Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

17 Março 2018 | 03h00

CRIMINALIDADE

Falta justiça

Em nosso país a morte por bala perdida ou por encomenda acontece todos os dias e nenhuma autoridade aparece nos microfones alardeando justiça. A morte da jovem vereadora Marielle Franco, no Rio de Janeiro, foi realmente dolorosa. Porém, mais uma vez, creio que veremos o autor dos disparos ser preso e libertado em seguida. E aqueles que apareceram na TV batendo no peito como heróis somente voltaremos a vê-los no horário eleitoral. Será que desta vez haverá justiça?

WILSON MATIOTTA

loluvies@gmail.com

São Paulo

Se descobrirem quem mandou e quem executou a vereadora do Rio, vão poder prendê-lo(s) depois da condenação de segunda instância ou nem assim? Sinto dizer, mas, com um ordenamento jurídico como o que temos, não adianta fazer intervenção militar. A criminalidade está blindada e continuará solta e poderosa por longos anos.

JORGE ALBERTO NURKIN

jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

Hipocrisia

Quanta hipocrisia! Agora vêm os “bonitões” da política e da Justiça dizendo-se perplexos pelo assassinato da vereadora, num país que tem 60 mil homicídios por ano. PCC e CV dominando o crime organizado. Coincidentemente, no dia da greve dos juízes, para defender os penduricalhos. Não pagam nem Imposto de Renda. Está na hora de a Justiça, todo o Poder Judiciário atuar de forma compacta. Não podemos ficar dependendo da bipolaridade de certos, ou errados, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). 

EDMIR DE MACHADO MOURA

negrinho10@hotmail.com

Caçapava

Exploração política

Na visão tacanha do PT, o assassinato da vereadora Marielle Franco e a condenação de Lula à prisão fazem parte de uma ação orquestrada para prender o ex-presidente, após sua condenação pela Justiça por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Como a defesa do Lula esgotou todo o arsenal de chicanas para tentar impedir sua prisão, agora o PT resolveu pegar carona, explorando politicamente a tragédia da vereadora morta no Rio de Janeiro para atacar seus adversários, a Justiça e até a intervenção federal na capital fluminense. Em seus devaneios, a deputada Erika Kokay (PT-DF), num discurso raivoso na Câmara, chegou ao desplante de acusar as Forças Armadas de serem as responsáveis pela morte da vereadora. Na verdade, Marielle é mais um número nas estatísticas da criminalidade que explodiu no Rio de Janeiro durante o mandato de Sérgio Cabral, aliado do PT e amigo de Lula. Alguns dizem que foi crime político e há lógica nessa afirmação: todos os homicídios são políticos no Brasil, porque a impunidade se tornou política de Estado, seja por populismo, incompetência ou conveniência. 

PAULO R. KHERLAKIAN

paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

Comoção seletiva?

É de estranhar a posição da esquerda no Brasil. No caso do assassinato dos prefeitos do PT Celso Daniel e Toninho de Campinas, os esquerdistas emudeceram. Agora, no episódio do assassinato da vereadora Marielle, eles se uniram e saíram dando “tiro” para tudo que é lado. Essa comoção toda é para transformá-la em mártir...?!

ARNALDO LUIZ DE OLIVEIRA FILHO

arluolf@hotmail.com

Itapeva

Menos...

Já estão misturando alhos com bugalhos no assassinato da vereadora Marielle Franco, do PSOL: militância, misoginia, homofobia, golpe de 68, Bolsonaro, racismo, intervenção... Poxa, assim também não dá, gente!

RICARDO C. SIQUEIRA

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

Uma lição

A morte da vereadora e de seu motorista é o retrato fidedigno da loucura que se instalou em nossa sociedade doente e flagelada. Nada obstante, as pessoas de bem não podem esquecer que esses ataques diretos ao Estado Democrático de Direito e aos brasileiros são fruto do que os últimos governos federais deixaram ao País. A sociedade brasileira perdeu a dignidade, a honra, o espírito de cidadania e agora perdemos todos a civilidade, tudo em razão dos exemplos dados por esses inescrupulosos e corruptos políticos sem medida que por aqui estiveram. Perderam-se os mínimos valores morais que ainda existiam. E agora, cidadão brasileiro de bem, qual a próxima notícia?

