Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

21 de fevereiro de 2018 | 03h06

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Vencedores e vencidos

Ok, vocês venceram, batata frita... – lembrando o grande sucesso Você não Soube me Amar, da banda Blitz, que agora se encaixa exatamente na “falecida” reforma da Previdência. E quem são “vocês”? As corporações, como sindicatos de servidores públicos, associações de magistrados e congêneres, que “venceram” com a manutenção de indecentes privilégios que contemplam apenas 0,5% dos brasileiros. Os outros 99,5%, se não têm pão, que comam brioches! Cuidado, porém, quem proferiu essa recomendação aos franceses acabou não se dando muito bem.

JOSÉ CLAUDIO MARMO RIZZO

jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

Ganharam: 1) Os que são contra tudo o que vem do governo, até para “vingar” o impeachment de Dilma, ou seja, a atual oposição; 2) os servidores públicos e juízes e promotores defensores de suas regalias injustificáveis; 3) os deputados que negaram apoio para não se exporem; 4) Rodrigo Maia, que se livrou de um incômodo; 5) Michel Temer, por se livrar de uma derrota para os citados. Perderam: 1) Os cidadãos contribuintes, que pagarão as consequências e os juros da dívida pública; 2) todos os que seriam empregados nos investimentos postergados. Que democracia é essa? Algum candidato defenderá a reforma da Previdência na campanha eleitoral?

HARALD HELLMUTH

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

Parece que a chamada reforma da Previdência e o presidente Temer foram derrotados mesmo. Para isso se juntaram a covardia de grande parte dos parlamentares e dos partidos, o corporativismo (Judiciário incluído), os pelegos dos sindicatos que só representam eles mesmos, os chamados “movimentos sociais”, formados pelos desocupados e baderneiros de sempre, e o ex-procurador-geral Rodrigo Janot, que por motivos obscuros (ou não tanto) quis derrubar o presidente Temer. A derrota maior, porém, é do Brasil e dos brasileiros, grande parte enganada pelos espertalhões de plantão. Resta aos eleitores conscientes, em outubro, expurgar do Parlamento os que se acovardaram, não defendendo a reforma, que agora, com a desgovernança no Rio de Janeiro, que leva ao impedimento de mudança constitucional, não será feita mesmo.

ÉLLIS A. OLIVEIRA

elliscnh@hotmail.com

Cunha

E agora, Janot?

O presidente Temer perdeu apoio do Congresso para a reforma da Previdência desde que o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, imbuído de um patriotismo suspeito, resolveu liberar a delação dos donos da JBS. O resto sabemos de cor e salteado. Depois de uma total aprovação dentro do Congresso Nacional, Temer ficou tão pequeno quanto a ex-presidente Dillma. E aí, Janot? Satisfeito com seu patriotismo suspeito, que está levando o Brasil a mais um ano de resultados econômicos pífios, com a dívida pública aumentando descontroladamente, quando poderíamos já estar em plena recuperação e com investimentos crescentes? Esperamos que quando vier a receber, mês a mês, sua privilegiada aposentadoria de R$ 33 mil, Janot tenha consciência do mal que fez ao País. Ao sair do Planalto, Temer enfrentará a Justiça de qualquer jeito. Custava esperar?

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

INTERVENÇÃO NO RIO

Remédio amargo

Os ex-presidentes Lula e Dilma nada fizeram para acabar com o tráfico de drogas e armas no Rio de Janeiro. Os políticos do PT e do MDB fizeram de conta que estava tudo sob controle, enquanto o caos se instalava nas favelas. Pezão, Sérgio Cabral, Rosinha e Anthony Garotinho, Benedita deixaram de lado a segurança do Estado nos últimos 20 anos. A melhor solução não é pôr o Exército nas ruas, mas a hora de tomar atitudes já passou. Resta torcer para que a intervenção tenha algum resultado positivo.

JOSÉ CARLOS SARAIVA DA COSTA

jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

Guerra civil

Será que é tão difícil assim entender que o que há no Rio de Janeiro não é um alto índice de homicídios e de roubos, mas uma guerra civil entre uma polícia medíocre e acuada, por força de um Estado incompetente, e um verdadeiro exército de bandidos fortemente armados?

JATIACY FRANCISCO DA SILVA

jatiacy@hotmail.com

Guarulhos

Mandado coletivo

Leio na mídia, e quase aceito como verdade, que “a população rejeita o mandado de busca coletivo”. E dou-me conta de que essa afirmação se deu a menos de 24 horas de aventada a hipótese. Das duas, uma: ou os institutos de pesquisa foram agilíssimos, ou a chamada “população” é composta, na verdade, de ONGs sustentadas com dinheiro público e capitaneadas por nefelibatas moradores de condomínios seguros. Ou, ainda, são agentes das chamadas comunidades controladas pelos chefes do tráfico. O general Heleno foi muito feliz ao elogiar e defender a PM do Rio, que perde um homem a cada dois dias, e desafiar os críticos de boteco a subirem o morro, sob balas, na cola da polícia.

