Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

02 Março 2018 | 03h00

ECONOMIA

Retomada do PIB

Há que reconhecer os méritos do governo atual, em especial os da equipe econômica, no recém-divulgado crescimento de 1% do nosso produto interno bruto (PIB) em 2017. A flexibilização das arcaicas regras trabalhistas, a ação combativa do Banco Central (BC) contra a inflação - levando-a ao menor patamar da série histórica e baixando a Selic para 6,75% - e os esforços empregados na promoção do ajuste fiscal (materializados na emenda constitucional do teto de gastos) só não renderam mais frutos por causa das dificuldades na obtenção dos votos necessários à aprovação da reforma da Previdência. Ademais, Ministério da Fazenda e BC vêm trabalhando de modo a produzir expectativas positivas para os investidores. O sucesso é mensurado pelos números obtidos até agora - renda, emprego e estabilidade de preços, que beneficiam todos os brasileiros. 

ELIAS MENEZES

elias.natal@hotmail.com

Belo Horizonte

Pibinho, mas...

Nos dois últimos anos de governo da gerentona Dilma, o PIB brasileiro recuou 7,4%. De sétima economia do mundo caímos para a nona posição. Em 2017, no governo Temer, o PIB cresceu 1%. É ainda um pibinho, mas mostra sinais de recuperação. Mesmo assim, há quem aposte no “volta, Dilma”! Este, de fato, não é um país sério.

J. A. MULLER

josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

 

LULODILMISMO

O ‘golpe’ na escola

A Universidade de Brasília (UnB) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) vão usar dinheiro público - dos trabalhadores que ainda estão empregados - para financiar cursos destinados a enaltecer uma organização criminosa que foi tirada do poder pela via constitucional e, assim, formar uma militância danosa ao Brasil. O que está acontecendo nas universidades públicas do País? Perderam a noção? Como podem professores se nivelar por baixo?

ANDRÉ LUIS COUTINHO

arcouti@uol.com.br

Campinas

Absurdo

Universidades sustentadas com o nosso dinheiro se dão o direito de estabelecer disciplina para fazer proselitismo político e ideológico? Chegou em boa hora esse absurdo, pois revela a urgência de extinguir o ensino superior gratuito. Estudantes aprovados em vestibular e sem condições para financiar seus estudos receberiam auxílio público, ou seja, com o nosso dinheiro, e o reembolsariam depois de formados. Concentremos toda a verba pública no ensino fundamental e médio e, quem sabe, encurtaremos os vergonhosos 260 anos previstos pelo Banco Mundial para alfabetizar o País.

SANDRA MARIA GONÇALVES

sandgon@terra.com.br

São Paulo

Proselitismo político

Já que alguns professores, alunos e funcionários recorrem com tanta ênfase à “autonomia universitária” para justificar essa estrovenga (os cursos sobre o “golpe”), sugiro que tais pessoas realmente façam valer a autonomia e dispensem os recursos dos impostos que mantêm essas instituições. É muito fácil ser bancado pelo Estado para fazer proselitismo político. As universidades não têm o direito de usar o dinheiro que a população tão sacrificadamente destina ao governo para espalhar suas falácias. Chega de usar universidades para fins políticos, elas deveriam ser templos do saber, não de mentiras e ideias distorcidas.

JOSÉ ALFREDO DE T. ANDRADE

tolosajaa78@gmail.com

Santos

Desconhecimento

Já são nove, na verdade, as universidades que podem ter curso contra o “golpe”. Universidades são centros de estudos e divulgação das ciências técnicas e sociais, assim, é estranha essa posição maniqueísta delas. Dado que a maioria da população brasileira desconhece fatos da era republicana, iniciada em 1889, o correto seria um curso abrangente das revoltas, revoluções, intervenções, renúncias e impeachments ocorridos nesse período, bem como as sete Constituições promulgadas até hoje.

JOSÉ LUIZ ABRAÇOS

octopus@uol.com.br

São Paulo

 

CÓDIGO FLORESTAL

Prevaleceu o bom senso

Embora com cinco lamentáveis votos contra, o Supremo Tribunal Federal (STF) isentou os pequenos agricultores de uma penalidade que poderia tornar inviável o sistema produtivo de suas propriedades. Não bastou o excelente editorial do Estadão de 9/1 (A3) intitulado Brasil, país poupador de terras, que mostrou que o País utiliza apenas 7,6% de sua extensão para as lavouras e mantém a vegetação nativa em dois terços do seu território - outros países já ocupam de 45% a 65% de seus territórios com a agricultura. É necessário distinguir a legítima preocupação de preservação ambiental das campanhas mal-intencionadas que visam a dificultar ou até impedir nosso progresso por meio de restrições às atividades agrícolas, mineradoras e de geração de energia hidráulica.

