Fórum dos Leitores

.

O Estado de S. Paulo, O Estado de S.Paulo

01 Janeiro 2018 | 03h00

CONGRESSO NACIONAL

Na agenda de 2018

O ano de 2017 terminou e muitos problemas ficaram para 2018. Um exemplo claro foi a falta de vontade da Câmara dos Deputados, que não se debruçou sobre os números a fim de impedir um estrago no pagamento das aposentadorias. As excelências empurraram com a barriga decisões importantes como a da reforma da Previdência, pois para darem seu voto cobraram um preço exorbitante. Se tivéssemos um Congresso consciente de seu papel e coerente, todas as medidas que favorecem o Brasil deveriam ser votadas sem a divisão de partidos. Afinal, quem torce pelo Brasil não pode pensar em prejudicá-lo. Na mesma linha segue o Poder Judiciário, mais dividido do que nunca quando o assunto é salvar ou condenar bandidos. A sociedade assiste atenta aos movimentos destas classes política e jurídica que nos últimos tempos vêm perdendo o respeito que um dia foi conquistado por juristas e parlamentares competentes e independentes.

IZABEL AVALLONE

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

Reciprocidade?

O ano de 2017 se encerrou com mais um exemplo de falta de vergonha na cara: dizendo-se grande articulador político, o ministro da Secretaria de Governo de Temer, Carlos Marun, anunciou que na votação da reforma da Previdência o governo espera que os governadores que receberam empréstimos do governo federal sejam recíprocos, ou seja, retribuam. Saiba o ministro que no estatuto da Caixa Econômica Federal, capítulo II (dos objetivos), não há nada estabelecendo que o governo federal pode chantagear aqueles que ao banco recorreram em busca de empréstimos. Não fala que governadores de Estado, por terem conseguido empréstimos na instituição, fiquem obrigados, em época de votação de projetos de interesse do Executivo, a atuar no Congresso com partidos políticos para que sejam aprovados. Não fala nada sobre toma lá dá cá. Só faltou Marun cantar “e que tudo mais vá pro inferno”. Tomara que neste ano o povo dê, nas urnas, uma resposta a estes políticos que pensam estar acima de tudo e de todos. 

JEOVAH FERREIRA 

jeovahbf@yahoo.com.br

Taquari (DF)

A grita dos governadores

Não sei por que a gritaria de governadores do Nordeste quanto ao informe do ministro Carlos Marun sobre a liberação de recursos e a reforma da Previdência. Sua fala só está errada porque apontou apenas o saneamento das contas do governo federal como objetivo da reforma. Deveria ter deixado claro que a situação de penúria, quebradeira e de insolvência (ou quase) de alguns Estados é fruto da má gestão de governadores atuais ou de seus antecessores. O compromisso com a aprovação das reformas apresentadas por Temer visam não só a salvar o Brasil, mas, principalmente, a salvar Estados mal administrados que não conseguem nem honrar sua folha de pagamentos.

ÉLLIS A. OLIVEIRA

elliscnh@hotmail.com

Cunha

BNDES

Calote

Quando os ex-presidentes Lulla e Dillma deram empréstimos bilionários do BNDES a países bolivarianos e governados por ditadores, a mídia brasileira avisou e denunciou o perigo. Agora, a conta chegou. Venezuela, Angola e Moçambique começaram a dar calote na dívida com o banco brasileiro. Mas é de pasmar que quem arca com a garantia para esses empréstimos em caso de calote é o Fundo de Garantia à Exportação (FGE), cujos recursos saem do Tesouro Nacional. A Odebrecht, construtora amiga do PT, receberá tudo, porque é o povo brasileiro quem paga. Quer dizer que, em caso de gestão incompetente e fraudulenta, os presidentes da República responsáveis saem de cena sem nenhuma responsabilidade? Além de multa, deveriam ter seus direitos políticos cassados e serem presos por pôr em risco os cofres públicos. Para ter uma ideia, só no caso destes três países o calote com o Brasil poderá chegar a R$ 13 bilhões. A Venezuela já começou a se armar diplomaticamente para o calote, ao expulsar nosso embaixador do país, atitude típica de vizinho que deve, não vai pagar sua dívida e acha que a melhor saída é culpar o vizinho por ter jogado entulhos no seu quintal.

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

De volta ao começo?