PAULO MELO SANTOS

prsantos1952@bol.com.br

Niterói (RJ)

Confesso que estou decepcionado com certos brasileiros acerca da intervenção federal no Rio. Uns dizem que não vai resolver nada; outros, que o Exército não pode fazer isso e aquilo, que os militares têm de agir dentro da lei. O Conselho Nacional de Direitos Humanos diz que a intervenção é licença para matar. A questão é: bandidos agem dentro de regras civilizadas? Infelizmente, pela omissão ou até conivência do Estado a coisa chegou a tal ponto que agora o único jeito de resolver a situação é pela força. Com o cuidado de não envolver pessoas de bem. Bandido só se intimida quando a força contrária é maior que a dele.

FAUSTO JAMES VIDOTTO

faustovidotto@yahoo.com.br

São Carlos

Só os tais “especialistas” e algumas entidades “defensoras” de direitos humanos são contra os mandados coletivos. Neste momento há outras soluções? A meu ver, não. A bandidagem precisa ser contida rapidamente e só quem não quer ver ou é conivente com a situação pode ser contra uma atuação eficiente.

JORGE A. MORAIS DA SILVA

jotaugustoadv@icloud.com

Barretos

É aqui, sim

O general Braga Netto que se prepare para bem desempenhar sua missão, agora o Haiti é aqui.

NIVALDO RIBEIRO SANTOS

nivasan1928@gmail.com

São Paulo

“Nós, eleitores, somos os verdadeiros culpados, por elegermos maus políticos”

HUMBERTO SCHUWARTZ SOARES / VILA VELHA (ES), SOBRE O ADIAMENTO ‘SINE DIE’DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA

soares@uol.com.br

“A manifestação organizada pelas diversas organizações que pensam ser progressistas contra a já soterrada reforma da Previdência foi a mesma coisa que vaiar enterro”

ALEXANDRU SOLOMON / SÃO PAULO, SOBRE A GREVE DA ÚLTIMA SEGUNDA-FEIRA

alex101243@gmail.com

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

TEMER E A DESMORALIZAÇÃO DO EXÉRCITO

 

Infelizmente a atitude de Michel Temer em intervir na segurança pública da cidade do Rio de Janeiro, colocando o Exército para o controle da criminalidade irá desmoralizar o Exército (ele certamente não percebeu ou percebeu e se cala). Em primeiro lugar, o Exército não é treinado para isso, seu treinamento é para combater o inimigo em campo de batalha e não em favelas; em segundo lugar, porque o combate deve ser letal e não fazer prisões para depois encaminha-las às delegacias de polícia ou audiências de custódia. Por outro lado, compara a situação à Guerra do Vietnã, em que o exército americano combatia os vietcongues em seu território, em guerra de guerrilhas, em que os norte-vietnamitas se escondiam em túneis, arrozais e matas bastante conhecidas por eles. O único meio era o uso do "napalm" que produzia estragos infames e mortes desnecessárias. Mesmo assim os americanos perderam a guerra e amargam isso até hoje. "Mutatis mutandi", as facções criminosas conhecem todas as favelas do Rio, seus becos, saídas, esconderijos e misturam-se com pessoas de bem. Ora, como o Exército vai combater esses criminosos? Lançando bombas de "napalm", dando rajadas de fuzil, usando canhões? Certamente irá perder homens, enxugar gelo e sairá de lá desmoralizado e o bravo coronel irá para a reserva. Ora, a defesa de um Estado compete ao governo estadual, trocar apoio do Exército para conseguir votação no Congresso é um absurdo.

