Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

22 Julho 2017 | 03h03

AUMENTO DE IMPOSTOS

O vilão da história

Ontem pela manhã o assunto dominante nos meios de comunicação foi o aumento do preço dos combustíveis. Os comentários eram de que esse aumento terá reflexo no preço de tudo o que é consumido no País e que os donos dos postos seriam os vilões dessa história, pois já haviam aumentado o preço nas bombas, mesmo ainda não tendo recebido combustíveis das refinarias com o preço reajustado. Ora, atualmente o fornecimento de combustível ao consumidor final é uma atividade privada e os donos dos postos podem cobrar o que bem entenderem, dentro do sistema de livre concorrência. O verdadeiro vilão é o governo – todos os três Poderes! –, que gasta muitíssimo mais do que deve e pode.

FLAVIO BASSI

flavio-bassi@uol.com.br

São Paulo

Reformas já

Enquanto persistir no País esse malfadado regime presidencialista de coalizão, em que o presidente da República, para governar, tem de agradar a 513 deputados federais e 81 senadores, haja impostos! Urge uma reforma política com redução desse número exorbitante de parlamentares, bem como a extinção do Fundo Partidário de R$ 3,5 bilhões e um plebiscito para a população decidir qual o melhor regime: presidencialismo ou parlamentarismo. Pagam-se altos impostos e grande parcela no Legislativo só está preocupada em auferir vantagens, não há contrapartida em áreas essenciais como educação, saúde e segurança pública. O povo brasileiro tem de exigir respeito ao dinheiro público, proveniente da alta carga tributária vigente.

LUIZ FELIPE SCHITTINI

fschittini@gmail.com

Rio de Janeiro

O povo não compreende

Até parece que o presidente Michel Temer não conhece bem os brasileiros nem suas dificuldades e angústias, ao dizer que o povo compreenderá a necessidade de aumentar a carga tributária. Não, jamais compreenderá. É de relembrar que esse povo foi assaltado, via erário, por políticos e empreiteiras, levando ao altíssimo desemprego, ora na faixa dos 14 milhões de trabalhadores, que os empresários devem somas estratosféricas e milhares de empresas foram fechadas. Exceto o político, nenhum segmento da economia nacional pode estar de acordo com o aumento de impostos. Os brasileiros só entenderão cortes de gastos, na carne – nos altos salários de políticos e servidores, nas mordomias e nos desperdícios nos ministérios e nas estatais!

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

Caloteiros e Refis

Nessas ocasiões de aumentos da carga tributária, para avaliar melhor a sua real necessidade é importante que sejam divulgados os valores dos impostos federais, estaduais e municipais que até a data deixaram de ser pagos e, por isso, tornam tais aumentos necessários. No mesmo assunto, benefícios eventualmente concedidos por programas facilitadores de quitação de impostos, como o Refis, devem ser publicados nos jornais, especificando todos os que deles se beneficiam, de que forma e com quanto. Essa informação deve ser pública e ostensiva, porque os valores que deixam de ser honrados pelos beneficiados caem nas costas dos que pagam em dia, sendo de máxima justiça que os que estão realmente pagando saibam por quê.

WILSON SCARPELLI

wiscar@terra.com.br

Cotia

Rejeição do parecer

São parlamentares que envergonham o cargo, como o deputado Newton Cardoso Jr. (PMDB-MG), relator do novo Refis, que impõem a todos o aumento da carga tributária, prejudicando o País. O mínimo que se espera do plenário é a rejeição do parecer e apresentação de um paralelo adequado e decente.