CLÁUDIO ANTELO

claudioahantelo@terra.com.br

São Paulo

Direitos humanos

Vamos torcer para que o assassinato da vereadora Marielle Franco sirva como exemplo para aqueles que vivem defendendo bandidos, dizendo que marginais têm de ser tratados com afagos, e se conscientizem de vez de que criminoso deve ser tratado com o máximo rigor. E também para que as autoridades passem realmente a agir com a maior firmeza com esses marginais, pois o povo brasileiro está temeroso do futuro do nosso país, em vista dos exemplos de países vizinhos. Mais que nunca vale o ditado: não tratemos bandido como vítima, porque amanhã as vítimas seremos nós. 

FRANCISCO JOSE CARDIA

fra.cardia@hotmail.com 

São Paulo

CORRUPÇÃO

Quatro anos de Lava Jato

Os primeiros quatro anos da Operação Lava Jato foram assinalados em Porto Alegre com a presença da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que fez uma memorável declaração: “Assassinar uma liderança política é um atentado à democracia”. Políticos e empresários corruptos, presos e condenados na Lava Jato, são também um atentado permanente à democracia no Brasil. Escrevemos “os primeiros quatro anos” porque os brasileiros desejam que a Lava Jato, como atuação emblemática no combate à corrupção, seja uma prática permanente em nosso país.

PAULO SÉRGIO ARISI 

paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

A BADERNA

Na Câmara Municipal

Sou contra este tipo de manifestação, porém os “legisladores” de plantão e nosso “gestor” não podem esquecer que nós, funcionários ativos e aposentados da Prefeitura de São Paulo, nos últimos 11 anos recebemos a bagatela de 0,01% de reajuste salarial por ano. Em tempo: anteontem mesmo os vereadores receberam 26% de aumento...

ANTONIO CLAUDIO P. DA SILVA

aclaudiops@uol.com.br

São Paulo

MARIELLE FRANCO

Uma mulher negra, feminista e militante do movimento LGBT foi brutalmente executada com quatro tiros na cabeça. Como vereadora representava a favela da Maré e morreu defendendo seus ideais contra a violência policial no Rio de Janeiro. Devemos fazer um mea-culpa pelo País ser ainda tão intolerante, machista, racista e homofóbico. Deve-se respeitar tanto os que defendem maior inclusão social como a pluralidade de vozes que compõem o mosaico da nossa sociedade. Não se pode calar a democracia e seus representantes. A resposta contra os criminosos deve ser dura em defesa do Estado Democrático de Direito.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br   

Campinas

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CONIB CONDENA ASSASSINATOS 

Os assassinatos da vereadora Marielle Franco (Psol) e de seu motorista, Anderson Pedro Gomes no Rio de Janeiro são uma afronta ao combate ao crime organizado e à democracia. A Confederação Israelita do Brasil presta sua solidariedade a familiares das vítimas desse crime bárbaro e espera punição severa e rápida a seus perpetradores. Que crimes como esse não se tornem mais um marco das violências diárias cometidas contra os brasileiros, em especial contra as minorias, mas um marco da mobilização nacional por um enfrentamento eficiente da questão de segurança pública.

Fernando Kasinski Lottenberg lianegz@terra.com.br   

São Paulo

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HOMENAGEM

Marielle, sua voz calada por quatro tiros covardes será transformada nas vozes de milhões de brasileiros revoltados e indignados. A dor do luto será transformada na força da luta contra a violência e a barbárie. Morre uma guerreira; viva fica a sua luta. Uma lutadora cai; cem outras se erguerão.#Mariellepresente.

