos direitos humanos se eles fizerem o que eu e minha esposa fizemos. Cada um levar um drogado para sua casa e se dispor a tratá-lo. Não só o levamos para minha casa, como o coloquei para dormir no meu quarto, para zerar a chance de ele ter contato com a droga. O resto é blá blá blá desse pessoal. Deixem o prefeito tentar, pelo menos. Há aqueles também que, na verdade, não estão nem aí com o dependente. O que querem na verdade é impedir que o oponente político tenha sucesso na ação.

 

Orivaldo Tenorio de Vasconcelos professortenorio@uol.com.br

Monte Alto

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EPIDEMIA

A notícia é alarmante! O assombroso número de cidades do Estado de São Paulo que relatam problemas decorrentes do uso de crack: são 558 dos 645 municípios. Possivelmente, a proporção é similar em todo o Brasil! E aí surge um ex-senador famoso, agora vereador, junto com a turma dos direitos "dos manos", e alavancados por parte da mídia comprometida com a pauta das esquerdas, para se contrapor a uma iniciativa louvável do poder público estadual e municipal. Ao invés de unir os esforços para aprimorar aquilo que com certeza precisa de melhoria, vão para a rua só para ser do contra e fazer seu eterno populismo barato.

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

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A TRAGÉDIA NA FAMÍLIA RICHTHOFEN

Não bastasse ter executado os pais de uma maneira diabólica e violenta, Suzane von Richthofen ainda conseguiu destruir a vida do irmão, Andreas. Fiquei muito triste ao tomar conhecimento da prisão do jovem quando tentava invadir uma casa numa região de São Paulo tomada por usuários de crack. Ter crescido sem os pais e, certamente, traumatizado pela desgraça que atingiu sua família, há quase 15 anos, deve ter forçado Andreas a enveredar por este caminho tão obscuro. Eu espero que ele se recupere. E que Suzane, por tudo o que fez aos pais e ao irmão, fique presa pelo resto da vida.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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CIDADE LINDA X GENTE INCIVILIZADA

Descendente de imigrantes europeus que para São Paulo vieram no século 19, hoje com 76 anos, lembro-me da cidade linda que crescia organizada e limpa até os anos 50, quando a população ainda era civilizada. No Brasil essencialmente agrícola, com cerca de 60 milhões de habitantes e 40 mil km de ferrovias funcionando, não havia inflação. Juscelino, eleito em 1955, quis porque quis a qualquer custo "50 anos de progresso em apenas 5". Trouxe as multinacionais fabricantes de veículos para São Paulo, provocando o êxodo rural. Imigrantes começaram a chegar aos milhares por anos e até décadas a fio. Loteamentos irregulares, favelas e invasões surgiram por toda parte. Esse foi o início do fim da cidade linda que tínhamos. Obcecado por mudar a capital, em ritmo frenético iniciou a construção de Brasília, que, inaugurada em abril de 1960, ficou às moscas. Os políticos não deixaram o Rio, que continuou sendo de fato a capital. Para levá-los à nova capital, construiu as famosas mansões no Lago Paranoá, concedendo-lhes inúmeros privilégios. Aumentou muito nossa dívida externa, usou o dinheiro da Previdência destinado ao pagamento das aposentadorias dos trabalhadores e estourou a inflação. Para vender veículos, priorizou estradas em detrimento das ferrovias, que aos poucos foram sendo desativadas e sucateadas. Nossos trens velhos nas ferrovias sem manutenção que restaram, hoje, andam a 30 km/h, enquanto em muitos países atingem 300 km/h. Esse foi o resultado que tivemos com Juscelino presidente. Agora, o prefeito João Doria tenta ressuscitar a cidade linda. Muito difícil, senão impossível, com gente incivilizada que só obedece à Lei de Gerson e que em grande número hoje habita uma São Paulo deteriorada, suja e violenta. 

Nilson Martins Altran nilson.altran@hotmail.com

São Caetano do Sul

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CAMPO DE REFUGIADOS

Li no "Estadão" de domingo (28/5): Brasil terá em Roraima campo de refugiados. Esse campo seria para acolher os venezuelanos que fogem da barbárie instalada na Venezuela pelo ditador Nicolás Maduro e seu governo bolivariano, que conseguiu destruir um dos países mais ricos da América Latina, tal qual o PT fez com o Brasil. Mesmo assim, no ataque a Brasília, há alguns dias, viam-se manifestantes usando roupas de grife e tênis que custam um salário mínimo, falando em celulares de R$ 3 mil (coisas de capitalistas), com camisetas de Che Guevara e uma boina à Fidel, protestando contra o capitalismo e falando em revolução. Fica, aqui, uma sugestão: as pessoas que tanto defendem o sanguinário Maduro e seu governo deveriam se mudar para a Venezuela e os venezuelanos viriam morar em suas casas, aqui, no Brasil. Estariam, assim, realizando um velho sonho de viver num paraíso. De quebra o Brasil sairia lucrando com o êxodo dos petistas e seus admiradores em busca da terra prometida.

José Milton Galindo galindo52@hotmail.com

Eldorado

 

 

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