Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

22 Agosto 2017 | 03h00

REFORMA POLÍTICA

‘Desaforo’

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), na resposta que deu em entrevista ao Estadão/Broadcast sobre a proposta de criação de um fundo público de R$ 3,6 bilhões para financiar as campanhas eleitorais, foi curto e grosso: “Um desaforo”. E o disse com toda razão. Se nos lembrarmos de que a atual equipe econômica do governo nos acena a todo instante com aumentos de impostos e outros sacrifícios, essa verba proposta na reforma política, assim como os abatimentos no programa do Refis, é um desaforo da parte daqueles que ainda acreditam na impunidade. Ainda sobre a reforma política, que será tratada no Congresso esta semana, o cientista Bolívar Lamounier perguntou, durante recente programa GloboNews Painel, na TV, se o relator da reforma não poderia ter lido ao menos um livro sobre Política antes de propor o tal “distritão”, um sistema que estimula o clientelismo e que, de tão esdrúxulo, é adotado em apenas quatro países: Afeganistão, Jordânia e nos arquipélagos Vanuatu e Ilhas Pitcairn, estas com 56 habitantes. No Brasil, ele foi proposto nada mais, nada menos do que pelo ex-deputado Eduardo Cunha, e encampado pelo presidente Michel Temer. Todas essas propostas e esta discussão nós devemos guardar bem na memória, mesmo que no fim não sejam aprovadas, pois serão uma rica fonte para decidirmos, curta e grossamente, em quem não votar, de maneira nenhuma, nas eleições de 2018.

GILBERTO PACINI

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

Financiamento público

O ministro Barroso acha um desaforo fundo de R$ 3,6 bilhões para bancar campanhas eleitorais de políticos. Eu também acho. E acho até um pouco mais: que não deveria haver dinheiro público para este fim. Os políticos deveriam captar recursos entre aqueles que acreditam neles; senão, que peguem seu carro, juntem seus amigos e façam carreatas e corpo a corpo. Mas, caro ministro, há outras coisas desaforadas por aí: penduricalhos nos salários de juízes, procuradores e políticos; assalariado não ganhar auxílio-paletó, não ter apartamento funcional, não ter vale-refeição nos níveis de alguns agentes públicos, inclusive nas férias; e, também, o desaforo praticado pelo colega Ricardo Lewandowski, junto com Renan Calheiros, rasgando a Constituição na nossa cara e deixando intactos os direitos políticos de Dilma Rousseff. São tantos desaforos, ministro, que não dá para elencá-los todos.

JAMES PEREIRA ROSAS

jrosas2755@gmail.com

Rio de Janeiro

Exemplo

Concordo com o ministro Luís Roberto Barroso de que é um “desaforo” a criação de um fundo de R$ 3,6 bilhões para financiar campanhas eleitorais. Mas também considero um desaforo que tantos membros do Judiciário e do Ministério Público percebam vencimentos acima do teto estabelecido na Constituição. Afinal, são eles que deveriam, em primeiro lugar, dar o bom exemplo de uso do dinheiro público. Um passo já foi dado pela presidente do STF, ao determinar aos tribunais de todo o País que informem em detalhe o que é pago a cada um de seus membros. Mas isso só não basta. É preciso que se dê um fim aos inúmeros penduricalhos criados para “driblar” a Constituição e permitir esses aumentos indevidos. Estou certo de que só assim procedendo o Judiciário terá força moral para criticar os demais Poderes da República e exigir que acabem com a farra imoral com nossos suados impostos.

MARCOS CANDAU

carvalhocandau@gmail.com

São Paulo

Do próprio bolso

Uma pessoa que se candidata a um cargo público, caso seja eleita, será por nós sustentada por anos, talvez uma vida inteira. Terá um alto salário, mordomias diversas, tudo pago por nós, é claro. Por que nós temos de financiar a campanha dessa pessoa? Por que não deve ser ela a investir na sua profissão, assim como todos os outros profissionais que financiam seus próprios estudos durante anos, por exemplo? Os impostos que pagamos, com muito sacrifício, deveriam ser usados para termos saúde, segurança e educação de qualidade. Não é justo que esse dinheiro seja “doado” a candidatos que podem muito bem custear a própria campanha.

MARINA R. BLANCO MALUFI

mmalufi@terra.com.br

Olímpia

Revolução nas urnas

Não basta apenas uma reforma, o Brasil precisa de uma revolução política, visando a conceitos mais radicais do que é ser representado no Congresso. Vivemos um limbo político: deputados, senadores, ministros de Estado, presidente da República, todos por um fio; instituições acusando-se reciprocamente; fiscais da lei querendo julgar; juízes com salários de fazer inveja a marajás; e bandidos servindo de meio para derrubar um presidente. A revolução política se apresenta ao povo, que é o único titular do direito à revolução. Nas próximas eleições, não vamos apenas eleger, mas sim fazer uma revolução. Brasil, acorde!

