Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

25 Agosto 2017 | 03h00

NAUFRÁGIOS

Transporte clandestino

Em razão da inércia e da incapacidade de nossas autoridades em fiscalizar o transporte de passageiros no País, mais um barco afundou no Rio Xingu este ano no Pará – e outro naufrágio aconteceu esta semana, em Salvador. Dezenas de pessoas morreram e outras tantas estão desaparecidas. No Pará, de acordo com o Comando do 4.º Distrito Naval da Marinha, aconteceram no ano passado 22 naufrágios naquela região. Em 2017, até agora, foram 7 acidentes. Esse trecho do Xingu onde houve o naufrágio desta semana é conhecido por fortes correntezas, e a profundidade do rio ali é de 30 metros. Vejam, prezados leitores, 22 naufrágios em 2016, 7 este ano, e nada – absolutamente nada – parece que foi feito para impedir que este maldito transporte clandestino continue. Será que só com a morte de algum figurão da política nacional alguém tomará providências?

ARNALDO DE ALMEIDA DOTOLI

arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

REFORMA POLÍTICA

Fundão excluído

Vitória dos cidadãos: a maioria dos deputados (441 votos e 1 abstenção) não teve coragem de apresentar a conta de R$ 3,6 bilhões para financiar com dinheiro público as eleições de 2018!

HARALD HELLMUTH

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

Primeira reação

O professor Modesto Carvalhosa, no artigo O poder é do eleitor, e não do eleito (23/8, A2), faz necessária e abalizada crítica à reforma política em discussão no Congresso. De fato, numa genuína democracia é inaceitável que o regime de representação seja alterado pelos representantes em benefício próprio e absoluto detrimento do representado. E, pior, sem que o titular da soberania, o povo, seja antes consultado. Na aflitiva crise econômica que o País vive, depois de tantos escândalos de corrupção que vieram a lume, chega a estupefazer a insensibilidade do mundo político. Mas esta é só uma primeira reação. Antes que rebentassem as gigantescas manifestações de rua em 2013 também havia certa pasmaceira no ar...

TONICO RAMOS

tonicoramos@globo.com

São Paulo

Modesto Carvalhosa propõe uma questão tão oportuna quanto desafiadora: o sistema de votação, fundamento da democracia, deve ser decidido por quem vota ou por quem é votado? Quando o artigo 14 da Constituição se refere à soberania popular a ser exercida, entre outros meios, pelo voto e pelo plebiscito, não há dúvida de que cuida de um poder indelegável, que não pode ser exercido por representantes. Se para a alteração do regime presidencialista e introdução do parlamentarismo foram necessários dois plebiscitos, parece forte o precedente de que as alterações substanciais do modelo político não podem ser feitas sem o exercício direto da soberania popular. Mais grave: o artigo de Carvalhosa leva a uma reflexão sobre o conflito entre representantes e representados. Deputados e senadores, por motivos óbvios, estão interessados em se reelegerem e, para isso, em desenharem o modelo político que facilite esse objetivo. A população, asfixiada, quer renovação. Na solução desse evidente conflito de interesses, o procurador não pode votar pelo representado.

CELSO C. MORI

celsomori@uol.com.br

São Paulo

LULA E RENAN

Triste cena

Lula da Silva, em caravana pelo Nordeste, chegou às Alagoas e foi recebido festivamente por Renan Calheiros, com quem trocou desvairados elogios. Lula parece vir pela esquerda, meio trôpego, enquanto Renan dá a impressão de que vem cambaleando pela direita. Mas, ao invés de se encontrarem e se abraçarem como velhos amigos no centro, vagam numa zona contaminada pelas piores intenções, munidos unicamente de interesses torpes. Quem viu essa triste cena viu também um exemplo cristalino do pior tipo de política que se pode praticar no Brasil.

FÁBIO AULÍSIO

faulisio@hotmail.com

São Paulo

Mais uma vez a politicagem brasileira demonstra não ter limites para a baixeza. O senador peemedebista Renan Calheiros, em clara manobra oportunista, rasteira e despudorada, visando à sua reeleição em 2018, sobe no palanque ao lado de Lula, desfia elogios ao ex-presidente e critica o atual governo, de quem era aliado. Renan e Lula têm duas coisas fundamentais em comum: ambos são réus na Lava Jato por diversos crimes e ambos têm avidez desenfreada pelo poder. Fazem perfeitamente jus à máxima de que os fins justificam os meios. Cabe à sociedade dar a devida resposta a este triste espetáculo em 2018.

