Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

24 Junho 2017 | 03h00

ELETROBRÁS

Choque de gestão

Noticia o Estadão (23/6, B1) que o presidente da Eletrobrás, Wilson Ferreira Júnior, em conversa com sindicalistas disse que 40% das chefias da estatal são “caras inúteis” que ganham até R$ 40 mil e os qualificou de safados e vagabundos. Em retaliação, os sindicatos promoveram uma greve de 24 horas. Mais uma vez se vê o lamentável espírito de corpo desses sindicalistas, sustentados pelo imposto sindical compulsório, que só pensam nos próprios privilégios. É digna dos nossos maiores elogios e do nosso apoio a corajosa e adequada manifestação do sr. Wilson Ferreira Júnior e esperamos que não frutifiquem as ações de políticos junto a um presidente da República debilitado para limitar a ação de limpeza na Eletrobrás. O sr. Wilson é um executivo brilhante, com uma trajetória de sucesso e competência no setor elétrico, além de ser grande defensor da causa da qualidade da gestão, tendo até presidido, em atividade voluntária, durante anos o Conselho Curador da Fundação Nacional da Qualidade.

FRANCISCO PAULO URAS

francisco.uras@uras.com.br

São Paulo

Dimensionamento errado

O protesto dos sindicatos, com greve de 24 horas, teria sido por o presidente da Eletrobrás ter-se equivocado no porcentual ou por ele não ter generalizado tal situação para todo o serviço público e o governo?

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

Vagabundos

O presidente da Eletrobrás falou uma grande verdade, e com muita parcimônia, pela qual não precisava desculpar-se. Não só nessa empresa, mas em tudo em que o governo está metido a maioria das chefias é de indicados políticos, logo, vagabundos agarrados às tetas do Estado. Enquanto o Brasil não se livrar dessa súcia, bem como do imposto sindical e outras tantas aberrações tupiniquins, não teremos desenvolvimento nem sairemos da nossa condição terceiro-mundista. Deixemos os discursos politicamente corretos para os demagogos de plantão.

MÁRIO RUBENS COSTA

costamar31@terra.com.br

Campinas

Cabidão

Parabéns ao presidente da Eletrobrás que teve coragem ao se referir como vagabundos e safados a parte da chefia da estatal. É o famoso cabide de empregos, que, infelizmente, se verifica na maioria dos órgãos públicos.

AFFONSO PIGNATARI

afonso.pignatari@uol.com.br

São Paulo

Parabéns ao dr. Wilson pela coragem. Oxalá tenha pulso para acabar com essa vagabundagem geral, em que pessoas com ligações sindicais ocupando cargos públicos se põem acima das leis em vigor. O Brasil clama por ordem e respeito às instituições!

EDIVELTON TADEU MENDES

ediveltontadeu@gmail.com

São Paulo

Aparelhamento

Wilson Ferreira Júnior foi duro e veemente na sua indignação, mas não faltou à verdade. O aparelhamento desenfreado promovido pelo PT e aliados destruiu as estatais. Se as associações de empregados e/ou sindicatos estivessem minimamente preocupados com os funcionários de carreira e com a perpetuidade dessas empresas, há muito já teriam denunciado o uso e abuso que os políticos fazem delas.

NILSON OTÁVIO DE OLIVEIRA

noo@uol.com.br

Valinhos

Privatização

A alusão a 40% de vagabundos e safados na Eletrobrás pode ser, de fato, estendida a todas as empresas estatais, sem exceção, como Petrobrás, etc. Mesmo aquelas sem o sufixo “brás” têm a sua cota de vagabundos e safados mantidos pelos tributos, tarifas e preços pagos pelos contribuintes. Se cortarem 50% dos cargos de diretoria e alta gerência das estatais, o custo vai diminuir e as empresas ganharão em eficiência. É preciso reduzir a presença do Estado na economia e aumentar a presença dos investidores privados. Ou alguém acha que o Estado de São Paulo teria rodovias de Primeiro Mundo se não fossem todas concedidas à iniciativa privada?

