Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

15 Fevereiro 2018 | 03h04

CAMPANHAS ELEITORAIS

O dinheiro é público

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) liberou R$ 888 milhões do Fundo Partidário para uso em campanhas eleitorais, noticia o Estado (14/2, A1). Mais um acinte para o sofrido povo brasileiro: financiar campanhas eleitorais com dinheiro público é imoral e acintoso. Todos sabemos que a situação da saúde está um verdadeiro caos, especialmente no Rio de Janeiro. Falta de equipamentos, péssima estrutura, ausência de médicos, enfim, falta tudo para atendimento aos mais necessitados. Assim, como é possível liberarem mais esses milhões, que serão adicionados ao R$ 1,7 bilhão do fundo eleitoral? Com 12 milhões de desempregados no Brasil, essas decisões são abusivas, pois ferem os interesses da população.

FRANCISCO ZARDETTO

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

Frustrações

É com perplexidade que o cidadão se depara com a notícia de que o TSE liberou para os partidos bancarem suas campanhas este ano mais de R$ 800 milhões, a serem acrescentados ao pacote de R$ 1,7 bilhão do fundo eleitoral aprovado em 2017. Como consequência, a população vê-se ameaçada por cortes em áreas fundamentais, como saúde e educação, de onde, segundo a imprensa, sairão os recursos adicionais. Por não entenderem muito bem as razões que levam as autoridades responsáveis a tomar tais medidas sem a devida transparência, setores importantes da sociedade chegam a descrer da democracia, o menos pior dos regimes, segundo a visão de Winston Churchill. E, incapazes de estimular uma mobilização consciente do povo, desviam sua atenção para soluções autocráticas e falsamente carismáticas, com o objetivo de aliviar suas frustrações.

PAULO ROBERTO GOTAÇ

pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

Pobreza política

O filme O Destino de uma Nação mostra como Churchill, na década de 1940, levou os britânicos da derrota iminente à vitória sobre o nazismo, após cinco anos de combates. Existe uma pobreza política muito grande em nosso país, não há estadistas, apenas populistas e oportunistas.

PAULO DE TARSO ABRÃO

ptabrao@uol.com.br

São Paulo

Inversão de valores

Nenhuma atividade recebe dinheiro público a fundo perdido como o famigerado Fundo Partidário. Seria ótimo se os médicos, engenheiros e demais profissionais recebessem de presente do governo alguns bilhões de reais para fomentar suas atividades. O Fundo Partidário não é empréstimo, é doação, não tem de prestar contas, pode gastar à vontade. Melhor seria se a propaganda política fosse restrita exclusivamente ao horário eleitoral gratuito e os bilhões do Fundo Partidário fossem usados em alguma coisa produtiva em benefício de toda a sociedade. Com o Fundo Partidário parece que a atividade política é a coisa mais importante do País. Não é, nunca foi e jamais deveria ser assim. Um país não pode existir para sustentar e servir aos seus políticos, o Brasil vive uma completa inversão de valores. Uma inversão da famosa frase do presidente John Kennedy, dos EUA: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país”. Estamos a anos-luz dessa visão.

MÁRIO BARILÁ FILHO

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

Moralização

Os brasileiros de bem encontram-se hoje numa verdadeira “guerra” pela moralização da coisa pública. Mas a vitória que almejam passará necessariamente por vencerem a batalha da moralização das eleições. No Estadão de ontem vimos que a batalha está ainda no calor da luta, com as verbas públicas a serem usadas em propaganda eleitoral – uma excrescência, na opinião do jornal, que endosso – ganhando maior volume. Para a moralização definitiva das eleições os srs. congressistas devem trabalhar na aprovação do Projeto de Lei do Senado n.º 462/2015, que simplifica os programas de propaganda eleitoral ao modelo “candidato e câmera”, proibindo a apresentação de “peças” de propaganda eleitoral elaboradas por marqueteiros a peso de ouro. Nem mesmo com o Supremo Tribunal Federal (STF) proibindo o financiamento empresarial de campanhas os congressistas desengavetaram esse excelente projeto. Eles só pensam mesmo em dinheiro?!

EUVALDO REBOUÇAS DE ALMEIDA

euvaldo@uol.com.br

São Paulo

Não é não!

Nós, o povo, não queremos que o nosso dinheiro seja gasto em financiamento de campanhas!

SHIRLEY SCHREIER

schreier@iq.usp.br

São Paulo

Renovação

Nesta eleição, a prevalecer a opinião dos eleitores mais esclarecidos – que espero sejam a maioria –, o Legislativo dificilmente será como o atual. Deputados e senadores que serão reeleitos se contam nos dedos. A forma como se criou o fundo eleitoral e de onde procedeu a verba para criá-lo – e contando com o desempenho dos elementos do atual Congresso, que só pensam no eleitor por ocasião das campanhas – deverão ser fatores decisivos no próximo pleito. Conforme se diz da Câmara dos Deputados, “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”.

