Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

24 Agosto 2017 | 03h00

REFORMA POLÍTICA

Loucura

Depois da acertada decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em 2015, de proibir a doação de pessoas jurídicas a partidos e campanhas políticas, a comissão especial de reforma política da Câmara dos Deputados insiste em encontrar uma fonte de financiamento eleitoral com dinheiro público. Será que os parlamentares se esqueceram de que os “partidos são entidades privadas e devem ser sustentados por contribuições voluntárias dos eleitores” (Estadão, 22/8, A3)? Sempre é bom lembrar que esta nova fonte de financiamento, chamada de Fundo Especial de Financiamento da Democracia, não substitui o Fundo Partidário, de R$ 819 milhões no Orçamento federal para 2017, que já é distribuído anualmente aos partidos (uma colher de chá) pelo Tribunal Superior Eleitoral. Portanto, este novo fundo arquitetado pela comissão da Câmara não passa de mais uma loucura da desgastada classe política brasileira.

EDGARD GOBBI

edgardgobbi@gmail.com

Campinas

A festa do marketing

Um fundo para campanhas políticas no valor de R$ 3,6 bilhões é, mesmo, de fazer a alegria de todos os marqueteiros políticos, como mostrou a matéria Fundo público anima mercado de marketing (Estado, 21/8, A6). Afinal, é para eles que vai a maior parte dessa bolada, que sai do bolso do contribuinte.

JOSÉ ELIAS LAIER

joseeliaslaier@gmail.com

São Carlos

Consulta popular

Brilhante, sensato e definitivo o artigo O poder é do eleitor, e não do eleito, do advogado Modesto Carvalhosa (Estadão, 23/8, A2). “A autorreforma política proposta fere o cerne dos princípios da Constituição brasileira.” É isso! É absolutamente necessária a consulta popular sobre o tema.

RICARDO MONTORO

ricardomontoro@montoro.org.br

São Paulo

Falsa democracia

Estadão, 23/8, A2: “O altíssimo preço dessa falsa democracia de festa, farras e foro é a eterna desfaçatez” (José Nêumanne, em A indulgência perpétua das castas prostitutas). “Não podemos aceitar a usurpação olímpica que suas ‘excelências’ fazem da soberania popular” (Modesto Carvalhosa). Com a palavra, suas “excrescências”, digo, suas excelências da falsa democracia das festas, farras e do foro.

ARNALDO VIEIRA DA SILVA

arnaldosilva1946@gmail.com

Aracaju

Sem pudores

Grande contribuição traz o professor Modesto Carvalhosa para a reflexão sobre os dilemas atuais e recorrentes da cidadania brasileira. Uma vergonha a falta de pudores de nossos parlamentares ao atuarem para satisfazer a seus interesses particulares. A sociedade não pode admitir tal comportamento.

FELIPE RONCO

felipe.ronco@uol.com.br

São Paulo

Direitos roubados

“O poder é do eleitor, e não do eleito.” Isso diz tudo! Cumprimento o professor Carvalhosa, por trazer à tona esta tão importante reflexão. Não podemos deixar que esta reforma política seja aprovada sem que haja um plebiscito para tal. Não deixaremos que nossos direitos sejam tão sumariamente roubados.

MARIA CORRÊA

mclaracorrea@hotmail.com

São Paulo

ELETROBRÁS

Uma luz

Para fazer caixa, governo vai privatizar a Eletrobrás. Ufa, enfim a ficha caiu! Parece mesmo que vão ligar uma luz no fim do túnel. E o interruptor, inoperante há muitos anos – põe anos nisso –, será ligado pela Eletrobrás.

VANDERLEI ZANETTI

zanettiv@gmail.com

São Paulo

Apagão

Foi só o governo acenar com a colocação no mercado de novas ações da Eletrobrás que a Bolsa de Valores ultrapassou os 70 mil pontos – o que não acontecia desde 2011. E a incompetenta que nos governava até o ano passado ainda teve a cara de pau de dizer que isso vai gerar aumento do preço da energia e provocar apagões. Como se o governo dela não tivesse sido o maior apagão que este país já viveu em todos os tempos.