NIVEO AURÉLIO VILLA

niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

Vitória do Brasil que trabalha

Parte da imprensa insiste em apresentar a sensata votação no STF relativa ao Código Florestal como uma “vitória dos ruralistas” - o termo ruralista há muito se tornou xingamento. É importante divulgar que foi, sim, uma vitória, mas do Brasil, permitindo ao setor agro e a todos os que nele trabalham um pouco mais de previsibilidade e segurança jurídica, podendo assim continuar a oferecer ao País e ao mundo os fantásticos resultados obtidos ano após ano, que deveriam serem propalados e conhecidos pela sociedade.

JOSÉ AUGUSTO BALDASSARI, agroempresário

jmb@com4.com.br

Franca

 

GESTÃO DORIA

Autódromo de Interlagos

A Prefeitura de São Paulo informa ao leitor sr. Rui Amaral Jr. (1.º/3), que questiona as intenções do prefeito, que a privatização do Autódromo de Interlagos visa a gerar receita para os cofres públicos para salvar áreas essenciais e deficitárias, como saúde, educação, habitação, segurança e assistência social. Vislumbramos um futuro muito mais democrático para a área, que terá a pista para a prática de atividades a motor - essa foi uma exigência do prefeito e consta em lei -, mas também poderá abrigar habitação de interesse social, parque de fruição pública, além de outros equipamentos, como prédios comerciais e residenciais. Tudo isso visando a trazer desenvolvimento para a região.

 

WILSON POIT, secretário de Desestatização e Parcerias

imprensasmdp@prefeitura.sp.gov.br

São Paulo

 

DECRETO DE INTERVENÇÃO

O decreto de Michel Temer não tem como finalidade reduzir a violência fluminense. O desfile dos militares pelas ruas do Rio de Janeiro é politicamente eficiente: conversa com a apreensão da população e garante aplausos do cidadão de bem no auge de seu auriverdismo. O fracasso da reforma previdenciária impulsionou a tomada de uma medida populista no entremeio de uma perspectiva caótica no Rio de Janeiro. Enxerga-se o falacioso discurso de preocupação com a segurança como uma solução milagrosa, capaz de conferir apoio eleitoral advindo de grande parcela da população que se vê agradada pela repressão policial. Ora, se o pretexto para a intervenção federal é a garantia da segurança pública, por que não intervir em Estados com índices de violência superiores, como o Ceará? Ainda que no Rio a taxa de homicídios esteja acima da média nacional, há regiões do País em que ocorre completa proliferação criminosa e não se vê quaisquer repercussões midiáticas. Qual o real critério, então, que rege o emprego das Forças Armadas (FFAA)?

Beatriz Paiva beatriz.brip@gmail.com

Guarulhos

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TEMER ESTÁ CERTO

Michel Temer está certo: “Esforço contra a criminalidade não pode ficar só no Rio”. A luta contra o crime tem que seguir para Brasília. Não basta subir o morro no Rio, tem que subir a rampa do Palácio do Planalto e pegar o chefe da quadrilha, Michel Temer, acusado de corrupção, organização criminosa e obstrução à Justiça. O Brasil será um país melhor quando Lula, Dilma, Temer, Aécio, Geddel, Cunha e os demais membros dessas quadrilhas criminosas finalmente responderem pelos seus crimes de lesa-pátria. 

Mario Barila mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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SEGURANÇA É DEVER DE TODOS

O ministro Jungmann está dando bons sinais neste início de trabalho. Esperemos que consiga combater a corrupção nos organismos oficiais e organizar minimamente nosso sistema penitenciário (será que com a criação do Cadastro Nacional de Presos iremos começar a sair da “Idade do Bit Lascado”?). Mas a segurança pública é dever de todos os cidadãos. Enquanto as pessoas continuarem a jogar no bicho, a comprar produtos piratas ou contrabandeados, a comprar drogas, a puxar “gatos” de água e de luz, a dar propina aos policiais, a aproveitar qualquer oportunidade de burlar a lei e a votar em bandidos, não haverá governo capaz de garantir a sua segurança.

César Garcia cfmgarcia@gmail.com

São Paulo 

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DROGAS

Raul Jungmann está parcialmente certo ao afirmar que a classe média financia o tráfico de drogas. Deveria dizer que a sociedade quer usar as drogas mesmo sabendo o mal que elas acarretam para a saúde humana. Não há força ou polícia que possa lutar contra os traficantes. Há anos esta luta continua sem sucesso. Em todo o mundo o tráfico movimenta milhões de dólares e dificilmente as FFAA poderão liquidar os criminosos. O que deve ser feito é regulamentar o uso das drogas, e ao mesmo tempo, implementar um robusto projeto de educação à população esclarecendo as suas consequências. O ministro Meirelles, que tem atração por impingir impostos à sociedade, por que não se pronuncia a favor de colocar imposto sobre a venda de maconha, e demais entorpecentes? Que se destinem estes recursos para a segurança pública. 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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AÇÕES DE SEGURANÇA

As ações de segurança serão dentro da lei e respeitando direitos humanos. Ótimo. Já combinaram com os bandidos? (sobre as declarações do ministro Jungmann).