RONALD MARTINS DA CUNHA

ronaldcunha@hotmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

STF

Tapetão

Que história é essa de que 6 x 5 no STF não vale?! É cômica – e igualmente trágica – a alegação de diferentes personagens de que, pelo fato de a decisão do STF pela prisão após condenação em segunda instância ter tido o placar de 6 x 5, essa diferença de apenas um voto é passível de questionamento e de revisão – isso é desculpa esfarrapada de mau perdedor! Em jogos de futebol cujo placar aponta o vencedor por apenas um gol de diferença, nunca se considerou válido o time perdedor entrar com pedido de anulação da partida pelo fato de a diferença do placar ter sido justamente de apenas um gol. Há pouco tempo, no campeonato de basquete americano, o Denver Nuggets bateu o Chicago Bulls por 111 x 110. E não houve pedido de anulação do jogo, pelo Bulls, alegando como motivo o fato de o Nuggets ter vencido por apenas um ponto de diferença. Sempre que houver um placar de 6 x 5 no STF, este tem de ser respeitado, assim como qualquer outro placar, e aqueles que contestam a diferença de apenas um voto são péssimos perdedores e buscam “melar o jogo”, recorrendo ao nefasto e indecoroso “tapetão”. Pior é que alguns ministros do STF hoje coadunam com a possibilidade dessa “marmelada”. Uma vergonha para o nosso país!

NOGUEIRA SILVA

nogsilva2018@gmail.com

São Paulo

“Os partidos políticos terão R$ 2,5 bilhões para torrarem nas eleições. Educação, saúde e infraestrutura terão quanto?”

MILTON BULACH / CAMPINAS, SOBRE DINHEIRO PÚBLICO PARA OS POLÍTICOS

mbulach@gmail.com

“Mais R$ 888 milhões para eleição?! De onde vem todo esse dinheiro? Para os políticos pode! Brasil, acorda...”

MARIA VIRGÍNIA ALVES / BOTUCATU, IDEM

mvmffa@icloud.com

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

FINANCIAMENTO DE CAMPANHAS: EXCRESCÊNCIA

É uma excrescência, para não dizer "uma tapa na cara" dos brasileiros honestos, a notícia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizando o financiamento "oficial" das campanhas eleitorais, na ordem de singelos R$ 2,5 bilhões de reais, e pior, com recursos oriundos do pagamento de impostos. Ora, se já não bastasse toda a corrupção instalada, o povo ainda é obrigado a financiar campanhas para que a politicalha permaneça dilapidando o País. É muita falta de vergonha na cara. Muda Brasil, mas muda rápido!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo 

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EM QUEM CONFIAR?

O Superior Tribunal Federal (STF) gastou R$ 859 mil com passagem aérea em 2017. A informação choca, primeiro, pela superfluidade, depois porque engrossa a lista de não confiáveis deste país. Ah, a Suécia...

Ricardo Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ) 

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STF É O PROBLEMA!

Duro ter que admitir, mas desde há bom tempo o STF não é a solução para este país.  Ele é o problema! Ou não foi isto que, com outras palavras, disse a ministra Cármen Lúcia?

 

Paulo Sérgio Pecchio Gonçalves ppecchio@terra.com.br

São Paulo        

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INDENIZAÇÃO INCOMUM

Na página em que o jornal publicou a matéria "Com auxílios, juízes deixam de pagar R$360 mi de IR" (11/2, A4) o presidente da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), Jayme de Oliveira, disse que os chamados "penduricalhos", na visão de sua corporação, não seriam um salário indireto pago aos juízes. Tal assertiva, todavia, parece conflitar com a palavra de colegas seus que abertamente os justificam como sendo uma compensação - um tanto sui generis - por uma suposta ausência de reajuste dos vencimentos, o que, a se confirmar, levanta a questão sobre o porquê de ditos adjutórios não serem tributados.  Aduziu que os benefícios não podem ser tributados por terem natureza "indenizatória". Fiquei, então, a me perguntar: qual a justificativa de o magistrado receber uma indenização denominada auxílio-moradia quando ele reside em casa própria, não tendo que pagar aluguel ou outras despesas para sua permanência na sede do juízo além das que pagam todas as demais pessoas comuns? No caso, o magistrado - essa pessoa verdadeiramente incomum - estaria sendo "indenizado", exatamente, de quê? 

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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AUXÍLIO-MORADIA

Desde que nossa Constituição, por clausula pétrea, diz que todos

são iguais perante a lei; pergunto: para que os assalariados sejam iguais aos srs. ministros e procuradores não deveria haver uma condição de os mesmos, por acordo com seus patrões receberem

salário repartido em 70% remuneração e 30% auxílio-moradia? As partes teriam a vantagem de, os patrões recolherem menos impostos e contribuições e os empregados menos Imposto de Renda.  Pronto, igualados... E o Brasil continuaria a ser tungado.

Alberto Soares alberto.r.soares@hotmail.com

São Paulo 

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'IMORALIDADES'

  

Com relação à divulgação por parte da mídia dos benefícios, penduricalhos ou adicionais, como queiram, por parte dos membros dos 3 Poderes constituídos da República tenho o seguinte a dizer: "Por sua imoralidade e incompatibilidade com aquilo que a maioria recebe analogamente em suas profissões em todo território nacional, todos e quaisquer benefícios de auxílio-moradia, paletó, educação, concedidos aos servidores públicos do alto escalão da Justiça, Legislativo e Executivo, deveriam ser banidos imediatamente dos seus vencimentos através de lei específica. "Eles" deveriam receber apenas a semelhança do trabalhador comum.

