Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

08 Janeiro 2018 | 05h00

GOVERNO TEMER

Regra de ouro e reformas

Michel Temer deve ter descoberto agora que em termos de orçamento o Estado brasileiro tem um cobertor curto, já faz tempo. Mexe daqui, corta dali e o dinheiro não dá, daí a tentativa de “flexibilização”. Ninguém quer admitir que o Estado que está aí 30 anos após a Constituição cidadã – em que há muitos direitos e poucos deveres, além de não haver fonte para pagar tantos direitos – faliu. Não adianta fazer uma reforma da Previdência leve ou outras espertezas, o buraco é mais fundo. O surgimento de uma burocracia cara e ineficiente, os direitos previdenciários diferenciados, o aumento da dívida pública, com seu serviço, e tantas outras despesas terão de ser pagas pelo contribuinte, já esmagado por uma carga tributária da ordem de um terço do PIB, que não dá mais para aumentar. A reforma do Estado é imperativa, tem de ser pensada com seriedade. Temos de cair na real, o sonho dos governos perdulários de tudo poderem acabou. Chegou a hora de cortar na carne e remover os tumores.

ULF HERMANN MONDL

hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

Vida próspera e tranquila

Regra de ouro na economia é gastar menos do que se ganha, quem fizer isso terá vida próspera e tranquila. O governo gasta muito mais do que arrecada, embora nenhum país no mundo cobre tantos e tão altos impostos, e os gaste tão mal, como o Brasil. Não sendo mais possível aumentar a receita via aumento de impostos, resta ao governo diminuir suas despesas. Aí, sim, existe um campo enorme para o governo trabalhar. Reduzir despesas de verdade, cortar tudo o que não é essencial, demitir milhares de aspones, privatizar todas as empresas estatais – inclusive e principalmente as estratégicas, que justamente por serem estratégias deveriam ficar bem longe de mãos corruptas e incompetentes. Mas claro que nada disso vai ser feito, o governo apenas mudará as pífias regras que o impedem de continuar aumentando as suas despesas até o dia do Juízo Final. 

MÁRIO BARILÁ FILHO

mariobarila@yahoo.com.br 

São Paulo

ECONOMIA

Correção monetária

Temos de aproveitar o atual momento de inflação baixa para eliminar de vez a correção monetária de todas as leis e de todos os contratos. Só assim o efeito retroalimentador da inflação estará eliminado. Durante décadas nos agradecerão por isso. 

JORGE ALBERTO NURKIN

jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

UNIVERSIDADE PÚBLICA

Gratuita e de excelência

Parabéns aos professores Fernanda de Negri, Marcelo Knobel e Brito Cruz pela clareza e pertinência do artigo Excelência acadêmica requer custeio público (5/1, A2). Com tantos ataques à universidade pública gratuita e de qualidade, é fundamental virem a público mostrar a importância nevrálgica de tal sistema para nossa sociedade. Não sairemos da posição inferior nem daremos saltos de qualidade sem pesquisa científica e formação de recursos humanos de excelência. A comparação com congêneres internacionais desmonta a crença de que o Estado não deve financiar a universidade. O setor privado de educação atende a outras demandas e não pode querer impedir o custeio público de universidades de ponta.

ADILSON ROBERTO GONÇALVES

prodomoarg@gmail.com

Campinas

CORRUPÇÃO

Justiça sob ameaça

A inacreditável ameaça que o líder do MST fez ao Tribunal Federal da 4.ª Região (TRF-4) e ao Poder Judiciário em geral, como forma de intimidação, mostra que esses chupins, oportunistas partidários, invasores e destruidores de patrimônio alheio são, além do mais, inconsequentes como o réu que defendem, que acha bonita toda essa arruaça. Mas acredito que não integrem o Judiciário tamanhos ignavos que se curvem a tais espécimes.

ALESSANDRO LUCCHESI

timtim.lucchesi@hotmail.com

Casa Branca

Convescote ‘cumpanheiro’

Parece que os cumpanheiros resolveram solidarizar-se com o “deus Lula”, no julgamento do próximo dia 24 pelo TRF-4. Ele próprio disse que irá a Porto Alegre. Será que, com isso, estaria adiantando sua apresentação à Polícia Federal, logo após o veredicto? Pela Coluna do Estadão, farão parte da caravana até a capital gaúcha a metade da bancada do PT e a maioria dos nove senadores. Só tem um problema: como o julgamento cai numa quarta-feira, é claro que terão descontados os dias dos seus vultosos salários. Ou não? E usar verbas indenizatórias de transporte para o passeio gaúcho, nem pensar. Ou não? Mais uma pergunta: quem arcará com as despesas extras dos órgãos de segurança, limpeza pública, etc., necessários para “receber” e controlar os grupelhos da CUT, do MTST, do MST e outros que também pretendem estar presentes, talvez para se despedirem do seu “deus maior”? Será o mesmo grupo responsável pelas passagens e pelos lanchinhos? Uma última pergunta: vão aproveitar o ato para gravar o filme Lula 2, o Filho do Brasil, desta vez sem verba da Odebrecht?

