Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

02 Setembro 2017 | 03h00

JBS

Novos áudios

A matéria JBS entrega à Procuradoria mais áudios (1.º/9, A7) aumentou minhas dúvidas sobre a delação superpremiada dos executivos da empresa. Quais serão os critérios de tempo para delatores entregarem tudo o que sabem? No caso, principalmente, tudo de ilegal em que estiveram envolvidos estes dois irmãos metralha, Joesley e Wesley Batista. Sendo eles fonte de tantos pagamentos (a 1.800 políticos) e por tanto tempo, não haveria a necessidade de terem e de serem uma coordenação? Isso não é um indício cabal de atitude de chefes de quadrilha? Alguém os obrigou a seguirem por tanto tempo praticando esta série de crimes? Pelo visto, não foi a situação de pagamento de uma extorsão, aquela eventual que, se não pagassem, não teriam como continuar com o açougue aberto. A justificativa da Procuradoria-Geral da República (PGR) é, talvez, de que não tenham ouvido, quando crianças, a frase importante sobre arbítrio: “Se alguém disser para te atirares dentro de um poço, obedecerás?”.

NELSON MATTIOLI LEITE

nelsonmleite@uol.com.br

São Paulo

Flechas perdidas

Quer dizer que os irmãos Batista tinham muito mais a denunciar do que o inicialmente ofertado à Procuradoria? E o experiente Rodrigo Janot e sua equipe já haviam se dado por satisfeitos e concedido um acordo de pai para filhos? Mas o que interessa é que denunciaram o presidente em exercício! Parece-me que os bambus e as flechas poderiam ter sido guardados para serem utilizados com maior efetividade. Lamentável!

MARCO ANTONIO ESTEVES BALBI

mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

Filme antigo

Tudo de novo: flechas de Janot, fatiamento, gravações, Joesley e, claro, a mosca azul de Rodrigo Maia. Será que leio o jornal do passado? Ou será que estou tendo um déjà vu? Durma em paz, presidente, já vimos esse filme antes, e deu em nada.

LEANDRO FERREIRA

leandroferreoradasolva@gmail.com

Guarulhos

‘Força para resistir’

Sobre a “força para resistir” que o presidente Temer disse ter, quero citar o que diz uma amiga minha: “Enquanto houver cachorro, pulga não anda a pé”.

DOCA RAMOS MELLO

ddramosmello@uol.com.br

São Sebastião

O duro é saber que a tal resistência de Temer poderá ser, novamente, a liberação de verbas para não ser julgado.

MARIA DO C. Z. LEME CARDOSO

zaffalon@uol.com.br

Bauru

SUPREMO

Urgência

A primeira página do Estadão de ontem estampava foto dos ministros Edson Fachin e Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), ambos às gargalhadas. Pergunto: riem porque o STF já perdeu dois dias discutindo a laicidade do Estado em face do julgamento do ensino religioso nas escolas públicas? O Brasil reclama da Corte Suprema urgência em decisões importantíssimas como a punição de dezenas de políticos e empresários corruptos. Por que não julgam logo os diversos inquéritos e processos que dormem nos gabinetes dos ministros? A discussão sobre as aulas de religião nas escolas, direito garantido pela Constituição, mas cujo exercício é facultativo, nada tem de urgência nem é motivo para os ministros perderem com ela duas, três sessões. É mais que chegada a hora de nosso povo ir às ruas cobrar daquela Corte mais seriedade e responsabilidade.

UBIRATAN DE OLIVEIRA

Uboss20@yahoo.com.br

São Paulo

A novela dos planos

O mês de agosto se foi e a novela do julgamento do ressarcimento dos prejuízos dos poupadores com os planos econômicos continua no STF. Nenhum país que se diz sério ou que tem uma Justiça que se esforça para ser encarada como séria teria uma atitude tão revoltante e irritante quanto esta. Lá se foram mais de duas décadas e meia, e a Justiça brasileira continua se curvando diante das pressões de banqueiros e do poder econômico. Quantas pessoas já morreram e quantas ainda vão morrer até que se faça justiça neste país? Até quando, senhores ministros do Supremo, os poupadores dos Planos Bresser, Collor I e II e Verão vão ter de esperar para receber aquilo que lhes é de direito?

