Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

04 Agosto 2017 | 03h06

GOVERNO TEMER

Pelo bem do Brasil

A Câmara dos Deputados, em reconhecimento pelo esforço do presidente Michel Temer no combate à inflação, na redução do déficit fiscal, no superávit na balança comercial e na, embora tímida, recuperação dos empregos, e para que prossiga com a reforma da Previdência, decidiu por sua permanência na Presidência da República – em 2019 que seja submetido à Justiça. Em resumo, uma decisão pelo bem do Brasil.

HUMBERTO SCHUWARTZ SOARES

hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

Pior a emenda...

Há uma marcante diferença entre baixíssima popularidade e apoio a uma renúncia ou cassação do mandato presidencial. Em algum lugar da mente do povo existe a percepção de que as alternativas são piores. Por isso, iniciativas para resolver o impasse por meio de uma quebra constitucional ou mesmo iniciativas estranhas da Procuradoria-Geral da República não encontraram ressonância nos movimentos populares espontâneos. Há também a percepção de que, apesar da baixa popularidade, a ausência de perspectiva de um segundo mandato do atual presidente, aliada à sua habilidade nas tratativas com o Congresso, cria uma oportunidade única para o presidente fazer um governo histórico, concretizando as tão necessárias reformas e medidas econômicas, que governos mais populares não terão o desprendimento ou a coragem de fazer.

ARMANDO M. VICTOR RODRIGUES

armando.alp@terra.com.br

Barueri

Ruas esvaziadas

Por quê? O povo – vox populi vox Dei – sabe muito bem que o escândalo armado com o vazamento da gravação de Joesley Batista não corresponde exatamente à gravidade alardeada e que se, houver crime, o presidente, depois de terminar a sua obra de reconstrução do Brasil e aprovar as necessárias reformas, responderá à Justiça. Apesar da baixa popularidade, no fundo o povo reconhece que o presidente Michel Temer está fazendo o necessário para salvar o Brasil do desastre petista, que por incompetência ou seguindo uma ideologia retrógrada provocou danos terríveis à economia e quase destruiu a Petrobrás. Essa é a razão do eloquente silêncio das ruas.

EDGARD BUENO

e.bueno@limalaw.com.br

São Paulo

Suprema hipocrisia

No plenário da Câmara, durante o julgamento do pedido de investigação do presidente Temer, destacaram-se os deputados do PT. De um só fôlego pediam investigação e afastamento de um presidente da República com suspeita de corrupção passiva, usando um “fora Temer”, e endossavam a candidatura de um ex-presidente criminoso sentenciado, gritando “Lula 2018”. Realmente, o PT nunca deixa de nos surpreender negativamente.

HELIO RUBENS TADDEI RAMOS

hrtramos@uol.com.br

São Paulo

Circo de horrores

A votação da aceitação ou não da denúncia contra o presidente Temer foi simplesmente ridícula! Os vermelhos vociferando contra as tão necessárias mudanças nas retrógradas leis trabalhistas e berrando a favor do inominável, como se honesto fosse, para 2018. Não devemos esquecer que o dito-cujo costumava “segredar aos amigos empresários” que gostaria de fechar o Congresso, como nas ditaduras, especialmente a bolivariana, haja vista a defesa enfática do regime venezuelano feita pela presidente do partido traidor da Pátria. Verdadeiro circo de horrores!

APARECIDA DILEIDE GAZIOLLA

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

Em nome dos brasileiros trabalhadores honestos, meu voto é não para políticos na TV, principalmente na hora do jantar, tirando o nosso apetite. Um circo de horrores. Respeitem-nos, campanha eleitoral fora do prazo legal é crime!

LUIZ RESS ERDEI

gzero@zipmail.com.br

Osasco

Trairagem

Decepcionante mesmo foi a traição do PSDB, partido que sempre apoiei. Apesar de comandar quatro ministérios, 21 deputados tucanos votaram pela admissibilidade da denúncia contra o presidente Michel Temer. Felizmente, apesar desses traidores, Temer saiu vitorioso, o que o ajudará a dar continuidade à missão de tirar o País desta crise deixada pelos desgovernos petistas.

JOSÉ WILSON DE LIMA COSTA

jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

Oportunismo tucano

Tucanos unidos a petistas contra Temer? Lastimo. A galera bicuda não vai agradar à esquerda e já desagradou à direita. Os tucanos vão dançar.