LUIZ G. TRESSOLDI SARAIVA

lgtsaraiva@uol.com.br

São Paulo

Quem manda nas estatais

Concordo com e enalteço a antiga definição criada pelo saudoso Roberto Campos invertendo os conceitos: empresa pública, na verdade, é a empresa cujas ações pertencem a nós, público, e que escapa do domínio do governo; e empresa privada, na verdade, é a empresa cujo domínio é privativo do governo, como de fato funcionam atualmente as nossas estatais. Estas não têm outra função hoje senão a de servirem aos interesses escusos dos políticos, à corrupção, como cabides de empregos, pagando megassalários e aposentadorias injustificáveis, etc. Esperamos que, após o mais estrondoso estrago que nossos governantes produziram desde que o Brasil foi descoberto, nós – os brasileiros verdadeiramente trabalhadores – abracemos esses conceitos. Exemplos mais recentes: a destruição da Petrobrás pela corrupção e, por outro lado, os positivos resultados da possível privatização da Eletrobrás. Acorde, Brasil!

CELSO C. CRETELLA

cpropano@gmail.com

São Paulo

Tiro no pé

Vender estatais é sempre o máximo: ficamos livres da ação dos políticos nessas empresas. Agora, usar os recursos obtidos com a venda para pagar altos salários no setor público é o verdadeiro tiro no pé.

ITAMAR CARLOS TREVISANI

itamartrevisani@gmail.com

Jaboticabal

O peso dos elefantes

Nesta linha de privatização, o governo poderia pôr à venda, além da Eletrobrás, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, a EBC, a Petrobrás e tudo o mais que não seja serviço próprio do governo. O Estado ficaria mais enxuto e cuidaria melhor da saúde, da educação e da segurança públicas. Com a empresa de energia nas mãos da iniciativa privada, não corremos o risco de ter vários apagões, como na época de Dilma Rousseff. Quando, na era FHC, privatizaram as empresas de telecomunicações, houve um burburinho enorme dos que eram contrários à medida, mas, se a venda não tivesse ocorrido, hoje estaríamos na idade da pedra nesse setor. O Brasil tem de se livrar de todos os elefantes brancos que não ajudam no seu desenvolvimento.

REINNER CARLOS DE OLIVEIRA

reinnercarlos1970@gmail.com

Araçatuba

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br


CONTO DO VIGÁRIO


É inacreditável! Parece que nossos representantes em Brasília, ilha da fantasia para muitos políticos, são míopes e surdos que não escutam o clamar das ruas. Segundo pesquisas atualíssimas, 94% dos entrevistados são contra a “bolsa-picareta”, que prevê tirar de nossos bolsos a expansão do valor do famigerado e impopular “fundo partidário”, nada menos do que R$ 3,6 bilhões. 74% da população é contra o voto obrigatório e 92% são contra a bolsa sindicalista, o imposto sindical. Nós, leitores, já pagamos a chamada “propaganda gratuita no rádio, na TV e ainda querem tirar de nós essa fortuna de R$ 3,6 bilhões para financiar suas campanhas milionárias e mentirosas, quando se sabe que a população não tem saúde, escola, segurança, remédio e tantos outros serviços adequados. Sem reforma política e estrutural séria do Estado, nenhuma reforma frutificará e seguiremos indefesos, ante esta e outras aberrações do nosso cotidiano político.


Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul


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FORÇA SINDICAL TRAI O BRASIL


Quando dirigentes da Força Sindical afirmam perante as câmeras de televisão que a Operação Lava Jato atrapalha o Brasil, estão na realidade fazendo apologia ao crime organizado e à corrupção! Nota-se o caráter destes senhores que nem sequer ficaram constrangidos ou ruborizados ao afirmar essa excrescência verbal! O sindicalismo no Brasil se notabilizou pelo oportunismo chapa branca, em que recebem gordas verbas governamentais e se esbaldam nababescamente como sultões e marajás sem reino! Os trabalhadores nada recebem dos sindicatos, apenas a cobrança em seus holerites da taxa sindical obrigatória. Devemos banir os sindicatos da vida dos trabalhadores, pois mais atrapalham do que ajudam!


