Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

22 de abril de 2018 | 03h00

ELEIÇÕES

O poder do voto

Estamos vivendo a fase pré-eleitoral, com os partidos majoritários derretendo-se moralmente no caldeirão da corrupção e das promessas mentirosas, o que, além de confundir a cabeça do eleitor, afasta lideranças que poderiam fazer a diferença no cenário político usando sua capacidade e seu conhecimento dos problemas da população. A única arma que o eleitor tem para tentar melhorar o País é o voto. Boa sorte, em especial aos que votarão pela primeira vez.

JOSÉ MILLEI

millei.jose@gmail.com

São Paulo

Descrença

Que esperança pode ter o eleitor ao votar em outubro? O Congresso Nacional só atua em interesse próprio, contrário ao do cidadão. Recusa o equilíbrio fiscal, votando aumento de despesas e concedendo perdão de dívidas, impedindo reduções de despesas de custeio, proporcionando recursos – nunca controlados – aos partidos, etc. Nenhuma voz se levanta para defender os interesses da população, no Congresso ou nos partidos, porque são contrários aos do funcionalismo. Todo o sistema de instituições está contaminado pela corrupção, exacerbada pelo aparelhamento. Não existe uma estrutura orientada para o saneamento do País. Não há como acreditar que as mudanças nas cadeiras resultantes das eleições possam mudar a cena.

HARALD HELLMUTH

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

Quem?

Qual é o presidenciável que vai dizer que a reforma da Previdência é a principal decisão a ser encarada a partir de 1.º de janeiro de 2019? Uma coisa é certa: não terá os votos dos privilegiados incrustados nos Poderes da República. Aqueles que pensam ter direitos “adquiridos”. Mas é o povo que conquistará direitos se esse destemido presidenciável assumir e afirmar, em alto e bom som, ser essa a prioridade mais urgente da Nação.

CARLOS LEONEL IMENES

leonelzucaimenes@gmail.com

São Paulo

Apartheid 

Cerca de 70 milhões de brasileiros vivem no gueto dos excluídos em nosso histórico apartheid. Nas bordas deste país, um fosso de excluídos, vítimas do domínio da bandidagem, das milícias, de policiais corruptos. No topo da pirâmide, o sistema de corrupção político-empresarial e sua arrogância de tentar fugir da Justiça escancaram a injustiça nossa de cada dia. Daqui a cinco meses e meio teremos uma decisiva eleição presidencial e não vemos nenhum candidato estadista, que mereça a confiança dos 140 milhões de eleitores, capaz de encaminhar as reformas que a Nação exige com urgência. Vamos continuar sendo este país injusto, desigual e irresponsável que a História nos reservou? Nossa resposta será dada nas urnas, em 7 de outubro! 

PAULO SÉRGIO ARISI

paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

Tábula rasa

Para tomar posição para as próximas eleições vou fazer tábula rasa. Partidos, candidatos e tudo o que se refere à política será esquecido. Está muito difícil definir. Diante de tantas alternativas conflitantes e sem nenhum objetivo novo, vamos continuar a escutar a eterna cantilena dos políticos, educação, saúde, segurança, em promessas escandalosamente inviáveis, porque sempre haverá a questão: de onde virá o dinheiro? É bom que os candidatos a cargos eletivos tenham em mente que a sociedade é um organismo vivo que se movimenta para se defender quando a corrupção atinge limites insuportáveis. E foi isso que aconteceu. Vou votar, sim, não delego esse direito a ninguém. Os postulantes que seguirem o caminho das campanhas anteriores serão surpreendidos por votação pífia. Estamos cansados da mesmice, que já nos levou a enganos terríveis. 

