Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

08 Agosto 2017 | 03h06

CORRUPÇÃO

Sentença histórica

Parabéns ao Estadão pela entrevista feita pelo jornalista Luiz Maklouf Carvalho com o presidente do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz. Tive a honra de conhecer o avô dele, ministro Thompson Flores, em 1977, quando era presidente do Supremo Tribunal Federal. Mostra o desembargador na entrevista pleno conhecimento de suas funções, além de competência jurídica. Realmente, a sentença do juiz Sergio Moro é histórica, não pelo réu principal, mas pelo conhecimento do sentenciante. Elogios ao jornalista, que soube, com sua habitual competência, transmitir o pensamento do desembargador de forma entendível até para os leigos em Direito.

CARLOS ALBERTO FERREIRA

carlos.alberto572@terra.com.br

Águas de Lindoia

Uma pontinha de esperança

Que bela entrevista a do desembargador Thompson Flores Lenz! Foi muito esclarecedora para quem acompanha com atenção a situação terrível em que se encontra o nosso país. Qualquer brasileiro que tenha lido essa entrevista ficou com uma pontinha de esperança de que a justiça será feita. Pobres brasileiros, tão carentes de justiça contra a corrupção!

ANGELA MARIA DE SOUZA BICHI

angela_bichi@hotmail.com

Santo André

Regeneração

Uma escolha apropriada para entender questões legais do momento a entrevista com o desembargador Thompson Flores Lenz. Não deixou de responder diretamente a questões conflituosas. Embora reconheça a qualidade do trabalho feito pelo juiz Moro na sentença que condenou Lula no caso de imóvel não registrado em seu nome, dá a entender que no final, em sua opinião, vale o registro. O único aspecto incompreensível foi dizer que não cabe ao Judiciário regenerar uma nação. O Judiciário é um dos pilares formadores da República. Se não for sua função zelar pela prática da ética e dos bons costumes de uma administração saudável para a Nação, de quem será a incumbência? Se entende que o País precisa regenerar-se, punir corruptores e corruptos não seria uma forma de coibir a prática e, assim, estimular a regeneração? Em sua opinião, além da corrupção, falha ética, haveria mais a regenerar?

SERGIO HOLL LARA

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

Distorções

“Não cabe ao Judiciário regenerar uma nação.” Perfeito! Concordo em gênero, número e grau com essas palavras do presidente do TRF-4, Thompson Flores Lenz. Mas acrescento que também não cabe ao Judiciário fazer leis. E há tempos, especialmente no STF, isso vem sendo feito, entre outras distorções tão ou igualmente perigosas no tocante à corrupção endêmica.

PAULO BOCCATO

pofboccato@yahoo.com.br

Taquaritinga

Os desvios do Fies

Infelizmente, o Fies é mais um dos ralos do dinheiro público, incrementado que foi nos governos do PT como forma de desvirtuá-lo e permitir que todos os entes envolvidos se locupletassem dos seus recursos. Assim é que, a olho nu, foi possível ver que muitas faculdades e universidades particulares cresceram exponencialmente, ora oferecendo muito mais cursos, ora ampliando os seus domínios para outras cidades. Todos se beneficiaram desse esquema vergonhoso e nocivo para a Nação, pois agora essa fatura absurda está sendo paga pelos cidadãos de bem. O Fies também é um prato cheio para a Operação Lava Jato, embora saibamos que já está faltando cadeia para tantos corruptos – políticos e empresários. Não podemos mais aceitar esses desmandos criminosos e ainda sermos prejudicados com a elevação dos impostos.

ORLANDO RODRIGUES MAIA

ormaia@uol.com.br

Avaré

O BRASIL OFICIAL

Voracidade sinistra

O aumento de salário de 16% pretendido por juízes e Ministério Público lembra o reajuste anual do meu plano de saúde. Deve ser a tal da sinistralidade.

MÁRCIO CAMARGO F. DA SILVA

cfsmarcio@gmail.com

São Paulo

As brechas da lei

Não existe seriedade num país onde seus dirigentes afrontam a lei ou a utilizam em benefício próprio. Como pode alguém querer “arrumar a casa” se seus cômodos estão contaminados e blindados pelos mercenários do poder? É como querer curar a metástase e ignorar o tumor principal. Se Temer quiser sair como herói nesta sua tumultuada carreira política, é preciso enfrentar os Poderes e acabar com as mordomias que grassam, escancaradamente, sem controle ou discernimento. Chega de acordos espúrios, negociatas e toma lá dá cá. O Brasil não aguenta mais isso. Há muita gordura a ser cortada nessa ilha da fantasia chamada Brasília, de aberrações ilógicas e afrontosas. Os três Poderes estão acabando com o Brasil.