SILVIO NATAL

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

Erro crasso

Se após a interrupção, decidida pela Câmara, da marcha da denúncia inconsistente encaminhada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o presidente Michel Temer ainda mantiver o PSDB como aliado do governo, certamente cometerá o maior erro de sua vida pública.

PAULO ROBERTO GOTAÇ

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

Novas denúncias

Agora se confirma de fato que o ainda procurador-geral da República, Rodrigo Janot, está mesmo querendo tumultuar a governança do Brasil. Nem bem esfriou a votação da denúncia contra Temer na Câmara e Janot já está lançando flechas pra todo lado contra o presidente. Seja aproveitando ainda a delação superpremiada da JBS, seja pedindo para incluir Temer em processo já existente. Ele não quer esperar o andamento normal dos processos no Supremo Tribunal Federal. E os outros “mais de 1.700” indicados pelos ricos delatores, como os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, que Joesley Batista denunciou terem recebido mais de US$ 150 milhões em contas no exterior? Para esses o procurador não tem pressa? Ele ainda tem pressa em mandar prender o senador Aécio Neves, numa verdadeira afronta à Constituição federal (artigo 53), como bem explica o editorial Um pedido incompreensível (2/8, A3). O que estará acontecendo com o sr. procurador-geral?

ÉLLIS A. OLIVEIRA

elliscnh@hotmail.com

Cunha

Perseguição a Aécio

Janot, tome tento! Uma coisa é combate à corrupção. Outra é perseguição política. Estamos numa democracia, é bom que se lembre. Aqui não é a Venezuela.

ELIANA FRANÇA LEME

efleme@gmail.com

São Paulo

“Mais uma vez, o ‘quanto pior, melhor’ perdeu. Felizmente!”

ANNA LAURA FELIPUCCI / SÃO PAULO, SOBRE A REJEIÇÃO DA DENÚNCIA CONTRA TEMER 

annafelipucci@hotmail.com

“O maior perdedor, na verdade, foi o PSDB!”

SANDRA MARIA GONÇALVES / SÃO PAULO, IDEM

sandgon@terra.com.br

“As flechas são de borracha, tanto que os ‘brothers’ espertos ficaram livres...”

MANUEL PIRES MONTEIRO / SÃO PAULO, SOBRE JANOT

manuel.monteiro@eutectic.com.br

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

ATRASO BRASILEIRO

Pelo levantamento da ONG Contas Abertas, o Planalto empenhou R$ 4,1 bilhões para emendas parlamentares em 2017, destes R$ 2,1 bilhões foram liberados somente em julho! Em comparação, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) não terá dinheiro para financiar as pesquisas ou pagar as bolsas de estudo para 90 mil bolsistas e 20 mil pesquisadores, pois recebeu somente R$ 730 milhões de seu orçamento total de R$ 1,3 bilhão. Ou seja, o governo gastou com cada deputado a mesma quantia prevista para 676 bolsistas e pesquisadores. Dá para entender por que o governo conseguiu a aprovação em Plenário do parecer da Comissão de Constituição e Justiça da Câmera dos Deputados e uma das razões de nosso atraso científico e tecnológico?

    

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

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LUTO

A Câmara salva Temer. Um deboche e um momento de luto. O crime compensa.

Tibor Rabóczkay trabocka@hotmail.com

São Paulo

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ESPERANÇA

E de conhecimento geral o estado de penúria financeira deixada pelo governo petista, no qual o sr. Temer era vice presidente. Apesar disso, sua forca de convicção para se manter no cargo tem se baseado na liberação de mais verba a seus apoiadores. A conta, portanto tende a não fechar. Entretanto, para espanto dos menos informados, neste cenário financeiro quase grego, o dólar cai e a bolsa sobe. É a chamada estabilidade vendida pelo governo e ansiada por todos. Alvissareiro cenário: ensinamos aos países endividados que não precisam fazer grande esforço. Só pregar a estabilidade e obter apoio dos mercados. Ah, não se esquecer de propagar a elaboração de futuras reformas. Reformas que, mesmo parecendo mais puxadinhos, serão recebidas como grandes obras. Espera-se que este amor seja imorredouro.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba 

