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O Estado de S.Paulo

03 Junho 2018 | 03h00

REFLEXOS DA GREVE

Jogar pedra é fácil

Com a demissão de Pedro Parente da presidência da Petrobrás, prosseguem as críticas ao governo de Michel Temer, aliás, seguindo o habitual padrão vermelho: vazias e panfletárias. Criticar é fácil, difícil é fazer acontecer. Qual foi o erro de Temer em relação à Petrobrás? Não dizem. O que Temer deveria ter feito (antes) quanto ao preço dos combustíveis, dado que tanto a cotação do barril quanto a do dólar estão em alta? Tampouco... O presidente demissionário assumiu a Petrobrás num baita rabo de foguete: cotação da ação preferencial (Petr4) abaixo de R$ 5 em fevereiro de 2016, a maior dívida corporativa do mundo, empresa apresentando prejuízos recorrentes, o maior escândalo de corrupção da História do Brasil, etc., etc. Após dois anos de Temer, o que temos? Cotação do papel chegando a R$ 27 (mais de cinco vezes a de dois anos atrás), endividamento gradativamente reduzido, mudança positiva na lei que obrigava a empresa a participar de todos os blocos do pré-sal, plano bem-sucedido de venda de ativos ociosos para o negócio da empresa (que é prospecção e extração de petróleo), lucro de mais de R$ 6 bilhões no primeiro trimestre de 2018 (projetando mais de R$ 20 bilhões no ano), e por aí vai. Bem, houve essa greve maluca que obrigou o governo a subsidiar o diesel, numa espécie de “bolsa caminhoneiro”. É uma boa política? Não, mas não havia outro jeito, dada a inédita chantagem a que o governo foi submetido, refém que é de uma situação em que o País não tem alternativa ao transporte rodoviário, após 13 anos em que o desgoverno do PT não moveu uma palha para melhorar, de forma efetiva, o déficit de trilhos no Brasil. Paciência. Agora, jogar pedra é moleza. Quero ver é fazer acontecer. 

SILVIO NATAL

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

O que virá?

Ao vincular o preço dos combustíveis às flutuações diárias do mercado internacional, procedimento correto, bem diferente das práticas populistas que quase faliram a Petrobrás, o sr. Pedro Parente talvez tenha errado em não estabelecer uma política de periodicidade de reajustes bem definida que permitisse aos que dependem da commodity um tempo para reflexão e planejamento das operações e aos responsáveis por fixar os valores, uma oportunidade para avaliar os efeitos da sistemática adotada e, se preciso, fazer correções de rumo. A falta desse jogo de cintura, a instabilidade do valor do barril e a desvalorização do real ante o dólar formaram uma mistura inflamável aguardando, para ser detonada, somente a ignição adequada. E esta veio sob a forma da greve dos caminhoneiros. É lamentável que um executivo competente, que realizava excelente trabalho de recuperação da empresa, seja obrigado a se demitir a fim de deixar o governo à vontade para formular sua política de preços. O que virá por aí? Nova onda populista?

PAULO ROBERTO GOTAÇ

pgotac@gmail.com

São Paulo

Apoiou, tem de pagar

Com a manchete E a conta chegou (31/5, A1), o Estadão bem informou o resultado do movimento que paralisou o País nestes últimos dias. Um movimento de caminhoneiros que inicialmente protestava contra o preço do diesel acabou ampliado exponencialmente por pessoas estranhas a ele, por interesses escusos ou eleitoreiros, e deve deixar um prejuízo de R$ 75 bilhões ao País, além dos enormes transtornos à população – resultado de irresponsabilidade e oportunismo de muitos. Pesquisa Datafolha informa que 87% dos entrevistados foram a favor da greve, mas não de pagarem a conta. Agora a conta começa a chegar. De onde tirar para bancar o desconto no diesel senão do corte de despesas, tais como retirar benefícios às exportações e cortar gastos sociais?

ÉLLIS A. OLIVEIRA

elliscnh@hotmail.com

Cunha

De mal a pior

Para cumprir o acordo imposto pelos caminhoneiros – que resultou na promessa de redução no preço do litro do diesel de R$ 0,46, que, aliás, ninguém pode garantir que será vista nas bombas dos postos – o governo federal chamou a colaborar áreas vitais e já muito debilitadas pela escassez de recursos, como saúde, educação, desenvolvimento social, e deixou de fora dessa vaquinha os gastos com a imensa e ineficiente máquina pública, a grande responsável pela imensa carga tributária que pagamos. Assim, o que já era muito ruim entra na faixa do péssimo, bem perto do inexistente.