Claudio Mazetto cmazetto@ig.com.br

Salto

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O OBJETIVO DA INTERVENÇÃO

Não é possível entender a justificativa dada por quem se opõe à intervenção militar na Segurança do Rio de Janeiro. Uma delas é a de que as causas geradoras da violência, que todos sabemos, são múltiplas e complexas, além de virem num crescente há décadas, não serão resolvidas. Sim, por óbvio não serão, mas o resultado de muitos anos de descaso está aí, gerando uma violência alarmante e sem controle, pondo em risco a vida de qualquer cidadão, em especial os que vivem nas comunidades e também de policiais que, sem recursos e preparo adequado para enfrentar uma guerrilha urbana, com salários baixos e atrasados têm sido abatidos como moscas. Crianças são as maiores vítimas de balas perdidas, além de adultos. Tudo ocorrendo de forma trágica.  Assim, como imaginar que só se atue com as caudas solucionadas? Ora, isto demandará anos de trabalho intenso com a adoção de estratégias corretas, com bons e honestos governantes, devotados às soluções contínuas dos problemas geradores desta doença social que tem afetado agudamente o Rio e outros Estados em situação de deterioração crescente. Assim, uma ação emergencial era mais do que necessária para conter os efeitos maléficos das razões que trouxeram o Ria para este descalabro. Ninguém espera, por óbvio, que esta intervenção vá cuidar das causas, pois este não é o propósito da missão. Mas sim colocar limites à criminalidade, à violência e à insegurança da cidade símbolo do Brasil, cartão postal do nosso País. Portanto, boas vindas às gloriosas Forças Armadas brasileiras, já que é de sua natureza e missão proteger a população onde quer que ela se encontre em perigo e sob ameaça. As causas serão objeto de trabalho intenso durante anos dos setores adequados, se a população colaborar escolhendo com muito cuidado seus governantes. Que não caiam no canto sedutor de populistas, pois são estes os maiores causadores de danos graves. 

Eliana França Leme efleme@gmail.com 

Campinas 

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SEGURANÇA NO RIO

É só a pontinha do iceberg de Nação dirigida por criminosos. O Rio foi "vendido" para a bandidagem por Brizola, o Rio já está sob intervenção do "faz de conta" há pelo menos duas décadas, agora é que se está estourando fogos de artifícios estando Michel Temer no comando dessa patifaria. As Forças Armadas ainda são dirigidas por um reles comunista, parceiro de Brizola. O problema é o resto do País que ainda continua nas mãos de bandidos do tráfico e bandidos políticos. Claro que as Forças Armadas já deveriam ter saído dos quartéis há décadas, quem sabe agora acordem de vez e se falharem no Rio, que é algo bem possível (como os americanos no Vietnã), é bom que se recolham de novo ao berço esplêndido de seus quarteis. Se não colocarem na cadeia os criminosos políticos, não adianta persegui com tanques guerrilheiros traficantes, que fogem e se escondem na própria multidão! Acordem, senhores militares (não milicos) se quiserem resolver a questão façam como em 64, mas de forma militar, não de "milicozinhos" ditadores!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com 

São Bernardo do Campo

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UMA PATUSCADA SEM COMES E BEBES

Já disseram que o Brasil não é um país sério. Acertaram em cheio. Disseram também que era o País do futuro. Como se sabe, o futuro não é alcançável, quando se chega perto dele ele vira presente. A intervenção militar no Estado do Rio de Janeiro é uma autêntica patuscada, uma jogada política que apenas irá ridicularizar a memória dos nossos soldados da Batalha dos Guararapes, em Riachuelo, Cerra Corá, Monte Castelo e Montese. Pior do que os morros na Itália são os morros do Rio de Janeiro, em que os bandidos, comerciantes de drogas, armas de grosso calibre e comércio de cargas roubadas possuem uma logística que conta, além da simpatia da maioria dos habitantes, com o favorecimento pelo emaranhado de vielas, becos e esconderijos. Nas atuações do Exército em batalhas já citadas o objetivo do era eliminar o adversário pela morte. No Rio, não creio que as Forças Armadas tomariam essa atitude. Nessa intervenção oportuna para Michel Temer, como ficarão a Polícia Militar, a Polícia Civil e a Polícia Rodoviária? O tempo é o senhor da razão, já disse um político corrupto conhecido.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 

Vassouras

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GUERRA CIVIL

De um lado as Forças Armadas, do outro, o crime armado e organizado. Entre eles, a população amedrontada, sitiada e apavorada. "SocorRio"!

J.S. Decol decoljs@gmail.com 

São Paulo 

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PERIGOSO OPORTUNISMO 

Aos 72 anos de idade, imaginava já ter visto tudo em matéria de oportunismo político. Mas, a intervenção meia-boca no Rio de Janeiro foi "sui generis": neutralizou a desgastante reforma da Previdência no Congresso, guilhotina de votos e focou a Segurança Pública deste Estado, fechando os olhos ao caos moral e funcional do Executivo, Legislativo e Judiciário local. Dando certo, chove votos para o presidente e todos os envolvidos, se errado, a culpa é das Forças Armadas. Jogo perigoso, limítrofe da instabilidade institucional. Aguardemos o próximo capítulo da novela "perigoso oportunismo". 

