Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

17 de fevereiro de 2018 | 03h09

INSEGURANÇA PÚBLICA

Intervenção no Rio

É uma decisão precipitada a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro. As autoridades envolvidas deveriam esperar o aguardado retorno do prefeito Marcelo Crivella, que, mesmo não sendo responsável pela área da segurança, sacrificou sua presença na cidade durante o carnaval para, na companhia de seus homens da inteligência, ir buscar soluções no exterior...

ABEL PIRES RODRIGUES

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

Paliativo

Corretíssima a intervenção militar no Rio de Janeiro. Mas criar um Ministério da Segurança Pública lembra a troca do nome do DNER para DNIT, comandado por um general, e as estradas continuaram sem conservação. Sem investimentos, tudo o mais é paliativo para nos enganar.

PAULO MARCOS GOMES LUSTOZA

pmlustoz@gmail.com

Rio de Janeiro

Babilônia

Em 1982 foi lançado um filme brasileiro cujo título, Rio Babilônia, já dizia tudo. Passados mais de 35 anos, o Rio de Janeiro continua tão “Babilônia” quanto antes. Ou até mais. A necessária e acertadíssima intervenção federal na segurança pública fluminense decreta a falência de sucessivos governos incompetentes, regados a corrupção e apoiados pelo PT nas eras Lula e Dilma. A nova queda de parte da ciclovia Tim Maia, mal planejada e mal construída, é o símbolo da displicência, incompetência e imoralidade com que os governos locais sempre trataram não só o patrimônio público, mas áreas vitais como saúde, educação e segurança: tudo o que é frágil e mal feito despenca.

LUCIANO HARARY

lharary@hotmail.com

São Paulo

Crime organizado

Temer disse que o crime organizado quase tomou o Rio de Janeiro. Imagino se tivesse tomado...

MOISES GOLDSTEIN

mg2448@icloud.com

São Paulo

Território da União

Apesar de tudo, o Rio de Janeiro ainda é o destino turístico brasileiro mais procurado por brasileiros e estrangeiros. O Estado é altamente industrializado, rico em petróleo, sede de incontáveis estatais federais. Com certeza, dinheiro não falta. No entanto, é um Estado que não vive sem as generosas ajudas do governo federal. O Exército Brasileiro já foi chamado para garantir a segurança na Eco-92, na Cimeira Luso-Brasileira (1995), na Jornada Mundial da Juventude (2013), na Copa do Mundo (2014), na Olimpíada (2016) e ainda agora, em 2017. Já que o Rio é incapaz de administrar seus problemas, lanço uma sugestão: transformá-lo em território da União, como foram no passado o Acre, Rondônia, Amapá e Roraima. Assim, os gastos com a manutenção dos catastróficos governos fluminenses serão poupados e, com certeza, sobrará muito mais dinheiro para a União administrar aquela região. Quem discorda?

LUCIANO NOGUEIRA MARMONTEL

automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Próximo governo

Com a intervenção militar no Rio de Janeiro e, consequentemente, o adiamento da votação da reforma da Previdência, parece que essa tarefa ficará a cargo do futuro governo. E já que Luciano Huck teve o bom senso de decidir não se candidatar a presidente da República este ano, vale uma reflexão: não precisamos de oportunistas que empolguem as massas com um discurso populista, precisamos de gente séria, que tenha experiência no Executivo, saiba lidar com o Legislativo e esteja de fato comprometida a levar adiante as reformas necessárias.

CELSO NEVES DACCA

celsodacca@gmail.com

São Paulo

Sem desculpas

O presidente Michel Temer anunciou que, se a reforma da Previdência entrar em pauta no Congresso Nacional, ele poderá suspender temporariamente a intervenção federal no Rio de Janeiro. Portanto, não existe mais desculpa. Com o Brasil correndo risco de até 2020 ter 100% do que arrecada apenas para pagar aposentadorias, não dá para esperar. Que se ponha em pauta e se divulgue o nome dos que votarem contra e a favor. Só assim o povo decidirá reeleger ou não os atuais congressistas, de acordo com suas convicções. O povo decidirá nas urnas se concorda ou não em continuar a pagar para que privilegiados da Previdência pública continuem sendo mais brasileiros do que a grande maioria. Simples assim!