ÉLLIS A. OLIVEIRA

elliscnh@hotmail.com

Cunha 

‘Recall’

O filme chapa-branca Lula, o Filho do Brasil será renomeado como Lula, o Algoz do Brasil, ou seria melhor Lula, o Verdugo do Brasil? Ou ainda, quem sabe, O Exterminador do Brasil?

LEANDRO FERREIRA

ferreiradasilvaleandro73@gmail.com 

Guarulhos

Democracia revigorada

Se o TRF-4 confirmar a condenação do ex-presidente, uma onda de otimismo e confiança invadirá os lares dos brasileiros honestos e trabalhadores, que reafirmarão sua crença nos valores do regime democrático.

JOSÉ MILLEI

millei.jose@gmail.com 

São Paulo

INSEGURANÇA PÚBLICA

Desumanidade

O Rio Grande do Norte decretou estado de calamidade. E a Justiça determinou o retorno dos policiais ao serviço. Ora, é fácil determinar se você está de barriga cheia, não lhe falta dinheiro, não lhe falta nada. Os policiais não têm a mínima condição de trabalho. Obrigá-los é, no mínimo, desumano. É condená-los à morte! O que acontece no Rio Grande do Norte é o retrato de todas as polícias estaduais de segurança pública. Não há um Estado que não tenha problemas nessa área. E quanto aos presídios? O ministro da Justiça disse que a responsabilidade da União nesse episódio é zero. E tem razão. Se os Estados só aplicaram 4% do que receberam para investir na segurança, o que fizeram com os 96% restantes? 

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

PAÍS SÉRIO?

Simplesmente vergonhosa a publicação "Cachê" (Política,  7 /1, página A5). Verdadeira farra com dinheiro público tão comum na história do nosso país. Segundo matéria ao todo o governo pagou R$ 7,15 milhões para promoção e marketing de municípios ,ação na qual se enquadra o repasse para artistas , oscilando em torno médio de R$ 200.000,00 o cachê!!!. PASMEM: valor próximo ao destinado as universidades federais (R$ 7,38 milhões) e SUPERIOR ao enviado para obras de infraestrutura hídrica ( R$ 2,58 milhões).Tudo para atender aos políticos em seus "currais" eleitorais. Segundo uma expressão de um jornalista: "isto é uma vergonha". Onde está a seriedade deste país, certamente no lixo.

Cláudio Baptista clabap45@gmail.com 

São Paulo

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EMENDAS BILIONÁRIAS

Para conseguir votações favoráveis no congresso, o governo Temer liberou em 2017 R$ 10,7 bilhões em emendas parlamentares; vai ter que liberar mais antes da votação de modesta reforma previdenciária. Estamos cansados e envergonhados deste jeito de fazer política onde os muito bem pagos parlamentares precisam de mais dinheiro (e poder em suas bases eleitorais) para fazer seu trabalho. Imaginam se os bombeiros se comportam deste mesmo jeito mercenário?

ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

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LEGAIS E INDECENTES

É certo que o governo Temer, tem aprovado no Congresso, projetos importantes para o País, e como consequência está recuperando a nossa economia e empregos!  Mas era necessária a liberação recorde de emendas parlamentares, em 2017, para senadores e deputados, no valor de R$ 10,7 bilhões, num momento que, temos um rombo fiscal de R$ 159 bilhões?!... Mesmo reconhecendo que a liberação de emendas é constitucional, mas, ao mesmo tempo também se mostra excrescente, quando sabemos que R$ 5,7 milhões destes recursos foram utilizados até para pagar cachês de artistas, como o que recebeu no Ceará, o cantor Wesley Safadão. Enquanto, entre tantas outras prioridades no País, faltam creches e merenda escolar para nossas crianças.  Um escândalo!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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O OUTRO LADO DA MOEDA

Liberação de emendas parlamentares bate recorde com Temer: R$ 10,7 bilhões... De fato, houve inúmeros acordos estranhos. Mas foi o preço pago para fazer o Brasil voltar a crescer. Se continuássemos com o PT de Dilma e Lula teríamos hoje 30 milhões de desempregados, uma inflação de 10% ao mês e juros de 18%. Alguém aqui nega que a Economia melhorou muito?

Antônio Dias Neme antonio.neme@terra.com.br

São Paulo

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GOVERNO TEMER

Do artigo "Só gol contra", da articulista Vera Magalhães (7/1,A6),sobre a atuação do governo Temer, cabe destacar o parágrafo a seguir reproduzido: "Agora o atual presidente tem em sua curta trajetória escândalos éticos, impopularidade recorde, dificuldade de articular a base e, logo mais, pedaladas fiscais, Qual a diferença em relação à petista Dilma Rousseff, mesmo?" A esta altura dos atos e fatos de sua gestão, não poderia soar mais certeira e contundente, pois não?

