Fórum dos Leitores

.

O Estado de S.Paulo

16 de fevereiro de 2018 | 03h06

VIOLÊNCIA

Massacre na Flórida

Lamentável que massacres como esse último na Flórida continuem acontecendo. O fácil acesso a armas de fogo e a própria cultura da bala facilitam esses terríveis eventos. Não existe sociedade perfeita, mas é possível regulamentar de maneira responsável. O que dizer a quem ficou sem os filhos, os amigos? Como retomar a rotina depois de um trauma como esse? Pior é a mídia que oferece publicidade ao atirador, postando vídeos com suas mensagens. É promover a violência pelo espetáculo. Deveriam ser revistos os critérios de divulgação desses casos.

MARCELO RUFINO BONDER

marcelobonder@hotmail.com

Paraguaçu Paulista

Respeito ao outro

Terezinha Azerêdo, filósofa, professora e autora do livro Ética e Competência, descreve com precisão cirúrgica o que seja respeito. Segundo ela, o vocábulo traz em seu bojo o significado de reconhecer a existência do outro. Superar a violência é conseguir enxergar o outro. A violência é a negação da existência de outra pessoa como merece ser vista.

DAGOBERTO DE OLIVEIRA FRANCO

dagoberto.adv@ig.com.br

Araras

VENEZUELA

Fundo do poço

Venezuelanos desesperados, não tendo mais como alimentar seus filhos, estão entregando as crianças a orfanatos. Eis o paraíso bolivariano tão decantado e apoiado pelos petistas, liderados por Lula da Silva, Dilma Rousseff, Gleisi Hoffmann e outros membros da “quadrilha”.

SERGIO CORTEZ

cortez@lavoremoveis.com

São Paulo

‘Situação intolerável’

É lamentável ainda haver gente apoiando o déspota Maduro. Aliás, o PT e os ditos movimentos sociais só querem mesmo é se dar bem e dar boa vida à cumpanheirada, o que Maduro faz muito bem, especialmente com as Forças Armadas venezuelanas, que lhe dão suporte no poder. O povo? Que se lasque. O PT não vai falar nada sobre os 40 mil refugiados que estão em Roraima? Parece que, para os petistas, essa gente é invisível.

ANTONIO JOSE GOMES MARQUES

a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

Exército do Stédile

João Pedro Stédile é uma figura curiosa, exótica e bizarra. Ele e seu movimento dito social urram que eleição sem Lula é golpe. Mas na Venezuela defendem a reeleição do grotesco Maduro, mesmo sem a participação das lideranças de oposição, oprimidas pelos nefastos bolivarianos, como Henrique Capriles, Maria Corina Machado, Antonio Ledezma e Leopoldo López. Incrível como Stédile e seu exército de baderneiros são incongruentes e ilógicos.

LEÃO MACHADO NETO

lneto@uol.com.br

São Paulo

CHINA

Ativos brasileiros

Vemos notícias frequentes de compra de importantes ativos brasileiros, como usinas hidrelétricas, linhas de transmissão e outros, pelos chineses. Parece normal um país que tem grande saldo comercial trocar parte de seus dólares por ativos de outros países. Mas é sempre bom lembrar que a China não é uma economia de mercado nem uma democracia, podendo ter objetivos geopolíticos que podem entrar em confronto com os interesses do Brasil. Por exemplo, a China apoia o ditador Maduro. Faz-se mister estar atento.

NÍVEO AURÉLIO VILLA

niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

DEPOIS DA FOLIA

A farra na 23 de Maio

Realmente ninguém pensou nos pacientes internados no entorno da 23 de Maio, obrigados a “participar” da farra sem serem convidados. E os que não suportam o carnaval? Ora, que se danem! De fato a Prefeitura não pensa em todos, e sim nas minorias. Pela minoria não hesita em fechar trajetos importantes e pôr a CET em pontos estratégicos com gordos talonários para multar. Que inversão de valores! Para agradar a 2.500 corredores fecha-se a 23 de Maio, importante corredor de tráfego, várias vezes no ano. E ainda a Prefeitura vai e multa quem urina na rua. Quanta hipocrisia! Afinal não é a festa do vale-tudo?