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

DEPOIS DA FOLIA

2018 começou

O período carnavalesco acabou e o Brasil volta ao trabalho. Impostos a pagar, aumentos de taxas, tudo como dantes. Na esfera política, a Operação Lava Jato continua ativa. Aqueles que têm o que perder atuam nas sombras para reverter sua situação. Mudança na Previdência hoje soa improvável, assim como pouco impactante foi a reforma política. O País está com uma dívida atroz e mesmo assim são feitos enxertos de dinheiro público para a campanha eleitoral. Uma campanha que se inicia como uma partida de futebol morna. A vibração vem dos locutores. O jogo oferecerá um ou outro lance mais entusiasmado. Contudo o zero a zero será placar celebrado como vitória. Como os times não apostaram em novos craques, novas contratações e não alteraram o esquema tático, é alta a probabilidade de se manter mais do mesmo e as atuais perspectivas ficarem em compasso entediante. Corremos o risco na eleição de bater o recorde de abstenção, de anulação do voto, da continuidade da rejeição à política. Somente apostam na mediocridade os que têm a ganhar com ela.

SERGIO HOLL LARA

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

Ainda a farra na 23 de Maio

Li ontem no Fórum carta de leitor indignado com a decisão da Prefeitura de usar trecho da Avenida 23 de Maio para a folia de carnaval, com editorial sobre a justeza dessa resolução (Alegria, mas com respeito, 15/2, A3). Ora, transitando pela cidade deparei com essa via interrompida e não me causou transtorno. Depois, em atendimento a uma paciente que frequenta a Beneficência Portuguesa três vezes por semana para diálise, perguntei-lhe sobre acessibilidade e nível de ruído no hospital. Surpreendi-me com a resposta: “Sem qualquer problema. E fiquei impressionada com o número de banheiros instalados”. São experiências para que as melhores alternativas sejam encontradas a fim de que todos os cidadãos possam desfrutar a nossa São Paulo.

BÁRBARA BISELLI

b.biselli56@gmail.com

São Paulo

“Luciano Huck desiste 

da candidatura a presidente da República. De novo. Será que 

é de vez ou ainda volta?”

SÉRGIO ECKERMANN PASSOS / PORTO FELIZ, SOBRE 

AS ELEIÇÕES DE OUTUBRO

sepassos@yahoo.com.br

“Huck desiste. E agora? Vamos ver quem Fernando

Henrique vai apoiar”

LUIGI VERCESI / BOTUCATU, IDEM

luigiapvercesi@gmail.com

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

INTERVENÇÃO NO RJ

O problema da segurança pública é nacional. Mas a gota d'água foi a violência no carnaval deste ano.  O governo federal demorou demais para decretar a intervenção no Rio de Janeiro. Assistimos à matança de policiais como se matam insetos. Muitos inocentes morrem por balas perdidas e nada se fez. Os bandidos tomaram conta da situação sob os olhares de Pezão e Crivella, governador e prefeito carioca, respectivamente. É a falência e o fracasso de um governo que teve Sergio Cabral, ex-governador preso que destruiu aquele Estado. Com essa medida Temer deu seu último salto, só que agora sem rede. Ou ele acerta ou acerta. E não adianta a oposição gritar, pois se o Brasil está dominado pela violência muito se deve aos governos do PT e MDB. Basta ver que o crime organizado elege parlamentares e as instituições responsáveis não são capazes de conter esses abusos. O resultado está aí. Vamos torcer para que o bem vença o mal.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 

São Paulo 

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LUCIANO HUCK DESISTE OUTRA VEZ!

Luciano Huck, aquele que foi candidato sem nunca ter sido, desistiu de se candidatar à Presidência da República outra vez. Queimar a largada dá nisso. Nós precisamos de candidato capaz e decidido, não de outro tucano que nunca sai de cima do muro. Continuo sem candidato que faça meu coração de brasileira pulsar.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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APRESENTADOR CANDIDATO

Huck desistiu da candidatura para presidente. E novidade... nenhuma? Lembro aos seus possíveis eleitores que Raul Gil e Ratinho estão disponíveis.

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br 

São Paulo

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MARKETING DE HUCK

Senhoras e senhores! Creio que serei candidato; não serei candidato; acho que serei; encontro com FHC e etc., os motivos alegados foram a perda da renda familiar e suas futuras pretensões na "Globo", mas Luciano já sabia desde de o início, portanto, ele só estava interessado na mídia gratuita. Mas ainda bem ele sai de cena para não atrapalhar a cabeça do eleitorado e quem sabe muitos outros "candidatos" sigam seu exemplo. 

Antonio Claudio Salce acs.1946@hotmail.com

Indaiatuba 

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MEDO NOS TRIBUNAIS

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Supremo Tribunal Federal (STF), através de seus dirigentes, já deram início às "dúvidas" para aplicação da "Ficha Limpa" e da "prisão dos condenados em segunda instância", respectivamente. De imediato houve um grande alívio dos brasileiros honestos para, logo após, tornar um alívio aos corruptos de plantão. Coragem, ministros, chega de benesses aos dilapidadores do País! Apliquem a jurisprudência dos próprios tribunais, somente isso!

