Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

02 Junho 2018 | 03h00

PETROBRÁS

Demissão de Parente

Pedro Parente assumiu a Petrobrás violentada pela administração suicida e pela corrupção gigantesca das administrações petistas, com prejuízos que acumulavam quase meio trilhão de reais. Em apenas dois anos saneou as contas e a administração da empresa. As ações mais que triplicaram de valor e a empresa deu lucro superior a R$ 6 bilhões. Num país sério, Parente teria ganho uma estátua em frente à sede da Petrobrás. Infelizmente, como estamos no Brasil, ele teve de se demitir. Valeu, Pedro Parente!

LUCIANO NOGUEIRA MARMONTEL

automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

Interesses escusos

Estou convencido de que, aos 64 anos, jamais verei o Brasil sair do buraco e se tornar um país decente. Pedro Parente equacionou a maior parcela dos problemas da Petrobrás, imprimiu administração profissional na empresa e valorizou a estatal em 600% durante sua gestão, mas contrariou interesses escusos de políticos demagogos de esquerda e de direita. O petróleo é uma commodity, como soja, minérios, café e outras cujos preços oscilam diariamente, aliás, oscilam a cada segundo. Infelizmente, a hipocrisia dessa gente de Brasília é infinita e muito em breve quebrará a Petrobrás de novo. É o fim da picada.

LEÃO MACHADO NETO

lneto@uol.com.br

São Paulo

Populismo

A queda do presidente Pedro Parente é mais uma demonstração de que o populismo impera neste país. Parente caiu por seus acertos, administrou a Petrobrás como empresa privada, recuperou-a do verdadeiro rombo provocado pelo PT e seus asseclas. E o presidente Michel Temer se diz surpreso com a demissão? Temer não viu o linchamento que Parente sofreu durante a paralisação de caminhoneiros? Basta ver quem comemora a saída dele. Para o Brasil a saída é buscar na iniciativa privada pessoas com potencial para tirá-lo do caminho do matadouro, mas a politicalha não quer ninguém que arrume o País, quer um chefe que roube e deixe roubar. Já vimos esse filme e nem assim aprendemos? Preocupantes as próximas eleições. 

IZABEL AVALLONE

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

Na conta dos petroleiros

O sr. Pedro Parente entrou na Petrobrás para saneá-la depois da ruína provocada pelo governo anterior. Agora o sindicato dos petroleiros conseguiu afastá-lo. Se os prejuízos voltarem, quem pagará a conta? Os petroleiros ou, como sempre, sobrará para a população? Não pode a União cobrir os rombos com dinheiro tirado dos impostos tão necessários para a população mais carente. Sugestão: baixem os salários dos funcionários da Petrobrás para cobrir a diferença, já que eles estão preocupados com a saúde da empresa.

EVERARDO MIQUELIN

everardo.miquelin@gmail.com

São Paulo

Equilíbrio necessário

Não há dúvidas de que Pedro Parente fez uma excelente administração na Petrobrás e é lamentável a sua saída. Entretanto, a Petrobrás não é uma empresa privada, mas de economia mista e monopolista por lei em diversos campos de atuação. Assim, é necessário equilibrar os resultados financeiros com responsabilidade socioeconômica, pelo impacto que têm na vida dos brasileiros os preços dos combustíveis. Seria possível, por exemplo, fazer reajustes mensais, e não diários, dos preços, pela média dos fatores que os compõem, evitando um excesso de flutuações para cima e para baixo. Seria prudente, ainda, alertar o governo e buscar alternativas, via redução de custos (vide sugestões do Cade) ou de impostos, quando se vislumbrasse um aumento dos preços muito acima da inflação. Infelizmente, faltou esse equilíbrio.

