Fórum dos Leitores

.

O Estado de S.Paulo

25 Fevereiro 2018 | 03h04

PENDURICALHOS

Greve de juízes federais

Findos os anos de exceção, a democracia brasileira vem se aprimorando ao longo do tempo e se mostrando exemplar em alguns episódios, como nos escândalos de corrupção da Lava Jato, objeto de ampla investigação envolvendo os mais celebrados nomes da política e do empresariado, reafirmando o princípio constitucional de que todos são iguais perante a lei. Mas agora, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) se prepara para julgar, em 22 de março, as ações que tratam do auxílio-moradia para juízes, surge entidade social de magistrados – justo eles, os encarregados de zelar pela resolução pacífica de conflitos mediante processos judiciais – agindo como sindicato, convocando paralisação dos juízes federais para dia 15 e ameaçando com greve da categoria por tempo indeterminado, para pressionar os ministros da Corte a decidirem pela manutenção desse auxílio. O movimento é ilegal e tem caráter de subversão, impondo pronta ação ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para debelá-lo e punir os seus responsáveis. Afinal, se aos encarregados de aplicar a lei for dado descumpri-la, os reflexos deletérios na moral da sociedade terão consequências imprevisíveis.

SERGIO RIDEL

sergiosridel@yahoo.com.br

São Paulo

Insensíveis

Querer fazer greve para continuar recebendo quase R$ 5 mil a título de auxílio-moradia, quando o salário-base de um professor não atinge nem a metade disso... Peraí, onde está a sensibilidade dos srs. juízes? Como julgar alguém sem ser parcial?

ARNALDO DE ALMEIDA DOTOLI

arnaldodotolki@uol.com.br

São Paulo

Foram eles

O Estadão (23/2, A6) fez muito bem em lembrar: FHC e Nelson Jobim foram os parteiros do auxílio-moradia para os juízes federais, em 2000. E alguns dias depois seus salários foram aumentados! Sangram os cofres da Nação. Chora, povo brasileiro...

SANDRA MARIA GONÇALVES

sandgon@terra.com.br

São Paulo

Cenário tenebroso

A cada dia, sua agonia: segurança pública absolutamente fora do controle; uma intervenção no Estado do Rio mal definida, pondo em sério risco nossas Forças Armadas; setores dos três Poderes tramando a garantia da impunidade; desordem pública de toda espécie; gastos públicos em total descontrole; a interminável sequência de anúncios cotidianos de corrupção e desvios de verbas. Como se fosse pouco, tomamos conhecimento da proposta de greve dos juízes federais, repetindo a cena de 18 anos atrás, pela continuidade desse auxílio-moradia imoral – mas legal, alegam (querem legislar em causa própria, sem nenhum pudor). Estão de costas para a Nação! Defender esse pagamento é escarnecer da população sofrida, espoliada pela indecorosa tributação vigente. E o que dizer dos 13 milhões de desempregados? Enquanto isso, na planície, a sociedade, ainda que estarrecida, permanece assistindo passivamente a esse circo de horrores chamado Brasil.

JOSE ANTONIO S. BORDEIRA

bordeira@compuland.com.br

Petrópolis (RJ)

CORRUPÇÃO

Trama pela impunidade

A coluna Impunidade no forno, de Eliane Cantanhêde (23/2, A6), é assustadora. Entre outras coisas, anuncia que está sendo tramada “restrição” do foro privilegiado para os políticos e envio dos processos à primeira instância de seus redutos eleitorais, para tudo recomeçar do zero, o que significa enviá-los pras calendas. Fala da inexplicável revisão do julgamento em que o STF já decidiu que a discussão sobre as provas termina com o acórdão de segunda instância e, assim, o réu já pode ser preso – uma vez que a “presumida inocência” deixa de existir. Refere-se também ao fim e anulação das delações premiadas – mesmo em face da provada existência dos fatos nelas delatados –, submetendo-se a Justiça à pressão dos defensores dos réus. Acrescenta o texto alguns estranhos acontecimentos, até dentro do próprio STF, que apontariam a existência da denunciada trama e sucumbência do órgão máximo de nosso Judiciário às pressões políticas a que ele, galhardamente, tem resistido até agora. Máxime com a possível revisão de decisões já tomadas em plenário. Nesse caso, com o surgimento de natural insegurança relativamente ao que já é matéria discutida, votada e decidida pela Suprema Corte. Isso tudo, segundo a colunista – e os que zelam pela integridade de nosso sistema judiciário –, significaria a tranquilidade para todos os envolvidos nos escândalos até hoje descobertos. E intranquilidade para toda a Nação. Significaria ainda o fim da Operação Lava Jato. E o despertar de um movimento de todos os brasileiros para que um poder “mais alto se alevante” e dê origem à Operação Salva Brasil.

