Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

29 Agosto 2017 | 03h00

SEGURANÇA PÚBLICA

Policiais mortos

Missão brasileira no Haiti: 25 militares mortos em 13 anos. No Rio de Janeiro, cem bravos policiais militares perderam a vida nestes oito meses de 2017!

MANUEL PIRES MONTEIRO

manuel.monteiro@eutectic.com.br

São Paulo

A morte do centésimo policial militar do Rio de Janeiro este ano parece que não tocou ninguém. Muitos se calaram e o noticiário veio sem sentimento de espanto. Essa morte deve ser um símbolo para que juízes e promotores reajam contra os marginais deste país. Às vezes as leis podem favorecer criminosos, mas, como elas podem e devem ser interpretadas, podem, sim, ser mais rigorosas com aqueles que desafiam o Estado de Direito. O sangue que escorre de um soldado, única barreira entre o crime e a sociedade, é um pouco do sangue de todos nós.

JORGE PEIXOTO FRISENE

jpfrisene@zipmail.com.br

São Paulo

Guerra

Soldados brasileiros no Haiti, voltem mesmo para casa, pois a guerra, agora, é aqui.

NELSON PEREIRA BIZERRA

nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

Próximas missões

Sobre a saída do Brasil do Haiti (Estado, 26/8, A18), sou favorável ao apoio militar brasileiro em missões de paz, desde que inexista necessidade em território nacional. Estamos à beira da falência, nossas instituições, inclusive as Forças Armadas, enfrentam inúmeros problemas de caixa em razão do contingenciamento do Orçamento da União. Agora, o governo brasileiro se dispõe a enviar mais de 700 militares para a África, quando aqui falta dinheiro até para uma aspirina nas unidades públicas de saúde. É uma afronta. Nosso empenho no Haiti foi e é motivo de orgulho nacional. Mas, se temos de promover a paz, precisamos, antes, acabar com a guerra civil existente em todos os nossos Estados.

WILLIAN MARTINS

martins.willian@globo.com

Guararema

JUSTIÇA

A prisão em 2º grau

Toda a celeuma em que se transformou a questão de execução de pena após condenação em 2.ª instância – objeto de declarações do juiz Sergio Moro ao Estadão (28/8, A4) – poderia começar a ser desfeita com a resposta básica a uma pergunta igualmente básica: quantas vezes uma sentença condenatória de 1.ª instância, confirmada pela 2.ª instância, foi modificada em etapas subsequentes até o trânsito em julgado?

JOSÉ CLAUDIO MARMO RIZZO

jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

Muito oportuna a entrevista de Sergio Moro ao Estado (28/8). Dela destaco um trecho que vale a pena ser reproduzido e trata da questão da execução da penalidade após condenação em 2.ª instância: “Compreendo que parte da advocacia criminal queira proteger ao máximo os seus clientes, mas o processo penal não serve apenas à proteção do acusado, mas também à proteção da vítima e de toda a sociedade. Tem de se pensar além dos próprios interesses corporativos”.

LUIZ CARLOS G. PANNUNZIO

giotto.pan@gmail.com

São Paulo

Provas

O jornal destacou na manchete de 28/8 uma frase solta do juiz Sergio Moro (“a presunção de inocência é um escudo contra a punição indevida”), mas não deu seguimento ao que ele disse depois: “Exige que uma condenação criminal seja baseada em prova categórica”. E isso já terá sido levado em consideração após duas instâncias.

LÍLIA HOFFMANN

liliahoffmann@yahoo.com.br

São Paulo

A palavra do STF

Por que se pretende beneficiar mais de 95% dos condenados, deixando-os soltinhos e lampeiros à espera de novos recursos que irão adiar a prisão indefinidamente, quando menos de 5% das sentenças são reformadas no STF? Quem sabe o ministro Gilmar Mendes possa explicar sua lógica na “presunção da inocência” para soltá-los somente depois de o último e derradeiro recurso ser julgado.