O Brasil ia bem, até Lula e Dilma emprestarem bilhões a países muy amigos, que já anunciam o calote. O País ficou em frangalhos e assumiu a Presidência um vice com fisionomia meio sinistra, que melhorou um pouco a economia, mas continua tendo atitudes políticas questionáveis. O ano de 2018 começa com o julgamento do ex-presidente Lula, supostamente protegido pelos supremos juízes. Promete. Feliz ano novo, Brasil!

ELISABETH MIGLIAVACCA

São Paulo

Estratégia

O incontrolável presidente da Venezuela encontrou um meio de não pagar suas dívidas com o Brasil: criou uma crise diplomática expulsando nosso embaixador e recebendo o troco igual. Assim ele aproveita o impasse e não paga o que deve (US$ 1,5 bilhão) – típico de aprendiz de ditador, cujo demérito maior está em afundar o próprio país com seu delírio bolivariano, incrivelmente apoiado pelo petismo.

MARIO COBUCCI JUNIOR

maritocobucci@gmail.com

São Paulo

VENEZUELA

Aventura antidemocrática

A imagem não é de Auschwitz, campo de concentração nazista onde a foto de um bebê subnutrido entre a vida e a morte foi tirada, mas da vizinha Venezuela sob o comando de Nicolás Maduro, o mais novo sátrapa das Américas e um ícone da bestialidade humana que, em vez de alimentar seu povo cada vez mais desnutrido e pobre, põe sua milícia para sufocar brutalmente as vozes que ecoam das ruas clamando por comida e mais respeito. Não há mais como o Brasil aceitar esse comportamento autoritário de nosso vizinho que já provocou um êxodo de 40 mil venezuelanos, que fogem do inferno bolivariano cruzando as fronteiras do Brasil, sobrecarregando a frágil infraestrutura de cidades em Roraima, causando ainda mais transtornos ao nosso país. Sugestão: o governo brasileiro deveria formar uma coalizão com países latinos democráticos para evitar que a Venezuela não se torne uma Cuba em nossa cercania. O primeiro passo já foi dado, com a expulsão do embaixador venezuelano. O segundo poderia ser o congelamento de ativos pertencentes a agentes da ditadura chavista no Brasil, um recado para lembrar que não existe mais espaço para aventuras antidemocráticas abaixo da linha do Equador.

PAULO R. KHERLAKIAN

paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

2018

Que em 2018 o Brasil consiga sair deste interminável círculo vicioso de corrupção, malfeitos, ineficiência, atraso e ramerame para entrar num interminável círculo virtuoso de prosperidade, segurança, ordem e progresso. Feliz ano novo, Brasil!

J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

*

TRISTEZA MAIS UMA VEZ

Qualquer assunto sério só será tratado após o carnaval. Nenhuma decisão importante foi tomada pelos parlamentares do Congresso. Senadores e deputados foram curtir o verão bem longe dos sérios problemas do País. As universidades estão encerrando as suas atividades por falta de dinheiro, assim como os hospitais públicos. Como podemos começar o ano de 2018 felizes, diante de tantos escândalos de corrupção em nosso país? Acreditamos que um milagre acontecerá este ano, quando teremos mais empregos, mais investimentos externos no País, menos inflação e menos desgostos políticos.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

*

O DESTINO DO PAÍS E O LIVRINHO

É bom que se diga: em 2018 o destino do País será selado. Se não houver uma mudança de rumo, o Brasil não chega inteiro ao fim do século. E o fator imediato e crítico para a mudança é a Justiça! Economia, saúde, educação são importantes, mas não são imediatos. Imediata é a necessidade de interromper as ações dos predadores que atacaram o Brasil. Cada crime cometido contra um brasileiro é um crime contra o Brasil. Nos governos sob influência de Lula, o Brasil se debilitou e os predadores atacaram em arrastão, quase tomando conta do País. Essa não é uma guerra convencional, e nossas defesas são fracas e ambíguas. É uma guerra judicial do País contra brasileiros traidores da pátria, que usam nossas próprias armas legais para o ataque e nosso Judiciário não consegue distinguir os inimigos dos amigos e acaba libertando fortes inimigos. O que precisa mudar é simples: ler o livrinho que define as regras do País, e simplesmente revisar os artigos 53, “Os senadores e deputados são invioláveis...”, e 102, “Compete ao STF processar e julgar...” (foro privilegiado), que contradizem os iniciais 1.º, “Todo o poder emana do povo”, e 5.º, “Todos são iguais perante a lei”, e reforçar o 14.º, “A soberania popular será exercida”. Isso vai fortalecer os amigos do Brasil e enfraquecer os inimigos. Mas temos de sair a campo rapidamente e decididos a vencer, porque o inimigo é matreiro e se disfarça de amigo. Feliz ano, amigos do Brasil!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