JOSÉ ETULEY B. GONÇALVES

etuley@uol.com.br

Ribeirão Preto

LULOPETISMO

O golpe na escola

A Universidade de Brasília está oferecendo o curso de extensão “O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil”. Nosso dinheiro sendo usado para defender o PT, Dilma, Lula & Cia. Professores esquerdistas cooptando alunos em prol de uma ideologia que pune o povo e permite o luxo de líderes e apaniguados.

J. A. MULLER

josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

GESTÃO DORIA

Interlagos

Excelente a reportagem de Fábio Leite sobre o bairro dentro do autódromo (22/2). Por motivos eleitoreiros, o prefeito João Doria e o presidente da Câmara, Milton Leite, desconsideram questões críticas para os mananciais locais. E, igualmente grave, querem destruir um sítio histórico internacional, o kartódromo onde Ayrton Senna aprendeu a correr e teve sua primeira vitória na vida, sem mencionar os outros grandes pilotos que passaram por ali. Doria quer enterrar Senna novamente. Pretensos estadistas que não valorizam a História não nos permitem ter esperanças.

MAURICIO PONTES

mfpontes@me.com

São Paulo

MEIO AMBIENTE

Vira-lata

Como fica agora o imponente governo de Primeiro Mundo da Noruega, principal acionista da mineradora Hydro, depois desse desastre ambiental no Pará, com uma saída direta para poluir o ecossistema da Amazônia? Esse pessoal gosta muito de preservar a natureza na sua terra, mas na dos outros não estão nem aí. Acho que Michel Temer tem de exigir retratação pelas abobrinhas que os noruegueses falaram quando da visita do presidente do Brasil ao seu país.

VITAL ROMANELI PENHA

vitalromaneli@gmail.com

Uberaba (MG)

“Cortar R$ 14 bi é muito fácil, basta cortar benesses indevidas e demais ‘auxílios’ pagos a juízes, deputados, senadores, ministros, etc.”

LUIZ ANTÔNIO ALVES DE SOUZA / SÃO PAULO, SOBRE O AJUSTE NAS CONTAS PÚBLICAS FEDERAIS SEM A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

zam@uol.com.br

“Onde estão o STF e o TSE, que permitem que o Lulla faça campanha eleitoral antecipada e denigra seus membros? Por muito menos o Huck foi intimado!”