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CIRCO 

Após assistir ao circo que foi armado em torno da admissibilidade para permitir que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgasse o presidente Temer, especialmente na votação pela Câmara, ficam algumas certezas.  Se Eduardo Cunha não tivesse sido cassado e ainda fosse o presidente da Câmara, hoje seria o presidente da República, tal seu poder de articulação, chantagem, corrupção e outros artifícios que é mestre. Mais do que nunca é preciso que se ratifique o que foi definido no julgamento da ADPF 402 e que prevaleça o artigo 86, parágrafo 1.º, inciso I  da Constituição. Ou seja, que réus não podem assumir a Presidência da República, independentemente dos brados de muitos deputados alienados ou alijados das benesses, que pedem por Lula em 2018.

Claudio  Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo 

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O BORDEL

Não deu para engolir os deputados dizendo sim para parar o processo contra Temer, também não engolimos o sim dos jovens deputados que começaram a "trabalhar" naquela Casa a partir de 2014. Digam-nos, por favor, se os senhores sabiam para o que estavam dizendo sim ou se os senhores foram teleguiados pelas velhas raposas, que conseguiram transformar o Congresso Nacional num bordel.

 

Leônidas Marques leo.marquesvr@gmail.com

Volta Redonda (RJ)

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DEGRADAÇÃO CULTURAL

O País está tão degradado cultural e socialmente que há quem confunda o mercado de peixes que é o Plenário da Câmara Federal com uma arena da gloriosa Roma Imperial ou com um recreio escolar de inocentes crianças.

A que ponto chegou nossa mediocridade e incultura!

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

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AÍ VÊM AS REFORMAS

Após a justa decisão da Câmara dos Deputados, Michel Temer será o presidente do Brasil até 31 de dezembro de 2018, convém que a oposição se prepare, pois com 5% de aprovação do seu governo, o presidente fará as reformas indispensáveis para o crescimento do País. E quanto aos que não o aprovam, podem viajar para a Venezuela.

José Millei millei.jose@gmail.com

São Paulo

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TEMER REPETE QUÉRCIA?

O que vivemos hoje me faz lembrar da época de Quércia  como governador de São Paulo, o qual, para eleger seu sucessor, declarou que até quebraria o Estado.  E quebrou. O custo da "brincadeira" foi mais de uma década perdida. Temer não mediu esforços para continuar no poder. Agora vamos ver qual será o custo desta nova brincadeira. 

Arturo Condomi Alcorta arturoalcorta@uol.com.br

São Paulo

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VITÓRIA ENGANOSA

Livrando-se de ser levado ao Supremo Tribunal Federal, o presidente Michel Temer declarou que o resultado foi uma vitória da democracia. Mero jogo de palavras, quando se sabe que esse resultado é produto de uma articulação antidemocrática. Temer consciente ou inconscientemente está amealhando argumento para favorecer a volta do caos, de Lula e do PT. Dilma, durante a campanha do impeachment, não comprou deputados, não usou todos os recursos de que dispunha para se livrar do castigo. 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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ARQUIVAMENTO E ESTABILIDADE

Sobre o arquivamento da denúncia contra Temer. Sim, pela estabilidade. Não à corrupção. E entre os votos, o silêncio sepulcral da população.

Alice A. C. de Paula alicearruda@gmail.com

São Paulo

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QUANDO A IMAGEM DIZ MAIS QUE A PALAVRA

A foto de Michel Temer gargalhando, ladeado pelo deputado Wladimir Costa, publicada na 'Coluna do Estadão' de hoje, é um deboche ao povo brasileiro. Na dicção de Caldas Aulete, bem ao gosto do "presidente das mesóclises", deboche significa "desregramento de costumes; devassidão; libertinagem". Então penso que posso extrair da pequena foto publicada uma tremenda devassidão, pouco caso à Nação sem tamanho. Ouvi em algum meio de comunicação que Temer era um curioso caso de líder popular entre os parlamentares e impopular junto aos governados. Penso que  quem disse isso acertou, porque é isso: a classe política, como regra, não se ocupa dos interesses, das necessidades populares. Digo "como regra", porque admito a existência de exceções. Antes eles atendem aos próprios interesses, ou a de um grupo determinado, como as bancadas evangélica e ruralista, que ontem apoiaram o presidente. Até o clube carioca Vasco da Gama já teve seus interesses defendidos no Congresso por Eurico Miranda, que expressamente dizia estar no Parlamento para defender "os interesses do Vasco". Portanto, mais do que real, é legítimo o deboche, até porque os destinatários dessa devassidão são os que pagam a conta. 

