Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

23 Novembro 2017 | 03h10

BANCO MUNDIAL

Estado cruel

O Banco Mundial comprova e economistas brasileiros concordam: as castas elitistas, privadas e públicas, estão cada vez mais consolidadas e dominadoras. Não se vislumbra um estadista para começar a mudar esse estado de coisas. Para as próximas eleições nem sequer há uma luz depois do alçapão do fundo do poço. O Estado brasileiro é historicamente cruel com a população menos educada e abonada, que é a quase totalidade, e continuará assim diante da nossa omissão no exercício da cidadania. Nessa marcha, o último sobrevivente não precisará apagar a luz, já estará tudo escuro.

HONYLDO R. PEREIRA PINTO

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

Foi preciso um estudo do Banco Mundial para ouvirmos o óbvio. Se perguntássemos a qualquer brasileiro de bom senso, as conclusões seriam as mesmas. Infelizmente, não temos políticos com discernimento ou coragem para fazer o que de fato é necessário para consertar o País.

MÁRIO CORRÊA DA FONSECA FILHO

mario@mariofonseca.com.br

São Paulo

Coisa de louco

Segundo o estudo do Banco Mundial, o salário dos funcionários públicos é 67% superior ao dos trabalhadores da iniciativa privada em função equivalente. Entretanto, a meu ver, os funcionários de instituições públicas trabalham 67% menos. Há 60 anos como arquiteto, dependo dessas instituições para aprovações e documentos. É de ficar louco! Só com muita paciência...

GREGORIO ZOLKO

mzolko@terra.com.br

São Paulo

CORRUPÇÃO

Decisão equivocada

O ministro Dias Toffoli, do STF, ao recusar-se a abrir ação penal contra o deputado Francisco Ariosto Holanda (PDT-CE) por julgar a quantia de R$ 37 mil insignificante, esqueceu-se da máxima da sabedoria popular que diz: quem rouba um tostão rouba um milhão.

JOSÉ OLINTO OLIVOTTO SOARES

jolintoos@gmail.com

Bragança Paulista

RODRIGO JANOT

Confusões

Sem dúvida alguma, não existe melhor palavra para definir a ação do dr. Janot do que confusão (22/11, A3). Na verdade, com seus pareceres e suas perseguições declaradas ao presidente Michel Temer, Janot não veio para esclarecer nada, mas só para confundir. Com que fim, só ele pode dizer, mas podemos deduzir. Não é possível que um procurador com o nível institucional dele nada tenha percebido de seu auxiliar. E se a delação serviu para os srs. Temer e Aécio – dos quais não sou advogado –, por que não serviu para os 1.829 no colo da JBS? Só por isso ficou claro que a ideia era, sim, confundir a população, jamais ser verdadeiro. Tanto é que ele mesmo foi contra as delações, como se isso fosse algo natural e normal para quem já estava no segundo período do seu mandato. Inaceitável! E isso deve, sim, ser apurado, independentemente de preferências políticas.

ANTONIO JOSE GOMES MARQUES

a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

Antiácido

Ao confessar não ter estômago para ler editoriais do Estadão, o sr. Janot terá de se munir de bastante antiácido para poder ler a merecida resposta do jornal. Ao criticar os editoriais do principal jornal do País, Janot cutucou a onça com vara curta. A função do Estadão, por intermédio de seus editoriais, é defender a democracia, a lei e a ordem.

EDSON BAPTISTA DE SOUZA

baptistaedson384@gmail.com

São Paulo

Império da lei

O Estado nunca defendeu bandidos em seus editoriais, como afirmou mentirosamente Rodrigo Janot. O jornal defende em seus editoriais – os melhores da imprensa brasileira, em minha opinião – o combate firme e sem tréguas à corrupção, mas dentro dos limites da lei, do respeito ao Estado de Direito e à Constituição. Defendo a CPI da JBS – ou, como quer Janot, do Ministério Público – porque ninguém está acima das leis, nem mesmo a Procuradoria-Geral da República. E se provado que alguns de seus integrantes cometeram ilícitos nas investigações, que sejam duramente punidos. Parabéns ao Estadão pela defesa intransigente da democracia e do império das leis no País.