J.  S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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A MALDIÇÃO DO VICE

Durante a ditadura militar o objetivo máximo do povo brasileiro era implantar a democracia para poder eleger diretamente o presidente da República, seria essa a cura de todos os males, a solução para todos os problemas, a eleição direta do líder máximo da Nação. Depois dos longos anos de chumbo o país pode finalmente realizar seu sonho e elegeu democraticamente Tancredo Neves. Quis o destino que o presidente eleito democraticamente pelo povo brasileiro falecesse e cedesse o lugar a um obscuro vice-presidente. Ninguém elegeu José Sarney para presidir a República, mas ele se tornou presidente da República e o resultado foi catastrófico para o país. O Brasil é hoje governado por outro vice, Michel Temer, o vice-presidente da madame presidente Dilma Rousseff, de triste lembrança. Michel Temer participou de tudo que levou a cassação do mandato de Dilma Rousseff, mas como que por encanto, Temer não tem que responder pelos atos de sua chefe e pode governar o país como se tivesse sido eleito democraticamente para tanto. Quem não aprende com seus erros esta fadado a repeti-los. O Brasil não aprendeu e não mudou nada depois da catastrófica gestão de Sarney, Collor, Dilma e Temer, e há grandes chances de o país ser novamente governado pelo vice de quem ganhar as eleições. Se Lula vencer, por exemplo, ele poderá ser cassado pela conclusão de alguns dos tantos processos a que ele responde, ai seu vice, seja lá quem for, assumiria. O Brasil precisa mudar a sua constituição para que nunca mais uma pessoa que não tenha sido eleita diretamente presida a República. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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JUSTIFICATIVA POLÍTICA

Frase atribuída a à senhora ministra do Trabalho: quem nunca teve um processo na Justiça do Trabalho que atire a primeira pedra.

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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CRACA

A craca é composta por crustáceos que vivem colados a rochas, madeiras e outros materiais, encontráveis em ambientes marítimos e difíceis de ser removidos. A ministra escrava parece craca, de tão grudada ao seu cargo, o que pode significar que a dita escravidão, da qual se acha vítima, lhe faz muito bem, estando perfeitamente adaptada a ela. Seria cômico, não fosse trágico! 

Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br

Itanhaém

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INDULTO DE NATAL

A Defensoria Pública do Rio defende no STF manutenção do indulto natalino, como amicus curiae (parte interessada). As justificativas apresentadas, que me desculpem, mas são hilárias. Beiram ao ridículo. Aumento da população carcerária. Conta outra vai. Demonstram preocupação improcedente. Para se declararem parte interessada  devem ter amigos entre os beneficiados. É a única explicação plausível que vejo.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com       

Rio de Janeiro 

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AGORA É TARDE

Em sua mensagem de Ano Novo (07/01, A2), FHC pergunta "se ainda há tempo". Agora é tarde! Ele se esquece que já houve muito tempo. O escândalo do Mensalão foi denunciado em 2005, apenas dois anos após a posse de Lula, com muito tempo para investigá-lo, levando-o a um eventual impeachment antes do Petrolão e do Dilmalão. Mas foi o próprio FHC que decidiu nada fazer por medo de comoção popular, preferindo "vê-lo sangrar até as urnas"... Sem confessar que errou, FHC conclui seu artigo: "as forças representadas (...) por Alckmin, Marina, Meirelles, Joaquim Barbosa, ou quem mais seja (...) precisam entender que os riscos se transformam em realidade pela inércia, pela covardia ou pela falta de visão dos que poderiam a eles se opor". Há menos de um mês FHC repetiu que prefere "ver Lula derrotado nas urnas do que na prisão". E agora põe em dúvida a candidatura de Alckmin por "falta de uma mensagem". Como se as "mensagens" dele fossem boas! Ora, presidente!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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O PIOR PODE SEMPRE ACONTECER

Uma despretensiosa afirmação, uma velada advertência ou uma incontida premonição?

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas - MG

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FHC

Eu lia tudo que o ex-presidente FHC escreve na imprensa. Comecei a suspeitar de suas opiniões a partir das declarações a favor do condenado Lula da Silva com relação a ele, Lula, de ser candidato; deixei de ler de vez suas colunas no Estadão quando ele passou a agir como massa de manobra, com o "fora Temer", Da Globo e do MPF -- e Temer tentando tirar o país do buraco.