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo 

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GILMAR MENDES

A Justiça brasileira muitas vezes execrada tem no ministro do STF, Gilmar Mendes, a representação da antípoda da verdadeira Justiça, uma justiça que atua sem venda nos olhos, e que, escandalosamente pretende ocupar um lugar diante dos holofotes da imprensa, mesmo que seja por absurdas decisões, como a sua mais recente obra, abrindo a porta da cela do comparsa de Sérgio Cabral, Sérgio Côrtes que, durante o governo daquele, ocupou o cargo de secretário de Saúde do Rio de Janeiro. Réu confesso das "maracutaias" do governo Cabral, Côrtes se notabilizou pela "festa do guardanapo" num luxuoso restaurante parisiense. Não é o primeiro ato de soltura de um preso pela Justiça e nem será o último. Um psicólogo diria que o ministro Gilmar Mendes carece de brilho próprio e por isso não hesita em fazer o papel da "Geni", do STF.

Jair Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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BANDIDOS LIBERTADOS PELO STF

Perguntar não ofende: quem Gilmar Mendes soltou hoje?

Paulo Sérgio Pecchio Gonçalves ppecchio@terra.com.br

São Paulo 

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ALGUNS SÃO MAIS IGUAIS QUE OUTROS

Sou aposentado, mas ainda mantenho minha OAB ativa. Me imagino hoje defendendo um cliente que tenha surripiado um pacote de bolachas de um supermercado e que tenha sido condenado em segunda instância a cumprir pena, após os recursos de praxe. Impetro habeas corpus preventivo no Tribunal de Justiça para evitar a prisão. O habeas corpus é liminarmente denegado. Apelo ao Supremo e imediatamente solicito audiência ao ministro a quem foi distribuído o feito - coincidentemente ministro Edson Fachin - para tratar pessoalmente do pedido. Haveria a mínima possibilidade de o ministro, em menos de 48 horas me atender? Então, por que o colega Sepúlveda Pertence pode ser atendido de pronto? Se todos são iguais perante a lei, conforme a Constituição, também todos os advogados têm o mesmo direito perante o STF. Logo, se todos os advogados exigirem prerrogativas iguais, como a concedida ao colega Sepúlveda Pertence, os ministros do STF terão que reservar 24 horas do seu dia para audiências com advogados. Aí uma pergunta que não quer calar: os ilustres ministros do STF selecionam suas audiências considerando o prestígio do cliente ou do advogado? Ou existe outra razão para este tratamento diferenciado?

Avelino Benjamin Schmitt abschmitt@uol.com.br

São Paulo 

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PARAFRASEANDO

É melhor pedir auxílio-moradia ao invés de morar de favor de amigos.

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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SEGOVIA

A nomeação do sr. Fernando Segovia e seus tristes desdobramentos e consequências adquire um caráter didático a seus inventivos criadores, os vetustos senhores José Ribamar e Michel Miguel. Estes senhores continuam sem entender que o Brasil mudou e muito. Não há mais lugar para os cínicos e ardilosos. Quem viveu certo tempo, por algum motivo, sem a devida dignidade, deveria preservá-la no pouco tempo que lhes resta.  Morrer dignamente valoriza qualquer biografia, por mais polêmica que tenha sido.

José Carlos Fleury zkfleury@uol.com.br

São Paulo

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ELEIÇÃO

A campanha eleitoral ainda não teve seu inicio oficial. Mas os candidatos a candidatos não perdem a oportunidade de fazer declarações, buscando ocupar espaços nos meios de comunicação. Como é o caso do governador paulista, apontando para uma questão por demais polêmica: a privatização da Petrobrás, um símbolo da nossa economia. Por certo ele não ganhou muitos ponto, nem entre seus aliados.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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BRASIL, DESPROVIDO DE PATRIOTISMO

Brasil, um país sem educação, sem segurança e sem saúde, terá um orçamento eleitoral de R$ 2,5 bilhões destinados às campanhas... Isso é o cúmulo da safadeza, da falta de vergonha na cara, do mau-caratismo, da falta de chicote, e para completar, da falta de homens públicos com brio no rosto e patriotismo no coração... Fico aqui imaginando o dia que o povo resolver se juntar, como nos desfiles de carnaval na Avenida 23 de maio, armados de chicotes nas mãos e invadir o Congresso e Planalto e a poder de chibatada expulsar todos que lá estiverem, pois quem não roubou é cúmplice por fechar os olhos para os roubadores, ou seja, é farinha do mesmo saco.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uoil.com.br