MILTON BULACH / CAMPINAS, SOBRE CEGUEIRA SELETIVA

mbulach@gmail.com

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

O INIMIGO ESTÁ NO PODER

Na última terça-feira, o "Estadão" publicou em sua conta do "Instagram" uma foto de Leo Correia que me atingiu como golpe cheio, de direita, mostrando a ação militar na favela Kelson's, no Rio de Janeiro. O objetivo era apreender drogas e armas, mas o inimigo da operação foi escolhido mais erroneamente impossível: crianças de uma escola pública, chegando para a aula. A imagem registrada por Correia parece simples, mas é de uma violência que atinge nossa democracia já assassinada - e que mesmo morta, todo dia parece apodrecer um pouco mais. No centro da fotografia, uma criança arrumada com carinho para ir à aula: seus sapatinhos polidos, sua meia branca limpa e seu uniforme passado mostram zelo e incentivo dos responsáveis pelo estudo daquela pessoa em formação. Naquela roupa engomada, todo planejamento de um futuro brilhante, que tem na educação sua base mais firme. O acolhimento do conhecimento, entretanto, é rasgado pelo olhar de medo silencioso que a criança dirige ao militar fardado, que empunha uma arma maior do que a própria criança. Hoje, provavelmente, ela vai ter medo de ir à escola, assim como os dias sequentes, assim como todos os seus colegas surpreendidos pela violência na porta da instituição. Melhor ficar em casa, sem perigo, sem constrangimento, sem ensino. As outras crianças da imagem também apresentam gestos congelados pela fotografia que urram a violação de suas dignidades: ombros caídos, olhares abaixados. No canto direito da imagem, entre a arma e a farda do militar, uma pequena boca aberta de um menino que parece ter cinco anos. O órgão que nessa idade deveria ser para o riso, para a brincadeira, para proferir as primeiras descobertas na escola, estampam o medo e o abandono - não pelos pais, que o montaram tão bem para a aula, mas pelo governo que finge preocupação em uma intervenção federal, mas que na realidade despreza a principal vítima do descaso público: a periferia negra. No uniforme dos alunos, a marca do governo do Rio de Janeiro. No alto da foto, um adulto mostra preocupação pelo movimento cristalizado. A expressão quase não aparece, mas a apreensão é perceptível. Deve ser pai ou professor ou funcionário da escola, revoltado com a ação. A política de segurança posta em prática pelo general Braga Netto resume-se em amedrontar inocentes, com ameaça de violência. O perigo veste farda e a noção de cidadania é uma arma apontada para pobres. Ordem e covardia. Não há nenhum branco na foto. E imagino que nunca vai ter nenhum branco em nenhuma foto que registre essa intervenção militar, que tem cor e classe, e não está aí para todos. Vivemos dias muito preocupantes.

Raisa Pina raisa.ramosp@gmail.com

Londres

*

PARA A INTERVENÇÃO NA SEGURANÇA FUNCIONAR

 

Depois de decretada a intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro, vemos o embate de como executar o trabalho. O governo diz que as Forças Armadas (FA) não terão poder de polícia e fala em ação de busca e apreensão monitorada pelo Judiciário e Ministério Público (MP). A oposição, matreira, tenta transformar o tema em bandeira para as próximas eleições. Setores pregam para as forças de intervenção o mesmo regime de castração imposto às polícias durante todos os anos da redemocratização, que acabou por nos conduzir ao Estado de guerra urbana hoje reinante. O general Augusto Heleno, ex-comandante das tropas brasileiras na missão da ONU no Haiti tem razão ao dizer que os membros das FA convocados para a intervenção têm de ter poder de polícia, mobilidade e segurança jurídica e que quem estiver portando ou usando armas tem de se transformar em alvo e até ser eliminado. O presidente Michel Temer precisa ter coragem de agir e impor sua autoridade e, se necessário, até decretar estado de sítio, que é medida constitucional.  Não pode permitir que aqueles hipócritas defensores dos bandidos, que nos levaram ao caos, com suas ações e opiniões interesseiras, continuem agindo façam a intervenção fracassar e a guerra continuar...

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

*

A VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO

Um dos maiores problemas que aflige a população carioca é a violência do crime organizado relacionada principalmente ao tráfico de drogas. O governo com a unificação do comando da polícia está tomando uma medida inteligente que poderá obter bons resultados na repressão, gerando também notáveis economias na gestão das corporações. Esta medida terá que ser perseguida fazendo o possível para superar o corporativismo que sempre existe em todas as organizações. A unificação permitirá melhorar as comunicações e os serviços de inteligência. Tenho certeza que na polícia existe gente competente e capaz de enfrentar e melhorar a atual situação. Não tenho conhecimentos específicos a respeito do crime organizado, mas considerando que o tráfico de drogas é um negocio, como todos os negócios terá que ser enfrentado nas suas áreas de atuação que correspondem ao mercado consumidor, a produção da matéria prima (setor agrícola e indústria química), a elaboração do produto final, a logística (transporte dentro e fora do País) melhorando a ligação entre as atividades de controle nas fronteiras e nas vias de comunicação terrestres, aéreas e marítimas. Penso que será também necessário conseguir medidas capazes de diminuir a demanda possivelmente penalizando o consumo através de sanções e condenações severas para o consumidor final. É, sem dúvida, importante apreender cargas, impedir as entregas, mas além da interdição da droga é necessário identificar os chefes das organizações criminais responsáveis pelo tráfico e todos aqueles que financiam o crime, lavam o dinheiro e fornecem as armas. É necessário descobrir os tortuosos caminhos do dinheiro às vezes utilizado para interferir nos processos democráticos e econômicos do País, chegando a condicionar a política e a economia. Faço votos para que num futuro não muito distante seja possível voltar a passear e aproveitar a beleza do Rio sem arriscar a vida...