LUIZ ROBERTO COSTA

ludwigwitgenstein@bol.com.br

São Paulo

O presidente da Eletrobrás teve a coragem de falar a verdade que outros não têm, por medo de retaliação política. Por causa das leis e garantias apadrinhadas, as estatais não prestam de forma satisfatória os serviços a que são obrigadas. Se fossem privatizadas, isso não aconteceria.

PETUEL PREDA

petuelpreda@terra.com.br

São Paulo

CNBB

Reformas e privilégios

Novamente a CNBB faz coro contra as reformas trabalhista e previdenciária. Tão diligente em se imiscuir em questões econômicas e políticas (critica também a CPI da Funai), mostra-se favorável à manutenção de privilégios, como a isenção tributária dos bens e receitas da Igreja Católica – como altos lucros em suas escolas e faculdades.

MARCO CRUZ

mm.cruz23@gmail.com

São Paulo

NO NINHO TUCANO

Acorda, FHC

Fernando Henrique Cardoso disse que até agora não viu nada do que o prefeito paulistano, João Doria Júnior, fez, a não ser sua atuação nas redes sociais. Deve ser porque o Projeto Corujão, que atendeu milhares de cidadãos, foi realizado de madrugada e FHC estava dormindo...

NEY A. TEIXEIRA

ledact@gmail.com

São Paulo

Não vou aqui defender João Doria, mas o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso presta um desserviço ao seu partido e à Nação ao fustigar o prefeito de São Paulo, dizendo que ainda não viu resultado do seu trabalho. Ora, Doria é filiado ao PSDB, o mesmo partido de FHC, e a isso se dá o nome de “fogo amigo”. Talvez Fernando Henrique prefira Aécio Neves, ou Geraldo Alckmin, ou ainda José Serra, todos profundamente encrencados com a Justiça.

JOSÉ CARLOS ALVES

jcalves@jcalves.net

São Paulo

Remédios em falta

E aí, prefeito João Doria, acabou o encanto? Já começam a faltar remédios de uso contínuo (tireoide e diabete) nas farmácias dos postos de saúde municipais. Não é muito cedo para isso?

MAURÍCIO LIMA

mapeli@uol.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

‘VAGABUNDOS’ NA ELETROBRÁS

 

Bravo, sr. Wilson Ferreira Júnior, presidente da Eletrobrás, por sua declaração de que, na estatal, “são 40% de cara que é inútil, não serve para nada, ganhando uma gratificação, um telefone, uma vaga de garagem, uma secretária. Vocês me perdoem. A sociedade não pode pagar por vagabundo, em particular, no serviço” (“Presidente da Eletrobrás diz que grupo tem 40% de chefes ‘vagabundos’”, “Estadão”, 23/6, B1). Senhor presidente, não recue, não se intimide com o sindicato, o povo está ao seu lado. Faça uma “varredura” na sua administração. Fora com os incompetentes, com os “inúteis” e com os “safados”. Pau neles, porque é um bando nefasto que desmoraliza a classe de funcionários públicos.

 

Carmine Mario Buonfiglio krminegoodson@gmail.com

Santos

 

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BRASILBRÁS

 

A imprensa noticiou ontem ter o presidente da estatal Eletrobrás informado que no quadro de funcionários da empresa existem 40% de “vagabundos”. Foi muito corajoso da parte dele reconhecer publicamente essa realidade vergonhosa. Resta saber o que ele pretende fazer para acabar com essa situação. E mais: será que essa é a única estatal onde isso ocorre? Talvez aí tenha início a necessária reforma administrativa no serviço público.

 

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

 

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CABIDES DE EMPREGO

 

Fiquei surpreso e contente ao ler a matéria sobre o sr. Wilson Ferreira Junior, presidente da Eletrobrás, ter tido a coragem de dizer que a empresa tem cerca de 40% de chefes vagabundos e inúteis, ganhando R$ 30 mil, R$ 40 mil por mês, com muita mordomia e sem fazer nada. Esta é mais uma herança maldita dos governos petistas, que transformaram as estatais em cabides de emprego. Já que o presidente Michel Temer está tentando salvar seu mandato, o que está cada dia mais difícil, por que não faz um bem para o Brasil e, antes de cair, promova uma limpeza geral em todas as empresas estatais, nesta, sim, que foi uma herança maldita? Fica aqui um desafio: quantos presidentes de estatais teriam a coragem de ter a mesma postura do sr. Wilson, da Eletrobrás?