JAIR NISIO

jair@smartwood.com.br

Curitiba

Justiça na berlinda

Não é novidade a rejeição popular de 67% ao ministro Gilmar Mendes, apurada pela pesquisa Ipsos divulgada pelo Estadão no sábado (Onda de rejeição atinge até ministros do Supremo, 27/8, A4). Isso não se deve somente à soltura, pelo ministro, da gangue que atuava no sistema de transporte na cidade do Rio de Janeiro, condenada recentemente pelo juiz federal Marcelo Bretas; mas, também, à absolvição, em junho, da chapa Dilma-Temer no julgamento da campanha eleitoral de 2014 pelo Tribunal Superior Eleitoral. Se o ministro continuar neste caminho, logo a população estará nas ruas pedindo o seu afastamento do Supremo.

VALDY CALLADO

valdypinto@hotmail.com

São Paulo

REFORMA POLÍTICA

Financiamento eleitoral

Rolf Kuntz colocou o dedo na ferida: o financiamento público de partidos e campanhas não é uma questão de oportunidade, de disponibilidade de recursos, mas é algo totalmente ilógico e atentatório à democracia e à liberdade política do cidadão (O público, o privado e o custeio dos partidos, 27/8, A2). O dinheiro público destinado aos candidatos e partidos tem origem nos impostos que todos pagam, independentemente de seu credo político. Porém, etimologicamente, partido é parte, parcela, facção. Pelo financiamento público, cada cidadão é obrigado a contribuir para todos os partidos, inclusive para aqueles contra os quais ele atua politicamente. Não faz sentido algum que alguém seja obrigado a contribuir para o partido adversário. No fundo, isso atenta contra a liberdade política inerente ao Estado Democrático de Direito. O mínimo que se pode esperar de um partido (entidade privada) é que ele se mantenha com os recursos proporcionados por seus adeptos. Cabe ao cidadão decidir se vai contribuir, ou não, para qualquer partido político.

ADILSON DALLARI

adilsondallari@uol.com.br

São Paulo

Futuro sombrio

Alguém tem dúvida de que o grande financiador da próxima (ou das próximas) campanha eleitoral no Brasil será o crime organizado? Que futuro sombrio!

JOSÉ ABU JAMRA NETO

abu-jamra@uol.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

IMPUNIDADE

 

Fica difícil mesmo para um leigo entender para que tantas instâncias, tantos Tribunais Regionais Federais (TRF), enfim, tantos Poderes. A resposta é uma só, prorrogar a prisão dos poderosos. O pobre quando condenado vai cumprir sua pena certa ou errada, pois não tem a quem recorrer e quando tem nem sempre funciona. Como disse o juiz Sergio Moro em entrevista ao “Estadão”: “O processo funciona quando o inocente vai para casa e o culpado vai para a prisão, principalmente em crimes graves como homicídio e corrupção. Se isso não ocorre, é uma farsa”. Moro  tocou na ferida, nossa lei é muito bondosa quando o assunto é dinheiro,  brechas são usadas por advogados que vivem dessa caçada e o saldo no final do mês é compensador. Mas como resolver o problema? Segundo Moro o remédio é fácil, basta diminuir as brechas do sistema e os incentivos a recursos protelatórios. Mas quem decide? Quem decide tem interesses diversos e jamais acabará com privilégios. Infelizmente, Gilmar Mendes tudo fará para derrubar a prisão em segunda instância, porém ele representa um voto, e os demais? Vão deixar claro que o problema do Brasil não são as leis, e sim a impunidade. Onde já se viu tanto interesse em voltar atrás num assunto tão sério? São os interesses corporativos. Essa é a explicação mais plausível e a  decisão mais imoral. 

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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CORRUPÇÃO NO PAÍS

 

