Fórum dos leitores

Cartas selecionadas dos leitores do Estadão

O Estado de S.Paulo

17 Julho 2017 | 05h00

POLÍTICOS X POVO

Bons e maus exemplos

Li duas notícias no Estadão de sábado que me fizeram refletir sobre a índole e o caráter de cada um dos personagens citados: na página A4, sobre o deputado Vicente Cândido (PT-SP), relator da reforma política; e na A19, sobre o chef Edison Leitte, nascido na periferia pobre de São Paulo. Um, advogado e comerciante, recebeu votos dos cidadãos, mas não os representa, mesmo ganhando muito para isso. Está mais preocupado em achar alternativas para livrar os maus políticos, seus pares, da Justiça. O outro não tem título universitário, nunca recebeu votos de ninguém e renunciou a empregos em que ganharia muito mais para, generosamente, ajudar os abandonados pelo primeiro e seus pares. A boa índole e o bom caráter, características que não existem na maioria dos nossos políticos , é que podem fazer toda a diferença para o nosso País!

DARCY MARTINO

darcymartino@hotmail.com

São Paulo

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Ainda há esperança

Parabéns ao chef Leitte, um exemplo para todos os brasileiros e um tapa na cara desses pseudopolíticos que consomem nosso dinheiro em projetos e gestões que beneficiam somente a eles e seus protegidos. Obrigado, chef Leitte, pelo resquício de esperança que nos está doando.

HONYLDO R. PEREIRA PINTO

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

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Manobras sujas

Cuidados com os deputados Vicente Cândido e Newton Cardoso Jr. (PMDB-MG)! Não bastasse tudo a que assistimos na última semana, agora, de forma malandra, o petista Vicente Cândido quer mudar a lei para salvar políticos de serem detidos nos oito meses anteriores a eleições - hoje são 15 dias. E o cara de pau diz não ser para salvar a pele do Lula, mas blindar todos os políticos de abusos da Justiça que a “classe” tem enfrentado. O Cardoso de Minas propõe mudar os cálculos dos devedores do Refis, programa do governo federal para facilitar o pagamento de dívidas de políticos e empresários irresponsáveis, que reduziria o recebimento previsto de cerca de R$ 13 bilhões para em torno de R$ 400 milhões. Passa da hora de chutar tipos como esses das folgadas poltronas brasilienses.

LAÉRCIO ZANNINI

spettro@uol.com.br

Garça

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O escândalo do Refis

Gostaria de saber se é verdade que o deputado Newton Cardoso Jr., relator do Refis, é mesmo diretamente beneficiado em dezenas de milhões de reais pelas alterações que propôs. Nesse caso, ele poderia ser o relator? E não deveria ser julgado por quebra do decoro parlamentar?

SHIRLEY SCHREIER

schreier@iq.usp.br

São Paulo

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Muito descaramento

O deputado Vicente Cândido deveria ser mais transparente na emenda para blindar Lula: “Nenhum candidato petista poderá ser preso enquanto filiado à legenda”. Essa redação deixaria mais clara a tendência deliquencial dos seus filiados, protegendo até os que ainda não tiveram oportunidade de delinquir.

JOSÉ ED. BANDEIRA DE MELLO

josedumello@gmail.com

Itu

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Pouca-vergonha

Só faltava mais esta do PT... Oito meses! Preservação deles, os acusados! Não sei o que mais me falta ver nos meus 73 anos. É muita desfaçatez, muita sem-vergonhice. E com aqueles olhinhos “cândidos”... Ah, ah, ah, ah!

RICARDO RUIVO MUNIZ

ricmuniz45@icloud.com

São Paulo

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O rato e o queijo

Reforma política com relator petista é o mesmo que reforma da segurança pública com relator do PCC.

VAGNER RICCIARDI

vb.ricciardi@gmail.com

São Vicente

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‘Bessias’

Quem propugna pela própria inocência não prepara antecipadamente rotas de fuga para um cenário de condenação. Vicente Cândido é o “Bessias” da vez.

CLAUDIO JUCHEM

cjuchem@gmail.com

São Paulo

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Esperneio 

A condenação em segunda instância de Lula é líquida e certa até para os petistas. A prova maior é a tal emenda Lula, para blindá-lo em caso de condenação. O esperneio começou cedo e vai continuar. A Justiça é cega, mas vê com clareza os crimes cometidos pelo líder petista.