ELIAS SKAF

eskaf@hotmail.com

São Paulo

BOLIVARIANISMO

Alienação

O leitor sr. Sérgio Barbosa (Pensamento lulopetista, 6/8) declarou-se abismado ao conferir o que pensam os petistas. Segundo ele, em testemunho pessoalmente colhido de um fiel seguidor do PT, os representantes da categoria “não reconhecem nenhum mal causado pelo lulopetismo ao Brasil, nem mesmo à Petrobrás”. O abismado leitor garante que “o cara não é lobotomizado”. Cabe lembrar, em referência à sanidade mental, que falta de autocrítica, insensibilidade, ausência de empatia em relação ao meio e ao próximo também caracterizam patologia conhecida como sociopatia. Em política, sua manifestação moveu nazistas e comunistas. Eles também não sentiam nada por suas vítimas.

JOSÉ ROBERTO SANT’ANA

jrsantana10@gmail.com

Rio Claro

Dormindo no ponto

O Mercosul, como sempre, atrasado. Há anos Nicolás Maduro vem massacrando a população venezuelana e caminhando para uma ditadura de perfil sangrento. E só agora, depois de mais um golpe contra a democracia, com essa farsa de constituinte, é que o Mercosul decidiu dar um pequeno passo diplomático, suspendendo a Venezuela. Pequeno e absolutamente inócuo. Encastelado em sua narcocleptocracia, Maduro não está nem aí se vai ou não participar das reuniões do bloco. Aliás, a Venezuela chavista nunca teve nenhum interesse adicional no Mercosul a não ser o de propagar seu modelo de governo. O que estamos esperando para de fato tomar uma atitude? Guerra civil em larga escala? O Mercosul, como sempre, dormindo no ponto...

OSCAR THOMPSON

oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

“Simón Bolívar deve estar se revirando no túmulo com as diatribes que um grupo de incompetentes, em 

seu nome e apoiado pela esquerda brasileira, está fazendo com o povo da nossa irmã Venezuela”  

JOSÉ ETULEY BARBOSA GONÇALVES / RIBEIRÃO PRETO, SOBRE OS BOLIVARIANOS

etuley@uol.com.br

“Parece caso de amor mal resolvido essa insistência de Janot em pegar Temer”  

ARLETE PACHECO / ITANHAÉM, SOBRE A IDEIA FIXA DO AINDA PROCURADOR-GERAL 

arlpach@uol.com.br

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadão.com.br

A SENTENÇA DE LULA

O presidente do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, afirmou que a sentença em que o juiz Sérgio Moro condenou o ex-presidente Lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro "é tecnicamente irrepreensível", que "ele (Moro) fez um exame minucioso e intocável da prova dos autos" e que a decisão "vai entrar para a história do Brasil" ("Estadão", 6/8, A4). Essa informação, num momento de desânimo geral na sociedade brasileira - crise política, econômica e moral -, só vai fortalecer a justiça, que sempre será o pilar mestre de toda a sociedade.  Parabéns ao desembargador e ao juiz federal Sérgio Moro. 

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas 

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NA MORAL

Carlos Eduardo T. F. Lenz, presidente do TRF-4, disse em sua irretocável entrevista ao "Estado" (6/8, A4) que "não cabe ao Poder Judiciário regenerar moralmente uma nação". Acrescento: cabe ao TRF-4 fazer justiça, doa a quem doer, lembrando que "o que não está nos autos não está no mundo".

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

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CONDENAÇÃO

Depois da avaliação do presidente do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, considerando que a sentença do juiz Sérgio Moro que condenou Lula a nove anos e seis meses de prisão foi "tecnicamente irrepreensível e vai entrar para a história do Brasil", os militantes do lulopetismo já podem fazer vaquinha para comprar pijamas de listras, a fim de que a "alma mais honesta do Brasil" possa fazer uso na Papuda e sem cela especial.