JÚLIO A. C. GOMES

jacgdiagmed@ig.com.br

São Paulo

Beija-flor

Veio de Nilópolis, na violenta Baixada Fluminense, a coreografia sinistra do Estado paralelo, o Brasil lascado e perplexo, dominado nos Poderes da República por galeria de investigados, processados, condenados por furtos monumentais, subornos dolarizados, lavagem de dinheiro, triplex praiano, sítios chiques, mansões babilônicas, caixas 2, 3, 4, 5, 6..., falsas doações de campanha, delitos monstruosos contra a saúde, a segurança, a educação do povo, enfim. Atrás da Beija-Flor a multidão cantou o samba do desencanto, amargo protesto contra a calamidade moral instalada em Brasília, nas unidades federativas, contra desserviços públicos, medidas provisórias marotas, a desordem substituta da ordem proposta na Bandeira da Pátria. O carnaval de 2018 lançou o grito de alerta contra os malfeitores da Praça dos Três Poderes, larvário de supersalários, auxílio-moradia para quem tem casa, gordas verbas de representação, nababescos planos de saúde, habeas corpus para meliantes confessos. O próximo enredo a desfilar na avenida, com tenebrosas alegorias, pode ser a marcha para o abismo, os arrastões nas praias e rodovias, as invasões de terras legais e produtivas pelo MST, a guerra civil instalada no Rio, sepultando sem choro nem vela a “Cidade Maravilhosa cheia de encantos mil”.

JOSÉ MARIA LEAL PAES

myguep23@gmail.com

Belém

INFRAESTRUTURA

Saneamento

Excelente o editorial O saneamento e a lei (13/2, A3), que toca em pontos essenciais para o desenvolvimento do setor. Vale ainda lembrar a importância do apoio técnico necessário da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental para que os municípios cumpram a legislação. Infelizmente, esse órgão está sem uma coordenação e é um instrumento de troca-troca político. O setor somente vai ser alavancado quando o saneamento se transformar numa política de Estado e o órgão federal só conseguirá atender às demandas quando se aproximar dos municípios e contar com um corpo técnico dirigido por profissionais habilitados para a função.

LUIZ ROBERTO GRAVINA PLADEVALL, presidente da Associação Paulista de Empresas de

Consultoria e Serviços em Saneamento e Meio Ambiente (Apecs)

e vice-presidente da Associação Brasileira de Engenharia

Sanitária e Ambiental (Abes-SP)

apecs@apecs.com.br

São Paulo

“Estou esperando pra ver a senadora Gleisi e o PT começarem a fazer campanha contra os refugiados venezuelanos, pois, afinal, estão denegrindo a ‘democracia’ de Nicolás Maduro”

LUIZ FRID / SÃO PAULO, SOBRE A CRISE ECONÔMICA E HUMANITÁRIA DA VENEZUELA

luiz.frid@globomail.com

“O carnaval acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou... E agora, Brasil?”

WELLINGTON ANSELMO MARTINS / BAURU, SOBRE O ‘COMEÇO DO ANO’ NO BRASIL

am.wellington@hotmail.com

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

MULTIPLICAÇÃO DAS VERBAS 

Se R$ 1,7 bilhão desviados dos recursos dos contribuintes para criação de um fundo público eleitoral já consistia num verdadeiro escarnio, agora o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revigora esta orgia ao autorizar a liberalização dos R$ 888 milhões do fundo partidário para que sejam também utilizados para financiar as campanhas eleitorais dos candidatos deste ano. Recursos esses que constitucionalmente deveriam servir exclusivamente para pagar despesas de aluguel das sedes dos partidos, viagens, seus funcionários, etc... Ou seja, num momento que a distribuição de renda no País é quase nula e prejudica o bem estar social dos 210 milhões de brasileiros, aos políticos que, só legislam em causa própria, e com a conivência também do TSE, multiplicam-se as verbas, com se dessem em árvores... E desta forma, essa classe política vai ter de mão-beijada um total de R$ 2.588 bilhões, para literalmente torrar neste pleito de outubro... Porém o clamor do povo por melhorias na educação, saúde, saneamento básico, etc., e aprovação da reforma da Previdência, para esses políticos brasileiros, infelizmente, não é prioridade... Não é verdade?!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