João Evangelista Belém joao.evang2017@gmail.com

Salvador

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BOM SENSO

Em seu artigo Ainda há tempo?  (7/1, A-2) o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fala muito em bom senso; as pessoas, em geral, usam bastante essa expressão, mas, na prática, fazem o contrário. Por obra dele, instituiu-se a  a reeleição no Brasil, e o impeachment de Lula, no mensalão de  2005, foi enterrado. Indo além, ele foi contra o impeachment de Dilma, e nada fez sobre o Mensalão mineiro. Donde se conclui ser ele um dos menos autorizados a discorrer sobre sensatez, ou a dar conselhos aos brasileiros.

Luiz Leitão da Cunha luizmleitao@gmail.com

São Paulo

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PSDB DE SEMPRE

Prezado ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, colocando Alckmin, Marina, Meirelles e Joaquim Barbosa na mesma "panela", o senhor representa mesmo qual partido? Já sinto cheiro de 2006...

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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A CANDIDATURA DE ALCKMIN

O pior inimigo da candidatura de Geraldo Alckmin à presidência da República, não é o Lula e muito menos à sua  falta de carisma para empolgar os eleitores, mas sim, o seu próprio partido, PSDB. Uma pena, pois corremos o risco de ver outro populista assumindo o poder em 2019, mas o povo só perceberá a besteira que fez, elegendo mais um populista, quando faltar papel higiênico nas prateleiras dos supermercados. Enquanto isso, viva o Carnaval, único evento que realmente irá acontecer em fevereiro, pois esqueçam a tal reforma previdenciária. 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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QUEM MANDA NO PAÍS?

Você liga a TV ou lê o jornal e fica informado que o marimbondo de fogo ainda manda no país, tanto é que interviu na nomeação de novo diretor da Policia Federal e agora não aceitou um nome de seu agrado para ministro de trabalho, sei lá quem seja, além de volta e meia presidentes atuais ter que ouvir o dito cujo!  Pois é, como pode o Brasil melhorar quando depende de indivíduos como Sarney e toda a tralha em conjunto com  Temer, Barbalho, Lula, Alckmin, Serra, Neves, Ciro, Maluf, Molequinho, enfim...., milhares de iguais? Como pode resultar em algo de bom se jamais teve um estadista, apesar de passar perto quando FHC assumiu e tinha todo o preparo intelectual para tal, mas deixou o ego mandar e para permanecer no cargo vendeu a alma ao diabo para aprovar o projeto reeleição, que resultou num futuro dominado por 13 anos lulistas e quase o país à falência? É melhor  FHC calar a boca e recolher-se à seus livros, pois já nos causou muito prejuízo. 

Laércio Zanini spettro@uol.com.br                                                                                               

Garça 

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CARDEAIS

A primeira sentença do editorial "A verdade acima de tudo" (Estadão, 07/01/2018) afirma que as próximas eleições dirão mais sobre os eleitores que sobre os eleitos. Ora, desde o início, em 1985, da chamada nova república, a nossa legião de votantes construiu um currículo que não a recomenda como aprendiz aplicada das lições do passado. A escolha colocada mais adiante no texto, a respeito da decisão a ser consagrada no futuro pleito, entre o populismo e a dureza da verdade das medidas amargas que precisam ser adotadas, será, com boa probabilidade, em face da falta de escolaridade de grande parte dos eleitores e do consequente imediatismo dai decorrente, em favor do primeiro cenário. Por outro lado, como a seleção  dos candidatos aos postos mais importantes resulta da influência dos pragmáticos cardeais dos partidos - vide FHC e seu ziguezague em torno do nome de Alckmin - é lícito especular se o resultado de outubro não dirá mais sobre estes últimos que a qualquer outro grupo.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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A VERDADE ACIMA DA VERDADE

Realmente, as próximas eleições gerais serão o termômetro para se medir o comportamento dos brasileiros frente aos inúmeros candidatos, bons e maus aos cargos a serem preenchidos. Será a verdade acima da verdade ou, como salienta o editorial do Estadão: A verdade acima de tudo (A-3/07-01-18), das próximas eleições sairá o atestado de maturidade da Nação. Com efeito, após os sofrimentos com o populismo lulopetista, não podem os eleitores escolherem outros demagogos ou radicais de plantão para combatê-lo e muito menos escolher cidadãos que não preenchem os mínimos requisitos para a ocupação de cargos em disputa eleitoral. O Brasil espera muito de seus eleitores e não pode ser decepcionado com resultados que poderão impedir o progresso e o desenvolvimento da Nação. Veremos!