J. A. MULLER

josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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GESTÃO DORIA

Plano de Metas

Excelente editorial sobre o Plano de Metas do prefeito João Doria Jr. (15/7, A3). Elogia a parte boa e ilumina a grande falha da nova gestão, que é a insustentável manutenção da tarifa de ônibus. Não cabe mais esse modelo de gestão pública que com uma suposta solução cria diversos outros problemas. O PL 404/17, da desestatização, tem esse pecado original. Apresenta parâmetros gerais sobre áreas passíveis de privatização e nominalmente destaca uma única, a melhor delas, que são os 50 mil metros quadrados que abrigam a Prefeitura Regional de Pinheiros e a CET, na beira da Marginal Pinheiros e atendida por todos os modais de transporte de massa: trem, metrô e ônibus. Vender para fazer caixa e gastar os recursos com passivos criados por promessas mal calculadas é outro erro crasso, que gera novos passivos, uma bola de neve. Lembrando que a região de Pinheiros tem 300 mil habitantes e população flutuante que chega a 2 milhões de pessoas, a melhor solução para a área é destiná-la à habitação popular via parceria público-privada, no mesmo modelo do bem-sucedido Complexo Júlio Prestes, na Nova Luz, conforme exposto na reunião ordinária do Conselho Participativo Municipal de Pinheiros do dia 13/7/17.

LÉO COUTINHO

leo.coutinho@uol.com.br

São Paulo

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‘Semáforos e buracos’

Aplaudo o editorial de 14/7 sobre a cidade de São Paulo. Sem demérito do que tem sido feito de positivo, continuamos, principalmente na Zona Sul, com enormes crateras e semáforos apagados, inclusive nos fins de semana. Afora isso, na 23 de Maio há trechos irregulares e grades destruídas, há meses sem conserto. Não adianta simplesmente embelezar, se a infraestrutura está carente e sem manutenção adequada. E mais: as milionárias multas deveriam ser usadas em prol da cidade, e não para pagar seus agentes, que lançam a rodo as infrações em autobenefício.

YVETTE KFOURI ABRÃO

abraoc@uol.com.br

São Paulo

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RUMO A 2018

Nos anos 1980, o transatlântico Brasil seguia ao sabor do vento. Sarney e Collor tentaram corrigir a rota usando vários remendos ineficazes. Itamar e FHC realizaram uma reforma profunda e radical que, finalmente, recolocou o País na rota correta. Como todas as reformas exigem sacrifícios, o povão não entendeu e caiu na lábia do gênio da malandragem, que prometeu mundos e fundos aos carentes, sem explicar a origem desses custos e as inevitáveis consequências. Mas, por causa do Plano Real, a economia ainda funcionava e frutificava. Porém, nas instalações reais, os velhos batedores de carteira foram sendo trocados por assaltantes de banco. As farras ganharam volume. Sobravam milhões para quem participava e milhares para quem se calava, mas ninguém as desconhecia. Com tripulantes festeiros e populistas e uma "comandanta incompetenta", o navio perdeu o rumo, passando a sacudir em estranhas, inseguras e tormentosas águas. Entretanto, muitos "vigilantes da lei" pareciam dopados ou cochilando, até que um juiz curitibano resolveu dar um soco na mesa. Avessos a pequenas salas com trancas e sem as tradicionais mordomias, os "farreiros" começaram um festival de caguetagens. Acusando-se uns aos outros e preocupados com seus delicados pescoços, a maioria não se importa com o rumo do navio. Felizmente alguns deles tiveram a coragem de assumir o leme e, mesmo não sendo santos, tentam colocar o destino do navio acima das desavenças. Sendo assim, espero que aguentem as bordoadas e se mantenham firmes nas reformas e na correção do rumo do Brasil, pelo menos até às eleições de 2018.

João Carlos Melo 

jca.melo@yahoo.com.br

São Paulo

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DESABAFO

Até quando a iniciativa privada vai ter de aguentar sozinha os efeitos da crise, que o país está passando? No setor privado já temos quase 15 milhões de desempregados. Este desemprego é o resultado de providências que as empresas tomaram para diminuir seus custos e consequentemente poderem se manter funcionando e pagando seus impostos. Enquanto a iniciativa privada sofre, o setor público nada faz. Continua mantendo suas enormes despesas e salários e aposentadorias milionárias Se a atividade econômica se desacelera, diminui os serviços públicos, consequentemente deveriam dispensar aqueles que não têm estabilidade e são fruto de comissionamento. Será que eternamente o pessoal do setor público terá aposentadorias milionárias, enquanto no setor privado a maioria dos aposentados não recebe mais de dois ou três míseros salários mínimos? Será que não chegou a hora de pensarmos mais no Brasil e menos nos interesses corporativos públicos?