BETE MARUN

elisabetemarun@hotmail.com

São Paulo

Só mais um refém

Não importa quem será o presidente da República eleito em outubro, porque ele vai ser mais um refém de 513 deputados federais e 81 senadores, alguns com desejos escusos. Enquanto perdurar o regime presidencialista de coalizão, o mandatário do País dependerá do Legislativo para governar. Vivemos numa sociedade repleta de pessoas insensíveis aos males causados ao próximo, sejam físicos, emocionais, éticos, financeiros... O povo brasileiro que acorde e reflita sobre a nova realidade que paira sobre o nosso país. Urge uma reforma política e novo plebiscito para definir o melhor regime para a governabilidade: presidencialismo ou parlamentarismo.

LUIZ FELIPE SCHITTINI

fschittini@gmail.com

Rio de Janeiro

Quadro político 2018

Há 25 anos, no plebiscito de 21 de abril de 1993, votei contra o presidencialismo. Depois de suicídio (1954), renúncia (1961), golpe (1964) e impeachment (1992), não desejava que o País revivesse o seu passado. Apesar da derrota, tenho minha consciência tranquila, porque a História me deu razão. O impeachment de 2016, o quadro político de 2018 e o próximo quadriênio presidencial, 2019-2022, põem em foco tanto a permanente instabilidade política decorrente do presidencialismo personalista e centralizador como a detalhista Constituição de 1988, perto do esgotamento, com cem emendas em menos de 30 anos.

LUIZ ROBERTO DA COSTA JR.

lrcostajr@uol.com.br

Campinas

Condição necessária

Se quisermos ter um país de Primeiro Mundo, três coisas precisam acabar: o foro privilegiado, o voto obrigatório e a proibição de candidatos independentes. A exigência de filiação partidária dificulta a candidatura de pessoas que consideram os partidos pouco confiáveis, pois têm muitos corruptos filiados. Neste ano de eleições, os eleitores precisam ficar atentos e cultuar o hábito de pesquisar a vida de seus candidatos para não se arrependerem, depois, por terem votado em quem não merecia. A honestidade é uma virtude, sejamos honestos ao votar.

ODILÉA MIGNON

cardosomignon@gmail.com

Rio de Janeiro

PLANOS DE SAÚDE

Franquias 

Mais uma artimanha da Agência Nacional de Saúde em conluio com as operadoras. Se os planos têm problemas de fraudes, exames em excesso, exames feitos e não retirados, isso é falta de gestão. As operadoras que conscientizem médicos e clínicas para coibir esses problemas. O que elas não podem é explorar mais ainda os segurados, principalmente os idosos.

RICARDO TANNUS

odracir1947@yahoo.com.br

São Paulo

NECROTÉRIO DE PROCESSOS

Se o nosso Judiciário fosse célere, principalmente julgando e de forma implacável aqueles que desviam recursos dos contribuintes dentro das nossas instituições, há muito esta Nação já estaria alçando crescimento econômico vigoroso e sustentado, seria socialmente mais justa, e a impunidade não estaria prevalecendo, como infelizmente, e de forma crônica ocorre no País. Um exemplo vivo desta triste realidade é retratado no excelente e oportuno editorial do “Estadão”, com título “Inépcia”! E exemplo, recente e péssimo, vem de um ministro decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, que depois de nove anos, e 10 meses e 21 dias de receber as alegações finais do réu, hoje deputado federal Flaviano Melo (MDB-AC) manda extinguir esse processo! Ora, como é possível que o pior dos exemplos a favor da impunidade venha do próprio STF?! Já que, esse deputado quando era governador do Acre, entre 1988 e 1990, foi artífice de um esquema fraudulento de desvio de recursos públicos com a participação também de funcionários do Banco do Brasil?! E ainda é premiado com salvo conduto?! É uma vergonha! O ministro Celso de Mello, com esta decisão afronta a nossa sociedade! E neste caso não temos como discordar do editorial do “Estadão”, que com muita propriedade assinala que o “Supremo tornou-se um necrotério de processos que envolvem autoridades acusadas de corrupção”! O que é uma verdade! O STF, infelizmente, ao longo de sua história tornou-se a mãe caridosa dos empresários endinheirados e políticos corruptos! E ainda nos indignam ao vivo e a cores pela TV Justiça, quando concedem a granel habeas corpus para perversos corruptores e corruptos que não poderiam estar fora dos presídios...