ABEL PIRE RODRIGUES

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

E nem vai adiantar

A redução de R$ 0,46 para o diesel é tão ineficaz como a tomada de três pinos e a cobrança do despacho de malas em aeroportos. Só trará ganhos a um seleto grupo, pois não haverá condições de fiscalizar as várias etapas do processo até o consumidor final. No caso das malas, o objetivo de baratear a passagem não chegou ao consumidor. E os mais “espertos” usam maletas aceitas para a cabine da aeronave em quantidade tal que obriga os comissários a solicitarem que os passageiros as despachem sem custo adicional ou as deixem sob o banco, o que compromete a segurança. Ainda bem que o brasileiro é “bonzinho”.

CARLOS GONÇALVES DE FARIA

sherifffaria@hotmail.com

São Paulo

Milícias criminosas

Até concordo que a categoria dos caminhoneiros tinha motivos justos para fazer greve, apesar de entender que esse deva ser o último recurso, depois de uma negociação frustrada. Mas a paralisação foi tomada por uma pauta infinita de reivindicações, que incluíam até intervenção militar – mais um pouco e estariam clamando pela guilhotina geral e irrestrita. Infelizmente, oportunistas e fanfarrões de todos os matizes políticos, que nunca subiram numa boleia de caminhão, tentaram se apropriar do movimento. Os tais infiltrados que proclamam “ter parado o País” não passam de milícias que de forma criminosa interromperam estradas e acesso a refinarias. Portanto, não é verdade que os caminhoneiros podem parar o País. O fato é que uma classe se arvorou no direito de violar o sagrado direito constitucional de ir e vir. Com omissão e paralisia dos poderes constituídos, que deveriam ter agido rápido. O que faltou nesses dias no Brasil foi o cumprimento da lei. Especialmente a quem cabe fazê-la cumprir, mesmo que seja necessário o uso da força.

SANDRO FERREIRA

sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

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Mãos à obra!

Por que não se fala em construir ferrovias? Isso é de extrema urgência. A China constrói em dois anos!

ULISSES DA SILVA

usofilho1@gmail.com

São Paulo

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“Preparem-se: tal como depois da tempestade vem a bonança, apósa greve vem a carestia. Simples assim!”

VIRGÍLIO MELHADO PASSONI / JANDAIA DO SUL (PR), SOBRE A CONTA DO SUBSÍDIO DO DIESEL, QUE A NAÇÃO TERÁ DE PAGAR

mmpassoni@gmail.com

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“Por que temos de vender combustível mais barato a nossos vizinhos, como Paraguai, Argentina, etc.?”

RAUL S. MOREIRA / CAMPINAS, SOBRE OS ALTOS PREÇOS NO MERCADO DOMÉSTICO 

raulmoreira@mpc.com.br

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EM FRANGALHOS

Com a baixa do presidente da Petrobrás, Pedro Parente, sobrou no governo Temer somente ministros que são réus ou estão sendo investigados. É o caso de Eliseu Padilha, Moreira Franco, Gilberto Kassab, Blairo Maggi, Helder Barbalho, sendo que outros já saíram, como Geddel Vieira Lima, Sarney Filho, Romero Jucá, Henrique Eduardo Alves, Ricardo de Barros, Mauricio Quintella Lessa, Marx Beltrão. Ora, como todos foram escolhidos a dedo, pode-se dizer que está caracterizada a “formação de quadrilha”. Que Deus ajude o País! 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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CAI PARENTE, PERDE O PAÍS

Pedro Parente, presidente da Petrobrás, que acelerou com competência a recuperação da estatal, por pressão acaba de pedir demissão! As ações da estatal chegaram a cair até 21%, perdendo R$ 55 bilhões do valor de mercado! Com essa queda de Parente, perde o País, e enfraquece ainda mais o presidente Michel Temer. E revela também, que, à classe política, infelizmente, não interessa ter nas estatais um administrador competente que crie barreiras inclusive contra a corrupção! Mas alegra o corporativismo de esquerda liderado pelo PT e radicais de direta que preferem um Brasil, “quanto pior, melhor”! E foi o que vimos, nesta literal baderna da greve dos caminhoneiros, que pelos seguidos reajustes dos combustíveis, esses retrógrados pediram em coro, a queda de Parente, contando com a cumplicidade do presidente do senado EunÍcio Oliveira (MDB-CE) e Rodrigo Maia (DEM-RJ)!  Atestando que nesse mundo institucional tupiniquim, apodrecido por vícios vis, parece não existir lugar para filhos competentes que desejam servir a Nação...

