Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

05 Maio 2018 | 03h00

CORRUPÇÃO E JUSTIÇA

Foro, doleiros e exploradores

O noticiário dos últimos dias conduz à triste conclusão de que, mesmo com o desenvolvimento técnico e econômico, o Brasil não passa de um país primário, onde tudo está por fazer e organizar. A nova fase da Operação Lava Jato expõe aquilo que se pode chamar de Banco Central dos doleiros. De outro lado, escancara-se que pobres sem teto são explorados por seus supostos líderes, que deles cobram “aluguel” e os mantêm até em cárcere privado. Os ministros do Supremo Tribunal Federal reduzem o foro privilegiado dos 594 parlamentares federais, mas mantêm íntegro o de outros 58 mil ocupantes de cargos de destaque nos três Poderes, incluídos eles próprios. É preciso fechar o canal que permite a evasão de capitais e, principalmente, a lavagem dos dinheiros havidos criminosamente. Não se pode permitir que os desvalidos continuem vitimados pelos espertalhões que dizem liderá-los. E não há razão para que ocupantes de cargos e funções relevantes tenham status judicial diferente dos demais brasileiros. Tudo isso precisa acabar, pois são males que perenizam a crise e atrasam a emancipação brasileira.

DIRCEU CARDOSO GONÇALVES

aspomilpm@terra.com.br 

São Paulo

Que novidade?!

Que me desculpem a Polícia Federal, a Polícia Civil, etc., mas como só agora descobriram o tal “doleiro dos doleiros”, Dario Messer, considerado o Banco Central do esquema?! Nunca souberam dessas transações? Precisou surgir a Lava Jato para indicar os nomes dessa turma?

NELSON CEPEDA

fazoka@me.com

São Paulo

Offshores, um mistério

A nova fase da Operação Lava Jato pode revelar muito mais além dos doleiros que praticam evasão de divisas e lavagem de dinheiro. A imprensa tem todas as condições de esclarecer, por meio da Lei de Acesso à Informação, quem são os donos e quais são, na realidade, os negócios das cerca de 3 mil offshores que operam no Brasil, principalmente no ramo imobiliário. Várias delas foram citadas nos processos da Lava Jato, mas até agora a informação sobre os donos dessas empresas é um grande mistério. O Banco Central não sabe? A Junta Comercial não sabe? O cadastro imobiliário de São Paulo não sabe? Assim, a manobra ilícita se transforma em terrenos, prédios, apartamentos e hotéis acima de qualquer suspeita. Fácil, não?

HAMILTON OCTAVIO DE SOUZA

hamilton@uol.com.br

São Paulo

AINDA O DESABAMENTO

Buscando culpados

Quando há tragédias como essa do desmoronamento do prédio no centro de São Paulo, a mídia e a sociedade buscam culpados. Desta vez as autoridades não podem alegar que “a culpa foi do piloto”, pois ela é toda da fiscalização da Prefeitura. O que falta hoje à cidade é um engenheiro Venturelli, que era linha-dura, não dava trégua e obrigava os edifícios a seguirem as normas de segurança, uns 20 anos atrás.

JOSE MILLEI

millei.jose@gmail.com

São Paulo

Além da ocupação irregular e do aproveitamento da situação de vulnerabilidade dos sem-teto por exploradores da desgraça humana travestidos de líderes de movimentos sociais, há a inoperância do setor público. Imaginem quantos processos havia em curso e quantos prescreveram após anos de “burrocracia” e da total falta de senso de urgência que caracteriza, com exceção das arrecadadoras de impostos, as instituições públicas nacionais. As consequências foram terríveis, mas ninguém – anotem – será responsabilizado.

MARCELO MELGAÇO

melgacocosta@gmail.com

Goiânia

Herança lulopetista

O lulopetismo primou por prestigiar, em especial com verbas públicas, os ditos movimentos sociais, facultando a seus integrantes e dirigentes a desobrigação de trabalhar para sobreviver. Como as verbas escassearam com a queda lulopetista, passaram ao achaque para sustentarem suas pretensões. O caso do edifício Wilton Paes de Almeida é apenas um pequeno exemplo do que são capazes os tais movimentos. O Brasil precisa ser passado a limpo, mas não por uma esquerda radical ou conveniente e populista.