CÉSAR GARCIA 

cfmgarcia@gmail.com

São Paulo

Ingerência destrutiva

Num país sério, as empresas estatais existem para operar preservando interesses estratégicos do país. Num país que não é sério, elas são usadas para atender a interesses políticos, empregar apadrinhados e, mais recentemente, como fornecedoras de recursos escusos para projetos de poder e enriquecimento de políticos. Assim foi com bancos e empresas públicas de diversas finalidades. Os bancos oficiais tiveram seus usos não éticos limitados pela presença de concorrentes. Já a Petrobrás não tem concorrência e não é exatamente uma estatal, é uma empresa de capital misto, porém com participação majoritária do governo, o que possibilita a atuação deste na sua gerência. E foi isso que quebrou a Petrobrás. Republicanamente, sua administração foi, então, entregue a um técnico correto e eficiente, que em dois anos recuperou a empresa, recolocando-a novamente num lugar de destaque internacional. Em face da crise por falta de sensibilidade do governo, os interesses políticos voltam a quase quebrar a Petrobrás. O controle de preços sempre resultou em desastres econômicos. Esperamos que, sabendo dos resultados pelas experiências anteriores, o governo e os políticos encontrem uma solução de interesse da sociedade e do País.

FÁBIO DUARTE DE ARAUJO

fabionyube@visualbyte.com.br

São Paulo

Privatização já

Pouquíssimos sabem hoje quem é o presidente da Vale. E por um motivo simples: ela foi privatizada. Enquanto a Petrobrás serve somente aos interesses dos petralheiros e políticos corruptos. Privatização já!

JOSÉ ROBERTO NIERO

jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul

Concorrência

Não é preciso privatizar a Petrobrás, mas é imperativo que o Brasil abra o seu mercado de petróleo. Ao contrário do que pensam os néscios de plantão, a entrada de outras grandes empresas no mercado será muito benéfica para a Petrobrás, que não terá mais de se endividar absurdamente para tentar fazer tudo o que ela deveria e não consegue. O grande empecilho para essa abertura de mercado está nos políticos, que enxergam a Petrobrás como a mãe de todas as fontes de propina, a maior, mais generosa e mais fácil de roubar. Como os corruptos de plantão não vão conseguir nomear seus comparsas para saquear as grandes multinacionais de petróleo, eles preferem manter tudo como está. 

MÁRIO BARILÁ FILHO

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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A renúncia de Parente nada mais é que um raio X do panorama atual da política brasileira.

MARCOS CATAP

marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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“Ex-presidente era a pessoa certa, mas cercada de lobos por todos os lados”

  

MOISES GOLDSTEIN / SÃO PAULO, SOBRE A DEMISSÃO DE PEDRO PARENTE DA PETROBRÁS

mg2448@icloud.com

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“Além dos bilhões jogados fora com a estúpida greve dos caminhoneiros, a sangria não foi estancada(!). A demissão de Pedro Parente significa uma irreparável perda adicional!”

JOSE EDUARDO BANDEIRA DE MELLO / ITU, IDEM

josedumello@gmail.com

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RODOANEL

O sr. Paulo Vieira de Souza, ex- diretor da Dersa, foi preso pela segunda vez e solto 12 horas após a prisão, pelo ministro Gilmar Mendes. Ele responde pela acusação de desvio de R$ 7,7 milhões em obras do Rodoanel de São Paulo, entre os anos de 2009 e 2011, quando o sr José Serra era governador. Este, perguntado pela reportagem do “Estadão” sobre o tema, informa: "Não ter relação com os fatos apontados”! A pergunta que fica no ar é: será que o ex-governador, pelo menos, conhecia de vista o incriminado ??

Eduardo Augusto de Campos Pires eacpires@gmail.com

São Paulo

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QUEM ENQUADRA GILMAR

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, soberbo e inconsequente como ele só, coloca em risco o combate à corrupção, quando entre tantos estranhos habeas corpus que tem concedido, inclusive para amigos, agora, pela segunda vez também livra da prisão, de forma estranha, o suposto operador de recursos para PSDB, Paulo Vieira de Souza, o “Paulo Preto”, sua filha Tatiana de Souza, e um ex-diretor da Dersa, Geraldo Casas Vilela. Esse grave fato, como publica o “Estadão”, indigna ainda mais, quando estarrecida a procuradora da força tarefa da Lava Jato, Adriana Scordamaglia, afirma que esse habeas corpus foi concedido de forma intempestiva e inusitada quando transcorria a audiência de custodia na Justiça Federal de São Paulo! Fato que surpreendeu até os réus...   E, que, também, e infelizmente, denigre a imagem do nosso judiciário, e desmotiva aqueles que hoje labutam combatendo a corrupção nas nossas instituições. Gilmar Mendes deve uma explicação ou deve ser enquadrado! Esse ministro não pode afrontar a nossa Constituição e o povo brasileiro!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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ATÉ QUANDO?

