Fórum dos leitores

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O Estado de S.Paulo

04 Setembro 2017 | 05h00

REFORMAS

Apesar da resistência

Os 13 anos de governo petista causaram um desastre tão grande na economia do Brasil que, agora, está difícil recolocar esse trem nos trilhos dos quais jamais deveria ter descarrilado. Mas, enfim, é preciso fazê-lo, custe o que custar, doa a quem doer, e o presidente Michel Temer e sua equipe de governo estão cumprindo, e bem, essa árdua missão. Toda reforma, seja qual for (trabalhista, previdenciária, etc.), provoca reações contrárias porque invariavelmente ameaça interesses econômicos, sociais e políticos. Basta ver o que ocorreu na Europa: após a crise de 2008, países como Espanha, Portugal, Grécia e Itália quase faliram, mas, obedecendo às regras do jogo impostas pela União Europeia, fizeram as reformas que os estão devolvendo à normalidade, não sem antes terem explodido manifestações de revolta que acabaram até mesmo em violência e mortes. Por aqui, a situação não é diferente e o noticiário tem mostrado até onde os descontentes são capazes de ir para defender seus interesses, como vimos nos últimos tempos pelas ruas do País. Ainda assim, enfrentando os mais diversos obstáculos, o governo atual vai fazendo as reformas, com a ajuda de muitos e enfrentando a resistência de tantos outros que ainda estão agarrados nas tetas da vaca e não as querem largar, mesmo que para isso tenham de levar o País para o brejo. E parece que isso não estão conseguindo, porque a economia dá claros sinais de recuperação, os empregos estão voltando, a balança comercial e os investidores suprem o Tesouro de divisas e cresce a confiança no Brasil, aqui dentro e lá fora. Enfim, os derrotistas perderam mais uma.

PLINIO VICENTE DA SILVA

plinio.vsilva@hotmail.com

Boa Vista

Temos pressa

A politicalha acha que, havendo uma nova denúncia contra Michel Temer – o que se prevê para esta semana –, não haverá condições de votar as reformas da Previdência e eleitoral, pois estão muitos “inseguros”. Mas, afinal, o que uma coisa tem que ver com a outra? Ora, uma trata de um presidente com 90% de rejeição e a outra, de 100% da necessidade de colocar o Brasil nos trilhos. Não há condições de o judiado povo brasileiro “aguardar a passagem desta fase”, como pretendem. Ou seja, a politicalha no País sempre em primeiro lugar. Muda, Brasil! 

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

Cruzada pela Previdência

Não somente a classe política, mas o povo também precisa fazer uma cruzada em apoio à reforma da Previdência. Nesse sentido, o editorial Sem desculpa para atrasos, do Estadão de 31/8, criticou, com razão, a posição do relator da reforma, Arthur Maia (PPS-BA), que vê dificuldade em avançar o debate desta reforma no Congresso com a possível apresentação de uma segunda denúncia de Rodrigo Janot contra Michel Temer. Ora, deputado, o País, não pode esperar! O déficit da Previdência, que neste ano deve fechar em R$ 184 bilhões, pode superar os R$ 200 bilhões em 2018. É explosivo! E é uma insanidade colocar-se contra essa reforma, como faz a oposição. Se ela não for aprovada este ano, dentro de três ou quatro anos não haverá recursos para pagar as aposentadorias e os benefícios sociais, tampouco para manter os já insuficientes recursos para segurança, educação, saúde, etc.

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos 

Boa notícia

Finalmente, uma notícia animadora: a economia brasileira cresceu 0,2% no segundo trimestre do ano e, assim, o índice de desemprego pode diminuir. Apesar de a reforma política não prosperar no Congresso Nacional, o que era esperado em razão de conflitos de interesses dos senhores deputados, a melhoria da economia começa a nos dar esperanças de recuperação lenta, mas positiva.

FRANCISCO ZARDETTO

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

Mudança de cultura

Qualquer reforma neste país tem de passar pela aprovação de dois temas esquecidos pela imprensa e pela população: primeiro, a aprovação do texto original das 10 Medidas contra a Corrupção e, segundo, o fim do foro privilegiado. Qualquer reforma sem antes definir esses parâmetros não vai garantir a mudança em nossa cultura política. 