 

Marco Antonio Martignoni   

mmartignoni@ig.com.br

São Paulo

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ATUALIDADE

Governo enfrenta outro Brasil feito de abusos (capa do Estadão em 1.º/8/1976). A manchete tratava dos altos salários, privilégios e mordomias de uma casta de servidores públicos. Quatro décadas se passaram e os ditos privilégios não só continuam, como exorbitam as raias do razoável. Até quando o Brasil suportará?

Benedito Antonio Turssi 

turssi@ecoxim.com.br

Ibaté 

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RECESSO TOTAL

Em Brasília a galera já entrou em recesso. Muitos nobres parlamentares estão levantando voo, para curtir suas merecidas férias. Enquanto isso, a economia do nosso país continua patinando, ou melhor dizendo, está em queda livre! O Banco Central que o diga.

Virgílio Melhado Passoni 

mmpassoni@gmail.com

São Paulo

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REFORMA E RETROCESSOS

Aprovada a Reforma Trabalhista: corruptos e golpistas jogam a Nação brasileira de volta ao século XIX, na verdade, a chamada "modernização" tornou-se sinônimo de retrocesso. A esquerda deve estar adorando sua oportunidade de ressurreição.

Tibor Rabóczkay 

trabocka@hotmail.com

São Paulo

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ACORDOS ANTECIPADOS

Não confiem! O Governo descarta volta do imposto sindical em nova MP (B5, 14/7). Na mesma matéria o governo se contradiz, afirmando que estuda uma contribuição atrelada às negociações coletivas. O que na prática é o mesmo esbulho que o trabalhador vem sendo vítima. Isso já estava acordado sub-repticiamente com a oposição na garagem do Jaburu! Acorda, Brasil!

Arnaldo Ravacci  

arnaldoravacci05@gmail.com

Sorocaba

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REFORMA TRABALHISTA

A Reforma Trabalhista é um passo na redução do "custo Brasil".  É um feito do governo atual.  Esteve pendente faz muito tempo. Alivia a Justiça Trabalhista.  Por mudar comportamentos, tem dimensão de ruptura cultural.

Harald Hellmuth 

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo 

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FRAUDE NA PREVIDÊNCIA

Fica difícil aprovar a Reforma da Previdência, quando vemos a Polícia Federal (PF) deflagrar mais uma quadrilha que a fraudava. Há anos vemos isso acontecer, sem resultado. No governo petista milhares foram aposentados como incapacitados e, na atual gestão, foram desmascarados. Devolverão a aposentadoria recebida indevidamente? O que não falta na Previdência são fraudes, gestão incompetente, aposentadoria para quem nunca contribuiu, etc. Por isso qualquer reforma é desacreditada. Muitos pagaram anos pela aposentadoria sobre 20 salários mínimos, teto máximo à época, e hoje recebem 40% de 10 salários mínimos. Só que, quando na ativa, o governo não fornecia boas escolas, bom plano de saúde, fora os altíssimos impostos pagos e muitos desses aposentados hoje só contam com a Previdência para se manter.  E aí? O governo vai ressarcir esses contribuintes? Isso é Justiça? Qualquer reforma apresentada por qualquer governo, se não tiver gestores sérios e comprometidos que impeçam e punam desmandos, não dá para apoiar!

Beatriz Campos 

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo 

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BANCOS E JUROS

Uma advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC) diz que concentração de bancos traz prejuízos ao consumidor. Sim, traz prejuízos e muitos. Quais são as opções do consumidor, tirando os dois bancos oficiais, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal? Ou ele vai ser cliente do Itau ou Bradesco. Esses dois bancos provavelmente concentrarão 80% dos clientes. E uns poucos no Santander. A concentração é perniciosa. Acabam estes dois ditando as regras do mercado. Vão me chamar de saudosista, mas quando havia vários bancos, Andrade Arnaud, Bordalo Brenha, Pareto, Moreira Sales, Predial, Irmãos Guimarães, etc. o mercado era mais equilibrado. Assim como, fugindo um pouco do tema bancário, a concentração na telefonia não faz bem ao consumidor. Quais são as opções para o consumidor? Boa, nenhuma. Todas são péssimas e, quando se promoveu a privatização, o resultado não foi como prometeram. E por aí vai. Se formos ver, no setor elétrico também há concentração. Então estamos caminhando para um monopólio ou oligopólio. O governo não deve intervir no mercado, mas é função dele estabelecer regras, barreiras para evitar isso, se não o pequeno some.