VALDIR TOZATTI

valdirtozatti@outlook.com

Limeira

VIOLÊNCIA

Assassinatos

Quem disse que o Brasil está em crise? O Brasil está em plena ascensão: a indústria da violência, com 28 mil assassinatos em seis meses (Estadão, 21/8), rendeu para o Judiciário salários astronômicos; para o Legislativo, além dos rendimentos estratosféricos e do Fundo Partidário de R$ 800 milhões, R$ 3,6 bilhões; e, para o Executivo, jatinhos, iates, viagens, joias... Isso é que é eficiência!

ELIAS JORGE CURY

eliasjc61@hotmail.com

São Paulo

Silêncio

A alarmante constatação de que há pelo menos 155 assassinatos por dia no Brasil – 6 por hora – não parece sensibilizar nenhum político. Os números mais que absurdos estão divulgados, mas nenhum deles se manifesta. Isso favorece o único candidato presidencial que fala sobre segurança. Logicamente, o sr. Jair Bolsonaro arrecadará mais adeptos a sua candidatura, pois o tema afeta fortemente a população que quer paz e tranquilidade. E os brasileiros não vão nem se preocupar mais com seu viés direitista, sua defesa da ditadura militar e sua total ignorância em outros assuntos, principalmente economia. Estamos numa guerra civil não declarada.

MARIA TEREZA MURRAY

terezamurray@hotmail.com

São Paulo

Instituições sólidas

Os fatos no Brasil chegaram a tal ponto que assassinatos, assaltos, latrocínios, estupros e, sobretudo, a certeza da impunidade se tornaram instituições sólidas.

MARIO KRUTMAN

mariokrutman@gmail.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

O FALSO CÂNDIDO

 

O deputado Vicente Cândido, relator da reforma política, quer nos impor uma conta de R$ 3,6 bilhões, além dos atuais R$ 800 milhões do Fundo Partidário, e R$ 600 milhões da propaganda política, ignorando a tragédia nas áreas de segurança, saúde e educação que vivemos por falta de dinheiro público. Nas próximas eleições, nós, paulistas, haveremos de tirar da vida pública esses falsos cândidos legisladores (sic), que dizem nos representar.

 

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

 

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FUNDO CRIMINOSO

 

O fundo de R$ 3,6 bilhões de dinheiro público que será entregue aos partidos políticos será o mesmo que jogar gasolina na fogueira da corrupção que consome o País. Já se admite que será impossível fiscalizar o uso desse dinheiro, que servirá também para mascarar e esquentar o dinheiro que vai continuar entrando pelo Caixa 2 das doações ilegais de empresas, pagamento adiantado de propina de quem vai cobrar vantagens dos eleitos. Qualquer criança pode fazer uma lista com os milhões de problemas graves que os R$ 3,6 bilhões poderiam resolver, se usados com competência e probidade administrativa. Claro que o tal fundo será aprovado por aclamação pelas quadrilhas criminosas que mandam no País.

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

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DESAFORO!

 

O ministro Luiz Roberto Barroso disse que o fundo de R$ 3,6 bilhões para as campanhas eleitorais é um desaforo. Concordo plenamente. Nós não aceitamos esta afronta com o povo brasileiro! Nós pobres mortais brasileiros temos de pagar pelos nossos estudos e para ter uma profissão, tirando dinheiro do nosso próprio bolso! Por que temos de pagar para que eles sejam políticos? Desaforo!

 

Angela Maria de Souza Bichi angela_bichi@hotmail.com

Santo André

 

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O ABSURDO FUNDO ELEITORAL

 

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, considera um "desaforo" a criação de fundo público com R$ 3,6 bilhões para financiar campanhas. Foi muito suave na sua observação, eu diria muito mais, esse fundo é vergonhoso, ilógico, absurdo e inconsequente. Ele pode ser definido desta forma: Fundo Eleitoral é um dinheiro que será roubado para eleger quem vai te roubar, né não?

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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FUNDO BILIONÁRIO

 

Fazer um fundo bilionário (ou qualquer valor menor) para eleger criminosos? O sr. Lula já havia identificado 300 picaretas no Congresso no passado,  nesses dias imprensa disse que ele havia errado nos números, pois esse número seria 500. Isto é o que chamo de jogar dinheiro no esgoto.