*

FÓSFORO RABISCADO

Segundo Dilma Rousseff, “forças conservadoras querem impedir Lula de concorrer à Presidência este ano porque não têm candidato viável”. Não é bem assim. O pessoal do bem abomina o retorno de Lula e o estrago maior ainda que vá causar ao Brasil. Por oportuno, o programa social iniciado por FHC e unificado por Lula será mantido. Lula é fósforo rabiscado.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

*

AFRONTA À JUSTIÇA

Lula, com suas costumeiras bravatas, insiste em confrontar a Justiça e juntar a militância como forma de pressionar seus julgadores para tentar escapar de uma possível condenação, que impossibilitaria seu retorno ao cargo máximo do País. Insiste na estratégia futebolística de que “a melhor defesa é o ataque”. O Brasil não quer reviver os 13 anos do pesadelo lulopetista. Fustigar a Justiça será a pá de cal que soterrará o projeto de poder do PT.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

*

PURA EMPULHAÇÃO

O editorial do “Estadão” “A triste herança lulopetista” (29/12, A3) acertou na mosca quando disse que as tais políticas de distribuição de renda do PT foram pura empulhação. A primeira empulhação foi um tal programa chamado Fome Zero, que, por ser gestado e gerido por petistas, e em razão da falta de preparo deles, redundou num tremendo fracasso. O que fez o PT então? Rebatizou o Bolsa Escola dos governos FHC em Bolsa Família. Na essência, o Bolsa Família tem, rigorosamente, as mesmíssimas características do Bolsa Escola. Mas os petistas copiaram em todos os detalhes o programa de distribuição de renda do PSDB e divulgaram, com ampla campanha de marketing, como sendo um ovo de Colombo. A segunda, e talvez a mais vergonhosa empulhação, foi o que os petistas chamaram de “nova classe média”. O Ipea do PT alardeou que famílias com renda de R$ 18 mil por ano constituiriam a tal nova classe média. Ou seja, para o PT famílias com renda mensal de R$ 1,5 mil são de classe média e vivem muito bem. Isso não é outra coisa senão empulhação, embuste, mentira. Ao longo de 13 anos os governos petistas usaram os conhecimentos de propaganda rasteira de notórios marqueteiros picaretas para criar a falsa expectativa de que o Brasil do PT se tornou uma grande nação. O PT é tão competente em furtar os cofres públicos como em difundir propagandas mentirosas e tapeadoras. Em suma: o PT é pura empulhação.

Leão Machado Neto lneto@uol.com.br

São Paulo

*

‘A TRISTE HERANÇA LULOPETISTA’

Será que eu intuí uma discreta intenção do editor de desconectar o ex-presidente Lula dos erros cometidos entre 2003 e 2010 (“Estado”, 29/12, A3)? Será que a presidente cassada, Dilma Rousseff, tomou tantas decisões econômicas “irresponsáveis”, geradoras de tanta tristeza, somente nos dois últimos anos do seu mandato interrompido? Se a “era de ouro” do lulopetismo foi de 2004 a 2014, melhor seria renomeá-la como a “era de empulhação do lulo/dilmapetismo”.

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

*

TEMER DE NOVO?

Taxa de juros mais baixa da história. Menor inflação dos últimos 20 anos. Níveis de empregabilidade melhorando. Saída da pior recessão econômica da história. Economia em ciclo ascendente. PIB melhorando aos poucos. Não há razões para o presidente Michel Temer evitar a candidatura à reeleição – com justiça, diga-se de passagem. Competência, sim; incomPTência, não. 

Milton Córdova Júnior milton.cordova@caixa.gov.br

Vicente Pires (DF)

*

JUSTIÇA

Michel Temer está se saindo o mais correto, consciente e ativo presidente dos últimos 13 anos, justiça seja feita.