Antonio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

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JUSTIÇA

O decreto condenatório de Lula da Silva, no caso do tríplex, da lavra do eminente magistrado Sérgio Moro, tem 238 páginas para apreender todos os pontos sobre os delitos cometidos. Trata-se, na verdade, de uma decisão que ficará na história deste país, sendo "irretocável", no dizer do presidente do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, desembargador Thompson Flores, em entrevista ao "Estadão". Assim, Lula da Silva precisa entender, de vez, que ele não está acima nem abaixo da lei e que os seus delitos, todos eles, serão adequadamente punidos pelo Poder Judiciário, como determina a nossa Carta Magna. Um magistrado federal, antes de prestar um difícil concurso, estuda muitos anos. E é bem mais difícil que fazer greves nas portas de fábricas, semeando a discórdia e a dissidência.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

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DELAÇÃO

Em entrevista concedida no domingo ao "Estadão", o presidente do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, afirmou que "a questão doutrinária, de fundo, é se prova indiciária autoriza a conclusão condenatória. Em tese, eu não tenho a menor dúvida. Lembro uma frase que dizia o meu saudoso avô, ministro [do Supremo] Thompson Flores: 'Carlos Eduardo, você jamais poderá condenar no processo penal por presunção, mas poderá fazê-lo por indícios, por prova indiciária'" (6/8, A4). Ocorre que, no caso das delações (que são "indícios"), isoladamente não constituem prova suficiente para a condenação do réu, por força de texto expresso de lei (Lei 12.850/13, art. 4.º, § 16), que diz: "Nenhuma sentença condenatória será proferida com fundamento apenas nas declarações de agente colaborador". Então, essa imensa lista de 77 delatores realmente só serve ao delator, e não ao esclarecimento dos fatos, fatos estes, sim, se comprovados, através de meios lícitos, valorados pelo juiz. Perfeito o editorial do "Estadão" de ontem, dia seguinte à esclarecedora entrevista do desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz. Delações foram colhidas "no atacado", mas é imperioso consultar empiricamente a veracidade do que foi delatado (pouco importa se apenas um delatou este fato), e aí, sim, conceder o benefício no tanto merecido. Talvez o problema esteja no agente público que colhe a delação - o Ministério Público, que não tem função típica judicante e extrapola no número de delatores, como se o jogral de delações sobre um mesmo fato, por isso mesmo ser um "jogral", torna verdade o que foi delatado. Não é assim, pelo menos perante a lei.

Andrea Metne Arnaut andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

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'O DIVÓRCIO'

Primoroso o artigo "O divórcio", do dr. Miguel Reale Júnior (5/8, A2), sobre os últimos fatos ocorridos na República. Entre eles o de que, apesar da baixíssima aprovação popular do governo (5%), o presidente Michel Temer, denunciado por corrupção passiva, venceu na Câmara dos Deputados, impedindo - com a velha política de conchavos, liberação de verbas parlamentares e loteamento de cargos - a instauração de ação penal contra ele. Com o contundente exemplo acima mencionado, o dr. Miguel Reale expôs o atual divórcio entre a República e a sociedade, o que me fez lembrar a análise de Bertold Brecht sobre a consequência política da abjuração de Galileu Galilei, quando o poder da Inquisição com a continuidade de sua velha prática conseguiu calar Galileu e arrefecer os ânimos dos cidadãos empolgados com a nova visão de mundo. Percebo que o ânimo dos brasileiros também está se esvaindo. As ruas vazias, e as panelas no fogão...

Lucia Melchert luciamelchert@gmail.com

São Paulo 

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OS BILHÕES EM EMENDAS

Segundo a ONG Contas Abertas, somente em 2017 o governo federal empenhou R$ 3,1 bilhões para 465 deputados, principalmente após a apresentação da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer por corrupção. Logo, cada deputado recebeu em média R$ 6,66 milhões em emendas, uma cifra que remete ao "número da Besta" (666), entidade malévola também conhecida como Mefistófeles, o demônio comprador de almas. Pelo visto, os 263 deputados que rejeitaram a denúncia já sabem onde passarão a eternidade.

Túllio M. Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

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SIMBIOSE

Compra e venda  de voto de parlamentar para blindar Temer de investigação no STF nada mais é que simbiose de corrupção ativa com corrupção passiva.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.combr

São Paulo

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A BANCADA DA TRANCA

Na sua vitória "pirrenta" na Câmara federal, Michel Temer, entre outros apoios "negociados", recebeu apoio de 100% da bancada da tranca. Disse Schopenhauer que "os semelhantes se atraem". Votaram contra a licença para processá-lo os seguintes deputados: Celso Jacob (PMDB-RJ), que vai à Câmara com tornozeleira eletrônica; Marco Antônio Cabral (PMDB-RJ), que tem o pai e patrono numa penitenciária; Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), que tem o irmão Geddel em prisão domiciliar; Paulo Maluf (PP-SP), que não pode sair do Brasil porque tem contas a ajustar com a Interpol. Não serão diferentes os que passaram pela "feira" proporcionada pelo medo pânico do Planalto.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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SALVO PELA BANDA PODRE

Dois meses depois de estar prestes a deixar o poder, Temer conseguiu reverter e recuperou seu mandato com o apoio de 263 deputados, mas metade desses deputados está respondendo a inquéritos ou já é ré no STF. Isso significa que o assalto ao dinheiro público e a falta de ética na política continuam, o presidente está refém da banda podre do Parlamento, infelizmente!                          

Arcângelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

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REFORMA POLÍTICA

Com exceção dos deputados dos partidos de esquerda, é ingenuidade pensar que os representantes dos demais partidos que votaram pela admissibilidade da denúncia contra Michel Temer o fizeram por moralismo ou ideologia. Ledo engano. O que aconteceu é que não souberam negociar suas emendas ou nem foram convidados a fazê-lo, daí a revanche. As justificativas morais e patrióticas que evocaram no momento do voto foram pura ladainha. Este estado de coisas só começará a mudar após uma reforma política que diminua sobremaneira o crônico e nefasto jeitinho brasileiro do "toma lá dá cá". 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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PROMETEU, TEM DE CUMPRIR

Para se safar das denúncias de corrupção, Michel Temer prometeu "mundos e fundos", agora precisa cumprir com o que prometeu, pois os deputados que o ajudaram e que também respondem a processos na Justiça dizem que vão barrar todas as reformas propostas pelo governo federal. Não trema, Temer. Cumpra com a sua palavra!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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O PAÍS QUE SE EXPLODA

O editorial do "Estado" "As reformas necessárias" (5/8, A3) exorta o meio político a se debruçar sobre o tema das reformas que estão na agenda da Nação - em particular a da Previdência e a política. Quanto à primeira, dado o impacto do rombo previdenciário nas contas públicas, quero crer que qualquer pessoa apta a "fazer conta" deva apoiá-la, já que o déficit anual do setor aproxima-se de R$ 200 bilhões (!), montante que deve ser superado em 2018 e ampliado nos anos porvindouros caso nada seja feito para contê-lo, o que fatalmente colocará o País no "rumo da Grécia". Infelizmente, porém, já se fala em "reforma possível", com foco na idade mínima e alterações também "mínimas". Outra questão - também abordada - diz respeito à reforma política, chamada por alguns sonhadores de "a mãe de todas as reformas", mas que, a dois meses do termo para sua votação, parece que será igualmente "mínima", com foco na chamada "cláusula de desempenho" e no fim das coligações partidárias, isso na melhor das hipóteses. E c'est fini! Por tudo, sendo realista e sabendo de antemão que as excelências, ao invés de preocuparem-se com o futuro da Nação, estão mais ocupadas com as urnas de 2018 e de olho no próprio umbigo, não cultivo ilusões. Em Brasília, a ordem é e sempre será mudar um pouco para ir levando e ir se mantendo. Na base do "deixa quieto". E o País que se exploda. 

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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A BATALHA DA PREVIDÊNCIA

O governo já anunciou: o próximo embate legislativo é a reforma da Previdência. O campo de disputa é o mesmo, o Congresso Nacional. Mas, ao contrário do processo de admissibilidade de investigação de Temer, votado na semana passada, as ferramentas de convencimento do governo não poderão estar restritas àquela amplamente utilizada até agora: a comunicação com os membros do Congresso. O governo deverá se comunicar com a sociedade de forma clara, transparente e sem rodeios ou floreios. Nesse sentido, de forma surpreendente, quem assumiu a liderança neste papel não foi Temer, Henrique Meirelles, Geraldo Alckmin, João Doria ou Marina Silva, mas Rodrigo Maia. Em discurso claro, coerente, sóbrio, simples e extremamente transparente, Maia tem dito que o Legislativo e o Executivo têm falhado em eliminar o déficit público, que o tema é de vida ou morte para o Estado brasileiro e que o grande vilão é a Previdência. Sim, o "gordinho" surpreendeu positivamente, identificando que uma parte importante da sociedade está cansada, entre outras tantas coisas, do discurso intelectualmente desonesto, populista e murista dos políticos. Vamos torcer para que Temer & cia. Ltda. entendam o que precisa ser feito. Procura-se um estadista.