 

Nelson Pereira Bizerranepebizerra@hotmail.com

São Paulo

 

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REGIME DEMOCRÁTICO

Na democracia brasileira, os eleitos pelo voto ganham autonomia e se desligam daqueles em nome dos quais o seu poder foi delegado e, como que constituindo uma nova classe social e política, afastam-se dos eleitores e mesmo agem contra ele. Nunca o regime democrático foi tão subvertido, adulterado e achincalhado.

 

Marcelo Gomes Jorge Feres marcelogferes@ig.com.br

Rio de Janeiro

 

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GILMAR MENDES TEM EXPERIÊNCIA

 

O ministro Gilmar Mendes declara com muita propriedade que, se não mudar o sistema eleitoral, os R$ 3,6 bilhões não impedirão o uso de dinheiro ilícito nas eleições. Ele por certo tem a experiência necessária para fazer tal afirmação, um fato preocupante!

 

Uriel Villas Boas

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

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A CAMINHO DO ABISMO

 

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, disse que o fundo público de R$ 3,6 bilhões atualmente em discussão pode não ser suficiente para bancar a eleição. Ministro, não será por isso que já há deputado querendo aprovar lei que autoriza pessoas físicas, que estão inadimplentes, a pedirem falência também?

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

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PARLAMENTARISMO OU PRESIDENCIALISMO?

 

Parlamentarismo ou presidencialismo? Onde os parlamentares corruptos abundam, o Parlamentarismo não funciona. Onde o Executivo está todo corrompido chegando ao presidente, o  Presidencialismo não funciona. Onde no alto Judiciário há vários juízes corrompidos e a população se cala e consente, a democracia não funciona. No Brasil, tudo pode funcionar, desde que os eleitores aprendam com os erros do passado.

 

Jorge Alberto Nurkin Jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

 

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CADA UM NO SEU QUADRADO

 

O Tribunal Superior Eleitoral é sempre o grande salvador do discurso dos candidatos e seus partidos nas campanhas eleitorais. Aprovam as contas, sem qualquer grande investigação nas origens do dinheiro.  Aliás, seu presidente, Gilmar Mendes, poderia participar do que mais gosta que é a política em 2018 e fazer um favor ao Brasil abandonando o Judiciário.

 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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O ATRASO NO JUDICIÁRIO

 

É lamentável ouvir de um ministro certos atrasos, como, por exemplo, Gilmar Mendes dizer que um juiz não deve curvar-se ao clamor popular. Nesta frase e nas atitudes tomadas pelo Exmo. juiz, compreendemos que um juiz deve, sim, se curvar ao compadrio. Lamentável!

 

Manuel José Falcão Pires manuel-falcao@ig.com.br

São Paulo

 

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DANDO O CANO

Decano deu o cano quanto à prisão após julgamento em Segunda Instância. Esta seria a manchete correta desta notícia.

                                                

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul

 

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VISTA IMORAL

 

Os ministros do Supremo Tribunal Federal têm, individualmente, à sua disposição, um mecanismo para retirar um processo da pauta de julgamento da Corte, chamado "pedido de vista". O objetivo desse instrumento é dar mais tempo para que um julgador estude de forma mais aprofundada um determinado tema antes de proferir seu voto.  Na prática, como vem informando a o “Estadão”, o resultado é outro. Considerando que os ministros não são obrigados a devolver os processos no prazo definido pelo regimento da Corte, de 20 dias (chamado "prazo impróprio"), o pedido de vista serve para que um magistrado impeça ou atrase julgamentos de forma proposital. Parece-nos exatamente o que se dá com as atitudes do ministro Luiz Fux, que após a polêmica decisão de conceder auxílio-moradia aos magistrados, inclusive aos que já possuíam residência, "sentou em cima" de um processo onde eram partes magistrados de sua origem, Rio de Janeiro, pleiteando vários benefícios. Fux pediu vista em 2012 e até hoje não trouxe de volta ao Colegiado o tal processo. Detalhe: enquanto o processo não é julgado, os magistrados fluminenses continuam a receber todos os benefícios "sub Júdice". Detalhe 2: só são irredutíveis os vencimentos licitamente percebidos, os ilícitos não. Todavia, o primado da boa-fé (presumida, no caso), garante que os que receberam valores indevidos não precisem devolver os valores aos cofres públicos, pois receberam tais valores os presumindo devidos.

Detalhe 3: o erário, ah, dane-se o erário!