ELIAS SKAF

eskaf@hotmail.com

São Paulo

LULA

O defensor na ONU

Na Faculdade de Filosofia da Universidade de São Paulo (USP) nós, alunos, nos divertíamos chamando os professores mais midiáticos de “folhósofos”. Parodiando, Geoffrey Robertson, o advogado contratado por Lula para defendê-lo na ONU, é um “celebarrister” – acabei de inventar: mistura de celebrity com barrister (advogado, na Inglaterra). Já teve programa na TV, escreveu muitos livros e defendeu famosos. Entre eles, Julian Assange, fundador do WikiLeaks, acusado de estupro na Suécia – neste caso, sem sucesso. Achei interessante o argumento que utilizou para basear sua defesa naquele caso: escolheu criticar o ordenamento jurídico sueco, que pedia a extradição de Assange, argumentando que os motivos dos acusadores eram políticos. Segundo o site australiano The Monthly Essay, Robertson declarou: “Evitar a extradição é uma questão secundária, ele (Assange) só deveria enfrentar seus acusadores na Suécia se o julgamento fosse justo”. Ou seja, de acordo com Robertson, que para defender Lula agora também põe em dúvida a Justiça brasileira (Defensor de Lula na ONU vê condenação ‘inevitável’, Estado, 1/9, A5), nosso sistema jurídico é parecido com o da Suécia.

CELY MCNAUGHTON

cely@mcnaughton.com.br

São Paulo

Com tristeza sou obrigada a concordar com o dr. Geoffrey Robertson quando diz que a Justiça brasileira é “totalmente parcial”. De fato, quando concede habeas corpus a condenados em segunda instância, a reincidentes no assédio sexual, a motoristas assassinos, mas prende primários pelo furto de margarina em supermercado, não resta dúvida de que nossa Justiça é parcial e, certamente, carece de discernimento.

ROSSANA BAHARLIA

rbah44@yahoo.com.br

São Paulo

Ponto de vista

Para quem defende Lula, ele não é corrupto, é a Nação que está exigindo muita honestidade dos seus políticos.

EUGÊNIO JOSÉ ALATI

eugenioalati13@gmail.com

Campinas

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

GILMAR MENDES O INDIGESTO

 

O povo aguarda com certa ansiedade a decisão da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), a ministra Cármen Lúcia, sobre as manifestações da Associação dos Juízes Federais (Agufe) e da Associação Nacional dos Promotores da República (ANPR), onde juízes e procuradores pedem aos demais ministros do STF que exijam de Gilmar Mendes maior discrição, imparcialidade e urbanidade. A preocupação não é só da Agufe e da ANPR, passou a ser do povo também, depois de ouvir o ex-presidente do STF Joaquim Barbosa dizer que Gilmar estava destruindo e acabando com a credibilidade da Justiça, de ouvir o jurista Modesto Carvalhosa dizer que é absolutamente incompatível a posição de Gilmar com o decoro que se espera de um ministro, de ouvir o jurista Hélio Bicudo dizer que Gilmar não é juiz, e sim um político travestido de juiz, de ouvir o jurista Ives Granda Filho dizer que ele é agressivo e extrapola a salutar divergência de ideias, depois dos deboches dirigidos por Gilmar ao ministro do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Herman Benjamin, durante o processo de impeachment de Dilma/Temer. Confesso que não sei o que esperar desse senhor, a não ser decisões assombrosas e duvidosas.

 

Leônidas Marques  leo.marquesvr@gmail.com

Volta Redonda (RJ)

 

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SUSPEIÇÃO DE GILMAR MENDES

 

Logo no primeiro capítulo da supostamente eletrizante novela "Verás que um filho seu não foge à luta", de autoria da ministra Cármen Lúcia - presidente do STF - , eis que surge pedido de  julgamento de  suspeição ou impedimento de Gilmar Mendes, por ter solto Barata Filho, o rei da  Máfia do ônibus do Rio de Janeiro. A ampla maioria dos Excelentíssimos ministros da mais alta Corte do País se nega a comentar o seu posicionamento no caso. Estamos diante de fortes indícios de que esta novela, cujo desenrolar inicial se tem mostrado incompatível com seu título, possa terminar já no final do primeiro ato, dando lugar a uma nova novela com o título: "Covarde sei que me podem chamar", com elenco formado pelos  membros do nosso STF.

 

ROBERTO TWIASCHOR rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

 

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JULGAMENTO DOS POLÍTICOS PROTEGIDOS

 

Exma. ministra presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), senhora Cármen Lúcia, a maior parte dos brasileiros guardou com muito cuidado as suas palavras prometidas de fazer Justiça no País, pelo menos enquanto ela estiver sob a sua responsabilidade e comando. Diante dos seus pronunciamentos, disciplina, severidade e imparcialidade no cumprimento do seu dever, os brasileiros esperam ansiosamente por sua ação julgadora de políticos protegidos pelo foro privilegiado, que esperam o passar do tempo para se livrarem das punições com a fatídica "prescrição penal".