Paulo Panossian paulopanossan@hotmal.com

São Carlos

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JÁ FOI TARDE

Pedro Parente demitiu-se da Presidência da Petrobrás por não aceitar que os interesses do País estejam acima dos proveitos da companhia. Demonstrou uma insensibilidade paquidérmica quando, no olho do furacão da greve dos caminhoneiros, declarou que manteria os reajustes diários dos preços dos combustíveis, alegando que essa seria uma prática corrente em outros mercados do mundo.   Só não disse que neles nenhuma empresa detém o monopólio do refino do petróleo, e fixam seus preços em livre concorrência. Mostrou-se um burocrata empedernido  e ao renunciar ao cargo fez o que Temer não teve coragem para fazer.

Hélio De Lima hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

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PARENTE LARGA TEMER

Pedro Parente pediu demissão da Petrobrás. Parente foi presidente da petrolífera nos últimos dois anos. Anteriormente ocupou os cargos de ministro de Minas e Energia, ministro-chefe da Casa Civil e ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão do Brasil. Parente garante que a companhia está com boa saúde financeira, apesar da dívida de R$ 340 bilhões. Ações da empresa chegaram a cair 21% após a notícia do afastamento do executivo. Michel Temer levou mais um golpe e a grande fragilidade de seu governo vem à tona novamente. É uma pancada após a outra, semanalmente. 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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PLANO B

Acho patriotas aqueles que criticam a saída de Pedro Parente por motivos aparentemente políticos! Aos patriotas, pergunto qual seria o Plano B, para que os caminhoneiros voltassem a transportar? Penso que fizeram o que tínhamos para a hora! 

Gabriel Mamere Nero gmamere@terra.com.br

São Paulo

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CARIMBADOR

O carimbador da Petrobrás se foi. Era óbvio que ia acontecer o que aconteceu, a paralisação do País e sua sustentação no cargo. Que o próximo descasque o abacaxi que, penso só se resolverá com fim do monopólio da empresa e enquanto isso não acontecer, que tenha bom senso. O Brasil é maior do que Petrobrás. 

Antonio Molia molinaengenharia.santafe@gmail.com

Santa Fé do Sul

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VENCEU A IGNORÂNCIA

Somente uma maioria de boquirrotos ou mal intencionados pode comemorar a saída de um executivo competente! Isso lembra a recomendação de que não se deve atirar pérolas aos porcos, pois não merecem mais que veneno de jararacas.  

Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br

Itanhaém

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FAMÍLIA

A Petrobrás perdeu um bom Parente.

José Roberto Iglesias rzeiglezias@gmail.com

São Paulo

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OPORTUNISTAS

Pedro Parente entregou o que prometeu. Os esquerdinhas e os “petroludibriados” na Petros vão querer se vangloriar e usar politicamente esta saída?

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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VERGONHA NA CARA

Sobre a demissão de Pedro Parente da Petrobrás: enfim alguém com vergonha na cara.

Élio Domingos Morando eliomorando666@gmail.com

São Paulo

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CRISE BRASIL & PETROBRÁS 

Petrobrás: ou privatiza ou PDVSA...

Ademir Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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CASO INÉDITO

Há, acaso, registro histórico de parente pedindo demissão de algum cargo em estatal no Brasil?

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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'VERGONHA TOTAL'

Temos visto muitas coisas em nosso País nas quais mais e mais faz surgir um grande sentimento de vergonha, forçando nossa compreensão a níveis antes pouco imagináveis. Vimos na TV, e em seu grande jornal, notícias sobre o presidente Temer recebendo os mais altos membros e representantes do “circulo interno” das igrejas Pentecostais e suas assemelhadas. Pelo noticiário da TV foi possível constatar um comportamento inimaginável e absurdo, considerando-se todo o grupo, seu poder representativo, e a presença do presidente deste país de bananas. Enquanto o presidente discursava, os “cavalheiros classe A”, ao fundo, com grande alegria e excitação, manejavam mensagens e liam peralta e alegremente seus celulares, como se fossem simplesmente deseducados.    