 

Andrea Metne Arnaut andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

 

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SUPREMA ARROGÂNCIA

 

Ao sair de uma palestra na última sexta-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, confrontado por jornalistas com o pedido de suspeição feito pela Procuradoria-Geral da República no Rio de Janeiro para julgar casos relacionados ao empresário Jacob Barata Filho, investigado na Operação Ponto Final da Polícia Federal, por ser padrinho de casamento da filha deste, reagiu indignado, na contramão do senso comum: "Vocês acham que ser padrinho de casamento impede alguém de julgar um caso? Vocês acham que isso é relação íntima, como a lei diz? Não precisa responder". E arrematou: "O casamento não durou seis meses".  Assim, pela dádiva do saber personalíssimo de Gilmar Mendes, todos os que entendem da forma inversa são jogados na vala comum dos sempre aviltados pela suprema arrogância do Panteão do Planalto Central.

 

Sergio Ridel sergiosridel@yahoo.com.br

São Paulo

 

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ABSURDOS NO STF

 

Depois do infeliz comentário de que "o rabo não abana o cachorro, mas o cachorro abana o rabo" e de soltar quatro presos suspeitos de enorme corrupção e com afinidades com ele e com sua esposa, pergunto: o que o senhor faz no STF? 

 

Jair Nisio jair@smartwood.com.br

Curitiba

 

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RECONHECENDO O ERRO

 

Acompanho as falas e as decisões do importante ministro do STF Gilmar Mendes. Acredito que falte para ele a humildade de reconhecer que qualquer pessoa é passível de erro. Somos falíveis, não somos divindades! Reconhecer impedimento ou a suspeição não diminui ninguém, mas agir contrariamente a isso sim.

 

Sérgio Barbosa sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais

 

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RELAÇÃO ÍNTIMA

 

“Vocês acham que ser padrinho de casamento implica relação íntima?” Perguntou aos jornalistas o ministro Gilmar Mendes sobre não se declarar suspeito no julgamento desse caso. Ser padrinho de casamento não implica relação intima, afinal escolhem-se padrinhos de casamento entre os desconhecidos, não é mesmo ministro?

 

Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo

 

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MAIS UM

 

Até tu, Gilmar, protegendo baratas? (Sobre os habeas corpus concedidos).

 

José Luiz Tedesco tedescoporto@hotmail.com

Presidente Epitácio

 

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ABANANDO RABO

 

Antes de tratar juiz como se cachorro fosse,  Gilmar Mendes  deveria colocar o rabo entre as pernas. Sobre as reflexões de Gilmar Mendes sobre fisiologia canina em hora errada.

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

 

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INCOMPETENTES SE INCOMODAM

 

Algumas perguntas necessárias: quem tem medo de Gilmar Mendes? Por que o ministro não pode retrucar insultos ou tolices no tom forte que o assunto exige?  Quem desejar lutar com Gilmar Mendes precisa estar preparado. Ter saber jurídico. Conhecer a Constituição. No mínimo saber que um juiz, procurador ou promotor não tem mais autoridade do que um ministro da Suprema Corte. Bobagem estrilar com Gilmar Mendes sem argumentar com argúcia ou inteligência. Mendes sabe que as palavras duras e ácidas e blagues  também foram feitas para serem usadas."O rabo não abana o cachorro". Perfeito!  Mendes não tem vocação para samaritano. Não leva desaforo para casa. Quem desejar polemizar com ele, que estude leis e normas do direito. Saia da rinha e volte para a faculdade. Sem hipocrisia e demagogia. 

 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

 

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ACOVARDADO

 

“Finalmente há um ministro no STF que não se acovarda”, disse um ex-presidente envolvido desde o Mensalão e Petrolão.

 

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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AS DESCOBERTAS DO TCU JUNTO AO BNDES

 

Vamos prestar atenção à série de barbaridades que o Tribunal de Contas da União (TCU) encontrou ao investigar as operações do BNDES com a JBS. A auditoria descobriu que em 2008 o banco injetou no grupo Bertin R$ 2,5 bilhões e também apurou que não há comprovação da aplicação de R$ 3 bilhões  para a JBS e mais  abriu mão da 'due diligence' para se certificar da situação financeira da empresa e aprovou o aporte em apenas 22 dias. Por essas e outras foi que  Maria Silvia Bastos Marques pediu demissão do banco. E vai ficar por isso mesmo?!

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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INACREDITÁVEL

 

A Justiça neste país é mesmo inacreditável! Depois de tudo o que estamos sabendo do Joesley, como podem aceitar a denúncia desse que só nos veio "atrapalhar" num momento que não estávamos precisando disso? Uma pessoa que sempre cresceu com os empréstimos obtidos do BNDES.