J.S. Decol decoljs@gmail.com  

São Paulo 

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ESTAÇÃO DAS BALAS SOLTAS

Provavelmente a execução da vereadora, diferentemente de 92% dos assassinatos no Brasil, será esclarecida. Graças à comoção popular. Pelo menos quem o fez. Mas talvez, como no caso de Celso Daniel não quem o ordenou. Mas se, com sorte, isto também vier à tona, vai se ter de aguardar pelo menos a condenação de segunda instância do mandante, isto se o mesmo não tiver foro privilegiado. Certamente o ato foi feito por profissionais que não gastaram balas fora do ângulo onde a vereadora estava. E foi custeado por quem tem dinheiro. Obviamente não foi o exército interventor que o promoveu como alguns políticos oportunistas insinuam. E evidentemente o mesmo escancarou que o Rio de Janeiro virou uma Colômbia, onde o que vale é a lei da selva. A intervenção foi uma excelente ideia de marketing para o presidente. Assim como a exploração do cadáver para a "tese de perseguição política" do PT. Agora, se for para tratar e resolver a questão da segurança vai ser necessário muito mais do que reuniões entre presidentes de poderes fora da agenda, na calada da noite e dotações fictícias de verbas para as próximas décadas. Será preciso governantes cuja prioridade seja o bem do povo, legisladores cuja prioridade não seja obter propinas e defender-se da cadeia, juízes e policiais comprometidos com a lei e só. E para tanto é preciso eleitores esclarecidos que não se deixem convencer pela demagogia que impera, pois o furo da bala é muito mais profundo. Como isto talvez não ocorra nem 2018 e nem tão cedo, é preciso pensar com cuidado, se não é hora de fazer as malas e tirar umas boas férias com a família até que termine a estação das balas soltas.

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com 

São Paulo

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ASSASSINATO E HIPOCRISIA

É claro que se lamenta a morte da vereadora Marielle e as circunstâncias violentas que envolvem sua execução. Mas a esquerda tem uma tendência de martirização automática de seus membros, quando morrem. Lembremos que, entre os pecados de Marielle estão a vista grossa à bandidagem do Rio de Janeiro e o foco único no discurso de intolerância contra a Polícia Militar do Rio de Janeiro e aos escolhidos como "alvos sociais" das minorias. Defender os gays e as mulheres, mas passar a cabeça na mão de funqueiros que pregam homofobia e culto da submissão sexual da mulher; isso é hipocrisia. Descanse em paz, vereadora. Menos hipocrisia, esquerdistas!

Sérgio Passos sepassos@yahoo.com.br  

Porto Feliz 

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O FIM DA INTERVENÇÃO NO RIO

O assassinato da jovem vereadora carioca mostra a extensão do poder do crime organizado e da sua audácia. A consequência mais trágica da perda da sua vida e do seu motorista é, naturalmente, o vazio que fica na vida dos seus parentes e dos seus amigos. Audaciosos também são os políticos, querendo apossar-se dos seus despojos morais. A Procuradoria-Geral da República e Raul Jungmann, ansiosamente, pretendem federalizar as apurações. Mas como? Parece-me que a intervenção federalizou a segurança no Rio e retirar as apurações do grupo interventor é esvaziar o seu poder. Se este for o caso, o exército deve manifestar-se contrariamente e o general Braga Neto entregar o cargo, já que a função lhe foi surrupiada. A pior consequência deste crime bárbaro será o fim da intervenção, salvo se o corajoso Jungmann assumir a função com a assessoria da Polícia Federal (PF).

Paulo Roberto Santos prsantos1952@bol.com.br  

Niterói (RJ)

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CARTA ABERTA A RAUL JUNGMANN E TEMER

Sr. ministro, é de conhecimento da Nação as dificuldades de controlar o sistema penitenciário que é superlotado e apresenta condições degradantes para a maioria dos presos. A falta de controle resulta em rebeliões com acertos de contas de facções rivais, impossibilidade de implantar controles que impeçam os presos de dar ordens de dentro dos presídios, seja por celular, seja por outros meios, apenas para citar alguns. A Holanda e a Suécia estão desativando presídios por falta de ocupantes. Por que não "alugamos" espaço nestes locais para levar presos e "exportamos" os presos de organizações criminosas, chefes do tráfico de drogas, presos corruptos da Lava Jato para lá? Com certeza as celas são mais dignas e lá eles seriam guardados sem as mordomias de Benfica, ou as permissibilidades de nossos presídios com problemas administrativos. Reduziríamos talvez a níveis mais aceitáveis a superlotação e garantiríamos que pelo maior controle e pela distância estes malfeitores ficassem sem comunicação - e mando - de suas organizações. Entendo que sem estas cabeças comandando o crime, facilitaríamos o controle da polícia no Rio de Janeiro e em nossas outras capitais.