Francesco Magrini Praça Prado Filho framagr@ig.com.br    

Cachoeira Paulista  

*

CARAS DE PAU

É incrível que depois de tudo que aconteceu, as bancadas dos partidos políticos de esquerda se movimentem com tanta desenvoltura nos plenários da Câmara e do Senado, se alvorando ainda como representantes do povo brasileiro.

Sergio Salgado de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com 

Monte Santo de Minas (MG) 

*

'DURA LEX SED LEX'

A solução para resolvermos a criminalidade no Rio e no resto do Brasil não se resume a intervenção das Forças Armadas.  Tem de ser uma solução mais abrangente e de longo prazo: implantar um sistema sério que faça valer a lei e o policial em regime de tolerância zero.  Para isso, quero sugerir as seguintes ideias: 1) melhorar a remuneração e valorização da força policial, treinando-as para impor o respeito pelas leis sem tergiversação no interesse do bem estar social da comunidade; 2) dar condições ao policial para tirar a família de favelas oferecendo-os comunidades seguras e confortáveis (atualmente o policial tem medo de impor a lei e colocar sua família em risco, pois é vizinho de muitos que deveria prender); 3) mudar o sistema prisional de anos de reclusão por um de pontos a saldar conforme delito, diminuindo-os por bons atos na reclusão e aumentando-os pelos maus.  Assim, o próprio réu é quem definiria o tempo da punição, aprendendo na marra o hábito do trabalho e do bom comportamento; 4)  eliminar todas as atuais benesses como visita íntima, uso de celulares, etc;  5) como a prisão deve ajudar na recuperação da pessoa e não servir de antro de aprendizagem do crime, como atualmente, o recluso deve ser obrigado a seguir rotina diária rigorosa de exercícios, trabalho, estudo e outras atividades, optativas ou obrigatórias; e finalmente 6) não sendo hotel, não deve servir comidas elaboradas por nutricionistas e cozinheiros, e sim doses diárias bem balanceadas de composto nutritivo e completo.  Não haveria opção: ou comem esse nutritivo composto ou passam fome. Sustentamos atualmente verdadeiras escolas de bandidagem e os que saem de nossas prisões saem mais calejados no crime e com mais desejo de vingança. Ou seja, pagamos por um sistema que, em vez de melhorar, piora a criminalidade. Vamos seguir o grande exemplo de Rudolph Giuliani, ex-prefeito de Nova York:  com uma força policial bem valorizada e treinada, e leis pautadas no conceito de tolerância zero conseguiremos a paz que a sociedade precisa para trabalhar e viver bem!

 

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

*

SOLUÇÃO INOVADORA

Sem querer, Donald Trump apontou possível solução para a crise de segurança pública no Rio de Janeiro: armar e treinar os cidadãos da Baixada Fluminense para se defender contra a violência!

Omar El Seoud elseoud.USP@gmail.com 

São Paulo

*

DONALD TRUMP

O presidente americano é no mínimo louco e imprevisível. Regulamentar a venda de armas seria a solução e não esta ideia estapafúrdia e absurda de armar os professores com treinamento. Cuidado, presidente. Recorde o que aconteceu com John Kennedy. 