ANDRÉ C. FROHNKNECHT

caxumba888@gmail.com

São Paulo

Etanol

O governo perde a chance de elevar somente os preços de combustíveis derivados de petróleo, deixando o etanol, ecológico e renovável, livre de tributação, em condições de competir com pequena vantagem no mercado.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

LULOPETISMO

Juras de amor a Maduro

Brasileiros não são cegos para não saberem o que acontece na Venezuela e com o governo de Nicolás Maduro, por tudo o que vemos na imprensa: manifestações diárias, problemas de abastecimento, desemprego, empresas fechando ou sendo fechadas, refugiados buscando ajuda e comida nos países fronteiriços e, ainda, uma inflação que deve superar os 700% este ano. Não precisaríamos de mais nada para entender o caos em que o governo bolivariano mergulhou a Venezuela. Mas, para nós, pior ainda foi o apoio dos governos Lula e Dilma Rousseff à estratégia bolivariana no país vizinho, que levou a esse caos. E agora a presidente do PT, a senadora Gleisi Hoffmann, faz discurso de juras de amor ao governo Maduro e ainda mente ao dizer que o povo venezuelano apoia esse governo! Essa seria também a estratégia bolivariana do PT para o Brasil. Mas é realmente isso que até mesmo os fanáticos petistas querem para o Brasil? Deplorável essa atitude de uma senadora da República do Brasil.

CARLOS SULZER

csulzer@terra.com.br

Santos

AVENIDA PAULISTA

Licitude das manifestações

Gostaria de questionar a Prefeitura de São Paulo sobre a licitude das contínuas e quase diárias manifestações na Avenida Paulista, transtornando a vida de quem trabalha e/ou reside ali e nas proximidades. Tenho escritório na Paulista e fui expulso pela total impossibilidade de trabalhar, devida ao alto volume de som da manifestação de quinta-feira da CUT. Existe limitação para o número de manifestações nesta majestosa e importante avenida?

LUIZ FELIPE P. MAIA FERNANDES

prestes_maia@terra.com.br

São Paulo

ESCLARECIMENTO

Novo ministro

A propósito de nota assinada por Igor Gadelha e Tânia Monteiro (20/7, A7), gostaria de esclarecer: nunca, em toda a minha vida, falei ou encontrei com o presidente Temer, não posso, portanto, ser o responsável pela indicação de Sérgio Sá Leitão para o Ministério da Cultura, como dizem os dois jornalistas. Nunca teria a possibilidade de ser seu “conselheiro”, se nunca vi pessoalmente o presidente. Isso não me impede de aplaudir a nomeação de Sérgio Sá Leitão como ministro da Cultura. Ele é um grande gestor cultural e será certamente um excelente ministro se lhe derem as necessárias condições para isso.

CARLOS DIEGUES

carlosdiegues@luzmagica.com.br

Rio de Janeiro

“Enquanto não forem cortadas as mordomias de políticos e ex-políticos, 

o povo brasileiro não vai aceitar aumentos de impostos e novos tributos”

  

LUIGI VERCESI / BOTUCATU, SOBRE A ELEVAÇÃO DA JÁ ALTÍSSIMA CARGA TRIBUTÁRIA

luigiapvercesi@gmail.com

“Eu ia escrever que me custa a crer que uma senadora (?) da República dê apoio ao tal do Maduro. Mas sendo quem é...”

  

GUTO PACHECO / SÃO PAULO, SOBRE GLEISI HOFFMANN

jam.pacheco@uol.com.br

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

COCHILO REPARADOR

Enquanto o presidente Michel Temer contava histórias para boi dormir em Mendoza, na Argentina, onde participa da 50ª Reunião da Cúpula do Mercosul, Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, cochilava e bocejava ao seu lado. Provavelmente em razão de noites e noites sem dormir, participando de infinitos jantares "conciliadores" no Palácio do Jaburu. Cochilava por lá, mas, não por aqui!  Antes da viagem, aumentou os preços dos combustíveis, causando pesadelos a milhões de brasileiros.  

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí 

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O POVO NÃO VAI ENTENDER!