Andrea Metne Arnaut andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo 

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VERGONHA

Espetáculo vergonhoso ao que assisti ontem pela TV. Um monte de corruptores oficiais distribuindo benesses e corruptos aceitando migalhas, tais como emendas parlamentares de última hora, empregos para apaniguados, etc. Vergonhoso o comportamento dos senhores parlamentares, que brigavam como se estivessem num jogo de várzea. Vergonhoso o cinismo daqueles que votaram "sim" alegando ser "em nome da estabilidade econômica". Alguns tiveram a coragem de dizer ter havido corrupção, mas em nome "governabilidade do País" votavam "sim". Vergonhoso o comportamento do presidente da República que se sujeitou a todos os pedidos dos parlamentares, para se manter no cargo e ainda sorri com cinismo. Hoje o senhor Temer está refém daquela camarilha que votou ontem. Deus ajude este País e seu povo! 

Luiz Francisco de Assis Salgado salgado@grupolsalgado.com.br

São Paulo

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POR QUE TEMER NÃO CAIU

Collor, arrogante, metido, caiu porque não soube dialogar com o Congresso. Dilma caiu pelo mesmo motivo. Julgou que os políticos não passavam de fósseis adormecidos e, portanto, não mereciam um minuto de sua atenção. Caiu também. Já Temer, carreirista em política, acusado de corrupção com direito à gravação e tudo, mas conhecedor das entranhas da política nacional, que exige agrados, colo, jantares, atenção incondicional e dinheiro, venceu. No Congresso Nacional não precisa ser honesto. Precisa ter aquela "manha"!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo 

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VITÓRIA DO TEMER

Após a vitória, em pronunciamento no Palácio do Planalto, o presidente Temer disse: "A Câmara dos Deputados se manifestou de uma forma clara e incontestável. A decisão soberana do Parlamento não é uma vitória pessoal, mas é uma conquista do Estado Democrático de Direito, e mostra a força da Constituição". Realmente são palavras equilibradas, corretas e despidas de arrogância.

Artur Topgian topgian@terra.com.br

São Paulo

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URGE MUDAR O SISTEMA

O rei dissolveria essa roubalheira só com uma palavra. Aliás, nem teria prosseguido essa coisa que vem declarada desde 2005, no meio do primeiro mandato de Lula, quando já deveria ter acabado o governo petista. 

Roberto Moreira da Silva rrobertoms@uol.com.br

São Paulo 

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VOTAÇÃO DOS DEPUTADOS

Mas que doeu, doeu - sobre o não do Bolsonaro.

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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O SILÊNCIO DAS RUAS

O silêncio das ruas reflete uma lenta espera. O tempo fica lento e a espera, torturante. O povo perdeu as esperanças de alguma melhora na política.  Resta-nos esperar pelas eleições de 2018. A esperança foi postergada para possíveis mudanças que virão pelo voto, já que pelas vias disponíveis deste presidencialismo inócuo nada mais poderá acontecer, exceto no fenômeno da Lava Jato. Enquanto as mudanças estruturais não forem feitas, inclusive do sistema de governo, não aparecerá nada no horizonte do futuro. O toma lá, dá cá precisa acabar imediatamente. Os políticos devem se pautar pelas ideias, e não pelo poder. As regalias obtidas pelos cargos são estímulos ao desprezo pela sociedade e o apego ao status quo. 

 

Mário Negrão Borgonov marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro 

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A CORRUPÇÃO VENCE MAIS UMA BATALHA

Em nome da tal governabilidade, Temer fica no cargo até o fim do mandato. Enquanto isso, malas recheadas de pixulecos vão continuar circulando livremente pelo território nacional. E que nenhum policial federal se atreva a atrapalhar novamente essa movimentação, sob pena de ter o salário reduzido com o corte de algum benefício, aumento da alíquota de 11% para 14% a título de contribuição previdenciária e nenhum reajuste salarial em 2018. E que a imprensa brasileira não publique mais nada que possa prejudicar a imagem do presidente da República, Temer, pois fica muito caro comprar o apoio parlamentar e somos nós que pagamos a conta. E viva a republiqueta de bananas!