José Luiz Tedesco tedescoporto@hotmail.com

Presidente Epitácio

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NÃO HAVERÁ MOVIMENTO RETRÓGADO

Um bom comandante militar não recusa missão. Por mais árdua que ela seja ele nunca diz não. Ele não sai às tontas para o combate.  Antes de partir ele faz um estudo sobre o inimigo. Ele precisa levantar as peculiaridades desse inimigo. Ele não pode sair para o enfrentamento pensando em derrota, vitória é o que lhe interessa. Quando vou?  Como vou? E por onde vou? Essas são perguntas que fazem parte de sua preparação para a missão.   Acredito que a intervenção na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro vai atingir o objetivo. Não haverá movimento retrógado. Sempre vencer! Que Deus abençoe os guerreiros das FFAA que receberam incumbência de pacificar o Rio de Janeiro.

Jeovah Batista jeovahbf@yahoo.com.br

Taquari (RS)

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INTERVENÇÃO FEDERAL NO RJ

Até agora, serviu para os humoristas fazerem piadas! Acordem senhores generais!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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OS SALÁRIOS DE POLICIAIS FEDERAIS E ESTADUAIS

A grande tarefa do ministro Raul Jungmann e do general Braga Netto, interventor da segurança no Rio de Janeiro, é compatibilizar a atuação das forças federais e estaduais e, com isso, diminuir a criminalidade. Chama a atenção, no entanto, o desnível salarial entre policiais federais e estaduais. Um agente da Polícia Federal inicia a carreira com salário de R$ 11 mil e um da Polícia Rodoviária Federal começa ganhando R$ 9 mil mensais, enquanto um policial militar de São Paulo é admitido como soldado com o salário de R$ 3.034,05. Um valor que não é muito diferente nos outros Estados, com o agravante de que em alguns, como Rio e Rio Grande do Sul, houve atraso no pagamento. Jungmann e Braga Netto terão de fazer os diferentes trabalharem juntos e, ainda, oferecer resultados. Precisam observar detidamente o problema para evitar mais dificuldades. O ideal seria que, como representantes do governo federal, o detentor da maior fatia da arrecadação tributária, buscassem recursos para fazer os salários dos policiais estaduais chegarem mais perto do que se paga aos federais. Só essa providência seria suficiente para tirar muitos do perigoso “bico”. Também serviria para diminuir a corrupção que em momento algum é justificada, mas tem o salário insuficiente como forte elemento indutor.  

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br    

São Paulo      

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SEGURANÇA CIVIL OU MILITAR

É inócua a discussão sobre o fato de quem será um ministro ou outra autoridade, na área da segurança pública e Defesa. Evidente é que nenhum país pode depender permanentemente de suas Forças Armadas para a segurança pública. Entretanto, em países evoluídos e de administrações bem alicerçadas em cidadãos civis, como nos Estados Unidos, ministros (secretários) da Defesa podem ser tanto civis como militares. Agora com o presidente Trump é um militar – tiveram presidentes militares. O general de quatro estrelas Collin Powel ficou famoso nos EUA por ocupar cargos importantíssimos em que poderia haver civis. Ninguém nos Estados Unidos cria alarme porque determinado cargo é ocupado por um militar e poderia sê-lo por um civil.

Heitor Vianna P . Filho bob@intnet.com.br 

Araruama (RJ)  

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MINISTÉRIO DA (IN) SEGURANÇA PÚBLICA?

Pois é, a politicalha governamental aproveitou o momento que vive o Rio (ou morre, soaria mais real) para mais uma sacanagem: criar um tal de Ministério da (in) Segurança Pública, que no fundo servirá como mais um local para atender a ganância do batalhão de políticos em busca de cargos, não é mesmo? São poucos os ministérios existentes! Não sei qual o mágico que tirou da cartola esse coelho que irá alimentar essa canalha esfomeada, porque será mais um sumidouro de verbas! Para começar, além do ministro, será criado um cargo de secretário executivo e mais nove assessores ministeriais. Certamente não irá parar por aí e obviamente cada “assessor” terá seus assistentes e basta acompanharmos para comprovar. Por que não anexar a este “ministério” o da Defesa? Ainda se fosse um militar para comandar, talvez, eu acreditasse. Mas um político, como quer Michel Temer, é sinal de fracasso e servirá para mais despesas, apenas isso.

Laércio Zanini spettro@uol.com.br

Garça

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APRUMOU?

Desde que o presidente Temer assumiu o (des) governo, é a primeira vez que a máscara da hipocrisia e do compadrio, não prevaleceu. Pois não é que o ministro Jungmann demostrou – salvando o presidente, por tabela, de nova má novela, vide Cristiane Brasil – que a coisa agora é séria, ou seja, vão combater a criminalidade em geral, inclusive os 85% dos deputados que compõem a Câmara Federal e o Senado, quiçá, os governos estaduais e municípios, estes na proporção, média, de 65% dos políticos (dados meramente empíricos). Todos os brasileiros, honestos, trabalhadores, idôneos e sérios deste País, estão aplaudindo no novo ministro. Conte com os brasileiros que querem ver o Brasil livre desses criminosos. Pessoalmente desejo muita saúde, paz e firmeza. Parabéns.