Senhor Temer, o povo não vai entender esse aumento de impostos em plena recessão. O povo não vai entender esse aumento de impostos, quando há pessoas morrendo sem atendimento médico; o povo não vai entender esse aumento de imposto, quando está desempregado; o povo não vai entender esse aumento de impostos, quando fica sabendo que D. Dilma gasta milhões de reais para se proteger e ele, o povo, morre na rua por falta de segurança; o povo não vai entender a razão que leva o senhor a gastar tanto dinheiro liberando verbas para livrá-lo de uma acusação, quando ele, o povo, conhece casos de pessoas presas por haver roubado um pote de margarina. O povo não vai entender por que o governo gasta tanto em propagandas, enquanto ele, o povo, mal tem instrução para entender o funcionamento de mudanças.  Em contrapartida, os políticos precisam começar entender que o povo não aguenta mais. O povo está no limite de suas forças. Entendam, senhores políticos, de uma vez por todas, que a razão de vocês existirem é exatamente aquele que está cansado demais, exaurido demais... RESPEITEM-NO!

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso zaffalon@uol.com.br

Bauru

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AUMENTO DE IMPOSTOS

"População vai entender", diz Temer sobre o aumento de impostos no País campeão mundial de tributos, sem que haja retorno às principais carências da população, tais como: educação, saúde, segurança, transporte etc. etc. Este comentário infeliz, certamente, não foi feito com base em alguma pesquisa séria! Só se uma possível enquete foi realizada entre os seus ministros, aqueles que o rodeiam envolvidos até o pescoço em falcatruas e desvio de dinheiro público ou ainda dentre aqueles "parlamentares" que recentemente se venderam pelo dinheiro distribuído pelo governo, quando foi liberado R$ 1,9 bilhão de emendas, em período decisivo, especialmente para a sua base de apoio, com o objetivo claro de rejeitar denúncia contra o próprio presidente na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados, o que pode livrá-lo do impeachment.

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo

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BRINCADEIRA DE MAU GOSTO

 

"População vai compreender aumento de impostos", diz Temer.

Não vai, não. Só entenderá corte de despesas nos Três Poderes. Afinal, não somos todos brasileiros?

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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FAZENDA OU FAZENDA (TECIDO)

Temer prova diariamente que seu governo é uma continuação do de Dilma. Seu time de economistas pensa que se formaram em corte e costura. Parecem síndicos de prédios que, a qualquer empecilho, aumentam as taxas condominiais. No lugar de cortarem seus pro-labores, propinas e vantagens indevidas aumentam os tributos. Meirelles ainda acha que está no Banco de Boston. Entende de mercado bancário e olhe lá. Precisa voltar aos bancos escolares para ser de fato ministro da Fazenda. E seus subordinados também.

Iria de Sa Dodde iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro

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CENÁRIO DE TERROR

Cineastas de filmes de horror e também de grandes catástrofes estão vindo ao Brasil, especialmente ao Congresso brasileiro, fonte de suas inspirações, buscar mais subsídios para suas criações; é o lugar certo, pois o material é vasto: como destruir um país em apenas 13 anos? Como, no mesmo período de tempo, acabar com um povo e suas esperanças? Como manter todas as mordomias, apesar do povo faminto e sem assistência? E, claro, não se esquecer da corrupção generalizada entre os Três Poderes, que se abraçam para manter o status adquirido, com todas as regalias à custa dos impostos do trabalhador. Daí, quando se fala em déficit de caixa governamental, qual é a primeira coisa em que qualquer ministro da Fazenda de baixa qualidade pensa: aumento de impostos, claro! Mesmo que tenham afirmado que isso não ocorreria. Então, como o que mais se tem visto é fogo inimigo com fogo amigo se cruzando pelos céus brasilienses, a fala de José Serra é um verdadeiro alicerce ao bom senso: "Neste momento, aumentar impostos significa dar um tiro no pé. Vai desacelerar mais a economia e diminuir a arrecadação". Claro, é preciso ser esperto para saber o que o povo quer ouvir Afinal, alguém está descendo do muro...