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com 

São Carlos

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TRIBUNAIS INÚTEIS

Na discussão de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal, difícil entender a correlação entre o direito de ir e vir e a apreciação da liberdade a condenados encarcerados. A prevalecer o entendimento hoje minoritário dessa Corte, questiona-se a serventia das decisões colegiadas das segundas e terceira instâncias. Nesse sentido, percebe-se que a agenda da corte constitucional é sobremaneira ocupada com julgamentos dessa trilha, enquanto temas de interesse nacional aguardam apreciação. Como brasileiro nato, portanto, contribuinte à manutenção do caríssimo Poder Judiciário brasileiro, indago: essas cortes infraconstitucionais são inúteis na proteção de eventuais excessos de autoridades legítimas?

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com 

Ribeirão Preto 

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CERTEZA ELEITORAL

Se de fato nosso STF derrubar a prisão após segunda instância, sinônimo de impunidade aos poderosos, a única certeza que resta é que em outubro estaremos elegendo os próximos ladrões da República, seus comparsas e cooptados. Para completar a tarefa faltaria derrubar também a lei da Ficha Limpa. Mas, calma. As coisas por lá andam meio devagar. Tudo no devido tempo.

Lazar Krym 

lkrym@terra.com.br

São Paulo 

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STF

Impressionante a capacidade do STF discutir assuntos já decididos. Deveria estar pautando julgamentos necessários de inúmeros cidadãos de foro privilegiado, pois até agora nada fizeram, não existe uma condenação embora as provas abundem. O STF é campeão em prescrição... Atende ao clamor dos advogados milionários de pacientes milionários que sem os infinitos recursos a serem apresentados não seriam tão milionários assim. Resumindo, pacientes sem condenação para sempre e o dinheiro a ser devolvido aos cofres públicos indo para as contas dos “Kakay’s” da vida.

Cecilia Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

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ELEIÇÕES FRAUDADAS

Ciro Gomes (em viagem turística supostamente política na Espanha), diz que estas eleições serão as mais fraudadas. E serão mesmo, não pelos eleitores, mas pelos picaretas candidatos, em particular, ele mesmo. 

Ariovaldo Batista 

arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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PRESIDENCIÁVEIS

Perguntar não ofende: digamos que o ex-ministro Joaquim Barbosa venha a ser presidente da República, ele estaria despachando sentado ou de pé atrás da cadeira?

Orélio Andreazzi orelio@andreazzi.com.br 

Suzano

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ENGATINHANDO NO VOTO

Quando, depois dos militares, voltamos à democracia elegemos Tancredo, mas levamos Sarney. Elegemos Collor e acabamos com Itamar. Elegemos FHC que nos brindou com Gilmar Mendes. Elegemos Lula que está preso e Dilma que tivemos de “impeachar”. E acabamos com Temer, cujas maiores vitórias foram bloquear as denúncias contra si mesmo. Enquanto isto o Brasil foi palco dos maiores casos de corrupção do planeta. Mas, nem com isso, o Congresso conseguiu aprovar medidas contra a corrupção. Pelo menos não elegemos o Aécio, pois, quem sabe, poderia ter sido ainda pior. Ainda por cima, temos aquelas urnas eletrônicas em quem ninguém confia muito e viemos das eleições mais sujas de toda a nossa história. E agora estamos com 20 candidatos que não falam sobre o seu programa de governo. O brasileiro ainda está engatinhando em termos de Democracia. Mas já levamos uns belos tombos, não é. Não faz mal, um dia aprendemos...

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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GLEISI NA AL-JAZIRA!

