Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

20 de fevereiro de 2018 | 03h15

SINDICALISMO

Greve sem justificativa

A greve dos ônibus, decretada ontem pelos sindicatos da Grande São Paulo, é uma demonstração cabal de que o PT continua usando a massa trabalhadora para atingir seus objetivos, pouco se importando com os transtornos para os trabalhadores, para o público em geral, e com os prejuízos na economia. Por que fazer uma greve contra a reforma previdenciária, se é sabido que enquanto perdurar a intervenção no Estado do Rio não poderá haver alteração da Constituição? Os sindicalistas omitem, por interesses obscuros, esse detalhe dos seus comandados. Para o PT, quanto pior, melhor.

CLAUDIO JUCHEM

cjuchem@gmail.com

São Paulo

Com os serviços online, bancário de agência é categoria em extinção. A greve de ontem só vai mostrar, novamente, que eles são cada vez mais desnecessários para os bancos. Assim como os cobradores de ônibus.

A. FERNANDES

standyball@hotmail.com

São Paulo

Só faltava essa...

Os sindicatos tentam ressuscitar a famigerada cobrança da contribuição sindical, sem a menor consideração pelos humildes trabalhadores, com os vergonhosos salários que ganham! As principais centrais sindicais querem pressionar os diferentes setores, em vez de ajudarem toda a população a tomar o rumo do crescimento econômico. Ora, srs. poderosos dos sindicatos, que sempre amealharam fortunas, a “mamata” terminou!

RICARDO GUILHERME

ricardoguilherme88@gmail.com

Monte Alegre do Sul

Crise de abstinência

Apenas três meses depois da reforma trabalhista entrar em vigor, transformando a contribuição obrigatória dos trabalhadores aos sindicatos em ação facultativa, esses se articulam para fazer voltar o antigo sistema, alegando, entre outras coisas, que tal contribuição tem caráter de imposto. E assim como ninguém pode recusar-se a pagar o IPTU, isso vale também para a contribuição sindical. Mas sindicatos têm poder de governo desde quando? Chegam a dramatizar afirmando que sem essa injeção compulsória de dinheiro os sindicatos voltarão à escravidão. Na verdade, escravos foram todos os trabalhadores coagidos por uma organização de pelegos a pagar-lhes um “imposto” com o qual fizeram fortunas pessoais e montaram estruturas capazes de peitar governos e sociedade – eles deitaram e rolaram no suor da massa trabalhadora. Claro, agora estão em abstinência, sentindo os efeitos da falta da droga... Querem tudo como antes. Só que não. Acabou a farra e, se nós quisermos, é para sempre!

MARA MONTEZUMA ASSAF

montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

Peleguismo

Das 18 ações que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a reforma trabalhista, 13 se referem à volta da cobrança do chamado imposto sindical. Essa é uma prova contundente de que os sindicalistas não estão preocupados com o trabalhador, e sim com o dinheiro que deixarão de arrecadar (mais de R$ 2,9 bilhões anuais). O trabalhador tem de ter o direito de optar se quer ou não contribuir para um sindicato. Essa obrigatoriedade fez o Brasil tornar-se o país líder em número de sindicatos e proporcionar aos dirigentes sindicais – que na maioria dos casos não têm sequer o ensino fundamental concluído – um padrão de vida desproporcional à nossa realidade. A farra com o dinheiro do trabalhador chegou, sim, ao fim.

J. A. MULLER

josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

BENESSES E MORDOMIAS

CNJ

Como contribuinte, gostaria de saber qual a finalidade do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Se era fiscalizar a magistratura, deixou de ser, porque seus integrantes não respeitam a lei que fixa o teto salarial dos magistrados. Os Poderes Executivo, Judiciário e, principalmente, Legislativo agem apenas visando interesses próprios, passando à população exemplos de desrespeito às leis que eles deveriam preservar. Esta é a maior causa do descalabro que vive o País: não tem bons exemplos. Num país onde a população trabalhadora está morrendo por falta do básico – saúde e segurança –, deparamo-nos com classes privilegiadas que apenas querem usufruir as mordomias que os cargos lhes proporcionam.

JOSÉ MAURÍLIO PEREIRA

mauriliopereira@uol.com.br

São Paulo

Nababos

Parece piada, conselheiros do CNJ, que deveriam zelar pelo cumprimento da lei, normatizando os “penduricalhos”, ganham entre R$ 34 mil e R$ 110 mil por mês (18/2, A4)! Essa, por assim dizer, “Justiça” tem de ser reformada de alto a baixo. Muitos nababos que estão no “pudê” legislam em causa própria e o cidadão que paga impostos se sente um verdadeiro palhaço nessa comédia.

PAULO SÉRGIO P. GONÇALVES

ppecchio@terra.com.br

São Paulo

Passo de tartaruga

Juízes ganham R$ 211 mi com ‘auxílios’ atrasados (14/2, A4). Não é por ausência de “auxílios” que a Justiça anda devagar, quase parando!