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

AMIZADE

Armênio e Eros

Em inspirado artigo publicado em 3/5 (A2), Eros Grau (cujo nome - com perdão pelo chavão e pela involuntária rima – dispensa apresentação) evoca a figura ímpar de Armênio Guedes, bem como a de sua companheira, Cecília Comegno. (Mauro Malin acaba de lançar, registre-se, uma obra indispensável, Armênio Guedes: um Comunista Singular, Ponteio, 536 pp.) Tive a oportunidade de conviver com ambos. Detalhe saboroso registrado pelo advogado, professor e ex-ministro do STF: o fato de Cecília tratar o companheiro sempre como Júlio (pseudônimo de Armênio nos tempos de repressão e exílio). Dentre tantas facetas, digamos, armenianas, uma das mais fascinantes era sua paixão pelo jazz. Desfrutamos (eu e a patroa), em variadas ocasiões, a oportunidade de receber o casal em nossa propriedade rural no norte do Paraná. Ali mantemos, num antigo e espaçoso escritório, uma coleção alcunhada de LPteca: vale dizer, de um produto que voltou à moda, o vinil. Classificados tanto quanto possível, os LPs abrangem clássicos, populares, orquestrais, infantis. Uma das maiores estantes abriga a seção jazzística. Uma audição nesse espaço (pé-direito alto, piso e teto de madeira), num toca-discos Technics, auxiliado por quatro caixas de som (duas Lando e duas Sony), é realmente coisa de respeito. Agíamos ali como crianças em parque de diversão – exemplo: selecionar interpretações de Summertime; desencavamos 17 e elegemos a versão vencedora, a que tivera como intérprete Janis Joplin. Tudo isso para chegar a um LP intitulado What Is Jazz (Columbia, 1956), no qual Leonard Berstein explica origens, caminhos, variações e peculiaridades dessa arte valendo-se de interpretações que partiam do blues e chegavam ao bebop, tendo como intérpretes nomes como Louis Armstrong, Bessie Smith, Miles Davis, John Coltrane. Armênio ouviu, concentrado, os dois lados do bolachão. Escusou-se, em seguida, e pediu para repetir a dose. Posto o que confessou que a vida inteira (iria completar 90 anos) ouvira e curtira jazz, mas aquele LP lhe ensinara coisas indispensáveis. Tenho lá na roça outra modesta coleção, de chapéus. Naquele instante em que aquele vulto histórico, com seus magnéticos olhos azuis, fez tal confissão, senti não estar com todos os meus chapéus na cabeça, para tirá-los um a um, em reverência.

JOSÉ BENEDITO DE S. FREITAS

jbdesouzafreitas@gmail.com

São Paulo

FORO PRIVILEGIADO

As manifestações de parlamentares da situação e oposição sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação ao foro privilegiado já era esperada. Afinal, alguns querem manter seus privilégios. Cabe então a cobrança de que o Congresso faça o seu papel de representante da população e acabe com os privilégios de todos os organismos públicos, envolvendo por consequência o Executivo, Legislativo e Judiciário. Todos são brasileiros e, portanto, a legislação tem de envolver todos com os mesmos níveis de encaminhamentos das investigações e dos julgamentos.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos 

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O FORO E A REPRESÁLIA

O sistema judicial brasileiro existe desde 1808 com a vinda da família real para o Brasil, e apesar de o STF só ter sua instituição prevista na Constituição Republicana de 1891, ele guardou os maneirismos do tempo do Império até hoje! Não só os rapapés e beija-mãos que fazem parte do trato dos ministros do STF com os simples mortais, como também todas as regalias e penduricalhos inerentes ao cargo que ocupam e que os distinguem dos meros barnabés do serviço público. Além disso, são praticamente intocáveis, pelo menos até agora. Porque com o restringirem o foro privilegiado para políticos eles cutucaram a Câmara como quem mexe em vespeiro. Os digníssimos parlamentares, tanto da situação como da oposição, sentindo-se injuriados com tal decisão do STF, resolveram, como represália, levar adiante projetos que retiram o foro privilegiado das demais autoridades ainda preservadas pela decisão da Corte. Inclusive dos membros do Poder Judiciário, essa Casta de nobres funcionários intocáveis, que nos remetem ao tempo do Brasil Império. Se tal acontecer será um avanço enorme para levantar as âncoras que nos prendem a um tempo que já passou e nos impedem de avançar para a modernidade no manejo das instituições públicas!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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FIM DO FORO?