Ottfried Kelbert okelbert@outlook.com

Capão Bonito

*

O PRESIDENTE E A (MÁ) POLÍTICA

Se Rodrigo Janot, com suas destrambelhadas denúncias, infernizou a vida de Michel Temer, agora o presidente, por sua culpa, jogou em seu colo um novo e grave pesadelo, como o recém-nomeado ministro-chefe da Secretaria de Governo, deputado Carlos Marun. Cidadão com diplomacia de quinta categoria, Marun teve a pachorra de chantagear governadores e prefeitos dizendo-lhes que os empréstimos que pleiteiam na Caixa Econômica Federal só serão liberados se convencerem seus deputados a votarem a favor da reforma da Previdência em fevereiro. Indignada, a reação dos governadores do Nordeste pelo cinismo de Marun não poderia ser diferente e incluiu até a promessa de processá-lo, caso não pare de chantagear. Esta arrogância do ministro desmoraliza inclusive o presidente da Caixa, como se fosse um zero à esquerda na direção do banco público – assim como Lula e Dilma agiam, e quase quebraram este banco e outras nossas estatais... Ora, com toda sua experiência política, Temer não podia vacilar ao trocar um discreto, porém competente, Antônio Imbassahy, por um Carlos Marun, portador de atitude nada republicana.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

*

COM ESSA FRAQUEZA

Com a eterna fraqueza do presidente Michel Temer, “ajoelhado” e pedindo votos para a reforma da Previdência, só mesmo com a ajuda do novo “cão de guarda” e ministro Carlos Marun – que antes ajudava o PT quando governo – para convencer a politicalha a cumprir com suas (ir)responsabilidades. Temer faz o mesmo discurso há 19 meses, ao passo que seu colega argentino, Mauricio Macri, conseguiu a façanha em pouquíssimo tempo. Seria conveniente aprender com os vitoriosos. Reformas já!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

*

O PITBULL

O editorial (28/12, A3) criticando o estilo pitbull do novo ministro de Michel Temer, Carlos Marun, descreve bem a falta de compostura ética quanto à utilização das instituições financeiras públicas para chantagem os governadores nordestinos para eventual influência na votação da reforma da Previdência. O jornal só se esqueceu de mencionar que o mesmo pitbull foi ainda pior ao agir na defesa de Temer quanto às acusações do Ministério Público, que o obrigariam a responder processo no STF por corrupção, entre outras coisas. Por isso ganhou o cargo de ministro da articulação política. Tudo sem falar da atuação de Marun em favor de seu verdadeiro chefe e mentor: Eduardo Cunha.

Ademir Valezi adevale@gmail.com

São Paulo

*

MINISTROS TEMERÁRIOS

Temos um ministro pitbull. Esquecemos que, muito embora rosne e morda, ainda assim continuará abanando o rabo...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

*

POR QUE MARUN É MINISTRO?

O governo de Michel Temer tem o chefe que merece: um governo movido a propina, que resolve tudo na base do “toma lá dá cá”, merece ter Carlos Marun como ministro. Nenhum parlamentar está preocupado se tal ou qual medida é importante ou mesmo fundamental para o País, só o que importa é saber quanto vão ganhar aprovando ou não as medidas que são apresentadas. O novo ministro da Secretaria do Governo, Carlos Marun, nada mais é que uma versão piorada de seu mentor Eduardo Cunha, uma cópia tosca de Geddel Vieira Lima. Sua única preocupação é comprar apoio político escancaradamente, custe o que custar, e os parlamentares já perceberam isso e vão aumentar cada vez mais o preço de seus votos. Michel Temer está colhendo o que plantou com Carlos Marun, que vai levar seu governo para a lata de lixo da história.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

*

À MODA TRUMP

Este tal de Marun é um Trumpzinho mixuruca, apenas isso.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

*

ELE SÓ COMEÇOU

Preparem-se, pois o deputado Carlos Marun só mostrou o mínimo do que é capaz de fazer. Vem muito mais por aí.