Panayotis Poulis 

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro  

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PETROBRÁS

Até o final do ano passado, a Petrobrás havia descartado a opção de fazer uma IPO (Initial Public Offering) da BR Distribuidora e vinha encaminhando a venda do controle da mesma para o setor privado. Com a venda, a Petrobrás venderia mais ações e cada ação receberia melhor avaliação (afinal, uma coisa é ser sócio da Petrobrás e ter controle da empresa, outra é ter um sócio controlador com ordens do Planalto do que fazer). Após a restruturação dos negócios, a Petrobrás receberia (mais) dividendos (a empresa vai muito mal das pernas). Ou seja, a medida seria a mais racional para a Petrobrás no curto, médio e longo prazos. Mas na semana passada a Petrobrás decidiu mudar de rumo. Sob o (fragilíssimo) argumento de que está com nova governança implantada, sugerindo que estaria blindada dos desmandos e dos "malfeitos" do passado, a Petrobrás mudou de rumo e anunciou o IPO da BR Distribuidora. Basta analisar os demonstrativos financeiros da BR Distribuidora com algum cuidado para entender que, na verdade, os interesses na roubalheira no dia-a-dia da BR Distribuidora é tão grande que Pedro Parente, presidente da Petrobrás, certamente foi "orientado" a mudar de ideia. Até quando teremos esses gigantes estatais drenando a riqueza dos brasileiros, desestimulando o empreendedorismo e diminuindo o potencial de empregos no Brasil? Procura-se um estadista! 

Oscar Thompson 

oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

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DEFLAÇÃO

Sem dúvida foi um ótimo feito, que não ocorria há 11 anos no Brasil, a deflação apurada no mês de junho. Tanto que o governo, ao divulgá-la, festejou e fez uma balbúrdia e um oba-oba danado. Por que não se dedicam em deflacionar as despesas do governo? Não o contrário, pois já estão acenando que as despesas poderão crescer "apenas" R$ 39 bilhões em 2018. Pouco, né não?

Angelo Tonelli 

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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ROMBO NOS FUNDOS DE PENSÃO

Parabéns pela excelente matéria: Desconto de Aposentados dos Correios por rombo no Fundo de Pensão chegará a 20%.  Sou aposentado dos Correios, depois de trabalhar 43 anos e pagar o Postalis desde o início em 1981. É deprimente encontrar uma situação desta, onde fizemos um sacrifício enorme, tirando coisas da boca de nossos filhos para pagar um fundo de previdência complementar por tantos anos e, quando chega o momento de usufruir deste esforço, temos de pagar mais 23 anos por um rombo que não tivemos culpa alguma. Mas, o mais triste de tudo é saber que o Postalis não processou nenhum de seus ex-dirigentes. Brasil, o país da impunidade!

Edgard de Aguiar Cordeiro 

edgard.cordeiro@uol.com.br

São Paulo

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DESMONTE DO ESTADO

As peripécias dos prefeitos, governadores e do presidente tem sido de gosto amargo para a população. Não há emprego, os reajustes salariais são pífios, as delegacias não têm delegados, cada vez mais ocorre o fechamento de empresas públicas e a demissão em massa. Depois desse quadro catastrófico veremos a privatização do Estado brasileiro, cuja falência se diagnostica pela lei de recuperação editada. 