LUCIANO HARARY

lharary@hotmail.com

São Paulo

Sem vergonha

Tomara que o eleitor mais atento perceba o absurdo que a confraria entre Lula e Renan pode significar. Tendo em vista o passado recente destes senhores, o mínimo que poderiam fazer seria se sentirem envergonhados. Sabem quando?

MARIA ELISA AMARAL

marilisa.amaral@bol.com.br

São Paulo

Campanha ilegal

A Justiça Eleitoral está fazendo vista grossa permitindo que a caravana de Lula prossiga em campanha antecipada, quando sabemos que a lei proíbe essa prática. Não se sabe por que os tribunais, com exceção de Curitiba, tanto protegem o petista.

SERGIO LAURITO

svlaurito@gmail.com

São Carlos

CRISE NA VENEZUELA

Denúncias da procuradora

De passagem por Brasília, onde se encontrou com autoridades do Judiciário e da Unasul, a ex-procuradora-geral da Venezuela Luisa Ortega sentiu-se suficientemente segura para denunciar a perseguição promovida pelo governo de Nicolás Maduro contra si e contra outros dissidentes chavistas, e acusou o governo e seus aliados políticos de integrarem um esquema de corrupção que envolve propinas milionárias pagas por várias empresas, inclusive pela Odebrecht. Entre outros absurdos, Luisa Ortega afirmou que Maduro mantém uma empresa em nome de terceiros que lucra com a venda de cestas básicas na Venezuela, enquanto seu povo hoje disputa com os cachorros alimentos deixados em sacos de lixo nas ruas de Caracas. Situação inaceitável, que só veio à tona graças à confiança depositada em Michel Temer. Estivesse o PT no governo, a procuradora teria sido presa e devolvida a Maduro, assim como Lula fez com os boxeadores cubanos entregues a Fidel.

PAULO R. KHERLAKIAN

paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

FINANCIAMENTO ELEITORAL

 

Não sei por que os congressistas cismam de cafetinar o País. Recebem mensalmente para arcar com suas despesas entre salários e outras rubricas algo em torno de R$ 150 mil por mês. Será que não podem economizar algo em torno de 20% do que ganham, para autofinanciar suas campanhas? E as propinas que recebem? Então acho totalmente desnecessário que tanto empresas como o governo deem qualquer tipo de verba para esses parasitas e cafetões da pátria.

 

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

São Paulo

 

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ELEIÇÃO

 

O ministro Gilmar Mendes diz que é necessário buscar recursos para financiar as eleições. As mordomias políticas são absurdamente surreais neste país, e o correto e honesto seria cortar todo e qualquer privilégio, dar um salário médio nacional e quem quiser concorrer que use recursos próprios, pois só concorre quem quer. Ninguém é obrigado a ser político. Se você quer abrir uma empresa, você se vira para arrumar recursos; se você quer ser político, se vire para bancar sua eleição. Creio que é um passo inicial para termos políticos bem intencionados, honestos e que honrem o Brasil e não nos envergonhe perante o mundo, como acontece atualmente. Nem vou mencionar a roubalheira descarada, pois isso não tem nomenclatura publicável.

 

Márcia Rossi Soares marciarossi1@hotmail.com

São Paulo

 

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FINANCIAMENTO ELEITORAL

 

Rodrigo Maia e Gilmar Mendes defendem a volta da doação empresarial nas eleições. A aprovação dos Três Poderes não para de cair, mas a do Judiciário assusta. 1) quem indica e quem escolhe os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) são os que serão (?) julgados no futuro século; 2) o mesmo ministro atua no STF e é presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)?; 3) quem vê o canal 6, TV Justiça entende por que os processos não são julgados e mofam: as Excelências falam durante horas entre elas, parece mais um programa de auditório. Na mídia só se veem  críticas ao Gilmar.

 

Mário A.Dente eticototal@gmail.com

São Paulo

 

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O PODER É DO ELEITOR, E NÃO DO ELEITO

 

Excelente artigo de Modesto Carvalhosa sobre o poder do eleitor.