Henrique Schnaider hschnaider4@gmail.com

São Paulo

*

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

O despreparo e a inabilidade dos nossos políticos em termos de cultura, conhecimento, bom senso e diplomacia é algo de absurdo e vergonhoso e nos faz chegar à seguinte conclusão: qualquer cidadão após ter tentado uma colocação num posto de trabalho qualquer e não tenha tido a capacidade de conseguir, por qualquer motivo que seja, vai ser político no Brasil. Basta ver a polêmica gerada pelo ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, que mal assumiu seu posto, nem ao menos sentou na sua cadeira, precipitou-se em manifestar-se, ao afirmar de uma infeliz e desastrosa maneira, ser aplicada pelo Planalto reativando e implantando oficialmente o “escambo” no meio político nacional.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

*

ANTES DA VOTAÇÃO

Gostaria que o sr. presidente respondesse algumas perguntas, tais como: o presidente, junto com o ministro Henrique Meirelles, quer a todo custo aprovar a reforma da Previdência. Ela realmente precisa de alguns reparos, porém eu pergunto e gostaria que houvesse uma informação pública: quando e como serão cobrados os devedores do INSS? Quando vão desvincular do INSS a DRU? Quantos ministérios foram extintos? Quantos “aspones” foram demitidos? O presidente quer se achegar ao futuro presidente do STF, no entanto os atuais ministros não condenam ninguém, soltam bandidos e ladrões, o que o presidente pode fazer para tentar resolver esse problema? Então por que não faz? 

José Fernandez Rodriguez rodriguez1941@gmail.com

Santos

*

CALOTE NO BRASIL

O Brasil está levando calote de países que contrataram obras com a Odebrecht e outras financiadas pelo BNDES. Pois é. Essa dívida vai para as calendas gregas. Nós é que vamos pagar. E pensar que ainda tem 38% de brasileiros que votariam no ex-presidente Lula, que para mim deveria estar preso e pagando esta conta, mas isso não é possível. Pela Constituição, as dívidas dos países que pegaram empréstimo com o governo brasileiro, se não forem pagas, serão quitadas pelo Fundo Garantidor de Exportação, que é dinheiro do Tesouro Nacional – logo, a dívida é do povo brasileiro. Governar assim é mole. Também quero. Deveria haver uma penalidade para o governante que faz isso. Afinal, está nos fazendo pagar uma dívida que não é nossa. Meteu a mão no nosso bolso, tal qual punguista. Aliás, o PT é composto de quê?

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

*

DÉBITO

Os calotes no BNDES deveriam ser debitados ao Lula e à Dilma. Os militantes do PT poderiam participar com uma vaquinha.

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

*

CRISE NA VENEZUELA

Vendo a crise na Venezuela, a audácia daquele presidente em expulsar nosso embaixador e a inépcia do Itamaraty, veio-me à lembrança a frase do diplomata israelense: o Brasil é um anão diplomático.

J. S. Morel Filho zzmorel@icloud.com

São Paulo

*

DITADURA

Pelo caminhar do andor, Maduro, Cabello e Rodríguez ainda serão condenados por crimes contra a humanidade. Pobre Venezuela!

Etelvino José Henriques Bechara ejhbechara@gmail.com

São Paulo

*

SEGUNDA SEM CARNE?

O recém-aprovado projeto de lei que prevê instituir a “segunda-feira sem carne” no Estado, aprovado pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), é um caso típico daquilo que se pode denominar de falta do que fazer. Primeiramente, salvo situações e doenças específicas, a carne não oferece malefício comprovado algum. Além disso, para ser coerente com uma das justificativas apresentadas pelo deputado Feliciano Filho (PEN), autor do projeto, de que “dará à população de São Paulo um dia por semana para pensar sobre a aflição dos animais nos abatedouros”, como ficam peixes e crustáceos, seres tão vivos como os outros? Mas a questão principal não é essa. Os deputados estaduais do Estado mais rico do Brasil deveriam usar o seu precioso tempo para debater questões diretas e vitais, como promoção da saúde, educação, transporte público, entre tantos outros, e não projetos inúteis e de discutível valia, quando não beiram e bizarrice. O lado bom disso é que situações como esta despertam a sociedade para a importância da renovação do Legislativo estadual, tanto quanto do Congresso Nacional, nas próximas eleições.

Luciano Harary, médico lharary@hotmail.com

São Paulo

*

BOBAGEM ARBITRÁRIA

Será que a Assembleia Legislativa não tem coisa mais importante para fazer do que proibir o consumo de carne às segundas-feiras? Que tal pensar nas pessoas que não conseguem comer carne nenhum dia da semana, por absoluta impossibilidade financeira?

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.