 

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

 

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A VALIDADE DA DELAÇÃO DA JBS

 

Embora a maioria do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) já tenha decidido pela validade da delação dos executivos do Grupo J&F e confirmado Edson Fachin como relator do processo, persistem as críticas às benesses concedidas aos delatores, livres de qualquer pena restritiva de sua liberdade. O inconformismo generalizado pelo indulgente acordo de colaboração premiada conduzido pelo Ministério Público Federal torna maior a expectativa da sociedade para que o ministro Fachin, que o homologou em tempo recorde, saia do seu silêncio e desminta ou esclareça as notícias, anteriormente veiculadas pela revista “Veja”, de que teria viajado num jatinho da JBS dias antes de ser sabatinado pelo Senado, em 2015, e de haver sido ajudado pelo ex-executivo do grupo, o também delator Ricardo Saud, na campanha para que a indicação de seu nome ao Supremo fosse referendado pelo Senado Federal.

 

Sergio Ridel sergiosridel@yahoo.com.br

São Paulo

 

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CLIMA AZEDO

 

Neste clima azedo que se instalou no STF entre os ministros Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso, durante a discussão da validade da delação premiada da JBS, ambos têm razão e ambos estão errados. Gilmar Mendes tem razão quando exige que o colega respeite as suas posições, já Barroso tem razão quando cobra que não pode: acho que vou perder e vou embora. Agora, usar a Corte Suprema e os cargos de ministros para discutir posições pessoais ao vivo e a cores, mesmo com todo o “Vossa Excelência” empregado, tira a razão de ambos.

 

Abel Pire Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

 

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CORPORATIVISMO

 

Novamente o Supremo Tribunal Federal (STF) recorreu ao corporativismo para salvar o ministro Fachin no caso da delação dos irmãos Batista, da JBS. Apesar de conter diversas irregularidades fartamente identificadas, o acordo de delação foi validado. Mas o “prêmio” deverá sofrer alterações... Casuísmo até na STF...

 

Toshio Icizuca toshioicizuca@terra.com.br

Piracicaba

 

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‘MAU SENSO’

 

Uma das graves críticas à indicação em 2015, por Dilma Rousseff, de Luiz Edson Fachin para a vaga de Joaquim Barbosa no STF foi a que emergiu por ocasião de sabatina levada a cabo no plenário do Senado a fim de ratificar seu nome. Alguns senadores questionaram naquele momento sua atuação contra o Estado brasileiro, em ação envolvendo a empresa binacional Itaipu, na qual Brasil e Paraguai são sócios. Enfim, Fachin foi aprovado para compor a Corte Suprema e o “mau senso” parece ter prevalecido. Tomara que, como relator da Lava Jato, o futuro mostre, afinal, que foi uma boa escolha, de “bom senso”.

 

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

 

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REGIMENTO INTRA INTERNO

 

Relatoria? Só para os novatos que querem ou gostam de mostrar serviço diante das câmeras de televisão. Haja vista, no passado, as atuações dos ministros Joaquim Barbosa e Teori Zavascki e, hoje em dia, a atuação do sobrecarregado ministro Luís Edson Fachin.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

 

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SEM ALÍVIO

 

Caso o STF seja benevolente, amenize as punições aos envolvidos no processo Lava Jato e na desenfreada corrupção via JBS, o esforço atual produzido pelo juiz Sérgio Moro não frutificará. Será uma demonstração de que no Brasil o crime compensa.

 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

 

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A HORA DA VERGONHA

 

O Brasil caminha para o momento mais vergonhoso de sua história: ter o presidente da República denunciado por corrupção, formação de quadrilha e obstrução à Justiça. O cargo exercido por Michel Temer deveria inspirar as pessoas, o cidadão deveria olhar para o presidente da República com admiração e respeito. O Brasil deveria repensar seus valores, a maioria dos que hoje estão presos roubou tanto que nem sabia mais o que fazer com tanto dinheiro. Todo o sistema político brasileiro está irremediavelmente comprometido, viciado em práticas inaceitáveis. O País não consegue romper o padrão de subdesenvolvimento africano porque as pessoas que deveriam fazer o País funcionar estão muito ocupadas roubando em tempo integral. Do que existe hoje, só se salvam a bandeira e o hino, o resto do Brasil terá de ser completamente reconstruído do zero.