Frederico Krejici f.krejici@terra.com.br 

São Paulo

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REAÇÃO

As manifestações de repúdio ao assassinato covarde dessa moça vão reforçar nossa luta contra os bandidos que querem se apoderar do nosso País. Que repitam os efeitos das manifestações de 2013 que nos levaram a reagir contra tudo o que nos indignava naquela época.

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com  

São Paulo 

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BASTA

O assassinato da vereadora e do motorista dela envergonham as pessoas de bem. Humilham ainda mais o Brasil aos olhos do mundo. Ultraja a democracia e a liberdade de expressão. Os brasileiros exigem um basta na vergonhosa escalada do mal, por meio da sanha maldita dos marginais e covardes. A luta das autoridades policiais contra bandidos precisa ser mais dura, firme, direta e urgente. Dente por dente, olho por olho. Famílias brasileiras não podem, não devem nem merecem eternamente viver amedrontadas. Bandido bom é bandido morto. 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com 

Brasília

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TODOS PERDEM

O Brasil está doente! O assassinato de Marielle Franco (Psol) dá sinais preocupantes de que algo está errado e muito errado no nosso País. O Brasil perde, a Nação perde, o brasileiro perde e a democracia é assassinada. E não duvido que ainda venham politizar a morte da vereadora, por ser de partido A ou B.

José Roberto Covac ana.purchio@convergenciacom.net 

São Paulo 

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CRIME

A quem interessa o assassinato ou execução da vereadora Marielle Franco do Psol carioca? Foi um crime ligado a situação caótica do Rio, dirigido à situação nacional? Apontar para as milícias, a PM carioca e a intervenção federal no Estado são ações simplistas. Não resta dúvida de que este crime bárbaro dá uma preciosa mãozinha à pseudoesquerda populista que tenta a todo custo a salvação de seu semideus. A morte de Marielle Franco tem que ser perfeitamente esclarecida e se transformar no ponto de virada deste Brasil horroroso em que vivemos. 

Arturo Condomi Alcorta arturoalcorta@uol.com.br  

São Paulo 

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A MORTE DA VEREADORA

A morte da vereadora carioca baleada com quatro tiros na cabeça causou uma comoção nacional contra o estado de violência que vive o Rio e da qual Marielle é apenas mais uma vítima entre as muitas que morrem naquela cidade. O problema é que passados os primeiros momentos de comoção, nos quais os políticos fazem mil promessas de providências enérgicas para vencer a criminalidade não só do Rio, mas também nacional mesmo que em proporção menor, o tempo passará devagar, mas continuo, nossa ira acabará e esquecermo-nos de tudo aquilo que cobrávamos dos políticos e suas eternas promessas como sempre tem sido. Políticos são os maiores responsáveis pela situação de violência pela qual passamos porque nada fazem de prático para sua diminuição e muito pelo contrário, porque muitos são eleitos graças a se apropriarem do erário para proveito próprio. Por exemplo, por que não trabalham para alterar nosso código criminal arcaico que pune apenas quem não tem dinheiro para pagar um bom advogado? Para isso acabar é necessária a reforma sempre prometida, mas nunca executada. Discursam para a plateia condenando criminosos como agora, mas cadê coragem para mudar o código com relação a maioridade criminal que deveria no mínimo começar aos 12 anos de idade? Mas como ter esperança quando assistimos dia seguinte ao crime, no Supremo Tribunal Federal (STF), seus ministros em suas pompas e togas pretas fazer declarações e condenando o crime, de maneira que sentimos ser apenas artificial. Um deles, Gilmar Mendes, todo circunspecto ao mesmo tempo em que condena esse estado de descalabro, esquecido que ao defender a mudança da prerrogativa da segunda instância junto com outros togados, também será culpado de mais crimes no futuro, porque sem ela a justiça voltará ao estado anterior, quando criminosos passavam anos em liberdade no uso e abuso de um código arcaico feito para eles e muitas vezes acabavam sem pagar nada. Se eliminarem essa ferramenta eficiente para a Justiça, no dia seguinte uma enxurrada de advogados entrará com pedidos de liberdade para seus clientes e serão jogados no lixo todos os processos criados pela Operação Lava Jato e outras. Pareço pessimista e nego, porque sou apenas um realista com mais de 70 anos de idade e cansado de ver tudo no continuar o mesmo de sempre.