Maria Carmen Del Bel Tunes Goulart carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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DERROTA COLETIVA

Ainda sobre a votação na Câmara, Temer declara não ser uma vitória pessoal. Sim, é uma derrota coletiva. Vergonha nacional não foi o 7 a 1, mas sim o que ocorreu na Câmara.

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

 

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A MALA DO CRIME

Tá bom, dos males o menor. Era melhor que Temer ficasse, pois não vale a pena trocar um corrupto por outro. Mas se a mala de dinheiro não era destinada a ele, a quem seria? Ou será que foi entregue ao portador?

 

Marisa Bodenstorfer Baica 

Lenting (Alemanha)

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PROCESSO JUDICIAL CONTRA MICHEL TEMER

O presidente da República, Michel Temer, contratou o escritório de advocacia, ou seja, o Congresso Nacional Advogados Associados, pagando um vultoso valor a título de "honorários". Dessa forma obteve sucesso e não será processado.

Roberto Bruzadin bobbruza@terra.com.br

São Paulo

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MAIS DO MESMO

Um ministério vale quantos votos? Até quando esses negócios vão continuar a ocorrer? Alguém sabe?

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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'FORA TEMER' SAIU DA MODA

O bolorento, tolo e vazio "fora, Temer" caiu no descrédito. Saiu da moda. Virou apenas um quadro amarelado na parede, diria Carlos Drummond de Andrade. Surge o "fica, Temer". Objetivo, pragmático, sensato, prudente e esperançoso.  Homens de boa vontade, realmente interessados em trabalhar por um Brasil melhor,  seguramente tirarão lições estimulantes da votação da  Câmara Federal que mandou para as "cucuias" o rancor à intolerância, o patrulhamento torpe, a hipocrisia e a demagogia. Fortaleceram-se as instituições e a democracia. 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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DIFERENÇA

Perguntar não ofende: qual a diferença da votação da nova constituição na Venezuela e a compra de votos no Senado e no Congresso no Brasil? 

Moisés Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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ALVARÁ PARA TEMER

264 deputados federais votaram pelo arquivamento da denúncia contra o presidente da República, Michel Temer. A vitória foi apertada, pois 227 deputados votaram contra Temer. A mensagem da maioria dos parlamentares ao povo brasileiro é que Temer será julgado em 2019 e, até lá, poderá governar tranquilamente, dando continuidade a seu estilo próprio de ser. Temer poderá realizar quantas manobras quiser, para garantir votos nas casas parlamentares e poderá receber em sua residência oficial os maiores empresários, fora da agenda do governo.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte 

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BOM CONSELHO

Que tristeza ver nossos deputados aparecerem na televisão para votar pelo arquivamento da denúncia que pesa contra o presidente Temer. Eles deveriam somente dizer sim ou não, preferiram demonstrar quão ignorantes são, muito nem sabiam em que votavam. O cidadão eleito para nos representar deveria, pelo menos, saber ler e entender por que e para que se vota. Um bom conselho. Evitem falar, assim ninguém ficaria sabendo do tamanho de sua ignorância, "Excelência".       

Wilson Matiotta Loluvies loluvies@gmail.com

São Paulo

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TRISTE ESPETÁCULO

Os deputados disseram tantas asneiras no julgamento da intervenção de Temer na Câmara, que esclarecem o porquê da situação atual no País. Pobre povo ser representado por políticos desse nível, que além de tantas asneiras, usou um português sofrível. Esperemos que ao menos o povo acorde desta vez e vote com um pouco mais de senso no futuro!

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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SIM OU NÃO

Pela expressão corporal, salvo engano, muitos votaram não, achando que votavam sim e vice e versa!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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COMO O VELHO DITADO

Se Temer diz ser inocente nas denúncias, porque precisou comprar tantos políticos para ficarem do seu lado? Deixe que o investiguem! Existe um ditado antigo que diz: Quem não deve não teme, sr. Temer!