Carlos Henrique Abrão 

abraoc@uol.com.br

São Paulo

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SERVIÇO PÚBLICO À MÍNGUA

O governo precisa explicar melhor para a sociedade que este corte de R$ 39 bilhões do orçamento que começa a prejudicar os serviços públicos é obra do desastre administrativo do governo petista da Dilma!  Não tem almoço grátis! E um País como nosso, de endêmica corrupção, há três anos vive uma recessão econômica, está exigindo da gestão Temer um enorme esforço e decisões impopulares para reorganizar a situação macroeconômica!  Como dos elevados rombos nas contas públicas que, mesmo com corte de despesas de 1,1% até maio, deve fechar o ano com um déficit de R$ 139,1 bilhões!  Porém tem até ameaçada esta previsão, porque a arrecadação neste mesmo período teve queda de 3%!  E lógico, assim como num orçamento familiar deteriorado a insatisfação é grande, também vários setores das nossas instituições estão gritando por falta de verbas. Como a Polícia Federal, que inclusive suspendeu a entrega de passaportes, e Polícia Rodoviária Federal, que está reduzindo significativamente a fiscalização nas estradas.  É bom lembrar que o governo tem evitado aumentar impostos para não sufocar ainda mais as empresas e piorar o desemprego  (13,8 milhões de trabalhadores), triste legado petista...

Paulo Panossian 

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos 

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PENÚRIA NACIONAL

O governo federal anuncia corte de R$ 39 bilhões em seus gastos relacionados aos serviços. Mesmo desconhecendo os detalhes do Orçamento Federal, mas tendo uma razoável ideia dos desperdícios, da falta de critério e dos abusos de mordomias e dos indevidos "privilégios" concedidos a todas as áreas do serviço público, não consigo vislumbrar outra solução para a nossa penúria, senão cortar. Mesmo que indiscriminadamente, 25% dos gastos com seus agentes, nos três níveis governamentais. Isto, certamente, vai "incomodar" muita gente, mas os 13 ou 14 milhões de desempregados e a totalidade dos contribuintes agradecerão, com justificado júbilo e incredulidade.

Mário Rubens Costa 

costamar31@terra.com.br

Campinas 

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BANCOS AINDA MANDAM

É isso aí, o cara não está subordinado ao poste Temer, mas aos banqueiros. Pouco importa o destino de Temer, mas os banqueiros continuam mandando no pedaço, é o recado do todo poderoso Meirelles.

Ariovaldo Batista 

arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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CRISE E SONHO

Apesar da magnitude da nossa atual crise sistêmica, nunca na História do País tantos se inteiraram de nossas mazelas, as quais as operações judiciais estão revelando. Isto nos dá esperança de que tenhamos condições, no futuro próximo, de mudar e alterar via eleitoral o perfil de nossos carcomidos representantes na gestão pública, bem como de seus cúmplices no setor do empresariado privado e, assim, construir uma grande nação justa e humanitária a todos que aqui vivem. É o nosso sonho!

José de Anchieta Nobre de Almeida 

josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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BRASIL, UM PAÍS DESORIENTADO 

O Brasil lembra um navegante perdido em oceano tempestuoso, sem bússola e sob o céu nublado! 

Laércio Zanin       

spettro@uol.com.br

Garça

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CONDENAÇÃO DE LULA

"Lula condenado, Aécio no Senado, Temer no poder e Maluf discursando na Comissão de Justiça provam que a democracia brasileira é deturpada". Concordo com essa observação do escritor Marcelo Rubens Paiva, publicada em destaque no Estadão. Para que a democracia neste país seja limpa, despoluída, Aécio tem de ser afastado do Senado e ir para a cadeia; Temer, alijado do poder e ir para a cadeia; Maluf, impedido de discursar na Comissão  e ir para a cadeia. E Lula também deve ir para a cadeia. Mas tudo isso vai acontecer. Questão de tempo. 

Roberto Bruzadin 

bobbruza@terra.com.br

São Paulo 

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ESPÍRITO DE POBRE

Não pode existir um brasileiro que tenha ficado surpreso com a condenação do ex-presidente Lula pelo juiz Sergio Moro. Mas existe um fato inusitado nessa historia, que consiste no fato de Lula ter desviado bilhões de reais dos cofres públicos pelo esquema de corrupção montado nos governos que comandou, e agora seja condenado por conta de um chinfrim triplex, do tipo Minha Casa Minha Vida, no Guarujá. O ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes tinha toda razão: o espírito de pobre nunca abandonou Lula.

Abel Rodrigues 

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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APOSTA

Podem enfrentar a aposta de Lula que será candidato em 2018. É blefe!

Luiz Frid 

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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MINISTERIÁVEIS DO LULA

Ministeriáveis de Lula para 2018: Palocci, Mantega, João Vaccari e José Dirceu.