FAUSTO FERRAZ FILHO

faustoferraz15@gmail.com

São Paulo

Argumento ilógico

É assaz estranho – destituído de lógica, na verdade – o argumento dos magistrados que recebem auxílio-moradia, além de outros “penduricalhos”, de que precisam ganhar bem, acima do teto, porque não podem ficar expostos às pressões daqueles que contrariam em suas sentenças. Ora, e por que uma compensação pecuniária haveria de livrar os juízes de eventuais pressões, que, por sinal, também os mal remunerados policiais, por exemplo, sofrem?

LUIZ LEITÃO DA CUNHA

luizmleitao@gmail.com

São Paulo

INSEGURANÇA PÚBLICA

Intervenção no Rio

A violência no Estado do Rio de Janeiro é fruto dos péssimos governantes que tivemos, entre eles Leonel Brizola e Sérgio Cabral. Brizola fez um pacto diabólico com os criminosos, impedindo incursões policiais em comunidades, e também com os banqueiros do jogo de bicho, deixando-os livres para atuarem à vontade na contravenção. Atualmente os bicheiros são os grandes financiadores do tráfico de drogas e do contrabando de armas. Quanto a Cabral, destruiu financeiramente o erário fluminense, deixando parcos recursos para atuar numa área crucial como é a segurança pública.

LUIZ FELIPE SCHITTINI

fschittini@gmail.com

Rio de Janeiro

“Para que intervenção no Rio, se o problema está na Justiça, que solta todos no dia seguinte? Mais uma prova cabal disso: dois chefões do PCC foragidos foram mortos no Ceará!”

MILTON BULACH / CAMPINAS, SOBRE INSEGURANÇA PÚBLICA

mbulach@gmail.com

“Se a intervenção não dá ao Exército poder de polícia, pergunto: o que o Exército vai fazer no Rio?”

ROBERTO TWIASCHOR / SÃO PAULO, IDEM

rtwiaschor@uol.com.br

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

INTERVENÇÃO FEDERAL E CONTROVÉRSIAS

As opiniões divergem sobre a intervenção federal restrita à segurança Púbica do Rio de Janeiro. Como vivemos em uma democracia, permito-me o direto de emitir a minha opinião. A Cidade Maravilhosa como todos sabem vive um caos na segurança, está cercada de bandidos por todos os lados, que matam, assaltam, fecham escolas, comércio, ruas e avenidas e intimidam o turismo, maior fonte de renda da metrópole, sufocada por tanta bandidagem, pediu ajuda ao governo federal.  Quase toda a imprensa, articulistas, comentaristas, especialistas em segurança foram desfavoráveis à medida. Agora, pergunte-se à população carioca, o que acharam do decreto presidencial.  Somente os narcotraficantes irão torcer o nariz, pois a fonte de lucro que mata e assassina inocente, se não secar, vai diminuir consideravelmente.  Pergunte-se ao Brasil e a quem tem parente; filhos universitários e a executivos que estudam e trabalham por lá, a respeito; mais uma vez o apoio será da grande maioria. Portanto, é bem vinda essa decisão do presidente Temer e, espero que o tiro não saia pela culatra das forças federais, e sim, daqueles que mesmo antes de possíveis resultados extrapolam em suas opiniões.    

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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ANGORÁ

A "Coluna do Estadão", que deu o furo sobre a intervenção federal no Rio de Janeiro, confirmou que um dos pais da ideia é o ex-governador e ministro Moreira Franco. Impressiona o fato de ele ter se esquecido de um detalhe importante da cultura carioca: angorá que sobe morro vira pandeiro.

Léo Coutinho leo.coutinho@uol.com.br 

São Paulo 

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INTERVENÇÃO NO RIO E ESQUERDISMO

O anúncio da intervenção militar no Rio de Janeiro provocou reações contrárias de políticos esquerdistas. Sem dizer se tal ação será, ou não, eficaz, tenho uma missão aos esquerdistas: dirijam-se aos bandidos e peçam a eles que parem de cometer erros, entreguem suas armas, dando paz ao povo de bem. Certamente, o resultado será nulo.

Vanderlei de Lima toppaz1@gmail.com

São Paulo 

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INTERVENÇÃO NO RIO

Michel Temer afinal está fazendo algumas coisas certas, a intervenção é de fato o despertador das Forças Armadas. Chegamos ao ponto que o rabo está abanando o cachorro! O que se espera é que ao invés de militares no comando, não surjam milicos lambe botas de ditaduras.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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JOGO DE CENA

Um belo jogo de cena promovido pelo sr. Michel Temer. Com isso afasta a possibilidade de aprovar a necessária reforma da Previdência e fazer-se passar como salvador de um Estado que não tem salvação. Ações para prender bandidos, não se houve falar. O que o exercito vai fazer diferentemente do que já fez anteriormente? Nada, é a resposta. Portanto, tudo ficará como era antes, com uma trégua momentânea dada pelos bandidos. Se querem efetivamente acabar com a bagunça em que se transformou o RJ, primeiramente tem que ser admitido que o Estado está em estado de guerra civil. E que os bandidos dão a palavra final. Para acabar com essa guerra, as favelas têm de ser invadidas uma a uma, tomadas, com busca casa a casa, saídas monitoradas e controladas para evitar aquele vexame que assistimos quando foram criadas os tais postos de polícias nas favelas. Bandidos sob olhares complacentes das autoridades refugiaram-se nas favelas vizinhas. Aí sim tal intervenção surtirá efeito.