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

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SÓ UM MILAGRE

O editorial de domingo, 7/1/18, foi de grande equilíbrio, de sabedoria e de bom senso, lamentavelmente algo longe da verdade que seu título sugeria, "A verdade acima de tudo". Como é possível alguém em sã consciência e tendo algum conhecimento do sistema eleitoral e do perfil médio de nosso eleitorado ter alguma esperança de outro resultado que o descalabro irremediável da administração nacional? Com 20 ou 25% de eleitores dependentes do Bolsa Família e outros tantos ou até mais dependentes das verbas oficiais, como pode-se esperar uma escolha eleitoral minimamente racional e conservadora? E tendo como agravante o nível ético e moral de nossa classe política parece ser um mero sonho de uma noite de verão termos um resultado além de pífio e

desastroso, salvo feliz e benfazejo milagre. O País está doente e sua recuperação não é para fracos, covardes e corruptos.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

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A VERDADE ACIMA DE TUDO

Acima de tudo vamos continuar na mentira, os banqueiros nos impõem os políticos que compra para defender seus interesses, e votamos nas porcarias que nos governam. Desde FHC e agora em particular com Temer, os banqueiros nos dizem o que fazer, pagando juros por tudo, e o Brasil foi transformado numa imensa jogatina econômica, cheia de economeses por todos os lados, todos colarinhos brancos dos banqueiros. Bancos cobram taxas que querem, juros que querem, financiam as drogas, o tráfico, a corrupção, e também o capitalismo semisselvagem que ainda produz no Brasil. Essa é de fato a verdade.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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O FUTURO DO BRASIL

Não, senhores, não mesmo, o futuro do Brasil não vai ser decidido nas próximas eleições, como se diz por aí,  vai ser decidido, isto sim,  na derrubada do foro privilegiado, nesta 5a. feira, pelo Supremo. O Brasil é um país  endemicamente corrupto, palavras de Bill Clinton, nenhuma novidade,  e se não tiver musculatura moral para definitivamente pôr políticos corruptos na cadeia, nada feito, não haverá futuro nenhum, nem para o país nem para a nossa gente.

Apollo Natali apollo.natali2@gmail.com

São Paulo

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CANDIDATOS

Os diferentes artigos publicados na mídia falam nas chances dos candidatos mais populares que conhecemos, ou seja; Alckmin, Lula, Bolsonaro, Ciro e Marina para disputar a presidência neste ano. É raro alguém mencionar o senador Álvaro Dias que parece ser um dos políticos mais coerentes e de bom senso na atualidade para assumir posto tão importante. As suas entrevistas na TV mostram inteligência, conhecimento de causa, equilíbrio e sobretudo bom senso. É uma pena que o povo não saiba reconhecer estas qualidades, mas sim prefere votar naqueles que prometem e não cumprem.

Károly J. Gombert kjgombert@gmail.com

Vinhedo

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DEFICIDENTES - REGULANDO MICARIA

Dia 7/1/2018 foi publicado no Fórum dos Leitores a manifestação da leitora sra, Anna Maria Torres (tripodo@uol.com.br) relativa ao ao assunto em pauta. Cabe esclarecer que a Lei Estadual nº 16.498/2017 em seu artigo 3º alterou o disposto no inciso III do artigo 13º da Lei Estadual nº 13.296/2008, passando este a vigorar com a seguinte redação: "III - de um único veículo, de propriedade de pessoa com deficiência física, visual, mental severa ou profunda, ou autista; (NR)". Neste incido constava a seguinte redação: "III - de um único veículo adequado para ser conduzido por pessoa com deficiência física". Fica evidente, portanto, que nenhuma medida injusta foi adotada e nenhum direito adquirido dos propietários de veículos especiais foi afetado, pelo contrário, à luz do texto legal, regulou-se adequadamente a questão da propriedade visto que o texto anterior mencionava "veículo adequado para ser conduzido por pessoa com deficiência física" e agora estabelece claramente que o veículo tem que ser de propriedade da pessoa, além do mais, caracteriza mais adequadamente o espectro da população atendida passando de simplesmente "pessoa com deficiência física" para "pessoa com deficiência física, visual, mental severa ou profunda, ou autista". A título complementar, esta Lei foi promulgada em 18 de julho de 2017 e não agora, como induz o texto da publicação. Cabe, também, esclarecer que a lei foi decretada pela Assembleia Legislativa e promulgada pelo governador do estado, portanto a responsabilidade pela mesma é solidária. Finalmente, resta provado que não ocorreu nenhum desrespeito à ética e não houve injustiça muito mens se feriu qualquer direito.

Temos que tomar cuidado com as "fake news".

Edison Velasques velasques@uol.com.br

São Paulo

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BENEFÍCIO CANCELADO 

Favor explicitar por que estava isenta antes e agora terei que pagar esse tributo!!! Ou permaneço com o mesmo direito adquirido e houve erro na cobrança do meu e de outros deficientes no IPVA 2018? Adicionalmente esclareço que o veículo especial continua sendo de minha propriedade não tendo havido qualquer alteração entre 2017 e 2018. Se a alteração foi realizada para especificar melhor a redação, qual o motivo para cancelar o benefício concedido, passando-se a tributar o deficiente enquadrado nas condições especificadas.