Eugenio Jose Alati 

eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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LUZES E CÂMERAS

Luiz Inácio Lula da Silva não precisa de dinheiro, não roubou, apenas aceitou o que lhe foi ofertado, tudo o que desejava, bastava manifestar o desejo. Este é o "crime" de Lula, a consciência de seu poder, sabendo que pode elevar ou destruir o que quiser não precisa de dinheiro, apenas querer. Sua primeira condenação divide o País, uma grande parte sempre torceu pela condenação, outra torceu contra, mesmo sabendo de sua culpa. Se Lula chegar a ser preso, o presídio que o receber vai mudar de nome e passará a ser chamado de "presídio do Lula ou cadeia do Lula", como o prédio do Lula no Guarujá e o sítio do Lula em Atibaia. Assim é Lula, os que o cercam e a fila imensa dos que querem ser próximos para poder satisfazer os seus desejos e serem "amigos ou conhecidos", para terem o dom de serem intocáveis, hoje estão mais para mariposas, como as do saudoso Adoniran Barbosa e chegar muito perto é arriscado, pois queimam as asas - Os laranjas presos na Lava Jato são um exemplo. O destino será a solidão, todos os poderosos e egocêntricos têm o mesmo fim.

Luiz Ress Erdei 

portal@portasblindadas.com.br

São Paulo

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DECEPÇÃO

O PSDB - por meio de FHC, Jereissati, Alckmin e outros líderes - ultimamente tem sido uma decepção. Sempre esteve em cima do muro e, quando desce faz declarações que só complica o País. O momento exige sensatez!

Laert Pinto 

laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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SOBRE 'PUMAS, PIRATAS E OUTROS BICHOS'

O nobre senador José Serra se esquece, em seu artigo (A2, 13/7), de dar o nome aos bois - já que faz menção a bichos ainda que piratas, pelo que me consta, não sejam bichos - bem como desconsidera que cabe ao Fundo Partidário, patrocinado por contribuintes, o papel de distribuir o butim amealhado pelos piratas com amparo legal: toma-se algo próximo a um bilhão de reais que, se destinado ao consumo, geraria emprego e renda. Os nomes corretos, nobre senador, seriam corvos, hienas e políticos - estes sim piratas que transformaram, ao longo de décadas, a coisa pública em privada. O nobre senador parece olvidar-se de que o Parlamentarismo foi refutado em referendo popular, em que os piratas se apropriaram do baixo grau de aculturamento dos eleitores (a base de sua cadeia alimentar), para a manutenção de benesses desfrutadas pelos mesmos piratas semiletrados que, em qualquer empresa da iniciativa privada, ocupariam - talvez - cargos de auxiliares dos adjuntos dos subchefes e - muito provavelmente - os de vice coisas do subtroço por não mais do que três meses. Resta saber se Jack Sparrow, pirata-mor, claudicante, inebriado constantemente pelo rum (opa, poder), colocaria sua cabeça sob a guilhotina sem estar convicto de que os piratas do "baixo clero" (mancomunados para a manutenção do status quo) não lhe decepariam o membro (sim, membro) e lhe assegurariam o comando da Nau, em que todos dão as costas para a população, para o País e até mesmo àquela subespécie de políticos seríssimos, de reputação ilibada, letrados e que, se classificados por Darwin, seriam considerados moscas brancas sem poder para depor o primeiro ministro e em rápido processo de extinção. 

Giancarlo Ricciardi 

gianr@me.com

São Paulo

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SIMPLIFICANDO

Senhores, embora o senador Serra mostre grande conhecimento estatístico ao ensinar sobre o índice em referência, não seria mais importante antes desses tradicionais "efeitos especiais" que ele propusesse uma campanha entre todos os políticos profissionais de nosso País, a fim de que sejam revistas as remunerações e as demais vantagens, no mínimo questionáveis em seus aspectos éticos e morais, quando comparadas aos ganhos de um brasileiro comum?

Marcelo Falsetti Cabral 

mfalsetti2002@yahoo.com

São Paulo

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PRAÇA DA POLÍCIA

É desesperador a onda de violência em São Paulo. É só ir até a Praça Roosevelt, onde há Posto da Militar, na região central da cidade, para constatar que tudo continua na mesma. Ladrões em bicicletas furtam celulares e bolsas ao lado do pequeno batalhão e saem em disparada pela contramão pela Avenida São Luís. Ninguém me falou, eu vi, eu vejo. E as autoridades ficam de braços cruzados.

Devanir Amâncio 

devaniramancio@hotmail.com

São Paulo

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