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

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NÃO HÁ CRISE PARA PRIVILÉGIOS

 

Embora o Brasil esteja atravessando a maior crise econômica e política de sua história, a queda na arrecadação não tem afetado os privilégios concedidos aos Três Poderes e, ainda pior, não há esforço algum no sentido de reduzir as despesas. Sabe-se, por exemplo, que o Estado brasileiro gasta mais de R$ 800 milhões apenas com auxílio-moradia e, aliás, está previsto um aumento de 10% nessa conta. O Senado firmou um contrato para locação de automóveis de luxo aos membros daquela Casa Legislativa - outro gasto completamente desnecessário. Além disso, há uma legião de assessores e uma remuneração completamente surreal. Temos um gasto com pessoal semelhante ao de países desenvolvidos, mas com número bem inferior de servidores, ou seja, pagamos altos salários e continuamos com serviços públicos péssimos, deploráveis. A recessão chegou e com ela uma série de ajustes foi feita. Porém o corte de gastos atingiu e atinge a população, o contribuinte. Não bastasse a redução dos investimentos e a reforma da Previdência, que está em curso, o governo planeja aumentar a tributação. Tudo o que não poderia ser feito está sendo feito. Não há crise para os privilégios.

 

Willian Martins martins.willian@globo.com

Guararema

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SERÁ NECESSÁRIA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA?

 

Em honra ao meu ilustre mestre professor Miguel Reale, guardei o seu artigo publicado neste jornal em 9 de dezembro de 2000,  sob o título "Pretensos direitos adquiridos". Veja-se há quanto tempo o dinheiro dos cidadãos contribuintes do INSS sustenta os polpudos salários da classe especial dos nobres funcionários públicos. Em seu artigo, ensina-nos o mestre que o teto salarial é estipulado em nossa Constituição. Como bem diz, dispõe nossa Constituição que qualquer quantia recebida a maior, a qualquer título, "não poderá exceder o subsídio mensal, em espécie, dos ministros do Supremo Tribunal Federal". Eis aí estabelecido, com todas as letras, o mesmo igual teto remuneratório para quantos prestem serviços ao Estado, qualquer que seja sua posição nos quadros político-administrativos, o que devia representar o fim de abusivos privilégios conferidos aos "marajás da República", ou seja, àquele funcionário que por meio de um jogo de vantagens pessoais, não raro obtidas ilicitamente, "têm direito a nababescas retribuições, várias vezes superiores ao moralizador teto constitucional". Não há possibilidade de transcrever todo o artigo do magnífico professor, porém, se esses supersalários (com consequentes aposentadorias, pensões, recebidas sempre iguais a quando na ativa, e igualmente aumentadas aos inativos, como estariam agora as contas públicas, que obrigam as mudanças na Previdência? Excluindo a necessidade de aumento na idade, quando nas aposentadorias, dever-se-ia manter-se o teto constitucional. A alteração da nossa Previdência a ser enfiada goela abaixo dos pobres contribuintes do INSS não vê que, ao contrário dos funcionários públicos, não serão demitidos aos 48 ou 50 anos como acontece nas empresas privadas? Deixarão de contribuir, e aí o que foi recolhido pelos mesmos, durante anos, lhes serão devolvidos? Pelo contrário, o Estado estará deixando de fazer justiça com a maioria dos brasileiros e talvez até se beneficiando das contribuições já prestadas pelos funcionários das empresas privadas. Ou seja, se apenas as pensões pagas para funcionários públicos de alto escalão e militares fossem mais justas e alinhadas com o resto dos cidadãos comuns, respeitando o teto constitucional, a economia necessária para salvar a Previdência seria muito mais efetiva e gigantesca vindo desta forma do que se retirada da população. Que país é este?