São Paulo 

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FICA A DICA

Depois do apoio incondicional oferecido por Lula ao ditador da Venezuela que está promovendo a destruição do país provocando um êxodo de mais de um milhão de venezuelanos, que só no Brasil já somam mais de 42 mil refugiados, as autoridades brasileiras poderiam usar o dinheiro do leilão do triplex de Lula para financiar campos para refugiados venezuelanos em Roraima. Já o sítio de Atibaia deveria ser confiscado para servir de abrigo a crianças venezuelanas, uma vez que Lula está diretamente ligado à tragédia causada pela ditadura chavista ao financiar as duas campanhas que levaram Hugo Chávez e Nicolás Maduro ao poder. Fica a dica.

Paulo R Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br 

São Paulo

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FLEURY FILHO!

Dando algum crédito a um governo em franco descrédito e no final de mandado quanto criação de um possível ministério da Segurança Pública que fosse sério, nomes como Raul Jungman e do sr. Beltrame (que fracassou fragorosamente no Rio de Janeiro quando secretário da "insegurança pública") deveriam ser descartados de pleno! Luis Antonio Fleury Filho, este sim, foi o último homem público a enfrentar o crime sem medo neste país e que preço pagou por isto !

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

Taquaritinga

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PERGUNTAR NÃO OFENDE

Sabe-se que é direito do criminoso contratar para defendê-lo um advogado criminalista. Um advogado com muito conhecimento em Direito Penal e Direito Processual pode transformar um demônio num anjo. Já vi isso acontecer. E já vi também advogado que não se empolgou com os valores que poderia receber pela causa dizer não ao criminoso que queria contratá-lo. Deve ter levado em consideração os estragos causados pelo crime.  Só a título de informação, às vezes a gente fala muita besteira por falta de conhecimento, eu gostaria de saber se um ex-presidente do STF, já aposentado, recebendo, portanto, dos cofres da União, pode atuar como advogado de alguém que prejudicou a Nação praticando corrupção.  Se pode, será ético?  Eu preciso tanto desse esclarecimento.  Por favor, me tire essa dúvida. Perguntar não ofende. 

 

Jeovah Batista jeovahbf@yahoo.com.br

Taquari (DF) 

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CANONIZADO

O fanatismo fez os petistas canonizarem um corrupto! Perderam a idoneidade política!

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas 

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AGONIA DE UM FARSANTE

O sociólogo Paulo Delgado, foi brilhante em seu artigo, ou verdadeira crônica publicada no "Estadão" (14/02, A2) sobre a trajetória politica do farsante Lula.  Destaca a piada de se achar um perseguido político, da sua nula honestidade e que quanto mais se encheu de medalhas (apoio popular) se esvaziou de ideias...  E como "ouro dos tolos, se lambuza no presente, e consequência no futuro". Futuro esse que já chegou, já que, ao cair na "sedutora armadilha da politica atual, o dinheiro fácil, e de não reconhecer o que fez", esse formador de quadrilha, que governava só para amigos, incluindo parceria com ditadores, felizmente já foi condenado em segunda instância a uma pena de 12 anos e um mês, e em estado de agonia aguarda a decretação de sua prisão! Apesar das outras seis ações de que ainda é réu... E como um cavalo desembestado, convocou adoradores, dependentes com camisa do partido, como se ainda fosse um herói! E inelegível, ainda se diz candidato, faz comício na tentativa desesperada de "incinerar a sentença", e botar fogo na pavorosa jornada da Justiça, quando inclusive ameaça incendiar o País, como se fosse um ser especial acima das leis...  Que decadência, Lula da Silva...  

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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TRAGÉDIA REPETIDA

A tragédia quase diária de crianças sendo baleadas no Rio é emblemática dessa guerra que a cidade vive nos últimos tempos. Urge assim que seja estancado esse holocausto que vivem a polução fluminense e de outras cidades Brasil afora, para que possamos voltar à construção da grande Nação que tanto sonhamos e temos condições de ser.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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CEMITÉRIO DE LEIS E DE CRIANÇAS

Antiga "Cidade Maravilhosa", o Rio de Janeiro se tornou capital de foras da lei e cemitério de crianças. Seu ex-governador Sérgio Cabral foi condenado a 84 anos de cadeia e seu secretário criminoso de Saúde, Sergio Côrtes, foi solto pelo ministro libertador, Gilmar Mendes, apesar de ter desviado 300 milhões da Saúde do Rio de Janeiro. O que mais precisa acontecer para os cariocas despertarem de sua alienação histórica?