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

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TEMER, A SOLIDÃO E OS GARGALOS DO PODER

 

Denunciado e ameaçado de tornar-se réu, o presidente Michel Temer vive a solidão do poder. Cercam-no aliados que buscam desesperadamente a oportunidade de se safar. Reservadas as proporções de tempo e contexto, o momento guarda semelhança com os estertores do governo João Goulart, cujo presidente fez o famoso comício da Central do Brasil, prometendo profundas reformas, no dia 13, e foi deposto no dia 31 de março de 1964. Temer não corre o risco de deposição imediata, mas dificilmente conseguirá implantar as reformas que propõe. Já não dispõe daquela base parlamentar coesa do começo. Os congressistas temem morrer abraçados a um governo impopular cujo chefe vai pendurar as chuteiras. Melhor seria ter administrado a crise, sem grandes propostas além daquela de reativar a economia. Pelo andar da carruagem, ninguém pode prever o que virá nas próximas semanas, meses e, principalmente, em 2018. Mais uma vez, o País, ao tentar dar um passo maior que a perna, poderá continuar patinando. 

            

Dirceu Cardoso Gonçalves  aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

 

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EM CIMA DO MURO

 

É ultrajante assistirmos a Temer agindo desesperadamente para manter-se no poder. A culpa de tudo isso é a insegurança dos caciques do PSDB, que, em cima do muro, não decidem se apoiam ou não o presidente, causando todo este estrago em nosso país.

 

Jorge de Jesus Longato financeiro@cestadecompras.com.br

Mogi Mirim

 

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PROPOSTA DE RENÚNCIA

 

Gostaria de ouvir a jornalista Eliane Cantanhêde sobre a seguinte sugestão de solução para o Brasil no que diz respeito às reformas trabalhista e previdenciária. É público e notório que a oposição só é contra as citadas reformas por uma questão de combater o governo Temer e obter chance de poder novamente. Sugiro que o presidente anuncie que renunciaria tão logo as reformas fossem aprovadas pelo Congresso, atendendo, assim, ao “fora Temer” tão ao gosto da oposição. Temer sairia com a obrigação de encaminhar o País para o bom caminho cumprida e a oposição vitoriosa pela sua entrega do poder. Acho que ganharíamos todos nós.

 

Márcio da Cruz Leite marcio.leite@terra.com.br

Itu

 

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TEMER NA NORUEGA

 

Nosso país passa por momentos conturbados. Abutres rapinaram a Petrobrás, o BNDES, os fundos de pensão (todos eles) e, agora, o nosso meio ambiente, sendo a Floresta Amazônica a vítima da hora. Ela corre o perigo de ser corroída pelos cupins modernos, as motosserras dos madeireiros ilegais (a maioria), dos grileiros e dos agropecuaristas sedentos de terras virgens e baratas. A cantilena do desmatamento permissivo e legal não cola mais. Usam e abusam da falta de fiscalização e da facilidade em “propinar” as fiscalizações do Ibama. A Noruega está cortando pela metade a ajuda financeira que dá à proteção da reserva florestal amazônica. Logo, logo, desistirão de fazê-lo. Como diz nosso ministro do Meio Ambiente, só Deus para garantir uma possível diminuição gradativa do desmatamento, como admitindo que nossa floresta será mesmo aniquilada. Somente a Polícia Federal e o Exército devidamente desaquartelado são os deuses que poderão nos socorrer nessa desgraça ambiental. Que Deus olhe pelo nosso país e não se canse de nos proteger.   

 

Aloisio De Lucca aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

 

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UM ALERTA IMPORTANTE

 

Senhores, concordo que a generalização quanto ao nível de nossos políticos é, no mínimo, triste para qualquer brasileiro que ame sua pátria. Por outro lado, da extrema esquerda à extrema direita, favor informar aos seus leitores um só dos nossos congressistas que, em algum momento que não seja em campanha, claro, tenha tomado qualquer iniciativa, mínima que seja, em sinalizar algum “patriotismo” ou constrangimento em manter os absurdos ganhos de que desfrutam no maior “caradurismo” (vencimentos, subsídios, moradia, planos de saúde sem limites, passagens aéreas, aposentadoria, etc.), em contrapartida aos vencimentos dos que ainda têm emprego e, muito pior ainda, aos 14,2 milhões que nem isso têm.