Lauro Fujihara laurofujihara@gmail.com

Araçatuba


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FUNARO FECHA ACORDO DE DELAÇÃO PREMIADA


O acordo de colaboração premiada firmado pelo corretor Lúcio Funaro com o Ministério Público Federal deve fornecer munição para as denúncias contra Temer que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pode apresentar antes de deixar o cargo, comenta o “Estado” em matéria na edição de 23 de agosto. A probabilidade de que Funaro traga mais do mesmo que Joesley Batista do Grupo J&F, a quem era subordinado na tarefa de intermediação com próceres do PMDB, é grande. É bom lembrar que Joesley centrou fogo no PMDB e poupou o PT, o grande responsável pela montagem e chefia da mega corrupção que corroeu o Brasil pelos últimos 14 anos. Janot, que já apresentou denúncia por corrupção passiva contra o presidente, rejeitada pela Câmara, parece que não está nem aí para os efeitos deletérios de seus atos. Mais uma vez, a sorte do País cai nas mãos do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, de quem se espera competência, correção e prudência para indeferir a denúncia, na hipótese de nova acusação.


Sergio Ridel sergiosridel@yahoo.com.br

São Paulo


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SEM SAÍDA


Centenas de políticos brasileiros dão os maus exemplos – qual deles pensa e se importa realmente com os brasileiros? Articulam ininterruptamente em busca da melhor maneira de se reelegerem e de não serem presos ao final de seus mandatos, gastam todo o seu tempo de forma inútil e improdutiva, mas são muito bem pagos com o dinheiro público. E o cidadão trabalhador, que paga todas as contas deste pobre país rico, não enxerga saídas nem os caminhos para mudar este cenário e este sistema tão covarde e tão mesquinho.


Marcelo Gomes Jorge Feres marcelogferes@ig.com.br

Rio de Janeiro


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MUDANÇAS NECESSÁRIAS


O político é antes de tudo um funcionário público, a discussão sobre a reforma política e sobre o fundo partidário é uma aberração por qualquer lado que se olhe. O governo não dá dinheiro para um médico montar seu consultório, nenhum profissional recebe dinheiro de graça do governo para exercer suas atividades, por que os políticos deveriam receber R$ 3,6 bilhões a fundo perdido? Essa discussão toda deveria servir para regulamentar a profissão de político, exatamente como ocorre a todas as outras profissões: diploma, aprovação em concursos, certificado de bons antecedentes, tudo o que é exigido para a contratação de um profissional qualquer deveria ser exigido de um postulante a ocupar cargo público.


Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo


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REPRESENTANTES DE QUE POVO?


Há quase dois anos nossos deputados e senadores não apresentam nem aprovam nenhum projeto para melhorar a vida do povo, a segurança, a saúde, a educação e principalmente a economia! Em um ato conjunto e corporativista só apresentam e votam projetos para inocentar corruptos, para se perpetuar no poder e para tirar bilhões de nossos impostos em proveito próprio! Até quando vai isso? Eles estão representando quem? Fazem a vontade de quem? Isto é democracia ou ditadura?


Luiz Claudio Zabatiero abasim@outlook.com

São Paulo


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POUCA VERGONHA


No Congresso, a semirreforma para um semi-sabe-se-lá-o-quê de cândida semi-honestidade. Completa e total só mesmo a perene pouca-vergonha.


A Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo


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META FISCAL


Temer prometeu diminuir o número de Ministérios. Óbvio que, em troca de apoio, isso não ocorreu. Mais uma vez, uma mentira. Não sou economista, mas entendo que isso acarretaria uma economia significativa aos cofres governamentais. Será que algum dia ainda veremos nossos políticos se tornarem menos egoístas e passarem a pensar um pouco nas pessoas que os elegeram?