Pergunta ao STF: acabou o foro privilegiado? Resposta: sim! Mais ou menos...

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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INDIGNAÇÃO DE LEWANDOWSKI

Durante seu voto sobre o fim da prerrogativa de função, o ministro Ricardo Lewandowski ficou muito alterado e reclamou das matérias feitas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e também sobre o editorial do “Estadão” que, há tempo passado, mostrou a improdutividade daquela Corte. Então, disparou vários índices e levantamentos para afirmar, com veemência, que o STF era bastante producente. Na verdade, desconsiderou que nas instâncias ordinárias já existem várias condenações e prisões de políticos corruptos, ao passo que no Supremo, nesse mesmo período, somente agora programou para os próximos dias, o primeiro julgamento de um político de pouca “visibilidade”. Lewandowski, não se esconda atrás de sua toga, abra seus olhos para enxergar a verdade. O povo agradece!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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AGILIDADE DO STF

Alguns juízes do STF se insurgiram com o levantamento feito pela FGV que “acusa” o STF de morosidade. Daí ocorreu algumas deblaterações contra o órgão. Minha sugestão: não se amofinem, enviem correspondência para a FGV mostrando que em pouco mais de um ano os senhores estão resolvendo o caso do foro por prerrogativa de função. Mero detalhe o fato de que diante de um resultado que mostrava 7 x 0, portanto definindo a situação, dois juízes pedem vista, e consomem alguns meses mais. Imponham à FGV que eles entendam que isto é agilidade.

Abel Cabra abelcabral@uol.com.br 

Campinas 

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POSIÇÃO

Muito estranha essa posição de um defensor público. Por que junto com a fina flor dos criminalistas? Deveria estar atuando com seus colegas defensores para soltar os cidadãos presos que não foram julgados, com consequência na superlotação ao sistema carcerário.

José Luiz Abraços octopus1@uol.com.br

São Paulo

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CALOTE

O Congresso aprovou a utilização dos recursos do Fundo de Garantia a Exportação para cobrir calote da Venezuela e Moçambique. Deveria cobrar do ex-presidente Lula. Mas administrador público no Brasil não é cobrado por estes atos. Quando muito vai receber uma multa ridícula, ser proibido de exercer função pública ou cumprir alguns meses na prisão. Meses sim ou vocês acham que vão ficar anos presos? O dia que passarem a cobrar, os administradores pensarão duas vezes. Hoje em dia é mole. Concede o empréstimo, quem pegou diz que não vai pagar e fica por isso mesmo. Isso é obra do PT. Depois o presidente Temer que é golpista.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro 

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ROBIN HOOD

Hoje no Brasil lamentavelmente todos só têm direitos, por isso o sr. Boulos estava até agora deitando e rolando enquanto invadia tudo como se fosse o dono do País. Dava as cartas como se a Justiça fosse cega. Agora com essa desgraça a casa dele caiu e, lamentavelmente, gente inocente que acreditou nas suas bravatas foi para o espaço e pior, pagavam locação neste lugar. Algo que é uma grande novidade, afinal, tudo é invadido para os “cumpanheiros” nada pagarem. Então já passou da hora desse cara metido a Robin Hood ser investigado. Além disso, para onde ia a grana arrecadada, onde era usada? Talvez esteja sendo usado para sustentar “cumpanheiros” em Curitiba.