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

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ARRECADAÇÃO

O governo brasileiro é incapaz de mudar, continua dando com uma mão e tirando com as duas. Como se não bastasse cortar

o orçamento  em  quase  R$ 6 bilhões, aumenta  o PIS  e Cofins  para a  gasolina, o diesel  e o etanol,  metendo as duas  mãos em nossos bolsos!

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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NÃO DÁ PRA ACEITAR

Diferentemente do que prometeu ao tomar posse, que não aumentaria os impostos, o senhor como sempre na calada da noite de 20/7, desta vez longe do Jaburu, com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, aumentou o PIS, Cofins no combustível,  como uma forma de arrecadar  R$ 10 bilhões até o fim do ano, e o povo que se exploda. Digo ao senhor que o povo não compreende e não aceita  as suas jogadas. 

Jose Pedro Naisserjpnaisser@hotmail.com

Curitiba

 

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SEM PROJETO PARA O PAÍS

O governo Temer dá mais uma demonstração de que não tem um projeto adequado para o Brasil. E determina o aumento de impostos, num momento de dificuldades na economia. E mais, decide bloquear alguns gastos. Ele não pensou nisso quando liberou milhões de reais em Emendas para atrair parlamentares para o seu grupo de apoio. Como se constata, ele não tem projeto de administração e mais: atinge justamente quem tem rendimentos menores.

Uriel Villas Boas

Santos

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DÁ PARA ACREDITAR?

O governo federal aumentou os impostos que já são os maiores do planeta para, ao mesmo tempo, autorizar que devedores cadastrados no Refis da União tenham um abatimento nas dívidas de 99% dos juros e das multas assumidas. Não obstante, faz benesses com o dinheiro público para agradar políticos que pretendem avançar nas denúncias contra si mesmo. Afinal, há ou não recursos? Dá para acreditar?

Júlio Roberto Ayres Brisola  jrobrisola@uol.com.br

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BRASIL CARO

Os maiores executivos do Brasil com razão põem em evidência que o País se tornou não competitivo e muito caro, os reajustes são mascarados por medição de índices que não refletem a inflação real. E com isso o depauperamento da população criará uma geração de miseráveis. É fundamental recuperar o poder aquisitivo da classe média para acabar com a basófia de esquerda e direita ávidas pelo esmagamento de valores morais e éticos que conservam viva uma sociedade empenhada na melhoria das condições de vida do seu povo.

Yvette Kfouri Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

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CORRUPTOS 

De um governo corrupto só se pode esperar corrupção. O nome Reforma Trabalhista: um grande sustentáculo para amparar a farsa Brasil. Só se fala dos benefícios às empresas. E os prejuízos aos empregados? A fraude das empresas foi legalizada. Agora vale tudo em prol dos empresários. Aos grandes protegidos: cada vez mais dinheiro, emprego garantido e inclusive, previdência intacta. Repugnantes: o governo e todos os seus coadjuvantes.

Alice A. C. de Paula alicearruda@gmail.com

São Paulo

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REFORMA POLÍTICA

"Além das reformas Trabalhista e da Previdência, País necessita urgentemente de uma reforma política" (Quem financia a política, Estadão, 16/7). É risível, para não chorar, saber que o relator da reforma política na Câmara é o deputado Vicente Cândido (PT-SP). Colocaram a raposa para cuidar do galinheiro, mas o Brasil não é a Venezuela e, com esse relator, nenhuma reforma política será aprovada, pois o povo não é ignorante e está conectado às redes sociais. A reforma política só será aprovada, quando o relator for substituído por alguém que represente a voz do povo. 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana 

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TRATANDO DE SALVAR O PESCOÇO