Viviana Toni gianna.toni@gmail.com

São Paulo

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O ASSALTO AO FI- FGTS

No domingo (6/8, B1 e B4), o "Estadão" publicou reportagem sobre um verdadeiro assalto ao FI-FGTS, segundo a delação do ex-vice-presidente da Caixa, de 2011 a 2015, Fábio Cleto, indicado para o cargo por Eduardo Cunha. Segundo o delator, dos R$ 24 bilhões investidos pelo FI-FGTS, em companhias privadas, 47% do total, foram liberados por meio de propinas. O fundo que usa recursos do FGTS, dinheiro do trabalhador, investiu em negócios como a fábrica de celulose Eldorado, da J&F e a usina de Santo Antônio, da Odebrecht. Também investiu R$ 2,5 bilhões na Sete Brasil, criada para gerenciar a construção e venda de navios sondas para o pré-sal e tem como sócios a Petrobrás, a BTG Pactual, Bradesco, Santander e Fundos de Pensão, por pressão do governo federal e que deu um prejuízo de R$1 bilhão ao fundo. O F I-FGTS foi criado pela Lei N°11.491/2007, caracterizado pela aplicação de recursos do FGTS, destinado a investimentos em setores de aeroportos, energia, rodovia, ferrovia, hidrovia, porto e saneamento, segundo dispõe o seu artigo 1.º À primeira vista, supunha-se que tais investimentos seriam aplicados prioritariamente em nosso país, para a melhoria da nossa infraestrutura. Entretanto, conforme nos revelou reportagem publicada no "Estadão" anteriormente, o BNDES foi buscar no FI-FGTS, a juros bem abaixo do mercado, dinheiro para financiar inúmeras obras no exterior, executadas pela Odebrecht. Estas ocorreram em países da América Latina e da África, entra elas o Porto de Mariel, em Cuba, e as construções de linhas de Metrô de Caracas, capital da Venezuela, equivalentes a quase o dobro da malha atual do Metrô de São Paulo. Foram decisões políticas dos governos petistas a juros de pai para filho. No caso da Venezuela, podemos prever que aquele país poderá não cumprir com as suas obrigações, causando um prejuízo ao BNDES e ao FI-FGTS, ou ao próprio Tesouro Nacional, por força de seus contratos. Caberia a indagação no sentido de por qual motivo o dinheiro do trabalhador brasileiro é emprestado a juros abaixo daqueles praticados no mercado, para financiar obras no exterior, enquanto aqui continuamos a usufruir de uma péssima infraestrutura.  É obvio que não foram decisões honestas do governo do PT, e sim ideológicas daquele partido, sob a aquiescência dos de sua base de apoio, como o PMDB, mas certamente sem a aquiescência explícita dos trabalhadores brasileiros.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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A DESILUSÃO DE TIRIRICA

Em manchete, uma notícia recente nos chama a atenção por dois motivos: "Tiririca está desiludido e pensa em abandonar a política". Está fazendo isso para ver se terá mais eleitores ou entregando os pontos porque viu que pior do que está fica? Deputado Tiririca, quem não quer fazer parte do sistema luta para combatê-lo. O senhor disse que veio do povo e está com o povo, mas não percebeu que ir contra as reformas e votar para tirar Michel Temer da Presidência agora é ir contra o Brasil e, consequentemente, contra o povo? Temer vai responder na Justiça às denúncias, e aprovar reformas que favorecem o País é o que a esquerda não quer. Parece que lhe falta um norte, estou com o Brasil ou com a demagogia de seus pares?

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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VAI DEIXAR A POLÍTICA

"Pior que está não fica." Tiririca cumpriu a palavra, pelo menos da parte dele.

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul

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PUXANDO O CARRO

Uai, Tiririca? Você disse que pior do que está não fica. Ficou? Está puxando o carro? O sistema está podre. Uai, uai, uai.

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

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O PALHAÇO E A RAPOSA

O "nobre" deputado Tiririca, que de bobo não tem nada, único do seu partido que votou a favor das investigações contra o presidente Temer, com certeza foi  manipulado pela velha raposa que não precisa nem fazer campanha mais, pois é eleita com os votos do palhaço. Como diria Rita Lee, "o povo chora daqui, o palhaço ri dali".

Mário Aldo Barnabe mariobarnabe@hotmail.com

Indaiatuba 

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LEVEMOS A SÉRIO

Após sete anos de mandato, deve-se levar a sério a preocupante declaração do deputado Everardo Oliveira Silva, o palhaço Tiririca (PR-SP), que se disse desiludido com a vida política e propenso a encerrar sua carreira no Congresso, lembrando o refrão de um antigo samba de Bezerra da Silva: "Para tirar meu Brasil dessa baderna, só quando morcego doar sangue e saci cruzar as pernas". É para chorar, não rir.

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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PERDEU A GRAÇA

É preocupante que até o humorista Tiririca não ache mais graça do jeito da política brasileira!

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

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'RIDI, PAGLIACCIO!'

Figura decorativa na Câmara federal, o risível e despreparado Tiririca elegeu-se duas vezes mediante discurso debochado. Agora, com boa aposentadoria parlamentar já encaminhada, para dizer o mínimo, deita falação contra o sistema do "toma lá dá cá" e, repetindo declarações do primeiro mandato, vem de novo com a arenga de que vai desistir da política ("Estadão", 5/8, A10). A quanto absurdo somos obrigados a assistir! O cidadão opta livremente por ser palhaço e cinicamente quer pôr os brasileiros, de bolinha vermelha ao nariz, ao seu lado no picadeiro. Eita, Brasil!