Ademir Alonso Rodrigues rodriguesalonso49@gmail.com 

Santos 

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CEGO EM TIROTEIO

O presidente Michel Temer está mais atrapalhado do que cego em tiroteio. Decretou a intervenção na segurança do Rio de Janeiro e agora pretende "desdecretar" para conseguir colocar em votação a novela da reforma da Previdência. De duas uma, ou está muito mal assessorado ou continua demonstrando sua eterna fraqueza! Vai pra casa Padilha!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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MINISTÉRIO DA SEGURANÇA PÚBLICA

Já que o presidente Temer criou o ministério da Segurança Pública, que tal que uma das principais atitudes a serem tomadas seja a criação um cadastro nacional de "impressões digitais", em que qualquer delegacia, no menor município possa cruzar informações? Num país em que praticamente todos os órgãos públicos estão informatizados, há décadas isso já deveria ser uma rotina. Porque não é segredo e principalmente para nossas autoridades, que no Brasil, de grande extensão territorial, é facílimo para procurados pela Justiça comprarem documentos de identidades falsos para que no anonimato continuem praticando seus crimes. Com o Brasil hoje informatizado, já era para estarmos à frente dos bandidos e não atrás.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 

São Paulo 

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TABU QUEBRADO

Mais um tabu quebrado pelo governo Temer, desta vez o enfrentamento ao crime organizado. Nada mudará, entretanto se o "governo militar da segurança" tiver de evitar a morte de bandidos nesse enfrentamento. A redução da criminalidade nunca se dará enquanto os bandidos puderem tudo e os mocinhos quase nada. Da mesma forma, enquanto as vítimas de assaltos não puderem reagir à altura, os bandidos não terão nada a temer já que o policiamento ostensivo nunca poderá estar em todos os lugares ao mesmo tempo. O armamento da população, instruído e regulado é o único recurso que tende a equilibrar os direitos das vítimas com os dos assaltantes. Não sabendo quem está armado e disposto a reagir, os bandidos refrearão seus impulsos e procurarão outros meios para se sustentar. Com isso o mesmo efetivo policial ganhará eficiência, alimentando o círculo virtuoso da redução da criminalidade, e restabelecendo-se a Justiça.

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo 

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TEMER E A CRIMINALIDADE

Gostei das palavras de Michel Temer. Combater o crime organizado visando a segurança da população é um gesto altruísta. E ninguém melhor que as Forças Armadas para cumprir tal papel. O segundo passo e este é esperado pela quase totalidade da população brasileira seria combater o crime organizado nos três Poderes. Não demore este também é urgente. E seus efeitos nefastos são exponencialmente maiores que o outro. Apenas cuide-se para não ser atingido. Fogo amigo.

Iria de Sa Dodde iriadodde@hotmail.com 

Rio de Janeiro

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INTERVENÇÃO NECESSÁRIA

Em boa oportunidade, o presidente Michel Temer exarou o decreto de intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro. Entretanto, a intervenção deveria ser global e afetar a totalidade da administração estadual do Rio de Janeiro, porque, inexistindo liderança no Estado, o caos encontrou ambiente propício para dominar todos os setores da administração estadual. Os conselhos da República e da Presidência são consultivos e a Carta Magna não define que devam ser consultados antes ou depois da intervenção. Pior que está, na verdade, jamais ficará a segurança no Rio, o que direciona para o raciocínio de que o gerenciamento das tropas e das polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros, por parte do general Braga Neto conduzirá a resultados positivos. Sem a intervenção, como os graves problemas de segurança seriam resolvidos no Rio?

José Carlos de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br

Rio Claro

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INTERVENÇÃO ELEITORAL 

A melhor intervenção, que nós brasileiros podemos e devemos fazer, é não reeleger fichas sujas e políticos corruptos. A imprensa pode ajudar.

             

Tania Tavares taniatma@hotmail.com 

São Paulo

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MUDAR DE NOME

Tão mal estudada e mal planejada a intervenção no Rio que talvez seja mais adequado alterar o título de decreto presidencial para decrepitude presidencial...

Celso C. Cretella cpropano@gmail.com 

São Paulo

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ESPERANÇA

O governador Pezão afirmou que vai sair da vida política. Maravilha. Quem sabe tenhamos uma reação em cascata e outros políticos nefastos como Renan, Jucá, Lobão, Aécio, Gleisi, etc., etc., etc. façam o mesmo. Com certeza o Brasil ficaria mais limpo. 

Paulo de Tarso Abrão ptabrao@uol.com.br 

São Paulo 

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SOS RIO

Há décadas, o "desgovernado" Rio de Janeiro está ao deus-dará, entregue à própria sorte e dominado pelo crime muito bem organizado. Quando a mão do governo é fraca, o braço forte do Exército intervém. Que o Cristo Redentor proteja e abençoe a Cidade Maravilhosa. Amém.