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com 

Ribeirão Preto 

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INTERVENÇÃO NO RIO: NOTA ZERO

Para combater o crime no Rio é fácil, basta os corruptos de Brasília terem um mínimo de patriotismo: 1) Que todos os condenados cumpram totalmente sua pena na cadeia, sem saidinha para nada; 2) Que o Estado compre dos policiais as armas apreendidas do bandidos, pagando de R$ 500 a R$ 1.000 cada uma, em 90 dias o crime estará desarmado! 

João Carlos Ângeli j.angeli@terra.com.br 

Santos

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REDUÇÃO DE MORTES

A intervenção no Rio de Janeiro é a forma que os políticos demagogos (alguns em conluio com a cúpula de organizações criminosas) encontraram para reduzir as mortes de PMs cariocas.

Os mortos agora serão soldados do exército. É uma distribuição mais justa e equânime pelos Estados da federação.

Ely Weinstein elyw@terra.com.br 

São Paulo

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TODOS PROMETERAM

Eleitor do Rio vê se aprende. Desde o fim dos governos militares, todos os governadores eleitos, começando pelo sr. Leonel Brizola, que proibiu a polícia de subir nos morros, todos, Moreira Franco, Marcello Alencar, Anthony Garotinho, Benedita da Silva, Rosinha Garotinho, Sérgio Cabral, Luiz Fernando Pezão, sem exceção, falaram que iam combater a criminalidade, a violência, etc.. Repare bem. Todos mentiram. Te enganam há 32 anos. Foi para isso que você pediu o fim dos governos militares e abertura ampla, geral e irrestrita? Vão acordar? 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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ALVO ERRADO

O Exército foi incumbido por Michel Temer para moralizar o Rio de Janeiro, dominado por traficantes, ladrões, assassinos e todas outras classes de criminosos - políticos incluídos. Mas o alvo principal, com o maior número de traficantes, ladrões e quadrilhas é Brasília, onde os três Poderes estão baseados. Errando o alvo, não vão consertar o Brasil. Errar é o hábito dos três Poderes. Criminoso bom é o criminoso morto. Uma salva de tiros, bem nos focinhos dos alvos.

Mário A. Dente eticototal@gmail.com 

São Paulo

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PARA ONDE IRÃO?

Muito bem, com o exército nas ruas cariocas é bem possível que a bandidagem desapareça... Mas para onde irão, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, quem sabe o Paraná?  Se não exterminados, para algum lugar terão que ir, ou será que todos se converterão em santos, homens de bem ou até evangélicos, sabem aquele velho ditado de nossos pais e avós: "de nada adianta vestir um santo se temos que desvestir outro"?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo 

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SITUAÇÃO ASSUSTADORA

Estou assustado, nunca vi tantos conhecedores de Segurança Pública no País. Eu não sei se a intervenção está correta ou errada, pois não sou nenhum especialista no assunto, mas que alguma medida precisava ser tomada, isso precisava, todavia, olho com desconfiança, face o momento podre da politica que vivemos. Assim, melhor esperar para ver se houve boa ou má-fé na medida, vez que deles podemos esperar de tudo. Não adianta ser a Cidade Maravilhosa se o céu não está azul. Há algo de podre nessa decisão, visto que o presidente Temer sabia que a maioria dos brasileiros pede intervenção militar para todo o Brasil aos moldes da que aconteceu em 1964.

 

Leônidas Marques leo.marquesvr@gmail.com

Volta Redonda (RJ)

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TIROTEIO

Os tiroteios do Rio de Janeiro foram transferidos para o governo. Pelo andar da carruagem ele está atirando pra todos os lados!

Moises Goldstein mg2448@icloud.com

São Paulo 

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NOVA YORK X RIO DE JANEIRO

A primeira vez que estive em Nova York foi no início dos anos 1980 e era de apavorar. Tínhamos medo de sair às ruas, principalmente à noite. O metrô era inteirinho pichado e era comum ver gangues em grupo à espera de algum turista desavisado. Mas depois que o prefeito Blumberg governou NY e desenvolveu uma força tarefa para recuperar a cidade, que vinha dia a dia perdendo turistas por causa da bandidagem, a cidade mudou da água para o vinho. Além de atuarem com inteligência para desbaratar e prender as gangues organizadas, também aprovaram leis seríssimas para o bandido que desrespeitasse ou matasse um policial. Fora que nenhum crime ficava sem solução e o assassino devidamente trancafiado. Essa foi uma das primeiras atitudes tomadas por Blumberg, assim como outras de igual relevância, como aprimorar a educação dos jovens para que pudessem ter um futuro melhor. Se o exército não tiver autorização para agir como polícia no Rio de Janeiro, aplicando técnicas aprimoradas e melhoradas pelos anos em que estiveram ajudando no Haiti, será tempo perdido. Ah, e não dar bola para os tais "direitos humanos socialistas", que só se lembram de aparecer quando algum bandido é morto, porque a população de bem não faz parte do currículo deles!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo 