Paulo Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre        

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O PODER DA NATUREZA

É. Quando o povo não aprende a natureza castiga. É uma pena, dá dó, mas... Inundações, águas invadindo casas, telhados sendo levados pela força do vento, bueiros entupidos, transporte público parado, bolsões de água, desabamentos, etc.. Não adianta reclamar. Os que nada fizeram e nada fazem foram colocados por nós. Vamos ver se a natureza nos ensina, por que quando se fala não faz muito efeito.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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ENCHENTES NO RIO

Pelos estragos que as chuvas causaram na cidade do Rio de Janeiro dá a impressão de que o trabalho do prefeito Marcelo Crivella está de "trivela".

Virgílio Melhado Passoni

Jandaia do Sul (PR)

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CHEGA DE BRASÍLIA PODRE

O noticiário diário só focaliza crimes de morte, estupros, roubos, balas perdidas, políticos e membros do Judiciário ganhando muito mais do que o limite legal, enquanto o salário mínimo é "miniminho" e menor do que o necessário para pagar aluguel, comida, etc.. Políticos e funcionários de estatais recebendo "pixulecos". A impunidade é norma. Se continuar assim, qual será a desgraça dos pobres e honestos deste País? Vamos destruir Brasília!  

Mário A. Dente eticototal@gmail.com 

São Paulo

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A CRISE VENEZUELANA

Que direito tem um boçal como Nicolás Madura em infernar a vida dos venezuelanos, empobrecendo e aterrorizando-os, sufocando a democracia e acabando com a esperança do povo? Em grande parte, tanto os venezuelanos, como os sírios e os iemenitas são vítimas da inação das Nações Unidas com seu inoperante Conselho de Segurança, graças ao ridículo e injusto veto de cinco países. Sobra para o Brasil, Colômbia e outros países vizinhos da Venezuela tomar todas as medidas cabíveis para frear esta loucura!

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com 

São Paulo

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CHAMAMENTO FINAL

Stédile convoca "lullopetistas" para prestar apoio à Maduro. É. Além desses, deveria não se esquecer de chamar a mãe.

Ademir Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo 

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'A BIBLIOTECA SEM LIVROS'

Fiquei estarrecida com a matéria "Biblioteca sem livros", publicada na edição de (12/2, C5). A notícia cria polêmica desnecessária e transmite informações equivocadas. Primeiramente é uma notícia de algumas bibliotecas norte-americanas, que possuem realidade bem diferente das brasileiras. Porém, leva a crer que as bibliotecas podem ser fechadas e os acervos digitalizados. A matéria discorre sobre uma atividade normal nas bibliotecas: descarte de obras. Descarte não quer dizer jogar no lixo! Significa que o item não é pertinente ao acervo e pode ser removido da coleção. Normalmente são transferidas a outras bibliotecas, ou ainda para usuários que tenham interesse. A digitalização não é responsável pelo descarte! As bibliotecas não saem digitalizando livros até porque isto é ilegal! E o livro digital não precisa exterminar o livro impresso para se firmar. O mercado de livro digital para bibliotecas no Brasil está engatinhando e nem temos farta oferta de títulos ou fornecedores. O espaço da biblioteca há muito tempo tem sido repensado para outras atividades, mas isto não significa que os livros são descartados e uma cafeteria ou área de convivência vai ocupar estes espaços. E mesmo o livro digital não significa que pode ser acessado a qualquer momento, por qualquer pessoa. Existem muitas restrições e custos envolvidos. Pensar que colocar os livros em nuvem pode eliminar o espaço da biblioteca é de uma simplicidade inimaginável e grande ignorância e isso não combina com um jornal como "O Estado". As bibliotecas brasileiras já sofrem de falta de prestigio, fruto do desinteresse do País em investir em educação de qualidade. Em dezembro o MEC passou a aceitar que toda a bibliografia de cursos de graduação sejam virtuais, gerando dúvidas em bibliotecários. Nós tememos que gestores de instituições privadas (que estão mais para fundos de investimento que para instituições de ensino) adorem esta ideia, podendo contratar um fornecedor de livro digital e dispensar a biblioteca. Não me surpreendo se isso acontecer, visto que para este tipo de instituição biblioteca é custo e não investimento. Antes de publicar um artigo como este, os editores do "Estado" deveriam se atentar para a polêmica (a começar pelo título utilizado). E saber que a realidade de bibliotecas brasileiras difere em muito das norte-americanas. Também deveriam buscar se informar para saber que descarte é uma atividade corriqueira de bibliotecas, com o intuito de tornar o acervo atualizado e condizente com seu público leitor. Atuo em bibliotecas desde 1989. Sou doutoranda em ciência da informação pela Unesp. Meu mestrado foi defendido na ECA/USP. Em ambos trabalhos acadêmicos discuto sobre o livro digital. Atualmente não estou lecionando, mas já fui professora em curso de biblioteconomia. Trabalho com automação de bibliotecas, acompanhando muitos projetos de bibliotecas digitais. Sou pesquisadora do livro digital em bibliotecas, com diversos artigos, livro (editora FGV; o segundo deve sair ainda este ano), capítulos, trabalhos em congressos etc. Esta matéria publicada no "Estado causa" um desserviço porque induz o leitor que as bibliotecas são dispensáveis e que basta sair digitalizando tudo e pronto! Muitos leigos acreditam que o Google é suficiente e que dispensa bibliotecas, mas isto não é verdade. Basta observar as fake news... Evidentemente que as bibliotecas estão modernizando e precisam se renovar ainda mais. Mas isto não significa que vão digitalizar alguns livros, jogar fora outros e deixar de existir enquanto espaço. E é este entendimento que a matéria proporciona. Espero que o "Estado" faça uma matéria onde informe a situação de bibliotecas brasileiras, discorrendo sobre desenvolvimento de coleção (que inclui o descarte) e livros impressos e digitais. As bibliotecas hoje em dia são híbridas, ou seja, possuem acervo analógico e digital. Eles não competem, mas se completam. Por favor, permitam que outra visão seja relatada no jornal, de forma que clarifique aos leitores que as bibliotecas estão mudando, mas não com esta visão fora da realidade brasileira e que gera desprestigio das bibliotecas.