*

UM FUNDO, MUITAS DISTORÇÕES 

Pois é, um fundo bilionário (R$ 2,5 bilhões) para partidos que não conseguem persuadir o próprio corpo. Um fundo para partidos sem adeptos. Não conseguem por serem privados vender uma ideia ou mesmo vender um plano de governo digno de nota. Desequilíbrio, excrescência e distorções estampados em cada cidadão brasileiro. Daí eu pergunto: diante do descalabro, diante desta montanha de dinheiro, qual a contrapartida? Saneamento básico, diminuição da violência, emprego, reformas? Nada disso, não há a menor contra partida para o povo. TSE e a União, como evitar a coqueluche de partidos medíocres de olho neste salutar negócio, neste bolo enorme. Por exemplo, R$ 118 milhões para o PT que arrasou o País inteiro. Um ciclo vicioso e um fundo que cria apenas balcão de negócios. E mal começamos a quaresma, os demônios zombam de nosso povo.

Leandro Ferreira ferreiradasilvaleandro73@gmail.com

São Paulo 

*

FUNDO PARTIDÁRIO - VERGONHA NACIONAL

 

Como pode um país que se diz em situação financeira complicada e pretendendo mexer nos planos da previdência, um país em que pobres morrem nas filas de hospitais, onde o estudo é escasso e a segurança não existe destinar R$ 2,5 bilhões para gastos em campanha politica? É sabido que as prestações de contas ao TSE não espelham a realidade e escondem os "ralos" e desmandos de todos os partidos. Então, sangrar o povo brasileiro para que larápios se beneficiem é uma vergonha. Lanço aqui um repto: que os partidos que se dizem honestos devolvam tal dinheiro em compra de medicamentos, reforma de hospitais, melhores salários e investimentos em segurança e educação. Aí sim acreditarei que existem partidos e políticos honestos!

Claudio Mazetto cmazetto@ig.com.br 

Salto

*

CASTAS BRASILEIRAS

Na "Coluna do Estadão" na semana passada, um dos Poderes da República - e que serve para os demais, inclusive o Ministério Público (MP) - sem o menor pudor sobre a farra das viagens aéreas - quem dera fosse só isso - disse expressamente: ministros voam de 1ª Classe; funcionários mais graduados, classe executiva e a econômica, para os demais servidores. Algo parecido ocorre na Justiça. Há seguramente - basta consultar as estatísticas - três classes distintas: cidadão comum, que sustenta os párias; os ricos, endinheirados e os famigerados políticos, quando vai ser aplicada a lei penal? Para os pobres aplica-se a lei, literalmente, se condenado é preso. Ponto. Aos ricos, através de recursos e mais recursos e recurso de recurso, dificilmente vai para a prisão. Aos políticos, convencem os juízes através de encontros pessoais - se, possível às escondidas - mudam a lei, alteram jurisprudência, suprimem instâncias, ou seja, pulam de um Tribunal para o outro sem a obediência da hierarquia constitucional, aplicam o texto constitucional pela metade. Enfim, ao invés da lei ser para todos, para a casta política é de acordo com os interesses do condenado. E, nesse momento de crise financeira que afeta a saúde, segurança e educação, os políticos são brindados com quase R$ 900 milhões de dinheiro público para continuarem mantendo a sua e as demais castas tupiniquim. Então, há que se perguntar: para que vale o caput do artigo 5º que diz que todos são iguais perante a lei? Chega de hipocrisia! Acorda, Brasil

Carlos Benedito Pereira da Silva carlosbpsilva@gmail.com

Rio Claro 

*

DEIXA QUEBRAR, ENTÃO

Se não aprender pelo amor, aprende pela dor. Esse é um ditado comumente empregado por pais atenciosos aos seus filhos. Da mesma forma, cidadãos mais conscientes e seus representantes no Congresso (que, infelizmente, ainda são muito poucos) estão cansados de se manifestar a favor de um Estado menor e, consequentemente, de um enorme programa de privatizações. Mas temos governantes e uma parte da iniciativa privada viciada na ineficiência do Estado. Mas a lógica financeira é implacável e dinheiro não aceita desaforo indefinidamente. Com apenas R$ 8,2 bilhões para construir novas rodovias e manter os mais de 52 mil quilômetros de rodovias federais existentes, o governo federal resolveu fazer concessões de parte de suas estradas em troca de apenas reparos e manutenções. Da mesma forma, se não for privatizada imediatamente, a Eletrobrás exigirá bilhões de reais de injeção de capital (que o Estado não tem) para não quebrar de vez. São as privatizações dos desesperados. Se esse é o Estado que as coisas precisam chegar para que os legisladores brasileiros resolvam consertar o Brasil com as reformas que tanto precisamos, então precisamos aceitar (e esperar) que esse país aprenda com a dor, e deixar quebrar tudo logo e rápido. 