 

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

 

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IMAGEM DO BRASIL

 

Não é à toa que a imagem do Brasil no exterior está péssima. O Brasil é o país onde juízes libertam criminosos.

 

Elisabeth Migliavacca elisabeth448@gmail.com

São Paulo

 

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JUSTIÇA QUE TARDA É JUSTIÇA QUE FALHA

 

Celso de Mello, o ministro mais antigo do Supremo Tribunal Federal (STF), em declarações ao “Estado” faz a defesa extremada de que a Corte reveja a possibilidade de execução de pena, após a condenação em Segunda Instância. Ora, a restauração da situação anterior é garantia de impunidade aos criminosos, à mercê de um Judiciário lento e ineficiente, notadamente a Casa onde o ministro é o decano. Para Celso de Mello, porém, parece importar mais ver sua tese vitoriosa. Não fosse assim, o ministro que na entrevista justifica sua posição por entender que: "O respeito à autoridade da Constituição e das leis da República qualifica-se como um fator de legitimação de qualquer ação estatal...", seguiria obediente em suas decisões a interpretação majoritária adotada pelo Supremo em fevereiro de 2016 e confirmada em outubro do mesmo ano, o que nunca fez. Com isso, como sempre, quem sai perdendo é a sociedade. Justiça que tarda, ministro Celso de Mello, ao contrário do que diz o brocardo, é Justiça que falha!

 

Sergio Ridel sergiosridel@yahoo.com.br

São Paulo

 

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SERIEDADE URGENTE

 

Para o Brasil dar sinais de seriedade é necessário, com urgência,

diminuir o número de ministérios para 12, reduzir o número de parlamentares para um terço, no máximo, redução drástica dos seus ganhos, extinguir suas regalias. Se preciso, ir às ruas tantas vezes quantas necessárias para obter êxito. Indo às ruas, cassou-se uma presidente!

 

Henrique Gandara clineurohenrique@uol.com.br

Ribeirão Preto

                                 

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MODERNIZAÇÃO TRIBUTÁRIA

 

O editorial "Impostos para o século 21", publicado pelo “Estadão” (30/8, A3) foi bastante feliz ao tratar do complexo e ineficiente sistema tributário brasileiro. Precisamos urgentemente de uma modernização ampla e concisa do modelo de arrecadação, bem como do mecanismo de partilha entre os entes federados. É impensável que se onere de maneira tão farta o consumo e se deixe a renda de lado. É preciso usar como exemplo a tributação de Nações mais dinâmicas e desenvolvidas. A proposta em tramitação no Congresso Nacional visa a manter a atual carga tributária (34% do PIB) e a elevar a tributação sobre a renda. Isso, de fato, é um avanço, mas o Brasil precisa ir além. Afinal, não basta promover uma reforma na questão previdenciária e alguma melhoria na estrutura tributária quando, na verdade, o custo do Estado é pesado demais e não há retorno em forma de serviços e infraestrutura. Além da modernização tributária, que preferencialmente, deve vir acompanhada de uma redução significativa de seu porcentual (algo em torno de 30% do PIB), o governo precisa oferecer ao contribuinte, seja pessoa física ou jurídica, o retorno que lhe é devido.

 

Willian Martins martins.willian@globo.com

Guararema

 

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IMPOSTOS PARA O SÉCULO 21

 

Sobre o editorial publicado no jornal (30/8), a respeito da proposta de modernização dos tributos do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-SP), a proposta é salutar principalmente na simplificação de cálculo, recolhimento e redistribuição dos tributos, que irá trazer um grande ganho à sociedade em geral. Realmente quem já teve ou tem empresa neste país bem sabe a barafunda que é o cálculo e o recolhimento de impostos. As empresas têm de contratar especialistas em cálculos de tributos, em vez de canalizar seus recursos para o desenvolvimento de sua empresa. Com a simplificação e a racionalização na cobrança dos tributos, aumentará a eficiência arrecadatória, ganhando os Estados e municípios, pois acredito que, com a proposta, deverá vir acompanhado não apenas maior rigor na fiscalização, mas também um tratamento com maior penalidade para quem deixar de pagar e dessa maneira extinguir o RFES, que beneficia os maus pagadores. Acredito ainda que, com a extinção do ICMS, também desaparecerá um monstro contábil, a maldita ST - Substituição Tributária, um verdadeiro terror que assombram os departamentos contábeis das empresas, que cada Estado manipula a bel prazer, gerando confusão e mais despesas estúpidas e contraproducentes às empresas. Todo deputado sem exceção deve por um pingo de honradez e respeito a seu cargo eletivo, analisando e aprovando este projeto. E por favor não criem e insiram jabutis e jabuticabas!