Joaquim Quintino Filho jqf@terra.com.br

Pirassununga

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ELEIÇÃO NO AMAZONAS

Sim, caro leitor, você sabia que domingo teve eleição no Brasil? Pois é, o povo amazonense foi às urnas escolher quem os governará até o fim do ano que vem. E sabe quem ajudou a garantir toda a eleição, incluindo a guarda e a distribuição das urnas? Acertou se respondeu os militares das Forças Armadas. Sempre eles, não é verdade? E você aí, curtindo o seu fim de semana! Não se preocupe, eles sempre cumprirão sua missão, a despeito da deficiência de verbas e dos parcos vencimentos.

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

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A CRISE NA VENEZUELA

Parte do Exército se rebelou na Venezuela no fim de semana. Se essa rebelião ocorrer mesmo, em poucos dias Nicolás Maduro cairá de podre (como sempre foi).

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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FORA DO MERCOSUL

O ditador Nicolás Maduro colhe mais um revés para o seu país, que hoje vive um caos social. A cúpula do Mercosul, presidida pelo Brasil, que reúne também Argentina, Paraguai e Uruguai, suspendeu a Venezuela do bloco comercial, reconhecendo que o governo Maduro é antidemocrático. Esta acertada e histórica decisão jamais teria sido tomada se o PT estivesse no poder, como também Cristina Kirchner na Argentina. Isso porque tanto Lula quanto Dilma e Cristina Kirchner, sem nenhuma cumplicidade com os valores democráticos, sempre apoiaram cegamente os governos déspotas como do já falecido Hugo Chávez e do atual Nicolás Maduro - que, inclusive, se lixa para os direitos humanos, as liberdades de expressão e de imprensa e a ordem democrática.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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PRESSÃO BRASILEIRA

Apesar de inúmeros países terem se manifestado diplomaticamente contra a instalação da ditadura bolivariana na Venezuela, nosso ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, diz que "o Brasil não deve intervir nas decisões daquele país". Ora, ministro! Nós, brasileiros, não pensamos em enviar nossas Forças Armadas para lá, mas queremos uma posição do Brasil como país democrático e totalmente livre, porque somente com pressão o presidente Maduro poderá reverter a atual situação. Nós somos livres hoje graças à Constituição de 1988, que nos assegurou contra qualquer outro golpe, apesar das inúmeras tentativas em 13 anos do governo Lula, Dilma e partidos de esquerda. O simples fato de nos tornar "alienados" ao que acontece na Venezuela mostra as entranhas ideológicas do ministro, que, aliás, recebeu meu voto em 2010, mas que não o receberá em 2018. Sua atitude como ministro não combina com um país republicano e democrático. Só falta colocar a estrela vermelha do PT no peito.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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RELAÇÃO BRASIL-VENEZUELA

Tenho recebido via WhatsApp, e certamente milhares de pessoas recebem, vídeos documentando atrocidades cometidas contra pessoas nas ruas da Venezuela, chegando a assassinato a sangue frio. Os vídeos mostram motociclistas fardados, com fuzis nas mãos, em bandos de 12 ou 15, espancando cruelmente pessoas, quebrando automóveis e tocando o terror numa população desarmada e atônita. Custa acreditar que a senadora Gleisi Hoffmann, presidente do PT, apoia e elogia o sistema ditatorial do país vizinho. Custa, também, acreditar que o Brasil não adote uma medida drástica nas relações com aquele desacreditado governo.  Nosso ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, deveria ser mais enfático nas colocações sobre o governo de Maduro. Parece que sua única preocupação é proteger Aécio Neves, sabe-se lá por quê. O Brasil, como nação, tem de abominar aquele regime imposto à força ao povo venezuelano, nem que seja cortando relações diplomáticas com a Venezuela. 

Joao Paulo Lepper jp@seculovinteum.com.br

Rio de Janeiro

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É A ESTUPIDEZ...