Murilo Luciano Filho muarilou@uol.com.br

São Paulo

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NORTE

Presidente Temer, na falta de Pedro Parente na Petrobrás, seria bom, seguir na empresa, ao menos, a orientação de Raquel Parente: “Tudo fica mais fácil quando se tem um norte a seguir”.

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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NEGÓCIOS

Sou amigo pessoal do presidente Temer há mais de 50 anos. Fomos sócios no escritório de advocacia. Ele sempre preferiu o acordo ao Acórdão. Era campeão absoluto de resolver as disputas mediante conciliação. Sempre teve uma paciência de Jó para dialogar, negociar e conciliar. No momento atual ele aplicou a lição de John Kennedy em seu discurso de posse: nunca negocie por medo, mas nunca tenha medo de negociar.

Adilson Dallari adilsondallari@uol.com.br

São Paulo

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TEMER ILUMINADO

Temer “iluminado” embranqueceu como Moisés em “Os Dez Mandamentos”! Após os dez dias que abalaram o Brasil, Temer passou a ter pesadelos, com vozes e luzes de caminhoneiros atropelando o governo.

Paulo Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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GOVERNO TEMER

O governo Temer, aproveitando a conta do diesel, diminuiu, entre outros, os recursos para a área social: saneamento, moradia e até verbas para saúde e educação (seus cortes preferidos). Provavelmente, vai ganhar mais do que as perdas. Fez assim, de um limão uma limonada.   

Luigiapvercesi luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

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ANGORÁ

Ele andava sumido, estrategicamente entocado nas profundezas do foro privilegiado e não apareceu durante o recente tumulto promovido pelos caminhoneiros no Brasil. Ocupante de uma cadeira no olho do furacão da crise achou melhor não aparecer e deixou a exposição para os outros. Mas que ninguém se engane, o Angorá estava agindo nas trevas, como sempre, urdindo sua interferência maléfica nos destinos do País.

Renzo Galuppo renzo.galuppo@gmail.com

São José dos Campos 

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COOBRIGADOS NA MARRA

Os prejuízos com a paralização dos caminhoneiros, de acordo com o levantamento realizado pelo “Estado” em alguns setores da economia, serão contabilizados na casa dos bilhões. E na casa dos milhões de brasileiros também, com certeza. Alguém tem alguma dúvida de quem irá cobrir os rombos bilionários dos supermercados, (R$ 2,7), da indústria farmacêutica (R$ 1,6), do comércio e serviços (R$ 27.0) e do pivô desse déficit astronômico, as distribuidoras de combustíveis (R$ 11,5)? Maiores detalhes e valores apurados, consultar o “Estadão” (31/5, B3). Além disso, some-se a todas essas desgraça, o impacto no Produto Interno Bruto (PIB), que passou de 3% para no máximo 2% de crescimento, incentivo à indústria da greve chantagista e pode trazer de volta o pior dos impostos que corrói o bolso do trabalhado, a inflação.  A primeira fatura já está na praça; R$ 75 bilhões para serem rateados entre nós. Lembrando que são dados parciais, portanto, essa vultosa cifra poderá ser aumentada em muitos bilhões, pois muitos setores ainda não levantaram suas perdas. Como não poderia deixar de ser, o empurra-empurra começou. A Abin afirma ter alertado O GSI, sobre os perigos da paralisação, e este rebate que não foi comunicado. De qualquer forma, houve uma falha grotesca na comunicação entre os dois órgãos.  Um antigo apresentador de televisão já dizia: “quem não se comunica se trumbica”.  E só se trumbicou quem não tinha a ver com toda essa história do “disse-me-disse”.

Sergio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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‘BOLSA CAMINHONEIRO’

O que adiantou o presidente Michel Temer, rezar com evangélicos, católicos, protestantes ou qualquer outra crença, agradecendo a Deus por ter encerrado a greve dos caminhoneiros, uma vez que para não perder o hábito nós a população é que vamos bancar a “bolsa caminhoneiro”, como todas as outras existentes por sinal. Praticou o provérbio  português que diz: "Não se pode descobrir um santo para cobrir outro", porém foi exatamente o que fez, pois para tal façanha o governo sacrifica mais ainda a verba da saúde, já em estado falimentar, a educação em estado caótico,  a moradia para população estagnada e pela hora da morte, o saneamento, com muito a fazer deixando a desejar. Além de toda essa balburdia, também sacrificará empresas retirando eventuais benefícios gerando aperto, que poderá provocar novos desempregos, para saldar os R$ 4 bilhões restantes.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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JANTAR GRÁTIS