MILTON LARA

t.lara@terra.com.br

São Paulo

Flechadas no alvo errado

Meu total e irrestrito apoio à posição do Estadão quanto às decisões tomadas nos estertores de seu mandato pelo sr. Janot, que alega “problemas gástricos” ao ler os editoriais do jornal tido pela opinião pública como o mais sério e respeitado do nosso país. Quem, na verdade, demonstrou pouca seriedade foi o ex-procurador, que ofendeu a inteligência de grande parte dos leitores do Estado ao denunciar o presidente da República – só para ilustrar sua falta de apego à observância de suas funções – na suposição de que a mala de dinheiro entregue a Rocha Loures fosse destinada a Temer, entre outras denúncias açodadas que causaram, como bem menciona o editorial, estragos irreparáveis à economia nacional, prejudicando milhões de brasileiros já esmagados pelo desemprego. Enfim, é preciso que os procuradores de forma geral se deem conta de que não são um quarto Poder nem podem arvorar-se a julgar ou condenar, o que compete a juízes. Cabe a eles tão somente a grande tarefa de zelar pela legalidade, sem jamais pôr sua ética particular acima das graves consequências que seus atos e alusões possam provocar. Que alívio saber que o País está a salvo das confusões do sr. Janot!

ELIANA FRANÇA LEME

efleme@gmail.com

Campinas

TSE

Esclarecimento

A respeito do editorial Um mundo à parte (21/11, A3), esclarecemos que em dezembro de 2016 o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, encaminhou ao Congresso Nacional ofício em que solicitou a retirada de projetos de lei de interesse da Justiça Eleitoral, entre eles os que criavam cargos e funções no âmbito da Justiça Eleitoral, com o objetivo de adequação à realidade fiscal do País. Para 2018, entre as medidas adotadas pela Justiça Eleitoral para se adequar aos limites impostos pela Emenda Constitucional n.º 95/2016, o TSE publicou portaria que suspende a realização de provimentos por órgãos da Justiça Eleitoral. Informamos ainda que não foi solicitada a inclusão de nenhum projeto de lei de criação de cargos/funções para compor o projeto de lei orçamentária anual para 2018.

GISELLY SIQUEIRA, Assessoria de Comunicação do TSE

imprensa@tse.jus.br

Brasília

“O estudo do Banco Mundial escancarou a tutela que nos é imposta: a de um Estado parasita”

MARCELO COSTA / GOIÂNIA, SOBRE A PROPOSTA DE UM CHOQUE LIBERAL NA ECONOMIA BRASILEIRA

melgacocosta@gmail.com

“Que vergonha ouvir de diretor do Banco Mundial que o Brasil gasta muito 

e mal, além da corrupção que a cada dia aumenta mais, enquanto há alunos desmaiando em escolas por falta de alimentos!”

ARIOVALDO J. GERAISSATE / SÃO PAULO, IDEM

ari.bebidas@terra.com.br

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

A PRISÃO DO CASAL GAROTINHO

O comando que não é o vermelho, mas que atua de forma muito mais perniciosa do que o verdadeiro Comando Vermelho no Rio de Janeiro, está todo concentrado na cadeia pública Frederico Marques, em Benfica (RJ). Ora, os ex-governadores do Rio Sérgio Cabral, Anthony Garotinho, Rosinha Garotinho e o muito esperado Luiz Fernando Pezão, cuja alcunha no meio criminal é "Pé Grande", estão colocando em polvorosa os moradores da região, pois uma das maiores organizações criminosas, também criada naquela cidade em 1979, está muito incomodada com tamanha concorrência desleal. Daí a necessidade de transferir esses políticos criminosos para presídios de segurança máxima espalhados pelo País.

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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BRINCADEIRA

Poxa, Garotinho já disse que não gosta desta brincadeira: prende, solta, prende, solta. Que falta de "consideração".