J.S. Decol decoljs@gmail.com 

São Paulo 

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AGORA É GUERRA

Tudo certo. Tudo bom. Ou quase, quando se trata da intervenção do governo federal no Rio de Janeiro onde a situação (crime mais corrupção) está insustentável. As incertezas vêm, exatamente, da grande pressão que se insurgirá da esquerda maligna e maliciosa do País e de alguns pessimistas de plantão que acham que não serão suficientes para diminuir os terríveis índices de criminalidade que assolam o Rio e quase todo o Brasil. Têm, ainda, as leis atuais que favorecem o infrator e aquele que rouba, sequestra, mata, estupra, enfim, barbariza e muitas vezes ainda sai pela porta de frente de uma delegacia livre, leve, solto e rindo da cara de uma sociedade que, pelo menos até 31 de dezembro, terá uma instituição forte a lhe defender. Para que a intervenção dê certo, de verdade, deixando todas as dúvidas para trás de que é pra valer, para intimidar o traficante, "eliminar" o assassino, o estuprador, o sequestrador e todo o resto da escória da humanidade, é preciso que se mantenham as Forças Armadas equidistantes das tentações (permanente vigília dos comandos), que a Justiça comum apoie a Justiça militar e as demais instituições sejam reconhecidas como malha protetora para que assim, o crime organizado e os delinquentes saibam que a partir da 00:00 hora de domingo (18/2/2018), há um comando central - e legal - que conta com total apoio dos homens e mulheres de bem. Que está disposto a ir para a guerra com tudo. Para vencer.

João Direnna joao_direnna@hotmail.com

Niterói (RJ)

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RIO: INSEGURANÇA E HIPOCRISIA

Regra geral, os tiroteios diários no Rio de Janeiro se dão entre traficantes que disputam pontos de venda ao varejo. Alguém acredita que armas e drogas chegam ao Rio em porta malas de Monza 94 ou mesmo de carros mais modernos? Alguém acredita que aquele helicóptero do Zezé Perrella estava transportando coca pela primeira e única vez? Alguém acredita que aquela foi a única aeronave de poderosos a transportar drogas? Quem foi punido naquele caso? O Exército esteve no Rio em inúmeras oportunidades e a criminalidade nunca foi controlada simplesmente porque os grandes traficantes de armas e drogas seguem impunes, nunca são incomodados. Intervenção federal é hipocrisia, afetará apenas os varejistas da droga. Os barões continuarão pousando suas aeronaves na região, sem serem incomodados, afinal, trata-se do avião do dr. Fulano, insuspeito político.

Celso Francisco Alvares Leite celso@celsoleite.com.br

São Paulo 

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INTERVENÇÃO

A precariedade da segurança pública não se restringe ao Estado do Rio de Janeiro. A questão eclodiu agora com força, na esteira de atos predadores e violentos ocorridos durante o carnaval na capital fluminense, divulgados até em nível internacional. Não se justificaria, portanto, em nome de uma coerência de ações de governo central que se preze, a intervenção em setor específico de somente uma unidade da federação. Por outro lado, o problema da criminalidade nacional vai muito além da mera substituição de comando na área específica. Pode-se concluir, então, que a presente decisão não é fruto de um exame estratégico da situação ou de uma política previamente estabelecida e sim de um jorro de emoção com objetivos que a sociedade, em face do clima de falta de confiança reinante no País, ainda não vislumbrou quais são.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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CALAMIDADE CARIOCA

A situação do Rio de Janeiro está uma calamidade. Não bastavam os problemas de segurança (roubos e assassinatos) agora as enchentes (chuvas). A situação precisou de intervenção Federal (exército), acertada, pois a segurança local está incapaz de atuar o controle está fora da capacidade do governo fluminense. Infelizmente, a continuar nesse ritmo, logo a cidade, para nossa tristeza, deixará de ser maravilhosa.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com 

Rio de Janeiro

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INTERVENÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS 

A intervenção militar na segurança pública do RJ seria um "treino" para uma intervenção militar geral no País inteiro?

Antônio Jácomo Felipucci annafelipucci@hotmail.com 

São Paulo 

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REVELAÇÕES

A intervenção revela que, sem exceção, entre governantes e governados todos se merecem...

Ademir Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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INTERVENÇÃO NOS TRÊS PODERES

Se é para acabar com os ladrões e bandidos, quando haverá intervenção nos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário nos âmbitos federal, estadual e municipal?

Ely Weinstein elyw@terra.com.br 

São Paulo

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MINISTÉRIO DA SEGURANÇA PÚBLICA

Se não há Educação pública nem Saúde pública nem Urbanização pública nem Assistência Social pública nem a Justiça Pública nem a política Pública nem honestidade pública nem Ética Pública nem mesmo um País público então é necessário o Ministério da Segurança Pública? Cadeias Públicas, temos! Mas homens "públicos" e mulheres "públicas" não vão às cadeias públicas. Futuramente teremos o ministério da Segurança Privada e... Cadeias Privadas! Para a (in)devida proteção aos homens "públicos" e às mulheres "públicas". Também temos muitas empresas públicas e poucas empresas privadas. Há poucas propriedades privadas. É necessário oferecer propriedades privadas ao povo público.