Liliana Giusti Serra lgiustiserra@gmail.com

São Paulo 

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CARNAVAL BAIANO

Se o carnaval baiano está em alta, morreu o carnaval dos baianos! Estrangeiros (incluam-se aí os brasileiros não baianos) invadem já há alguns anos a cidade do Salvador enxotando os seus moradores para longe até que passe o vendaval. Nas ruas predomina um festival de excessos travestidos de alegria. Excesso de drogas, de sexo alucinado, de deseducação. O fato mais disseminado pela mídia, festejado como sinal de civilidade, é o transbordamento da homossexualidade que, pela agressividade, passa da aceitação à apologia, conseguindo da sociedade o efeito inverso: a rejeição. Aceitar é conviver em paz, incentivar é querer para os nossos filhos com todas as consequências que trás a opção. Há uma grande hipocrisia no comportamento dos formadores de opinião, exceto de Mercury, que casou-se com outra mulher e, após um período de natural euforia, vive a vida pessoal com mais discrição. Ivete e Cláudia, mães recentes, querem o quê? Aceitariam ou incentivarão? Vamos lá moças, respondam, sem medo de perder público, sem atentar para o politicamente correto, com o coração materno batendo forte. Adiante, sobre a festa em si, quem ganha e quem perde? Ganham o setor hoteleiro, bares e restaurantes, a TV e os donos de blocos e camarotes. Perdemos nós, baianos pagadores de impostos, perde a Bahia pela grande, mas má fama adquirida. É inaceitável que as autoridades governamentais banquem isto com o nosso dinheiro. Quero a minha Bahia de volta, a minha Salvador, os 365 dias do ano, e vou lutar, com todos os que desaprovem a implantação do caos consentido, para eleger governantes afinados claramente com as minhas posições. Não darei cheque em branco.

Roberto Viana Santos rovisa681@gmail.com 

Salvador 

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BLOCÃO DA ANITTA

João Doria deve estar rindo do PT. É que Haddad escalou seus ex-secretários para defender seu legado no carnaval. Passam o dia ligando para redações de jornais. Porém em vão. O povo sabe que foi Doria quem fez o maior carnaval da história da cidade. Doria agora disse que está criando o bloco da Anitta. Ouvi o prefeito falar na Rádio Jovem nesta quinta (15) e gostei da invenção dele. Imagina o blocão da Anitta desfilando na Marginal Pinheiros! (...) PT, escreva aí. Depois de Doria surgirá um prefeito que dará mais cultura e lazer. E mais: escola amiga nos fins de semana para a criançada da periferia - uma boa refeição aos domingos em escolas municipais. Já ouviram falar da São Paulo: agenda 2021? É isso! Melhorar a qualidade de vida da população. Muito diferente de ciclovias inúteis do Haddad para a elite. [...] 