Depois de ouvir repetidamente no Fórum da Reforma Política, que nossos parlamentares pensam primordialmente na reeleição e, no encerramento, o presidente da Câmara nos dizer que entenderam claramente a vontade do eleitor, que é não dar dinheiro, que não espontâneo, para as campanhas e, sendo assim tomariam o dinheiro, à revelia do eleitorado, via legislação de última hora, resta apenas uma certeza: quem não nos representa, não tem legitimidade para decidir as regras eleitorais. Quanto mais ousarem definir os novos regimes de governo, já debatidos em plebiscitos anteriores. Aqueles senhores perderam a noção do papel que têm na vida do País. Resta-lhes a resignação de terminar seus mandatos. Só um plebiscito poderia legitimar tais mudanças, como bem disse o professor. Vou além. É hora de discutirmos o conceito dos padrões e as normas únicas nacionais. Diante de tantas dúvidas sobre o melhor modelo de representação, que tal lançar um plebiscito perguntando ao eleitor se quer continuar obedecendo Brasília ou prefere que essas decisões e tantas outras desçam à esfera estadual, onde, cada um busque as fórmulas que melhor entenderem? A diversidade de modelos nos ajudará a comparar e observar aqueles que venham a trazer melhores resultados. Além disso, quanto mais próximas do cidadão estiverem as discussões, maior será a legitimidade das decisões.

 

Diogo da Luz diogo@diogodaluz.com.br

São Paulo

 

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CARVALHOSA

 

Os parlamentares não leram nem o artigo 1.° da Constituição, que estabelece que todo o poder emana do povo. Enfim alguém lembrou que o povo deve ser ouvido nesse debate sobre a alteração do direito político mais fundamental, que é o exercício do voto. Não podem os políticos unilateralmente alterar a forma como nós os elegemos, isso é legislar em causa própria. Pela importância da matéria eleitoral, que é a base para toda a representação política, o povo deve ser consultado. Mais uma vez, muito obrigado Carvalhosa. Espero que esse clamor popular pelo plebiscito chegue ao STF.

 

Luiz Fernando Kuyven kuyven@hotmail.com

São Paulo

 

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‘O PODER É DO ELEITOR’

 

Sobre o republicano, e inspirador, artigo “O poder é do eleitor, e não do eleito”, de autoria do Dr. Modesto Carvalhosa, por força do art. 49, XV, da Constituição Federal, que elenca as matérias de competência exclusiva do Congresso Nacional, dependeríamos, nós, o povo, de que o Congresso Nacional convocasse plebiscito. Num Estado Democrático de Direito saudável, os eleitores confiariam nos eleitos, efetivamente seriam representados, e seria natural que, no mínimo, 1/3 dos deputados federais, ou seja, 171 deputados federais, ou que, no mínimo, 1/3 dos senadores, isto é, 27 senadores, propusessem, em tempo hábil, a convocação de plebiscito, conforme exige a regra legal (art. 3, da Lei 9.709/98), possibilitando a aprovação do ato convocatório. Nesse cenário, de democracia saudável, quando fosse aprovado o ato convocatório, nós, o povo, aguardaríamos a Justiça Eleitoral, a quem caberia fixar data da consulta popular, tornar pública a cédula respectiva, expedir instruções para a realização do plebiscito e assegurar a gratuidade nos meios de comunicação para divulgação das posições sobre o objeto do plebiscito. Hoje não vivemos nesse Estado Democrático de Direito saudável. Evidência disso é o aumento de atos atentatórios aos fundamentos do Estado Democrático de Direito, como a PEC que pretende reformar o sistema de representação e inovar no sistema de financiamento das pessoas jurídicas de direito privado, que são os partidos políticos. A sociedade civil, que não está organizada e mobilizada, deveria combater essa forma de terror que busca destruir os fundamentos do Estado Democrático de Direito, e que mira exatamente no coração da democracia, na soberania do povo de escolher o sistema de representação e eventual nova fonte de financiamento aos partidos políticos. O poder da sociedade civil desorganizada não será suficiente para reequilibrar esse combate. Desejo, espero e atuo para que surjam as fagulhas necessárias para despertar o espírito cívico, capaz de reunir e organizar o povo nas ruas e nas redes, a fim de combater o terrorismo que atentam contra nós, o povo. Um cidadão, advogado, de 85 anos, nos dá o exemplo e a direção a seguir. Devemos agir. Caso o Congresso Nacional aprove PEC que contrarie a Constituição Federal, e se o presidente da República a sancionar e promulgar, intuo que, entidade de classe de âmbito nacional, uma das legitimadas pelo art. 103 da Constituição Federal, proponha ação direta de inconstitucionalidade junto ao Supremo Tribunal Federal. Nós, o povo, precisamos aprimorar o exercício da cidadania, outro fundamento do Estado Democrático de Direito, para que no futuro não nos encontremos reféns dos eleitos. A gravidade da situação da nossa democracia exige a participação de todos nós.  É fundamental reafirmar que, nós, o povo, queremos ver nosso direito humano, ao livre acesso às funções públicas do País, independente de filiação partidária, respeitado. Dependeremos, uma vez mais, do Supremo Tribunal Federal. E, em 2018, precisaremos acreditar e atuar para que seja eleito o maior número de deputados federais e senadores, íntegros e capazes, preferencialmente não filiados a partidos políticos, que possam formar a base necessária para o próximo presidente da República, um candidato não filiado a partido político, um independente.