 

Fernando Pastore Júnior  fernandopastorejr@gmail.com

São Paulo

 

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REFORMA TRIBUTÁRIA

 

Para 86% das empresas brasileiras, a reforma tributária já foi feita com sucesso, é o Simples nacional que não pode ser modificado em hipótese alguma, caso contrário haverá um caos na economia. Os outros 14% das empresas podem e devem simplificar o sistema, o que não podem é usar essa simplificação como motivo para acabar com o Simples Nacional. Alerto os governadores liderados pelo PSDB que estão boicotando o sistema Simples Nacional com a introdução da substituição tributária para as empresas do Simples.

 

Luana Esteves luanamesteves@hotmail.com

São Paulo

 

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TETO PREVIDENCIÁRIO

           

Desafio o nosso regime previdenciário a divulgar um brasileiro que pagou ao INSS no limite máximo, aposentado após 35 anos de contribuição, e que receba o teto do benefício de R$ 5.189,82 – valor que a ex-presidente Dilma abiscoita.

 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

 

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O CURRÍCULO DO PT

 

O PT é um partido que se revelou contrário aos interesses da Nação, por causa do número de dirigentes acusados de corrupção. Péssimo currículo!

 

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

 

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A RENCA AMAZÔNICA

 

Carlos Minc, ex-ministro do Meio Ambiente, revelou certa vez que a sua tese de mestrado sobre a Amazônia, defendida na Sorbonne, foi realizada sem que nunca tivesse posto os pés naquele chão. É esta gente que às vezes nem passeia por lá e se vale da mídia politicamente correta para ganhar espaço, que quer decidir o modelo de desenvolvimento da área. Em resumo: chega de seminários e outros eventos de marketing e apontem, diretamente, de onde a população local vai tirar grana para sustentar-se, criar família e ter a vida do sul-maravilha. Se a Amazônia é riquíssima, mas intocável, melhor dá-la ao Greenpeace de uma vez, que o pessoal de lá não quer viver de caça, pesca e cultivo de drogas do sertão.

 

Paulo Roberto Santos prsantos1952@bol.com.br

Niterói

 

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OS INTELECTUAIS E ARTISTAS X RENCA

 

O presidente Temer jamais deveria recuar revogando o Decreto que extingue a Renca, para atender às "manifestações” de artistas e intelectuais e interesses estrangeiros. Quando você está doente procura um engenheiro? Certamente não. Procura um médico. Quando você vai ao teatro espera ver um engenheiro? Com toda certeza espera ver um artista. Ocorre que os artistas e os intelectuais se julgam conhecedores de tudo, quando são apenas engajados numa causa que lhes parece a mais correta. Sugiro que vejam o filme “A Espera da Chuva” para entenderem que podem estar errados. Há muita coisa no ar, além de colibris e borboletas.

 

Jair Nisio jair@smartwood.com.br

Curitiba

 

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REFORMA AGRÁRIA

 

Fala-se tanto atualmente em reforma política e tributária, porém o mais importante e urgente para o País é a reforma agrária. O presidente Juscelino Kubistchek pregava num eventual segundo mandato realizar este grande sonho para evitar o êxodo rural, principalmente para as grandes cidades. Sabe-se que a maioria dos países do velho mundo já realizou este grande projeto. Até Israel, após a Segunda Guerra Mundial, fez a reforma agrária no deserto irrigado. Sabe-se que no Brasil há opositores a esta reforma. Dizem que o deputado Ronaldo Caiado, presidente dos grandes ruralistas, é contrário a este projeto, talvez por escusos interesses. Só assim, com este projeto, haveria a alavanca ruralista com a fixação do homem no campo a aquele que possui esta vocação e dom agrário. Com este procedimento nosso País daria um grande salto em direção ao progresso na agricultura.     