Lamentável, até quando o senhor Gilmar Mendes continuará libertando bandidos? Sua última façanha foi soltar o ex-diretor da Dersa, 12 horas após sua prisão. Parece estar em busca de um novo recorde. As demais excelências do STF se manterão caladas, ou concordam com o libertador mor de marginais?

Sergio Cortez cortez@lavoremoveis.com

São Paulo

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GILMAR MENDES SOLTA PAULO PRETO 

“O Estado sou eu” Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal, ao revés do que a legislação dispõe sobre a conduta de magistrados, opina publicamente sobre processos pendentes de julgamento, emite juízos depreciativos sobre sentenças de outros juízes e lança ofensas de caráter pessoal a diversas autoridades, inclusive a colegas da própria Corte. Gilmar falta ao trabalho e em sessões plenárias para tratar de assuntos particulares ­­– recentemente passou dias em Portugal, participando de evento de seu Instituto de ensino. Gilmar não se sentiu suspeito para conceder três habeas corpus ao pai de uma sua afilhada de casamento, sócio de seu cunhado em um empreendimento. No final de 2017 proibiu a condução coercitiva em todo o País, apesar de permitida pela legislação. Gilmar foi gravado pela Polícia Federal prometendo ajudar Aécio Neves a aprovar o projeto de lei do abuso de autoridade no Senado Federal. Gilmar participa com frequência de reuniões com o presidente Michel Temer e seus assessores mais próximos. Num novo ato, Gilmar concedeu habeas corpus pela segunda vez a Paulo Preto, ex-diretor da Dersa, preso pela Lava Jato. Desta feita, antes mesmo que fosse levado à audiência de custódia. Gilmar faz lembrar Luís XIV, rei da França e Navarra (1643/1715): “O Estado sou eu”.

Sergio Ridel sergiosridel@yahoo.com.br

São Paulo

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NOSSO HOMEM NO STF?

Se existir um grande risco de um figurão “abrir o bico” ao ser preso, como é o caso do senhor Paulo Vieira de Souza (ex-diretor da Dersa), apontado como operador do PSDB, o habeas corpus sai rapidinho. Ele foi solto duas vezes pelo ministro Gilmar Mendes num curtíssimo espaço de tempo. Assim fica difícil moralizar esse país. Só para dizer o mínimo!

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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SUPERFATURAMENTO, NO BRASIL?

No Brasil, em qualquer área que se investiga algo “fede podre”, agora a bola da vez é o Rodoanel, onde o Tribunal de Contas da União (TCU) apontou indícios de superfaturamento, só de R$ 55,6 milhões. É impressionante, inacreditável e inimaginável o valor total que nos roubaram, né não?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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FIM DA PARALISAÇÃO

Chegou  ao fim a greve dos caminhoneiros. O  apoio popular ao movimento tem percentual muito elevado, incluindo no caso uma crítica  ao governo Temer. E por certo as contestações  também  aos impostos que são cobrados desgastando a população e a área produtiva. Mas duas questões merecem  destaque. Os caminhoneiros não têm uma representação nacional, mas mesmo assim conseguiram estender para todos os Estados um movimento que conseguiu  o atendimento de quase todas as reivindicações. Mas merece uma reflexão, ou seja,  quando organizações sociais conseguirão influenciar os governos a partir de cada município a usarem os impostos de forma a atender ao interesse de todos e não apenas de segmentos específicos. Vale pensar no caso. Os caminhoneiros com seu movimento mostraram que isto é possível.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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TIRO NO PÉ

87% dos brasileiros apoiaram a greve dos caminhoneiros. Imagino que se lançassem um candidato à Presidência da República haveria uma grande probabilidade de elegê-lo. Teríamos, então, uma versão tupiniquim de Nicolás Maduro, o ditador venezuelano. Ele é caminhoneiro. Esqueceram? Aí confirmamos aquela máxima de quando Deus criou o mundo jogaria neste lugar chamado Brasil um povinho xexelento. Fico, então, com os 13% restantes que não apoia a greve. A economia que farão com 0,46 centavos a menos sairá bem mais caro. Nunca vi no mundo um movimento tão imbecil e sem qualquer nexo.