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br 

São Paulo  

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SUGESTÃO PARA INTERVENÇÃO

Cria-se o ministério de Intervenção e suprime-se, temporariamente, o ministério dos Direitos Humanos e respectivas ONGs adjacentes.

Sergio Salgado de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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SITUAÇÃO JURÍDICA DOS MILITARES 

Espera-se que, para garantir os direitos e deveres inerentes aos militares em ação armada, o arcabouço jurídico durante a intervenção federal na segurança pública seja o adequado para que os componentes das Forças Armadas e os civis envolvidos em querelas devidas  ao confronto, inclusive com vítimas fatais, sejam julgados pela Justiça militar, em  ação proposta pelo Ministério Público Militar, após a conclusão  de rigoroso   Inquérito  Penal  Militar (IPM).

Paulo Marcos Gomes Lustoza pmlustoz@uol.com.br 

Rio de Janeiro 

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INTERVENÇÃO E CORRUPÇÃO NA CORPORAÇÃO

Além de todos os motivos já enumerados e conhecidos por todos para a intervenção federal no Rio, há um decisivo: a corrupção dentro da corporação da polícia militar e da polícia civil.           Desde a prisão de coronéis e da maioria dos membros de um batalhão, tornou-se imperioso o ato de intervenção federal, com a convocação do exército, sob a chefia do General Walter Souza Braga Neto, do Comando do Leste, sediado no Rio de Janeiro. Estes são os fatos irrefutáveis que determinaram a intervenção no Rio. 

           

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com 

Porto Alegre 

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TEMOS SÉRIAS DÚVIDAS

Entrevistado pelo jornal "O Estado de São Paulo" sobre a intervenção no Rio de Janeiro, o ministro Marco Aurélio Mello disse ter "sérias dúvidas" quanto aos resultados da medida. Alertou que poderá haver um desgaste da imagem do exército caso a operação não produza efeitos imediatos. E indo ao centro da questão que pode ter deflagrado essa situação caótica vivida hoje pelos cariocas, o magistrado pontuou: "Há muitos indícios de envolvimento de representantes do Estado com o crime. Essa promiscuidade é terrível, inimaginável. O Exército consertará? Tenho sérias dúvidas. A intervenção é sempre a exceção". Pergunta ao ministro: o STF ajudará sanear o Estado das organizações criminosas que o tomaram de assalto, numa promiscuidade terrível, inimaginável, ou vai suavizar para esses políticos bandidos, votando contra a execução provisória de pena de condenados em segunda instância, se houver novo julgamento sobre o assunto?

Paulo R Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br 

São Paulo

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SEGURANÇA NO ENTORNO DO SHOPPING 

Infelizmente temos tido notícias, via clientes, de que criminosos têm agido no entorno do Shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo. Munidos com arma de fogo estão assaltando clientes e moradores. Quando o shopping foi inaugurado, a administração afiançou que iria dar atenção especial à segurança, porque provavelmente o shopping iria atrair este tipo de pessoas. Agora chegou a hora de cumprir a palavra para demonstrar aos moradores que não devemos ter receio de tais marginais.

Paulo Machado da Costa makmark@uol.com.br 

São Paulo 

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FORO PRIVILEGIADO, ATÉ QUANDO?

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, afirmou numa conferência nos EUA que: "Os juízes não devem satanizar a política ou os políticos, porque é a seara do jogo democrático". Será que o ministro Toffoli ao pedir vistas ao julgamento da ação que pode levar a restrição ao foro privilegiado para congressistas não acabou considerando o STF como adepto do satanismo? Se for considerado que a restrição ao foro privilegiado, que já tem sete votos favoráveis, como pode um ministro pedir vista sob alegação de que o Congresso se manifestará a respeito? Pode ignorar o prazo para devolução do processo? Só aqui no Brasil mesmo.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com 

São Paulo 

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IMPUNIDADE PRIVILEGIADA 

Num país em que tribunais notoriamente ineficientes e um inesgotável cipoal de recursos protelatórios podem fazer com que um processo dure décadas e acabe por prescrever, o foro por prerrogativa de função, conhecido como foro privilegiado, é quase garantia de impunidade ao seu detentor. Por isso, por ocasião do julgamento no STF, em 23/11/2017, sobre a limitação do foro de deputados e senadores, causou espanto o pedido de vista feito pelo ministro José Dias Toffoli, quando o placar estava 7 x 1 a favor da restrição. Não foi menor o assombro quando Toffoli declarou que existe uma "falsa ideia" de que as ações não avançam no Supremo e arrematou: "Dizer que esta Corte não delibera, não investiga e não julga é uma tremenda mentira". Faltou juízo ao ministro. Com um acervo de 44.832 processos na Corte, ao final de 2017, aguardando por decisão e sem que esta tenha realizado um julgamento sequer no âmbito da Lava Jato, sua afirmação foi temerária. Ainda assim, na quarta-feira, Toffoli ministrou palestra sobre o combate à corrupção a professores e estudantes de direito da American University, em Washington. Sorte dos corruptos daqui que possuem foro privilegiado. A espera por seus julgamentos promete ser longa, se é que um dia vão acontecer.