É o tal negócio, para a esquerda brasileira que não faz distinção entre dinheiro público e privado, a senadora Gleisi Hoffmann em seu depoimento à TV Al-Jazira se esqueceu de dizer que a herança deixada pelo “prisioneiro político Lulla” deixou mais de 13 milhões de brasileiros desempregados, e 10 milhões vivendo com menos de US$ -15,00 por mês. Fora as contas particulares recheadas de dinheiro que o PT e seus companheiros do partido que preside, acham que cai do céu, achado nas ruas, ou esquecido em alguma mala por aí. Se tivéssemos um STF digno, célere e capaz, essa senhora já deveria estar fazendo companhia ao “prisioneiro político”, já que Gleisi e seu “marido que roubou dos aposentados”, foram os primeiros a serem delatados na Lava Jato, há quase quatro anos. Esperamos que os paranaenses demitam essa senhora nas urnas, porque assim ela responderá pelos seus crimes na primeira e segunda instância, porque pelo jeito, com foro privilegiado continuará falando besteiras por aí!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 

São Paulo 

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SENADORA DAS ARÁBIAS

Além de inútil, o estapafúrdio vídeo da impagável senadora Gleisi Hoffmann prestou grande desserviço às mulheres árabes, que atualmente lutam pelos mais básicos direitos como dirigir um automóvel. Se passar também na TV árabe o vídeo da deputada e aspirante a ministra Cristiane Brasil, na lancha com os seus “amigos”, aí é capaz dos árabes retirarem os poucos direitos que suas mulheres têm!

Luiz Henrique Penchiari lpenchiari@gmail.com 

Vinhedo 

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PETISTAS MARGINAIS

Os petistas são incompatíveis com o ordenamento jurídico do País. Em outras palavras, marginais! 

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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MENSAGEM REFERENTE AO SOBRENOME LULA

Heloísa “Lulática” Helena foi expulsa do PT. Luciana “Lulete” Genro também foi expulsa do PT. Ideli “Lulófila” Salvatti foi proscrita da política. Dilma “Lulicíssima” Rousseff foi “impichada”. Se Gleisi Hoffmann quer ter o sobrenome de um homem, então que mude o seu nome para Gleisi Bernardo da Silva em homenagem ao seu marido Paulo Bernardo da Silva. Cuidado, Gleisi: essas “lulices” não estão ajudando politicamente nem o próprio titular da marca Lula. Penso que as feministas não aprovam essa submissão da Gleisi ao Lula. As companheiras mesmo sendo companheiras devem persistir no feminismo em vez de se dobrarem ao lulismo.

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo

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POR QUE LULA ESTÁ PRESO?

Tenho ouvido muitas pessoas perguntando, como pode um presidente que saiu com mais 80% de aprovação estar preso? Alto lá, a pergunta que se faz deveria ser como pode um presidente que tinha mais de 80% de aprovação ter roubado tanto, achando que ficaria impune? A resposta para ambas as perguntas é simples, é a lei tardiamente que está funcionando. Demais envolvidos não estão presos, devido ao foro privilegiado, o que é uma vergonha, pois esse privilégio já deveria ter sido extinto e graças a um STF que ao contrário da primeira instância senta sobre os processos e os julga conforme suas conveniências. 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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CELESTIAL

Vazou uma conversa entre dois anjos no céu. Um dizia ao outro que existiam, sim, almas puras na política brasileira, mas todas, antes do advento da Petrobrás. Ah, bom!

Ricardo Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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A HERANÇA DE LULA

Lula passou a vida pisando em todos os que o cercavam, porque a única coisa que o interessava era ele mesmo. Tomou cuidado de impedir o crescimento de qualquer outra liderança que lhe pudesse fazer sombra. Sua herança é o vazio, o PT continua correndo atrás de seu chefe sem saber o que fazer. Assim, Lula deixa o País com sérios problemas na economia, com o ódio que insuflou com o lema do “nós contra eles” e com a vergonha de ter vivido uma trajetória invejável de alguém que saiu de um pau de arara para chegar à Presidência da República jogando tudo na lama com a podridão que criou. Seu ódio por tudo e por todos sempre vai impedi-lo de entender o desastre de sua vida.