 

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul 

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MANDATOS E MANDADOS

O que acaba de acontecer no episódio da prisão, revogação e prisão dos deputados (o Tribunal Regional Federal da 2.ª Região - TRF-2 - prende, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro - Alerj - solta e o TRF-2 prende de novo) fluminenses, Jorge Picciani, Paulo Mello e Edson Albertassi, por coincidência (por coincidência?) todos do PMDB, acusados de lavagem de dinheiro, associação criminosa, evasão de divisas e corrupção, mostra o que muita gente sabe há muito tempo: a política, os partidos e as eleições têm servido quase que, única e exclusivamente, para chancelar organizações e grupos criminosos (isto acontece em todas as esferas), dando-lhes respaldo e amparo legais para roubar, extorquir, enganar, desviar, lavar (dinheiro sujo), nomear, enfim, agir de forma a fazer crescer o patrimônio dos ladravazes que agem travestidos de "representantes do povo e agentes públicos", mas que no fundo - e, em se tratando de governos municipais, estaduais e federal, a coisa tá mesmo em baixa, no fim - não passam de personagens voltados para "legalizar" tudo o que é ilegal, imoral e até engorda, no caso, a conta dos mais patifes, sórdidos e inimigos do Estado e da Pátria, isto é, a grande maioria dos vereadores, prefeitos, deputados, governadores, senadores e do presidente de uma República que só vai existir mesmo quando a lei for uma só, tanto para Chico quanto para Francisco, e enfiar na cadeia, sem dó, piedade e benefícios, essa gente que tanto mal faz a todos nós.

João Direnna joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)

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QUADRILHA NA CADEIA

Com todo respeito, discordo dos juízes que tiveram o entendimento de que Picciani, Albertassi e Mello (este sobrenome me causa arrepios) criam embaraços à ordem pública. Para mim, salvo melhor juízo, eles podem causar prejuízos, como já o fizeram, ao erário. É mais compatível.

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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A DEMOCRACIA DELES

Quer dizer que o PSOL expulsou o deputado estadual Paulo Ramos por este ter votado pela libertação dos três parlamentares presos por decisão do Tribunal Regional Federal da 2.ª Região (TRF-2)? Cabe lembrar que esta demonstração de intolerância com a opinião divergente não é caso isolado. Em 1985, o deputado Airton Soares, hoje comentarista do "Jornal da Cultura", foi expulso do Partido dos Trabalhadores pois votara em Tancredo Neves no colégio eleitoral. Afinal, é esta a "democracia" que a extrema-esquerda advoga? Do tipo "respeito sua opinião, enquanto ela não difira da minha ou do posicionamento do partido"? 

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Belo Horizonte

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O QUE PRETENDEM?

Ultimamente temos ouvido declarações estranhas ou no mínimo curiosas de pessoas que substituíram outras na esfera governamental em geral, a quem concederam todos os poderes para contrariar, desmanchar e alterar atos e atitudes definidas anteriormente. Como exemplos, cito Fernando Segóvia, novo diretor-geral da Polícia Federal, por ter afirmado no dia de sua posse que "uma mala talvez não desse a materialidade criminosa contra o presidente Michel Temer", e também a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, solicitando barrar a convocação do procurador Eduardo Pelella e tendo seu pedido atendido pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). Quais são as novas intenções?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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PEGOU MAL

Sei não, mas, depois do discurso de posse do novo diretor-geral da Polícia Federal, escolhido a dedo pelos coronéis que ainda insistem em comandar o País, não venham reclamar se os militares mandarem todos para o inferno e assumirem o governo. Estão pedindo! 

Laércio Zanini spettro@uol.com.br

Garça

 

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MALA COM FLORES

O que será que o novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernado Segóvia, acredita que havia naquela famosa mala que o assessor do presidente Temer Rodrigo Rocha Loures, carregava, correndo, até o porta-malas de um taxi em São Paulo? Flores, talvez? É impressionante a quantidade de cabras existentes nas hortas dos Três Poderes, todas obedientes e a serviço dos seus senhores.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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SIGNIFICA

A conversa mole do novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, foi esclarecedora tanto no sentido de confirmar suas reais intenções quanto na percepção unânime de que sua indicação tem como objetivo mudar, aos poucos, os rumos da Lava Jato. Entendimento que podemos condensar num único bordão: "significa".