 

Marcelo Falsetti Cabral mfalsetti2002@yahoo.com

São Paulo

 

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ESTRANHO

 

Será que o adiamento da decisão sobre a prisão do senador Aécio Neves e o fato de sua irmã ter ido para a “prisão domiciliar” não têm nada de estranho? Parece...

 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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PRISÃO DOMICILIAR

 

Essa alternativa, aplicada em casos especiais determinados por lei, desponta como a grande saída para as pessoas especiais acostumadas a viver acima da lei. No aconchego de suas mansões, a pena passa mais rápido. 

 

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

 

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JU$TIÇA

 

Nossa Justiça não é só cega, ela também é seletiva, solta quem tem dinheiro: Roger Abdelmassih, Adriana Ancelmo, José Dirceu, etc. Só com tornozeleiras!

 

Tania Tavares taniatma7@gmail.com

São Paulo

 

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O CRÁPULA FOI SOLTO

 

Então Roger Abdelmassih, o médico tarado que bolinou e estuprou dezenas de pacientes em sua famosa clínica de reprodução humana, condenado a 181 anos de prisão, cumpriu apenas três anos e foi solto através de indulto humanitário por motivos de saúde. Canalhas também envelhecem e têm achaques, mas merecem ser soltos? Eu me pergunto o porquê de quase nenhum destaque na imprensa sobre o fato, da ausência de grupos de defesa dos direitos humanos agitando essa questão, do silêncio das mulheres na política sobre este assunto, tão empoderadas que estão! Cadê a Maria do Rosário, para tomar a defesa das mulheres vitimizadas por este crápula? Ah, elas não são negras, elas não são pobres, visto que se submetiam a um tratamento caríssimo para realizar o sonho de ter um filho. Portanto... é isso!

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

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PRESOS ENFERMOS

 

A vergonha no Brasil da justiça ou da falta de vergonha continua firme e forte. Por que só o rico dr. Roger doente pode ir para casa e os milhares de presos com aids, câncer e outras doenças degenerativas continuam presos? É por causa dos advogados caros e famosos? Sendo assim, então nunca mais ricos e poderosos podem ser presos ou condenados.

 

Antonio Jose Gomes Marques a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

 

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CORRUPTOS E ESTUPRADORES

 

Prossigo atônita e com dúvidas na Justiça, pois, além de sobrepesar a política a ética com a liberação do dr. Abdelmassih, o nosso Judiciário iguala em tratamento corruptos e estupradores.

 

Ieda Verreschi Ieda.verreschi@icloud.com

Vinhedo

 

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ROGER ABDELMASSIH

 

E o estuprador “cumprirá pena” em casa. Só no Brasil a Justiça economiza cadeia...

 

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

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REAJUSTE DOS PLANOS DE SAÚDE

 

Como segurado de plano de saúde coletivo por adesão, da Sul-América Cia. de Seguros de Saúde, contratada pela Qualicorp Administradora de Benefícios em convênio com o Conselho Regional de Economia (Corecon-SP), venho solicitar a publicação desta carta protesto pelo reajuste absurdo imposto aos segurados de 18,98% a partir de julho de 2017, não esquecendo que já em 2016 foi majorado em 19,46%. Ainda, as empresas acima informam em sua correspondência que o reajuste pleiteado foi de 30,82% em 2017. Como nós, aposentados, cuja renda é reajustada pelos míseros (IPCA) de 4% (inflação do governo), poderemos encarar esses reajustes astronômicos? Sugiro que os deputados federais peçam uma CPI dos Planos de Saúde para investigar o que ocorre neste setor.

 

Carlos Kenro Higuchi ckenro05@gmail.com

São Paulo

 

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CPI DOS PLANOS DE SAÚDE

 

Que tal nosso Congresso (não envolvido em maracutaias) defender, por meio de uma CPI, os pobres assinantes dos planos “adicionais” a que somos obrigados? Aumentos escorchantes (sempre superiores à inflação), negação ao atendimento de especialidades (muitas vezes definindo a morte) ao contribuinte. Só fazem cara de paisagem ao que lhe é claro (vide benesses em prol deles mesmos e agregados). Alguém um pouco republicano poderia alimentar o movimento no Congresso?