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br

Bauru

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EXPLICITA DESMORALIZAÇÃO

No editorial, "Perigosa desmoralização" (13/2, A3) o "Estado" levanta a questão das atitudes do Judiciário que estão fora da Constituição e, fora da simples constatação do seja moralidade. O novo presidente do Tribunal paulista representa o que há de mofado na ética, não só do Judiciário, mas também da casta privilegiada que comanda este Brasil. Até tu, Sérgio Moro e Marcelo Bretas. Ambos são a favor da permanência dessas excrecências que são os penduricalhos. Cientificamente não existe a distinção de raça. Somos geneticamente iguais. Mas no Brasil existe a diferenciação entre os seres humanos. A casta do funcionalismo público, a dos trabalhadores de carteira assinada e, o resto, a grande maioria do povo, a dos trabalhadores temporários juntamente com os que trabalham sem registro nenhum. Sofismar para defender privilégios de alguns é, sem dúvida, uma perigosa desmoralização.

Moacir de Vasconcelos Buffo moacirbuffo@gmail.com 

Campinas

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AJUFE

"Ne nuntium necare": Não mate o mensageiro. O editorial "O cansaço do povo traz diagnóstico preciso dos desvios do Poder Judiciário, hoje merecedor de maciça reprovação dos brasileiros. O jornal aponta didaticamente os excessivos e injustificáveis privilégios dos integrantes da magistratura, que os transformaram em membros de uma casta que paira acima dos preceitos legais que regem a República. O editorial apenas repercutiu o desencanto da população com um ator do setor público - aquele que recebe altos salários, acrescidos de "auxílios-imorais, que nem sequer são tributados"- que na maior parte das vezes presta um serviço para lá de deficiente. A verdade dita pelo jornal causou reações destemperadas de alguns setores do Judiciário. A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), em nota assinada por seu presidente, Roberto Carvalho Veloso, em resposta explícita ao editorial do "Estado", ataca "a campanha difamatória e desmoralizadora a que tem sido submetido o Poder Judiciário e seus membros, em uma época de intenso enfrentamento à corrupção", e afirma que os integrantes da magistratura estão sofrendo perseguição "covarde" e de "má-fé" de veículos de comunicação. Merece correção a nota da Ajufe. O Poder Judiciário não faz enfrentamento à corrupção, papel destinado à Polícia e ao Ministério Público. O Judiciário julga, ou deve julgar, com isenção. É essa a sua função e bem executá-la a sua obrigação. Imprensa divulgar fatos públicos e reais, sobre quem quer que seja não é perseguição: é democracia. Enfim, se "as notícias são ruins, enfrente os fatos, não mate o mensageiro".

Sergio Saraiva Ridel sergiosridel@yahoo.com.br

São Paulo

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A AJUFE E 'O CANSAÇO DO POVO'

As críticas ao Poder Judiciário, elencadas no editorial "O cansaço do povo" (11/2, A3) são todas plenamente verdadeiras e de conhecimento público. Em contrapartida, a nota indignada de resposta da Ajufe não só não responde a nenhuma das referidas críticas, como dá a entender que como o Poder Judiciário é o último bastião da lei e da moralidade, ele, o Judiciário, pode até se permitir transgredir tanto a própria lei como a própria moral. O presidente da entidade, Roberto Veloso, ganharia mais credibilidade se fizesse um "mea culpa", tal qual a ministra e presidente do STF, Cármen Lúcia. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com 

São Paulo

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FATOS LAMENTÁVEIS

O editorial "O cansaço do povo" (11/2, A3) menciona a manifestação da presidente do Supremo, segundo a qual "os cidadãos estão cansados da ineficiência das autoridades públicas, inclusive do Judiciário". É, sem dúvida, uma visão pouco realista. Na verdade, os cidadãos estão decepcionados. Aumentam essa decepção, além das mazelas inerentes ao funcionamento dos Poderes constituídos, fatos lamentáveis como o recebimento do imoral, embora legal, auxílio-moradia pela esposa e filha de um magistrado, ambas também magistradas, apesar de ser ele contrário à concessão deste benefício. Pelo Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, que se declara proprietário de vários imóveis, e por demais integrantes do Judiciário que residem na comarca em que trabalham. Mais grandeza em benefício do País é o que esperamos das autoridades!

Francisco Cesar fgscesar@hotmail.com

Guarujá 

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O STF DETERMINARÁ O FUTURO DO PAÍS?

Como muitos que acompanham o desenrolar da Operação Lava Jato e outras que estão conseguindo revelar toda a podridão que envolve a politicalha nacional, uma decisão que o STF terá que tomar dentro de pouco tempo, será de manter ou não a prisão de condenados a partir decisões em segunda instancia. Isso determinará os rumos do País porque se mudar a posição atual o resultado será o pior possível e determinará a continuidade sob comando de uma politicalha que nos coloca entre (senão o maior) os Países mais corruptos do mundo. Se essa ameaça se concretizar, posso não gostar, mas sou obrigado a concordar com muitos que creem que apenas uma nova intervenção militar poderá mudar esse cenário, porque nada se pode esperar de bom com origem em políticos viciados numa corrupção que atinge todos os níveis de governo. 

Laércio Zanini spettro@uol.com.br 

Garça 

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INSATISFAÇÃO

O governador da Bahia, Rui Costa afirmou que a insatisfação contra o Judiciário aumentará, caso Lula seja barrado do processo eleitoral. O brasileiro está muito insatisfeito com os integrantes dos 3 Poderes, com a violência, discriminação, movimentos sociais, sindicatos radicais, partidos políticos e, tudo teve um crescendo a partir de 2002, com a ascensão ao poder da alma mais honesta. Lula acendeu o pavio e a explosão é culpa do Judiciário. É a mão do gato, ou melhor, do gatuno!