Da oportuna entrevista do ilustre juiz Sergio Moro ao “Estadão” (28/8), cabe destacar: "A lei processual penal brasileira é muito generosa com recursos. Advogados habilidosos de criminosos poderosos podem explorar as brechas do sistema legal e apresentar recursos sem fim. O remédio é fácil, diminuir as brechas do sistema e os incentivos a recursos protelatórios. Uma forma é permitir a execução imediata de uma condenação por uma Corte de Apelação, que é a lei vigente, e admitir a suspensão dessa execução somente em casos excepcionais, quando for apresentado um recurso a um Tribunal Superior que tenha reais chances de êxito.(...) O Brasil é uma sociedade profundamente desigual e o nosso sistema processual penal reproduz essas desigualdades, criando privilégios que impedem a efetiva responsabilização de pessoas poderosas por seus crimes. Não é só corrupção, mas até mesmo crimes de sangue, desde que praticados por pessoas poderosas. Em uma democracia liberal, todos devem ser tratados como livres e iguais, inclusive quanto à sua efetiva responsabilização após cometerem um crime." A esta altura dos graves acontecimentos que abalam o País dia sim e outro também, sobretudo quando alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) "ameaçam" rever o entendimento da Corte que autorizou a prisão de condenados em segunda instância, que suas palavras sirvam de alerta para o que está por vir. A Lava Jato corre perigo de vida. Olho vivo, Brasil!

 

J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

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PRISÃO ANTES DO TRÂNSITO EM JULGADO

 

O combate à corrupção, especialmente com o intuito de punir e encarcerar brevemente os barões da corrupção, levou muitos brasileiros a serem favoráveis à prisão do condenado, após condenação em segunda instância. Mas o limite máximo nas condenações é o trânsito em julgado pode ser alcançado desde que haja celeridade nos Tribunais e ausência de recursos paliativos, o que se pode conseguir com indeferimentos fundamentados. Assim, o condenado jamais poderá pleitear a nulidade da sentença que o aprisionou em segunda instância e sem os demais trâmites recursais cabíveis e pertinentes. O STF, certamente, irá de encontro e sufragará a prisão somente após o trânsito em julgado.

 

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

 

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HONESTIDADE

 

Venho através desta protocolar a minha mais profunda solidariedade e apoio ao senhor doutor Sergio Moro! Estão vistos os reais objetivos de quem queriam macular a honra e a decência do Ilustríssimo magistrado! O desespero de quem está morrendo de medo da prisão apenas mostra a grandeza e a sabedoria de Moro!

 

Maria Alexandrina Neves serafinagrande@hotmail.com

São Paulo

 

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DIVERGÊNCIAS PÚBLICAS

 

A situação da política brasileira no momento atual deixa margem a interpretações das mais diversas. E o mais preocupante é que se constatam manifestações de membros do Judiciário criticando a classe política e vice-versa. E também são tornadas públicas divergências entre segmentos do próprio Judiciário, como as críticas do juiz Sergio Moro ao ministro Gilmar Mendes. Por certo eles não estão levando em consideração que a repercussão na opinião pública é muito negativa para um setor que exige muita tranquilidade por parte de seus integrantes.

 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

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FAMÍLIA UNIDA

 

O STF é uma família unida que protege seus membros com um zelo também supremo. O Supremo rejeita pedidos de suspeição de seus ministros (28/8, primeira página)

 

Fausto Ferraz Filhofaustofefi@ig.com.br

São Paulo

 

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SURTO TOGADO

 

O Brasil é um Estado interessante: exige exame psicotécnico para motorista e não exige para ministro do Supremo Tribunal Federal.

 

 

José Maria Leal Paes tunantamina@gmail.com

Belém

 

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LENTIDÃO DO STF

 

Lendo nos jornais as atitudes de seus membros e o histórico do STF com sua lentidão e leniência, pergunto: teria o STF se transformado em porto seguro dos grandes picaretas do País?

 

André Luis Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

 

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CRÍTICAS DE MORO

 

Sobre a manchete de hoje: onde Moro diz “Gilmar não deveria soltar preso de 2ª instância”, tenho essa insolência, resguardada a analogia, como se o soldado criticasse o general. Para satisfazer a prepotência de juiz de primeiro grau a Constituição deveria suprimir o STJ e o STF. Aliás, o decano, ministro tatuiense Celso de Mello, já deu judiciosa lição, em longo voto, a esse respeito. A insurgência advinda de Curitiba é insubordinação hierárquica. Se, em regime militar, esse cidadão já estaria preso!

