Fórum dos leitores

FELIZ NATAL!

O Estado de S.Paulo

25 Dezembro 2017 | 03h00

Por dias melhores

Estamos terminando o ano de 2017, e muito melhor do que o iniciamos. A economia está crescendo, depois de três anos de recessão, e parte dos 14,2 milhões de empregos dizimados pelo PT vai sendo recuperada. O povo, mesmo indignado, resistiu com dignidade à humilhação de uma economia destroçada, quebrada pela farsa dos governos petistas de Lula e Dilma. Com o aprendizado da epidêmica corrupção que enlameou as nossas instituições, o nosso povo, sem esperar por benesses do Estado, fará o possível para punir nas urnas de 2018 os vândalos e corruptos da classe política. Só então poderemos construir uma nação que definitivamente sirva a seus filhos com qualidade na educação e no atendimento à saúde, com oportunidade de empregos e de bons negócios, numa economia crescendo de forma sustentável, que os faça prosperar. Feliz Natal a todos!

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Saco do Papai Noel

Neste Natal, o Papai Noel chegou ao Brasil com o saco cheio. Isso mesmo, cheio de tanta corrupção e hipocrisia dos nossos políticos. Os brasileiros esperam que no Natal do ano que vem Papai Noel encontre o povo mais feliz e alegre, com novos políticos, honestos e livres de demagogia.

VIDAL DOS SANTOS 

vidal.santos@yahoo.com.br

Guarujá

Maus velhinhos

É percepção geral que a velhice é sábia. Cabeças brancas seriam sinônimo de bondade: síndrome de Papai Noel, o bom velhinho. Certo? Nada disso. Pessoas são o que são. Mudam-se atitudes, mas não o caráter. Ao ver um Maluf claudicante sendo finalmente preso, deveríamos atenuar suas falhas que recorrentemente ele mesmo nos faz recordar? Lula, de barbas brancas, a vovó Dilma ou o velho Marin mereceriam perdão por sua idade? Claro que não. E a Justiça americana, às vésperas do Natal, deu o exemplo, condenando Marin, enquanto nosso vovô presidente atenua penas, concedendo indulto natalino a corruptos notórios. Essa hipocrisia jurídica brasileira já está superada.

SERGIO HOLL LARA

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

Terceiro-mundismo

O ex-presidente da CBF José Maria Marin, de 85 anos, que ficou milionário dirigindo a entidade, foi preso nos EUA, acusado de vários crimes, e se condenado poderá pegar até 120 anos de cadeia. Se fosse no Brasil, dificilmente seria condenado: alegaria idade avançada (esquecendo que os canalhas também envelhecem) e, se condenado, teria uma enorme quantidade de recursos para protelar a prisão. Se mesmo assim não resolvesse, seria enviado para uma terrível prisão domiciliar, com uma linda tornozeleira eletrônica, que ninguém sabe se é monitorada de fato. Porém se quisesse livrar-se de todas essas “humilhações”, restaria apelar ao ministro Gilmar Mendes. Esta é a diferença entre países do Primeiro e do Terceiro Mundo: justiça!

JOSÉ MILTON GALINDO

galindo52@hotmail.com

Eldorado

Espírito natalino

O espírito do bom velhinho envolveu o nosso presidente, que, conforme o Estadão de 23/12, teria liberado mais R$ 1,2 bilhão para gastos sociais de prefeituras. Isso não passa de mais uma bondade de “Noel” Temer, que faz de tudo, não importa se certo ou errado, para tentar melhorar a maquiagem. Enquanto isso, os prefeitos deitam e rolam numa orgia de gastos, sem a mínima fiscalização. O presidente faz de tudo para reverter a sua rejeição, outro dia até festejou o aumento de 100% na sua ínfima aprovação.

JAIR GOMES COELHO

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

Temer e o indulto

Michel Temer não pode esperar um pingo de simpatia do sofrido e enganado povo brasileiro após ter dado indulto a corruptos e corruptores. Um tapa na cara do povo! Corrupção vale a pena, eis a mensagem de Temer.