Jose Alcides Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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'LOCUS ADEQUADO' KAFKIANO

Até aonde alcança o meu pobre conhecimento em matéria jurídica, quer me parecer que o tal "locus adequado" do ministro Edson Fachin poderá reverter o placar, já definido, de 6x5 pró- prisão após condenação em segunda instância?  Uns 5x6, por exemplo. Nesta linha de conduta kafkiana, seria excelente se existisse, por esse mundo afora, algum Supremo Tribunal com um "locus adequado"  apto a  reverter o malfadado resultado de 7x1 pró Alemanha na Copa de 2016. 

Luís Lago luis_lago1990@outlook.com 

São Paulo

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CONSULTA AO PLENO

Agora que o ministro Fachin passou o pedido de habeas corpus de Lula para o pleno será que o novo advogado contratado, ex- ministro Sepúlveda Pertence irá ter uma reunião com portas fechadas com cada um dos 10 ministros que restam? 

Leila Elston Leitão leilaelston@uol.com.br

São Paulo  

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LULA E O STF

Está me parecendo uma trama bem urdida entre o ministro Fachin e os defensores do condenado Lula, agora reforçada com um nome de peso Sepúlveda Pertence, ex-ministro do próprio STF, do qual foi presidente. Fachin negaria o habeas corpos e remeteria o recurso para o plenário do tribunal. Ele ficaria bem com a opinião pública e o caso seria resolvido pelos integrantes daquela corte, em     que, todos sabemos, o condenado Lula, tem grande influência, mercê das nomeações feitas por ele e pela sua sucessora. Só nos resta torcer para que isso não venha a acontecer.

Rubens Guiguet Leal rubensgleal@uol.com.br 

Americana

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ACHAQUE

Pergunto: Se o STF votar 6 x 5, à favor do réu condenado em segunda instância, podemos recorrer e começar tudo de novo? Estamos virando uma Venezuela!

             

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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ADVOGADO OFENDE COLEGAS

Em entrevista ao "Estadão" não sei se influenciado pelo carnaval em que quase tudo vale o prestigiado advogado Nelio Machado, estranhamente chama seus colegas da OAB de covardes porque aceitam defender clientes que fazem delação premiada. Além de ser absolutamente contra as delações dos investigados, ainda tem o desplante de dizer que a Lava Jato faz "muito mal" ao País. Seria mais honesto se este entrevistado pelo jornal dissesse que com a delação premiada ele e seus colegas, pela rapidez que transcorrem as investigações (jamais vista antes na história deste País) vão deixar de ter honorários mais elevados.  E se a Lava Jato, como diz, faz muito mal a esse País é porque o jurista Nelio Machado prefere ver esta Nação mantendo a impunidade intacta e banhada por corruptos a cada esquina... Neste caso, melhor seria se esse advogado saísse nesse carnaval fantasiado de Lula... 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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QUE FALTA FAZ UM SOBRAL PINTO

O Brasil já foi berço de grandes nomes do mundo jurídico como Heráclito Fontoura Sobral Pinto, ou simplesmente Sobral Pinto, também conhecido como - "O homem que não tinha preço". Advogado e defensor ferrenho dos direitos constitucionais, Sobral Pinto sempre foi um exemplo de profissional quando ao aceitar o patrocínio de uma causa, exigia do cliente primeiramente honestidade. Percebendo que interessados lhe mentiam simplesmente os dispensava, mesmo diante de uma polpuda oferta pecuniária. Como se percebe, tratava-se de um profissional integro que não visava apenas honorários e fama, mas principalmente Justiça. Um grande exemplo a ser seguido pelos advogados de Lula que trafegam em sentido contrário quando tentam transformar um réu reconhecidamente culpado em um inocente perseguido pela Justiça. "O primeiro e mais fundamental dever do advogado é ser o juiz inicial da causa que lhe levam para patrocinar", ensinava o mestre. Doutor nenhum tem o direito de mentir para livrar o acusado que o contratou de ser punido por crimes que comprovadamente cometeu. Não pode agir como comparsa de cliente bandido.

Paulo R Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

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O ALPINISTA AGORA VISA A OAB-NACIONAL

A OAB como o PT está em imenso débito com o Brasil. Era, nos bons tempos um instrumento valioso e vitorioso de conquistas na luta pelo Estado Democrático de Direito. Com muito sacrifício, mereceu prerrogativas constitucionais únicas que a elevaram ao grau máximo de representação dos legítimos interesses da sociedade civil brasileira. Seus novos e últimos dirigentes têm usado tais prerrogativas, quando o fazem, com fins puramente políticos ou partidários. Às vezes surpreendem a todos com o silêncio da instituição. E a omissão é a forma mais vil de descumprimento de deveres. Basta verificar nos últimos anos, terríveis para o País, quantas foram as manifestações da OAB sobre os temas debatidos. Não seria de se esperar algo diferente. A entidade tem sido presidida por advogados desconhecidos nacionalmente e sem a experiência profissional e gremial exigida pelo cargo. Alguns sem trânsito nos tribunais superiores e muito menos no Poder Legislativo ou Executivo. Precisam, para serem percebidos, que alguém os apresente às autoridades.  A altivez do cargo fica sem dúvida prejudicada. Nessa linha, o empolado senhor Ibaneis Rocha, ex-candidato de si mesmo ao governo de Brasília, deve achar mais fácil e menos dispendioso disputar a presidência da Ordem. Ibaneis veste o mesmo modelo dos recentes dirigentes da entidade.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