 

Luiz Paulo Ferreira Pinto Fazzio luizpaulo@fazzioadv.com

São Paulo

 

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A IDEIA ESTÁ CORRETA, MAS...

 

Muito bom o artigo do Professor Modesto Carvalhosa no “Estadão” de ontem (A2). Aponta diretamente o “golpe” que a classe política está tentando dar na população, para se perpetuar no poder. Reforma constitucional deve ser feita por meio de plebiscito, onde todos os eleitores podem se manifestar, e não apenas os “interessados”, isto é, a classe política. Mais do que isso, estão querendo alterar a maneira de votar e eleger nossos representantes, já prevendo nova reforma para 2022. Na verdade, estão tentando se livrar das investigações em andamento usando o foro privilegiado. Depois, nova reforma, para manter o status quo. O professor somente se esqueceu de nomear quem segue adiante com o pedido ao Supremo, para que evite mais esta excrecência.

 

Geraldo Roberto Banaskiwitz geraldo.banas@gmail.com

São Paulo

 

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BARATA VOA

 

O ministro do STF, Gilmar Mendes, há muito tempo vem fazendo a "barata voar" com o Brasil. Suas muitas interpretações, em relação a decisões que vêm libertando criminosos mais do que enrolados, mostram que ele não se preocupa mesmo com a opinião pública. Nem com as provas incontestes, as delações, as denúncias sérias, menos ainda com o batom na cueca que mostra o quão complicados estão os acusados que ele manda de volta para casa. A soltura do empresário Jacob Barata e de outros cúmplices acusados pelo envolvimento em esquema de corrupção, evasão de divisas, participação em organização criminosa, etc. deixa claro que ele tem certeza de que é o “criador”.

 

João Direnna joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)

 

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APOLOGIA À IMPUNIDADE

 

Com as recentes decisões do “pseudo-ministro” do STF, Gilmar Mendes, em conceder habeas corpus a condenados em segunda instância, o mesmo oficializou a impunidade no País, com a chancela do STF! O pseudo-ministro criou uma original forma de esvaziar os presídios brasileiros, sem delongas ou mimimi por parte do restante do STF! Se os outros ministros do STF se calam, presumo que concordam com essa barbaridade jurídica! Para que se presta o Poder Judiciário, se a impunidade impera dentro do próprio STF? É uma vergonha!

 

Lauro Fujihara laurofujihara@gmail.com

Araçatuba

 

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QUER APARECER, MINISTRO?

 

Alguém em sã consciência, já parou para pensar, analisar e concluir qual é a real intenção do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, mediante suas atitudes intempestivas, contrariando as determinações e decisões tomadas pelo juiz Sergio Moro referentes à Operação Lava Jato? Eu me proponho a responder: "seria para sua autoestima"? ou "renovação de seu ego"? ou "demostrar poder"? Ou talvez a melhor definição, conclusão e resposta seriam as três juntas?

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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PAVÃO OU ESPANADOR

 

Passa da hora da leniente ministra Carmen Lúcia, sem salamaleques e rodeios, convocar seu colega Gilmar Mendes para dizer-lhe, com a autoridade que se espera da presidente do STF: “Menos, Gilmar, menos! Saiba que o pavão de hoje é o espanador de amanhã! Sua tendenciosidade está desacreditando ainda mais o Tribunal que eu presido!” A população já sabe aquilo que o fantasioso e corporativista do STF finge não saber, ou seja, que Gilmar Mendes está na contramão da história e dos anseios do Brasil.