Anna Maria Torres tripodo@uol.com.br

São Paulo

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IMPUNIDADE E FAKE NEWS

Sobre o editorial do Estadão "O combate à notícia falsa", é importante enfatizar a utilizações de toda a mídia de credibilidade duvidosa, como as redes sociais, plantam "fake news", como alguém em estado de profunda embriaguez dirige um carro e mata alguém. O que quero dizer é que a impunidade nesta seara é muito nociva. Quem "inventa", pode nem ter a intenção de prejudicar outrem, mas "assumiu o risco", como se diz do motorista bêbado - não tinha "animus necandi" (vontade de matar), nem sequer "animais laedendi" (intenção de ferir), mas estão presentes: fato (notícia falsa), danos (à qualquer terceiro) e nexo causal. Poder-se-ia adiantar que, a despeito de existirem meios judiciais para indenizar a vítima de uma "fake news", já que se trata de dano indenizável. Mas como esclarece o editorial, a morosidade da Justiça jamais permitiu que ela alcançasse a falsa notícia  menos ainda o seu autor. Sempre chega depois de demasiado tempo. Então, tomar a solução da Alemanha que fez legal a imposição de multas pesadas para coibir tais notícias falsas? E quem seria o "fiscal" a impor tal multa? E como se daria a apuração, judicial ou administrativamente? E quanto isso seria oneroso ao Estado. Não somos alemães. E isto é bom, mas na maior parte das vezes é ruim.

Andrea Metne Arnaut andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

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MARX, 200 ANOS

Com 200 anos de nascimento  do filósofo  Karl Marx a esquerda brasileira ainda aplaude e apoia o Lula. Seria bom o mestre filósofo Guilherme Boulos, ao invés  de se juntar ao Lula, rever e dar umas aulas básicas de teorias de Marx para a esquerda, evitando entrar numa roubada petistas. 

Jesus Antonio  Ribeiro jesus-ribeiro2005@ig.com.br

São Bernardo do Campo

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MUDANÇAS NAS ESCOLAS

Leio no Estadão de hoje que o Diretor do Colégio Santa Cruz não se preocupa com as mudanças trazidas pelas novas escolas porque possui "fila de espera  em todas as séries". A tradicional escola orgulha-se de se equiparar à maioria das escolas estaduais e municipais dos melhores bairros da cidade, que também apresentam fila de espera, sem que isso seja, evidentemente, garantia da melhor qualidade. Como ex-aluno e pai de aluno, entristece-me ver que a escola, que envelhece a olhos vistos, agora se vangloria disso, sob uma pueril e mal aplicada regra de mercado. Padre Charbonneau deve ter se revirado no túmulo.