Finalmente prevaleceu o bom senso e a ética e foram afastados alguns dirigentes da Caixa Econômica Federal (CEF). Ainda é pouco. Mas pode ser o início. Foram apenas quatro dos 16 vice-presidentes da CEF, todos indicados por partidos políticos. Uma sopa de letrinhas que tem até suspeito indicado pelo PSDB. Para que 16 vices e 40 diretores na CEF? Não seria o caso de afastar todos e reestruturar essa orgia na cúpula da CEF? Os cargos devem ser ocupados, tanto na CEF como no BB e em todas as estatais, por funcionários de carreira ou técnicos sem qualquer indicação e vinculação partidária. Sr. Presidente, faça inclusive o que o partido do homem mais honesto não fez. Acabe com as indicações políticas nas estatais! Ainda é tempo de optar pelo caminho da moralidade, da ética e da causa pública. O povo saberá reconhecer. Ainda há tempo! Ao contrário, o que vemos são cortes de pessoal redução do número de agências, mas os cargos de direção só aumentam. Cada cargo desses, além de salários de mais de 100 mil recebem bônus anuais milionários. Isto acontece também nas empresas controlados por essas estatais e até nos fundos de pensão onde diretores se aposentam acima do teto constitucional e independentemente do resultado, e mesmo entidades sem fins lucrativos recebem bônus milionários por participação nos resultados. Não aguentamos mais ter os salários reajustados abaixo da inflação, sermos ameaçados por reformas que não mexem nos salários milionários nos 3 Poderes e manter os auxílios e mordomias que só de auxílio-moradia pagamos mais de R$ 5 bilhões por ano. É um escárnio. Uma vergonha. Um tapa na cara do trabalhador. Esperamos que o MP, que também se beneficia desses altos salários e auxílios, não se omita. Afinal a moralização tem que começar dentro de casa! Que se cortem cargos e mordomias nas estatais e nos seus fundos de pensão, acabem as nomeações políticas, que se moralize de vez esse país, tão rico, mas tão podre!

Elcio Silva Santos ericadf@bol.com.br 

Brasília 

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FILME DE TERROR

Atualmente o cidadão comum mal pode usar o seu próprio FGTS, que se encontra em poder da CEF. Também não pode escolher em qual banco ele pode ter o seu fundo administrado. Pode sim, claro, investir em um imóvel, mas quem realmente está apto a tamanho investimento? Logo, estamos de mãos amarradas e todos assistimos a um filme de terror denominado: "Tesouro perdido". O protagonista, Geddel Vieira Lima simplesmente liberou uma bagatela de R$ 5,8 bilhões para ela, J&F a grande "campeã nacional" na época. Claro com interesses escusos e tenebrosos. Como pode um ex-vice-presidente de pessoas Jurídicas, sendo criminoso, em um banco público que administra nada mais nada menos do que o nosso dinheiro? E o ponto máximo deste filme certamente é o famoso banker de R$ 51 milhões de reais que está longe de um desfecho e quase esquecido. Fácil de analisar o porquê de certos indivíduos torcerem o nariz quando se fala em privatizações. É óbvio que o populismo que reinava, repito, reinava na época do lulopetismo teria muitas razões para dizer não às privatizações. Afinal se torna claro e cristalino o aparelhamento diabólico da CEF e claro do nosso dinheiro. Que horror!

Leandro Ferreira ferreiradasilvaleandro73@gmail.com

São Paulo 

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LUCIANO HUCK E A ELEIÇÃO

A hesitação recorrente e pública de Luciano Huck quanto a candidatar-se para presidente da República já depõe frontalmente contra a capacidade do apresentador em assumir um cargo que não é para qualquer um, político ou não. Além disso, é difícil vislumbrar Huck como estadista firme e combativo - duas características, entre outras, tão imprescindíveis quanto complexas para qualquer gestor público ou privado. O que dizer então do sutil e capcioso exercício do presidencialismo de coalizão? É de ingenuidade descomunal a argumentação de que pelo fato de o comunicador ser popular, ter boas intenções e conversar com todos, inclusive com os mais pobres, isto já o qualificaria para presidir a Nação. Se alçado a presidente será mero marionete dirigido por políticos profissionais. A possível candidatura aventureira de Huck é tão absurda quanto a de Lula e Bolsonaro. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo 

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HUCK PRESIDENTE

Não temos nada contra o excelente apresentador Huck. Mas teria ele o mínimo de experiência para governar, aliás, governar um País com população de 208 milhões de pessoas? Entre seus qualidades se destacam, é claro, a sua popularidade, mas estaria com força de vontade e espirito de não se deixar seduzir pela política populista que arruína países como a Venezuela, para implantar as reformas de austeridade tão essenciais para evitar o desastre financeiro do País?

Pablo Luis Mainzer plmainzer@hotmail.com

São Paulo

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PRÉ-CANDIDATURA HUCK

Na TV o papel do marketing é permanente, na política termina no dia da posse. A palavra está com Luciano Huck!