 

João Rochael jrochael@ibest.com.br

São Paulo

           

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TOLERÂNCIA ZERO

 

Tolerar uma oposição nanica, ideológica, caduca, desprovida de perspectivas, faz parte do regime democrático, mas os políticos oportunistas que tentam legislar em causa própria não. Sem uma reforma política invasiva e abrangente, jamais sairemos desta crise caótica herdada de um lulopetismo inconsequente e corrupto.

 

Sergio Salgado de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)                

 

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O BRASIL PRECISA APRENDER

 

O Brasil precisa aprender muito com tudo o que está acontecendo. As manobras do presidente, Michel Temer, para se manter no poder têm de entrar para os livros de administração pública, como exemplo de tudo que não se deve fazer no cargo. Temer aumentou os impostos dos combustíveis, para ter caixa para subornar os deputados na primeira rodada da denúncia por corrupção. Na segunda rodada, com a denúncia de obstrução à Justiça e associação criminosa, Temer liberou áreas de reserva na Amazônia para agradar uma bancada de deputados e agora libera R$ 50 bilhões via Banco do Brasil, para distribuir obras superfaturadas à vontade para a base aliada. O Brasil precisa diminuir os poderes do presidente da República, fortalecer os órgãos e tribunais reguladores, exatamente o contrário do que está acontecendo agora, quando o presidente da República tem o status de Deus, completamente fora do alcance da Justiça dos homens.

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

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DE MÃOS ABANANDO

A crise passou e Temer ficou. E o episódio da denúncia contra o presidente foi plenamente superado. Só dá para perceber que aconteceu pela alegria dos congressistas que vieram ao socorro do presidente. Mas e a reforma previdenciária? Este ano, não vai dar mesmo. Mas e o grau de investimento, os investimentos e o crescimento? Estes, por enquanto não. E o que sim? Ora, a homologação do desequilíbrio fiscal (que vai ficar assim mesmo e no ano que vem também), do dando que se recebe (do jeito que o Centrão gosta) e a garantia de um clima tranquilidade para os políticos afetados pelas investigações (a “Operação Abafa” continua cada vez mais ativa). E, em meio a tudo isto, Temer, com pompa e gala, viaja para China. Mas nem vai dar para sentir saudades, pois logo ele volta. Tudo bem. E o Brasil fica com quê? Ora, por enquanto fica com a segunda denúncia contra Temer. 

 

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

 

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MUITO BARULHO POR QUASE NADA

 

Lamentável o escritor e cientista político se decepcionar com as reformas que todos já sabiam serem perfuntórias como plataforma política para os interesses dos banqueiros, defendidos por Meirelles, e para garantir o trono do poste Temer, que agora faz turismo pela China com sua corte de mal intencionados.

 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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IMAGENS DE CORRUPÇÃO

 

A desfaçatez dos políticos gravados em situações constrangedoras recebendo dinheiro de corrupção, não espanta mais a opinião pública. Se fosse no Japão, haveria suicídio por haraquiri. Se fosse nos Estados Unidos, já estariam preso. Aqui no Brasil, o réu primário, com bons antecedentes, endereço fixo e sendo político com foro privilegiado terá direito a ampla defesa, porque ainda não há formação de culpa, pois não se pode prejulgar o caso. Pior, vai ficar no cargo, pedir perícia no vídeo por suspeita de montagem e vai dizer que é vítima de armação política para prejudicar sua campanha à reeleição.

 

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

 

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GOVERNO SANGRA E OS VAMPIROS EXPLORAM

 

É certo que o Brasil de hoje não pode se comparar ao Brasil da escravidão, nem com o Brasil da monarquia e da República Velha. Mas o Brasil de 2017 para os níveis de avanço da educação, ciência, tecnologia, economia, política, justiça e, principalmente ética, existente atualmente no mundo, é uma tragédia. Uma republiqueta de banana. Sua elite carrega rancores contra os pobres, desde a colonização. Criou uma situação caótica golpeando, mais uma vez, a soberania do povo. Colocou no poder uma quadrilha de ladrões, para poder chantageá-los na obtenção de vantagens. Crescem as acusações de corrupção comprovada contra o presidente golpista. O governo sangra, mas os vampiros só almejam vantagens. 