VALMIR PEREIRA DA SILVA

valmirsilva288@gmail.com

São Paulo

OPERAÇÃO LAVA JATO

O filme

O filme Polícia Federal – a lei é para todos, sobre a Operação Lava Jato, estreia no dia 7 de setembro nos cinemas do País. Atenção, pessoal de Brasília, podem ir tranquilos assistir a ele. É apenas um filme e não haverá prisão na saída. Não tem artista japonês e a sirene do carro de polícia, no filme, está desligada. Só é preciso pagar o ingresso, e não vale fazer delação premiada para entrar de graça. Se perderem a estreia, podem assistir no presídio – aí é de graça.

JOSE PEDRO VILARDI

vilardijp@ig.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

ASSALTO AO BANCO DO BRASIL

O Banco do Brasil vai liberar R$ 50 bilhões para projetos de infraestrutura. No país com um presidente da República acusado de corrupção, isso significa dizer que haverá mais R$ 50 bilhões para serem fatiados entre os partidos da base aliada, significa dizer que as obras serão superfaturadas e haverá farta distribuição de propina. O anúncio desse dinheiro novo, poucos dias antes da apresentação de novas denúncias contra o presidente Michel Temer, dessa vez por obstrução à Justiça e associação criminosa, não deixa dúvidas de que os deputados serão regiamente pagos para inocentarem Temer novamente.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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ESTRATÉGIA CURIOSA

Quer me parecer que por trás do palavreado do presidente do Banco do Brasil,  na entrevista ao “Estadão”, os fatos se resumem a que ele pretende fazer valer a situação de oligopólio a que o sistema bancário foi reduzido no Brasil, com poucos grandes bancos dominando totalmente o mercado. Para que baixar os juros, só para ganhar menos? Se os privados não o fazem, o Banco do Brasil também não o fará, não importa a situação de calamidade econômica que o País possa estar atravessando. Inflação baixa, Selic baixa e juros reais nas alturas, para remunerar os grandes clientes e os sócios. Essa a estratégia, juntamente com Bradesco e Itaú, nas próprias palavras do presidente.

Ademir Valezi adevale@gmail.com

São Paulo

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CASA DA MÃE JOANA

Investimento é importante, mas mais é ainda o  trabalho árduo. Empréstimo acaba virando casa da mãe Joana, foco de corrupção tanto do funcionário da entidade como dos emprestadores. Estão aí as famílias Batista e Odebrecht, que encheram os bolsos de funcionários corruptos, inclusive do BB, e se tornaram bilionários com o dinheiro público. O sr. Paulo Caffarelli é farinha do mesmo saco dos banqueiros e do coronelismo pemedebista que está no comando desse governinho ainda nanico, quase igual ao dos petistas. Se não fosse, não estava no cargo e já sabemos para que serviam os grandes "empréstimos públicos"!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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BNDES

A partir de setembro certamente começa um novo tempo, quando o BNDES começará, enfim, a servir o País.

Roberto Moreira da Silva rrobertoms@uol.com.br

São Paulo

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GASTOS FEDERAIS EXAGERADOS

A manchete do “Estadão” de 30/8, “União cobra mais R$ 100 bi do BNDES para acertar as contas", mostra a gravidade da atual crise econômica que o País atravessa no momento. Sempre é bom lembrar que há anos o consultor econômico Raul Velloso vem alertando as autoridades de que 70% a 75%  da Receita Federal é para pagar salários e benefícios, o que está muito acima da realidade brasileira. É só dar uma olhada na relação de salário de um deputado federal e a quantidade de auxílios, como auxílio paletó, auxílio moradia, auxílio saúde, auxílio dentista, auxílio cultural...  e só ficou faltando o auxílio “papel higiênico”.  Assim não dá!

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Santos

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PACOTE DE PRIVATIZAÇÕES

O pacote de privatizações do governo é necessário e já chega tarde. A ideia de que as estatais são nossas é uma falácia. Cada partido se acha dono de uma estatal, e não o povo. Os partidos querem a estatal para manter seus cargos, sem se importarem com os benefícios para a sociedade. O povo sem instrução é iludido pelos políticos de mau caráter, disseminando a ideia de que as estatais são propriedades do povo. Um exemplo desta ilusão populista está expresso na famosa frase “o petróleo é nosso!” Os minerais, o petróleo, a floresta Amazônica e outras riquezas físicas, que a natureza postou em nosso território, devem ser explorados sustentadamente em benefício da sociedade, independentemente de quem faça este trabalho. A iniciativa privada tem mais competência para fazer este serviço com menos risco de desviar seus objetivos para beneficiar os políticos. As privatizações não podem ser suporte para bandeiras ideológicas, mas sim devem ser fundamentadas em estudos técnicos apolíticos.

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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PRIVATIZAÇÕES, JÁ!