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com 

São Paulo

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PRÉ-CANDIDATOS

Lula e Bolsonaro são interdependentes. Lula recebe apoio, também pelo fato de ser o anti-Bolsonaro. E Bolsonaro viu sua candidatura crescer por ser a resposta contra Lula. Um é o contrapeso do outro. Sem Lula, Bolsonaro perde muito da razão de receber o apoio do centro. Um bom candidato de centro será muito beneficiado com a saída de Lula. No caso, a candidatura que pode receber muito mais apoio é a de Geraldo Alckmin. Já a candidatura aventura de Luciano Huck perde sua razão de existir. 

O mundo financeiro não precisa de candidato títere para se opor a Lula ou Bolsonaro.  O centro pode se dar o luxo de escolher um

candidato de alta qualificação, como necessariamente deve ser. Nunca o Brasil precisou tanto de um estadista como agora. Nós merecemos uma nova chance da História. 

        

Paulo Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre 

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XADREZ ELEITORAL

No delicado e complicado xadrez político que se joga o resultado das eleições de outubro, deve-se levar em conta, no caso de São Paulo, a seguinte situação: se o governador Alckmin deixar de fazer seu sucessor no Palácio dos Bandeirantes dentro dos quadros atuais do PSDB, em razão das alianças de ocasião oferecidas para apoiar sua candidatura à Presidência da República, a Prefeitura corre o risco de não ser bem aquinhoada pelo futuro governador de outro partido. Neste quadro, por mais que João Doria queira, terá menos recursos do que o necessário para uma boa e eficiente gestão. Como a política é volúvel como as nuvens, parece melhor e mais recomendável que se olhe o tabuleiro de cima, sem maiores paixões e emoções, prevendo vários lances à frente para se conquistar a vitória .Ao olhar a floresta para além das árvores e das folhas, cabe refletir que, eleito governador um tucano puro sangue, a capital do Estado seguirá merecendo e recebendo a atenção necessária.

J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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'LA VECCHIAIA È BRUTTA'

Essa frase italiana resume com perfeição o que é realmente a chamada "terceira idade" que alguns, na tentativa de amenizar as agruras enfrentadas pelos idosos, insistem em chamar de "a melhor idade". Melhor para quem? Para o velhinho é que não é. Para ilustrar esse pensamento vamos analisar o que acontece com um personagem importante (mas não o mais importante como ele pretende) de nossa História: o conhecido FHC. Este "comunistóide" dos anos 60, formado em sociologia, depois de permanecer alguns anos se escondendo das forças de repressão dos regimes militares, ressurgiu com a "redemocratização" do País e logo começou a "pôr as manguinhas de fora", sempre na oposição socialista ou "cor de rosa". Por uma sorte do destino ou acaso, após a renúncia do "Caçador de Marajás (sic)", foi convidado a ocupar o Ministério da Fazenda pelo presidente sucessor, apesar de não entender sequer a diferença entre juros simples e compostos. Na sua gestão ocorreu no País o Plano Real, cujo sucesso lhe é indevidamente atribuído. Na verdade, quem tem o mérito por esse plano que acabou com a hiperinflação que afligia o País, foi a equipe coordenada pelo secretário executivo do ministério e gente que realmente entende de economia como Arida, Resende, Lopes, Franco, Malan, Bacha e Fritsch. FHC não mexeu "uma palha" nesse "celeiro". Mas levou a fama que fez com que a Presidência da República lhe caísse no colo. No seu primeiro mandato surfou nas benesses do Plano Real, começou um programa pífio de privatizações, mas o que realmente ele cuidou foi de fazer aprovar uma emenda constitucional que permitiu a sua reeleição. Já no segundo mandato ele chafurdou na lama respingada pela crise econômica internacional e deu com "os pés pelas mãos". Tentou resolver a crise cambial com o câmbio flutuante e se deu mal. A política de juros empregada para deter a evasão dos investimentos estrangeiros, também fracassou. Isso tudo levou ao sucesso do PT que conquistou a Presidência com "o homem mais honesto que este país já viu". Para isso também contribuiu a posição débil que FHC adotou com relação ao candidato do PSDB que disputava com o do PT. Mais adiante, na eleição que reelegeu o presidente petista, outra vez FHC, agora junto com o candidato tucano que perdeu a eleição anterior e o candidato tucano mineiro que posteriormente perdeu a eleição que reelegeu "a estocadora de vento", tiraram o tapete do candidato tucano que realmente tinha condições de barrar o "ogro de Garanhuns". Ou seja, a vaidade desse sociólogo "cor de rosa" não permite que ele aceite o sucesso de qualquer outra figura do seu partido. E isso está patente agora quando faz campanha aberta contra o mais promissor candidato de seu partido, apoiando a candidatura de um "comunicador" que só por isso tem prestígio entre boa parcela da população. "La vecchiaia è brutta", mesmo! Se o PSDB não fosse constituído por tucanos bananas que só sabem "bater cabeças", esse senhor deveria ser expulso publicamente da agremiação.