JAIR NISIO

jair@smartwood.com.br

Curitiba

Presente revelador

Esse indulto é, realmente, mais um tapa na nossa cara. Os políticos não se cansam de nos esbofetear. Agradecemos ao sr. Michel por esse presente de Natal, pois assim esse senhor vai mostrando quem realmente é.

ELISA M. ANDRADE

elisa@spcesar.org

São Paulo

Pior com ele

Tenho dito que ruim com Temer, pior sem ele. Mas com o absurdo indulto de Natal anulo essa minha posição. E a retórica do ministro da Justiça – Temer “entendeu que era o momento adequado” para “uma visão mais liberal do Direito” – não convence nem a ele. O crime, definitivamente, compensa.

GERALDO F. MARCONDES JR.

gfonsecamarcondes@uol.com.br

Taubaté

Tradição perdida

Forças ocultas criaram um “bom velhinho” para comemorar o Natal, com apelo para as vendas e os presentes. Esqueceram-se do principal, do Menino Jesus, pois seu culto não dá dinheiro. O velhinho, de bom, só tem o mérito de ter completado o serviço de Pilatos, matando a melhor tradição cristã.

João Carlos Ângeli j.angeli@terra.com.br

Santos

Feliz Brasil 2018?

Como desejar feliz Natal ou feliz ano-novo neste final de 2017, sem parecer ironia ou deboche?

           

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

Ou mudam as decisões ou sucumbimos

A arruinada Pátria brasileira, em mãos tão indignas, jamais assistiu a tantas canalhices num caudal interminável de mazelas espúrias e vergonhosas, jogando a nação brasileira aos porões do inferno, além da desmoralização internacional. Viramos uma piada sem graça e triste, interna e externamente, na qual os poderes sem exceção governam para si e se locupletam, com raríssimas exceções. Os partidos políticos tornaram-se, junto com os sindicatos, autênticas organizações criminosas, cientes da impunidade histórica. A máquina pública, corrupta, incompetente e caríssima, não funciona e atrapalha. Nossas escolas mantêm professores mal pagos e despreparados e apenas alunos, mas sem preparo para a cidadania em seu futuro. A legislação e seus legisladores não punem aqueles que permanentemente nos defraudam, apenas contemporizam, basta o infrator pedir desculpas. Vivemos num deserto ético-moral, e o Brasil só não sucumbe definitivamente por termos grandes riquezas e uma classe média extorquida que paga a conta. A política dos últimos 15 anos apodreceu e cheira mal, e em 2018 temos candidatos desleais, estapafúrdios e nada confiáveis, além do despreparo corrosivo e intencional. Será possível pensarmos em “feliz 2018” com tais perspectivas? Seremos eternamente o país do futuro, como uma utopia inatingível? Ou mudam-se as decisões com gente decente ou sucumbiremos numa vala comum, onde o fundo do poço superou há muito até o pré-sal. Pobre país o nosso.

João Batista P. Neto pazinato51@hotmail.com

Barueri

Sob a linha da pobreza

Que o próximo presidente da República tenha em mente os impressionantes e vergonhosos números da Síntese de Indicadores Sociais 2017, divulgados pelo IBGE há poucos dias, que revelam que nada menos do que 25% da população brasileira – mais de 50 milhões de patrícios (!) – viviam indignamente abaixo da linha de pobreza em 2016. Um país continental, abençoado por Deus com riquezas minerais ainda inexploradas, solo fértil com mais de uma colheita por ano, temperatura amena, maior reserva de água doce do planeta e uma costa marítima gigantesca não pode permitir que um quarto de sua população viva miseravelmente para ganhar apenas e tão somente o pão sem manteiga de cada dia. Muda, Brasil!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