 

Ricardo Muniz ricmuniz45@icloud.com

São Paulo

 

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SAÚDE COMPLEMENTAR

 

A imprensa deve investigar e denunciar os abusivos aumentos dos seguros de saúde intermediados pela Qualicorp. É inadmissível que uma sociedade anônima de capital aberto atue como corretora de contratos cujo objeto é a saúde humana. Essa empresa não exerce função econômica aceitável. As comunicações de aumento são cínicas e coativas. Essa empresa se aproveita da debilidade do sistema público de saúde para achacar a classe média brasileira, sem nada lhe dar em troca, senão serviços dispensáveis. Retira do mercado valores que deveriam ser destinados ao consumo de outros bens e serviços. Os preços são impostos, no sentido estrito da palavra; a empresa atua com verdadeiro poder tributário. Há rumores variados de envolvimentos da empresa com políticos encarcerados na Lava Jato, na obtenção de favores regulatórios, que permitem o achaque. Isso é um acinte, do ponto de vista social e jurídico. Os cidadãos confiam na sua imprensa e contam com a simpatia à pauta proposta.

 

Celso A. Coccaro Filho ccoccar@gmail.com

São Paulo

 

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HISTÓRIA INSPIRADORA NO PAÍS DA PROPINA

 

Em meio a tantas notícias desoladoras, um Congresso Nacional apodrecido, um Tribunal Superior Eleitoral imoral e um Poder Executivo execrável, acreditem, existem alguns heróis anônimos que trabalham silenciosamente, salvando vidas e realizando verdadeiros milagres. Refiro-me aos médicos do Hospital do Servidor Público do Estado de São Paulo, especificamente ao dr. Marcelo Itiro Takano e equipe do Grupo de Quadril do setor de ortopedia deste hospital. O dr. Marcelo I. Takano não se intimidou, diante dos desafios que o meu quadro de saúde apresentavam e graças à competência, coragem e humanidade desses médicos estou recuperando a capacidade de retomar a vida e os pequenos sonhos do cotidiano. Sabem qual foi a moeda e troca de tudo isso? Foi o sentimento do dever cumprido e a alegria de ter vencido uma batalha. Com muita gratidão,

 

Claudete Josefina C. Yonashiro clau_geo01@yahoo.com.br

São Paulo

 

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MINHOCÃO

 

Milhares de moradores, lideranças e associações comunitárias leram atônitos o insano projeto apresentado pelo prefeito de São Paulo, João Doria, do “Parque Minhocão”. Vítimas dos sérios problemas causados por essa aberração urbanística –viaduto passando no meio de prédios residenciais –pedem que o prefeito se digne a democraticamente ouvir o Projeto Desmonte Minhocão.

 

Francisco Gomes Machado, diretor de Imprensa do Movimento Desmonte Minhocão e vice-presidente do Conselho de Segurança de Santa Cecília, Higienópolis, Barra Funda e Campos Elíseos consegscsp@gmail.com

São Paulo

 

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UMA VIA ÚTIL

 

Acho muito melhor pensar em construir mais uns dez Minhocões na cidade do que pensar em desativar, ou transformar em lazer, ou derrubar o único que possuímos, tão útil e intensamente utilizado. Uma boa medida já está em prática, que é a sua utilização para lazer nos fins de semanas. O que tem de ser feito, e com urgência, é a proteção com isolamento acústico e de redução da exposição da vizinhança à poluição veicular. 

   

Arcangelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

 

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VELOVIDADE NAS MARGINAIS

 

Não concordo com a mudança de velocidade nas Marginais que o prefeito João Doria implantou. Na cidade de São Paulo acontecem vários acidentes e aumentar a velocidade nas Marginais foi erradíssimo, ainda mais nas pistas expressas, para 90 km/h. O aumento da velocidade trouxe muitos riscos para motoqueiros, ciclistas e pedestres. Dois anos após a mudança, houve 117 acidentes, muitos de motoqueiros, e várias mortes. Já que a maioria dos motoqueiros não dirige com cuidado, para que implantar essa mudança? Então este projeto está errado.