Como bem disse ao “Estadão/Broadcast” (30/8) a economista e advogada Elena Landau, coordenadora do programa nacional de desestatização do governo FHC, "em um País que tem 158 (!) estatais, não é possível que não se encontre venda de ativos. A cada dia fica mais evidente que o tamanho do Estado não cabe dentro do nosso Orçamento. Há 20 anos não se vende um ativo no Brasil." É preciso dar fim ao vergonhoso aparelhamento de Estado. Basta de delongas, incompetência e cabide de empregos. Privatizações já. Muda, Brasil!

J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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FIM DAS ESTATAIS

As estatais são "geridas" por indicados por políticos. Como os políticos não trabalham para atender aos interesses do País e dos cidadãos, mas só os próprios, usam as estatais para obter lucros bilionários; por isso as estatais dão prejuízo, mas os mandantes têm muito lucro. Quando serão privatizadas, a decisão ética e racional?

Mário A. Dente eticototal@gmail.com

São Paulo

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ROMBO NAS CONTAS

O rombo do governo durante este ano até o momento é de R$ 76 bilhões, agora criar coragem e cortar na carne o excesso de gordura e banha ninguém tem, e muito menos assume, primeiro pelo principal fato, de não ser eles que pagam, eles só recebem e nós é que pagamos, como sempre e muito caro por sinal, pelo o que nos é oferecido. O presidente Michel Temer assinou Medida que institui o "Programa de Demissão Voluntária" (PDV) só para servidores do poder Executivo, por que não o Legislativo e o Judiciário também, embora a adesão, se houver, será irrisória e insignificante. Mais parece uma medida para inglês ver, né não?

Angelo Tonelli

São Paulo

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PRIVATIZAÇÃO DA CASA DA MOEDA

O governo federal pretende privatizar a Casa da Moeda, aquela que é encarregada, dentre outras atribuições, de produzir e confeccionar todo o dinheiro do País. O problema é que, com a politicalha corrupta que assola o Brasil, fica difícil que eles não metam a mão, também, na Casa da Moeda. Seria o mesmo que colocar a raposa tomando conta do galinheiro. Lamentável!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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SEM PRIVATIZAÇÕES NO FUTURO

Privatizações são essenciais para melhorar a eficiência do País, claramente freada pelas ações paquidérmicas e custosas de empresas estatais. Melhor ainda se, ao se desfazer dessas estatais, o governo apura capital para manter e até melhorar suas atividades básicas de suporte ao País. As privatizações serão más, se o governo esquecer que elas são produtos de uma safra só, sem chance de repetição futuro. Ou seja, desde já há que enxugar o governo ao máximo, pois no futuro não haverá chance de privatizar mais nada.                 

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br

Cotia

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PENDURICALHOS QUE VIRAM SALÁRIOS

Desde priscas eras, talvez numa época em que o rabo abanava o cachorro, ouve-se menos e mais se escreve sobre os atentatórios salários que humilham várias classes de trabalhadores, desde o mais simples artesão ao mais graduado com tese de mestrado. Nesse grupo seleto de nababos estão os políticos, ministros, juízes e desembargadores, que, como fazedores das leis, usam sua prepotência para fazer com que os chamados penduricalhos se agreguem aos salários, num escândalo mostrado nos noticiários recentemente. Dizem que as leis que limitam determinados salários são determinados pela Constituição, um conjunto de leis que pode ser interpretado de acordo com o interesse de cada um, de tanta emenda (PEC) introduzida, que mais parece uma colcha de retalhos com seus embargos infringentes e pontos fora da curva. Em matéria de classes sociais o Brasil se transformou numa Índia, de brâmanes, xátrias, sudras e párias.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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DESTINO DA AMAZÔNIA

Basta o governo editar uma medida referente à Amazônia que uma plêiade de atores, modelos e cantores, que nem entendem do assunto, mas querem, aparecer, manifestam-se condenando a "entrega do nosso patrimônio" para os estrangeiros. É bom lembrar que se trata de uma área de mais de cinco milhões de quilômetros quadrados e que abrigaria quase todos os países que compõem a Europa.  Temos de pensar nos aspectos climáticos e ecológicos, não há dúvida, mas a Amazônia não pode, em toda sua extensão, transformar-se em um intocado jardim botânico da humanidade. Se o Brasil não tomar efetivamente posse desse território, o que pode acontecer é a sua internacionalização por meio de ações da ONU e outros órgãos preocupados em alocar excedentes populacionais. Se isso acontecer, de nada valerá a grita de artistas, modelos e cantores. Urge, isto sim, uma profunda discussão técnica e política sobre os destinos da Amazônia brasileira.