O presidente estabeleceu uma meta. que é salvar o pescoço de uma das acusações de Rodrigo Janot, da Procuradoria-Geral da República, haja vista as suas articulações no mercado de compra de deputados e a venda de vantagens, principalmente aos mais vendáveis, ou loteando cargos de gordos salários. Não é concebível que um governo que tem como meta baixar a inflação, melhorar a economia, aliviando a carga tributária da população, num país que deu prioridade ao transporte rodoviário, movido principalmente à gasolina e diesel, promova aumento de preço desses combustíveis, que é sabido, deverá elevar o preço de tudo que é transportado pelas rodovias, inclusive do transporte urbano. Isto é, tudo deverá subir de preço e, com isso, a inflação. Estranho um governo que se compromete a sustentar um déficit de R$139 bilhões, mas chegará ao final do ano com um déficit de R$197 bilhões, mesmo contingenciando o orçamento em mais de R$ 42 bilhões e, como sempre, a Saúde, a Educação e a Segurança deverão pagar o pato. Temer, pelo mercado promovido pode até livrar o seu pescoço da primeira estocada de Janot, mas não se livrará do ferimento que está causando pelo tiro no pé com o aumento dos combustíveis. Na verdade, a principal meta de Temer é, em janeiro de 2018, passar a faixa presidencial ao presidente eleito.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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SUBORNO

"É considerado suborno qualquer oferecimento, pagamento ou promessa a uma autoridade pública, governante, funcionário público e demais profissionais em troca de favores feitos por estes que favoreça de modo particular o corruptor". A definição de suborno se encaixa perfeitamente para descrever a compra de apoio político que o presidente Michel Temer está fazendo de forma sistemática de deputados que irão julgá-lo em agosto. "Suborno é um ato ilícito que consiste na ação de induzir alguém a praticar determinado ato em troca de dinheiro, bens materiais ou outros benefícios particulares. No âmbito do Direito, o suborno está tipificado como crime de corrupção no Código Penal Brasileiro, com penas que variam entre os 2 (dois) e 12 (doze) anos de reclusão, caso o suspeito seja condenado." Não há dúvida de que o presidente da República deverá responder por mais esse crime continuado que ele está praticando. 

Mario Barila mariobarilafilho@me.com

São Paulo

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FORA, TEMER!

Michel Temer tem 7% de aprovação... 6...5...4...3...2...1...ZERO! FOGO!

Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo

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LULA E MORO

 

O bloqueio bancário de R$ 606 mil e dos bens pertencentes a Lula, apesar da grita dos advogados do ex-presidente, é perfeitamente normal. O mesmo aconteceu aos demais envolvidos na Lava Jato em situação idêntica. É uma cabal comprovação que, sem distinção, para o juiz SErgio Moro, a Justiça é igual para todos.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES) 

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PT

Os petistas querem um país onde façam as leis, executem as leis, dirimem as leis e se apropriem do Estado. 

Eugenio Jose Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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ESPANTO GERAL

É o que causou a notícia de que o ex-presidente e "cidadão mais honesto deste país" possui duas contas de Previdência Privada na BrasilPrev, que totalizam cerca de R$ 9 milhões. Outra informação complementa que essa "poupança" teria sido feita em um único aporte. Ora, considerando que contribuições para Previdência são feitas mensalmente, imaginemos como isso poderia ter ocorrido. Durante o curto período em que o ex-presidente trabalhou na vida, como metalúrgico das Indústrias Villares, onde adquiriu condições de receber o apelido "nine", é que não foi. Nesse período, se houve alguma contribuição previdenciária foi para o INSS ou similar da época. Depois disso, o "demiurgo apedeuta" não trabalhou mais regularmente, passando a exercer suas atividades de agitador trabalhista no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, onde com certeza também não contribuiu para qualquer conta previdenciária. Resta, portanto, o período em que exerceu a Presidência da República, 96 meses, durante os quais ele teria de ter poupado integralmente todos os seus proventos mensais para conseguir um terço do valor das contas agora descobertas. Se o restante foi conseguido pelas "palestras" entre 2010 e 2014 veremos que a "sumidade" terá de ter proferido 30 palestras ao preço de R$ 200 mil cada. Todas essas poupanças mensais teriam ainda que ser acumuladas em contas bancárias a declarar ou guardadas "embaixo do colchão", para permitir o aporte único efetuado. Nesse ponto somos obrigados a parodiar Abraham Lincoln dizendo: "Pode-se enganar quase todos os brasileiros por algum tempo. Pode-se enganar alguns brasileiros todo o tempo. Mas não dá para enganar todos os brasileiros todo o tempo." A CONTA CAIU!