 

Túllio Marco Soares Carvalho tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

São Paulo

 

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INFUNDADOS HABEAS CORPUS

 

Um bom apelido para Gilmar Mendes: ‘ministro purgante solta tudo”, sobre as infundadas concessões de  habeas  corpus.

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo,

 

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LIÇÃO

 

Temer aprendeu a lição está agindo exatamente igual ao mestre Lula. Ambos são culpados e merecem punição, serão punidos. A única diferença é que um difama o juiz, Sérgio Moro, e o outro o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot.

 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

 

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VICE DE LULLA PARA 2018!

 

O PT cogita indicar Josué Gomes da Silva, filho de José de Alencar, para vice-presidente de Lulla em 2018, provavelmente para aplacar o medo do mercado para uma provável volta do PT ao poder. Mas será que um vice "capitalista" apaga a corrupção endêmica do partido nos últimos treze anos? Só destruindo satélites. Proibindo o Google de operar no Brasil, a exemplo da China. Retirar do ar as redes sociais e calar a imprensa, como Lulla mesmo afirmou que fará caso seja reeleito. Mas já que a imprensa livre divulga diariamente tudo o que a Lava Jato vem descobrindo, a bandalheira provocada pelo “lulodilmismo” cairá no esquecimento, só por cima do cadáver de pelo menos 200 milhões de brasileiros. 

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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INÉRCIA

 

Gleisi delatada. É incrível como chegamos a um ponto, falando da política brasileira, da total indiferença. Com um Gilmar Mendes remando contra, soltando presos adoidado, tudo não passa de uma farsa, onde o cidadão continua inerte e espoliado.

 

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

 

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CANDIDATO À PRESIDÊNCIA

 

O Brasil tem tanta corrupção e corruptos que agora tem um legítimo representante candidato à presidência, o Lula.

 

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

 

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QUE GOVERNANÇA?

 

Há alguns meses, a Petrobrás anunciou mais uma mudança de planos sobre o destino da sempre mal administrada BR Distribuidora. Sob a alegação de que a BR estava sob um novo (e certamente maravilhoso) modelo de governança, ao invés de vender o seu controle para a iniciativa privada, como o que deve ocorrer com a Eletrobrás e como havia sido anunciado em 2016, a Petrobrás agora planeja vender apenas uma pequena parte das ações em bolsa. Mas... surpresa! Eis que a empresa anunciou nesta semana que seu diretor de governança (ou seja, o cara que deveria se certificar que todos andam na linha) foi afastado por envolvimento em tratativas com claro conflito de interesse. Fala sério! Governança? Que governança? Vende essa porcaria!

 

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

 

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FOGUEIRA DA GANÂNCIA

 

Quando se pensa em privatização, logo pensamos que o país se livrará de um bando de vagabundos e ainda botará um dinheiro a mais em seu orçamento. Infelizmente, isso não é verdade, porque esse dinheiro será jogado numa grande fogueira, onde se assarão as sardinhas da corrupção. Haverá uma luta infernal pelos nossos ladrões oficiais, que comerão até não sobrar nem as escamas. Refiro-me desde a manobristas e engraxates, aos chefes de gabinetes, políticos e governos.  Enquanto isso, o povo continuará lutando por um miserável salário, esperando Justiça e que o governo cumpra suas reais obrigações: oferecer um serviço adequado nas áreas de segurança, saúde e educação.

 

Wilson Matiotta Loluvies loluvies@gmail.com

São Paulo

 

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GILMAR MENDES

 

O cara está resolvendo o problema carcerário, está soltando todos os "amigos" presos. Será que Moro não encontra algum casinho para também prender esse senhor do STF?

 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

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UM DIA A CASA CAI

 

Nossos ministros devem atentar para o fato de estar rolando volumes absurdos de dinheiro. Como todos os dias ficamos sabendo de pessoas graduadas que se vendem, temos o direito de pensar que essa grana toda poderia amolecer consciências e gerar sentenças inesperadas. Como se sabe, todo mundo é incorruptível, até o dia que aparece uma oferta irrecusável. A turma-chave da Lava Jato está desfrutando das delícias de suas mansões cinematográficas, após um leve puxão de orelhas. Assim roubar passa ser uma meta dos corruptores e corruptos, pois o castigo é simbólico e passageiro. Cuidado, porque o povo passou a enxergar melhor e um dia a casa cai sem britadeiras, apenas com um vento moderado de moralidade.