Carlos Benedito Pereira da Silva carlosbpsilva@gmail.com

Rio Claro 

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GENERAL HAMILTON MOURÃO

Os militares foram excluídos da cena política por FHC, que dissolveu o Estado Maior Conjunto das Forças Armadas (EMFA) e desta forma os impediu de fazer parte das reuniões ministeriais e das discussões dos grandes temas nacionais. Talvez um dos outros motivos tenha sido para que os militares não se inteirassem das estratégias e alianças espúrias com Renan’s, Suassuna’s e Sarney’s da vida para colocar em prática seus interesses pouco republicanos. Queria saber onde estão as inverdades que o general Mourão disse em seu discurso de despedida?

Friederich von Braun friederichvonbraun@gmail.com

Ponta Grossa (PR)

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CADE OS ESTADISTAS?

Ao elogiar o instigante artigo de autoria do almirante Mário César Flores, “A arquitetura da defesa no Brasil” (28/2, A2), compartilho das enormes preocupações por ele descritas, embora desconfie que estadistas no País estejam em falta. E, tenho minhas dúvidas se os candidatos ao cargo máximo da Nação irão se preocupar em apresentar propostas para o tema, até porque, infelizmente, há pouca ou nenhuma preocupação com o assunto na sociedade de uma maneira geral.

Marco Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

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NOVO TITULAR DA POLÍCIA FEDERAL

O medíocre governo Temer deve pensar duas vezes antes de seguir as sugestões do rei do Maranhão dom José Sarney, como mostraram os episódios recentes da ingerência deste na escolha dos titulares do Ministério do Trabalho e da Polícia Federal. Aliás, o Brasil dispensa os serviços deste senhor que inventou o desastroso Plano Cruzado para cinicamente ganhar as eleições. Foi necessário tratamento de choque e o plano Real para recolocar a economia nos trilhos. Se estiver com tempo ocioso, o Maranhão merece toda sua atenção!

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com 

São Paulo

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CAIU PELA LÍNGUA MELADA

Exonerado do comando da Polícia Federal, Fernando Segóvia foi abatido pela própria língua melada em deslumbramento e suposta onipotência. Trazido do além maranhense – leia-se José Sarney – para o colo de Michel Temer, Segóvia lançou-se a um exibicionismo desagregador, arrogante e essencialmente fora do perfil que se espera de um investigador federal sério em todos os sentidos, comprometido com a lisura de processos e  procedimentos. Diferente do virtuoso violonista espanhol, Segóvia tocou errado em todas as cordas do poder e da mídia. O falastrão durou muito – 90 dias – na galeria das suspeições que mancham reputações em Brasília e fustigam o governo Temer.  

José Maria Leal Paes tunantamina@gmail.com

Belém

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VIDA BOA...

É bom ser defenestrado pelo governo Temer. Os boquirrotos Luislinda Valois e Fernando Segóvia que o digam. Ela ganhou participação em evento da ONU, em Genebra. E Segóvia será adido especial em Roma... 

Eliana Pace pacecon@uol.com.br 

São Paulo 

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SUPREMA BAIXARIA

O “Estado” (1/03, A6) noticiou um deplorável bate-boca entre Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro soltador Gilmar, com a costumeira incontinência verbal, mandou a compostura às favas e partiu para uma discussão própria de mesas de botequins.   Desmoralizados como estão os Poderes Executivo e Legislativo, é triste ter agora um Supremo avacalhado.

Hélio de Lima Carvalho hlc.consult@uol.com.br

São Paulo 

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GILMAR MENDES X LUÍS BARROSO

Em mais um bate-boca desnecessário e inapropriado para o sisudo e respeitável cenário do STF, o ministro Gilmar Mendes disse que seu colega Luís Roberto Barroso “fala pelos cotovelos e precisaria suspender a própria língua”. Com o devido respeito, data máxima vênia, será que não seria melhor e mais produtivo o contrário? 

J.S. Decol decoljs@gmail.com 

São Paulo

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FARPAS NO STF

Os ministros do STF Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso, novamente, trocaram acusações públicas. Em resposta às críticas do colega de tribunal, o ministro Barroso afirmou: “Sou um juiz independente, que quer ajudar a construir um país melhor e maior. Acho que o Direito deve ser igual para ricos e para pobres, e não é feito para proteger amigos e perseguir inimigos”.

Artur Topgian topgian.advogados@terra.com.br 

São Paulo

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ENTREVERO MINISTERIAL

Por falar demais o ministro Gilmar tomou “respostas” com luvas de pelica!

Roberto Carderelli robertocarderelli@gmail.com

São Paulo 

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BATALHA

Pelo andar da carruagem o STF está mais para UFC do que guardião da Constituição.