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PAUTA ELEITORAL

A criminalidade vem crescendo continuamente desde a redemocratização e ninguém mexia nos tabus legais, colocando o crime, incluindo a corrupção, como um dos melhores "negócios" do País. Com a medida corajosa tomada pelo presidente Temer, esse panorama começa a mudar. Durante pelo menos este ano eleitoral o foco será, finalmente, a segurança - uma unanimidade nacional! Com isso, surge um novo projeto de país e uma tarefa fundamental para o Congresso: preparar uma Assembleia Nacional Constituinte para a próxima legislatura, autorizada em plebiscito, que reveja, em detalhes, os inúmeros itens da atual Constituição que têm causado polêmica, seja por falha de redação ou má interpretação, seja por excesso de direitos inviáveis, seja por defeitos federativos, seja pela inoperante soberania popular. Os itens discutidos passarão automaticamente para a pauta dos candidatos e assim o eleitor participa conscientemente da eleição dos mais alinhados com a agenda definida. O Brasil é mesmo um país surreal. Essa nova oportunidade surge devido ao "sucesso" do crime organizado, que ao chegar ao paroxismo no carnaval, abriu as portas para um novo futuro nacional!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo 

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SALVE O RIO!

Adoro esses messiânicos. Huck, que nunca fez política fora do ambiente corporativo e nunca exerceu função executiva em lugar nenhum (provavelmente nem em casa) queria sair logo candidato a presidente do Brasil. Queria salvar a Pátria do alto da sua sabedoria de burguesia do Leblon (a mesma que produziu essa maravilha que hoje vemos transformada em intervenção federal). Bárbaro! Mas se Huck realmente quer fazer algo impactante pelo Brasil e realmente se qualificar para o cargo de presidente, por que não se candidata ao governo do Rio de Janeiro? Difícil imaginar o Rio de Janeiro muito pior do que está. Se mostrar serviço, aí sim! Brasília pra você. Pense nisso!

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

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A NOVA FANTASIA

Numa sessão solene o governo anunciou o abandono da tão necessária reforma Previdenciária e revelou seu plano B para cobrir o rombo. Entre as medidas: reforma do PIS/Confins (leia-se aumento da contribuição); regulamentação do teto remuneratório (incluindo o Judiciário?); privatização da Eletrobrás (a ser derrubada na Justiça); recuperação e melhoria das estatais (somente agora?); cadastro positivo (que os bancos, inclusive o do Brasil não aplicaram antes, e não vão aplicar). Na terra do carnaval não falta fantasia!

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com 

São Paulo

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REFORMA E CONTRIBUIÇÃO SINDICAL OBRIGATÓRIA

As principais centrais sindicais do País convocaram seus "associados" para um protesto contra a reforma da Previdência. Uai, será que essas centrais sindicais ainda não sabem que a reforma previdenciária foi enterrada, graças a uma tal intervenção federal no Rio de Janeiro, ou melhor dizendo, graças à falta de quórum no Congresso para votá-la? É triste ver motoristas, bancários e professores caindo no golpe dos sindicatos. Pois nós, seres pensantes, sabemos que esse protesto é só para tumultuar, para que os sindicalistas consigam um "diálogo" com o governo federal, para negociar a volta da contribuição sindical obrigatória. Quem aderiu à manifestação é burro, desocupado ou quer se dar bem com a volta da contribuição sindical obrigatória. Quem aderiu à manifestação não veste a camisa do nosso País. Mas o que me alegra é saber que a adesão foi muito insignificante e que a maioria dos brasileiros vai continuar lutando para acabar com parasitas que sugam os recursos dos cofres públicos, sejam eles sindicalistas ou congressistas, que traíram seus eleitores, não votando a reforma previdenciária. Mas vamos em frente, redes sociais e mídia, em busca de um Brasil melhor. 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 

Americana 

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O FRACASSO DE TEMER

O presidente Michel Temer fracassou miseravelmente na tentativa de reformar a Previdência, cantada em prosa e verso como a ação mais importante de seu governo, a inadiável reforma vai ser esquecida no fundo de alguma gaveta. Bom seria se o País pudesse recuperar os bilhões de todas as propinas e os tantos cargos negociados para aprovar a reforma que não houve. A quase ex-ministra Cristiane Brasil, por exemplo, pode esquecer o prometido ministério e Temer poderia fazer o favor de nomear alguém competente para o ministério do trabalho. 