Devanir Amancio devaniramancio@hotmail.com

São Paulo 

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CARNAVAL, NA MINHA HUMILDE OPINIÃO

Eu adorei a Salgueiro, em minha opinião o resultado teria sido:

1) Salgueiro; 2) Portela; 3) Mangueira; 4) Mocidade; 5) Beija-flor; 6) Imperatriz; 7) Vila Isabel e 8) Tuiuti. E chega a ser cômico a Beija-flor criticar corrupção, só quem não entende nada pra ver quieto, rs rs. 

Roberto Moreira Da Silva rrobertoms@uol.com.br

São Paulo 

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VIOLÊNCIA

Já intervi para impedir assalto. Já entrei no mar duas vezes para salvar desconhecidos. Já tentei atropelar um ladrão, na Av. Presidente Vargas. Já entrei em carro de PM para perseguir bandidos. Já me voluntariei para ser testemunha de acidente de carro. Eu sou assim, não consigo ficar indiferente, eu "compro o barulho dos outros". Costumo me incomodar com a injustiça alheia, com o sofrimento dos outros, sempre faço alguma coisa. Com esse tipo de comportamento, se eu ainda estivesse morando no Rio, acho que eu já estaria morto, ou teria matado alguém. Morei no Rio de Janeiro 25 anos e tenho certeza que a melhor decisão que eu tomei na minha vida, há 17 anos, foi quando, por causa da violência que sofri, resolvi sair do Rio. Fico preocupado com minha família e amigos que moram aí, e precisam contar com a sorte para voltar vivos para casa.

Edson Quadros edsom36@gmail.com

Brasília

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JOGOS DE INVERNO

Alguém saberia me dizer o que o Brasil faz em uma Olimpíada de inverno? Alguém saberia me dizer quem são nossos atletas e onde eles residem? Alguém tem noção do custo dessa proeza? E, alguém sabe quem e quanto recebem os envolvidos nessa aventura (inclusive os cartolas)? Será que o Comitê Olímpico Brasileiro tem essas respostas?

Antonio Barros barcarant@gmail.com 

Pirassununga 

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CARILLE ESTÁ SE "ACHANDO"?

Quando algumas pessoas começam a tomar algumas atitudes que fogem ao padrão, há um ditado que conheço desde criança que diz que "ela está brincando com a verdade" e parece que se aplica ao técnico Carille, como podemos sentir nesse início de ano em que o Corinthians conseguiu perder três jogos para times pequenos. No jogo perdido em casa, sua teimosia com Marquinhos Gabriel cansa o torcedor. E se queria homenagear Danilo que esperasse um jogo amistoso. Carille, sabia que o Corinthians é o time que mais toma gols de cabeça? Sabemos que o plantel atual é limitado ao extremo, mas isso não significa aceitar derrotas humilhantes como as que estão acontecendo. Nos preocupa quando chegar o Campeonato Brasileiro e a Libertadores, em que podemos passar vergonha maior.