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo 

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RUMO AO ESQUECIMENTO

Nosso Jesus Tiradentes Gandhi Martin Luther Lula da Silva finalmente está guardado qual joia preciosa em Curitiba. Apesar de toda palhaçada, não foi assim tão difícil sua prisão. A razão de toda comoção que os petistas quiseram causar, prende-se à memória curta dos brasileiros, tanto que no domingo, as emissoras de TV já estavam de volta às suas rotinas. Mesmo as figuras mais chegadas ao personagem, como Gleisi Hoffmann, Suplicy, Rui Falcão, etc., deram como terminadas suas atuações e foram cada um cuidar de suas próprias vidas. O mesmo deve acontecer com os militantes, a não ser que não tenham outra ocupação. Assim, Lula vai rumando para o esquecimento, ou vaga lembrança, caminho natural, e ao qual deve se conformar, pois bem ou mal, esteve em evidência nos últimos 40 anos. Afinal, Lech Walesa, outro metalúrgico, ganhou o Nobel da Paz, foi presidente da Polônia e depois foi devidamente esquecido.

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br 

São Paulo

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NÃO É ESSE O BRASIL QUE QUEREMOS

Ao comentar a decretação da prisão de Lula, a sra. Dilma afirmou categoricamente: “Não é esse o Brasil que queremos”. Óbvio. O Brasil que vocês querem é o do aparelhamento do Estado, do assalto aos cofres da Petrobrás, das propinas das empreiteiras, das contas secretas nos paraísos fiscais, dos apartamentos com salas abarrotadas de malas e pacotes de dinheiro de origem escusa, da “compra” de joias para “lavar dinheiro”, da prescrição das ações penais promovidas contra “celebridades endinheiradas”, etc. O seu Brasil querida, já era...

Ulisses Nutti Moreira ulissesnutti@uol.com.br

Jundiaí

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EXPLORAÇÃO MIDIÁTICA

Aplaudimos todo empenho que está sendo feito para elucidação do crime contra a vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ). Todavia, veem-se oportunismos políticos por trás do estrepitoso clamor público gerado pelo episódio. Se fosse execução de policial (ofensa gravíssima ao Estado), o assunto já teria há muito tempo caído no completo esquecimento. Policiais são assassinados todos os dias no Rio, defendendo a sociedade em troca de mísero salário, sem que haja qualquer manifestação de indignação de peso e duradoura.

Marcelo Araujo marcelodelimaaraujo@yahoo.com.br

Rio de Janeiro 

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METRÔ SP

A Justiça está processando seis ex-presidentes do metrô paulistano, nomeados nos governos Serra, Goldman e Alckmin, por improbidade no uso de verbas que atingiram 615 milhões de reais para aquisição de equipamentos. E uma questão exige uma resposta, ou seja, quem os colocou nessas funções não sabiam como esse montante de verbas estaduais estava sendo usadas?

 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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PROMESSA DE POLÍTICO

 

Como João Doria vai limpar o Tietê se não instalar a rede de esgoto para todos? Questionamento importante de Anelito Caçula, membro do Grupo Pulo do Gato, sobre promessa do ex-prefeito João Doria no “Jornal Bandeirantes Gente”, no último dia 19/4, em campanha ao governo de São Paulo.

 

Devanir Amâncio devaniramancio@hotmail.com

São Paulo

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BRASIL QUE EU QUERO

1) Reforma administrativa: tributária, jurídica, trabalhista e da Previdência; 2) Redução do custo Brasil; 3) Competência no uso do dinheiro de impostos; 4) Cadeia para os bandidos, criminosos, ladrões e corruptos; 5) Novo presidente honesto e competente. É preciso sonhar...