Mario Barila mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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ORGIA SALARIAL

A mídia vem divulgando com muita frequência salários pagos nas estatais Petrobrás, Eletrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal (CEF) e algumas outras. Valores que chegam a R$110 mil, fora participações. Mesmo que sejam salários pagos a diretores, diria que é um absurdo. No mercado não encontrariam nem R$ 10 mil. E o curioso é quando perdem a função mantém os salários. É por isto que o Judiciário e o Legislativo vivem aumentando seus penduricalhos. Teve uma época que os salários destas mesmas estatais estavam limitados ao salário de ministro de Estado. Quem ganhava mais tinha seu salário cortado. E ninguém pedia demissão, pois o mercado não os abrigaria. Então redução imediata. Isto melhoraria sobremaneira o Orçamento da União.

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro 

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OS SUPER-SALARIOS DO CNJ

Que espécie de conselho é este que aceita com naturalidade embolsar dinheiro público dado pelos contribuintes e achar que não é salário? Agora acabou mesmo.  Tá tudo dominado! É revoltante! E revoltante é observar a fisionomia sorridente da maioria desses conselheiros. Destituam-se todos! Fora todos, até mesmo Cármen Lúcia!

Júlio Artur Carvalho Gomes jacgdiagmed@ig.com.br 

São Paulo 

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MÁ-FÉ

Não se trata apenas do gênero "chicana" e da espécie "má-fé". O que têm feito os magistrados, em todos os polos da ação que discute o auxílio-moradia no absurdo valor de R$ 4.300 aos juízes federais, é uma imoralidade desavergonhada, indecente, que põe em dúvida seria, não apenas as partes da Ação Originária 1773, que dormiu no "berço esplêndido" dos processos com vistas a Luiz Fux, por anos e agora o benefício está sendo questionado mediante nova resolução. Mas convém ao Supremo Tribunal Federal (STF) decidir conforme seus próprios precedentes e então não constituem direito adquirido vencimentos ilicitamente recebidos. E como nos idos de 2012 decidiu o ministro relator Carlos Ayres Britto, que não são "legais" vantagens pecuniárias ilicitamente pagas, então estamos na mais alta hierarquia das leis, a Constituição, a vedar a pretensão até hoje paga em razão das liminares concedidas pelo ministro que também é um dos que mais gasta com voos pagos por quem? Adivinhem! Como se vê, Gilmar Mendes não é o único Mefistófeles do STF. Às vezes o "non facere" de outros (como pedidos de vistas "ad eternun") podem ser aparentemente menos beligerantes, são mais nocivos do que o brigão.

Andrea Metne Arnaut andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo 

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DINHEIRO JOGADO FORA

Como podemos acreditar num país em que somos roubados a cada fração de segundo? A Nação paga R$ 211 milhões em penduricalhos a sete mil juízes. Se tomarmos como exemplo o salário médio do brasileiro, em torno de R$ 1.000 reais, gastaríamos R$ 7 milhões para sete mil pessoas que realmente trabalham para sobreviver (sem regalia nenhuma). Falar em Justiça é acreditar em Papai Noel.

Wilson Matiotta loluvies@gmail.com 

São Paulo 

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POR QUE A JUSTIÇA É LENTA?

Os tribunais abarrotados de processos que requerem a atuação de juízes probos e dedicados têm tempo para tornar a Justiça mais lenta do que é, cuidando de seus interesses paroquiais. Então não são probos, mas dedicados a causas próprias. Luiz Fux que o diga!

Carlos Leonel Imenes leonelzucaimenes@gmail.com

São Paulo 

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REAJUSTE DO FUNCIONALISMO

A liminar concedida pelo ministro Ricardo Lewandowski, que suspendeu o adiamento do reajuste do funcionalismo, adiando de 2018 para 2019, dificilmente será derrubada. É que a Constituição da República, no artigo 37, inciso X, assegura aos servidores públicos, no tocante à remuneração, o direito à "revisão geral anual, sempre na mesma data e sem distinção de índices".

Acilon Dantas de Andrade

Rio de Janeiro 

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NOVA LEI

Gilmar Mendes defende lei de abuso de autoridade contra "vazamentos". Deveria ter lei também para punir quem concede habeas corpus a criminosos contumazes. A lei "abuso de habeas corpus".