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com  

Santana de Parnaíba 

*

VEIO PARA CONFUNDIR

O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Fernando Segovia, nomeado por Michel Temer, veio para confundir e não para resolver. Entende que uma mala de dinheiro, em posse do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, braço direito de Temer que, segundo consta, seria parte da propina paga pela JBS, de Joesley Batista, não representa indícios de falcatruas. Também entende que o decreto assinado pelo Presidente beneficiando a Rodrimar, conhecido como o "caso dos portos", a denuncia deve ser arquivada por falta de provas, mesmo estando em plena investigação. Afinal, de quantas malas de dinheiro de corrupção são necessárias para a caracterização da infração penal? E sobre o decreto "amigo" presidencial? Com a palavra o diretor-geral da PF que já é rejeitado até mesmo por seus pares!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br 

São Paulo

*

POLÍCIA FEDERAL PRESIDENCIAL

O simpático delegado Fernando Segovia é chefe da PF particular do presidente da República Michel Temer?

         

Paulo Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

*

POLÍCIA FEDERAL, ORGULHO DO BRASIL!

Delegados da PF emitem nota contundente contra interferências do diretor-geral da entidade na investigação contra o presidente Temer. Polícia Federal, orgulho do Brasil. Tremei, corruptos!

 

Paulo Sérgio Pecchio Gonçalves ppecchio@terra.com.br

São Paulo       

*

A VERDADE

Quando os eleitores dos parlamentares que vão vetar a reforma da Previdência souberem o quanto foram prejudicados, aí sim eles vão ver o que é perder votos. A votação deveria ser feita de qualquer forma para ficar tudo transparente. Esta história de Rodrigo Maia só colocar se for para aprovar é puro casuísmo.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo 

*

AS REFORMAS E A COMPRA DE PARLAMENTARES

Vivemos o carnaval com a grande dúvida quanto à aprovação ou não da reforma da Previdência Social. Os contrários dizem que o governo não conseguirá reunir 308 votos e o governo ainda se diz confiante. Mas além de reformar o sistema de aposentadorias e pensões, o País carece de muitos ajustes. A Lava Jato e suas paralelas acabaram com boa parte da corrupção no formato de saque ao cofre estatal mediante licitações fraudulentas e propinas pagas aos políticos. Porém, fechada essa válvula, os corruptos logo encontraram outra para continuar metendo a mão nos cofres públicos: exigem dinheiro e vantagens (cargos, emendas, etc.) para votar as reformas, como já aconteceu nas duas denuncias de Janot contra Michel Temer. O MP, o Judiciário e a sociedade precisam de alguma forma, reagir e impedir que esse nefasto mercado continue funcionando. O senador e o deputado já são devidamente remunerados para exercer a sua atividade. Qualquer importância ou benesse que recebam para executar a sua tarefa de ofício é indevida. Pode ser até criminosa. Tem de cessar imediatamente.

 

Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo  

*

CICLOVIA TIM MAIA

Depois de duas quedas da ciclovia Tim Maia no Rio de Janeiro não é mais necessária perícia para comprovar que a obra do ex-prefeito Eduardo Paes, feita na época das Olimpíadas, foi feita às pressas para enfeitar a capital fluminense. Um adorno posto para maquiar a bela orla da Av. Niemeyer ao preço de duas vidas na primeira queda e não sei quantas mais nas próximas. Se estes fatos não forem suficientes para processar o ex-prefeito e os envolvidos neste crime, talvez mais alguns possam reforçar as justificativas para tal. Antes, porém a demolição deste colar de pérolas que envolve o litoral será uma ação preventiva para evitar a perda de mais vidas e a devolução à natureza o belo quadro de sua autoria que lamentavelmente não foi percebido pelo ex-prefeito. Paes em sua ânsia de aparecer para a mídia teve a infeliz ideia de emporcalhar o cenário natural com esta ciclovia funesta.

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com  Rio de Janeiro 

*

MALDITA CICLOVIA

Que tal aproveitarmos o ensejo para trocar o nome dessa maldita ciclovia? Como o saudoso Tim Maia, provavelmente, nunca montou numa bicicleta durante a sua curta e conturbada existência, sugiro instituir um concurso para renomear obra tão importante. Ganha o novo nome da ciclovia o vereador da cidade do Rio de Janeiro, que conseguir provar ser um "baikero" que utiliza a sua magrela para se locomover, diariamente, de casa ao "trabalho" e vice versa.