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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PÁ DE CAL NA LAVA JATO

O novo chefe da Polícia Federal, sr. Fernando Segóvia, ao ser empossado, fez a seguinte declaração: "Uma única mala talvez não desse toda a materialidade criminosa que a gente necessitaria para resolver se havia ou não crime, quem seriam os partícipes e se haveria ou não corrupção". Afinal, o que são R$ 500 mil para incriminar Temer?! Não é uma prova tão material quanto um pote de margarina ou um salame! Aí, sim, é claro que constituiria crime e coitado daquele que tentar cometê-lo, que verá o sol nascer quadrado! Do jeito que a coisa anda, vamos morrer antes de chegar à praia: a Lava Jato está sendo enterrada viva. Não chegaremos nem ao ponto a que a Itália chegou com a Mani Pulite, quando Berlusconi e os seus apaniguados puseram tudo a perder.

Silvana Jacques Ibrahim silvanaib@bol.com.br

São Paulo

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A MATEMÁTICA BRASILEIRA

O Brasil é um país curioso, onde nem mesmo inexplicáveis malas de dinheiro em sequência a tratativas de corrupção constituem provas materiais suficientes, e onde se promete que investigações contra corruptos vão durar mais tempo. Acrescentem a isso os tempos de processo e os tempos de gaveta. E comparem com os tempos de prescrição. Do resultado, subtraiam a expectativa de toda uma geração de brasileiros cujo futuro já deveria ter começado, caso não tivesse se esvaído em milhares de malas recheadas com milhões em dinheiro, boas para comprar tudo aquilo com o que se vier a sonhar, mas que, infelizmente, nada provam. E vejam o quanto sobra!

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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DEFENSORES DO INDEFENSÁVEL

Todos estes maganos que se metem a escrever sobre a Constituição na grande imprensa deveriam admitir que provas de crimes deveriam ser sempre acatadas. Desprezar evidências de crimes sob o argumento de ilegalidade é imoralidade lesa-humanidade e aproveita só aos meliantes. As Operações Castelo de Areia e Satiagraha são exemplos de crimes impunes oficialmente. A Constituição chamada cidadã foi utilizada por espertalhões, contra o cidadão de bem que arcou com os custos e não viu a justiça prevalecer.

Ademir Valezi adevale@gmail.com

São Paulo 

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A CONDENAÇÃO DE RENAN

O senador alagoano Renan Calheiros (PMDB), que tem por supostos atos de corrupção 15 ações judiciais nas costas, finalmente, depois de dez anos, é condenado com a perda de seu mandato, de direitos políticos por oito anos e ainda lhe é imposta multa de R$ 247 mil. A decisão é do juiz Waldemar Carvalho, da 14.ª Vara Federal, e se refere a valores ilícitos que teria recebido da Construtora Mendes Jr. para pagar mesadas a sua amante, a jornalista Monica Veloso, caso tornado público em 2007. Tudo bem que Renan ainda pode recorrer da decisão, mas para o seu futuro político esta condenação cai feito uma bomba nas pretensões de se eleger deputado em 2018. O povo de Alagoas, que elegeu um marajá para o Planalto, Fernando Collor, e deu no que deu, certamente não dará apoio a Renan, que, mais do que desmoralizado, está procurando apoio político de um Lula da Silva, com sete ações na Justiça e uma condenação a 9 anos e 6 meses de prisão. Pode?

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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TUDO, MENOS O PASSADO

A população brasileira, depois de tanta roubalheira provocada pelo lulodilmismo, de tão sem perspectivas, corre igual barata tonta em busca de um candidato bom e honesto para 2018. Portanto, não é sem objetivo que, tanto na esquerda quanto no centro e na direita, estão aparecendo tantos neófitos se autointitulando salvadores da Pátria. Mas, no fundo, sabemos que quanto mais divididas as opiniões, quanto mais se sentir sem um representante, os brasileiros ou vão se abster, preferindo aproveitar o fim de semana a enfrentar as urnas, ou darão seu voto ao mais simpático, pulverizando as eleições de tal jeito que o ex-presidente Lula, que tem 30% de "militontos", faça sol ou faça chuva, poderá chegar à vitória. Portanto, contra ou a favor, darei, como em todas as eleições, meu voto àquele que derrubar para sempre este engodo chamado Lula da Silva. Depois a gente cobra incessantemente do vencedor as promessas de campanha. Qualquer cenário é melhor do que o passado.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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LULA EM PELE DE CORDEIRO