Ariovaldo J. Geraissate ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo

                      

*

QUALIDADE DO CIDADÃO

Hoje no Brasil, temos internet via fone celular e residencial, rádio e televisão para 100% dos eleitores do País. Portanto há informação disponível e farta para todos. Se um cidadão vota, ou pretende votar num candidato condenado ou na mira da Justiça, não pode alegar ignorância. É vigarice mesmo... Isso mostra o triste quadro da má qualidade do cidadão brasileiro.

André Luis Coutinho arcouti@uol.com.br 

Campinas           

*

FELIZ DITADO

Li no "Estadão" desta semana, um ditado de Albert Camus: "A necessidade de ter razão, espírito vulgar". Isso nos remete ao ex-presidente Lula, que tem uma necessidade de estar sempre certo, de ter sempre razão. Ainda que tudo esteja contra ele. Quanto à sua vulgaridade não precisamos comentar.

Celita Rodrigues celitar@icloud.com 

Avaré 

*

TRISTE MUNDO

Estamos passando momentos bem estranhos. No Brasil, o maior corrupto da História, já condenado num de vários processos, bradou que: "Não respeita a Justiça". E quer ser presidente! E, pior, tem gente que vota nele! Nos Estados Unidos, o presidente sugeriu aos professores que se armem. Triste mundo este nosso.

Domingos Cesar Tucci d.ctucci@globo.com

São Paulo 

*

FAZER COMO NA FICÇÃO

A "alma mais honesta do País" deveria fazer como o delegado Vinicius da novela "O Outro Lado do Paraíso".

Ely Weinstein elyw@terra.com.br 

São Paulo

*

PT A FAVOR DO TIFO

Caso aconteça uma epidemia de tifo e este fato prejudicar o governo, o PT fará uma declaração a favor do tifo!

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

*

CAIU!

O Brasil desabou 17 posições em um ano no ranking da percepção da corrupção. Mas os petistas vão dizer que estão fora do governo há mais de um ano. Eles estabeleceram o seguinte divisor. O governo PT acabou no dia em que a presidente Dilma foi afastada pelo impeachment. No dia seguinte começou outro governo. Então vão culpar o governo Temer. O que eles fizeram não tem reflexos futuros. Pedir raciocínio a amebas é pedir muito.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 

Rio de Janeiro 

*

STF SOB NOVA DIREÇÃO

O nome do filme que hoje não sai da cabeça do PT e de seus apaniguados é: "Quando setembro vier", mês no qual Dias Toffoli assumirá a presidência do STF. Zé Dirceu, Lula e asseclas depositam nele a maior confiança! E parafraseando o famoso bordão do Silvio Santos, os petistas já estão cantarolando: "Dias Toffoli vem aí! Olê! Olê! Olá!". 

Nivaldo N. Silva nogsilva2018@gmail.com

São Paulo

*

AMEAÇA DE GREVE 

Que país é este onde os funcionários públicos só pensam em aumentos, bônus, benefícios dos mais ridículos, pagamento de penduricalhos, foro privilegiado e outras tantas benesses que nem conhecemos. Um país que quer ser grande precisa pensar grande assim como o ex-presidente dos EUA, John F. Kennedy quando perguntou aos americanos: "Não pergunte o que seu país pode fazer por você, pergunte-se o que você pode fazer pelo seu país".

Károly J. Gombert kjgombert@gmail.com 

Vinhedo 

*

CONTINUIDADE DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA

O parágrafo 1.º do artigo 60 da Constituição da República é claro no sentido de que a reforma da Previdência não pode entrar em vigor no período da intervenção, mas pode ser aprovada. Por que não atuar então?

José Carlos de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br 

Rio Claro

*

NEM EM PENSAMENTO MEIRELLES

Em meio a crise da segurança pública, da interrupção do processo para votação da Reforma da Previdência, o ministro da Fazenda de Michel Temer, senhor Henrique Meirelles pensou, mesmo que por pouco tempo em criar um novo imposto para sobrecarregar ainda mais a sociedade brasileira. Um novo imposto para ser sugado junto com os quase dois trilhões anuais por uma máquina administrativa ineficiente. Esse gesto de Meirelles me lembrou uma frase de sir Winston Churchill: "Uma nação que tenta prosperar a base de impostos é como um homem com os pés num balde tentando levantar-se puxando a alça". 