Laércio Zanini spettro@uol.com.br

São Paulo 

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ESTEREÓTIPOS E PRIVILÉGIOS

Gostaria de parabenizar o professor Eugênio Bucci por seu artigo "Estereótipos e Privilégios" (15/2, A2) publicado no "Estadão". Seu artigo honrou a classe dos funcionários públicos. Sou Promotora de Justiça da Infância e da Juventude na Cidade de Piracicaba - SP, há 20 anos. Em razão do meu cargo convivo diariamente com servidores do Ministério Público, servidores do Poder Judiciário, Policiais Civis e Militares e também com servidores do Poder Executivo local, especialmente aqueles que atuam na área social. Não vejo "encostados" e nem "privilegiados". Do contrário, lido diariamente com pessoas de excelente formação, que trabalham com muito carinho e que estão sempre muito preocupadas com o serviço que estão prestando à população. Vejo pessoas que com muito sacrifício sustentam suas famílias e que o único "privilégio" que possuem é a estabilidade e a aposentadoria. Pessoas que estão cada dia mais desanimadas com o bombardeio que vêm sofrendo da imprensa e que, com isto, só se sentem desestimuladas a prestar um serviço de qualidade. Obrigada por ter tornado nosso dia mais otimista. Eu, como promotora de Justiça, tive vários privilégios na vida, na acepção mais literal do termo. Vim de uma família com condições financeiras, estudei em excelentes escolas, estudei cinco idiomas e cursei Direito na Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Privilégios. Quando me formei poderia ter escolhido trabalhar em multinacionais ou em grandes escritórios. Formação e cultura para isto eu tinha. Com um pouco de sorte, faria parte da distribuição do lucros, viajaria pelo mundo, seria premiada com carros pela empresa e teria muito sucesso profissional e financeiro. Na pior das hipóteses eu seria uma funcionária, teria piso salarial, reajuste periódico e teria um FGTS. Não obstante esta opção, escolhi a carreira pública, porque queria, com um salário bom e estável, retribuir à sociedade tudo que a vida me deu. Queria, com meu trabalho, melhorar a vida dos cidadãos, intervindo em defesa da sociedade e de seus interesses lesados. Por isso escolhi o Ministério Público e, já na carreira, a área da Infância e Juventude. Tenho um bom salário, sem dúvida, mas tenho formação para salários muito maiores, assim como todos os meus colegas Promotores de Justiça e Juízes que conheço. Além do salário, ainda não identifiquei meus privilégios. Já varei noites trabalhando em processos e estudando para júris e nunca recebi adicional noturno e nem hora extra. Já fui ameaçada de morte e lido diariamente com a criminalidade. Às vezes fico com medo de pegar meus filhos na escola. No entanto, nunca cogitei em receber adicional por periculosidade ou em pleitear segurança pessoal. Também já trabalhei em fóruns velhíssimos, rezando para o teto não cair; já visitei penitenciárias superlotadas com presos doentes, mas nunca pensei em adicional por insalubridade. Estou no Ministério Público há 22 anos e também não tenho FGTS. Aliás, não tenho mais adicional por tempo de serviço. Não tenho correção nominal do salário há anos, embora isto esteja previsto na Constituição Federal. Adoraria, portanto, saber quais são meus privilégios. Porque não admito que chamem de privilégios os atrativos que todas as carreiras devem ter. Por fim, quanto ao auxílio moradia, gostaria de pontuar que o Governo economizou milhões ao não reajustar o subsídio das carreiras jurídicas de acordo com a inflação, tal como previsto na Constituição. Propôs, no momento do reajuste, a concessão do auxílio moradia, que não se estenderia aos inativos, pensionistas e aposentados. Aliás, eu, como esposa de juiz, também não recebo o tal auxílio. Aceitamos a proposta, de valor muito inferior ao devido reajuste, e agora ainda somos expostos pela mídia como se fôssemos bandidos. Fala-se muito da ilegalidade do auxílio moradia, mas ninguém fala da inconstitucionalidade que existe na falta de correção nominal do subsídio há mais cinco anos. Curiosamente, se a Constituição fosse cumprida, o Poder Público gastaria muito mais do que já gastou com o tal auxílio, pois o aumento atingiria ativos, inativos e pensionistas. Concluo meu desabafo pedindo a você, que é jornalista, que chame a população para refletir qual o nível de profissional que a sociedade deseja ocupando cargos como de juízes, promotores e procuradores da república. Porque se a população optar por desqualificar as carreiras, assim como foi feito no passado com os professores, terá, no futuro, pessoas sem formação e sem cultura alguma, decidindo sobre sua vida pessoal. Esse é o verdadeiro debate. Que tipo de profissional a população quer que atue quando estiver disputando a guarda de um filho ? Que tipo de profissional a população quer que julgue seu acidente de trânsito ? Qual a formação que deve ter um juiz para atuar em casos de corrupção de âmbito nacional? Toda carreira tem que ter seus atrativos. Se tirarem todos atrativos das carreiras jurídicas, os quais a mídia insiste em chamar de privilégios, teremos profissionais fracos, de má formação, desgostosos com a vida e ainda sujeitos à corrupção. Todo homem tem seu preço. Clamo a você, que é jornalista, que extraia algumas ideias deste meu texto e que provoque o debate. 

Milene Telezzi Habice MileneHabice@mpsp.mp.br

São Paulo

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ALCANCE

Embora me solidarize com o artigo do Professor Eugênio Bucci, não acredito que o texto tenha grande alcance, pois fico pensando se durante a Inquisição alguém teria dado ouvidos a uma velhinha tentando explicar não ser uma bruxa somente por ter um gatinho.

 

Pedro Paulo Prado pedropauloprado@instale.eng.br 

São Paulo 

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LÚCIDO

Eugenio Bucci, o articulista mais lúcido do "Estadão".

Saudações!

Eurico Oliveira oliveiraeurico499@gmail.com

São Paulo

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CRIVELLA E CRISTIANE BRASIL

As fotos divulgadas na mídia de Crivella e Cristiane Brasil têm muito em comum. Não dizem nem esclarecem coisa alguma. Na verdade é dinheiro público sendo queimado no caso de Crivella e puro exibicionismo cafona no de Cristiane. E ressaltamos que os papagaios de pirata que aparecem nas fotos não passam de ridículos bajuladores. E assim caminha o Brasil para o CAOS. 

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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MINISTRA DECORATIVA

É uma zona tão grande que ministra é apenas figura decorativa.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo 

 

 

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