Sergio Salgado de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

*

BRASIL, A QUE PONTO CHEGAMOS 

Num país em que congressistas e magistrados ganham mais que R$ 4.200 mil, a título de auxílio-moradia, praticamente o dobro do salário básico dos professores, só poderemos ter mesmo um presidente com a estirpe de Luciano Huck ou então, quem sabe, 

Pablo Vittar... Em minha modesta opinião, quando os próprios políticos, cabeças de seus partidos não encontram um nome com caráter, com ficha limpa e com passado sem mácula, dentre os quase 600 deputados e senadores, só me resta dizer assim: a vaca já foi para o brejo, o mal do Brasil é incurável.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

*

PERTENCE NÃO PERTENCE

O provecto advogado Sepúlveda Pertence definitivamente não pertence mais ao rol de magistrados a serem relembrados como um exemplo de retidão e saber jurídico pelos seus. De fato, sabe ele tão bem como todos nós que ele somente foi contratado pelo condenado Lula para fazer uso do seu enorme prestígio em Brasília nos chamados "embargos auriculares" objetivando procrastinar sua prisão iminente e ainda, se possível, sabe Deus lá como, aliás, só Deus deve saber mesmo, conseguir uma revisão por uma das Cortes de Brasília do mérito da sentença de segunda instância lá de Porto Alegre. Se prestar a este papel abjeto, não há outro adjetivo possível para definir a sua atuação já nas próximas semanas, apenas pelo dinheiro dos honorários, certamente na casa das dezenas de milhões, é mesmo um papel que só um membro da quadrilha poderia aceitar.  

Fernando Pierry fernando.pierry@uol.com.br 

São Paulo 

*

SOBRE A SÚMULA 691 DO STF

Ao defender o que já afirmou ser indefensável quando era ministro de STF, Pertence joga sua biografia no lixo da História.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

*

DÚVIDA CRUEL

Será que FHC está de cheio do PSDB, como eu estou? Doria está cansando a minha beleza. Que venha Luciano Huck. Alckmin e seu afilhado Doria, que vão chorar no Cantareira, junto com os "petralhas". Doria queimou o próprio filme e também queimou o filme de seu padrinho. Que venha João Amoêdo. Ô dúvida cruel: Luciano Huck (PPS) ou João Amoêdo (Novo)? Sei lá, só não quero ouvir falar de PT, PSDB e Bolsonaro. 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br  Americana  

*

ELEIÇÕES BRASIL 2018 - MESTRE-CUCA

FHC insiste em meter sua colher no "Caldeirão do Huck". No angu de Alckmin tem caroço...

Ademir Fernandes standyball@hotmail.com 

São Paulo

*

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

Um apresentador de televisão ameaça colocar seu nome como candidato à Presidência da República. Vale perguntar: quais são suas qualificações técnicas e profissionais, ele já as disse? Não seria o caso de ele apresentar seu curriculum à população, ou não é assim?

Alpoim S. Botelho alpoim.orienta@uol.com.br

São Paulo

*

O LANÇAMENTO DO HUCK

O desempenho sofrível de João Doria como prefeito da maior cidade do País mostra o limite do marketing eleitoral. Uma coisa ser um bom comunicador e não ter passado na política, outra coisa é governar, porque envolve ordenar prioridades, tomar decisões duras, e fazer funcionar a máquina burocrática, normalmente "emperrada". A ideia de lançar Luciano Huck é muito parecida, pois é conhecido, comunicativo, e capaz de fazer campanha sem o habitual caixa dois. Entretanto, nunca ocupou cargo municipal, estadual ou federal. Se ganhar, corre o risco de naufragar sob o peso da máquina burocrática federal, as pressões dos Estados, e as demandas dos insaciáveis picaretas do Congresso Nacional em troca de governabilidade. Huck não é Emmanuel Macron, pois este último, além de ser economista por formação já trabalhou na administração pública e foi ministro de Estado. O poder de comunicação não faz político e muito menos um líder!