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

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PARÂMETRO

Lula acertou em cheio ao dizer que sua condenação servirá de parâmetro para decidir se vale ou não ser honesto no Brasil. Se os corruptos, no final, permanecerem com o que surrupiaram, terá valido a pena roubar. Se não, não. Na propinocracia, o critério de sucesso é a posse de patrimônio gerado com base nas propinas.

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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LULLA PERDEU!

Muito estranho que o ex-presidente Lulla tenha aplicado R$ 9 milhões oriundos de suas "palestras" no Fundo de Pensão BrasilPrevi, enquanto estrangeiros brigam para investir aqui pelos altíssimos juros pagos em aplicações no mercado financeiro brasileiro. Muito estranho, porque Lulla já recebe pensão pelo seguro acidente como metalúrgico. Pensão como anistiado na Ditadura Militar e agora como ex-presidente, fora que ele constantemente diz que vai morrer fazendo política, portanto aposentar jamais. Seus advogados devem ter imaginado que nesse tipo de aplicação, a Justiça jamais poderia confiscar, porque está mais parecendo ocultação de patrimônio ilícito, do que investimento em Fundo de Pensão. Mas a Justiça descobriu. Lulla perdeu, perdeu...

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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INVESTIMENTO

Incrível! Pouco mais de R$ 9 milhões que poderiam ser destinados para alguma PPP, acabaram indo para outra PPP? 

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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PARABÉNS, MORO!

O juiz Sergio Moro está fazendo um ótimo trabalho. As sentenças são sempre bem delineadas, com bons fundamentos, havendo pouca ou nenhuma margem para contestação. A determinação dos bloqueios dos bens do ex-presidente  Lula é uma medida correta, salutar, que vai trazer bons reflexos para a sociedade. Parabéns. 

Reinner Carlos de Oliveira reinnercarlos1970@gmail.com

Araçatuba 

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GASTANÇA DESENFREADA

País do futuro, ninguém garante, mas "terra do nunca" não há quem possa negar. O desemprego, saúde, educação, entre outras, se encontram no pior patamar possível jamais visto na nossa história. Entretanto, o governo, com desculpas mais do que esfarrapadas, para livrar seu pescoço da corda, distribui milhões em verbas parlamentares, cargos com salários polpudos, Ministérios e outras benesses. Vices-presidentes  continuam a usufruir de benefícios, como se titulares fossem, como é o caso de Lula e Dilma.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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DOIS PESOS DUAS MEDIDAS

Qual terá sido o argumento usado pelo procurador-geral da República em seu périplo pelos Estados Unidos, para justificar a concessão de um indecente perdão incondicional a um dos empresários mais corruptos do País, Joesley Batista? Que foi chantageado pelo próprio em troca de revelações importantíssimas para o País, que até o momento se resumiram à gravação de origem duvidosa entre o empresário o presidente da República? E quanto a outro empresário não menos corrupto que se encontra corretamente preso há 2 anos (Marcelo Odebrecht) e em plena colaboração com a Justiça? O que terá motivado tratamento tão desigual dispensado por Janot, em se tratando de dois criminosos da mesma espécie que cometeram os mesmos crimes? É bem possível que a plateia a quem o procurador discursou nos EUA deve ter considerado sua atitude como um flagrante ato de prevaricação ao não denunciar tantos e tão graves delitos cometidos por Joesley, dando-lhe voz de prisão no ato. A pergunta que fica é: com a imagem do País abalada por excesso de corrupção e a possível prisão para breve de um ex-presidente da República, qual foi o recado que Janot tentou passar em sua viagem? De que nossa Justiça funciona na base de dois pesos e duas medidas, dependendo do cliente?