 

Marina Fló luizflojr@gmail.com

São Paulo

 

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PRÓS E CONTRAS

 

Fiquei muito intrigado a respeito do aumento de velocidade nas Marginais, pois isso pode ser algo benéfico ou não. Com o aumento da velocidade nessas pistas, o trânsito na cidade ocorrerá mais rapidamente, pois muitas pessoas dependem dessas vias para se deslocar para o trabalho, para casa, para os estudos ou até por lazer. Aumentando a velocidade das vias, esses trajetos serão feitos mais rapidamente, fazendo as pessoas perderem menos tempo no dia a dia. Entretanto, o aumento da velocidade também traz riscos aos motoristas, pois algumas pessoas imprudentes e irresponsáveis dirigem numa velocidade mais alta do que a permitida, abusam do excesso de liberdade que foi dada e põem milhares de vidas em risco. Para concluir, os benefícios são maiores, pois teremos menos engarrafamentos, reduzindo o trânsito na cidade de São Paulo, principalmente nos horários de pico.

 

Victor L. serhumaninho14@gmail.com

São Paulo

 

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DESAFIO

 

Eu acho que apenas as pistas expressas e centrais das Marginais deveriam ter sua velocidade máxima aumentada, pois na pista local há um grande fluxo de pedestres e de ciclistas. Mas não podemos nos esquecer de que as Marginais são vias expressas e não podem ter velocidades muito baixas. Entendo, pelo lado dos ciclistas que querem ter certeza de que vão estar seguros enquanto estiverem andando pelas Marginais. Será um desfio para o prefeito João Dória encontrar uma harmonia entre os ciclistas/pedestres e os motoristas.

 

Maria Gabriela gabiadamek30@gmail.com

São Paulo

 

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AGONIA

 

Concordo plenamente com o brilhante comentário do prefeito João Dória de que, “de 1 a 10, a agonia do governo é 8”. Porém, aproveitando a oportunidade, gostaria de lembrá-lo que, usando a mesma escala, a agonia do PSDB e, também, do senhor prefeito da cidade de São Paulo é 9 (nove). Isso ocorre porque o bico dos tucanos sempre foi muito ávido pelas benesses do poder, e frequentemente eles se esquecem dos reais interesses deste triste país de meu Deus. Desça do muro, prefeito. Fale menos e trabalhe mais.

 

Alberto Gonçalves albertogoncalves@hotmail.com.br

Ribeirão Preto

 

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CRISE E MENDICÂNCIA

 

A mendicância que prolifera pelo Metrô carioca mostra bem o estado de penúria em que se encontra a outrora cidade maravilhosa. Todos os dias, cegos, aleijados, mendigos e demais pedintes de toda espécie andam pelos vagões pedindo dinheiro e alegando que suas mazelas do cotidiano são insolúveis sem a ajuda dos presentes. A tristeza e o ambiente infausto se espalham por todo o comboio ao se constatar a situação dos cidadãos que dependem da esmola para sanar seus problemas. Os cidadãos que precisam usar este meio de transporte para se deslocarem de casa ao trabalho já chegam ao seu destino estressados e com baixa autoestima. A queda na produtividade de suas atividades é a consequência lógica desta situação. Alguma providência precisa ser tomada pelos responsáveis pelo metrô.

 

Mário N. Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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APOSENTADOS E PENSIONISTAS NO RIO

 

Os milhares de aposentados e pensionistas do Estado do Rio de Janeiro, que estão sendo confiscados em 11% desde 2003, apelam para o atual presidente Rodrigo Maia, para que acabe com esse confisco, que têm o apoio do seu pai, ex-prefeito Cesar Maia, e do STF, que, julgando o requerimento de um grupo, proibiu o governador do Estado do Paraná de cobrar previdência dos aposentados e pensionistas. Será uma grande oportunidade de fazer justiça a todos os aposentados e pensionistas do Rio e de todo o Brasil. A EC 41/2003 foi uma “aberração jurídica”, criada no nefasto governo Lula, em 2003.

 

Newton Faro newtonfaro@yahoo.com.br

Rio de Janeiro 

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