Moisés Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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QUESTÃO DECIDIDA

Em 2015, o Plenário do STF fixou a seguinte tese ao final da análise do recurso extraordinário n.º 606358 (tema 257 da repercussão geral): “Computam-se para efeito de observância do teto remuneratório do artigo 37, XI, da Constituição da República, também os valores percebidos anteriormente à vigência da Emenda Constitucional 41/2003 a título de vantagens pessoais pelo servidor público, dispensada a restituição de valores eventualmente recebidos em excesso e de boa-fé até o dia 18/11/2015" [data do julgamento]. As “verbas indenizatórias” compreendem todo tipo de benefício que o servidor recebe por ter tido alguma despesa. Estão na lista o auxílio-moradia, pagamento de escola para filhos de servidores ou, ainda, as diárias pagas aos servidores quando eles viajam a trabalho. Então indago: como o ministro Ives Gandra Filho pretende que o adicional por tempo de serviço “engula” todos os penduricalhos, acabando com a discussão pontual do valor pago a título de auxílio-moradia?! Noutras palavras, mascarados os penduricalhos no adicional do tempo de serviço, o teto constitucional que fosse às favas, é isso, ministro?!

Andrea Metne Arnaut andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo 

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DIFERENÇA DE TRATAMENTO

Frederik Barbieri, considerado o maior traficante de armas para o Brasil está preso na Flórida. Já condenado, é alvo de pedido de extradição, todavia, há nessa mazela, uma sutil diferença de tratamento ao criminoso: nos Estados Unidos deve ser condenado à prisão perpétua ou à pena de morte. Já por aqui, será condenado no máximo a trinta anos de reclusão, mas com todas as benesses brasileiras, cumprirá, no máximo cinco anos, sem contar, é claro, com o auxílio do “Pai-Gilmar” que solta seu criminoso predileto em alguns minutos. Pelo andar da carruagem, não seria melhor que ele fique onde está? 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo 

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MÁ NOTÍCIA

As contas do setor público têm superávit recorde de quase R$ 50 bilhões. Significa que nós, os pagadores de impostos ficamos mais pobres, alguém tem que pagar a conta.

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

São Paulo 

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QUEBRANDO A UNIÃO

Deputados presos continuam recebendo salários. O pior é ter que ouvir o presidente Temer dizer que a Previdência Social que irá quebrar a União. 

Virgilio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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FAKE NEWS DA PREVIDÊNCIA

Assunto resolvido: governo vai lançar o Plano de Desligamento Voluntário para todos os aposentados pelo INSS. Agora sim, quem se habilita?

Reinor Caetano Perez reinorcaetano@uol.com.br

Lins

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CORREIOS

Despachei no início de dezembro 50 cartas de Natal (prioritário) para a Alemanha, França e Estados Unidos. Até hoje nenhuma carta chegou ao destinatário. No mesmo tempo a minha irmã na Alemanha também despachou cartas dentro da Alemanha e para a França e Estados Unidos. Todas as cartas chegaram bem antes do Natal. Não é possível que o Correio leva dois meses para levar as cartas da Zona Sul de São Paulo até Cumbica para despachar as cartas nos aviões. No ano de 1930 uma carta do Brasil para Alemanha levava cinco dias via dirigível Zeppelin. Tenho envelopes na minha coleção com os carimbos da saída do Brasil e da chagada na Alemanha. O correio do Brasil foi antes exemplar, o melhor do mundo. Muitas vezes o chefe da União Postal Universal foi um brasileiro e o Brasil foi o segundo país a usar selos postais já no ano de 1843 conhecidos como “olhos de bois”. A Inglaterra lançou selos no ano 1840 e Alemanha em um estado só no ano 1849.

Michael Peuser mpeuser@hotmail.com

São Paulo

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TAXA ENTREGA

Olha a taxa-bandidagem aí, gente!

Ademir Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo 

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HABEAS CORPUS DE LULA 

 

A quinta turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), de forma inesperada, resolveu pautar para quinta-feira o julgamento do habeas corpus de Lula contra os efeitos da sentença do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) que determinou a sua prisão. Qualquer que seja o resultado estará galgado o último degrau no caminho para o STF, onde o petista tem a expectativa do êxito na postulação. E para alcançá-lo, Lula e seus partidários usam todos os meios: desde ameaças ao Judiciário e à ordem social, em manifestações públicas, até pressões diretas sobre ministros do Supremo. Disso é exemplo o ministro Edson Fachin ter, em apenas quatorze dias de atividade do STF neste ano, concedido audiências para tratar do habeas corpus de Lula ao ex-ministro Gilberto Carvalho e ao ex-prefeito de São Bernardo Luiz Marinho (fonte: portal.stf.jus.br), que sequer são advogados. Por sua vez, o ex-presidente do STF, Sepúlveda Pertence, anunciado como novo advogado de Lula em 6/2, já na manhã do dia 8, era recebido por Fachin. A enfrentá-los, a presidente da Corte, a ministra Carmén Lúcia que já declarou que não pautará novas discussões sobre a prisão em segunda instância e que mudar o entendimento por causa da condenação de Lula seria “apequenar” o Supremo. Na força maiúscula que essa mulher de aparência frágil vem demonstrando, repousa hoje a esperança da sociedade brasileira para que a justiça seja cumprida.