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br 

Bauru 

*

AGRADECIMENTO

Ironia: Nós cidadãos comuns, trabalhadores e aposentados pela CLT, temos que ser mais compreensivos com nossos valorosos políticos eleitos com o voto obrigatório. Mesmo cobrando tão poucos impostos e taxas com valores cada vez menores, nos deram 12 modernos estádios de futebol, sempre lotados com jogos a semana toda, carnaval de rua com milhões de foliões felizes atrás do trio elétrico, shows com artistas cantando forró e frevo em todas as praças de São Paulo, coisa que não tínhamos. E o melhor: tudo "grátis"! Não é legal? Então pra que gastar dinheiro com hospitais, escolas, transportes de qualidade e segurança? Não precisa! Estamos tão satisfeitos, agradecidos, empregados e ganhando bem que em manifestações de rua por um Brasil melhor, ninguém vai. Mesmo com baixos salários o Legislativo, Executivo e Judiciário não esbanjam. Acostumaram-se a uma vida simples sem conforto, sem luxo e sem privilégio algum. Isto temos nós, que os acompanhamos em passeatas pedindo as "Diretas já". Nosso carismático presidente devidamente eleito e com mais de 90% de aprovação popular, seus ministros, deputados e senadores, todos honestos, não sugam nosso sangue não. De 85 até aqui, todos os impostos foram convertidos em benefício da sociedade. Eles não descuidaram de nada. Vejam a tranquilidade que é hoje a "Cidade Maravilhosa" sem os bandidos. E assim está o Brasil inteiro. Esse é o resultado de tanta dedicação e trabalho. Não há rebeliões em presídios, nem crime organizado e menos ainda bandidos soltos assaltando e matando gente de bem como antigamente. Criminosos no Brasil de hoje não têm vez. É tolerância zero! Governadores e prefeitos começam e terminam obras dentro dos prazos. E tudo sem propina. Não roubaram, não dilapidaram, não sucatearam e não querem acabar com nosso patrimônio. As concessões negociadas são 100% honestas. Para termos o Brasil de hoje, a dignidade conseguida e nossos direitos respeitados, nós os elegemos. Nem comparar a situação de 64 a 85 com a de hoje com tão nobres políticos altruístas e patriotas interessados no bem comum. Acorda, Brasil! 

Nilson Altran nilson.altran@hotmail.com

São Caetano do Sul

*

RENAN SE PREPARANDO PARA VITÓRIA!

Pelos braços do ex-presidente "Lulla", o senador Renan Calheiros, conseguiu reverter as pesquisas para sua reeleição em 2018. 13 vezes denunciado por corrupção, hoje com aprovação garantida nas pesquisas, se prepara para ser reeleito e desde já se articulando para voltar a presidir o Senado Federal. Essa é mais uma prova de que o Brasil não precisa de um STF, que há mais de dez anos não julgou nenhuma das 13 ações de corrupção contra o "ilibado" Renan Calheiros. Nós eleitores olhamos embasbacados, porque o Estado mais pobre da Nação, com sua ignorância perpetuada, elegerá quem hoje o Brasil diz não. Soberanamente precisamos aceitar essa parte da democracia, mas não sem revolta. Sim porque no mínimo Renan Calheiros deveria ter sido barrado como "ficha suja" há anos, mas continua dando as cartas para um país de joelhos, porque a Justiça não julga? Quem precisa de um STF caro, leniente, ineficiente e conivente? Fora STF!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 

São Paulo 

*

TUDO ERRADO NO BRASIL

O que temos vivenciado ultimamente deixa bem claro que quase tudo está errado no Brasil, este país continente precisa urgentemente ser redescoberto, começar tudo de novo, tudo está se deteriorando rapidamente. Boa parte da população demonstra vergonha de ser brasileiro, estamos cansados de ouvir e ler que este é o País do futuro. Chega de Lulas, Sarneis, Geraldos, Ciros, Aécios e Maias...