Paulo Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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QUANDO OS CAMINHÕES SUBIRAM A RAMPA

Nós, brasileiros ingênuos e desinformados, ignorávamos a brutal e colossal corrupção que dominava o alto mundo do poder empresarial e político, até 4 anos atrás, quando a Lava Jato nos revelou como tudo funcionava no planeta da “propinação”! Nos recentes “dez dias que abalaram o Brasil”, descobrimos, perplexos, que nosso país é totalmente dependente dos caminhões que carregam a Nação na carroceria. Saíram da sombra das estradas e subiram a rampa do Planalto, atropelando o que nós considerávamos como governo. Estas duas surpresas deverão pautar nossa decisão ao escolher os próximos governantes do País. Eles precisarão provar que não são corruptos e não serão reféns da incompetência que domina a Nação há séculos.

Paulo Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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ESTADO

Diante da grita de alguns em meio à greve que semi-paralisou e desabasteceu o País, deve ficar bem claro que Estado com autoridade e comando é uma coisa e Estado autoritário no comando (ditadura) é outra completamente diferente. Vota certo, Brasil!

JS ÐECOL decoljs@gmail.com

São Paulo

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GREVE ABSURDA

É inadmissível que apenas uma classe trabalhadora, a dos caminhoneiros, possa colocar de cócoras não só o governo, embora impopular, mas todo o Brasil. Irracional também, no início, a maioria dos brasileiros apoiarem tal movimento, que destroçou empresas de diversos segmentos, que geram empregos a esses mesmos brasileiros. E, obviamente, nessa onda também foram os políticos demagogos, de acordo com a leitura de pesquisas. Conquistadas as reivindicações, nada do cumprimento do trato: radicais impediam os trabalhadores de saírem. É a greve quase em seu final, já sem controle. Moral da história: 1) o nosso povo, infelizmente, é imaturo, sensível a apelos populistas e incapaz de discernir os reais motivos e consequências destes atos. 2) Houve um ataque dos grevistas, querendo ou não, ao Poder Executivo. Se conseguissem a deposição presidencial, um precedente perigoso estaria aberto a qualquer presidente, seja ele um “pato manco, como Temer, ou não.

José Eduardo Zambon Elias zambonelias@hotmail.com

Marília

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TROFÉU CARA DE PAU

Aos poucos os véus estão caindo e se constata que a  “greve” dos caminhoneiros foi um movimento planejado com a finalidade de parar o Brasil usando  muitos  inocentes como massa de manobra,  enquanto julgavam estar realmente lutando por suas reivindicações.  Essa manipulação é manjada e ainda faz sucesso entre a claque “jararaquense”.  Aliás,  não se deve esquecer que em tempos não muito distantes,  houve demagogos  que disseram, em pleno Palácio do governo, que iriam botar fogo no país!   Se  a maioria do nosso povo fosse mais esclarecida, já teria percebido que,  fazer o atual presidente da República de bode expiatório, é nuvem de fumaça fabricada pelos inescrupulosos de plantão,  que convenientemente  desviam a atenção da população  apontando com ênfase seus erros  reais ou imaginários, mas deixando de apontar o fato de terem deixado o País falido, o que demandará  anos para ser devidamente recuperado! Só não enxerga quem não quer. 

Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br

Itanhaém

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CONSEQUÊNCIAS DA GREVE

Há alguns dias escrevi que a greve dos caminhoneiros era política e tinha apoio de maus empresários. Solução: os caminhoneiros conseguiram algo transferindo a conta para outros. O governo hoje, com “cobertor pequeno”, entre outras medidas, reduziu o IPI, o reintegra, um incentivo dado às exportações para cobrir os pés destampados. Isso tem lógica, quem pensava que iria aumentar ganhos com a redução do frete e manutenção dos seus preços de venda se deu mal! O que quero ilustrar com esse comentário é que pregadores de uma economia de mercado, os embarcadores, quando não conseguem resolver seus problemas dentro das regras de mercado e permitem até com incentivos que se busque um árbitro, no caso o governo, devem esperar soluções piores, típicas de conflitos. Os embarcadores se omitiram, na esperança de que a Petrobrás fosse a grande prejudicada. Agora, para que a tal regra de mercado seja preservada, incluindo a Petrobrás nela, como deve ser, cada um vai pagar um pouco da conta. Sou um empresário diferente para o padrão dos empresários brasileiros, dos poucos que pensa que seus fornecedores tem que ganhar dinheiro e que com eles tenho que resolver os problemas. O inimigo é o Estado grande e nossas lideranças empresariais ainda não se deram conta de como unir peças de suas cadeias produtivas para solucionar/pressionar.