Sergio Saraiva Ridel sergiosridel@yahoo.com.br

São Paulo 

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MIMIMI PETISTA

Honestamente, eu não entendo esse “mimimi” dos petistas. O pior é que os caras são enganados nas barbas deles, escancaradamente e eles ainda os aplaudem, veneram. Não entendo. É algum novo tipo de senilidade? Vejam esta última da Lava Jato investigando o sr. Jacques Wagner. Disse que só tinha um relógio e a policia encontrou 15 modelos de luxo. Mentiu. Todo o País viu, então os petistas também devem ter visto e acham que é perseguição. Invés do cara acordar e dizer “espera aí, eu estou aqui desempregado, passando necessidades, faço um biscate ou outro para comer alguma coisa e esses caras nos prometendo o paraíso, dizendo que lutam por nós, um tem triplex, sítio, o outro tem 15 relógios, os outros todos moram bem, em coberturas, casas no exterior, e eu batendo palmas para eles?” Como é isso?

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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PERSEGUIÇÃO POLITICA

A Polícia Federal não é dada a perseguições políticas. Ela somente persegue os ladrões, corruptos, safados e sem vergonha. Senadora Gleisi Hoffmann e senador Lindbergh Farias, aguardem. Tudo tem seu tempo. 

Ariovaldo J. Geraissate ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo

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VERNÁCULO PETISTA

Na época de Dilma era “factoide”. Agora é “pirotecnia midiática”. Quais serão as próximas “esquizoidíces”?

Lazar Krym lkrym@terra.com.br

São Paulo

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ANISTIA GERAL PARA O PT

Os petistas defendem a tese da anistia geral. De que antecedentes criminais de outros políticos justifiquem os atos praticados por Lula.

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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PRIVILEGIADOS

Enquanto Rivonaldo, filho da faxineira dona Mariquinha continua preso, apesar de já estar com lapso para o semiaberto e LC vencidos, Lula está solto, Marcelo Odebrecht, José Dirceu em casa e Lulinha desfilando de Ferrari dourada e barco de 80 pés. Qual o futuro desse país?  

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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PLANO J

Acho melhor o PT pensar num plano J. Os outros já foram para o brejo.

José Claudio Bertoncello jcberton10@hotmail.com

São Paulo

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CLUBES IDEOLÓGICOS

A Universidade Nacional de Brasília (UNB) e a UNICAMP criaram curso de extensão universitária intitulado “O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil”. É válida a liberdade de cátedra e havendo alunos interessados, os professores poderão defender o PT, Lula, Dilma & Cia. Por outro lado, pode ser proposto curso defendendo a legalidade constitucional do impeachment de 2016 e a condenação por órgão colegiado do demiurgo de Garanhuns. É chumbo trocado, com dinheiro público.

José Alcides Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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GOLPES NAS UNIVERSIDADES

A Universidade de Brasília deveria incluir também no currículo da disciplina sobre golpe, o motivo pelo qual foi necessário o movimento cívico-militar de março 1964, com a participação da mídia, CNBB, OAB, Congresso, principalmente de governadores, mormente os de Minas Gerais, Guanabara, São Paulo e Paraná. As questões políticas mal resolvidas entre nós resultam sempre em algum tipo de golpe, seja militar ou parlamentar. Sem o apoio da PM dos governadores, o general Mourão Filho não arriscaria deslocar suas tropas para a Guanabara (RJ).

Paulo Marcos Gomes Lustoza pmlustoz@gmail.com 

Rio de Janeiro

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BASTA!

O caos tomou conta da Venezuela há tempos. Crianças e adultos fogem para salvar suas vidas. Doentes de HIV morrem por falta de remédios. Animais definham e morrem de fome como noticiou o “Estadão” (28/2, A13). E a ONU – esquerdista que é – faz vista grossa à ditadura comunista de Maduro; como faz a tantas outras. Até quando vamos assistir a esse show dos horrores sem fazer nada? Quando é que alguém terá a hombridade de invadir aquele país esquecido por Deus e botar ordem? Bom, nem na Síria, cuja situação é ainda mais grave, fizeram algo. Vivemos num mundo de covardes!

Sérgio Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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ÊXODO 

O mundo assiste a um êxodo de refugiados fugindo de guerras, regimes totalitários e fome. O medo de morrer move populações, que vão em direção ao desconhecido. A nossa sociedade assiste atônita e preocupada em receber os venezuelanos em quanto temos aqui dentro do Brasil uma imensidão de pessoas morando nas ruas, abandonadas a própria sorte, pedindo esmola para sobreviver dia a dia. Ninguém os enxerga mais como disse Arnaldo Jabour: “Acostumamos a ver os moradores de rua”. Nossa sociedade está doente, não vê sua própria falha e fica falando da do outro. Nossos filhos estão sendo criados assim. Olham pela janela e enxergam famílias inteiras dormindo na calçada, olham como seres humanos, atônitos. Os pais não olham mais não enxergam mais aquilo que é a prova viva de uma falência social. 