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com 

São Paulo

*

TIROS NA FLORIDA

No dia de San Valentin, que nos EUA não é só Dia dos Namorados, mas também da Amizade, um sujeito, que sofreu bullying, dispara tiros em uma escola de ensino médio. Mata, e fere. Uma pessoa muito magra, ou muito gorda, ou muito quieta, ou muito estrábica, ou muito mal vestida, ou muito inteligente, ou muito estudiosa, ou com sobrenome muito animal como Vacca, ou muito qualquer coisa sofre bullying no mundo. É muita ignorância e causa tragédias.

Elisabeth Migliavacca 

São Paulo 

*

E SE FOSSE OUTRO?

Venezuelanos famintos e desesperados fogem do petismo daquele país, e vêm tentar a sorte aqui. Os criminosos que destruíram a Venezuela tiveram o apoio da organização criminosa chefiada por Lula e Dilma. Felizmente, o PT foi afastado do poder. Será que os venezuelanos viriam para cá se Dilma fosse presidente? Não, não viriam. 

André Luis Coutinho arcouti@uol.com.br 

Campinas 

*

IMIGRANTES

Somos um país de 12 milhões de desempregados e mais outras mazelas como a saúde pública. Como os governos podem dar sinais de incentivo a imigração, como agora no caso dos venezuelanos que vêm de um país que tem a terceira maior reserva de petróleo do mundo? Demagogos falam em "xenofobia"; todavia o caso é saber como integrar imigrantes pobres, numa sociedade pobre? Agora mesmo o próprio governo alardeia que a Previdência tem de mudar senão vai à falência. A TV recentemente mostrou o caso de uma família brasileira paupérrima, em que os três filhos pequenos foram retirados da casa pelo Conselho Tutelar, em face da situação degradante.

Heitor Vianna P. Filho bob@intnet.com.br 

Araruama (RJ)

*

EU TENHO UM SONHO?

Conservadores da geração Trump são antitradicionalistas, seu "american dream" hoje se resume ao mero sonho de consumo: comer um McDonald's na Times Square!

Wellington Martins am.wellington@hotmail.com

Bauru

*

'ESTEREÓTIPOS E PRIVILÉGIOS'

O que difere o trabalho de quem o faz com dignidade num ambiente privado e no público? Será o privado privilegiado e o público estereotipado? Um policial é um servidor público, assim como o é um professor de escola estadual ou de uma universidade pública, um médico ou enfermeiro de um hospital público, um caixa do Banco do Brasil, um atendente de balcão do INSS ou de uma repartição pública como um Poupatempo. Um ferramenteiro, um borracheiro, um dentista, um balconista, também trabalham. Todos exercem atividades para as quais o destino de cada uma delas, e também pelas adversas adversidades da vida lutou, os levou a exercerem funções na sociedade. Não há porque diferenciá-los quanto a direitos e deveres no futuro que a todos chegará. Igualdade de condições na aposentadoria, sr. Eugênio Bucci! Somente isso.

 

Carlos Leonel Imenes leonelzucaimenes@gmail.com 

São Paulo 

*

APOSENTADORIA

Sr. Eugênio Bucci. Para profissões correlatas se ganha muito mais no funcionalismo público. Um professor universitário de escola particular vai se aposentar pelo teto do INSS, aproximadamente R$ 5.000, enquanto professores de universidades públicas pelo último salário. Onde estão os brasileiros comuns? Procure a verdade sr. Eugênio, o sr. ainda não a encontrou . 

Paulo Ribeiro pauloribeiro634@gmail.com 

São Paulo 

*

RESGATE DA VERDADE

Brilhante artigo "Estereótipos e Privilégios" publicado pelo "Estadão" (15/2, A2)! Agradeço pelo resgate da verdade!

Raphael Baptista raphael.baptista@uol.com.br 

São Paulo 

*

SOBRE 'ESTERIÓTIPOS E PRIVILÉGIOS'