Toni Reis antonio17021959@gmail.com

São Paulo

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CPI DE PREÇOS NA PETROBRÁS

Que a Petrobrás tem de ser dirigida como uma empresa privada, atendendo a princípios de governança, ninguém discute. Que a administração atual é digna do mais alto louvor  por promover o resgate da empresa da ladroagem que se apoderara dela e por salvá-la da situação em que estava, também não. Mas uma coisa é o petróleo do Brasil ser dos brasileiros, outra é os brasileiros pertencerem à Petrobrás. Se o petróleo produzido localmente nos pertence, isto deve resultar em algum benefício aos cidadãos. Com o produto nacional custando menos do que o adquirido por meio de importação a preços internacionais. O que ocorre é o inverso. Vejamos o caso do diesel que ocasionou a crise dos caminhoneiros. 80% do diesel é produzido localmente e somente 20% do mesmo é importado. Mas foi aplicado sobre ele um reajuste de 100% da variação do custo do importado. Por quê? O custo da produção local é em dólares? O petróleo local é pago pela Petrobrás a quem? Faz muito bem o Congresso ao exigir a CPI de preços da Petrobrás. 

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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INVERSÃO DE VALORES

Os mal intencionados querem a demissão de Pedro Parente da Petrobrás por ser competente. Esperamos que ele resista em sua função, assim como, esperamos que Michel Temer não cometa um ato insano. Os que o criticam, não sabem o que dizem e apenas o escolheram para seus ataques maldosos eleitoreiros.

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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DEMAGOGIA PURA

Nas contas do acordo com os caminhoneiros, que provocou tantos cortes em orçamentos, não identifiquei nenhum corte de penduricalhos em qualquer um dos Três Poderes.

Sergio Salgado de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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PÓS-GREVE

A greve dos caminhoneiros trouxe uma importante revelação: somos governados e liderados por “covardes indômitos”, cuja única reocupação é com o próprio umbigo, dane-se saúde e educação!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com  

São Paulo

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NA CALADA DA GREVE

Para estragar o dia do paulistano, o “Estadão” publicou notícia de que os nossos vereadores aprovaram em 30/05, o auxílio-saúde para eles próprios, que dependendo da idade, chega ao valor de R$ 1.079,00 mensais. Com tal quantia pode-se pagar um plano de saúde individual de boa qualidade. Esse auxílio custará ao município R$ 24 milhões anuais. Aproveitaram esses dias de transtorno total, decorrentes da greve dos caminhoneiros e, alheios às nossas dificuldades, tomaram a deplorável decisão de se presentearem com a tal verba. Para tanto, a mesa diretora aproveitou o projeto de Lei nº 152/2013, que prevê adicional aos servidores celetistas da Câmara Municipal e, em forma de substitutivo acrescentaram ao mesmo, o direito ao auxílio-saúde para os vereadores. Estes têm salário de R$ 14.396,62, além de um setor de saúde na própria Câmara Municipal, com médico, cirurgião dentista, setor de enfermagem e administrador hospitalar. Com tal salário e apoio de saúde na própria Câmara, não tem sentido eles onerarem ainda mais o erário municipal. Lembro que muitas das leis aprovadas por eles na atual legislatura são desnecessárias e oneram indevidamente o Tesouro Municipal, como por exemplo, acrescentarem mais um nome a viadutos e pontes, ou ainda datas comemorativas das mais esdruxulas possíveis, como o “dia do Veto”. Não vem ao caso o fato do STF ter decidido que adicionais não implicam em acréscimo de salários, ou que o Orçamento da Câmara comporta tais despesas. Sairão do orçamento total do Município, ou seja, dos impostos e taxas que pagamos. Se o prefeito não vetar esse projeto de lei, então ele deveria estendê-lo a todo o funcionalismo municipal, pois muitas das categorias, como por exemplo, os professores, não ganham o correspondente à importância do seu trabalho. 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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SUPLICY LIDERA PESQUISA!