 

Benedito Antonio Dias da Silva beneadvdiasdasilva@terra.com.br

Tatuí

 

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CARTA-BRANCA AOS CRIMINOSOS

 

O Brasil registrou 28 mil homicídios no primeiro semestre de 2017, média diária de 155, informou o "Estado" de 21 de agosto. São números próprios de uma guerra civil e, mesmo assim, alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se movimentam para que a Corte reveja a decisão que autorizou a prisão após a condenação em segunda instância sem mais aguardar o trânsito em julgado da sentença. Argumentos a favor e contra são muitos e respeitáveis, mas no Brasil o retorno à situação precedente é garantia de impunidade aos criminosos, em razão de um sistema processual que possibilita recursos protelatórios indefinidamente, como é exemplo o empresário e ex-senador Luíz Estevão, preso em 2016 com base na atual decisão do STF e que, condenado em 2006 a 31 anos de prisão por crimes cometidos no desvio de verbas na obra do Fórum Trabalhista de São Paulo, já apresentara até então 34 recursos, segundo o TRF-3. Com a segurança pública fora de controle e sem perspectiva de solução próxima, retroceder à diretriz anterior equivale a entregar carta-branca para criminosos de todos os matizes.

 

Sergio Saraiva Ridel sergiosridel@yahoo.com.br

São Paulo

 

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FOI GILMAR QUEM MANDOU?

 

O corrupto Rogério Onofre que foi preso pelo juiz Marcelo Bretas da 7.ª Vara Federal do Rio de Janeiro e, automaticamente, solto por ordem do controverso ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e que, novamente, teve a decretação de sua prisão por ameaça de morte e já era considerado foragido da Justiça, resolveu se entregar à Polícia  Federal. Será que a atitude foi tomada por ordem do ministro Gilmar, que não consegue acertar uma?

 

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

 

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TETO SALARIAL

 

Cara ministra, faça valer o teto salarial constitucional para todo o Judiciário. Esta sim seria uma atitude digna e também de respeito à nossa Constituição. Lembrando que desrespeito à Constituição é crime. Sobre a matéria: “Cármen abre contracheque de todos os ministros e servidores do Supremo.”

                                                

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul

 

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NÃO TENHO CRIMINOSO PREDILETO

 

Questionado em um seminário, se os delatores da JBS omitiram crimes relacionados ao PT, o procurador-geral da República respondeu “a responsabilidade é deles. Eu não tenho investigado preferido nem criminoso predileto.” Se Joesley Batista protegeu Lula e Dilma Rousseff, por que Rodrigo Janot ainda não puniu a dupla?

 

Paulo R Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

 

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METAMORFOSE PERAMBULANTE

 

O editorial "Caravana da mentira" (A3, 27/8) enumerou algumas das deslavadas mentiras que Lula repete descaradamente no périplo por 25 cidades em nove estados do nordeste.  Apega-se ele à única chance de escapar da prisão, procurando manter viva sua candidatura à Presidência da República.   Em Alagoas afirmou na maior cara de pau que "o Renan pode ter todos os defeitos, agora o Renan me ajudou a governar".  Ou seja, para ele corrupção é um pecado venial, desde que praticada por “companheiros”. Elogiou também Sarney que, no passado, chamava de ladrão.   Esse é o Lula, uma metamorfose ambulante, agora perambulante.

 

Hélio de Lima Carvalho hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

 

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‘CARAVANA DA MENTIRA’

 

No editorial “Caravana da mentira” (27/8) este jornal lembra que “é preciso com urgência alguém recordar Lula da situação na qual o PT deixou o País.”. Ninguém melhor do que o próprio Temer! Ou seja, o maior detentor dos dados e presidente da República tem a obrigação de esclarecer a opinião pública! Além de ser o que recebe as maiores críticas por parte do PT! Se o Lula não for contestado, continuará “exatamente o mesmo, sem assumir sua responsabilidade pela crise, sem fazer qualquer autocrítica e sem esclarecer seus atos, como se não tivesse sido condenado por corrupção passiva e lavagem dinheiro a nove anos e seis meses de prisão”, completa o jornal! Terá de ser muito mais do que isso! Poderá ser muito pior, muito pior se Lula voltar ao poder!