Lendo o artigo redigido pelo sr. Eugênio Bucci e publicado em (15/2, A2) notei algumas falhas nas quais ele não deveria incorrer. A primeira é que se nota claramente que ele toma como pessoais, os comentários em torno do assunto "aposentadorias". Reage como se estivesse profundamente ofendido tanto que assina ao pé da matéria "Jornalista, é professor da ECA-USP (e, portanto, servidor público)". Ele defende como não sendo privilégio o sistema público de aposentadoria, mas é indiscutível a existência de discrepância, bastando tomar o déficit "per capita" do sistema de aposentadoria do funcionalismo público, e compará-lo com aquele referente à iniciativa privada para constatar que há algo de profundamente errado no primeiro. O terceiro ponto, é a mistura de assuntos que o autor faz ao referir-se a "heranças". Gostaria que o sr. Bucci mostrasse a lógica dessa mistura. O que tem uma coisa a ver com outra? E a comparação com os "black-blocks" infiltrados em  manifestações pacíficas no Brasil e aqueles "jovens rebeldes" do regime criminoso venezuelano? Um tanto difícil entender-se o leque de assuntos que o autor sacou para tentar justificar seus pontos de vista... Finalmente, se estabilidade no emprego, licença-prêmio, gordas aposentadorias e diversos "auxílios" não são privilégios, não sei como denomina-los... Lamentável, sr. Bucci. Menos revolta, por favor.

Heleo Pohlmann Braga heleo.braga@hotmail.com 

Ribeirão Preto

*

A omissão e cumplicidade da Anatel com as empresas de telefonia e TV a cabo, que deveriam ser fiscalizadas e cobradas por aquela agência reguladora, já passou dos limites. É necessária uma séria apuração do Tribunal de Contas da União (TCU), MP e Polícia Federal sobre a atuação daquela agência (as demais também atuam em defesa das empresas que deveriam ser fiscalizadas!) em defesa das empresas. É suspeito o interesse da Anatel em liquidar a OI e impedir o acesso de nova empresa no mercado. Isso só interessa ao cartel das telecomunicações que fazem o que querem no mercado brasileiro. Os preços da internet fixa é uma vergonha e nenhuma delas entrega nem o que foi determinado pela agência, que já é bem benevolente. Na TV a cabo a mesma coisa. Em algumas localidades temos monopólio de uma empresa e não existe concorrência. E mesmo assim a Anatel deixa livre a atuação dessas empresas. Recentemente já tivemos o corte da internet nos fones móveis. As empresas desrespeitam os planos e ofertas e alteram sem qualquer comunicação ao cliente. Agora todas focam nos planos controles com preços acima de R$ 50. Acabou a telefonia móvel pré-paga! Os abusos e desrespeitos ao consumidor são escancarados e constantes. Não existe ação dos Procon e do MP. Estamos sendo extorquidos por um cartel de empresa que atua sob a complacência e a criminosa cumplicidade dessa Agência. As autoridades passivamente assistem... afinal as eleições vêm aí. Os raríssimos casos em que se apura e pune o Judiciário concede suspeitas e criminosas liminares suspendendo o pagamento das multas... Agora querem transformar as multas (as poucas impostas) em investimentos das empresas, o que deveria ser obrigatório. É um escândalo! É caso de polícia!

Helio Silva Santos hcampagnucio@hotmail.com 

Brasília

*

RIO SOB O DOMÍNIO DO MAL

Rio de Janeiro: maior carnaval do mundo! Governador Pezão a 80 km de distância da cidade e prefeito Crivella a 8.000 km de distância.  Quatro milhões de foliões à mercê dos bandidos! Outros quatro milhões perplexos e abandonados !

Paulo Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre 

*

VIOLÊNCIA NO RIO

Saudades do Rio de antigamente... Maravilhoso e pacífico. Pezão e Crivella, vocês não podem fugir de suas responsabilidades, renunciem!     

Etelvino José Henriques Bechara ejhbechara@gmail.com

São Paulo

*

DESPREPARADO

Pezão, o ilustre governador do Rio de Janeiro, declarou-se despreparado para o enfrentamento da situação a que chegou a violência neste carnaval, naquela cidade. Como não sabia? Aliás, o nome já o caracteriza como um governante que só pisa na bola. 