Marieta Barugo mbarugo@bol.com.br 

São Paulo 

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BOULOS QUER CULPADOS

O que se espera é que a polícia coloque na cadeia o MTST e outros “movimentos sem-teto”, que na realidade são quadrilhas que roubam não apenas do cidadão comum, mas dos próprios idiotas que os seguem.

Ariovaldo Batista arioab06@hotmail.com 

São Bernardo do Campo

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OCUPAÇÃO TEM RESPONSÁVEL

O responsável por uma boate cujos frequentadores ficam nela algumas horas tem obrigação de cuidar da segurança do local. O responsável por uma invasão é quem até cobra mensalidade de R$ 400 dos pobres ocupantes – que moram lá –, não? Está se brincando com muitas vidas de famílias sob o domínio destes exploradores da miséria.

Jorge Alberto Nurkin Jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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INCÊNDIO E DESABAMENTO

O brasileiro espera que as investigações sobre esse trágico incêndio e desabamento chegue aos verdadeiros responsáveis por essa “indústria” de invasão de prédios públicos, onde os mais carentes são vítimas e pagam caro para morarem em verdadeiras armadilhas. Esperemos que pelo menos desta vez seja feita a Justiça!

Francisco José Cardia FRA.CARDIA@HOTMAIL.COM

São Paulo

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ETERNO VOTO DE CABRESTO

Sabem quando vamos acabar com essa exploração aos pobres? Nunca. Essa é uma via de mão dupla em que um que tem poder promete e o que tem necessidade acredita. Os tais movimentos sociais que se dizem a favor dos pobres, só os exploram. É preciso que o poder público atue na raiz do problema. Tornar o pobre refém desses movimentos é um negócio da China. Basta vermos a situação do Maranhão, cujo IDH é o pior do País. Falta de verbas? Claro que não. Falta de compromisso dos governantes que precisam manter o povo na pobreza, sedento de todos os serviços sociais, como: saúde, educação, moradia, segurança etc. É o voto cabresto que veio para ficar. E para piorar quem deveria fiscalizar está de costas para o povo, que só é lembrado nas urnas, por aqueles que almejam mandatos. 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 

São Paulo

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ABRINDO OS ‘CAMBITOS’

“Lula é autorizado a receber visitantes além da família; Gleisi e Wagner são os primeiros...”. Quando li esta manchete fiquei pasmo. Pensei até tratar-se de um 1.º de abril atrasado. Como diz um velho ditado, juíza federal Carolina Lebbos: “Quem muito se abaixa, o fundo aparece”, chegamos então ao fundo do poço.

Jatiacy Francisco da Silva jatiacy@hotmail.com 

Guarulhos

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DA LIBERDADE SELETIVA

Que nenhum dos ministros-chaveiros se iluda. A abertura da cela escancara a caixa de Pandora...

Ademir Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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PRISÃO INJUSTA

É injusto o ex-presidente Lula estar preso só por conta de um apartamento na praia, afinal, invadir imóveis aparentemente não é crime no Brasil. Lula poderia ter alcançado seu sonho de ter um apartamentinho no Guarujá, reduto da burguesia paulista, mas ele é um ser superior, especial, jamais poderia se rebaixar a ser uma reles coxinha do tipo que paga prestação, parcela o IPTU e vai à reunião reclamar que o condomínio está muito caro. Ou soltam o Lula ou prendam os demais invasores de imóveis Brasil afora. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 

São Paulo 

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ENGABELAÇÃO

O ministro Dias Toffoli, ao negar o pedido de Lula e manter ação com o juiz Moro pensa que vai nos engabelar. Queremos seu voto, é a favor de prisão após julgamento em segunda instância!