João Bráulio Junqueira Netto jonjunq@gmail.com 

São Paulo

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KIM JONG-UN

Bem que eu desconfiava que Kim Jong-un, por suas características, seria um político brasileiro: cabelo ridículo (corte, pintura, implante, escova, laquê); bem alimentado; prepotente; rodeado de asseclas; improdutivo; etc...

Carlos Roxo roxo.sete@gmail.com

São Paulo

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O “LIBERAL” FHC

Votei em FHC nos dois pleitos presidenciais que venceu e assumo que sempre admirei seu brilho intelectual, mas já faz tempo que o vejo com reservas. Primeiro foi vê-lo encontrar-se com gente da laia de Fidel Castro e Hugo Chávez numa cidade venezuelana, em agosto de 2001, quando alegremente se confraternizaram (há fotos na internet com os três entrelaçando as mãos). Mais à frente, vi FHC “amaciar” para Lula no triste episódio do mensalão, praticamente dissuadindo o PSDB da intenção de pedir o impeachment do petista. Ao fim, Lula safou-se e terminou se reelegendo – e deu no que deu. Nunca me “desceu” a proximidade de FHC com o líder do PT, o maior partido socialista da América Latina, mas o que não dizer da proximidade de FHC com Fidel Castro ou com o líder do PSUV, Hugo Chávez, cujas políticas praticamente destruíram a Venezuela? FHC admite sua convergência com o PT, partido cujas políticas antiliberais afundaram nosso País. Disse ele no “Fórum Estadão - A Reconstrução do Brasil”: “A polarização recente do PSDB com o PT se deu mais pelo ponto de vista do poder do que de ideias (...) PT e PSDB nasceram próximos”. E ainda arrematou que seu “candidato no PT é Fernando Haddad”!  Tem condições?  Todos que acompanham política conhecem de sobejo as inclinações marxistas do ex-prefeito paulistano, “candidato” de FHC no PT... Curioso que, com tudo isso, FHC julga-se autorizado a atacar o pré-candidato Jair Bolsonaro, asserindo, em tom de censura, que ele “não tem pensamento liberal’. Ora, como assim? Longe de mim defender o deputado fluminense  – de quem tenho lá minhas divergências – mas as amizades do líder tucano com gente como Lula, Fidel e Hugo Chávez ou suas simpatias por outros notórios marxistas dão-lhe pouca credibilidade para falar em “liberalismo”. Por fim, e só para lembrar, o Brasil encontra-se, após 20 anos de governos do PSDB e do PT, na lastimável 153ª posição – atrás do Vietnã e da China Comunista, entre outros – , no concerto das nações que mais prestigiam a liberdade econômica.

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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FHC

Sofríveis, descomedidos e destemperados os desconchavos e despautérios manifestados por FHC nos seus últimos pronunciamentos. Na utópica tentativa de encontrar um candidato “outsider” à sua medida, vomita pestes e pragas. Pobre PSDB! 

Jorge Spunberg jspunberg@gmail.com

São Paulo 

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OPINIÕES DE FHC

FHC sempre que se refere aos militares o faz de maneira discriminatória. Esquece o ilustre ex-presidente, de que não são os militares os envolvidos em processos da Lava Jato e sim os políticos ansiosos por obter o poder. E não são poucos. Foi por ele criado o Ministério da Defesa e, a partir daí, nenhum militar foi escolhido para dirigi-lo, exceto agora que o caos está estabelecido.  Até parece que o militar não possui capacidade para tal. Lembro, que em seu governo, a ONG inglesa WWF financiada por Jacob de Rothschild, George Soros e pela Fundação Ford estava por trás da tentativa de patrocinar a intervenção da Amazônia e entregá-la em benefício de grupos estrangeiros. A autorização para atuar no Brasil foi dada por FHC, através da OIT 169, desmembrando a Amazônia em 217 micro Nações Indígenas. Isso facilitaria a ação de grupos internacionais na exploração de recursos naturais, como nióbio, pedras preciosas, ouro, manganês, urânio, etc.. Não partem dos militares atos que ponham em risco a soberania do País. 

José Olinto Soares jolintoos@gmail.com

Braçança Paulista 

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TÁ NA HORA?

Fernando Henrique Cardoso ainda tem na mente que militar ainda representa apenas golpe contra a democracia. Uma aposentadoria lhe caberia bem nesta idade... 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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COMPANHIAS AÉREAS

Sobre o editorial econômico “A recuperação chegou também ao setor aéreo” (27/2, B2), como passageiro eventual, acredito que se as companhias aéreas fizessem sua parte, teriam muito maior ocupação nas aeronaves. Elas hoje cobram pelo transporte de bagagens, poltronas mais espaçosas (melhor dizendo, menos apertadas) e pelo serviço de bordo. Tudo isso era de graça há não muito tempo. Pior: essas reduções do conforto vieram acompanhadas de aumentos consideráveis nas tarifas. E o passageiro que engula.