José Sergio Trabbold jsergiotrabbold@hotmail.com 

São Paulo 

*

GANÂNCIA

Repercutir e compartilhar são os verbos do momento. Escolas de samba do Rio utilizaram-se do potencial explosivo que a ganância, corrupção, insegurança e preconceito oferecem para exteriorizá-lo no show da avenida. Aproveitaram-se do clima sentido pela população, tal qual a mídia o faz para determinar suas manchetes. Embora sensíveis, são temas batidos, dada a frequência com que são repercutidas e compartilhadas no cotidiano da população. Escolas tiveram então que criar sobre o tema, escolhendo carros alegóricos, adereços, fantasias e música pertinentes para emocionar a plateia. Êxito total, a ponto de o público acompanhar a escola vencedora no final do desfile e cantar o samba enredo à capela. Um samba enredo construído com versos inspirados que certamente ficarão para a posteridade. Quem seria o pai que renegou a própria criação movido pela ambição e deixou-nos a espera de uma luz, a  salvação? Quem deixara de concordar que a ganância veste terno e gravata e luta pela manutenção de lucros e privilégios, se apegando a eles tal qual náufragos em partes de navios destruídos pela tempestade? Uma tempestade causada por quem hoje se apresenta a população vestido com pele de cordeiro se isentando da culpa que causou. A Justiça fica com a responsabilidade da restituição da esperança, já que cabe a ela a determinação da punição. E o que todos hoje aguardamos...

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br 

Indaiatuba

*

O QUE DIZER

O que dizer de um país onde são as escolas de samba dirigidas por marginais, as "entidades" que, com seus enredos, fazem crítica social e conseguem a simpatia de grande, senão da maior parte da população? Parece que o General De Gaulle já há bastante tempo, e por motivo diverso, teria dito que tal país não é sério e estava coberto de razão.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br 

Campinas

*

OBA-OBA NA 23 DE MAIO

Não é possível que os responsáveis pela organização do carnaval de rua da cidade de São Paulo não tenham sequer imaginado que o barulho provocado pelos blocos na Avenida 23 de maio poderia incomodar substancialmente as atividades dos inúmeros hospitais próximos da região, o que, de fato, aconteceu. Erro de cálculo primário, para não dizer displicência. Que a Prefeitura queira fazer da cidade um polo carnavalesco como Rio de Janeiro ou Salvador e se há demanda para isso, não há problema. Mas que se faça bem feito, não na base do oba-oba. Oba-oba é para quem vai se divertir. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo 

*

CAMPEÃ

A vitória da Acadêmicos do Tatuapé  no desfile carnavalesco de São Paulo merece muitas  reflexões. E uma delas pode ser destacada, qual seja o comportamento dos integrantes que de forma consciente devolvem o material usado em cada desfile. É um exemplo para outros agrupamentos, evitando a poluição e como disse um dos integrantes, "diminui as despesas". Um exemplo que deveria ser seguidos por todas as escolas.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

*

IRONIAS DO CARNAVAL

Certas ironias somente existem no carnaval. Até campeã pode ser e acontecer. No entanto: quem é o prefeito de Nilópolis? Quem é o vice-prefeito de Nilópolis? Quem é o presidente da Câmara em Nilópolis? Aquele neto vereador, presente em todas as solenidades, com sobrenome do prefeito é o quê? Quem é o dono de Nilópolis? Pertence ao Estado? Pertence à União?

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

*

PELA PAZ

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, angariaria muito mais respeito se, do camarote da Sapucaí, cumprimentasse cordialmente cada uma das escolas de samba participantes. Elegância rima com tolerância.

Ricardo Siqueira ricardocsiqueira@globo.com 

Niterói

*

BEIJA FLOR

O Brasil, sem dúvida, é o País da piada pronta e do famoso salve-se quem puder ou quem puder se salve, sem falar na violência, especialmente no Rio de Janeiro, cidade imunda. A Beija-flor falar de corrupção com o presidente da escola enrolado e envolvido com a Justiça e ainda com o jogo do bicho? Que moral ela tem para ditar regras? É lamentável, mas é o Brasil da hipocrisia e do "façam o que eu digo e nunca o que eu faço", sem falar que para as grandes escolas, dinheiro nunca foi problema para usarem na escola ou para usarem as mesmas para lavagem do mesmo? Viva o Carnaval honesto e crítico, claro, mentiroso também.

 

Antonio Jose Gomes Marques a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

*

CURIOSIDADE

Fiquei muito curioso, mas não tive a minha curiosidade saciada. Em 99 dos 100 desfiles mostrados à exaustão pelas redes de televisão abertas e fechadas, sempre aparecia um grupo protestando veementemente com o grito de "Fora, Temer!". Gostaria que o jornalista que cobria o evento perguntasse a eles qual seria a opção desejada no momento! Sugestões: "volta, Dilma"! "Lula, o condenado, já"! "Rodrigo, Botafogo, Maia, já"! "Cármen Lúcia preocupada, já"! Outras sugestões? Marco Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.