Maria do Carmo Zaffalon zaffalon@uol.com.br

Bauru


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CONGRESSISTAS E AS REFORMAS


Muito oportuna a publicação do artigo do professor Modesto Carvalhosa (23/8, A2), que patrioticamente aponta os graves defeitos da repugnante “auto reforma” política que os congressistas querem impor ao Brasil.


Thiago Augustus Santiago Neves tasneves1500@gmail.com

São Paulo


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SEMIPRESIDENCIALISMO


Se forem suspensos do Congresso os políticos processados por corrupção até serem julgados e inocentados, pode até ser que dê certo. Exercício do Poder Executivo e processo por corrupção não combinam. Aliás, é o que fala a nossa Legislação.


Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo


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DEJARRANJOS


Antes de fazer um semipresidencialismo, temos de fazer uma inteira reforma política, com no máximo dez partidos!


Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo


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CONGRESSISTAS INÚTEIS


Os congressistas desejam desviar R$ 3,6 bilhões do orçamento da União para bancar as próximas eleições, proposta inconstitucional, ao se considerar que o partido é uma entidade privada. Distingue-se também a indecência da iniciativa por desviar verbas públicas dos já carentes serviços públicos de atendimento médico, segurança e educação, dentre outros. Nessa negra pintura congressual, retrata-se um corpo legislativo amoral, caro e perdulário, que está cruel e sistematicamente crucificando o presente e matando nosso futuro. Portanto, as atuais Excelências, ou melhor, coveiros da Nação, revelam-se inúteis em nos representar.


Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto


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FUNDO COMPLEXO E SOLTO


Declaram os responsáveis pela fiscalização das verbas eleitorais que ficará bastante difícil fiscalizar o emprego do Fundo Eleitoral aprovado, de R$ 3,6 bilhões, e das demais verbas que atingem por volta de R$ 4 bilhões. Além do montante absurdo, ante as dificuldades que o País atravessa, ficam bem soltos e livres os montantes nas mãos dos políticos, mesmo porque não existe uma fórmula estabelecida para a fiscalização no projeto aprovado. Tudo indica que o tema levará à apreciação do STF, onde o ministro Luís Roberto Barroso já considerou um absurdo.


José Carlos de Carvalho Carneirocarneirojc@ig.com.br

Rio Claro


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PARLAMENTARISMO


Algumas autoridades culpam o modelo de governo pelo desastre político e querem trocá-lo por outro que dê maior poder aos parlamentares (justo a quem!). Isso é uma falácia, pois qualquer sistema fracassará com políticos desonestos. É mais importante tirar as pessoas desonestas, do que trocar o sistema.


Ottfried Kelbert okelbert@outlook.com

Capão Bonito


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INDECÊNCIA


Após a indecência escandalosa dos R$ 3,6 bilhões que querem nos roubar para o absurdo e vergonhoso fundo político, para essa corja corrupta utilizar livremente, inventando seu destino para continuar nos burlando. Agora a bola da vez é acelerar a PEC de doação empresarial, para da mesma forma poderem angariar dinheiro com a desculpa de usar para as campanhas. E quem vai nomear o relator para essa falcatrua, a responsabilidade cabe ao senador Edison Lobão (PMDB-MA). Político totalmente idôneo e com um passado impecável, né não?


Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo


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ELEIÇÃO É COISA SÉRIA!


As manifestações do presidente da Câmara, Rodrigo Maia e do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, de que é mais viável estabelecer regras para doações empresariais nas campanhas eleitorais são muito sugestivas. Pelo menos leva a se discutir como adotar medidas práticas e de efetivo controle de tais doações, para evitar manobras que há muito tempo são adotadas por candidatos desonestos. E por que não entrar em discussão regras objetivas sobre a criação de partidos ou que estes não sejam frutos de iniciativas de pessoas que   levam vantagens de caráter particular. Eleição é coisa muito séria.


Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos


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REMUNERAÇÃO DOS JUÍZES


Não há dúvida de que os "auxílios" embutidos nos salários dos juízes e promotores são exagerados, fora da realidade, porém, a mim soa muito estranho esse repentino interesse de certa parte da imprensa no assunto, uma vez que isto não é de agora, vejo isso muito mais com o intuito de jogar a população contra o Judiciário. Neste momento da Lava Jato, sejamos mais críticos, por favor.


Gianflávio Garisto gianflavio.garisto@nextel.com.br

São Paulo-SP


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JANOT E GILMAR


O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que vem  protagonizando pela mídia virulentas divergências com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, protocolou na presidência do STF, informa o Estado de 22/8, duas arguições de impedimento, suspeição e incompatibilidade do ministro para julgar, entre outros, casos relacionados ao empresário Jacob Barata Filho, investigado na Operação Ponto Final da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Mendes foi padrinho de casamento da filha do empresário. Além disso, segundo o MPF, Barata Filho é sócio do cunhado do ministro. Dispõe o Código de Processo Penal, em seu art. 254: "O juiz dar-se-á por suspeito, e, se não o fizer, poderá ser recusado por qualquer das partes: I - se for amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer deles". Como seus efeitos alcançam o MPF (art. 258), é fácil concluir que nesse caso faltou capacidade a ambos para a exata compreensão do texto da lei, ou já teriam de ofício decretado a própria suspeição.


Sergio Ridel sergiosridel@yahoo.com.br

São Paulo


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DECISÃO CONTROVERSA


Segundo o ministro do STF, Gilmar Mendes, também foram soltos incriminados nos crimes na área de transporte do Rio de Janeiro porque  tinham mais de setenta anos de idade. Menores de idade têm a Fundação Casa, que tal para os idosos a “Fundação Asilo”? Dá para levar a sério a Justiça brasileira?


Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo


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LIBEROU GERAL


A atitude do ministro Gilmar Mendes soltando diversos presos envolvidos com o pagamento de propina no sistema de transporte do Rio de Janeiro está pondo em xeque não só a Operação Lava Jato, como também a própria postura do Supremo Tribunal Federal (STF).


Carlos Sulzer csulzer@terra.com.br

Santos


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INJUSTIFICÁVEL


Para justificar o injustificável, ministro libera geral para não se sentir impedido - de soltar os amigos.


Moisés Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo


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FISCALIZAÇÃO DE OBRAS


Alguém sabe o tamanho do esquelético poder técnico de estudo, projeto e fiscalização das obras e dos serviços de engenharia da Administração Pública Direta da União?


Salvador De Abreu salvadordeabreu@yahoo.com.br>

São Paulo


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CALA-TE BOCA!


Quem apostou em Lula e Dilma como sendo os maiores cometedores de gafes enquanto governo, perdeu. O senhor Michel Temer está batendo todos recordes nesse quesito. Comete uma a cada 24 horas. Algumas bem “cabeludas”, como se usa dizer: Eu, hein!


Maria Elisa Amaral luffersanto@bol.com.br

São Paulo


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TRAPALHADAS DE TEMER


De fato, os infindáveis e insolúveis problemas do País estão afetando a cabeça de Michel Temer, que anda pregando boas e nada diplomáticas peças: na viagem à Rússia, em junho, o site do Palácio do Planalto divulgou que o presidente iria à República Federativa Soviética da Rússia. Em seguida, em Oslo, Temer confundiu Noruega com Suécia. E nesta semana, na recepção oferecida ao presidente do vizinho Paraguai, trocou o nome do país por Portugal. O problema agravar-se-á quando trocar o nome do Brasil pelo de outro país.


J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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ECONOMIA SANGRANDO


Não é necessário ser um grande economista para saber que, se um governo gasta mais do que arrecada, simplesmente as contas não fecham. Não basta também o País crescer, o governo privatizar empresas e ao final do mês seu saldo fica abaixo do esperado. O governo vive pedindo sacrifício da população, que não aguenta mais pagar uma carga tributária pesadíssima sem receber nada em troca. Deveria o governo também reservar um valor para ter saldo positivo, como faz a maioria das pessoas com seus parcos salários.   Como melhorar essa economia, se toda vez que o governo precisa fazer uma reforma, votar uma PEC é obrigado a comprar o voto dos parlamentares? Essa gente se acostumou ao toma lá dá cá e nem fica vermelha ao sangrar o País.  Caberá à sociedade estar atenta a esses movimentos e cobrar das Excelências nas urnas. 


Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo


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A ORDEM É PRIVATIZAR


Não poderia ser melhor esta notícia de que o governo vai privatizar a hoje deficitária Eletrobrás, de legado petista, que tem uma dívida brutal de R$ 43,53 bilhões. E como informa o Ministério de Minas e Energia, nestes últimos 15 anos as ineficiências acumuladas na Eletrobrás tiveram um impacto negativo de R$ 250 bilhões.  Ou 57% a mais do que o déficit fiscal deste ano de R$ 159 bilhões. Vale ressaltar que nesta privatização o governo transfere o comando da empresa para o setor privado, mas continuará sócio e certamente com uma administração mais eficiente e ainda vai receber gordos dividendos anualmente.  Como acontece, por exemplo, com a mineradora Vale S.A, e outras privatizadas na gestão de FHC.  O que é ótimo para País! E o consumidor final poderá até ter um preço menor no fornecimento de energia!  E está certo Michel Temer que, em meio à maior crise econômica da nossa história, decide reduzir o tamanho do Estado, transferindo para iniciativa privada empresas públicas deficitárias, que só sobrevivem com o erário injetando recursos. Assim, como está preparando mais concessões de estradas, aeroportos, ferrovias, etc. Esta é a saída para o País melhorar sua produtividade, distribuir renda e criar mais empregos. Já que, estatais nas mãos do governo se prestam mais para sugar recursos dos contribuintes...


Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos


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A QUE PONTO CHEGAMOS


Depois da sua administração na Prefeitura de São Paulo, nada mais justo do que Fernando Haddad ser considerado o Plano B do PT. Se tivesse sido um bom prefeito, com certeza seria o Plano A. Esse é mais um indicativo de que o PT está cada vez mais ladeira abaixo junto ao eleitorado.


Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo


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DORIA E A POLÍTICA MATUSALÉM


João Doria está ficando ancião antes do tempo ao nacionalizar seu nome (...). Chama de petista quem o critica por ter abandonado a Prefeitura para percorrer o País em campanha à Presidência da República. Eu não sou petista e criei a Prefeitura Paralela de São Paulo. A cada dia ganha novos voluntários e simpatizantes. A principal razão é a desilusão das pessoas com a política matusalém. O povo está cansado do político que fala uma coisa e faz outra.


Devanir Amâncio devaniramancio@hotmail.com

São Paulo


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PROFESSORA AGREDIDA EM SC


Quando um ex-presidente prega o "nós contra eles" e a ex-presidente permite que um líder sindical ameace oposicionistas com armas em seu próprio palanque, abrem-se portas para comportamentos violentos em qualquer lugar. Com a mistura do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) com o "politicamente correto" temos a anarquia e o desrespeito como regra geral.


André Luis Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas


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CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR


Gostaria de provocar o Código do Consumidor quanto à questão dos distratos feitos no ramo imobiliário no Brasil, que estão levando as construtoras a situações jamais imaginadas. Quando fechamos uma venda de imóvel, há que assinar um documento irretratável e irrevogável, que não é respeitado o termo acima. A insegurança jurídica e a premiação do irresponsável que assina tal documento com a devolução cria um ambiente tóxico. Está mais do que na hora de se fazer respeitar os contratos, pois em outros países o consumidor perde tudo. Por essa é que prefiro investir em construção em outros países que ofereçam mais segurança jurídica. Conclamo a todos do ramo a se unir em torno de uma legislação mais clara e punitiva para aqueles que deixem de cumprir os contratos. Não é possível continuar nesse limbo, é preciso uma medida enérgica contra a quebra unilateral de contratos.


Luiz Henrique Chaves Davila  luiz_davila@hotmail.com

São Paulo

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