Sergio Saraiva Ridel sergiosridel@yahoo.com.br

São Paulo 

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STF SOB NOVA DIREÇÃO

O nome de filme que hoje não sai da cabeça do PT e de seus apaniguados é "Quando setembro vier", mês no qual Dias Toffoli assumirá a presidência do STF. Zé Dirceu, Lula e asseclas depositam nele a maior confiança! E parafraseando o famoso bordão do Silvio Santos, os petistas já estão cantarolando: "Dias Toffoli vem aí! Olê! Olê! Olá!". 

Nico Silva nivasil79@gmail.com 

São Paulo 

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MINISTRO MEDROSO

Chega a ser hilariante, para não dizer chocante a entrevista de Marco Aurélio Mello (19/2, A11) principalmente nos pontos em que usa "será?" para dar seu parecer sobre questões da intervenção do Exército no Rio de Janeiro. Lembro ao ministro que esta atitude drástica, foi tomada exatamente por não termos homens em nossas linhas de frente, pois os que temos são totalmente omissos, covardes, muitas vezes fazendo parte do crime, ou soltando bandidos, fatiando decisões, se acovardando em implantar leis e ordens, sendo parentes de advogados que defendem bandidos e por ai vai. Pior. Diz ele em sua entrevista que possui carro blindado, mas permaneceu no condomínio, e com medo abandonou o passeio no calçadão. Ele ministro, se escondeu da encrenca. Com todo seu poder, ainda afirma que confia em seu anjo da guarda. E nós, povo, sem poder, sem segurança, sem perspectiva de ver aqueles que deveriam aplicar as Leis, fugindo de suas responsabilidades, não sabendo como agir, ou indo e fazendo apologia contra quem age? Fica ainda pior, quando por ultimo, o próprio ministro comenta em sua entrevista: "(...) precisa haver muita compenetração dos homens que aceitam cargo público e que se presume que queiram cargo público para servir, e não para servirem do cargo público". Pobre senhor. Fala uma coisa, faz outra. São estes os homens que deveriam dar exemplo, aplicar leis, mostrar que temos em quem confiar ou deles esperar Justiça? 

Jose Pedro Vilardi vilardijp@ig.com.br

São Paulo 

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REFORMA DA PREVIDÊNCIA

A reforma da Previdência Social suscita diversos entendimentos e discussões. Há quem alegue que se as coisas piorarem, então o governo se virá obrigado, primeiro que tudo, a cortar os vencimentos dos que ganham acima do teto constitucional. Faz sentido, pois, embora aleguem que são institutos de previdência diferentes, parece que todo o dinheiro público sai do mesmo saco sem fundo e, pior, são os que menos ganham que tratam religiosamente de sempre enchê-lo.

Marcelo Gomes Jorge Feres marcelogferes@ig.com.br 

Rio de Janeiro

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URGENTE

O Brasil precisa com urgência "fechar para reforma".

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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PARANOIAS E REFORMAS

Os deputados que pretendem votar a reforma de Meirelles, já tomaram também suas precauções? Sim, porque Henrique Meirelles já as tomou há muito tempo. Desde que era presidente do Banco Central. É conhecida de todos a paranoia de Henrique Meirelles com sua segurança; vai desde carro blindado, seguranças particulares além dos oficiais, colete a prova de bala, capacetes, comida caseira, exame toxicológico da água, etc.. Eu nunca ouvi falar que o cidadão brasileiro nutra algum ódio pelo sr. Meirelles, entretanto ele deve supor que o cidadão tenha motivos de sobra para isso, tais as perversidades que ele fez, faz e planeja fazer contra o cidadão brasileiro. Ele tem plena consciência que o que está fazendo é criminoso tanto contra o trabalhador brasileiro como contra a economia brasileira. Mesmo assim, eu creio que o cidadão ainda não despertou seu ódio contra o sr. Henrique Meirelles, mas contra os parlamentares que defendem as reformas de Meirelles, será que ainda não? Não pensem os deputados que a não ocupação ainda de Brasília pela massa é por falta de ódio, revolta ou indignação. Essa mobilização depende das lideranças e principalmente das centrais e estas estão no momento com outras estratégias, visando mais as eleições de 2018, centradas na candidatura de Lula, ou esperando acordos políticos, pois essas lideranças há bem pouco tempo estavam no poder e muitas delas ainda continuam no poder nos estados e municípios. O fato das ruas não estarem cheias e os trabalhadores não estarem greve, deve ser motivo de mais preocupação ainda, pois os indivíduos perdendo a esperança e a confiança nas suas lideranças poderão partir para atos individuais ou de pequenos grupos. As massas estão se sentindo aterrorizadas e poderão responder com o terror, individual ou não. Ninguém se sente seguro no País com essas reformas. Elas constituem uma bola de neve no caminho de cada vez mais recessão, os seus males serão multiplicados cumulativamente, e o ódio, o terror, a insegurança também. Não haverá crescimento, é mentira de Meirelles e ele sabe disso, daí sua paranoia com segurança, mas ele pode a qualquer momento fugir para os EUA, a verdadeira pátria dele, e os demais como ficam? Caso os brasileiros resolvam fazer justiça com as próprias mãos, os governantes brasileiros não pode reclamar de violência, pois foram eles próprios, que abriram o precedente, propondo medidas impiedosas e drásticas que levam fatalmente a morte e ou ao medo da morte, dos brasileiros e de seus familiares e sem nenhuma razão, apenas para satisfazer interesses escusos que nossos governantes representam e esperam lucrar com eles. As justificativas são meras falácias e mentiras plantadas segundo o princípio cínico nazista de Goebbels, "uma mentira repetida sempre ganha foros de verdade", e o conseguem graças ao monopólio e controle que detém da comunicação.

