Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

28 Agosto 2017 | 03h00

REFORMA POLÍTICA

Estrovenga

O notório deputado Vicente Cândido (PT-SP), relator da reforma política na Câmara, não se cansa de apresentar uma ideia esdrúxula após a outra. Depois de lançar a “emenda Lula” e da proposta frustrada do fundo de R$ 3,6 bilhões, acaba de propor a realização de bingos e sorteios para que partidos arrecadem recursos para custear as campanhas eleitorais. Qual será sua próxima estrovenga?J. S. DECOL

decoljs@gmail.com

São Paulo

Como financiar a eleição?

Nem fundão nem financiamento de empresas. O dinheiro para ambos sai do mesmo bolso – o nosso. A diferença é que, no segundo caso, o processo é triangular. Como sempre, as empresas vão superfaturar obras. A única solução é o barateamento das campanhas. Foi para isso que o STF proibiu o financiamento por empresas. O cinismo dos políticos não termina. Aonde querem chegar? Arrancar o nosso dinheiro até chegarmos a 100% de desemprego?

SHIRLEY SCHREIER

schreier@iq.usp.br

São Paulo

No jogo democrático

Jânio Quadros já dizia que no Brasil partidos políticos são garrafas vazias – assunto de que ele entendia. Pois tomemos a situação de hoje. Em nenhum momento os partidos demonstram disposição para se servir com fundos próprios. Ou querem tomar dinheiro público para fazer campanhas ou de empresas privadas. Isso é líquido e certo. Jamais mencionam a possibilidade de assumirem a conta da mordomia eleitoral que só a eles serve e embriaga. O contribuinte está às tampas. Agora, suas excelências congressistas urdem promover bingos e rifas para cacifar seu jogo viciado no cassino das urnas eletrônicas. Não caberá espanto se na roleta das artimanhas apostarem na legalização do jogo como via de tributação exclusiva para financiamento das campanhas. Para o que, embaralhando-se ao esquema, as empresas de fachada das máfias internacionais estariam prontas para contribuir. Neste jogo de pinga-fogo enfiado goela abaixo do cidadão, a ressaca é inevitável.

JOSÉ ROBERTO SANT’ANA

jrsantana10@gmail.com

Rio Claro

Doação de empresas

Para o ministro Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que participou do evento Fórum Estadão – Reforma Política em Debate, a rejeição ao fundo público eleitoral reforça a tese da volta das doações empresariais. Por essa e por outras, lembrando o rei Juan Carlos, da Espanha, ministro, ¿Por qué no te callas?

ANTÔNIO JÁCOMO FELIPUCCI

annafelipucci@hotmail.com

Batatais

Sem desvios

A participação empresarial no financiamento eleitoral pode ser aceita, mas só se a empresa tiver de contribuir diretamente ao fundo eleitoral, em uma conta bancária, com a devida identificação do doador. E o TSE distribuiria os valores.

MARCO PUBLIO NUNES MARTINI

marcopmartini@gmail.com

São Paulo

Sugestão: todo aquele que doar recursos para candidato e/ou partido deve reservar 75% do valor da doação e entregá-lo a entidades que cuidam da saúde e da educação públicas. E instituições e candidatos devem ser identificados publicamente.

SEVERINO JOSÉ DA SILVA

silva.pretti@gmail.com

São Paulo

O fim das coligações?

No texto aprovado na semana passada na comissão de reforma política da Câmara, as coligações partidárias só mudaram de nome: agora serão federação e subfederação, desde que tenham programas comuns (sic). Aprimorar nossa representatividade, nada. Não tem fim o baú de boçalidade de nossos políticos.

HONYLDO R. PEREIRA PINTO

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

Tentativa

Os partidos políticos, mais perdidos do que cego em tiroteio, resolveram agora mudar de nome (por exemplo: Patriotas, MDB, Livres, Democracia Cristã e Avante), talvez na esperança de que o povo os esqueça. Mas isso não vai acontecer.

LUÍS FERNANDO AMARAL

luffersanto@bol.com.br

Laguna (SC)

Descrentes

Este seria o momento para o Congresso Nacional promover, realmente, uma ampla reforma política. Ninguém mais acredita nos integrantes das duas Casas, por muitos deles estarem envolvidos em tanta sujeira. Mas o que vemos não é bem isso. Estão tratando apenas de uma reforma pontual, com vistas às próximas eleições, para que tenham mais condições de se reelegerem. É uma vergonha!