Lula disse, em campanha, que salário não é renda e que o povo não deve pagar Imposto de Renda sobre seus vencimentos. Quer dizer que somente após 15 anos Lula descobriu que os trabalhadores pagam imposto sobre a renda? E por que ele nada fez enquanto foi presidente? É fácil fazer discurso e prometer, difícil será cumprir o que promete. Depois que a pessoa perde o poder, faz de tudo para recuperá-lo. E fazer promessas é fácil, contar garganta, também. O povo ainda não percebeu que Lula é o grande beneficiário de toda a corrupção feita neste país? Ao dizer que os ricos devem pagar imposto, ele se inclui entre eles? Claro que não, né? Seu dinheiro está longe das garras da Receita. Lula deveria explicar ao povo, por exemplo, quanto recebeu para aprovar a Medida Provisória (MP) 471/2009, que prorrogou os incentivos fiscais para montadoras. O povo que comprou carros conseguiu pagá-los? O "pai dos pobres" está milionário e os pobres, mais empobrecidos. Lula cunhou nas pessoas o "eu" contra "eles", o rico contra o pobre, o empresário contra o empregado, o negro contra o branco e quer posar de bonzinho? Ora essa, o povo está sentindo na pele toda a bondade do lobo com capa de cordeiro. 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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CARA DE PAU

Hoje em dia está difícil de concordar com políticos, mas neste caso concordo com o deputado Roberto Freire: Lula é realmente um calhorda. Durante os 13 anos de governo petista, pagamos impostos altíssimos, sem retorno nenhum. Agora ele diz que o povo não tem de pagar Imposto de Renda sobre salário. É um cara de pau sem limites! 

Angela M. de Souza Bichi angela_bichi@hotmail.com

Santo André

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A PROPÓSITO...

Seria realmente fantástico se o ex-presidente Lula apresentasse à população brasileira vídeos de suas "72 brilhantes palestras", para que pudéssemos aprender um pouco, melhorar nossa percepção do mundo, etc., pois somente assim poderíamos acreditar que os mais de R$ 27 milhões foram pagos justamente, e não objeto de propinas e falcatruas. Mas, sinceramente, somente a velhinha de Taubaté para acreditar em mais esta mentira petista.

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo 

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R$ 27 MILHÕES

Lula recebeu R$ 27 milhões por palestras. Se considerarmos o valor já vexatório de R$ 200 mil por palestra (um papagaio faria melhor), seriam 135 palestras em quatro anos, média de 34 por ano, três por mês. Dá para acreditar? E é o cara "mais honesto do país"! Imaginem o desonesto.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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PALESTRAS DE VALOR

O todo-poderoso líder do PT recebeu R$ 27 milhões em quatro anos, ou pouco mais de R$ 562 mil por mês, proferindo palestras. Tais dados deveriam estar no "Guinness", o livro de recordes. Se algum leitor do "Estadão" dispuser das imagens de, pelo menos, uma dessas palestras, agradeceria muito recebê-la, para ampliar meus parcos conhecimentos.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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CONVERSA FIADA?

Se as palestra de Lula renderam mais de R$ 10 milhões, provam que não eram apenas conversa fiada.

Vidal dos Santos vidal.santos@yahoo.com.br

Guarujá

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É PROPINA, MESMO

As 72 palestras realizadas por Lula da Silva, ao valor de US$ 200 mil cada, ou seja, R$ 650 mil, mais caras que as de Bill Clinton, não demonstram a pouca cultura do ex-presidente, mas a fórmula mágica para esconder o recebimento de propina da Odebrecht. A Lils movimentou entre 2011 e 2015 a soma de R$ 52 milhões. A empresa tem a seguinte composição: 98% de Lula da Silva e 2% de Paulo Okamotto. Pode-se concluir, então, que Lula da Silva não é, nunca foi ou será empresário, mas grande recebedor de propinas, para cuja gerência tem um talento peculiar. E ainda quer ser presidente novamente. Pode?