 

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

 

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LULA & ROSEMARY

 

Enquanto o chefão da quadrilha e sua amiga íntima Rosemary Noronha não forem presos, eu continuo não pondo muita fé na Lava Jato.

 

Sergio Diamanty Lobo  diamanty18@gmail.com

Cosmópolis

 

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DESFAÇATEZ DE DILMA

 

Assim como Lula, Dilma faz campanha ilegal e fora do prazo. Lula tem, ainda, o agravante de afrontar os "meninos da Lava Jato". E a Justiça se cala? Não consigo entender!

 

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso zaffalon@uol.com.br

Bauru

 

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MAU EXEMPLO

 

Não me conformo com qualquer honraria ao sr. Lula, já condenado. Honoris causa só em embuste e ilícitos. Que os responsáveis pela sugestão e aprovação de tais absurdos se expliquem, especialmente para seus alunos. Que mau exemplo!

 

André C. Frohnknecht caxumba888@gmail.com

São Paulo

 

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CULPADO, EU?

 

São tantas e tão robustas as denúncias e provas contra o ex-presidente Lula, que mesmo que a grande maioria não seja procedente, as que restam seriam mais do que suficientes para condená-lo a longos anos de cadeia. Só para dizer o mínimo!

 

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

 

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POLÍTICA DO ATRASO E O PODER DAS IDEIAS

 

Enquanto Lula tenta se passar por Frei Damião em sua caravana pelo Nordeste e João Doria se apresenta em vários Estados em roupagem que lembra velhos coronéis paulistas como alternativa para 2018 - incansavelmente estudo um método político que se diferencie dos moribundos PT, PSDB E PMDB. O povo está muito cansado e machucado. Somente o poder das ideias e da palavra ou propostas podem derrotar a política do atrás, até porque os personagens e as organizações citadas são muito ricos para maquiar as situações.

 

Devanir Amâncio devaniramancio@hotmail.com

São Paulo

 

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ONDE ESTARÃO?

 

Dado o fracasso de público na campanha que Lula tem feito no Nordeste, o marketing do pré-candidato a presidente deveria fazer uma pesquisa profunda, para tentar descobrir onde se escondem os seus eleitores.

 

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

 

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FALTA DE HONESTIDADE

 

Lula, antes de sair pelas cidades do nordeste enganando os cidadãos desinformados daquela região, em campanha para presidente nas eleições de 2018, deveria, em primeiro lugar, tomar conhecimento da Constituição Federal, a fim de não inverter, conforme suas palavras, algumas situações como a ideia de que o governo atual é golpista e ilegítimo. Esclarecer que foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro a nove anos e 6 meses de prisão e informar que a situação caótica pela qual passa o País é resultado dos governos petistas que, a duras penas, Michel Temer está tentando consertar.

 

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

 

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CASO PERDIDO

 

O editorial do “Estadão” (28/8, A3) expõe a desfaçatez da presidente deposta, Dilma Rousseff, que mesmo fora do governo vem ditar regras contra a privatização da Eletrobrás, onde ella mesma, por incompetência e soberba, nunca conseguiu implantar. Na verdade, o que faz com maestria são “pedaladas”. Dessa vez foi descoberta furando a fila do INSS, com documentação irregular, para receber sua aposentadoria, visando a dobrar sua própria meta, mas terá de devolver aos cofres públicos o que pegou irregularmente. Trata-se de um caso perdido!

 

Júlio Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

 

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PROTETORADO AMAZÔNICO

 

Há muita ignorância ou má fé nos movimentos políticos dos lacaios ministeriais para institucionalizar a venda de grandes glebas na Amazônia Legal. Famintos por terras, os debenturistas estrangeiros aguardam somente uma lei de abertura em relação à segurança dos seus investimentos para, depois, recomendar ao Congresso que o governo de seu país assuma um protetorado temporário e que estabeleça bases militares no local – Segurança jurídica internacional. Quanto à regulamentação do Marco Regulatório do Setor Elétrico, ou esse governo vai se alinhar ao simples pragmatismo: “água é dinheiro”; ou vai guardar o princípio constitucional: “nenhuma obra hídrica na bacia de um rio poderá causar às comunidades ribeirinhas prejuízos maiores do que aqueles por causas naturais” – Por ex. guardar a cota de manobra periódica para amortecimento das grandes cheias. O problema de governança do Brasil não está no seu sistema eleitoral, e sim na garantia maquiavélica do foro político privilegiado. Esse deve ser o real objeto da reforma política.