 

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br 

São Caetano do Sul

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O MONSTRO DE SEPÚLVEDA

O ex-ministro, e também ex-presidente do Supremo, Sepúlveda Pertence, como procurador-geral da República, que foi entre 1985 a 1989, disse conforme publica o "Estadão", que na época da Constituinte, ajudou a criar o "monstro" que é o poder exercido hoje pelo Ministério Público Federal (MPF).  Um lembrete importante, o sucesso das investigações da Lava Jato, além do ótimo trabalho da Polícia Federal e de alguns juízes federais, se deve também a participação efetiva do MPF! E sabe Deus, por que Sepúlveda critica...  Porém, o grande e verdadeiro "monstro" é um cidadão que ajudou a quebrar o Brasil, corrupto, formador de quadrilha, e já condenado em segunda instância, como o  farsante Lula da Silva, que o próprio advogado Sepúlveda Pertence, vai defender nos tribunais...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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EXTREMA-UNÇÃO POLÍTICA 

Os petistas estão preparando uma "extrema-unção-política" para que Lula suporte as dificuldades da prisão.

Eugênio José eugenioalati13@gmail.com

Campinas 

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CELA NADA ESPECIAL

Ontem a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou seus últimos recursos no Tribunal Regional Federal da 4.ª Região. Qual é o tipo de cela que está sendo preparada para Lula? Condenado sem curso superior fica junto com batedores de carteira, ladrão de galinha, pivete, entre outros menos favorecidos.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte 

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ATÉ QUANDO?

Senhores, a classe política vigente no País, quando se imagina que algum sentimento de autocrítica vá surgir, nos contempla com pérolas do tipo: 1) Deputado Rubens Bueno (PPS) que "(...) não há mais justificativa para férias de dois meses no Poder Judiciário". Certamente sugerindo que não existem os famigerados "recessos" do Legislativo! 2) O governador Pezão indignado sobre seu "recesso" carnavalesco em Piraí "retorna" com a velha ladainha das perdas dos royalties da Petrobrás sempre se esquecendo de que a companhia é federal e não do Estado do Rio de Janeiro, onde se encontra há seis décadas e não conseguiram até hoje criar novas fontes baseadas em investimentos diversos e não nós rendimentos cartoriais da Petrobrás!

Marcelo Cabral mfalsetti2012@gmail.com

São Paulo

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FEZ ESCOLA

O ministro Carlos Marun da Secretaria do Governo, ao se pronunciar perante a imprensa, mostra comportamento tão "liso quanto um quiabo", que mais se parece um verdadeiro "vaselina". Escorregando em tudo e nada explicando ficando tudo no ar, né não?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 

São Paulo 

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LUISLINDA ALFORRIADA

Submetida a "trabalho escravo" no Ministério dos Direitos Humanos, em que recebia apenas o salário do cargo sem poder acumulá-lo com sua aposentadoria, Luislinda Valois alcançou a liberdade pedindo demissão. Voltando à Boa Terra poderá desfrutar da alforria no sol e no mar das praias de Salvador, sem ter que desembolsar sua minguada remuneração com a maquiagem e o vestuário exigidos pelo cargo que ocupava. Nada mais justo, pois a liberdade é o primeiro direito humano.

Hélio de Lima Carvalho hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

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JULGAMENTOS

Desde o início de seu governo o senhor presidente da República, seja no erro, seja no acerto, tem sido alvo de críticas contundentes.  Isso lembra a velha história do jumento, do velho e do menino: "Vinham por um caminho um velho e um jumento montado por um menino. Ao passarem por um povoado, houve críticas pelo fato de um garoto estar montado e um velho a pé. Resolveram trocar de posições e o velho montou no jumento e o garoto começou a caminhar a pé. Ao passarem por outro povoado, receberam críticas pelo fato de um velho permitir que um garoto fizesse o caminho a pé. Resolveram então, tanto o velho como o garoto, montar no jumento para seguirem caminho. Ao chegarem em outro povoado foram recebidos com severas críticas por estarem estafando um pobre jumento. Resolveram então descer do animal e deixá-lo  andar livremente, enquanto ambos  foram  a pé. Ao passarem por novo povoado, foram recebidos com gargalhadas, taxados de idiotas, por caminharem a pé e o jumento  caminhar livre"!  Portanto,   que o senhor presidente determine as ações que  ele  e sua  equipe  entenderem  necessárias,  porque sempre existirão  aqueles que,  por ignorância ou má-fé,  estarão dispostos a jogar pedras.  Que a história em seu tempo o julgue,  julgando também,  com as mesmas medidas,  os governos que o antecederam. 

ARLETE PACHECO arlpach@uol.com.br

Itanhaém

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SAÚDE E EDUCAÇÃO NO BRASIL E GOVERNO FEDERAL

Em 15 anos, foram retidos R$ 31 bilhões em gastos para a moribunda Saúde. E quantos para a falecida Educação?