Pedro Antonio Armellini paarmellini08@gmail.com 

Amparo 

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PLANOS DE SAÚDE

A Anvisa, cujos membros parecem ser sócios dos planos de saúde, acaba de inventar nova modalidade de surrupiar os usuários desses planos, que são obrigados a pagar mensalidades extorsivas para serem atendidos por médicos e hospitais particulares, já que o sistema público é para lá de precário. Assim, inspirados no “seguro de automóveis”, inventaram a absurda cobrança de franquia, até o valor da mensalidade, cada vez que o usuário fizer uso do plano. É preciso que as autoridades competentes coloquem-se na defesa dos ludibriados cidadãos brasileiros e coíbam essa prática abusiva e odiosa, cujo início está previsto para vigorar já a partir do segundo semestre deste ano.

Roberto Twiaschor 

rtwiaschor@ol.com.br 

São Paulo

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REAJUSTE NOS PLANOS DE SAÚDE

Absurdo os seus reajustes superarem quatro vezes o índice inflacionário anual. Não é por acaso que há as “bancadas” parlamentares que defendem interesses de empresários, entidades e sindicatos. Enquanto esse regime presidencialista de coalizão não terminar, qualquer presidente da República continuará vivendo na realidade do “toma lá, dá cá”. E os interesses da população serão sempre relegados para segundo plano.

Felipe Schittini 

fschittini@gmail.com

Rio de Janeiro 

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O BRASIL NÃO CRESCE

Que me perdoem os advogados brasileiros, mas está na hora de reconduzi-los à condição de cidadãos deste país. Generalizo, face à tábula rasa da Faculdade do Largo de São Francisco, recém-vinda a público. Que os dignos formados e formandos, nesta e tantas outras Brasil afora, se revoltem também e assumam a cidadania em sua plenitude. São a estes profissionais que lhes são dados os requisitos legais e constitucionais para serem magistrados, delegados, juízes, procuradores, desembargadores, defensores de réus (e de criminosos), ministros de tribunais e caterva. Roberto Macedo (19/4, A2) tenta explicar por que o Brasil ficou para trás no seu desenvolvimento econômico nas últimas décadas em seu artigo no “Estadão”. Cartas no “Fórum dos Leitores” e a maioria das notícias de hoje e as de ontem, e as de trasanteontem e as do futuro também são e serão referentes a assuntos nos quais a “advocacia” é presente até quando? E há uns quatro ou cinco que chegaram ao STF que são simplesmente o reflexo da inércia, da inaptidão e a imagem do por que o Brasil não cresce. Econômica, social e culturalmente. E moralmente também.

Carlos Leonel Imenes leonelzucaimenes@gmail.com

Nazaré Paulista 

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CUBA

Novo ditador de Cuba, Miguel Diaz-Canel, não é da família Castro, reinante há 58 anos, mas é tão castrado como qualquer cidadão cubano. Cuba era o açucareiro e cabaré dos Estados Unidos, na brutal ditadura de Fulgencio Batista. A Revolução de Fidel e Che Guevara prometia mudanças e liberdade. Ficou só na mudança. Começou socialista e acabou satélite da então União Soviética. Quando a Rússia mudou seu status político-econômico e os americanos continuaram o embargo, Cuba ficou duplamente ilhada, num mundo em permanente mudança. Cuba não entendeu o que estava acontecendo no antigo mundo comunista, liderado pela China e Rússia, com seu capitalismo de estado e muitos bilionários na lista da Forbes. Ficou uma peça de museu dos tristes tempos da Guerra Fria, que existe desde 1945, entre Estados Unidos e Rússia, que só é fria entre os dois, que costumam fazer guerra quente no território dos outros países, como Coreia, Vietnã, Afeganistão, Iraque, Síria e no resto do mundo! A hipocrisia permeia a história, narrada pelos vencedores do momento. 

Paulo Arisi 

paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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