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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PAUSA NAS ATIVIDADES

O povo brasileiro gostaria de saber: quantas palestras o palestrante "mais honesto do País" realizou em 20l6 e 2017? Será que "elle" está esperando Marcelo Odebrecht sair da prisão para poder retomar as palestras?

Mario Miguel mmlimpeza@terra.com.br

Jundiaí

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PERDAS LAMENTÁVEIS

Se metade da população brasileira evaporasse, num passe de mágica, ou figuras execráveis da vida pública brasileira, como Lula, José Dirceu, Aécio Neves, Sérgio Cabral - apenas para citar os mais danosos à Pátria -, morressem repentinamente, seguramente não fariam falta alguma ao País. Pelo contrário, no caso dos políticos, fariam um bem enorme ao Brasil. Mas está fazendo muita falta o historiador e cientista Moniz Bandeira, uma referência da Ciência Política, cuja obra foi amplamente destacada por importantes personalidades dos meios acadêmico, político e diplomático, pela grandeza e envergadura do seu pensamento. Na mesma linha de personalidade que agrega valor, nem mesmo nos refizemos desta tão triste notícia, somos surpreendidos pela notícia da morte do artista plástico Frans Krajcberg, o homem da natureza e expoente da arte ecológica, polonês de nascimento, mas brasileiro por adoção, que deixa um importante legado para as gerações atual e futura e um alerta para que se preservem as nossas matas.

Moacyr Rodrigues Nogueira Moaca14@hotmail.com

Salvador

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POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA

Oportunas as considerações do professor José Goldemberg ("Estado", 20/11, A2) no tocante à diminuição da poluição atmosférica, em virtude do emprego do etanol anidro misturado à gasolina (27%) ou nos carros bicombustíveis (flexfuel). A bem-sucedida experiência paulista realmente poderia ser adotada em outras metrópoles mundiais, onde a poluição ambiental é acentuada. Nos dias atuais, conforme o mencionado, perto de 3,5 mil pessoas morrem na capital paulista, anualmente, em razão da poluição atmosférica. Para os pesquisadores do laboratório de poluição atmosférica da Universidade de São Paulo, o material particulado produzido pelos motores movidos à gasolina pode ocasionar graves inflamações pulmonares e resultar em outras enfermidades. 

Luiz Gonzaga Bertelli lgbertelli@uol.com.br

São Paulo

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CLASSE MUNDIAL E LEI ESSENCIAL

Quero cumprimentar o "Estadão" por nos trazer de volta o brilhante articulista Ethevaldo Siqueira (22/11, A2), que, como sempre, com brilhantismo, aborda o PLC 79/2016, já aprovado no Senado e que é essencial para o desenvolvimento tecnológico do País. No mesmo diapasão o também brilhante professor Élcio Abdalla (22/11, A2) mostra no seu artigo por que não atingimos a "classe mundial" nas nossas universidades e que pode ser aplicado para o todo o Brasil, ou seja, o mérito está sempre em segundo plano, pois o que prevalece é o viés sindicalista que prega o populismo barato que está rasgando o tecido social meritocrático não só dentro da USP, mas em todo o País.

 

José Gilberto Silvestrini jgsilvestrini@gmail.com

Pirassununga

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O SUBMARINO ARGENTINO

O afundamento do submarino ARA San Juan, da Marinha argentina, com 44 tripulantes a bordo, quando estava no sul do Mar Argentino, a mais de 400 km da costa patagônica do país, é o maior acidente do tipo, desde a tragédia ocorrida no Mar de Barents, em agosto de 2000, com o submarino K-141 Kursk, da Marinha russa, com a perda de todos os 118 tripulantes a bordo. A grande questão que se coloca, no caso argentino, em relação ao submarino de classe TR-1700, fabricado na Alemanha na metade da década de 1980, foi ter passado por reparos regulares em 2014, na própria Argentina, para demonstrar a independência nacional e o país não ter recorrido a tecnologia naval mais desenvolvida, como da Alemanha.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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RENÚNCIA NO ZIMBÁBUE

Após 37 anos de uma ditadura carregada de corrupção, desemprego, violência e racismo reverso, contra os brancos, Robert Mugabe finalmente foi destronado. Os horrores de sua gestão, contudo, demorarão anos para sumir.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

 

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