Níveo Aurélio Villa niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

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QUEREM ENGANAR A QUEM?

Durma-se com esse barulho que vem das mentes poluídas dos políticos que ainda pensam que nos enganam com suas firulas eleitoreiras com a troca de nome das legendas. E dos 35 partidos existentes hoje no Brasil, sete deles já anunciaram a intenção de mudar de nome. Sabem por quê? Porque seus representantes, em sua maioria, estão mais sujos que pau de galinheiro perante seus eleitores. Não seria tão cômico, se não fosse verdade, é só mais uma forma de tentar ludibriar os eleitores como sempre fazem. A fórmula encontrada para tentar burlar a inteligência do eleitor é mudar o nome do partido, pois a criação de um novo requer trabalho e isso nenhum político nunca quis. De certo é que tá virando moda no Brasil partido político que não quer ser chamado de partido. É engraçado que, durante a maior parte dos tempos da ditadura, os militares só permitiam a existência de dois partidos: a Arena, que apoiava o governo, e o MDB, de oposição. Só no final de 1979, quando o regime já estava fraco, foi autorizada a criação de outros partidos – e todos tinham de ter esse nome. A Arena virou PDS, que deu origem ao PP e ao PFL, que agora são progressistas e democratas. É muito nome diferente para pouco significado e de ideologias idênticas para tantas siglas. Dessa vez o PMDB, quer virar MDB, PEN, quer virar patriota, PP, Progressistas, PSDC, Democracia Cristã, PT do B, Avante, PSL, livre, e PTN, podemos, com a presidente da Legenda, a deputada federal Renata Abreu ficando como cacique, com um discurso que defende a sociedade, mas essa mesma deputada votou a favor da terceirização e da reforma trabalhista, ou seja, não tem moral nenhuma para se apresentar como a paladina da nova política. Uma coisa é certa: cada vez mais os chefões dos partidos políticos se aperfeiçoam para tentar enganar e ludibriar os eleitores menos avisados.

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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CLÁUSULA DE BARREIRA

Uma vez aprovada a cláusula de barreira, na verdade bastariam apenas cinco partidos a fim de satisfazer plenamente todos os tipos existentes de eleitores, assim seriam: um partido de esquerda, centralizador, estatizante, favorável à estatização das empresas de economia mista, até mesmo algumas privadas, englobando o PT, o PC do B, PSOL, PDT etc.; oposto a esses uns partidos de direita, liberais, favoráveis à iniciativa privada e à diminuição do Estado na Economia, englobando o DEM o PSDB. Um moderado de esquerda, com socialistas moderados e outro moderado de direita, também ditos também socialistas moderados e finalmente um de centro sem ideologia ou programa definidos, amorfo, sempre procurando se posicionar conforme as necessidades do momento político, apoiando o governo de plantão e exigindo em troca Ministérios e cargos, como o PMDB, PP, PSD, PR e o tal do “Centrão”.

José Carlos de Castro Rios jc.rios@globo.com

São Paulo

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POÇO CHINÊS

Só sairemos da situação calamitosa na política e na Justiça no Brasil, quando um poço for cavado com tamanha profundidade, que conseguiremos ver uma luz no fim do túnel ao avistarmos a China.

Olavo Fortes Campos Rodrigues olavo_terceiro@hotmail.com

São Paulo

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CRISE, PERPLEXIDADE E SOLUÇÃO

A complexidade de nossa grande crise é de tal monta, inclusive de cunho moral e ético, que leva a  uma descrença assustadora da opinião pública brasileira com relação à recuperação de nossas atuais dificuldades. Urge, assim, que as instituições permanentes nacionais e as lideranças de todos os seguimentos da sociedade se unam, no sentido de apresentarem projetos viáveis e democráticos, que permitam sairmos desse imbróglio, rumo à volta do projeto de construção da grande Nação que tanto sonhamos e temos condições de ser.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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CRUELDADE DO CENÁRIO POLÍTICO