 

Salvador De Abreu salvadordeabreu@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

 

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PAÍS REPETE TRAGÉDIAS

 

O Brasil não fiscaliza barcos, carros, boates, mineradoras, construções irregulares, e depois se pergunta: Por que aconteceu?

 

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói

 

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NAVEGAÇÃO BRASILEIRA

 

Decorridos mais de 500 anos da chegada das caravelas portuguesas ao Brasil, as embarcações brasileiras continuam a causar tragédias. Bem que o governo brasileiro poderia incluir o transporte marítimo e fluvial locais no programa de concessões e privatizações anunciado recentemente. 

 

Marcos Abrãom.abrao@terra.com.br

São Paulo

 

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O PSDB não pode mais errar

 

Concordo com o artigo da Eliane Cantanhêde publicado domingo (27/8) e acredito ser melhor que o Prefeito João Doria finalize a contento o seu trabalho em São Paulo, pois se ele sai precocemente para se candidatar à Presidência em 2018, poderá ser um "tiro no pé", dele e no nosso! A história já demonstrou, com exemplos como o do sr. José Serra, que este não é o melhor caminho!

 

 

Silvia Rebouças Pereira de Almeida  silvia_almeida7@hotmail.com

São Paulo

 

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AINDA PERMANECE A DÚVIDA

 

Conforme a coluna de Eliane Cantanhêde no “Estadão” de 27 /8, o governador Alckmin já está pronto para a corrida presidencial de 2018. Sendo assim, como ficaram aqueles R$ 10 milhões da Odebrecht em Caixa 2 para as suas campanhas ao governo do Estado de 2010 e 2014? Conforme o relato, parte dos repasses era feita diretamente  ao cunhado de Alckmin, o empresário Adhemar Cesar Ribeiro, que na época apresentou um comprovante assinado pelo governador.

 

Edgard  Gobbi  edgardgobbi@gmail.com

Campinas

 

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CANDIDATO CERTO PARA O NOVO BRASIL

 

Se há um candidato que reúna todas as condições para ocupar o cargo de presidente do Brasil no próximo quadriênio (A10, 26/8), não resta a menor dúvida, é o atual governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Basta ver o desenvolvimento do Estado e sua lealdade com os seus eleitores. Porém, na sua trajetória, ainda há os sabotadores pertencentes aos sindicatos petistas, o "jararaca" que está em plena campanha presidencial ao arrepio da lei e ainda os "caciques" do seu próprio partido, enfim, será uma corrida com obstáculos. Boa sorte, Alckmin! 

 

José Millei millei.jose@gmail.com

São Paulo

 

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ALCKMIN PELO PSDB

 

Tasso diz que Alckmin deve disputar o Planalto. Faz todo o sentido o PSDB tomar esta decisão, um político do bem, honesto e competente, que vem sendo preparado para vencer as eleições, bem como administrar o País faz anos. Apesar do bom trabalho realizado no Rio Tietê, dentro da cidade de SP, creio que a limpeza deste rio, bem como a do Pinheiros, seja a sua dívida para com o Estado, que ainda tem de pagar. Deixem o Doria para o futuro...

 

Edson Gonçalves Pereira Filho edsongpf@gmail.com

São Paulo

 

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INCLASSIFICÁVEL

 

Não sei como o classificar: prefeito, gestor, político ou simplesmente oportunista? Onde está o homem que disse com todos os esses e erres que ia cuidar de São Paulo. Que ia agilizar a Prefeitura, rever as vias ciclistas e tirar as realmente ridículas, agilizar o código de obras, promover a anistia para recuperar impostos, agilizar a vida para os munícipes abrirem suas empresas gerando empregos e impostos. Afinal, como vamos classificar esse homem?

 

José Mota de Carvalho josemotadecarvalho@icloud.com

São Paulo

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