Reduções

Como é de conhecimento mais ou menos geral, as conclusões de natureza estatística são tão precisas quanto maior for o número de casos analisados. O fato de que cerca de 25% da população em 2016 vivia abaixo da linha de pobreza, conforme conclusão do IBGE, não significa que 1 a cada 4 brasileiros está nessa condição, como afirmado no título da matéria de Bruno Villas-Boas (jornal “Valor Econômico”, 15/12/2017). Quando o número examinado se reduz em demasia, as conclusões estatísticas não se comportam linearmente. Todos sabemos que, se uma moeda for lançada 5 mil vezes, é quase certo que em 2.500 delas o lado “cara” aparecerá para cima e em outras 2.500 aparecerá o outro lado, “coroa”. Mas isto está longe de significar que, se ela for lançada somente 4 vezes, 2 cairão com uma face virada para cima e 2 com a outra. Recomenda-se cuidado na publicação recorrente pela imprensa de tais reduções. 

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

República das Maravilhas

De acordo com o IBGE, para 76,1% da população urbana do Brasil as condições de vida são ruins. Foram analisadas moradias, saneamento e escolaridade, bem como outros aspectos pertinentes. A classificação ou, como dizem os anglófonos e nossos pedantes, o “ranking” da qualidade de vida de nossa população é assustadora e vergonhosamente insuficiente, mesmo que se lhe dê o nome em inglês. Pelos números levantados, muitos desses habitantes fariam jus ao Bolsa Família. Quanto ao título eleitoral, julgo que não. O levantamento do IBGE cala-se nestes particulares de suma importância para os destinos políticos da Nação. Essa é a melancólica realidade desta nossa República que vem atrasando o progresso e a ordem do País há 128 anos, comemorados no dia 15 de novembro. Talvez as coisas comecem a melhorar se forem abandonados os discurcinhos politicamente corretos e se nossa gente se der conta de nossas mazelas a ponto de escorraçar do poder os políticos que iludem muitos, especialmente os mais vulneráveis e mais venais.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

Etnia e analfabetismo

Sobre a matéria “Taxa de negro analfabeto é o dobro da de branco” (“Estadão”, 22/12, A13), a composição étnica no Brasil mudou de 2004 a 2014, porque, por exemplo, com a política de cotas, muitos afrodescendentes resolveram assumir sua etnia e atualmente 54% dos brasileiros se assumem como negros. Portanto, é obvio que pela pesquisa do IBGE a taxa de analfabetismo seja maior entre negros do que entre brancos, por serem maioria, e que os 11,8 milhões de analfabetos tenha dobrado em relação aos brancos – e seriam muitos mais se “pardos” se assumissem como afrodescendentes. Portanto, a imprensa deveria se indignar diante do desproporcional número de analfabetismo no Brasil, e não se debruçar apenas em etnias. Senão, podemos também acreditar que na era PT os “brancos foram privilegiados em relação aos negros”, quando, na realidade, na era “lullodillmista”, que durou 13 anos, o ensino no Brasil foi lastimável para todos os brasileiros.  

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Herança Lulopetista

Numa grande metrópole como São Paulo, antes do lulopetismo no poder, cruzávamos com um pedinte morador de rua, em média, a cada 200 passos; depois de Lula e de Dilma, isso passou a acontecer após 50 passos. 

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

Berço esplendoroso

Enquanto Brasília leva anos a fim de (lutando por migalhas) desatar um acordo de comércio (cada vez pior) com a União Europeia, ou com qualquer país ou bloco que interesse de verdade, e discute por décadas uma reforma tributária que viabilize o País, quase sem alarde, os Estados Unidos acabou de aprovar uma nova legislação tributária que promete revitalizar sua indústria, pondo em xeque qualquer base industrial voltada à exportação para aquele país, incluindo uma parte importante da nossa moribunda indústria nacional. Ao invés de focar nos efeitos para o mundo real e suas implicações devastadoras para o Brasil, para o deleite dos industriais americanos, a imprensa e o governo brasileiros têm focado apenas na hipótese de que tudo isso tenha sido efeito para distrair a todos dos eventuais problemas pessoais de Donald Trump com a Justiça americana. Como sempre, quando Brasília despertar do seu berço esplendoroso, provavelmente será tarde demais. 