Francisco José Duarte de Santana franssuzer@gmail.com 

Salvador

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TRAVESSIA

Pelo jeito é mais fácil atravessar uma pinguela do que aprovar a Previdência.

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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TERRORISMO FISCAL

As pessoas e a imprensa precisam se dar conta do terror fiscal que o País vive hoje. O aparelhamento da receita federal que resultou na bonificação de auditores fiscais (discutida em matéria publicada pelo "Estadão" na última sexta-feira, 16) tem causado o efeito prático de termos empresas trabalhando legitimamente dentro dos estritos parâmetros que permite a lei serem autuadas pelo fisco. As histórias de autuações são das mais banais às mais absurdas, incluindo um fiscal que exigiu de uma das maiores empresas do Brasil, com milhares de funcionários, ver todos os recibos físicos de reembolso de despesas de funcionários acima de cem reais dos últimos cinco anos. A empresa se mobilizou, montou e apresentou de forma organizada dezenas e mais dezenas de caixas com recibos para serem auditados. O auditor não abriu sequer uma caixa e autuou a empresa em centenas de milhões de reais. Da mesma forma, qualquer forma de planejamento tributário (que legitimamente explora formas de reduzir impostos dentro da insanidade que é o nosso sistema tributário) também tem recebido autuações, independentemente se foi usada uma tese tributária já pacificada pelas cortes brasileiras ou não. Essa loucura não só alimentou a bonificação dos auditores fiscais como também a corrupção no CARF (que julga as autuações dos fiscais). Mas depois da Operação Zelotes, que investiga a corrupção no próprio Carf, os representantes do governo no Carf (que dominam aquela corte) também passaram a ser bonificados por processo ganho pelo governo, tornando praticamente impossível qualquer pleito honesto contra autuações desonestas do fisco. Ou seja, vivemos um terrorismo fiscal em que, se concluirmos que autuações virão independentemente da lisura com que se tratam as relações com o fisco, fica difícil decidir se o melhor é seguir ou não as regras. É dessa forma que queremos incentivar o empreendedorismo e a economia no Brasil? Depois tem gente achando ruim ter empresários brasileiros fechando empresas no Brasil e indo para outras praças menos hostis a quem gera empregos e valor para a sociedade para atender o próprio mercado brasileiro, ou simplesmente saindo do País para nunca mais olhar para trás.

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana do Parnaíba

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TETO SALARIAL PAULISTA

Com aproximadamente 60 anos de funcionalismo e de USP, me sinto expropriado à muito tempo e todo mês, pelo desconto do teto salarial estabelecido pelo nosso governador, daquilo que conquistei com meu trabalho e dedicação durante toda minha carreira nesse período. Tirar uma porcentagem do salário de boa parte dos funcionários estaduais de São Paulo, com base nesse teto fictício é uma injustiça com aqueles que o conquistaram.

Jose Mondelli jomond@fob.usp.br 

Bauru

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CORRIDA PRESIDENCIAL

Macaco velho é macaco velho! De uma só estocada Michel Temer mostra ao eleitorado de Bolsonaro que o Brasil não precisa dele para atos heroicos; ao eleitorado de Lula que o Brasil não precisa dele para que os aposentados  não "trabalhem até morrer"; ao eleitorado da "elite"  que seus representantes não têm tutano para encarar a reforma da Previdência... Quem sai fortalecido? Michel Temer... Ou quem ele apoiar como candidato à Presidência! Veremos uma corrida à Brasília?

Sandra Gonçalves sandgon@terra.com.br

São Paulo

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ESTADISTAS

Será que no Brasil não existem políticos estadistas, ou seja,  políticos que pensem no desenvolvimento do povo brasileiro e não no próprio bolso?

Milton Bulach mbulach@gmail.com

Campinas

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MEA CULPA: SERÁ?