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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MAIS UMA DERROTA DE LULA

Até o muito alinhado com a história do PT, o ministro do STF, Dias Toffoli, não atendeu o indigesto chororô da defesa de Lula, que recorreu ao Supremo, para tirar das mãos do juiz Sérgio Moro, a ação contra o ex-presidente sobre o sitio de Atibaia (SP). Ou seja, Toffoli, nega pedido e mantém com Moro, a ação sobre o citado sitio! É bom lembrar que, as investigações e depoimentos sobre esta ação estão bem avançados! E muito próximo do juiz Moro decretar a segunda condenação de Lula. Que da prisão em Curitiba, ainda vai aguardar angustiado o resultado das outras cinco ações em que também é réu. Que currículo...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com 

São Carlos

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PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR

Por que não transferem Lula para a Papuda? Se Paulo Maluf e outros foram presos naquela penitenciária e Lula tem que cumprir uma condenação tão longa – por enquanto – pois em breve chegará a condenação do sítio de Atibaia, a Polícia Federal (PF) terá que passar os próximos vinte anos prestando serviços de hotelaria a alguém que se tornou um presidiário comum?

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

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STF

Que país é esse em que um julgamento composto por cinco excelências, juízes da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, o Brasil inteiro já conhece antecipadamente o resultado, no mínimo 3x2, quando a decisão do julgamento vier proporcionar benefícios ou isentar de qualquer condenação o lulopetismo?

Walter Menezes wm-menezes@uol.com.br 

São Roque 

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VAQUINHA

O PT fará vaquinha para viabilizar a continuidade do funcionamento do instituto Lula – criado no tempo das vacas gordas para ajudar o partido e seus partidários no enriquecimento ilícito e que colocou o Brasil na maior recessão de sua história. A fonte secou, a vaca do PT foi pro brejo e, agora cabe aos incautos lulistas financiar a combalida central de arrecadação. Existe trouxa pra tudo!

José Alcides Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré 

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UMA IDEIA CRIMINOSA

Refugiado no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e prestes a ser preso, o principal criminoso do PT, discursou para a sua caterva, se descaracterizando como pessoa e afirmando que passaria a ser uma ideia. Realmente, uma ideia que foi descoberta em tempo hábil e devidamente enterrada, superada e descartada pelo povo brasileiro. Consistia na distribuição de Bolsa Família a troco de votos; incentivo a invasões de propriedades privadas e públicas; financiamento de obras em países comunistas; regulação dos meios de comunicação; aparelhamento das instituições nacionais, nos seus níveis superiores; estímulo à vagabundagem e à luta de brasileiros contra brasileiros; locupletamento pessoal e familiar ilícito; projeto criminoso de poder perpétuo; comunização da América Latina, por meio do Foro de São Paulo. Considerando que o maior demagogo da história política nacional, ainda deve responder a mais seis processos judiciais penais, esperamos que jamais volte a respirar o ar da liberdade. 

Roberto Delalibera rdelalibera@gmail.com

Londrina (PR)

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‘GLEISI E JAQUES VISITAM LULA’ 

Marcola do PCC, baseado no princípio da isonomia, poderia requerer no Supremo o direito de receber amigos e familiares para continuar a comandara sua organização. Já que Lula, o capo da Entidade Criminosa Politicamente Organizada (ECPO-PT), pode agora tocar sua facção criminosa a partir da prisão. Todos outros de organizações assemelhadas também poderiam, já que a lei deveria ser igual para todos. Imagino como devem ter pressionado e ameaçado a juíza de execuções penais, para tal rendição do Judiciário por meio de uma juíza substituta, perante o crime politicamente organizado. 

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

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FIM DA LINHA

A idade não trouxe juízo ao ator Fábio Assunção. Defende o indefensável (Luiz Inácio), arranja encrenca como um bad boy adolescente (recente desacato à autoridade), dirige de modo irresponsável e causa acidentes (evento recente). Eis um verdadeiro rebelde sem causa.

Sérgio Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

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SOS JOÃO GILBERTO

Diante do quadro de grave debilidade física, mental e de penúria financeira enfrentada pelo compositor João Gilberto, cabe perguntar qual será a primeira seguradora médica a oferecer-lhe gratuitamente cobertura para seu tratamento de saúde e internação em um residencial de idosos, com total e digna assistência de que necessita, às vésperas de completar 87 verões. Com efeito, o talentoso e genial criador da Bossa Nova, valiosíssimo patrimônio cultural do País, não merece sina tão melancólica, desafinada e fora do tom como a que enfrenta nos últimos tempos. 

J.S. Decol decoljs@gmail.com 

São Paulo

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