Paulo Magalhães, Advogado p.magalhaes@femadv.com.br

Paris, França

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EXCELÊNCIA ACADÊMICA REQUER CIENTISTAS TREINADOS

Não há como discordar da opinião dos ilustríssimos Fernanda de Negri, Marcelo Knobel e Carlos Henrique de Brito Cruz na carta publicada nesse jornal em 05 de janeiro de 2018. Defenderam, os autores, que o custeio público da excelência acadêmica é imperativo e deve continuar. Certamente o custeio público é de extrema importância para o progresso científico, tecnológico e até mesmo econômico e social de uma nação, pois garante liberdade de pesquisa e intelectual, principalmente quando a aplicação e retorno econômico oriundos da pesquisa não são tão aparentes - como muitas vezes é o caso das ciências básicas. Porém, é importante que, além de utilizar verbas públicas para tal, as universidades, mais que nenhuma outra entidade pública ou privada, faça uso desses recursos de maneira responsável e inteligente. A comparação com as universidades estrangeiras feita pelos autores da carta é de suma importância, pois os modelos usados em outros países, principalmente naqueles em que a pesquisa científica tem impacto no progresso da humanidade, podem servir de exemplo para nós. Especialmente bem apropriada foi a comparação feita pelos autores entre a americana Massachusetts Institute of Technology (MIT) e a brasileira Unicamp. Entretanto, há alguns pontos dessa comparação que merecem mais atenção para entendermos o que há de diferente entre as ciências praticadas nas duas instituições. Primeiramente, os autores afirmam que as universidades brasileiras custam relativamente pouco, baseado no fato de que a Unicamp tem uma receita próxima da metade daquela do MIT. Segundo os dados dos autores da carta, MIT e Unicamp têm o mesmo número de professores, porém a Unicamp tem o quatro vezes o número de alunos de graduação e mais que dobro de alunos de pós-graduação (como mestrandos e doutorandos). Eles afirmam que "o volume de recursos que o MIT recebe a mais do que a Unicamp é, provavelmente, o que faz a instituição norte-americana ser uma das melhores universidades do mundo." Essa afirmação, entretanto, não parece explicar toda a complexidade e diferença entre as duas instituições. Se o volume de recursos fosse o diferencial do MIT, a Unicamp teria um impacto científico apenas metade daquela do MIT ou ou pouco menos levando em conta a maior quantidade de estudantes. O MIT, por exemplo, é o primeiro no ranking no 'The World University Ranking' no quesito "citação", enquanto a Unicamp não é encontrada antes da casa dos 700º do ranking. Outro índice que demonstra a disparidade de qualidade entre as duas instituições é o Índice Nature (Nature index), no qual um grande painel de cientistas selecionam as principais revistas pelo altíssimo impacto científico. Enquanto o MIT publicou 1530 artigos científicos nessas revistas de alto impacto entre 2016 e 2017, a Unicamp publicou apenas 91 artigos no mesmo período. Por esse índice, o MIT tem um impacto na ciência 17 vezes superior ao Unicamp. Dessa forma, fica nítido que o orçamento total das instituições não pode explicar a diferença de qualidade da ciência feita nelas. Analisando qualitativamente a pesquisa gerada no MIT e na Unicamp, o custo para se obter um artigo científico de alto impacto em cada uma dessas instituições, veremos que o MIT gasta muito menos que a Unicamp por unidade métrica. O custo, portanto, da ciência praticada na Unicamp, e demais universidades brasileiras, considerando a qualidade e resultados, é alto e não baixo, como defendidos pelos autores. O dado mais discrepante entre as duas instituições é a de estagiários de pós-doutoramento, ou simplesmente 'postdoc'. Segundo os autores da carta, a Unicamp conta com 270 postdocs para 16.600 estudantes de pós-graduação, enquanto no MIT são 5 mil postdocs para 6.800 alunos de pós-graduação. Ou seja, o MIT tem 18 vezes mais postdocs que a Unicamp, um número que pode se correlacionar com o de 17 vezes na quantidade de artigos científicos via índice Nature. Além disso, para cada postdoc, há 60 alunos de pós-graduação na Unicamp, enquanto no MIT há 1,3 alunos de pós-graduação pra cada postdoc. Esse dado tão discrepante reflete muito como a pesquisa científica é tratada em cada uma delas, assim como o estado atual de pesquisa no Brasil. Segundo a CAPES, há 100 mil bolsas de mestrado e doutorado, enquanto há apenas 7 mil de pós-doutoramento. Tão importante quando o número de postdocs, é o período em que eles dedicam ao desenvolvimento de pesquisa. Os postdocs nos EUA podem ficar em laboratórios por diversos anos. Recentemente foi criado um teto de 5 anos para esse período de pós-doutoramento, pois é comum encontrar postdocs com mais de 5 anos na mesma função, apesar de ainda poder-se recorrer a extensão desse período. No Brasil, os editais da CAPES, são de curtíssimo período, entre 6 meses e 2 anos. Uma pesquisa de ponta requer muitos anos para ser realizada. O curto período de tempo faz com que as pesquisas tenham que ser igualmente curtas, o que influencia diretamente na qualidade da pesquisa feita.O postdoc é um doutor, um cientista que, mesmo continuando em treinamento, já passou pelo treinamento durante o doutorado e é considerado um pesquisador com capacidade de pesquisar de forma independente. Os laboratórios americanos, não por coincidência, têm em muitos laboratórios de ponta, uma quantidade maior de postdocs do que de alunos de doutorado. São os postdocs, nos EUA, que praticamente tocam o dia-a-dia os laboratórios, com dedicação exclusiva à pesquisa, o que contrasta com o modelo brasileiro, onde a maior parte dos laboratórios são tocadas por cientistas em treinamento: os mestrandos e doutorandos. Apesar de oficialmente o orientador de mestrado e doutorado ser o Professor, chefe do laboratório, quem lida com os detalhes diários são os postdoc. Mais que o orientador, é o postdoc quem ensina e repassa as técnicas de laboratórios. Eles auxiliam muito na formação dos novos mestres e doutores, servindo como mentores desses alunos, muitas vezes tendo maior influência no aluno que o próprio professor-orientador. Um laboratório bem sucedido terá em seu time cientistas treinados, e não apenas cientistas em treinamento. Essa baixa razão entre postdocs e alunos no MIT (1:1,3), garante que a ciência será tocada por cientistas treinados, e que os alunos lá sejam expostos a vários cientistas além de seu orientador direto. Já na Unicamp e no Brasil, a altíssima razão entre postdocs e alunos (1:60) garante que a pesquisa será tocada por cientistas com baixa experiência, sem exposição a mentores, tendo que dividir a atenção de seu orientador com diversos outros alunos, tão despreparados quanto ele ou ela.  Entendo, portanto, que é COMO e não QUANTO se gasta entre a Unicamp e o MIT que se correlaciona com a qualidade da pesquisa realizada nas duas instituições. Enquanto uma é feita por profissionais, a outra é feita por aprendizes. É necessário repensar esse modelo de investimento em ciência, contratando-se mais cientistas e pesquisadores, sejam como postdocs ou pesquisadores fixos. Devemos investir em ciência, mas devemos investir mais em pesquisa propriamente dita, ao invés de investir quase que unicamente no treinamento de cientistas.