Sepúlveda Pertence está longe de fazer "mea culpa". Isto seria efetuado se ele estivesse arrependido das companhias que teve. Partilhou de intimidade profissional com José Sarney, o que não é pouco. No STF participou junto com Nelson Jobim, aquele que nunca deixou se abrir o sigilo de Paulo Okamoto. O próprio

Sepúlveda alega na entrevista ao "Estado" que não se sentia confortável de não ter sessões no STF nas sextas-feiras. Oras, ele e Nelson Jobim presidiram o STF e são contemporâneos ao longo do período que isto ocorria, e ambos não corrigiram a prevaricação. Agora ele abraça a causa de Lula, pago com dinheiro sujo, hábito dos grandes causídicos de nosso País. Para realmente fazer uso de "mea culpa" era disso tudo que ele tinha que se dizer arrependido. Quanto ao "monstro" que ele atribui ao Ministério Público, tomara todos os monstros estivessem investigando a corja que governou este país desde 1988 da mesma forma. Chega de impunidade aos políticos sujos que se servem de nosso País ao invés de servi-lo. Que a aposentadoria de Sepúlveda Peretence continuasse é a grande notícia que poderíamos ter. Não aceito que se diga que há uma "mea culpa" de quem sai em defesa do maior saqueador que nossa História já teve. E é pago com dinheiro deste bandido que Sepúlveda Pertence se locupletará.

  

Abel Cabral abelcabral abelcabral@uol.com.br 

Campinas 

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A FONTE SECOU

O propinoduto que abastecia o instituto Lula parou de funcionar. As famosas palestras não mais ocorrem. A banca de advogados continua aumentando e, consequentemente, as despesas. Quem está bancando esses gastos? No quartel de Abrantes, continua tudo como antes, ou seja, os amigos bancam, na esperança de recuperar o investimento quando o mais honesto voltar ao poder.

José Alcides Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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ULTRAVELOCIDADE

A cômica propaganda "Vivo fibra é ultravelocidade" produz muitas risadas, pois não existe o serviço da empresa no bairro do Gonzaga, em Santos. A região é nobre e importante, mas não tem o serviço. Posição que poderia trazer novo atrativo para os mais de 30 mil habitantes do bairro, para quem vive em outros bairros e também para quem viaja das cidades do planalto paulista para cá, que poderiam ter o novo serviço e continuariam a desfrutar a praia, os três shoppings, sorveterias, cinemas, lojas, galerias, comércio, restaurantes, a Praça da Independência e tudo mais. 

Orlando Lovecchio Filho imovel@exibir.com 

Santos

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'FACEBOOK'

Leio em editorial de domingo (18/2, A3) sobre as preocupações da Unilever com as "fake news" em redes sociais. Ora, é preocupação mal colocada, quando os maiores e mais insistentes divulgadores de notícias falsas - como o déficit da Previdência e os privilégios dos funcionários, por exemplo - são os veículos tradicionais: jornais, revistas, televisão, sempre comprometidos com a ideologia do anunciante. As redes sociais são a verdadeira imprensa livre!

Tibor Rabóczkay trabocka@hotmail.com 

São Paulo 

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SORTEIOS DA MEGA-SENA

Os sorteios da Mega-Sena têm mostrado uma tendência estranha. Em outros tempos, a cada duas, três semanas, havia ganhadores e, em geral, mais de um. Agora temos prêmios que se acumulam e sai um só ganhador quando o valor já está muito alto. Se pensarmos que a vice-presidente da Caixa, responsável pelos jogos foi afastada por corrupção, podemos ficar tranquilos de que os sorteios são corretos ou devemos pensar que os cinquenta e um milhões de Geddel foram um desses prêmios?

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

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NOSSO FUTEBOL MEDÍOCRE 

O boleiro Gabriel, ou "Gabigol" como dizem os santistas, ao marcar um gol contra o combalido São Paulo e fazer seus trejeitos ridículos, retratou com perfeição a mediocridade do futebol brasileiro na atualidade, que exporta promessas para a Europa e recebe-as de volta como refugos. O referido boleiro, vendido para a Inter de Milão e como um "novo Neymar", decepcionou no time italiano, em que em momento algum mostrou qualidades para jogar no duro campeonato italiano, mas aqui certamente terá sucesso. Outro boleiro que deveria seguir o mesmo caminho é Paulo Henrique Ganso que em momento algum mostrou bola para ficar na Espanha, mas aqui enganará, assim como o Gabriel. 

Laércio Zanini spettro@uol.com.br

São Paulo 

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GANSO É O RITMISTA QUE TITE PROCURA

Finalmente Paulo Henrique Ganso decidiu sair do Sevilla. Não pode nem merece ser desmoralizado por treinadores recalcados e ignorantes.  Tomara que retorne ao São Paulo. Sem desmerecer outros grandes clubes que também querem contratá-lo como Grêmio e Atlético Mineiro. Ganso joga mais do que Diego e Nenê. Evoluiu fisicamente. Mantém a técnica apurada.  Tite revelou que precisa de um "ritmista" na seleção. Ninguém melhor do que Ganso para cadenciar o jogo com inteligência e habilidade. 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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