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br 

São Paulo 

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A IMAGEM DO POLÍTICO FRENTE AO ELEITOR

 

 Findo o Carnaval, as atenções se voltam para a política, pois, apesar de ainda termos a Copa do Mundo, esse é um ano eleitoral. Articulam-se as candidaturas a presidente e a governador e centenas de parlamentares atropelados pela Lava Jato procuram uma saída salvadora. Como não há mais financiamento empresarial às campanhas, o governo está destinando R$ 2,5 bilhões para custear o pleito. Mesmo assim, é preciso economizar. O voto distrital é uma alternativa, pois os candidatos, em vez de correr todo o Estado, ficariam apenas no seu distrito. São Paulo seria dividido em 70 distritos e cada um elegeria seu deputado federal. Acabariam os papa votos que como Tiririca e Clodovil que, além de se eleger, com seus votos, arrastaram os inexpressivos de seus partidos. Outro benefício é que o deputado poderia, sempre, estar perto do seu eleitor, com vantagens para ambos. Deixaria de ser aquele cometa que só aparece a cada quatro anos para pedir voto. Para as próximas eleições não há mais o que mudar. Mas os que forem eleitos precisam pensar nas mudanças para daqui a quatro anos. O ideal será encontrar uma fórmula em que os eleitores voltem a respeitar os eleitos e a vê-los como seus legítimos representantes. Do jeito que está não pode continuar...         

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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CARNAVAL

O carnaval é um espanto. Deixa os "não foliões" perplexos, pois, leva milhões de indivíduos de todos os sexos, raças e religiões a pularem freneticamente nas ruas e recantos de todo o País dançando como loucos ao som de músicas inaudíveis. O carnaval, o maior e mais degradante espetáculo da Terra, fecha os bancos, interrompe a produção industrial, prejudica a prestação de serviços e mais, faz com que a imprensa escrita dedique generoso espaço para cobrir as baboseiras do espetáculo; a televisão não tem mãos a medir, comentaristas entrevistam foliões com perguntas cretinas e respostas desconexas. Enfim, como a saúva, ou o Brasil acaba com o carnaval ou o carnaval acaba com o Brasil.

José Sebastião de Paiva jpaiva1@terra.com.br

São Paulo

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AUSÊNCIA DE GOVERNANTES

Vejo muitas críticas sobre a ausência de governantes durante carnaval e outros períodos. Acho que deveríamos ficar felizes, pois há uma esperança que seu substituto faça alguma coisa. Então não fazem absolutamente falta nenhuma. Temos a certeza que neste período não roubarão. Isto não quer dizer que não estejam tramando. Por exemplo, que falta está fazendo termos uma ministra do Trabalho? Com certeza absoluta, nenhuma. E pelos mesmos motivos antes explanados.

 

Iria de Sa Dodde iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro

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'BEIJA-ESTRELA'

Achei interessante o desfile da Beija-flor: protesto seletivo... Nada de Lula, Dilma, Dirceu ou PT! Por que será?  

Marco Antonio Fanucchi mfanucchi@cigagna.adv.br

São Paulo

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FESTÃO POPULAR 

Fico pensando que emoção e impulso de energia fazem milhões saírem de casa para "brincar" carnaval numa avenida, e em tantas cidades, em tempos bicudos, quase sombrios? O Carnaval continua sendo a maior festa popular do Brasil, que consegue recrutar voluntários ferrenhos com facilidade, um exército na preparação de desfile e blocos. E que faz muitos chorarem porque a sua escola ficou com um décimo de ponto a menos na classificação. Viva o Carnaval, ainda no coração do povo.

Celso Luís Gagliardo gagliardo.celsoluis@gmail.com

Americana

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REALIDADE

Parece que os brasileiros só acreditam no Carnaval. Que pena...

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo 

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FIM DE FESTA

Findo o desperdício carnavalesco com real repercussão na falta de produção e do PIB, agora o Brasil encara a dura realidade de reformas, de ajustes, da insegurança e mais de perto de uma sucessão presidencial indefinida e cercada de candidatos despreparados para a função.

Yvette Kfouri Abrao Abraoc abraoc@uol.com.br 

São Paulo 

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CALENDÁRIO TUPINIQUIM

A todos brasileiros: Feliz Ano Novo!

Sergio Salgado de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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CRISE DE MIGRANTES

Se o governo quer solucionar de vez a crise de migrantes venezuelanos, basta enviá-los para os seguintes endereços que agora se encontram sem donos: triplex no Guarujá, sítio em Atibaia, terreno em São Bernardo, apartamento em São Bernardo, etc.. E como recompensa toda e qualquer despesa com este contingente deve ser enviada para o Instituto Lula, pois todos estes problemas foram e são de responsabilidade do PT e sua corriola, os chamados "bolivarianistas".

Urias Borrasca urias@mercosulrefratarios.com.br

Sertãozinho

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O PT E OS IMIGRANTES

Fato interessante: o PT e os "lullopetistas" não estão muito quietinhos com relação aos mais de 40.000 imigrantes venezuelanos? Ofereceriam suas casas aos colegas "bolivarianistas"?

José Carlos de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br

Rio Claro

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CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2018

O tema da Campanha da Fraternidade 2018 é "Fraternidade e superação da violência" e o lema é: "Em Cristo, somos todos irmãos". Para superar a violência temos que ser unidos. Como irmãos. Na fraternidade não podemos fazer o mal para nossos irmãos. A violência gera violência! A exclusão social ou qualquer preconceito gera violência. A Campanha da Fraternidade continua depois da quaresma. Durante todo ano deve acontecer eventos envolvendo a Campanha da Fraternidade 2018. Vamos todos lutar pela paz!