Após serem derrubados da moto, o filho da minha funcionária e o amigo foram roubados e o amigo levou um tiro na mão, quando covardemente já estava rendido. Resultado: vai ter a mão amputada. Pai de uma criança de um ano, os dois estavam indo comprar frutas para ela no supermercado. Aí abro o jornal e leio que o sr. Lula vem recebendo títulos “honoris causa” no Nordeste afora, réu por seis vezes e condenado em primeira instância. E que políticos estão defendendo reforma política que vergonhosamente só favorece a eles mesmos. E que alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) cogitam mudança em seus votos, para anular a prisão em segunda instância, quando já não se discute materialidade e autoria, quando já está tudo provado. E que Alexandre de Moraes continua sentado em cima do processo que pode restringir o foro privilegiado de deputados federais e senadores, numa atitude a prolongar o estado de impunidade de criminosos no poder. Até quando assistiremos a notícias de violência contra o povo, que são estes conchavos espúrios por parte de nossas autoridades, transformando o País no maior covil de bandidos do planeta? Até quando vamos assistir à apologia ao crime? Corrupção mata e desgraça a vida de cidadãos que simplesmente tentam tocar suas vidas. Deles são tiradas saúde, educação, segurança, dignidade e alegrias. Para eles, fica o resto e o lixo que essas autoridades produzem. É cruel!

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

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PREFERÊNCIA E PREDILEÇÃO

O procurador-geral Rodrigo Janot afirmou que não tem investigado preferido nem criminoso predileto. Há controvérsias. Os do PT por "coincidência" andam esquecidos.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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DISPUTA ACIRRADA

Renan Calheiros e Romero Jucá estão disputando, acirradamente, passo a passo, ou melhor, “denúncia a denúncia e inquérito a inquérito” junto à Justiça criminal. Por enquanto, a liderança está com Renan, com dezessete procedimentos judiciais contra ele. No rol acusatório estão quase todos os artigos do Código Penal Brasileiro. Todavia, Renan não pode ficar parado, porque Jucá vem correndo "por fora" e pode surpreender!

Júlio Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo                 

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PERSEGUIÇÃO POLÍTICA

Agora é moda... Os grandes ladrões que estão sendo processados, quando vão depor, dizem que estão sendo vítimas de perseguição política. Até quando teremos de aguentar essa corja?

Carlos Eduardo Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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LULA SEM CONCORRENTES

Caso não contrabalançarem a campanha eleitoral do Lula, ele permanecerá sem concorrência nas ruas.

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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QUAL SERÁ O NOSSO FUTURO?

Qual o futuro da nossa população com esse crescimento de roubos, assassinatos e muitas coisas desagradáveis que vem crescendo vertiginosamente? Diariamente presenciamos novos tipos de golpes dos mais variados. Essa parte da população, que infelizmente não teve educação, se aprimora nos golpes para obter "rendimentos" ilegais, ao invés de usar o trabalho na obtenção de renda para sua subsistência. Essa cultura que cresce dia a dia nos deixa inseguros sobre o nosso futuro. As autoridades a partir da base (policial) precisam aplicar rigorosamente as leis para essas pessoas sejam devidamente penalizadas e cumpram suas penas regularmente.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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SEM SAÍDA

Não esqueçamos: "A polícia que mais morre (já são 100 policiais militares mortos só neste ano no Rio de Janeiro) é também a que mais mata", como bem lembra Marcelo Freixo.

Wellington Anselmo Martins am.wellington@hotmail.com

São Paulo                                                                                

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POLICIAIS VERSUS BANDIDOS

Continuamos com a "segurança" indo cada dia de mal a pior e direcionada a um caos total, onde não temos nenhuma liberdade no direito mínimo de ir e vir sem riscos de qualquer espécie. Imaginem no Rio de Janeiro ocorreu a centésima morte de um policial militar só neste ano. É simplesmente inacreditável, e inaceitável, com um detalhe, além de correrem riscos durante suas funções, são pessimamente mal pagos. Quantos mais precisam morrer para que o governo decida tomar uma decisão enérgica e ofensiva, se não para eliminar esta prática corriqueira da bandidagem, ao menos diminuí-la para índices aceitáveis e toleráveis, considerando os riscos normais das funções? Alguém, por favor, responda tal situação não deveria ser exatamente o contrário? 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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A INVOLUÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA

Vergonha nacional, nossa saúde pública vem “involuindo” a cada ano, nos últimos cinco anos houve menos 20 mil registros no Hospital das Clínicas, Santa Casa e Hospital São Paulo de internações e procedimentos eletivos, que foram suspensos por falta de verba ou readequação dos serviços prestados. É mais um estrago na saúde pública feito pela dupla Lula e Dilma.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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CRISE NA SAÚDE

Que tal a classe médica "passar o chapéu (crow funding) para socorrer esses três hospitais? Quem é doente e pobre não pode ser privado do atendimento: não estar  enxergando por falta de cirurgia de catarata!  O Haiti é aqui...

Maria Inês Sampaio mariagarciasampaio@hotmail.com

São Paulo

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