José Roberto Iglesias rzeiglezias@gmail.com

São Paulo 

*

TEMER, MAIA E MEIRELLES

A soma dos votos de Temer, Maia e Meirelles, como candidatos à presidente, não elegem um vereador em Porto Alegre!

Paulo Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

*

GENERALÍSSIMO TEMER

Desconfio de que, ante hipotética ameaça de invasão do Brasil por tropas venezuelanas de Maduro, Michel Temer, comandante supremo das Forças Armadas brasileiras, despachará a Polícia Militar do Rio para enfrentar o inimigo. Em linguagem da Infantaria, Temer fez uma manobra de flanco sobre a casamata da reforma da Previdência, incapaz de vencer a resistência do ninho de metralhadoras políticas. Por enquanto, o Exército enfrenta mais perguntas que bandidos no Rio. 

 

José Maria Leal Paes myguep23@gmail.com 

Belém 

*

'O INCRÍVEL ESPECTRO PARTIDÁRIO'

Almir Pazzianotto Pinto (A2, 20/2) pôs o dedo na ferida: (As agremiações políticas) "Sobrevivem financiadas pelo Tesouro Nacional". Nosso santo dinheirinho! Único remédio: fim do fundo partidário e fim do fundo eleitoral, que eu classifico como obscenidades da vida política brasileira!

Sandra Gonçalves sandgon@terra.com.br 

São Paulo 

*

EXCEÇÃO 

Excelente a análise feita pelo ex-ministro Pazzianoto, sobre a deplorável representação política em nosso País. Existe, contudo, uma exceção no quadro apresentado. Há um partido, por enquanto pequeno, que tem forte amarração em princípios e valores, que é contra o fundo partidário e o fundo eleitoral, ao contrário de todos os demais partidos, e que escolhe seus candidatos por processo seletivo aberto e transparente.

Marcos Lefevre lefevre.part@hotmail.com

São Paulo 

*

FEBRE AMARELA

Seria muito importante o Ministério da Saúde exigir dos turistas que chegam ao Brasil, o certificado internacional de vacinação  para evitar o risco, cada vez maior, de contrair a doença, como já ocorreu. A maioria dos países com febre amarela endêmica já adotou essa conduta. 

Luigi Vercesi luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu 

*

RECADO AO TITE

Espera-se que o técnico Tite tenha assistido dois jogos nesta semana que talvez o façam mudar de posição quanto a dois boleiros que ele levará para a Copa do Mundo da Rússia: primeiro, diz respeito ao gol em que ele pensa em Cássio para ser o segundo reserva, mas, se assistiu ao Corinthians contra o Rio Branco, viu o goleiro falhar de uma forma mais que ridícula no lance que resultou em um gol que deu empate ao adversário, mas quem o acompanha desde seu início no alvinegro sabe que ele é falho em saídas de gol e cabe ao técnico Tite avaliar melhor e por que não, no lugar dele, levar o goleiro Wanderley, do Santos que está muito bem? Para compensar o Corinthians, não deixe o Fagner de fora, do contrário estará cometendo uma injustiça com o lateral corintiano. Se Tite assistiu Chelsea x Barcelona viu também a bola que William está jogando. Ele foi o melhor nesta partida, então, se pensa levar ele como reserva de Philippe Coutinho, não faça essa injustiça. Esqueça melhor deixá-lo assistindo a Copa em Londres. Com relação a este jogo, também percebeu como Paulinho, que teve um início bom no Barcelona, começou a desabar de forma lenta, mas certa e depois desta temporada deve deixar o time espanhol, porque diferente de quando joga na seleção, ele se esconde do jogo, não ousa e o tempo todo fica por ali mais preocupado em se livrar da bola quando é percebido pelos companheiros que não mais confiam nele. 

Laércio Zanini spettro@uol.com.br

São Paulo 

*

FUTEBOL NA TV

Futebol brasileiro na TV? Só com reserva de mercado e obrigatoriedade de exibição.

Paulo Chedid paulochedid@uol.com.br

São Paulo 

 

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.