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

Renovação no Congresso

Com 513 deputados federais e 81 senadores, é factível que no Congresso Nacional existam alguns do bem. Mas como é que o eleitor, que precisa trabalhar todos os dias para manter sua família e pagar os aviltantes impostos que sustentem esta gente toda com suas mordomias, vai ter tempo para investigar e achar quem são eles, que não foram arrastados pela na Operação Lava Jato? A solução para garantir a boa qualidade da limpeza é, em outubro de 2018, renovar o máximo possível toda a Câmara dos Deputados e 2/3 do Senado. Eu já fiz a biometria e aguardo com ansiedade o dia de fazer a única coisa de que todo político tem medo: do meu voto, embora não o respeite. Com a certeza de que não terá nenhum nome que esteja lá neste momento.

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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OS PROVENTOS DO JUDICIÁRIO

Quando ficamos sabendo que o Judiciário brasileiro gasta 1,3% do PIB, R$ 890 milhões em penduricalhos pagos a juízes Brasil afora, enquanto outros países gastam bem menos e são mais eficientes, começamos a enxergar o fundo do poço. Gostaria de perguntar a alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) o que pensam de alguns outros colegas. Será que conseguem se olhar no espelho?

Carlos R. Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos 

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CELEBRAÇÃO?

O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) celebra o descumprimento da nossa Constituição, que estabelece teto de salário para todos os servidores de todos os poderes. O que se pode esperar de um Judiciário que comemora o desrespeito da própria Constituição, quando este deveria ser seu grande preservador?

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul

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EIS A QUESTÃO

Enquanto um nobre juiz recebe R$ 227 mil de salário em novembro, eu, Virgílio Melhado Passoni, que no dia 14 de fevereiro de 1978 sofri um terrível acidente de trabalho no qual perdi a clavícula, parte do tecido do braço esquerdo e vários ossos fraturados, recebo pouco mais R$ 350 mensais e, neste mês de dezembro, com salário e abono de Natal juntos, recebi pouco mais de R$ 500. Infelizmente, este é o Brasil de hoje, de ontem e de sempre.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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PESSOAS ESPECIAIS

Uma pessoa comum, quando fratura uma costela, sabe que não há o que fazer: segue a vida normal, um pouco dolorida, mas não há motivo nenhum para ficar em repouso em casa. O ministro Ricardo Lewandowski é uma pessoa especial. Ficou em repouso, ausente em votações importantes que não se concluíram por sua ausência, mas houve uma coincidência. Voltou no último dia de trabalho do ano para dar liminar a favor do PSOL, que era contrário ao adiamento do aumento salarial do funcionalismo público. Dessa forma, este retorno pirotécnico impõe que tal aumento seja dado a partir de janeiro, e que se dane o equilíbrio fiscal. Quem não estiver de acordo pode recorrer ao STF em fevereiro, depois que o aumento foi dado. Se algum descuidado quiser escrever a biografia deste senhor, poderá classificar esta decisão na mesma categoria daquela que manteve os direitos políticos de Dilma Rousseff.

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

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SUPREMO OU ÍNFIMO?

Afinal, para que serve o STF? Luiz Fux se senta em cima do processo de concessão de auxílio-moradia a cargos ditos “superiores” no serviço público, legislando em causa própria e de forma corporativista, com prejuízo ao governo divulgado pela mídia de quase R$ 5 bilhões. Ricardo Lewandowski, por sua vez, decide que o funcionalismo tenha aumento salarial após governo decidir sua suspenção. Prejuízo de mais R$ 7 bilhões. Novamente, legisla em causa própria e de forma corporativista. Afinal, para que serve o Supremo? Só para contrariar?