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

As mudanças propostas nessa reforma parecem panaceia para todos os nossos males, mas são pura hipocrisia de quem as propõe e de quem as aceita. Qualquer que seja o modelo de representação adotado, enquanto não tivermos consciência de nossa força, o governo será sempre um castelo para a escória.

RENATO OTTO ORTLEPP

renatotto@hotmail.com

São Paulo

Era da promiscuidade

Desde o tempo do petismo estamos na era da promiscuidade do poder.

ALICE A. CÂMARA DE PAULA

alicearruda@gmail.com

São Paulo

Apenas retórica

Diante da maior crise econômica, social, moral e política que o País já atravessou, como cidadãos, vemos poucas ações concretas para superar o problema, mas observo algumas manifestações de autoridades que até parecem alvissareiras, mas no fundo são apenas falácias, frases de retórica destinadas a causar impacto e nada mais. Por exemplo, a ministra Cármen Lúcia, em evento em São Paulo: “Não quero me mudar do Brasil, quero mudar o Brasil”. Do ministro do STF Luis Roberto Barroso: “Um desaforo” (sobre a criação do fundo público de R$ 3,6 bilhões para financiamento eleitoral). E daí? O que muda? Nada! Do procurador-geral da República, Rodrigo Janot: “Enquanto houver bambu, lá vai flecha” (sobre o final de seu mandato). Impactante... Mas flechas teleguiadas, com alvo estrategicamente escolhido? Menos flechas, senhor; mais celeridade e foco correto.

SILVESTRE LEVI SAMPAIO

silvestrelevi@ymail.com

São Paulo

 

PRIVATIZAÇÃO GERAL JÁ!


O Brasil está tendo uma oportunidade única neste momento de transformar a crise política e econômica numa virada de página histórica! Como se sabe, temos mais de 150 estatais que se transformaram em moeda de escambo para negociatas políticas há muitas décadas. A meritocracia como norma para bem administrar essas empresas foi para a gaveta e o que ficou valendo na hora de distribuir cargos de relevância nas estatais foi o famoso QI ou quem indica.  Disso resultou a falência técnica, econômica e administrativa dessas empresas, que se transformaram num peso imenso para os cofres do Estado, porque são ineficientes e onerosas. As estatais caíram nas mãos dos partidos políticos que distribuem cargos com o mesmo comprometimento daqueles que forneciam penduricalhos aos índios. Agora Temer tem a chance de reverter essa situação, privatizando as estatais e ele tem duas motivações para isso: trazer de volta a eficiência e a rentabilidade no trato da coisa pública por meio de quadros técnicos gabaritados. Certamente essa ideia está levando os da esquerda e os políticos em geral, viciados na prática do escambo, ao estado de “delirium tremes”, afinal, estão tirando deles o toma lá, dá cá que transformou nossa política em uma latrina.  Se estão detestando a ideia, significa que esta será uma excelente solução para o Brasil e para os brasileiros.


Mara Montezuma Assaf  montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo


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OS GRILHÕES QUE NOS FORJARAM


Na terça-feira (21/8) as ações da Eletrobrás subiram 50%. É o efeito da perspectiva de o governo parar de intervir prejudicando a empresa. Intervencionismo governamental reduz receitas, aumenta despesas, incha a máquina, gera gastos desnecessários e entrega a administração na mão das pessoas erradas, que adotam estratégias equivocadas. Sem falar na corrupção. Lula e Dilma são apenas os pais honorários da crise em que o PT e seus aliados meteram o Brasil. Os pais efetivos da crise em que vivemos são o intervencionismo e a corrupção. E os avós são a ideologia do PT e a ganância fisiológica de nossos políticos. O que aconteceu com a Eletrobrás é apenas um sinal do quanto o País pode melhorar, se conseguirmos nos livrar dos grilhões que nos forjaram.


Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo


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EMPRESAS FALIDAS


Minha opinião sincera sobre a privatização da Eletrobrás e a alta da Bolsa. Pura roubalheira e muito bem engendrada. Quem é o otário que vai compra-la? O mesmo raciocínio se aplica à Petrobrás. Onde estão a CVM, BC, MF que não vêm esta manipulação? Duas empresas falidas que, com certeza, serão compradas com empréstimo do BNDES.


Paulo Henrique Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro


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MARKETING POLÍTICO


Sinto cheiro de marketing político nessa história de privatizar Eletrobrás, Casa da Moeda, Aeroportos, etc. Nada disso pode ser feito a "toque de caixa". Acho que são apenas discursos dispersos.


Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo


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ELETROBRÁS


Só o anúncio da privatização do controle da Eletrobrás fez com que o valor de suas ações tivesse uma expressiva alta.   Isso vem demonstrar, uma vez mais, que ao Estado cabe apenas fiscalizar as empresas, mas não dirigi-las. Sempre foi um mau administrador e as empresas acabam sendo usadas politicamente como cabide de empregos para acolher os apaniguados do governo e/ou para praticar a corrupção.


Carlos Eduardo Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo


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EMPRESA MAIS LUCRATIVA


Além de não ser mais competitiva, a Eletrobrás, como outras estatais privatizadas, serve de apoio para políticos e para sindicalistas, especialmente do lulopetismo, circunstância que a torna pouco rendosa e com menor capacidade de competição. Eis que a tendência do mundo contemporâneo é que as grandes empresas estatais passem para a iniciativa privada, onde os cabides de emprego e os acertos dos mandantes do Estado não ocorrem. A exemplo temos já a Vale do Rio Doce e a Companhia Siderúrgica Nacional, esta última sofria de deficiências ou déficits constantes, o que não mais ocorreu após a privatização, sendo, na atualidade, uma empresa lucrativa. Além disso, existem outras empresas estatais que, se doadas à iniciativa privada, ainda seria bom negócio, porque ficariam eliminadas as boquinhas e os acertos prejudiciais ao erário público. Assim, o governo Temer está buscando o caminho certo e está em correndo atrás do tempo perdido!


José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro


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CRISE E AÇÃO


Finalmente! Foi preciso uma crise do tamanho da atual para que os governantes começassem a falar em privatização sem serem apedrejados pela oposição autointitulada “nacionalista”. Estes mesmos que levaram as empresas estatais à beira da falência e que dilapidaram os seus fundos de pensão não terão moral para se insurgir contra essa ideia, cientes de que agora o povo percebeu que as empresas pertenciam mesmo  ao grupo que delas se serviu a não mais poder. Perdeu-se no passado a oportunidade de vendê-las a um valor muito maior, mas ainda assim será bom para o País.


Níveo Aurélio Villa niveoavilla@terra.com.br

Atibaia


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FALSA ILUSÃO PETISTA


“Sem condições de reverter o estrago feito do governo Dilma", este comentário publicado na Coluna da Sônia Racy, no Direto da Fonte, sobre a privatização da Eletrobrás, merecia manchete de primeira página, porque sepulta irreversivelmente a falsa ilusão criada pela administração petista.


Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)


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POR QUE NÃO TE CALAS?


A notícia de que o governo Temer resolveu privatizar a Eletrobrás animou investidores e consumidores - fazendo as ações da empresa dispararem em 40% - com a possibilidade de uma redução real nas contas de luz, além de acabar com um gigantesco cabide de emprego em que foi transformada a empresa nas duas últimas gestões petistas, quando o critério de escolha de seus quadros se dava pela amizade, lealdade ao partido, etc. e nunca pela meritocracia, registrando seguidos prejuízos da ordem R$ 250 bilhões nos últimos anos. Após a divulgação da notícia pelo Ministério de Minas e Energia, a ex-presidente Dilma Rousseff fez duras críticas à proposta de privatizar a Eletrobrás e disse que a medida pode ameaçar o suprimento de energia elétrica do País, resultando em “uma conta de luz estratosférica”, deixando o País sujeito aos apagões. Em 2012, quando já era presidente, Dilma conduziu uma mudança desastrosa na estatal em nome do populismo, com o objetivo de reduzir à força as tarifas de eletricidade para ficar bem na fita aumentando sua popularidade! Resultado? Perdas bilionárias para a Eletrobrás. Por que não te calas, Dilma?


Paulo Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo


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A (FALTA DE) ÉTICA E A DECEPÇÃO DO POVO


Nunca antes este país – como diz um certo político – viveu uma crise moral, econômica e ética como a de hoje. O prestígio da classe política cai a cada nova revelação ou denúncia de irregularidades cometidas. Somas astronômicas foram desviadas, para custear as eleições e  enriquecimento ilícito. A Lava Jato, nesse ponto, faz um grande serviço. É desolador ver desde o presidente da República até o vereador colocados na linha de suspeição, dezenas de políticos transformados em réus e outros condenados e presos. Também revolta saber que muitos dos membros do Executivo, Legislativo e Judiciário recebem salários maiores que o teto dos R$ 33 mil estabelecido em lei, enquanto a população sofre com a falta de servidos básicos. A reforma ética, sem dúvida, é a mais importante das mudanças que o Brasil necessita. Muito mais que a trabalhista, a econômica, a política, a previdenciária e até a social...


Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo                                 


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MAIS UMA BOQUINHA


O bingo foi proibido, mas os políticos querem sua volta em beneficio próprio. Não há limites nem vergonha desses parlamentares?


Ariovaldo J. Geraissate ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo

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DEPENANDO A NAÇÃO


A roubalheira do dinheiro público foi tamanha em nosso país, que agora á solução encontrada será vender parte do patrimônio para empresas estrangeiras!


Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)


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O PAÍS DA ALICE É O BRASIL


Enquanto Temer nos seus discursos repetitivos fala mais com as mãos, como se estivesse se dirigindo a uma plateia de surdos, seu ministro da Fazenda transborda de otimismo e garante que o País já saiu da recessão, mas sem nos informar onde encontrou esses números. O governo decidiu que a liquidação de estatais, como a Eletrobrás, aeroportos e portos devem entrar na "queima" para aliviar o déficit já anunciado para este e o próximo ano eleitoral de 2018. Enquanto não reconhecer que o Estado é perdulário e que cortar despesas é produzir receita não haverá escada capaz de tirar o País do fundo do poço.


Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)


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BRASIL NO RUMO DO DESENVOLVIMENTO


Apesar de os institutos de pesquisa apontar que o presidente Temer é o mais impopular da série histórica dos institutos, do massacre do procurador-geral da República e dos partidos de oposição, mesmo assim, em seu governo, a inflação voltou à meta estabelecida pelo Banco Central, os juros caíram à casa de um dígito, estabeleceu um teto para os gastos públicos federais, aprovou a reforma das leis trabalhistas, postos de trabalhos vêm sendo gerados, tem reforçado programas sociais, trabalhando na reforma no ensino médio e alcançando outras conquistas importantes,  além de manter diálogos constantes com as lideranças políticas no intuito de conseguir aprovar as reformas previdenciárias, tributária e política. Mesmo com esses ataques injustos, o País está no rumo do desenvolvimento, apesar de que ainda há um caminho a ser percorrido para obter a plena recuperação econômica.


José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo


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MAS QUEM ESTÁ FORA?


A procuradora da República do Distrito Federal, Sara Moreira Leite, vai pedir o ressarcimento aos cofres públicos aos 558 políticos pelo uso irregular de mais de 76 mil passagens de avião, sendo 1,5 mil delas ao exterior ou para uso pessoal, ocasionando sangramento nas contas publicas de mais de R$ 50 milhões. Como não poderia ser diferente, todos são “figurinhas carimbadas”, que fazem ou fizeram parte dessa politicalha. Além de responderem perante a Justiça por improbidade, serão impedidos de exercer cargos públicos. Muda, Brasil!


Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo


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REFORMA POLÍTICA


Reforma política é um dos mais confusos assuntos no Congresso. Não se discute nada visando a um aprimoramento do processo. Os congressistas se comportam como uma verdadeira classe específica, em nada responsáveis diante da sociedade que paga os seus proventos. Pensam apenas em se reeleger e para isso querem empenhar recursos dos contribuintes. É preciso acabar com todo esse absurdo. Como? Um passo incontornável são as próximas eleições. Os políticos não querem limitar os gastos com o que poderiam investir do próprio bolso nem os que se locupletaram. É evidente que o processo eleitoral precisa ser pago. Em outros países também existem contribuições de particulares e de empresas. Existem fundos públicos para partidos que só beneficiam partidos com desempenho eleitoral mínimo. E são modestos. Digamos que R$ 1 bilhão estará de bom tamanho. Para além disso que os atores se virem. E que o povo saiba não eleger acusados de corrupção, condenados ou não, até para que percam o foro privilegiado.


Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo


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FALTA DE RESPEITO E EDUCAÇÃO


Em todas as sessões que tive oportunidade de ver, tanto na Câmara como no Senado, deparei-me com desinteresse, falta de atenção e pouco caso total dos parlamentares presentes nunca vistos. Ridicularizam, fazem pouco caso, não demonstram vergonha e muito menos educação em relação a quem está se manifestando no púlpito. Aliás, o que poderíamos esperar de políticos desse nível a não ser isso, né não?