Como diz o ditado popular “não existe jantar grátis”. A absurda greve dos caminhoneiros acabou, mas ficou uma conta bem salgada para ser paga pelo governo Temer. Para não prejudicar a máquina federal que apesar de muita cara funciona muito bem, o governo foi atrás dos serviços subutilizados e neles fez os cortes para compensar as perdas. Entre eles estão os gastos dos SUS um serviço que o brasileiro não precisa, pois a maioria absoluta usa o eficiente e baratíssimo serviço particular médico através dos planos de saúde. Parabéns, presidente Temer, o povo brasileiro sempre em primeiro lugar.

Mauricio Lima mapeli@uol.com.br

São Paulo

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SAÚDE E EDUCAÇÃO

Mais uma vez (e como sempre) o dinheiro é retirado da saúde e educação, para cortar despesas desse (des) governo. Como se o brasileiro não precisasse de nada disso. Pobre país pobre. 

Antônio Sérgio Isnidarsi aiisnidarsi1@hotmail.com

São Paulo

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DANNY GLOVER

O ator norte-americano Danny Glover foi até Curitiba, na sede da Polícia Federal, para falar que ele representa “milhares” de pessoas que pedem para que o ex-presidente “Lulla” da Silva, condenado e preso por corrupção e lavagem de dinheiro  em várias instancias na Justiça brasileira, seja solto. Será que esse Danny Glover conhece o escândalo do mensalão? Que conhece a roubalheira da Petrobrás? Será que ele já ouviu falar dos 13 milhões de desempregados? Conhece alguma coisa sobre o fechamento de mais de 13 mil leitos no SUS? Ou então soube dos rombos nos fundos de pensão dos funcionários do Banco de Brasil, da Caixa Econômica Federal, dos Correios e da Petrobrás? Já que ele se diz representante da ONU para Direitos Humanos que tal ele dar um pulo na vizinha Venezuela, lá sim ele poderá representar “milhões” de pessoas em busca de alimentos, saúde e direitos humanos!

Antonio Carelli Filho  palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

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RECADO PARA GLOVER

Dentre todos os absurdos e a paranoia petista sobre a prisão do Lula, tivemos a visita desse ator norte-americano, que não conhece nada de Brasil e pouco sabe sobre o julgamento e todas as oportunidades legais que foram concedidas para provar a inocência do cidadão. Deveria o ator saber que se fosse em seu país, Lula, pelo que foi condenado jamais seria um preso político, e a pena teria sido muito maior pelo rigor da Justiça de lá... Com certeza já estaria inelegível para concorrer à Presidência ou qualquer outro cargo público. “Have a nice home back trip, Mr. Glover”!

Ari Giorgi arigiorgi@hotmail.com

São Paulo

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Esclarecedor o editorial “Os caminhoneiros e a dependência em rede” (1/6, A3). O que não consigo entender é que, quando é para pagar juros (11% do PIB, segundo alguns analistas), o dinheiro aparece, mas para gerir Previdência, saúde, educação, etc, se fazem necessárias as reformas. Abomino o PT por sua forma de governar e pela corrupção escancarada instaurada, bem como seu cinismo, mas é difícil de engolir que há dinheiro para especuladores, responsáveis em parte pelo acúmulo de uma reserva de US$ 400 bi, que nem sequer fazemos uso de parte dela, apenas para dar garantias aos credores. Por que sempre o povo é chamado a sacrifícios?

Luiz Antonio Amaro da Silva zulloamaro@hotmail.com

Guarulhos

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GATILHO NO ATRASO

No Brasil, mais ou menos como no futebol, vivemos aguardando que o craque, num lampejo de sorte, resolva a situação. A quase certeza de que a solução sempre cairá do céu já é um estigma do brasileiro. Acontece que o improviso aqui é mais embaixo, em alguns aspectos estamos ainda hoje no mesmo patamar da década de 70, possivelmente porque a nossa fé em milagres (econômico, social e político) nunca arrefeceu ao longo do tempo. Melhor parar agora e admitir, de uma vez por todas, que o esporte bretão é um terreno muito distante dos gramados de Brasília.

Ricardo Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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PALMEIRAS

Aviso à senhora Leila: Zidane esta desempregado, aproveite!

Hamilton Penalva hpenalva@globo.com

São Paulo

 

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