 

Geraldo de Paula e Silva geraldo-paula2015@bol.com.br

Teresópolis

 

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SOLTANDO TODOS

 

O ministro Gilmar Mendes está se tornando prodigalíssimo em soltar investigados presos por roubos e corrupções das mais variadas.  Todo dia aparece uma notícia desta na imprensa...

 

Paulo Sérgio Pecchio Gonçalves ppecchio@terra.com.br 

São Paulo

 

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DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS

 

Para os inimigos, a lei; para os amigos, tudo. Basta ver a boiada que foi solta pelo ministro.

 

Moisés Goldstein

São Paulo

 

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COLLOR SERENO

 

Recebimento de denúncia não significa condenação. Vale destacar que o STF rejeitou a denúncia de 5 dos 8 crimes imputados. Collor permanece sereno e confiante ante a “Justiça”.

 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

 

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VELHOS PARTIDOS, NOVOS NOMES

 

A maioria dos partidos envolvido em falcatruas, corrupção, etc. se apressa em trocar de nome, para engambelar os eleitores.

 

Claudio  Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

 

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LULA E O "ONORIS CAUZA"

 

Parabéns a Lula pelo título "Onoris Cauza". Ele merece!

 

Milton Córdova Júnior milton.cordova@gmail.com

Vicente Pires (DF)

 

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FILÉ NA MESA DO POBRE

 

Lula disse que a elite está nervosa porque ele levou filé à mesa do pobre. O que Lula quer que as pessoas saibam é que ele levou filé à mesa dos Joesley. Vindo de Lula pode se esperar tudo, pois é um descarado.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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O SANEAMENTO E O FUTURO

 

É muito oportuno o projeto do senador José Serra para criação de um regime especial para o desenvolvimento do saneamento básico (Estadão, 24/8, A2). O avanço pífio que observamos nos últimos anos nessa área de infraestrutura é a maior vergonha nacional. Metas e políticas mais ambiciosas para o setor são fundamentais para o resgate da saúde pública, do meio ambiente e da dignidade do País.

 

BRUNO ALVES brunoapg@gmail.com

São Paulo

 

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PSDB X JOVENS

 

Qual o maior pecado que o PSDB cometeu nos últimos 15 anos? Não deixou emergirem novos líderes!  Deu no que deu! Aprenderam a lição? Que nada! O PSDB só gosta de jovens, se for para servir aos propósitos dos antigos membros! Assim não dá, minha gente!

 

Sandra Maria Gonçalves sandgon@terra.com.br

São Paulo

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PSDB ESTRESSADO

 

Não sei por que tanto carnaval por parte dos membros do PSDB, que se irritaram com o presidente do partido Tasso Jereissati, pelo conteúdo apresentado na propaganda do partido em cadeia de Rádio e TV. Em minha opinião foi o melhor que vi até aqui! Sem a presença de políticos filiados, que infelizmente vendem somente demagogia. Também, assume o partido que o atual sistema político está falido, definindo o modelo atual como “presidencialismo de cooptação”! Ou do toma lá da cá... Assumem que o modelo de governo ideal para o País seria o Parlamentarista!  Em momento algum criticou o governo Temer.   Na realidade, neste programa apresentado com coragem incomum entre os partidos, o PSDB se colocou como parte desta esculhambação política!  E estes que agora querem a cabeça de Jereissati são os que gostariam de ver no programa que o PSDB é a salvação do Brasil?! E que nenhum de seus membros está envolvido em atos de corrupção?! O povo não é idiota! A única alternativa da tucanada, se quiserem chegar novamente ao poder desta Republica, é pelo lado da verdade, expondo seus erros, virtudes e com um programa de governo compatível com as prioridades da Nação. 

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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CAINDO NO BURACO

 

Pelo andar da carruagem de Alkmin, ele vai cair num buracão (desses que o Doria deixou em São Paulo), logo mais à frente. Desta vez o PSDB provavelmente não deverá trombar com um poste.

 

Ulysses Fernandes Nunes Jr Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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