 

Antonio Negrão de Sá negraosa1@uol.com.br

Rio de Janeiro

 

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CENÁRIO DESOLADOR

 

O cenário político para as eleições de 2018 é desesperador. Alguns políticos já se apresentam como pré-candidatos à presidente. Por exemplo, o já condenado Lula começou a caravana pelo Nordeste, para tentar emplacar a sua candidatura, que pode não se concretizar, caso seja condenado em 2ª Instância; Doria, que também almeja o Planalto, faz de tudo para manter a imagem de gestor e assim angariar votos; Bolsonaro, o representante da "extrema-direita", que deve mudar de partido para ser candidato, reúne seus adoradores pelo Brasil afora; além de outros políticos que buscam seu lugar ao Sol. Diante deste cenário, é certo que falta, sim, ao Brasil o político que não se preocupa em agradar algum setor da economia, nem a esquerda ou a direita, mas que antes se ocupa em promover o Brasil e livrá-lo da corrupção, sem nenhuma barganha.

 

Jouber Turolla j.turolla@hotmail.com

Rio Claro

 

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GERALDO ALCKMIN

 

Merece ser o presidente da República de todos os brasileiros, tem experiência como político e como administrador público e o mais importante: é comprovadamente honesto.                                 

 

Arcângelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

 

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VELHAS RAPOSAS

 

Se o maior número de desempregados está em São Paulo e o índice da violência e criminalidade na Capital só perde para o Rio de Janeiro, por que o governador Geraldo  Alckmin , com a maior cara de pau , em evento ontem , se diz candidato à Presidência da República em 2018? É impressionante como as raposas  velhas  da  política  nacional  não se emendam, fazem de tudo para se perpetuar no poder, uns até vendem a mãe, outros também as vendem, mas não as entregam.

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

 

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CONFUSÃO

 

As próximas eleições mostram, em relação a alguns cargos maiores, uma verdadeira salada mista. É o caso de quem vai ser candidato a governador ou à Presidência da República. Um caso que pode ser citado como exemplo é a situação do Estado de São Paulo. O atual governador pleiteia a vaga do seu partido para o cargo maior. Mas ele tem como adversário o atual prefeito da capital paulista, Doria, que foi candidato apenas porque o governador fez articulações no seu partido. Mas ele não leva isso em consideração e viaja pelo Brasil fazendo gestões para possibilitar sua indicação. Este é o caráter dos políticos que deveriam dar exemplos de comportamento.

 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

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CANDIDATOS EM 2018

 

Li ontem no “Estadão” matéria na qual Alckmin disse, com ênfase, que o candidato à Presidência da República  pelo PSDB  em 2018 será ele.   Nada mais justo que assim o seja, posto que já está muito mais familiarizado com a administração pública e tem muitos contatos políticos. Como governador, está fazendo um ótimo trabalho e isso conta muito.     Seu afilhado político, João Dória Jr., foi eleito para a Prefeitura de São Paulo e deu um chapéu no PT, colocando Haddad no seu devido lugar.  Mas Dória não pode esquecer de que, sem o apoio de Alckmin,  lá não teria chegado.   Está provando que é um bom administrador,  assim, se quiser pleitear uma candidatura em 2018,  que seja para o governo do Estado de São Paulo, cargo que terá muita chance de vencer.    E, se assim for, e eles vencerem, O Brasil e seu principal  Estado estarão em ótimas mãos, para o País retornar aos seus bons momentos.   

 

Carlos Eduardo Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

 

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DEPENDE DO PONTO DE VISTA

 

Quem é Geraldo Alckmin?!

 

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

Taquaritinga

 

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RECADO AOS ESPERTINHOS DO PT

 

Os desnutridos e espertinhos do PT, que têm mania irrefreável de carregar ideias do suor alheio, estão desesperados com a prosperidade da Prefeitura Paralela de São Paulo. A Prefeitura Paralela - fruto da minha indignação - não é para destruir a reputação do prefeito e, sim, para cobrar e propor ao prefeito Doria, com responsabilidade cidadã, as ideias de gestão da cidade.

 

Devanir Amâncio devaniramancio@hotmail.com

São Paulo

 

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RENASCE O GIGANTE!

 

O prefeito da cidade de São Paulo, João Doria, marcou um gol de placa, pois no seu plano de privatização conseguiu com que a Câmara autorizasse a terceirização da parte esportiva do Pacaembu, (estádio, quadras e piscinas). Foi Inaugurado em 1940, leva o nome de Paulo Machado de Carvalho e ainda é o palco de grandes disputas futebolísticas, como também abriga o Museu do Futebol.  Espera-se que o novo concessionário ofereça programas de qualidade e inovadores direcionados, principalmente, aos jovens nas áreas física, cultural e social.

 

José Millei millei.jose@gmail.com

São Paulo

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