Luigi Vercesi luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

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E O BRASIL?

Lendo o texto de Denis Rosenfield (19/2, A2) informei-me e soube que temos mais de 2.200 procuradores no Brasil que chegaram ao cargo por concurso público e são independentes. Nos EUA são apenas 98, escolhidos pelo presidente, mas referendados pelo Senado (representantes eleitos pelo povo). São funcionários do governo, não são independentes e foram escolhidos entre os advogados mais experientes do país, não fazem concurso público, já que os americanos não gostam de entregar poder a uma pessoa só porque ela fez um teste de conhecimentos, geralmente decorados. Ministério Público independente do Executivo não é a regra nos países avançados. Caso o seja, esse Poder torna-se incontrolável pela sociedade, pois não responde a ninguém eleito pelo povo, nem ao presidente e nem ao Congresso. Temos algo a aprender com o EUA?

Sandra Maria Gonçalves sandgon@terra.com.br 

São Paulo 

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'O INCRÍVEL ESPECTRO PARTIDÁRIO'

Apesar de ter sido por muito tempo advogado do PT o eminente e sempre correto dr. Almir Pazzianotto (20/2, A2) foi direito ao ponto, sem dúvida alguma, em relação às próximas eleições, que certamente serão o "must" da surpresa e da, talvez, indignação do povo em relação aos honestos e corretos políticos que nos afrontam e nos afetam a vida. Concordo em gênero, em número e grau com as sabias palavras dele. Para ganhar, os candidatos irão fazer acordo até com o capeta. Afinal, o povo é o que menos lhes interessa faz tempo.

Antônio José Gomes Marques a.jose@uol.com.br 

Rio de Janeiro 

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ESTADO INEFICIENTE E FALIDO

A suspensão da sentença do Estado do Rio de Janeiro em contratar mil professores, dada por Cármen Lúcia é uma boa amostragem do irrealismo da Justiça fluminense. Não em tese, pois no Ensino Público falta tudo inclusive professores. Todavia é a crença na ideologia de que o Estado é capaz de resolver todas as mazelas da sociedade via sentença judicial, mesmo quando falido e sem recursos. Seria um subproduto do bordão constitucional "é dever do Estado...". A Constituição Cidadã, 30 anos depois nos legou um Estado ineficiente e falido, que arrecada mais de 1/3 do PIB em tributos, pois existem muitos direitos e poucos deveres e dentro do irrealismo, sem indicação de onde virão os recursos para tantos direitos.

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC) 

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NOVO

Cara Vera Magalhães: O "Novo" já está entre nós!

Jonas Federighi jonas@remconstrutora.com.br

São Paulo 

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SÃO FRANCISCO E COLORADO

Rio São Francisco daqui a 30 anos será o Rio Colorado (USA) de hoje.

Minoru Takahashi minorinhotakahashi@hotmail.com 

Maringá (PR)

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FALSO PARAÍSO

A conquista do vice-campeonato da escola de samba Paraíso do Tuiuti, no Carnaval carioca, entrará para a história como claro exemplo de negação da realidade, hipocrisia e demagogia, tudo junto e misturado. O acidente protagonizado pela escola no desfile do ano passado, que causou a morte de uma pessoa e ferimentos graves em outras - fruto de desorganização, irresponsabilidade e displicência - já deveria ter sido motivo suficiente de impedimento de desfilar este ano, como punição. Além disso, se o tema central do samba-enredo da escola foi a crítica à perda dos direitos trabalhistas (o que na verdade não aconteceu com a reforma), a agremiação deveria, por obrigação moral, demonstrar publicamente o cumprimento destes direitos junto a seus funcionários uma vez que, todos sabemos, a origem do dinheiro destinado às escolas de samba do Rio sempre foram e continuam sendo suspeitas, para dizer o mínimo. Para arrematar, chamar de fantoches os manifestantes que foram espontaneamente às ruas pedir - e conseguiram - o impeachment da incompetente Dilma Rousseff, é de deboche ímpar. Os militantes das centrais sindicais ligadas ao PT, assim como os do MST, MTST, entre outros, que são convocados e transportados em caravanas a locais de manifestações, alimentados com sanduíches de mortadela e orientados a entoar palavras de ordem ao comando dos seus líderes, estes sim são verdadeiras marionetes e fantoches manipulados ao bel prazer de quem não faz a mínima questão de ensiná-los a pensar. A triste situação do Rio de Janeiro se reflete até nos desfiles de Carnaval, em que tudo acaba literalmente em samba. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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