Laércio Zannini spettro@uol.com.br  

São Paulo 

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VEREADORA É MORTA A TIROS 

Um pouco de recato a morte da vereadora Marielle Franco (Psol-RJ), assassinada a tiros na quarta-feira, enseja suspeitas de que possa ter sido vítima de execução por setores descontentes com seus ativismo no combate à truculência policial e na crítica à intervenção federal na área de segurança do Rio. Nem por isso justificam-se manifestações precipitadas como a do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luiz Fux, que no início da sessão plenária da última quinta-feira, disse estar "extremamente consternado" pela morte de Marielle e que o crime foi uma "tentativa chocante de calar a voz política". O presidente da República, Michel Temer, por sua vez, falando por meio de uma rede social, classificou o acontecido como um "atentado ao Estado de Direito e à democracia". Temer e Fux ocupam cargos da mais alta relevância, devendo, assim, guardar recato e abster-se de expressar juízos sobre investigações criminais que mal se iniciam e que podem levar a conclusões bastante diversas do que imaginam. Afinal, diariamente acontecem crimes brutais no Rio, vitimando indiscriminadamente de crianças a agentes policiais, e não há registro de que Temer ou Fux tenham produzido tão enfáticas manifestações de solidariedade como as de agora. 

Sergio Saraiva Ridel sergiosridel@yahoo.com.br  

São Paulo

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SERÁ

Este assassinato está cheirando a apelação pesada às vésperas da tão aguardada prisão de Lula!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com  

São Paulo 

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A PRESSÃO DE 'LULOPTISTAS'

O PT e seus asseclas aceleram as pressões junto ao STF com o intento de impedir a prisão de Lula da Silva. Como não têm acesso à ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, que se demonstra imune a pressões. Procuram o ministro Edson Fachin, que remeteu para o Plenário da Corte o habeas corpus preventivo de Lula da Silva, com o objetivo de evitar a prisão decorrente do decisório do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), que o condenou a 12 anos e 1 mês em regime fechado. O desespero é grande, porque, preso o demiurgo de Garanhuns, o que resta para o palanque do PT?

José Carlos de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br 

Rio Claro 

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SANTO DO PAU OCO

Lula é o corrupto mais honesto do Brasil e teima em propalar inocência mesmo tendo sido condenado em diferentes instâncias no caso do triplex do Guarujá e ainda estar envolvido em outros processos (seis na Lava Jato + um na Janus + dois na Zelotes).

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br 

Vila Velha (ES)

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EM POUCO TEMPO

Em poucas semanas os ministros do STF, com um leve sorriso nos lábios, provavelmente pensarão "PT, Lula, pressão sobre o Supremo? Que bobagem"!