Vandré Casagrande Figueiredo, PhD Postdoctoral Scholar University of Kentucky College of Health Sciences v.casagrandefigueiredo@uky.edu

Lexington, Kentucky / EUA

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NOBREZA HUMANA

No artigo "O menino de Copacabana que nos ensinou a ver", de Simonetta Persichetti (Estadão de hoje, 7 de janeiro), a autora refere-se à metáfora estampada na fotografia; então permitam-me acrescentar algo sobre a feliz obra do fotógrafo Lucas Landau. A curiosidade revela inteligência. A observação do que é belo denota sensibilidade. A consciência do desconhecimento indica a prevalência da sabedoria. Inteligência, sensibilidade e sabedoria decorrem da faculdade de pensar, tão humana, somente humana; tão lógica e racional, como só o ser humano sabe e pode ser. Viva o garoto perspicaz que - mercê dos três atributos que fortalecem e enobrecem seus portadores - representa uma inexcedível metáfora desse ser bípede, único, controverso e capaz de ver, observar, pensar e interpretar o universo. Numa conjuntura tão agredida e degradada, aquele menino (a fotografia dispensa títulos ou adjetivos para ele), o doutor Landau (se não tem o título, merece-o honoris causa) e a doutora Persichetti devem ser objeto de gratidão por motivar a consciência das contradições, mas, sobretudo, do encantamento, da força e da nobreza humanas.

Aléssio Ribeiro Souto souto49@yahoo.com

Brasília

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NOVO ANO, VIDA NOVA?

É uma boa pergunta... tradicionalmente é o que se espera e, que desejamos pessoalmente aos nossos entes queridos e, os menos egoístas desejam, também, aos demais concidadãos das searas que estiverem envolvidos. A esperança se renova, principalmente a nós brasileiros, população tão sacrificada, saqueada, ultrajada, traída, enganada, e vários outros predicados disponíveis no vernáculo português, pelos políticos dessa nação.mUm ano que se vai, como diz o ditado popular: e, vai tarde. Foi um ano apocalítico: foram para a prisão ex-autoridades como governadores, senadores, deputados, presidente da câmara, prefeitos, enfim políticos de toda a estirpe e linhagem de cargos. Os que não foram presos, em sua maioria, estão respondendo processos e sendo julgados, principalmente pela Operação Lava Jato. A população há dias, meses e anos ouve os noticiários e vê ao William Bonner, no jornal nacional da Rede Globo, e até parece por capricho, diariamente, todo "santo dia", sem exceção, às novas denúncias de corrupção e de novo escândalo. Não se salva ninguém, nenhum político, nenhuma autoridade constituída, com raríssimas exceções. Mas a saga dos brasileiros continua, é novo ano, mas paciência, os políticos continuam em ação com seu corporativismo e de costas para o povo, sejam governadores, presidente da república. E, as picuinhas entre os poderes que há muito não se entendem, como o judiciário e os poderes legislativo e executivo. É, ministro do Supremo Tribunal Federal que quer fazer política e político do legislativo que quer fazer justiça e, até o Presidente da República em exercício que quer que façam o que manda e não se submete as leis dos homens e políticos menores. Novo ano, 2018, ano de eleições, ano de Copa do Mundo, ano recorde de feriadões, ano que um criminoso, ainda solto, quer fazer sua própria república, ao seu estilo milongueiro - condenado em primeira instancia quer se fazer de mártir em vida, descaradamente culpa o judiciário brasileiro e se inocenta de seus crimes, como se a população fosse toda de lacraias ao estilo dos MST que rondam por aí - quanto maior a bagunça e ordem convertida: melhor.  Uma coisa é certa - fortaleçam seus laços familiares, pois você só conta com eles e eles contam com você. O demais é essa selva de pedras que fariam inveja à Janete Clair se viva ainda fosse: sistema de saúde deficiente, população desprotegida dos bandidos e quadrilhas do crime organizado incluindo os políticos, educação em crise, metade da população encontra-se inadimplente e um índice de desemprego de mais de uma dezena de milhões de brasileiros, que somando seus dependentes triplica com facilidade. A família, nossos parentes, é que está nos restando, além, da força divina do criador a aqueles que fazem por merecê-la. E , é bom lembrar que marido e mulher não são parentes...

Gilson Marcio Machado

São Paulo gilsonmmachado@hotmail.com

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UM ANO ATÍPICO

2018 ano de Copa do Mundo, ano de eleições, e sem dúvida ano de promessas e principalmente ano de muitas mentiras.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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