Interessante como nós paulistas nos colocamos como uma população, cuja maioria é alfabetizada e bem informada, mas, como justificar uma pesquisa recente que classifica Suplicy como líder para senador por São Paulo? Ele tem 30 % de preferência, então perguntamos: sempre fez parte do PT e acompanhou como senador por São Paulo os dois mandatos do Lula, num período de governo conhecido porque nele foi implantado um grau de corrupção como jamais visto? Creio em sua honestidade e votei duas vezes nele para o senado, mas, ele nunca soube do que ocorria de podre no governo do qual fez parte? Então não estava preparado para o cargo e preferiu crer nessa hipótese de que ele ter se aproveitado do esquema ou ter fechado os olhos para não criar problemas ao PT. Na mesma pesquisa, Marta Suplicy tem 18 % e fica difícil entender como o paulista também votaria nela, se foi participante do governo Lula e saiu apenas quando Dilma assumiu, porque sentiu que sua Presidência estava caindo de podre. Em todos esses anos os dois nunca perceberam a corrupção gigantesca implantada durante o período petista? Cargos que ocuparam porque eleitos pela população, obriga acompanhar e fiscalizar como os governantes trabalham e havendo corrupção, por que não denunciaram ou cobraram essa de tamanho gigantesco? Posso aceitar que são honestos, mas então não cumpriram sua obrigação por incompetência e daí não merecerem nova chance.  O problema está em descartar essa dupla e escolher um candidato que melhor represente São Paulo, até porque o segundo colocado na pesquisa, com 26 % é Datena, que todos sabemos de sua capacidade na televisão, mas como jamais teve cargo político até onde podemos apostar nele? Realmente estamos numa sinuca de bico!

Laércio Zanini spettro@uol.com.br

Garça

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LULLA LIVRE & DANNY GLOVER

Segundo o ator, “o cara” é um “exemplo de trabalho”. Sim, mas vão ter que caprichar mais nos “efeitos especiais...”

Ademir Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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UBERIZAÇÃO DO LIVRO

Segundo o Estado (31/5, C2), mercado editorial caiu 21%. Considerável eu diria, e diria mais, quando eu entro no metrô de São Paulo, por exemplo, em que circulam milhões de pessoas por dia, o que percebo é a ausência do mundo físico (livro) e o domínio do mundo virtual. Como fazer um jovem ler um livro físico em troca do universo virtual de redes sociais, Netflix, YouTube, etc. Como fazer um jovem ler “Ulisses”, de James Joyce de quase mil páginas na sua viagem, e não uma série. Como não parar de ler para dar aquela atualizada, curtida... Acredito que o segredo do sucesso do mercado editorial se dará por meio de livros digitais rasteiros e de poucas páginas. Certamente que o livro jamais morrerá, mas o jovem está mais seletivo e o Wi-Fi hoje está nas praças, nos ônibus e nas estações de metrô. O livro digital tem que entrar neste leque de opções e mostrar para o jovem que a leitura também dá onda, prazer e enriquece, sobretudo. Antigamente se montava uma biblioteca no metrô, hoje se libera o sinal e você faz o download. A questão é: finalizo a minha série ou baixo o último livro de Leandro Karnal? Para um livro digital, publicidade e muito estímulo, porque a concorrência é enorme. “Uberização” do livro já!

Leandro Ferreira ferreiradasilvaleandro73@gmail.com

São Paulo 

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COPA DO  BRASILEIRO 

O  brasileiro está  mais preocupado em vencer a   copa  da   saúde para termos uma saúde digna  vencer a  copa  da segurança para podermos andar  sem medo nas ruas;  vencer a  copa do  emprego para não estamos com mais de 13 milhões de desempregados.  Se  conseguirmos vencer essas copas, aí sim poderemos nos considerar campeões.  

Francisco Cardia fra.cardia@hotmail.com

São Paulo

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