Iria De Sá Dodde iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro

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VIDA NOVA

A Câmara dos Deputados suspendeu o salário e os benefícios do deputado Paulo Maluf, depois de sua prisão na semana passada. Sem sombra de dúvidas, criou-lhe um sério problema de sobrevivência. Com certeza Maluf terá de sacrificar algumas coisas, como, por exemplo, o emprego de um de seus três jardineiros, ou talvez arrumadeiras, cozinheiras, motoristas, etc. Terá de passar a comprar seus medicamentos genéricos, não ir mais à feira-livre, mas sim a varejões, transferir seu plano de saúde de apartamento para enfermaria e por aí afora. Com um pouco de paciência, Maluf se adaptará, né não? 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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A JUSTIÇA DE OLHO NAS FÉRIAS

Esta prisão de Maluf está nos parecendo algo assim: “este dá para mandar para a cadeia, vamos ficar com a consciência tranquila, cumprimos nosso papel e vamos curtir bem nossas férias de 40 dias”. Pergunto: e o resto dos corruptos, quadrilheiros, etc.? E ainda soltaram alguns no final de ano. Deus nos ajude!

Vitor de Jesus vitordejesus@uol.com.br

São Paulo

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MALUF, O GRANDE EXEMPLO

Paulo Maluf é o grande exemplo seguido pelos propinocratas da geração atual. Ele é a prova viva de que, quando se está protegido por bons advogados, a Justiça brasileira demora pelo menos entre quatro ou cinco décadas para chegar aos finalmentes. Isso se o caso não caducar neste meio tempo ou se o propinocrata não houver falecido. Por outro lado, quanto rendeu no Brasil um milhão nestes últimos 40 anos? Sem falar que os demagogos da política nacional podem contar com um fã clube residual muito fiel, que lhes garante a continuidade no poder com a correspondente proteção do foro privilegiado. Em última análise, especialmente nestas últimas décadas, no Brasil, a corrupção tem sido crime que compensa muito e com riscos ainda a validar. 

Jorge A. Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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E AGORA?

Com a prisão de Maluf, petistas e lulistas não têm mais de que reclamar!

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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MENOS, MALUF

Quando Paulo Maluf resolveu se entregar à polícia, foi flagrado e filmado lépido em sua mansão. Abriu a porta traseira direita do carro que o levaria, sem nenhum esforço e sem bengala. Já na chegada à Polícia Federal e ao Instituto Médico Legal, precisou ser amparado por policiais e deixou claro que não tem o mínimo cacoete com o uso da bengala. Quem acompanhou concluiu que se trata de mais uma tremenda falsidade. Maluf, menos!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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UM TROFÉU PARA FACHIN

Deplorável e desnecessária a prisão de Paulo Maluf determinada pelo ministro do STF Edson Fachin. Virou anedota: Fachin manda prender ou condenar e o ministro Gilmar Mendes, em seguida, manda libertar e inocentar. Nessa linha, Maluf virou troféu para Fachin, que pretende a todo custo terminar o ano como o carrasco da Suprema Corte.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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ATÉ O INFINITO

O advogado de Maluf tem toda razão sobre o “momento punitivo e dos tempos estranhos pelos quais passamos”. Está acostumado com que os advogados sempre conseguem empurrar até o “nunca”. Quase deu...

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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MAIS CONTROLE

O recolhimento do deputado e ex-governador Paulo Maluf à prisão pelos desvios cometidos em concorrências de obras públicas é como um presente de Natal para o povo paulista. Trata-se de mais um governador de São Paulo envolvido em trapaças com verbas públicas e mostra que um Estado tão importante conta com figuras que não respeitam seus eleitores. Mas uma questão que exige avaliação é a criação de mecanismos de efetivo controle das finanças públicas. Não dá para aceitar que apenas uma pessoa tome decisões e leve vantagens em concorrências de milhões e milhões de reais, como neste e em outras dezenas de casos.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

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