Angela Maria de Souza Bichi  angela_bichi@hotmail.com Santo André

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TIRANDO O CAVALINHO DA CHUVA

Os deputados do centrão, que estão cobrando uma posição de Temer sobre a traição de ministros de outros partidos que estão no governo e os do próprio PMDB, devem tirar o cavalinho da chuva, pois o presidente, além de claudicar e ter medo de decidir é também muito mais lerdo do que parece. Paciência!

Júlio Roberto Ayres Brisola  jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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RUIM COM, PIOR SEM

Ninguém morre de amores pelos nossos políticos, não temos uma safra de homens minimamente voltados aos interesses da população e da Nação, exceto quando suas imagens surgem na TV que se alvoroçam a bradar ímpetos de revolta contra o turbilhão de ladroagem e safadeza, como se não estivesse em suas mãos e de seus pares mudar esse quadro. Os crápulas são os primeiros a se vender antes, durante e depois das eleições com o único intuito de encher as burras a qualquer custo e seguirem fazendo politicagem a qualquer preço. Ainda bem que desse erro tiramos um acerto, não mexer mais onde já está fedendo muito. Se apenas nos deixassem carregar a cruz sem nos chicotear, já estaria de bom tamanho.

Manoel Braga Manoel Braga manoelbraga@mecpar.com

Matão

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DESTAQUE PARA ALGUNS

Só 227 deputados acham que a questão de malas cheias de dinheiro com semanada de R$ 500 mil pretensamente destinadas ao presidente precisa ser investigada de imediato. Deste total, é preciso excluir a bancada do Lula 2018, cuja principal motivação do voto era promover a saída de Temer para criar espaço de uma eleição antecipada, e daqueles cujas pedidas eram caras demais para ser atendidas. Aos que sobram, o nosso parabéns por sua atitude e muito obrigado por pensar nos cidadãos. 

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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POLÍTICA E ECONOMIA

Cantamos loas a Karl Marx, não por suas construções de possíveis e factíveis sociedades socialistas, pois, historicamente, jamais prosperaram segundo as suas concepções idealistas, mas por sua concepção histórico-pedagógica que sempre se verifica em que a infraestrutura econômica determina a superestrutura política. Vide o resultado da votação sobre o prosseguimento, ou não, das acusações a Michel Temer.

Marcelo Gomes Jorge Feres marcelogferes@ig.com.br

Rio de Janeiro

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A PONTA DO ICEBERG

O ministro Gilmar Mendes espinafrou publicamente o procurador-geral da república, Rodrigo Janot. Faltam poucas semanas para nos livrarmos de Janot, claramente mais um resultado do aparelhamento do Estado amplamente promovido pelo PT. Mas fica a curiosidade do que mais os ministros do STF falam de Janot em privado. Certamente, o rompante de Gilmar foi só a ponta do iceberg.

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

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PATROCÍNIO ESTATAL

Uma das belezas da Democracia é permitir a liberdade de opinião de todos, mesmo quando são pueris e parciais como a de alguns "artistas e intelectuais", dois ou três deles até bons, mas a maioria dependente, na verdade, de patrocínio estatal.

Ricardo Matins  rctmartins@gmail.com

São Paulo

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COMO FICAR RICO?

Todos os cidadãos têm as mesmas oportunidades para ficar rico, basta estar sempre alerta e pronto para agarrar uma das quatro oportunidades, quando surgir: 1) trabalho, 2) competência, 3) ganhar na loteria, 4) corrupção. Quem sabe e poderá responder em qual delas o Lula se enquadrou?

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

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ELEITORES PETISTAS ARREPENDIDOS

Lamentável o que ocorre com o povo venezuelano em sua luta. Parecem mais quixotes a tentar confrontar moinhos de vento poderosos. O povo armado com coquetéis molotov e sacoletes de fezes a lutar contra as milícias e as Forças Armadas de Maduro. Serão esmagados, submetidos pela força, e nunca a Organização dos Estados Americanos (OEA) ou a Organização das Nações Unidas (ONU) se pronunciarão contra essa barbaridade! O velho princípio de autodeterminação dos povos, que garante suas escolhas sem intervenção externa, caiu como uma luva para o governo de Maduro... que está, de forma claramente deturpada e fraudada, exercendo o direito de determinar o próprio estatuto, mesmo que à revelia do povo! Vamos assistir passivamente ao massacre! Isso é trágico e poderia estar acontecendo conosco, não fosse o impeachment de Dilma!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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