Angelo Tonelli  angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo


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OPERAÇÃO LAVA JATO

A Operação Lava Jato desestruturou a classe política brasileira, que hoje briga entre si para encontrar uma solução de continuidade, único e verdadeiro interesse desses parlamentares. Mas qualquer que seja a decisão que venham a tomar, uma boa parte desse Congresso não se reelegerá, eles subestimam a capacidade do eleitor. O PT na última eleição saboreou desse indigesto prato. No momento oportuno a mídia e as redes sociais se incumbirão de jogar a última pá de cal em seus decompostos objetivos.


Manoel Braga manoelbraga@mecpar.com

Matão


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NÓS E ELES


Finalmente começo a compreender o significado de “nós” e “eles”, a quem tanto Lula se refere de modo ambíguo. “Nós” somos os que mentem, enganam e roubam e “eles” são os que votam e sustentam os corruptos.


Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo


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A VOLTA DOS CORRUPTOS


Os petistas estão defendendo uma insurreição no País, para que Lula e os corruptos do PT voltem ao poder.


Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas


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PHD EM FALCATRUAS


Lula recebendo título de uma Universidade do nordeste, logo ele que é PHD em falcatruas e maracutaias? O Brasil não pode ter um gangster no poder de novo. A Venezuela e o melhor exemplo do que pode nos acontecer? Até na mídia ele quer mexer? Se isso for democracia, estou morto e se esqueceram de me enterrar.


Antonio Jose G.Marquesa a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro


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HIDRELÉTRICAS


Gostaria de cumprimentar o jornal pela publicação do excelente artigo “Hidrelétricas na Amazônia“ na edição de (21/8). O professor José Goldemberg, profundo conhecedor do setor elétrico brasileiro, mais uma vez aponta para a direção correta. As vantagens comparativas da geração a partir de fontes hidrelétricas são evidentes, principalmente quando nos debruçamos sobre a necessidade de armazenamento de energia nos reservatórios das barragens e como garantir a estabilidade e custos do sistema, a fim de evitar intermitências e energia cara de muitas fontes privilegiadas na contratação em anos recentes.  Neste cenário, acreditamos que o País perde uma oportunidade estratégica ao não aumentar suficientemente a participação das Pequenas Centrais Hidrelétricas e Centrais Geradoras Hidrelétricas na matriz energética brasileira. São empreendimentos de geração de energia limpa e renovável com amplo potencial a ser explorado e sem os impactos ambientais de uma grande hidrelétrica. Sem contar que esse segmento, formado por centenas de micros, pequenas e médias empresas com tecnologia 100% nacional, possui uma carteira de projetos prontos para serem desenvolvidos imediatamente, podendo contribuir para a geração de empregos e retomada da atividade econômica, tão necessários ao Brasil de hoje.


Paulo ArbexMauricio, presidente da Associação Brasileira de Pequenas Centrais Hidrelétricas e Centrais Geradoras Hidrelétricas (ABRAPCH)

São Paulo


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JUDICIÁRIO SEM LIMITES


A exposição de integrantes do Judiciário em seus vários níveis causa repercussões negativas para um setor que exige, além do preparo técnico, a sobriedade para que as decisões não tenham características de atender a interesses pessoais. Mas nos últimos tempos parece que alguns magistrados não estão preocupados, e volta e meia acabam nas manchetes dos principais veículos de comunicação. Será que algum organismo de regulação do trabalho deles poderia tomar alguma atitude a respeito?


Uriel Vilas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos


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PLANOS DE SAÚDE


O Ministério Público, o Idec, ou outro órgão de defesa do consumidor deveria auditar os planos de saúde, que, por anos, vêm reajustando os mesmos bem acima da inflação, varias vezes mais, sob o argumento de aumento de custos, em planilhas que ouso suspeitar como montadas com dados próprios e apresentados à ANS, que as engole. A realidade é que, a cada procedimento, o plano Sul América “especial”, por exemplo, paga um valor ínfimo em relação ao custo, além de os médicos se queixarem do valor baixo pago pelas consultas. Creio que a análise de seus balanços, com ganhos cada vez maiores, bem como o interesse de vários grupos pelo setor, comprovaria o eventual abuso. A deficiência óbvia na Saúde pública lhes dá margem para tal, e a indiferença das autoridades é um absurdo. Alguém se mexerá, por favor?


André C. Frohnknecht caxumba888@gmail.com

São Paulo


 

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