 

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

 

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VOO POLÍTICO

 

A senescência de seus quadros fez com que o PSDB se transmudasse num escorpião: usou seu ferrão político, até então inativo e inócuo, ao ver-se cercado pelo fogo da sua titubeante atitude. Aplicou-o em si próprio, suicidando-se. Pode ter tido seu lado positivo, qual seja, fechar suas portas. Álvaro Dias, como que já sentindo o odor de defunto sendo velado, em tempo resolveu expor sua figura nunca questionada por nada de desabonador quanto a ela, para alçar um salutar voo em busca de seu lugar no alto da montanha política do Brasil. É uma opção que devemos avaliar seriamente. E pode levar consigo mais sangue novo, bom, competente e descompromissado com o passado da nossa política: João Dionísio Amoedo. Que tal uma chapa: “Podemos de Novo?”

 

Ricardo Hanna ricardohanna@bol.com.br

São Paulo 

 

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TUCANADA SE BICANDO!

 

Não sei por que toda essa polêmica em cima da propaganda veiculada do PSDB. Alguns pavões a favor e outros contra, mas na realidade nos últimos anos o partido retirou a máscara, a qual, durante 14 anos acreditávamos ser oposição ao PT, se mostrando espelho. Podem fazer a propaganda que for, o viés petista ficou escancarado depois das eleições de 2014, provocando a debandada de eleitores. Não foi nenhuma propaganda que nos alertou, e sim o envolvimento deles em corrupção, em conchavos contra a Lava Jato, etc. Uma pesquisa pelas redes sociais mostrará a eles o que pensam os eleitores sobre o partido hoje. Não adianta nem trocar CNPJ, maquiar com novos personagens, nada. O partido retirou a máscara e ideologicamente se igualou ao irmão siamês do PT. Isso que nos decepcionou e afastou em busca de outros pássaros.

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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EXÉRCITO DE BRANCALEONE

 

O presidente do PSDB de São Paulo, o vereador Mário Covas Neto, disse: "A presença de Aécio Neves hoje, só nos causa desconforto e embaraços". Embora tenha razões éticas e morais para isso, foi massacrado pelos caciques do partido, como se fosse ele o indiciado por corrupção!

 

Arnaldo Ravacci arnaldoravacci05@gmail.com

Sorocaba

 

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AUTOCRÍTICA

 

É preferível um partido fazendo autocrítica de seus erros (PSDB), do que um partido com todos os erros pousando de santo (PT)!

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

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MEA CULPA DO PSDB

 

Parece que são injustas as críticas ao presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), a não ser que não desejem os integrantes da agremiação assumir as atitudes criticadas por milhões de eleitores deste país. Na verdade, o PSDB sempre esteve por sobre os muros, quando interesses políticos estavam em jogo, da mesma forma que, após críticas a determinados procedimentos de outros partidos, também assumiu posição idêntica. Assim, o senador, ao fazer a mea culpa da agremiação, provocou a ira da verdade em muitos integrantes da agremiação, porque o interessante para eles é que a verdade continuasse escondida sob o manto diáfano da mentira, plagiando Eça de Queiroz!

 

José Carlos de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br

Rio Claro

 

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A CRISE POLÍTICA BRASILEIRA

 

Nesta última quinta feira, 17/8, de passagem pelo Rio de Janeiro, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso declarou que essa profunda crise política vivida pelo Brasil matou todos os partidos, inclusive o PSDB. Pura verdade, FHC! Apenas ficou faltando você explicar melhor quem ou quais foram os responsáveis pela crise que vivemos. O seu partido nunca saiu do muro, jamais reprovou os erros cometidos pelo governo petista. Isto é intenção de abraçar os dois lados ou rabo preso com os atuais arrombadores da Pátria?

 

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

 

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PSDB EM CRISE

 

Por ocasião da semana de seu 28.º aniversário, o PSDB vive a sua maior e mais aguda crise existencial. À sua frente a hamletiana decisão: “ser governo, muro ou oposição, eis a questão”.

 

J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

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UM SILÊNCIO QUE CONDENA

 

A direita, mais ativa, passa a mão na cabeça de seus radicais: "Trump nos empoderou!", disse David Duke, líder da KKK. Já a esquerda, um pouco diferente, mas semelhante, faz vista grossa para a sua extrema e por vezes se omite: tem muita dificuldade para expor uma condenação exemplar dos excessos stalinistas. Entre ambos, não sabemos qual postura é mais viciada, se a dos explicitamente apaixonados pelo Holocausto ou a dos reprimidos amantes de Gulags. Entendemos, no entanto, junto com Dante, que "os lugares mais quentes do Inferno são reservados àqueles que se mantiveram neutros em tempos de crise".

 

Wellington Martins am.wellington@hotmail.com

Bauru

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