Ailton de Souza Abrão a.abrao@terra.com.br 

São Paulo

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SEPÚLVEDA

O advogado Sepúlveda Pertence, que já foi ministro da Corte e presidente do STF, contratado a peso de ouro para defender Lula, alega que a condenação em segunda instância não obriga a prisão do criminoso. Esta é mais uma das mazelas da nossa Justiça que pune apenas os mais pobres, que não têm recursos para bancar advogados caros, dando um péssimo exemplo à sociedade brasileira e ao mundo. Pregar a impunidade após tantos processos, tantas condenações e tantas provas de crime, é, no mínimo, zombar da paciência do cidadão e desacreditar totalmente na Justiça deste país. Deus permita que a razão e a Justiça iluminem a cabeça e o senso de ética dos nossos juízes e deem um exemplo de civilidade, honestidade e caráter, cumprindo seu dever de cidadão e colocando na cadeia, aquele que orquestrou esta organização criminosa que assaltou os cofres públicos e destruiu o sonho dos brasileiros, traindo milhões de pessoas que acreditaram nas suas mentiras e em seus engodos. Para seus defensores, inclusive um que já foi presidente da Corte, uma reflexão de um cidadão brasileiro indignado: existem coisas muito mais importantes que o dinheiro, excelência.

Elias Skaf eskaf@hotmail.com   

São Paulo

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'HONORÁRIOS SUJOS, UM QUESTIONAMENTO'

Carlos Alberto Di Franco em seu artigo "Honorários sujos, um questionamento" (12/03, A2) volta sua atenção para uma questão delicada em tempos de Lava Jato, afinal a sociedade tem o direito de saber se os estratosféricos honorários dos advogados dos corruptos não são fruto da roubalheira do dinheiro público. Como recuperar o dinheiro desviado se parte dele vai para o bolso dos advogados? A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) precisa dar uma resposta satisfatória a essa intrigante questão.

José Elias Laier joseeliaslaier@gmail.com   

São Carlos

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SELVA MURADA 

Flávio Tavares (16/3, A2) é gaúcho, não entende de Rio de Janeiro. Passa ao largo da administração Brizola e da responsabilidade do PT na falência econômica do Estado. Enfim, que esperar dum gramscista?

Lucio Sattamini lucio.sattamini@gmail.com

Búzios (RJ)

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O QUE É QUE SOBRA?

Se o povo paulista tiver vergonha na cara, não vota em candidatos do PT, PSDB, PMDB, PTB, etc.. E vai votar em quem? Essa é a questão, viramos saco de lixo dos políticos e banqueiros (quem escolhe candidato é o banqueiro, porque tem de pagar!).

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com 

São Bernardo do Campo

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STEPHEN HAWKING

Hawking foi o maior exemplo de que a inteligência está além das aparências. Enquanto tantas pessoas devotas com pouca cultura e até com mais de um curso de graduação e pós-graduação ficam julgando a inteligência de outras pessoas pelo modo simples de andar, falar, formato da cabeça e olhar... Chamando de retardado, louco, sem ver o cérebro e nem conhecer a alma, o cientista mais respeitado dos últimos tempos deu exemplo de que a inteligência está no cérebro e é independente de qualquer doença física, da dificuldade ou ausência de voz. Sem poder caminhar, com poucos movimentos do corpo, tendo ficado mudo, este ateu militante deu voz à "inteligência divina" e ajudou a humanidade a evoluir.

Rogério de Souza Pires sorriso.psi@hotmail.com  

Umuarama (PR)

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UM HOMEM LIVRE

Stephen Hawking, encarcerado em seu corpo e preso inexoravelmente a uma cadeira de rodas foi mais livre que todos nós. O infinito era o seu limite. 

Milton Córdova Júnior milton.cordova@gmail.com  

Vicente Pires (DF)

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NO INFINITO

Stephen Hawking, um homem com enormes limitações físicas, mas ilimitada capacidade intelectiva, que dominava os complexos mistérios do universo e foi capaz de nos explicar de forma simples várias questões em seu livro "Uma breve história do tempo". Um homem que não podia viver naquilo que concebemos como "vida normal", era excepcional em alegria, bom humor e vontade de viver. Agora se junta a outro gigante, Albert Einstein, no infinito do espaço-tempo, onde com certeza, continuam mais felizes do que nós, os "normais" aqui em nossa dimensão, com nossos medíocres problemas do dia a dia... 

Paulo Sérgio Pecchio Gonçalves ppecchio@terra.com.br 

São Paulo

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