Paulo R Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

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CORRUPÇÃO TAMBÉM É CULTURA

O novo ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, poderia incentivar um festival nacional de músicas sobre o tema "Corrupção". Afinal, nenhum país se destaca tanto neste tema como o Brasil. Nossos casos merecem medalhas mundiais de ouro, de prata e de bronze nesta modalidade. E nada tem influenciado tanto o que ocorre na Nação como este assunto. Inclusive na própria área da Cultura e até na pasta ministerial da Cultura, sem ocupante há tanto tempo. Quem sabe garantindo um bom prêmio custeado por verbas públicas, a musa inspiradora - que já se viciou nisso - voltará para visitar nossos autores. Afinal: corrupção também é cultura!

Jorge Alberto Nurkin  jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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MUDANDO PARA NADA

Parabéns ao jornalista Eugênio Bucci pelo excelente ponto de vista, "Corrupção é um sintoma, não a causa do desastre" (20/7, A2). Sem dúvida, não adianta ir à busca vã de um salvador do Brasil, enquanto todo o modus operandi continuar o mesmo, agindo silenciosamente nos bastidores da política. O fim da corrupção só será possível quando a população deixar de ser corrupta. Sem isso, vai mudar para, no fim, acabar igual ao que sempre foi.

 

Luciano Nogueira automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

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FORÇA-TAREFA DA LAVA JATO

As vultosas autuações da Receita Federal decorrentes dos processos da Lava Jato, que já se aproximam de 15 bilhões de reais são argumento suficiente para que não faltem recursos para  a Polícia Federal e Promotoria Pública.                      

Níveo AurélioVilla niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

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DORIA - ALCKMIN

Digna de aplausos e merecedora de elogios a correta decisão de João Doria Jr de não concorrer com Geraldo Alckmin nas prévias do PSDB para a indicação do candidato tucano à Presidência da República, em 2018. Se somente metade dos políticos brasileiros agissem com a mesma postura e retidão de caráter, certamente viveríamos num País muito melhor e diferente do atual. Bravo, Doria!

J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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PSDB

A executiva do PSDB tem uma responsabilidade histórica nas eleições de 2018, pois não pode aparecer com um Alckmin qualquer, que apenas governa, com a idiossincrasia do bom mocismo amorfo!

Francisco José Sidoti  fransidoti@gmail.com

São Paulo

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TERRA DE NINGUÉM

Somente no Brasil, empresários que fornecem carne podre para a merenda escolar não são condenados à prisão perpétua. Aqui, a vida humana tem menos valor que a vida de animais da fauna silvestre. O sistema Legislativo é um monstro de sete cabeças que bate cabeça, e o sistema eleitoral é articulado de modo a eleger apenas os amantes e apaniguados das medusas, que paralisam a população com seus olhos de serpentes.

Marcelo Gomes Jorge Feres marcelogferes@ig.com.br

Rio de Janeiro 

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LUIZ PEZÃO

Simplesmente ridícula e patética a declaração do governador Luiz Pezão sobre o envio de forças policiais para auxiliar na segurança do Estado do Rio. As forças já tinham sido anunciadas e já são esperadas. Isso já tem mais de um mês. Nem sabe a quantas anda nem o que acontece e a assessoria do governador emitiu um comunicado querendo consertar e acabou piorando mais ainda. Disse que o governador não tem experiência no assunto. Tudo bem. Então, digam para sabermos, em qual assunto o governador tem experiência?

Panayotis Poulis  ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro 

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VIOLÊNCIA NO RIO

A informação de que a União só repassou 1,2% da verba destinada à segurança do Rio mostra o descaso federal em relação ao povo fluminense. O próprio governo estadual também reduziu a verba destinada a esse importante setor da gestão pública fluminense e por isso não é de se estranhar que estejamos vivendo nesse momento a violência urbana, que a todos atinge sem distinção, gerando uma espécie de síndrome de pânico coletivo da população que aqui vive. 

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

 

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