Paulo Roberto Girão Lessa paulinhogirao@gmail.com 

Fortaleza 

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SUS

Bem lembrado que são 30 anos que o SUS com altos e baixos e também com tantas falcatruas consegue ir em frente, apesar dos políticos não precisarem usar o mesmo e os planos de saúde só agora serem obrigados pelo STF a reembolsarem o governo quando pessoas com planos de saúde devido a uma seriem de problemas, são atendidos em hospitais conveniados ao SUS. Que possamos ter mais verbas para a saúde apesar das contingências e que a saúde, assim como a educação sejam prioridades deste e dos próximos governos, porque de conversa já estamos saturados.

Antonio Jose Gomes Marques a.jose@uol.com.br 

Rio de Janeiro

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BOLSA FAMÍLIA

Excelente o editorial "A encruzilhada do Bolsa Família", (11/2, A3). Um terço da população das regiões norte e nordeste é moralmente dependente do Bolsa Família. E obrigado a votar! Desde o lançamento, qualquer pensador deduziria que o programa era uma tragédia anunciada. Um imenso artificialismo com segundas intenções, mas vendido ao povo como distribuição de renda e computado na renda per capita, embora obviamente não era renda dos "bolsa famélicos", mas sim confisco subtraído da renda dos cidadãos trabalhadores e contado duplamente nas estatísticas... Renda é produto de trabalho, enquanto o programa é produto do ócio! Foram necessários 15 anos para se constatar o óbvio de que o programa do PT visava comprar uma imensidão de votos sequestrando a vontade de milhões de brasileiros. Agora começam a vir à tona as consequências, previsíveis, mas ignoradas quando poderiam ter sido evitadas. E após tudo isso, o que se está propondo na escolha de candidatos? Outsiders populistas prometendo vida melhor sem esforço, em vez de candidatos sérios que sabem que só trabalhando duro pode-se gerar renda real?! Acorda e aprende, Brasil!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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'A ENCRUZILHADA DO BOLSA FAMÍLIA'

Com referência ao assunto publicado em editorial, penso que o texto diz apenas meia verdade. "O Estado do Maranhão com cerca de 48% de beneficiários do Bolsa Família confirma o que as décadas de governança da Família Sarney fizeram com o povo daquele Estado".

Marjory Loureiro Graciano mlgraciano@ig.com.br 

São Paulo

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BOLSA FAMÍLIA: A PERPETUAÇÃO DA POBREZA

Ha muito tempo o Estado do Maranhão se destaca como aquele que tem o pior IDH e, por conta desse atraso, 48% dos moradores são beneficiários do Bolsa Família. Esse atraso garante a família Sarney no poder. A princípio foi um programa criado para ajudar famílias na educação e saúde de seus filhos. Nada disso aconteceu, como se pode constatar passados quase 15 anos. As notícias de fraudes diminuem quando o governo resolve fiscalizar os cadastros. Virou um grande negócio para prefeitos de vários municípios, donde se tem notícias que até vereadores recebem o benefício. Assim, perpetua-se a pobreza, pois se era para tirar o cidadão da pobreza, a demagogia criada por Lula foi ganhar com a pobreza. São 14 milhões de famílias beneficiadas e encabrestadas pelo voto em favor de políticos que se passam por bonzinhos, mas esperam nas urnas o pagamento do benefício. Estamos longe de melhorar o País quando se paga para o cidadão não melhorar de vida, mas manter no poder aqueles que investem na pobreza e ignorância de seu povo.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 

São Paulo 

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GRANDE GESTOR

O prefeito João Doria, que sempre se debateu com a tese de que não será um político, mas sim um gestor para São Paulo, e que dele poderemos esperar a melhor administração da cidade, condicionada no nível por ele citado. Porém não está sendo bem assim, pois muitas coisas continuam com o mesmo apetite, que faz com que ele mais se assemelhe a um político viciado, como os existentes. Os quais sempre se acham os certos e consideram que errada está a Bíblia, lamentavelmente. Ou seja: as ruas continuam esburacadas se agravando cada vez mais se tornando intransitáveis, a indústria das multas está com apetite voraz, radares espalhados e colocados numa posição estratégica para que não possam ser vistos, semáforos quebrados e os que funcionam estão totalmente desregulados e mal instalados. E para complementar desconsiderando tudo, pois mesmo sabendo estarmos engatinhando para conseguirmos sair de uma recessão absurda com um nível de desemprego em torno de 13 milhões de pessoas, ele simplesmente se dá ao luxo de aumentar o IPTU em nada menos que absurdos 10%. Será que ele soube que o salário mínimo aumentou só 1,81% passando para R$ 971, ou seja, um aumento de míseros R$ 17, como também nossas polpudas aposentadorias e pensões que tiveram um aumento de magníficos 2,07%. Ou também não lê jornais por lhe causar azia, igual ao "cara"? Pimenta nos olhos dos outros é refresco, né não, prefeito?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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ÁGUA PARA SÃO PAULO

SP e outras 10 cidades do mundo que podem ficar sem água como a Cidade do Cabo. Hoje, fevereiro de 2018, o nível da represa Cantareira está em 80% e deve ainda aumentar até o fim da estação de chuvas em março. Mas não se tem notícias de reflorestamentos nas cabeceiras e nas margens de represas e dos rios Tietê, Paraíba do Sul etc. Nem de progressos na captura, no tratamento e no reaproveitamento de águas. O governo do Estado de São Paulo deveria ser obrigado por lei de noticiar semestralmente as ações nestas tão importantes atividades.

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo 

 

 

 

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