A esquerda brasileira, amante das delícias da direita, em mais um dos seus surtos de esquizofrenia delirante, optou por apoiar explícita e formalmente a ruptura democrática criada por Nicolás Maduro na Venezuela, já claramente identificada pela maioria dos governos guiados pelo Estado de Direito. É mais uma atitude irracional de um grupo que não vê limites para seus desatinos, que mostra a realidade de seus objetivos e que pode, talvez sem perceber, aprofundar-se cada vez mais num ciclo autofágico que lhe tirará o pouco da credibilidade de que ainda desfruta. Diante de tal possibilidade, seus próceres fanáticos poderão contra-argumentar com a seguinte modificação da frase cunhada por James Carville: "É a política, estúpido". A verdade, porém, é que, para eles, seria mais apropriado afirmar que "é a nossa estupidez, políticos".

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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O PT E A VENEZUELA

Querendo ou não, o Partido dos Trabalhadores representa uma parte importante da população. Mas será que estes militantes apoiariam o regime stalinista e ditatorial de Maduro, como o fez a senadora Gleisi Hoffmann? Será que eles se disporiam a defender a vergonhosa situação daquele pobre país, em plena guerra civil, sem comida e sem remédios? E como pode uma senadora do Brasil, sem respaldo governamental, justificar um regime pior que as mais nefandas ditaduras? Para uma morigerada e evidentemente psicopata freudiana, deve ser a glória, pois, enquanto espera a lerdeza do quelônio Janot, preside um partido que se pautava pela redenção. Mas só até que a verdade possa demonstrar suas posições, quando as algemas se fecharem em seus pulsos de traidora e "guria" mimada. 

Sérgio Neville Holzmann holzmanns823@gmail.com

São Paulo

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AUTODESTRUIÇÃO

O que faz um indivíduo como Nicolás Maduro, que deveria trabalhar para o bem-estar dos venezuelanos, tornar-se um tirano e destruir seu próprio povo para manter o poder? 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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DITADURA E IMPÉRIO

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, é criticado por afastar o procurador-geral. No Brasil, o presidente Michel Temer trocou os ministros do Superior Tribunal Eleitoral para conseguir a formidável proeza de aprovar as contas de madame presidente Dilma Rousseff. Não contente, Temer exonerou ministros para voltarem à Câmara e subornou descaradamente os deputados para conseguir a incrível façanha de arquivar o processo da mala de dinheiro de corrupção entregue a seu assessor. Ainda não satisfeito, Temer vai mudar o procurador-geral da República desprezando o nome que obteve maior número de votos e escolhendo um nome mais amigo, isso sem contar a mudança na Justiça que logo mais irá mudar o diretor da Polícia Federal por alguém que seja mais compreensivo com os esquemas de desvio de dinheiro público que os políticos se veem obrigados a fazer para impedir que o governo caia em mãos erradas. A Venezuela é uma ditadura e o Brasil é um império onde quem manda é o crime organizado, obedece quem tem juízo. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo 

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VENEZUELANOS SEM SAÍDA

Já se pode prever que da Constituinte venezuelana nada de bom poderá sair para o povo deste país vizinho, pois serão implantadas medidas que ajustem ainda mais as leis ao pensamento bolivariano, que é fruto das cabeças de Fidel, Chávez e até de Lula, sacramentadas no hoje conhecido Foro de São Paulo. Por isso, quando aqui se fala de Capriles e Leopoldo López, imediatamente os tomamos como opositores a Maduro e a tudo o que ele representa de atraso ditatorial. Entretanto, ouvi uma entrevista na rádio CBN de um professor da FGV, Fundação Getúlio Vargas (perdi o nome do professor, infelizmente), que  narrou que Capriles é um admirador de Lula, nele se espelha, e, portanto, segundo o entrevistado, se Capriles conseguisse derrubar Maduro e chegar ao poder, que a Venezuela continuaria em perigo. Por outro lado, li que Leopoldo López é uma espécie de Guilherme Boulos, o líder do MTST no Brasil, pois na Venezuela ele é quem agita e incentiva as manifestações contra Maduro que resultam em violência e quebra-quebra. Como se vê, fico perdida entre esse jogo de informações que servem tanto a Maduro como são contra ele, mas em benefício de que e de quem? Por isso proponho ao "Estadão" que nos dê um perfil destes atores venezuelanos, para que possamos ter uma visão clara do triste cenário que está montado na Venezuela, porque, pelo exposto, este povo não tem uma saída democrática para esta longa crise!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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É PRECISO ENDURECER

Se Dom Paulo Evaristo Arns vivo fosse, estaria condenando a matança na Venezuela. Gostaria de ver o arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, falando grosso contra o ditador Nicolás Maduro. Não me deleito - como muitos do Brasil e da América Latina - com as ações do sanguinário Maduro.

Devanir Amâncio devaniramancio@hotmail.com

São Paulo

 

 

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