Luciano Nogueira Marmontel automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

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‘SÓ O INSTINTO NOS SALVA’

O “Estadão” (25/2, A2) nos faz refletir, no artigo “Só o instinto nos salva” de Bolívar Lamounier, sobre a somatória de mazelas que fermentaram nas últimas décadas. Num País com condições climáticas invejáveis, em que o agronegócio é o único a avançar com competência, e todo o resto vai muito mal, fica desanimador construir pontes para o futuro. Mesmo com empenho do PIB de 3% ao ano demoraríamos 20 anos para atingir a renda per capita da Grécia ou Portugal. Os municípios, que são as células da Nação, estão em sua maioria quebrados. Resido em Bertioga/SP. O município, de 60 mil habitantes, tem uma receita privilegiada dos royalties do petróleo e de uma arrecadação extra que é a Riviera de São Lourenço, que não gera ônus para a municipalidade. Deve estar entre os primeiros em arrecadação no País e fecha sempre no vermelho. No entanto, os seus 1.500 servidores municipais consomem mais de 60% do orçamento com salários e com o Instituto de Previdência (BertPrev). Somados ao custeio desenfreado da máquina, nada sobra para investimentos na cidade. Essa metástase vai nos consumir até quando? Acorda eleitor!

José Aldo Ricciardi Favaretto josaldo@uol.com.br 

Bertioga 

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POLÍTICA E CRIME

Eugenio Bucci defende em seu artigo “‘Manu militare’, ou o trio elétrico macabro” (1/3, A2) o uso da política para enfrentar a criminalidade no Rio de Janeiro. Mas foi a política mesma que levou o Rio de Janeiro a esta situação trágica permitindo e até estimulando o crime organizado. Foi a política que surrupiou os direitos e as garantias de cidadão do carioca, e não a intervenção de Temer. Moradores das comunidades reclamam da checagem de antecedentes e falam da elite? Ora, em aeroportos a elite é checada por policiais e às vezes nas partes íntimas, isso quando não é farejada por cães, pois é melhor ser tido como suspeito do que ser explodido por um terrorista. Estão me cheirando muito mal os ataques a Temer e a defesa dos habitantes da comunidade, muito mal mesmo! Está me dando medo... Será que o crime conseguiu se infiltrar na mente dos intelectuais?

Sandra Gonçalves sandgon@terra.com.br 

São Paulo 

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SOLUÇÕES DE BUCCI

Seu artigo “Manu militari (...)” ficou pela metade. O sr. não apresenta soluções para as seguintes questões das quais o sr. sempre foge: 1) Corrupção de todo o serviço público do Estado (governador e asseclas presos); 2) Corrupção endêmica na Polícia Militar; 3) Dezenas de tiroteios todos os dias impedindo crianças de frequentarem escolas e moradores de trabalhar. O sr. enquanto servidor público com certeza vai apresentar boas soluções para tais problemas.

Paulo Ribeiro pauloribeiro634@gmail.com

Cotia

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‘MANU MILITARI OU O TRIO ELÉTRICO MACABRO’

Do alto das minhas oito décadas de vida, achei que já havia conhecido todas as formas de hipocrisia. Mas comprovo que o ser humano se supera em tudo. Em seu artigo de hoje, o jornalista Eugênio Bucci, desqualifica a ação militar no Rio de Janeiro, nominando-a como “solução brucutu” e coloca o Exército na figura de um joguete a serviço do governo. Mais adiante, critica o presidente Temer, a quem nem de longe nutro qualquer simpatia, por tentar patrocinar sua popularidade “em cima de tanques”. Ora,  sr. Eugênio, não foram todas as suas referências de Nação e  líderes como Fidel Castro, Mao Tsé-Tung, Hugo Chávez, Enver Hoxha, Kim Jong-un e todos os presidentes soviéticos que sempre promoveram a si e seus regimes em cima de tanques e desfiles militares, sempre as custas da liberdade, da fome e do frio dos seus povos? Ora, sr. Eugênio, faça-me o favor!

David B. do Nascimento davidbatistadonascimento@hotmail.com 

Itapetininga 

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EUGÊNIO BUCCI

Em seu artigo de ontem (1/3), o professor da USP – lógico... – Eugênio Bucci, menciona um morador de uma favela na Zona Oeste do Rio que, referindo-se a ter sido fotografado em uma vistoria, teria dito que: “É muita humilhação, quero ver fazer isso na Zona Sul”. Fazem sim e também em todos os prédios da Faria Lima e Avenida Paulista e não por militares. Esquece-se o professor Bucci de finalizar seu artigo com um coerente “Fora Temer”.

Roberto Aliberti robertoaliberti@uol.com.br

São Paulo 

 

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